Diana, eu e a vontade de nos dividir

mais um relato de como tudo foi rolando
Espero que vocês curtam muito e não deixem de comentar.


obrigado por me ler
e pelos pontos que me dão como reconhecimento










Naquele sábado a gente já tinha transado pelo menos umas duas vezes a mais, então aquela noite acabou sem a gente sair pra lugar nenhum, parecíamos um casal de recém-casados. E à noite, por mais esforço que eu fizesse, não rolou nada, eu tava seco e exausto. Naquela madrugada, as palavras da Diana ecoavam na minha cabeça, o desejo dela de que eu metesse no cu dela toda vez que a gente transava. Ter dado o cu tinha deixado ela louca de prazer, e agora ela tava completamente solta. Na última vez que a gente transou naquele dia, ela brincou que eu era o Javier e eu brinquei que tava arrombando a buceta da Brenda. Foi assim, cheio de putaria, e quem mais curtia era eu. A Brenda é uma garota mimada que mora a duas quadras da minha casa. Ela sabe muito bem que tem uma bunda impressionante e mostra pra chamar a atenção de qualquer macho, mas por causa do temperamento imprevisível e agressivo dela, não tem um macho fixo, embora uns caras já tenham comido ela, e segundo as más línguas, até numa festa ela deu o cu. A verdade é que, embora eu tenha reparado umas vezes naquela bunda, nunca levei muito a sério. Primeiro, não sou de ficar pensando em sexo o tempo todo; segundo, até aquele dia, só me interessava a bunda da Diana. E a verdade é que a própria Diana colocou a garota na minha cabeça. Acho que mais pra eu não ficar pensando nela e na relação dela com os amigos, coisa que não me tirava o sono, já que aquela era uma relação mais que normal pra qualquer um, e também não era comum a gente se ver com frequência, muito menos. A ideia dela de parar com os anticoncepcionais realmente me animou com a ideia de ter um filho. Eu tava convencido de que isso mudaria nossas vidas por completo e gostava da ideia, mas também gostava da ideia de continuar transando livremente com a Diana. Sabia bem que com um filho acabariam as reuniões, as saídas, os bares e as baladas, e isso era muito pra nós dois, já que a gente curtia. Aquele domingo passou tranquilo, e nem Javier nem Brenda estiveram entre nós, embora na verdade nunca tivessem estado. As reuniões de Família era coisa estranha pra gente. Por parte dela, a mãe dela tinha toda a pinta de ser uma gostosa rápida, tão rápida quanto a filha ou até pior. A Diana ficava muito irritada com o jeito que ela me tratava, ela dizia que não gostava nada da onda que a mãe dela me dava. A questão é que eu nunca percebi nada disso, mas do que eu percebia era do jeito que meu pai olhava pra Diana e, como de costume, a putinha se vestia pra não passar despercebida. Então, na maioria das vezes, a gente saía só nós dois e, algumas vezes, com os amigos dela que já tinham virado meus também. E, por acaso, o que eu mais tinha intimidade era o Javier. Ele é um cara legal, muito divertido e extrovertido, se dá super bem comigo, e acho que por isso a Diana fica me enchendo o saco com ele. Acordei e tomei um banho rápido. Como sempre que tô em casa, preparei o café da manhã. Não sei se ela tem um radar ou algo assim, mas o fato é que, quando terminei de preparar, ela já tava na cozinha. Me virei e lá estava ela, com uma regatinha que mal cobria a tanga.

— Oi, amor, pronta pro café?

— Diana: Ah, céus, tô morrendo por esse café com leite.

— O que a gente vai fazer hoje, bebê?

— Diana: Não sei, meu bem, o que você quer fazer? A verdade é que tô muito cansada.

— Que tal a gente sair pra comer fora, assim não precisamos cozinhar?

— Diana: Acho que seria perfeito, e além do mais, eu mereço, não mereço?

— Claro que merece, meu céu.

Café da manhã tomado, depois de dar uma arrumada no apartamento, a gente se trocou e saiu pra comer. Quando voltamos, achei muito estranho o caminho que a Diana pegou, passando bem na frente da casa da Brenda, que tava sentada na porta com a irmã. Assim que viu, parou pra cumprimentar e me apresentou pra ela. A putinha se fazia de estrela, e eu não consegui evitar de olhar pra bunda dela enfiada na calça jeans. Foram só alguns minutos, mas me desconcertou. Quando chegamos em casa, não pude deixar passar batido.

— O que foi aquilo? O que você tá tramando, puta?

— Diana: Nada, bebê, por quê?

— Você me esfregou a garota na cara. Você viu como aquela puta tava? Recaliente, coitadinha, mas é uma boa menina.
Você quer que eu coma ela? Não viu o beijinho que ela me deu?
Diana, não, céus, de jeito nenhum, love.
Ahhh, entendi, você marcou território, que mina você é, fez isso também com seus amigos quando me apresentou?
Diana, e é, a gente cuida do que ama, tá errado, bebê?
Não, claro que não, mas é brincar com fogo, céus, você percebe que assim desperta desejo e tesão? Você sabe como as mulheres são, também sabe que pra mina você é concorrência e agora ela não vai parar até me comer, bebê, é isso que você quer?
Diana, se você pensa assim, então meus amigos agora me desejam mais do que nunca, não é verdade? E mesmo assim não acontece nada, você sabe.
Não, não sei, talvez já tenha acontecido e eu não percebi, ou talvez não aconteceu e você quer que aconteça agora.
Diana, não fala besteira, céus, você sabe muito bem que nenhum deles ousaria fazer nada.
Tá bom, se você diz assim, então tá.
Diana, é assim porque eu não dou chance pra nada, céus, você vê, idiota, não saio do seu lado. Agora, se você quer que aconteça outra coisa...
Se eu quero que aconteça outra coisa, o quê?
Diana, então vai acontecer.
É o que eu digo, ou você tem uma puta vontade neles ou quer disfarçar que continua dando pra eles.
Diana, ai, love, que chato você é, vai me fazer ficar brava, por que não acredita em mim?
Talvez eu não acredite porque quero que isso aconteça e que seja uma competição.
Diana, uma competição entre você e eles? Ai, amorzinho, não sei o que aconteceria, bebê. Quando você quiser fazer a vida, a gente faz, mas com uma condição: que primeiro você arrebente bem a buceta da Brenda, quero que humilhe ela o máximo que puder, que ela mal consiga andar até em casa.
Sério que você quer isso? Tanta raiva assim dela?
Diana, não é raiva, love, isso sim é competição.
Vamos ver quem é a verdadeira puta do bairro, não é? Você sente que a mina roubou seu lugar? Com quantos vizinhos você já deu, bebê? Agora me fala a verdade.
Diana, vizinhos... Os vizinhos não bebem, mas já te falei, se você realmente quer que seja assim, vai ser assim. Você sabe muito bem que, fora você, ninguém me aguenta na cama quando eu quero transar de verdade, todo mundo acaba jogando a toalha.

Como assim? Não te entendo.

Diana love, a verdade é que vocês, homens, têm essa fantasia de deixar uma mulher exausta, e não é verdade. Quem termina exausto são vocês.

Isso é verdade, eu não termino exausto, mas fico no limite com você.

Diana, por isso eu falei que só com você eu termino exausta, porque é você quem me faz gozar como uma gostosa. Com os outros, isso não acontece, bebê.

Morro de vontade de ver se é verdade.

A gente estava tão excitado que nem chegou na cama. Tínhamos tomado umas cervejas e ali mesmo, na sala de jantar, começamos a transar. Não deixei buraco sem preencher na minha putinha. Tomamos um banho juntos e, no chuveiro, exploramos nossos corpos de novo. Já na cama, fizemos um sessenta e nove espetacular. Chupar aquela buceta molhada, sentir o corpo dela se contrair enquanto o meu fazia o mesmo a cada chupada de pau que a Diana me dava, era uma experiência extraordinária. E muito mais quando comecei a chupar o cu dela, enfiando os dedos na buceta e massageando o clitóris. Isso fez com que ela parasse de me chupar e começasse a gemer. Na hora, senti a gozada dela nos meus dedos. Minha putinha tinha gozado e queria mais. Meus dedos agora brincavam com o cu dela e minha boca, até que senti o dedo dela se enfiar no meu. Não entendia por quê, mas eu adorava demais. Assim, acabamos transando de novo e dormimos abraçados.

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