Já fazia um tempo que eu tava querendo postar um relato, mas por vários motivos nunca criava coragem. Esse é o primeiro, então seria legal ver se vocês gostam ou não, pra saber se animo a postar mais.
Bom, vamos começar falando da gente. Meu nome é Ángel, tenho 23 anos, sou magro, tenho 1,75m e sou de pele branca, igual minha namorada Sofia. Ela tem 19 anos, um corpo atlético porque malha na academia e joga vôlei. Ela tem uns 1,55m, mas o que mais se destaca nela é a cintura bem definida, que faz aquele rabo redondo sobressair ainda mais. Os peitos não são enormes, mas pro tipo físico dela, chamam bastante atenção.
Conheci a Sofi no clube faz um ano, já que a gente treinava no mesmo lugar. Vários caras já tinham tentado conquistar ela, mas ela sempre acabava recusando todo mundo com simpatia. Até que, depois de alguns meses de luta, a gente começou a namorar. Na época, eu era o cara mais feliz do mundo por ter uma gostosa daquelas como namorada. Claro, não demorou pra chegarem os comentários urubus dos meus amigos ou colegas do clube: "Que pedaço de buceta você tá comendo, hein", "Que sorte ter esse par de peitos de travesseiro", "Não vacila que você e eu não somos amigos, haha". Até vários começaram a seguir ela no Instagram e reagir aos stories que ela postava. Pra minha sorte, a Sofi continuava firme e ignorava todo mundo, ou só dava like nos comentários, segundo ela, pra "não passar de sem noção ou metida".
— Eu, gordo, seus amigos são tudo urubu, um pior que o outro, haja — a Sofi me dizia enquanto me mostrava a quantidade de respostas e reações nos stories dela. — Alguns até passam do limite e me mandam foto da pica, haja.
— São uns punheteiros, os filhos da puta — eu falava enquanto continuava vendo a quantidade de mensagens que tinha. — Bom, também com as fotos que você posta às vezes...
Embora a maioria das fotos fosse de almoços, selfies, paisagens ou coisas assim, de vez em quando ela mostrava um pouco mais, revelando um pouco daquele rabo redondo que caracterizava ou talvez alguma foto dela com certas camisetas que deixava imaginar muito bem as tetas que ela carregava. Ela sabia o quanto era gostosa e não podia culpá-la por querer mostrar um pouco.
—O que foi, tá com ciúmes? haha— me disse Sofi tirando sarro do meu comentário.
—Não, love, mas talvez se você diminuísse um pouco as fotos de thong, não te enchessem tanto o saco—.
—Anjo— era assim que me chamava quando falava sério—No meu Instagram eu posto o que eu quiser, não é culpa minha que seus amigos são tudo uns punheteiros—.
—É, você tem razão...— falei reconhecendo meu erro enquanto pegava meu celular pra pensar em outra coisa.
Ela viu como tentei evitar e, pensando um pouco em mim, me disse:
—Além disso, não sei por que você se incomoda, já que no fim das contas, eles só olham e o único que pode me comer é você— enquanto colocava a mão em cima do meu pau e começava a massagear.
Olhei pra ela e não conseguia resistir, já tinha virado costume resolver tudo com sexo e ela era minha fraqueza, então em questão de segundos tinha esquecido a pequena discussão.
—Assim convence qualquer um— falei enquanto acariciava o cabelo dela e sorria.
—Com certeza, meu love— disse enquanto tirava meu pau da calça.—Mas eu escolho você, entendeu?— levando meu pau à boca.
—Ahhh sim, meu am... uff sim, meu love— falava enquanto via aquela boca engolir meu membro por completo sem dificuldade alguma.
Enquanto a via chupar com tanto gosto, pensei que ela tinha razão, são só fotos, o único que tem o prazer de comer ela sou eu e tinha que me sentir sortudo por isso, aliás, com uma mina tão gostosa, não era nada mal exibi-la.
—Uff, meu love, continua assim que eu vou gozar—.
—Aggg, primeiro me come que agora eu também fiquei com tesão— disse e depois tirou o short, ficando só de thong. Ela ficou de quatro na cama e me olhou com uma cara de safada—Vem, me faz sua—.
Sem pensar duas vezes, puxei a thong de lado, deixando ver aquela buceta rosada e brilhando, pedindo pra ser penetrada, apontei meu pau e fui enfiando devagarzinho
—Uff siim! continua maaais!— ela pedia, empinando mais a bunda pra entrar melhor
—Ahhhhh porraa— não aguentei mais e gozei, soltando toda a porra em cima da bunda dela
—Amor, você gozou rápido de novo, me deixou na vontade— ela falou, me olhando decepcionada e meio brava.
—Desculpa, gorda, juro que da próxima vez seguro mais um pouco, é que você é uma gostosa, te vejo assim e é impossível me segurar—
Ela deu um suspiro fundo e, tentando me entender, me deu um beijo, se ajeitou na cama e preferiu dormir a começar outra briga.
No dia seguinte, depois da nossa rotina de manhã, almoçamos e já nos preparamos pra ir treinar no clube. Por sorte, nossos horários coincidiam, mesmo treinando na mesma quadra, os caras treinavam com um professor e as minas com outro. Enquanto treinava, não conseguia evitar de olhar pra Sofi de vez em quando. A verdade é que com aquela legging curta, a bunda dela ficava ainda mais em evidência. Obviamente, não era o único que percebia isso, porque meus colegas, disfarçando, olhavam pra ela sempre que podiam, até os professores não resistiam em dar uma olhada naquela bunda perfeita toda vez que a Sofi se abaixava pra receber a bola.
—Boa Sofi, boa defesaa!— gritava o Cristian, na época treinador da parte feminina do clube de vôlei.
A Sofia, por ser líbero, era responsável pela defesa, então ela tava acostumada a receber esse tipo de elogio, mas mesmo assim gostava de ouvir.
—Valeu, profe— respondeu ela, simpática.
Quando o treino acabou, foi hora de alongar, e esse era o momento favorito dos caras, porque podiam ver com calma todas aquelas bundas bem definidas das minas, resultado de um monte de exercícios que o Cristian mandava fazer.
O Cristian era um ex-jogador que tinha ganhado alguns campeonatos de vôlei. Apesar dos 38 anos, ele se mantia em forma e impunha bastante respeito com seus 1,90 de altura. altura.
Enquanto terminava de alongar, notei que o Cristian não parava de olhar pra Sofi, até que em um momento "pra ajudar ela", ele pressionava as costas da Sofi com as mãos pra ela encostar no chão enquanto ela abria as pernas, não perdi detalhe do momento e vi como os dedos dele roçavam nos peitos da Sofi enquanto ela reclamava da dor.
— Dói, dói, profe! — exclamava minha namorada numa mistura de riso e dor
— Aguenta, Sofi, que se não doer não adianta — soltou Cristian enquanto disfarçadamente acariciava as costas e parte da cintura dela. — Pronto, viu, foi só um pouquinho —
— Por que você não vai fazer as outras sofrerem agora? haha — disse Sofi olhando pras colegas.
Entre risadas, todas se levantaram rápido pra evitar a pequena tortura.
Chegou a hora de ir embora e começamos a nos despedir, Cristian cumprimentou todas e quando tava se despedindo da minha namorada, disse:
— Tem que trabalhar mais essa elasticidade, hein — pegando de novo na cintura da minha namorada
— Sim, profe, é que não tô tão acostumada a alongar assim haha — disse Sofi
— Sem problema, então depois de cada treino vou continuar te ajudando pra ver se a gente melhora — disse Cristian dando um beijo na bochecha da Sofi.
No caminho pra casa, entre conversa e conversa, falei:
— O profe grudou muito em você hoje, não achou? —
— Ai, gordo, não começa de novo, agora vai me encher o saco por causa do profe também? — disse ela
— Não, amor, mas você não viu como ele tava de olho na sua bunda? — tentei explicar
— E daí, amor, mas ele é homem, no fim das contas todo mundo adora ver um rabo, até entre a gente às vezes a gente fica de olho, tipo a Jazmin, que não para de falar que eu tô gostosa e aproveita pra me dar um tapão na bunda toda vez que pode — me disse Sofi
De novo tive que dar razão a ela, já que eu também dava uma olhadinha pras colegas dela.
Chegamos em casa, tomamos banho e cada um seguiu com suas coisas, Sofi foi arrumar um pouco as coisas e eu já me preparava pra sair. trampo.
Quando chegou a noite, lá pelas 23:00, voltei pra casa. Ficamos um tempão vendo TV na cama e aí a Sofi me fala:
— Olha, o professor começou a me seguir — mostrando o celular com o pedido de amizade do Cristian.
— Vai aceitar? — perguntei.
— Acho que sim, ué, não é como se fosse alguém que eu não conheço — ela disse.
— Hummm... — murmurei.
— Qual foi, gordão, de novo com ciúmezinho? Já te falei que sou só sua, pô — falou enquanto começava a passar a mão no meu pau por cima da calça.
Por algum motivo, ficava vindo na minha cabeça a imagem do Cristian ajudando a minha mina a alongar, e eu pensava que agora isso ia se repetir depois de todo treino. Não sei se era pela mão que ela tava passando no meu pau ou pelo jeito que ela mordia o lábio enquanto fazia isso, mas eu me sentia orgulhoso e com tesão por saber que tenho uma namorada tão gostosa.
— Essa buceta é só minha, né? — falei enquanto apertava com força uma das bundas dela. — Uff, cê também curte um pouco que te olhem, não curte?
— Humm, pode ser, toda mina gosta de se sentir bonita e um pouco desejada — disse ela enquanto terminava de puxar meu pau pra fora da calça. — Por quê, te incomoda?
— Ahhh... na real, pensando bem, é gostoso saber que outros te desejam enquanto só eu posso te ter — falei já com o pau durasso.
— É o que eu tô te falando, amor, aproveita que sou toda sua — disse ela antes de levar meu pau na boca.
Já tava com um tesão do caralho naquele momento e, sem pensar, soltei:
— Agora o Cristian, além de ficar de olho na sua raba no clube, vai poder te ver de fio dental no Instagram também.
— E que ele aproveite pra olhar, já que não pode tocar — ela respondeu, entrando na brincadeira.
Ouvir ela falar isso me deixou a mil, ela percebeu e começou a chupar com mais vontade, tirando o pau da boca de vez em quando só pra lamber minhas bolas, lamber meu pau e meter ele de novo na boca.
— Uff... ahhh... até agora seria um bom momento pra você postar uma fotinha, não? — falei já completamente louco de tesão. —Aggg... mmm pode ser, né? Toma, tira meu celular daqui... ahh — disse enquanto me passava o celular sem parar de me chupar.
Peguei o celular e, enquanto segurava a vontade de gozar, tirei uma foto dela de bruços, apontando pra aquela bunda empinada. Depois, postei no story dela com uma música combinando.
—Uff, pronto. Agora vamos ver quantos respondem ou reagem — falei enquanto segurava o cabelo dela pra ela poder chupar sem incomodo.
—Agg... ahh... cê acha que o professor vai ver? — dizia com aquela voz de putinha que sabia que me deixava louco.
—Ufff, com certeza... Ahh... pelo jeito que ele olhava sua bunda hoje, com essa foto ele vai bater uma punheta braba... ahh.
—Agg... Ahgg... ele vai adorar me ver sem legging então... ahgg — disse Sofi, já toda excitada também.
—Ufff, sim... filha da puta... vou gozaaaar — falei enquanto segurava a cabeça dela.
—Ahggg... sim, meu amor, me dá tudooo... ahgg... me dá tudo na boca — pedia Sofi com a boca toda molhada.
—Ahhhhhhhhhhh — não aguentei mais e gozei dentro da boca dela, enquanto ela não soltava meu pau em nenhum momento.
Sofi só me olhou enquanto abria a boca, mostrando a quantidade de porra que tinha saído, e depois engoliu tudo sem desperdiçar uma gota.
Naquela noite, comecei a ver as coisas de um jeito diferente do que antes. Descobri sensações novas. O ciúme que eu sentia antes agora era algo que eu curtia, e sabia que, a partir dali, as coisas iam mudar bastante em mim... ou melhor, em nós...
No dia seguinte, a chuva fez com que Sofi não pudesse sair pra caminhar, então tivemos tempo de tomar café juntos. E, bem na hora de levantar da mesa, ela olhou o celular, arregalou os olhos e disse:
—Gordão, ah, cê não sabe quem respondeu meu story? haha —
Até aqui a primeira parte do relato. Como falei, é o primeiro que escrevo, haha, então queria saber se vocês gostaram. Dependendo do apoio, vou ver se escrevo uma segunda parte. segunda parte, muito obrigada.
Bom, vamos começar falando da gente. Meu nome é Ángel, tenho 23 anos, sou magro, tenho 1,75m e sou de pele branca, igual minha namorada Sofia. Ela tem 19 anos, um corpo atlético porque malha na academia e joga vôlei. Ela tem uns 1,55m, mas o que mais se destaca nela é a cintura bem definida, que faz aquele rabo redondo sobressair ainda mais. Os peitos não são enormes, mas pro tipo físico dela, chamam bastante atenção.
Conheci a Sofi no clube faz um ano, já que a gente treinava no mesmo lugar. Vários caras já tinham tentado conquistar ela, mas ela sempre acabava recusando todo mundo com simpatia. Até que, depois de alguns meses de luta, a gente começou a namorar. Na época, eu era o cara mais feliz do mundo por ter uma gostosa daquelas como namorada. Claro, não demorou pra chegarem os comentários urubus dos meus amigos ou colegas do clube: "Que pedaço de buceta você tá comendo, hein", "Que sorte ter esse par de peitos de travesseiro", "Não vacila que você e eu não somos amigos, haha". Até vários começaram a seguir ela no Instagram e reagir aos stories que ela postava. Pra minha sorte, a Sofi continuava firme e ignorava todo mundo, ou só dava like nos comentários, segundo ela, pra "não passar de sem noção ou metida".
— Eu, gordo, seus amigos são tudo urubu, um pior que o outro, haja — a Sofi me dizia enquanto me mostrava a quantidade de respostas e reações nos stories dela. — Alguns até passam do limite e me mandam foto da pica, haja.
— São uns punheteiros, os filhos da puta — eu falava enquanto continuava vendo a quantidade de mensagens que tinha. — Bom, também com as fotos que você posta às vezes...
Embora a maioria das fotos fosse de almoços, selfies, paisagens ou coisas assim, de vez em quando ela mostrava um pouco mais, revelando um pouco daquele rabo redondo que caracterizava ou talvez alguma foto dela com certas camisetas que deixava imaginar muito bem as tetas que ela carregava. Ela sabia o quanto era gostosa e não podia culpá-la por querer mostrar um pouco.
—O que foi, tá com ciúmes? haha— me disse Sofi tirando sarro do meu comentário.
—Não, love, mas talvez se você diminuísse um pouco as fotos de thong, não te enchessem tanto o saco—.
—Anjo— era assim que me chamava quando falava sério—No meu Instagram eu posto o que eu quiser, não é culpa minha que seus amigos são tudo uns punheteiros—.
—É, você tem razão...— falei reconhecendo meu erro enquanto pegava meu celular pra pensar em outra coisa.
Ela viu como tentei evitar e, pensando um pouco em mim, me disse:
—Além disso, não sei por que você se incomoda, já que no fim das contas, eles só olham e o único que pode me comer é você— enquanto colocava a mão em cima do meu pau e começava a massagear.
Olhei pra ela e não conseguia resistir, já tinha virado costume resolver tudo com sexo e ela era minha fraqueza, então em questão de segundos tinha esquecido a pequena discussão.
—Assim convence qualquer um— falei enquanto acariciava o cabelo dela e sorria.
—Com certeza, meu love— disse enquanto tirava meu pau da calça.—Mas eu escolho você, entendeu?— levando meu pau à boca.
—Ahhh sim, meu am... uff sim, meu love— falava enquanto via aquela boca engolir meu membro por completo sem dificuldade alguma.
Enquanto a via chupar com tanto gosto, pensei que ela tinha razão, são só fotos, o único que tem o prazer de comer ela sou eu e tinha que me sentir sortudo por isso, aliás, com uma mina tão gostosa, não era nada mal exibi-la.
—Uff, meu love, continua assim que eu vou gozar—.
—Aggg, primeiro me come que agora eu também fiquei com tesão— disse e depois tirou o short, ficando só de thong. Ela ficou de quatro na cama e me olhou com uma cara de safada—Vem, me faz sua—.
Sem pensar duas vezes, puxei a thong de lado, deixando ver aquela buceta rosada e brilhando, pedindo pra ser penetrada, apontei meu pau e fui enfiando devagarzinho
—Uff siim! continua maaais!— ela pedia, empinando mais a bunda pra entrar melhor
—Ahhhhh porraa— não aguentei mais e gozei, soltando toda a porra em cima da bunda dela
—Amor, você gozou rápido de novo, me deixou na vontade— ela falou, me olhando decepcionada e meio brava.
—Desculpa, gorda, juro que da próxima vez seguro mais um pouco, é que você é uma gostosa, te vejo assim e é impossível me segurar—
Ela deu um suspiro fundo e, tentando me entender, me deu um beijo, se ajeitou na cama e preferiu dormir a começar outra briga.
No dia seguinte, depois da nossa rotina de manhã, almoçamos e já nos preparamos pra ir treinar no clube. Por sorte, nossos horários coincidiam, mesmo treinando na mesma quadra, os caras treinavam com um professor e as minas com outro. Enquanto treinava, não conseguia evitar de olhar pra Sofi de vez em quando. A verdade é que com aquela legging curta, a bunda dela ficava ainda mais em evidência. Obviamente, não era o único que percebia isso, porque meus colegas, disfarçando, olhavam pra ela sempre que podiam, até os professores não resistiam em dar uma olhada naquela bunda perfeita toda vez que a Sofi se abaixava pra receber a bola.
—Boa Sofi, boa defesaa!— gritava o Cristian, na época treinador da parte feminina do clube de vôlei.
A Sofia, por ser líbero, era responsável pela defesa, então ela tava acostumada a receber esse tipo de elogio, mas mesmo assim gostava de ouvir.
—Valeu, profe— respondeu ela, simpática.
Quando o treino acabou, foi hora de alongar, e esse era o momento favorito dos caras, porque podiam ver com calma todas aquelas bundas bem definidas das minas, resultado de um monte de exercícios que o Cristian mandava fazer.
O Cristian era um ex-jogador que tinha ganhado alguns campeonatos de vôlei. Apesar dos 38 anos, ele se mantia em forma e impunha bastante respeito com seus 1,90 de altura. altura.
Enquanto terminava de alongar, notei que o Cristian não parava de olhar pra Sofi, até que em um momento "pra ajudar ela", ele pressionava as costas da Sofi com as mãos pra ela encostar no chão enquanto ela abria as pernas, não perdi detalhe do momento e vi como os dedos dele roçavam nos peitos da Sofi enquanto ela reclamava da dor.
— Dói, dói, profe! — exclamava minha namorada numa mistura de riso e dor
— Aguenta, Sofi, que se não doer não adianta — soltou Cristian enquanto disfarçadamente acariciava as costas e parte da cintura dela. — Pronto, viu, foi só um pouquinho —
— Por que você não vai fazer as outras sofrerem agora? haha — disse Sofi olhando pras colegas.
Entre risadas, todas se levantaram rápido pra evitar a pequena tortura.
Chegou a hora de ir embora e começamos a nos despedir, Cristian cumprimentou todas e quando tava se despedindo da minha namorada, disse:
— Tem que trabalhar mais essa elasticidade, hein — pegando de novo na cintura da minha namorada
— Sim, profe, é que não tô tão acostumada a alongar assim haha — disse Sofi
— Sem problema, então depois de cada treino vou continuar te ajudando pra ver se a gente melhora — disse Cristian dando um beijo na bochecha da Sofi.
No caminho pra casa, entre conversa e conversa, falei:
— O profe grudou muito em você hoje, não achou? —
— Ai, gordo, não começa de novo, agora vai me encher o saco por causa do profe também? — disse ela
— Não, amor, mas você não viu como ele tava de olho na sua bunda? — tentei explicar
— E daí, amor, mas ele é homem, no fim das contas todo mundo adora ver um rabo, até entre a gente às vezes a gente fica de olho, tipo a Jazmin, que não para de falar que eu tô gostosa e aproveita pra me dar um tapão na bunda toda vez que pode — me disse Sofi
De novo tive que dar razão a ela, já que eu também dava uma olhadinha pras colegas dela.
Chegamos em casa, tomamos banho e cada um seguiu com suas coisas, Sofi foi arrumar um pouco as coisas e eu já me preparava pra sair. trampo.
Quando chegou a noite, lá pelas 23:00, voltei pra casa. Ficamos um tempão vendo TV na cama e aí a Sofi me fala:
— Olha, o professor começou a me seguir — mostrando o celular com o pedido de amizade do Cristian.
— Vai aceitar? — perguntei.
— Acho que sim, ué, não é como se fosse alguém que eu não conheço — ela disse.
— Hummm... — murmurei.
— Qual foi, gordão, de novo com ciúmezinho? Já te falei que sou só sua, pô — falou enquanto começava a passar a mão no meu pau por cima da calça.
Por algum motivo, ficava vindo na minha cabeça a imagem do Cristian ajudando a minha mina a alongar, e eu pensava que agora isso ia se repetir depois de todo treino. Não sei se era pela mão que ela tava passando no meu pau ou pelo jeito que ela mordia o lábio enquanto fazia isso, mas eu me sentia orgulhoso e com tesão por saber que tenho uma namorada tão gostosa.
— Essa buceta é só minha, né? — falei enquanto apertava com força uma das bundas dela. — Uff, cê também curte um pouco que te olhem, não curte?
— Humm, pode ser, toda mina gosta de se sentir bonita e um pouco desejada — disse ela enquanto terminava de puxar meu pau pra fora da calça. — Por quê, te incomoda?
— Ahhh... na real, pensando bem, é gostoso saber que outros te desejam enquanto só eu posso te ter — falei já com o pau durasso.
— É o que eu tô te falando, amor, aproveita que sou toda sua — disse ela antes de levar meu pau na boca.
Já tava com um tesão do caralho naquele momento e, sem pensar, soltei:
— Agora o Cristian, além de ficar de olho na sua raba no clube, vai poder te ver de fio dental no Instagram também.
— E que ele aproveite pra olhar, já que não pode tocar — ela respondeu, entrando na brincadeira.
Ouvir ela falar isso me deixou a mil, ela percebeu e começou a chupar com mais vontade, tirando o pau da boca de vez em quando só pra lamber minhas bolas, lamber meu pau e meter ele de novo na boca.
— Uff... ahhh... até agora seria um bom momento pra você postar uma fotinha, não? — falei já completamente louco de tesão. —Aggg... mmm pode ser, né? Toma, tira meu celular daqui... ahh — disse enquanto me passava o celular sem parar de me chupar.
Peguei o celular e, enquanto segurava a vontade de gozar, tirei uma foto dela de bruços, apontando pra aquela bunda empinada. Depois, postei no story dela com uma música combinando.
—Uff, pronto. Agora vamos ver quantos respondem ou reagem — falei enquanto segurava o cabelo dela pra ela poder chupar sem incomodo.
—Agg... ahh... cê acha que o professor vai ver? — dizia com aquela voz de putinha que sabia que me deixava louco.
—Ufff, com certeza... Ahh... pelo jeito que ele olhava sua bunda hoje, com essa foto ele vai bater uma punheta braba... ahh.
—Agg... Ahgg... ele vai adorar me ver sem legging então... ahgg — disse Sofi, já toda excitada também.
—Ufff, sim... filha da puta... vou gozaaaar — falei enquanto segurava a cabeça dela.
—Ahggg... sim, meu amor, me dá tudooo... ahgg... me dá tudo na boca — pedia Sofi com a boca toda molhada.
—Ahhhhhhhhhhh — não aguentei mais e gozei dentro da boca dela, enquanto ela não soltava meu pau em nenhum momento.
Sofi só me olhou enquanto abria a boca, mostrando a quantidade de porra que tinha saído, e depois engoliu tudo sem desperdiçar uma gota.
Naquela noite, comecei a ver as coisas de um jeito diferente do que antes. Descobri sensações novas. O ciúme que eu sentia antes agora era algo que eu curtia, e sabia que, a partir dali, as coisas iam mudar bastante em mim... ou melhor, em nós...
No dia seguinte, a chuva fez com que Sofi não pudesse sair pra caminhar, então tivemos tempo de tomar café juntos. E, bem na hora de levantar da mesa, ela olhou o celular, arregalou os olhos e disse:
—Gordão, ah, cê não sabe quem respondeu meu story? haha —
Até aqui a primeira parte do relato. Como falei, é o primeiro que escrevo, haha, então queria saber se vocês gostaram. Dependendo do apoio, vou ver se escrevo uma segunda parte. segunda parte, muito obrigada.
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