
Ochako Uraraka chegou na academia meia hora antes. Sabia que tinha melhorado pra caramba no último ano e agora tinha a chance de mostrar exatamente o quanto. Foi avançando na sua rotina de alongamento com um olhar duro como aço nos olhos castanhos, o coração acelerado apesar das respirações profundas e controladas. Quando se abaixou pra tocar os dedos dos pés, os peitões enormes caíram e cobriram o rosto dela, só pra balançar de volta no peito e nas costelas quando ela se levantou. Normalmente, os peitos dela seriam um saco, adicionando tensão desnecessária em exercícios que já eram simples, mas hoje ela mal parecia notar os pesos de 2 quilos amarrados no peito. Correu em voltas pelo corredor comprido, bufando e ofegante, balançando os braços ritmadamente ao lado do corpo enquanto mantinha um ritmo constante, os peitos subindo até o queixo a cada passo. A camiseta preta sem manga dela era tamanho GG, e mesmo assim subia acima do umbigo tenso, deixando à mostra os quadris e a barriga, que já começavam a suar quando ela chegou na décima volta. Deu uma pausa rápida pra beber água e se enxugar com uma toalha antes de continuar o aquecimento. O coração dela tava focado no objetivo. Sem pausas longas, sem desculpas! Quando o relógio marcou 3:00 da tarde, Ochako se sentiu cheia de energia e leve. Tinha atravessado aquele muro de agonia mental e ácido lático que impede as pessoas de alcançar todo o potencial, e agora não conseguia ficar parada. Socou o ar, transferindo o peso de um pé pro outro, lembrando das habilidades que aprendeu durante o estágio. Se sentia feroz, como uma verdadeira lutadora, como se nem precisasse da Individualidade dela pra vencer. Assim que a examinadora chegasse, ia mostrar pra UA, pro Deku e pra ela mesma que a Uravity era uma heroína pra ser levada a sério! Mal percebeu que os assentos ao redor da academia estavam lotando. Os colegas dela da A chamaram pelo nome, desejando sorte, enquanto os heróis profissionais tomavam seus lugares no pódio dos jurados. A prova logo começaria. Ochako se virou, com os punhos perto do queixo, prestes a dar outro soco num inimigo imaginário quando ouviu algo estranho. Seu olhar desceu para o chão... De lá, um cogumelo largo e rosado despontava. Crescia lentamente do solo, revelando um caule grosso cheio de veias. Ochako franziu a testa. O que exatamente ela estava olhando? A uns cinquenta centímetros do chão, na altura do joelho, o cogumelo parou de crescer. Era o cogumelo mais estranho que Ochako já tinha visto, gordo e pulsante, cheio de veias... "Cuidado!", gritou alguém das arquibancadas. O cérebro de Ochako finalmente fez a conexão e sua expressão se transformou em surpresa, mas já era tarde demais. O galo surgiu da terra, seguido por um nu Mirio Togata. Seu rosto se ergueu diante do de Ochako e, no mesmo instante, seus pés se levantaram do chão. Um gemido de dor percorreu a multidão. "Sempre espere o inesperado", disse Mirio alegremente. Ochako piscou e olhou para baixo. Seus lábios formaram um suave "o" de compreensão. Sua barriga se estufou até os peitos, esticada em volta da monstruosa rola de Mirio que tinha saído da terra, rasgou o tecido da sua calcinha de ginástica e se chocou até as bolas na sua pobre, desprotegida e virgem buceta. "Buh...", disse Ochako fracamente, incapaz de processar a situação em que se encontrava, nem a enormidade do que estava dentro dela. —Foco! —gritou Mirio, e os olhos de Ochako se cravaram nos dele—. Você nunca vai vencer se perder a concentração. Agora, tente de novo! —Ele agarrou o rosto inteiro dela com uma palma enorme e empurrou, e Ochako soltou seu primeiro gritinho agudo quando a rola dele se retirou da sua buceta sensível. Cada centímetro se arrastou contra as paredes da sua buceta, saindo do seu útero até a vulva e então para fora. num pequeno jato de néctar e pré-gozo. Ela pendia da palma de Mirio, gorgolejando e chutando o ar. A tensão no pescoço dela não era nada comparada ao súbito e angustiante vazio que parecia subir pelo centro do corpo dela. Quando Mirio a soltou, ela imediatamente desabou de joelhos, simplesmente... encarando a enorme e rígida rola que escorria seus próprios sucos escorregadios do seu comprimento pulsante. Os colegas de equipe gritavam conselhos, mas soavam tão distantes... Juntando forças, Ochako ergueu um punho, tentando enfiá-lo na barriga de Mirio, mas seus movimentos eram tão lentos que era patético. O punho dela bateu nos abdominais dele sem machucá-lo e depois caiu de volta ao lado do corpo. Mirio revirou os olhos. "Você teve sua chance. Agora se prepara!" Ele agarrou o cabelo castanho dela. Ochako tentou balançar a cabeça, mas então a cabeça da piroca ultra grossa dele estava se enfiando na boca dela, estufando a bochecha dela, deformando a boca dela num bolso pra rola enorme dele. O grito de socorro dela foi abafado por uma bocada de rola em brasa. De perto, parecia ainda maior do que ela tinha sentido dentro dela: uma laje de sessenta centímetros de carne de fuder que pulsava jatos de pré-gozo grosso e avassalador na bochecha dela. Ele começou a bombear ociosamente, estufando ainda mais a bochecha dela, fazendo ela tossir e engasgar com a semente escorrendo enquanto ele a dominava sob o olhar julgador de toda a Academia. As lágrimas escorriam pelo rosto dela. Será que o Deku estava vendo isso? Os olhos castanhos dela vasculharam a multidão. — O que eu te falei? — rosnou Mirio e, de repente, a palma da mão dele bateu na parte de trás da cabeça dela, apertando o crânio dela com força na mão dele. Com um puxão firme e um empurrão dos quadris dele, ele ENFIOU o martelo fodão profano além das amígdalas moles dela e dentro da garganta dela! Ochako cambaleou pra frente de joelhos, o pescoço fino dela de repente inchou o dobro do tamanho ao redor da piroca colossal do Mirio, engasgando com a carne dele enquanto a baba borbulhava da boca e das narinas dela. Ele abriu sulcos no esôfago dela sem piedade, empurrando ela pra lá e pra cá na vara dele como um buraco descartável enquanto o suor deixava a roupa de ginástica dela transparente. Uma série de sons nojentos e depravados saíram dos lábios dela, sugando e soprando o pouco ar que conseguia em volta da piroca monstruosa e grossa dele, com os olhos dela virando lentamente pra trás...

—Puxa, Izuku, sua namorada é uma puta completa —disse Toga Himiko, massageando suavemente os ombros do amado enquanto ele olhava horrorizado para a tela piscando da TV. Izuku estava exausto, amarrado a uma cadeira de aço com toda a corda e couro que Toga conseguiu juntar, e agora ela o tinha todo para ela. Seu sorriso selvagem, com dentes afiados como navalhas, se alargou quando ela roçou o nariz na orelha dele, os olhos amarelos fixos na tela —. Ela vai ser inútil como heroína depois disso. Mmh... não vai passar de uma puta pra uns brutamontes babões. Você merece alguém melhor, Izuku... —Ela beijou a bochecha dele e riu enquanto ele se debatia. Amarrar a boca dele tinha sido uma boa ideia. A multidão murmurava freneticamente enquanto Mirio puxava Ochako pra frente e pra trás sobre a rola enorme dele, quase sessenta centímetros de carne sólida aparecendo, brilhante e viscosa, das goelas dele cada vez que ele se afastava, só pra desaparecer numa onda espirrando quando ele enfiava a cintura com tudo na cara dela. A baba espirrava pra todo lado, encharcando o chão e a roupa de Ochako até que as tetonas tremendo e os bicos duros ficassem visíveis através do tecido. A expressão de Mirio não mudou: pra ele, isso não passava de um aquecimento. Ochako estava perdida num mundo de desespero. O cérebro dela parecia estar derretendo, sacudido dentro do crânio tão violentamente que o mundo girava ao redor. Quando Mirio finalmente tirou a rola dela, ela imediatamente vomitou um jorro de baba por todo o pau duro como pedra dele, tossindo cusparadas de porra branca e grossa. Mirio segurou o queixo dela com a mão, acariciando quase com carinho por um momento, fazendo ela erguer os olhos tontos pra ele... antes de baixar a mão e rasgar a camisa dela ao meio. As tetonas dela se derramaram livres numa cascata de carne molhada, balançando ao encontrar o ar. Mirio não perdeu tempo enfiando o pau entre elas e empurrando contra o peito dela, esfregando a rola no lado direito do rosto dela enquanto ela tentava desesperadamente desviar o olhar. A carne dele se erguia acima da cabeça dela, soltando respingos de porra no cabelo dela e descendo pelas costas cada vez que pulsava. Quando as câmeras se aproximaram, revelaram que o rubor se espalhava pelo rosto da Ochako. Ela estava com a boca aberta, ofegante por ar, os olhos tão vidrados que mal conseguiam focar em qualquer coisa... mas enquanto enchia os pulmões, ela olhou rapidamente pra rola monstruosa que bombeava contra ela, com uma expressão de fome no rosto. O Mirio agarrou com força os peitos da Ochako, apertando-os tanto que a carne borbulhante vazou entre os dedos dele e os envolveu. Ele apertou as tetas dela com força em volta do pau, depois olhou pros juízes e arqueou as sobrancelhas. Quando não houve veredito, ele deu de ombros com os ombros brutalmente fortes e soltou os peitos dela. "Eles acham que você ainda pode voltar", disse ele. "Vai em frente, tenta tomar o controle." Até aquele momento, os braços da Ochako estavam pendurados sem forças ao lado do corpo. Lentamente, ela ergueu as mãos trêmulas pra segurar as laterais dos peitos, apertando-os firmemente em volta do pau do Mirio. Depois de um gemido momentâneo, ela começou a deslizar as tetas gigantescas pra cima e pra baixo. O Mirio sorriu, divertido com a exibição. "Acho que esse é um método", disse ele. "Mas eu tava pensando em outra coisa." Antes que a Ochako pudesse responder, o Mirio agarrou ela pelos bíceps e deu um passo pra trás, puxando ela até deixá-la de quatro. De joelhos, com os peitos esmagados no chão debaixo dela, a Ochako ofegou e observou incrédula enquanto o Mirio andava ao redor dela, antes de largar o pau monstruoso dele na bunda e nas costas dela com um TAPA! O martelo fodedor dele se estendia do cóccix até as omoplatas dela e, pra horror dela, continuava crescendo. O pau do Mirio inchou por O pescoço dela... na parte de trás da cabeça dela... até que, só olhando pra frente e virando os olhos pra cima, Ochako conseguiu ver a glande larga e rosada do pau dele pingando um fio de porra na testa dela. "A-Ah... não, isso é impossível..." ela disse com a voz rouca. —Não perde a fé! —respondeu Mirio—. Se você aguentar isso sem gozar que nem uma putinha suja, vai ser promovida a heroína profissional! —Não olha pra ela, Izuku —disse Toga, dando um passo suave ao redor da cadeira. Quando ficou entre o amor dela e a televisão, ela deu o que esperava ser um sorriso tranquilizador e então pressionou os peitões enormes cobertos por um suéter contra o rosto dele—. Olha pra esses aqui no lugar. Se você não quer mais ver a Ochako, vou garantir que não veja nem escute nada... —Ela avançou, ignorando os gemidos abafados dele enquanto envolvia a maior parte da cabeça dele nos peitos vestidos, finalmente montando no colo dele com as coxas grossas e fofas. Os dedos dela se enroscaram no cabelo dele—. Pronto, pronto... Esquece a bruxa malvada; ela já era... —Mirio arrastou os quadris devagar pra trás, torturando Ochako com a sensação do pau ultra pesado dele se preparando pra atravessar ela. Ela balançou a cabeça desesperada, mas sabia que não adiantava resistir: ele tinha vencido no momento em que o pau bateu na buceta dela pela primeira vez. Ele agarrou a cintura dela com as mãos grandes, apertando como se fosse uma boneca enquanto se erguia sobre a bunda indefesa dela, e finalmente esmagou o furinho apertado dela debaixo da cabeça do pau. —Não, não, não... —rosnou Ochako—. Você não pode... não vai... não tem jeito de isso entrar! —Os olhos dela se arregalaram nas órbitas enquanto a mandíbula se deslocava, os intestinos, estômago e garganta se esticando instantaneamente em volta do pau gigantesco do Mirio. A multidão soltou um suspiro coletivo de surpresa quando os lábios da Ochako se abriram de vez. abriu de forma caricata e a cabeça do pau do Mirio, grossa como um bíceps, surgiu das goelas dela, brilhando e jorrando fios de líquido pré-seminal no chão na frente dela. Empalada, a Ochako não conseguiu fazer nada além de olhar pra baixo, pra cabeça da piroca que aparecia debaixo do nariz dela, e fazer gorgolejos enquanto o Mirio começava a meter. Glurk-glurk-glurg-lurg-lurgch-huk-lurgg... Ele brutalizou o trato digestivo dela com bombadas desenfreadas, batendo as bolas sobrecarregadas contra as coxas trêmulas dela com CLAPs e SMACKs vibrantes. Os peitos dela balançavam violentamente entre os bíceps dele, batendo no pescoço inchado dela toda vez que a cabeça do pau dele sumia na garganta dela, e depois batendo nas costelas quando explodia de volta pro ar livre de novo. A Ochako não tinha esperança, nenhuma chance, só a vaga fantasia de aguentar até o fim, mas até isso se desfez depois de alguns segundos descuidados, quando as coxas dela se apertaram e a buceta aberta dela jorrou fios de néctar pelo chão todo! A Ochako tinha pirado de vez.

Mirio, vendo que não tinha mais nada da carreira da Ochako, suspirou e se inclinou pra frente, segurando ela pelos ombros mesmo quando o apito soou pra marcar o fim da luta. Ele começou a foder ela com toda a força que podia, cada estocada soando como uma explosão sônica no ginásio imenso, as cadeiras dele virando um borrão enquanto usava ela como a putinha viciada em pica que ela era. GLUK-GLUK-GLUK-GLUK-GLUK! Os lábios dela se mexiam fraco em volta de palavras sem sentido toda vez que ele se afastava, mas mal dava tempo dela ofegar antes de ser empalada de novo, assando ela com a pica superior dele pra que nenhum outro homem pudesse reivindicar ela. Do nada, a mandíbula do Mirio travou. Os músculos das costas dele se flexionaram e as omoplatas saltaram por baixo da pele. Abraçando a barriga da Ochako com um braço, ele levantou ela contra o volume poderoso dele e BATEU as bolas entre as coxas dela, segurando ela com a cabeça da pica dele pra fora vários centímetros da boca dela enquanto gozava dentro dela. Ochako sentiu a pica dele se contorcendo dentro dela, rasgando os sentidos dela com o calor puro. Ela imaginou o fluxo denso de lava de sêmen subindo pelo cano dela, empurrado a cada centímetro do caminho por ondas de músculo potente, até que... Outro suspiro percorreu o ginásio quando uma corda colossal de vários metros de sêmen saiu disparada da pica do Mirio e espirrou na parede de pedra embaixo do pódio, encharcando várias minas na primeira fila com a semente dele. A segunda corda durou mais, um jato de sêmen que se apagou depois de vários segundos. Aí ele soltou cordas a toda velocidade, uma atrás da outra, pintando a parede com o sêmen dele, horrivelmente viril e escorrendo, e a pobre Ochako empalada como médium. Ela gorgolejou miseravelmente na pica dele, a bunda empinada esmagada contra a pélvis dele, os peitos pulando contra o ar toda vez que a pica dele pulsava e arqueava dentro dela. Mirio agarrou as Apertando os peitos com força, torcendo e esmagando eles enquanto ela gemia de prazer orgásmico, usando ela como nada mais que um brinquedo sexual miserável e negligenciado cujo propósito era satisfazer o pau dele. "Isso é... parte do programa de estudos?", perguntou Kyouka Jiro, sentando-se pra frente com as mãos no colo. — Não sei — disse Hagakure, cuja camisa pendia desabotoada sobre seu corpo invisível. A saia dela se abria como se suas pernas estivessem separadas, e um barulho constante de schlick-schlick-schlick emanava da sua localização geral—. Deus, espero que sim...! Nngh! Kyouka observou jatos de gozo feminino saindo de baixo da saia de Hagakure, encharcando a nuca de Tsuyu várias fileiras à frente. — Toga gemeu de prazer enquanto quicava pra cima e pra baixo no pau do Izuku, deslizando os peitões enormes sobre e ao redor do rosto dele a cada pulada poderosa. Ela tinha apagado há minutos (a pervertida psicopata não fazia ideia se por desespero ou falta de oxigênio), mas ela continuou cavalgando o pau grosso dele, mantendo ele duro mesmo depois que ele jorrou o leite no útero dela. — Mmn... isso é divino, Izuku! — cantarolou e beijou a testa dele antes de voltar a olhar pra tela. Ochako agora estava no chão, se contorcendo, esguichando porra pelos dois lados enquanto Mirio recuava pros vestiários—. Sou muito melhor que aquela rabuda molhada... não sou? Toga deu um tapa na cara do Izuku, fazendo ele se mexer. Tinha lágrimas nos olhos verdes dele e ele tremia de dor por causa das marcas de mordida espalhadas pelo pescoço. — Não se preocupa. Vou continuar cavalgando você até se sentir melhor. Vou cuidar de tudo a partir de agora...






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