Sacanagem com minha mina: 3 putaria na casa da Mariana (Part

continua daquiMorbos com minha namorada: 2 Novas amigas - Poringa!



Fala aí, galera, muito obrigado pelos pontos… tô aqui continuando a história.Nessa época, a gente já tava quase no começo da primavera e a putaria que eles organizaram era pra comemorar o dia do estudante, que caía bem num sábado, então sexta-feira era a desculpa perfeita pra fazer alguma coisa. Até então, nunca tinha rolado nada assim em grupo, tipo uma juntada, e era uma boa oportunidade de se enturmar mais entre todo mundo, fora do colégio.

Não quero deixar passar batido uma parada que aconteceu naquela mesma semana, foi um dia antes da Sole me avisar sobre a festa, uma situação que aumentou um pouco meu desconforto com o que tinha rolado uns dias antes, quando a Sole me perguntou o que eu achava da Naty, na frente dela mesma.

Acontece que eu tive que ir na Biblioteca do colégio pegar uns livros que a gente precisava pra fazer um trabalho, algo que sempre ficava por conta da Lore, mas como justo naquele dia ela se enrascou, me mandou um zap e pediu se eu podia ir. Então, assim que recebi a mensagem dela, fui pra lá. Depois de entrar na biblioteca (era a primeira vez que eu pisava naquele lugar) e perguntar pra secretária, ela me indicou onde estavam os livros que a gente precisava com a Lore pro trabalho. Comecei a procurar… peguei 3 livros diferentes, apoiei eles na mesa e fui dar uma olhada rápida, folheando pra ver se era o que a gente precisava.

Tava nessa, distraído, quando ouço a porta da biblioteca abrir e alguém entrar. No começo, não liguei muito, mas quando levantei a vista, lá estava ela… era a Natalia, vinha andando com uns livros na mão, vestida de legging, o cabelo que ela costumava usar solto, dessa vez tava preso num rabo de cavalo (talvez ela tivesse vindo da academia ou de algum rolê parecido). Foram uns poucos segundos desde que levantei a vista e vi ela até ela passar do meu lado, e a única coisa que ela falou foi: "Oi!!" Assim, seco, nada de "o que cê tá fazendo?" ou "como cê tá?". Embora a gente nunca tivesse tido uma conversa cara a cara, Trocávamos algum comentário em conversas em comum com as outras.

Eu respondi com um "Oi Naty!!". Mas, do mesmo jeito que me cumprimentou só de boca, seguiu em frente, falou algo com a Secretária enquanto apoiava os livros que, pelo visto, estava devolvendo, deu meia-volta e foi embora sem dizer mais nada! Foi esse episódio que me fez pensar de vez que ela realmente estava bolada comigo por ter entrado na onda da Sole, nas piadas dela e ter respondido sobre o que achava dela. Talvez ela tivesse namorado e não curtisse sentir que outro cara tava dando em cima, mesmo eu não tendo dado nenhum outro sinal de que era isso.

Enquanto voltava pra casa, fiquei pensando nisso, e, na real, até o dia antes da festa, na minha cabeça eu me dizia: "Que idiota! Pra quê respondi aquilo? Agora a Natalia vai achar que eu tô afim dela! E vai me evitar o tempo todo". Mas isso durou até o dia em que a Sole me avisou da festa. Não sei por que, mas já em casa, minha vibe mudou. Comecei a pensar: "Também não é o fim do mundo!" E acabei me convencendo de que não tinha dito nada demais, que no fim a culpa era da Sole e que a Natalia deveria ter ficado mais puta com ela do que comigo.

Mas, pelo contrário, nos dias seguintes ao ocorrido, vi as duas conversando numa boa, super de boa, diferente do que rolou comigo, como tinha ficado claro até dentro da Biblioteca. Talvez no fundo a Natalia fosse de mal humor pra caralho, como eu não conhecia ela tão bem, também não podia tirar essa conclusão, mas no fim decidi que ia cagar pra tudo, se ela não falasse mais comigo ou se afastasse, problema dela, afinal não éramos amigos nem nada, só colegas de estudo e só dividíamos tempo numa matéria pra trabalhos em grupo.

Desse jeito, tentei focar e pensar na festa que teria no dia seguinte, fazia tempo que não ia num evento assim e pensei em tentar aproveitar pra beber algo, bater papo com outros. Colegas, relaxar e curtir.

Chegou sexta-feira. Tomei banho, peguei uma jeans, uma camisa nova que nunca tinha usado, uma jaqueta porque tava meio friozinho, um pouco de perfume, esperei dar umas 22h e saí pra festa. A Mariana morava em San Isidro, e eu, que tava em Belgrano, levava uns 30 minutos de viagem, então fui pra casa dela. Nessa hora tava mais tranquilo e dava pra chegar rápido, então parei numa banca e desci pra comprar uns chicletes de menta, que sempre tem que ter pra ocasião (pensei), porque com tanta gostosa por aí, nunca se sabe.

Já em San Isidro, não foi difícil achar a casa da minha colega. Ela tinha dado as coordenadas pra todo mundo, então nem precisei mandar mensagem pedindo ajuda. Toquei a campainha e a Mariana abriu: "Oi!! Tudo bem? Entra, entra…" Fomos até o quincho da casa, que pelo visto era bem grande. Já tinha uns 15 colegas que chegaram antes e tavam indo pra cozinha, pegando as coisas que encomendaram pra comer: sanduíches, empadas, pizzas e essas paradas. Olhei bem pra galera que tava lá e vi que nenhuma das três tava: nem a Sole, nem a Natalia, e muito menos a Lore. Pelo visto ainda não tinham chegado, ou quem sabe se viriam.

Daí a pouco a Mariana vem e fala:

M- "E aí, Joa, cê tá de carro? Me acompanha buscar a cerveja e o fernet? É umas 10 quadras daqui, mais ou menos, antes que fique mais tarde. É a única coisa que falta trazer…"

(Entre ficar lá enrolando ou ir, não perdia nada, então fui com ela.)

J- "Fechou, bora, te levo."

Saímos de carro pra buscar a bebida enquanto conversávamos besteira. Ela praticamente falava do Instituto, já que, por estar em outro grupo de colegas, a gente quase não se conhecia e não tinha muito assunto. Só tinha trocado umas palavras duas ou três vezes, no máximo. Chegamos na banca, carregamos as coisas e voltamos.

Quando voltávamos, M- Pô, tô te agradecendo mesmo, Joa, porque não queria vir sozinha hoje no carro do meu velho buscar tudo isso, ainda mais nesse horário que sempre tem uns doidos bebendo na porta... iam pensar o que de mim, haha...

J- Por quê? Qual é o problema? Se todo mundo gosta de beber, não?

M- É, mas cê sabe... E também não quis mandar meu pai.

J- Ah, claro... Eu e seus pais, como é que fica? Eles não ligam de você fazer bagunça na sua casa?

M- Não, de boa. E eu também não tenho problema em ceder a casa, com meus ex-colegas de escola a gente sempre se junta aqui, meus pais já tão acostumados, até porque nunca tão nos fins de semana...

Enquanto voltávamos, continuamos falando umas merdas assim de passagem, ela me contava do bairro e da região, me perguntava se eu conhecia ou já tinha andado por ali, respondi que muito de leve... que não tinha tido chance de conhecer mais, mas que se um dia eu passasse por lá de novo, por qualquer motivo, avisava ela pra gente tomar algo (meio na brincadeira), e ela respondeu que sim, sem problemas.

Pra dar mais detalhes, digamos que a Mariana era mais patricinha e um pouco baixinha pro meu gosto: 20 anos, 1,63m, cabelo castanho ondulado na altura dos ombros, era bonita de rosto e de corpo nota 7, bem equilibrada... Enfim, joguei a isca porque nunca se sabe (pensei)... Afinal, tava solteiro e, pelo menos, podia ser uma chance de abrir novos contatos... com certeza ela tinha amigas.

Chegamos de novo na casa da Mariana, descarregamos as coisas e entramos, já dava pra ouvir barulho de fora, tinham colocado música no quintal... Depois de deixar as coisas na cozinha, entrei no quintal onde todo mundo tava, já tinha bem mais gente, os outros que faltavam tinham chegado. Comecei a olhar, até que num grupo de gatinhas consegui ver uma que falava e gesticulava o tempo todo com as mãos, não podia ser outra... A Sole, a filha da puta tinha ido com uma legging roxa brilhante bem justa, e por cima uma jaquetinha dessas elásticas. Cor preto, cabelo solto, mesmo sem ter se mostrado muito, já tava bem putinha. Quando me viu, sorriu e veio na minha direção.

Muac (beijo no rosto)
S - Oi, neném... como cê tá?

J - Oi, Sole, bem e você?

S - Tô bem, como sempre... perguntei por você um tempinho atrás, falaram que te viram, mas depois você sumiu.

J - Ah, sim, fui com a Mariana pegar a bebida.

S - Ih, nem me fala, bem nessa hora, já tô com a boca seca, preciso de algo pra beber...

Bem quando a Sole falava isso, aparece a Natalia por trás, cabelo longo e solto como quase sempre, tava com uma calça jeans bem escura e apertada que marcava aquela cinturinha perfeita, e por cima um suéter fininho branco bem justo no corpo que, como não podia faltar, destacava aqueles peitões lindos que ela tinha. Era a primeira vez que eu via ela fora do colégio vestida assim, pra sair. Que gostosa, por favor!!!... era impossível, sendo homem, não olhar pro busto que se formava, mesmo coberto. Tentando disfarçar ao máximo, vi ela vindo na minha direção:

Muac (beijo no rosto também)
N - Oi, Joaquim! Como cê tá?

J - Oi, Naty, tudo bem, e você?

N - Bem, obrigada...

(A Sole voltou a falar e, pegando a Natalia pelo braço, disse)
S - Vem, vaca, que a bebida chegou, vamos pegar algo.

Vi elas de costas andando juntas, as duas com uma bunda perfeita, impossível escolher a melhor, a única diferença é que talvez... talvez a Natalia fosse um pouco mais rabuda... Isso me fez esquecer na hora as besteiras que eu tava pensando esses dias depois do episódio da Biblioteca, de que se não precisasse falar com ela, não ia falar, que difícil ia ser, e ainda por cima não sabia se ela tinha me cumprimentado só por educação e continuava brava.

As horas foram passando, a festa foi rolando normal enquanto todo mundo conversava e bebia, mais tarde apagaram as luzes e começaram a tocar música mais agitada. tipo pra dançar e foder.
Já de madrugada, umas 2h da manhã, chegaram uns caras que eu nunca tinha visto, eram três, cara de urubu brabo, não eram da turma, disso eu tinha certeza porque pareciam ter uns 23 ou 24 anos, sei lá…

Depois de um tempo, ouvi alguém falar que era o irmão da dona da casa (Mariana) e dois amigos… Totalmente penetras, mas fazer o quê, também tavam na casa de um deles. Com as luzes apagadas e uma música mais agitada no fundo, as minas quase todas dançavam no centro do quintal, e a gente, os caras, tava ao redor da sala bebendo e trocando ideia entre nós ou com algumas poucas gostosas que tinham ficado.

Sentei um pouco pra pegar o celular e ver se tinha alguma mensagem não lida, tava tão entretido que quase não tinha olhado pra ele a noite toda. Quando levanto o olhar, vejo a Naty perto, pegando a bolsa dela ao lado da mesa, ela pega um copo que tava ali, me vê sentado e vem sentar do meu lado…

Me surpreendeu que dessa vez ela tivesse tomado a iniciativa de falar comigo, porque nos meses que a gente tava junto na faculdade, ela nunca tinha feito isso, ainda mais a sós.

N- Qualé?

J- A festa? Muito boa… pra caralho.

N- É… quando organizaram ontem, no começo não sabia se vinha, mas a Sole insistiu… e no fim ficou boa mesmo.

J- Ah, olha só… Pelo visto a Sole não perde uma.

N- Nada, pode crer… festa que tem, a Sole quer ir. Pena que a Lore não conseguiu vir!!

Quando ela falou isso, me lembrou dela, tinha esquecido da Lore. Lore não tava, verdade que nem tinha percebido ou pouco me importava se ela tava ou não, mas mesmo assim perguntei.

J- O que houve que ela não veio?

N- Não tinha com quem deixar o filho, porque o pai não podia cuidar hoje, não sei bem o motivo…

J- Ahh que merda… mas fazer o quê, outra hora vai dar.

Passou um tempo enquanto a gente continuava falando da festa, até que do nada olho pro salão onde tavam todas as gostosas e vejo a Sole tava parada perto de um canto, conversando com um dos caras magros que tinham chegado, não sabia se era o irmão da Mariana ou um dos outros. Dava pra ver que o cara tava dando em cima dela enquanto ela dançava e rebolava a bunda, dando umas voltinhas na direção dele, como se tivesse adorando fazer aquilo, e o cara tentando pegar ela na cintura pra conversar. Nessa hora, a Natalia falou comigo de novo:

N — Bom, parece que a Sole já achou com quem se divertir por aqui…

J — Parece que sim… falaram que um desses caras era o irmão da Mariana.

N — Ah… então é por isso, tavam do nosso lado ainda agora, um veio falar comigo mas nem prestei atenção no que ele disse… sei lá quem é…

J — É, parece que a Mariana não liga que eles estejam…

N — Não… e a Sole também parece que não!

Olhei de novo e a Sole continuava dançando e rebolando a bunda cada vez mais, e de vez em quando o cara falava no ouvido dela enquanto ela ria. Tavam bem juntinhos e parecia que a qualquer momento o doido ia beijar ela de boca aberta…

CONTINUA…

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