Minha mãe fica com tesão com meu bullying 2

Tento acalmar ela. Mãe, não é pra tanto. Não dá importância. Não aconteceu nada comigo. Eu tentava fazer com que minha mãe não fizesse uma loucura. Embora conhecendo ela, sabia perfeitamente que ela não ficaria de braços cruzados. E ela não ia permitir, com o orgulho dela de ser uma mulher conhecida, que batessem assim no filho dela. Ela me disse que resolveria esse problema. Mãe... Vamos ver se esse tal de touro é tão bravo comigo, disse minha mãe incrédula, sem imaginar o que a esperava. Mais tarde, ela preparou a comida e, enquanto comíamos, toda irritada me disse que iria dar um jeito naquele idiota. Ela disse que resolveria tudo com aquele valentão. Continuamos comendo e, quando terminei de comer, fui fazer minha lição de casa. Na hora, vi minha mãe sair arrumada. Ela usava um vestido justo, nada escandaloso, com umas sandálias muito bonitas, e me disse que iria comprar algumas coisas e, de quebra, iria na casa daquele tal de touro para falar com os pais dele e resolver as coisas. Claro, eu com um sorrisinho, desejei boa sorte. Eu confiava plenamente na minha mãe e sabia que ela me defenderia daquele bullying. Dalila dirigia com destino à casa do valentão que bulinava com o filho dela. Ela estava muito segura de si e sabia que colocaria ele no lugar dele. Pois dizia que jamais permitiria que alguém batesse no seu amado filho. Estacionou o carro na frente da casa daquele moleque e caminhou até a porta. Bateu duas vezes e esperou. Ninguém saiu. Bateu de novo e, novamente, ninguém saiu. Irritada, disse: "Poxa, pra completar, essa família idiota não está em casa." Bateu pela última vez e, quando estava prestes a ir embora, a porta se abriu. Dalila viu que na frente dela apareceu um moleque de pele preta, com cara de marginal. Por um momento, Dalila pensou que tinha se enganado de casa. Aquele moleque não parecia ter a idade do filho dela. Parecia mais um bandido. "O que você quer, gostosa?" foram as palavras do touro. Dalila reagiu surpresa. Esperava um moleque normal, da compleição do filho dela, não aquele marginal. Dalila... É... tô na casa dos García, perguntando pra mulher, meio nervosa, olhando pro garoto. Ela raramente se intimidava, mas tinha algo naquele moleque que a deixava assim. Precisava criar coragem e proteger o filho dela.

Toro... e aí, gostosa? Mas meus pais não tão agora. Se veio cobrar alguma coisa, vai ter que voltar outro dia, haha.

Dalila... não, não vim cobrar nada. Só quero falar com eles. Sou a mãe do Ariel, e imagino que você deve ser o que bateu nele, falou com cara de brava.

Toro... aaaah, então você é a mãe daquele idiota? Uff, se eu soubesse antes... mas entra, senhora. Meus pais não tão, mas pode falar comigo. Olha, o que aconteceu com seu filho tem um motivo. Entra, entra. O Toro convidou a mulher pra entrar. Ela não tava muito segura se entrava ou não, porque queria falar com os pais, mas como não tavam, decidiu entrar. Depois daria um jeito de falar com os pais do Toro, mas agora ia botar ele no lugar.

Uma vez dentro de casa, o Toro fechou a porta e convidou ela pra sentar. Depois que os dois sentaram, Dalila começou a xingar ele, porque tava muito puta com o que ele fez com o filho dela. Começou a chamar ele de idiota e de aproveitador. O Toro só olhava pra ela, ignorando tudo que ela dizia. A mulher só olhava pras tetonas dela, que mesmo cobertas por aquele vestido, era impossível não reparar. Já imagina ela chupando a pica dele.

Dalila continua ameaçando ele, diz que tá ali pra defender o filho e um monte de coisa, mas aos poucos vai se calando, porque percebe que o Toro nem se incomoda com as reclamações dela, e só fica olhando com cara de safado e um sorriso perverso. A mulher começa a ficar nervosa, pensava que ao ameaçar o garoto, ele ia pedir desculpas, mas o Toro só fez foi levantar, abriu uma cerveja, ficou na frente dela, bem perto. Dalila começa a analisar a situação e percebe que tá sozinha na casa. Daquele valentão e que não foi a melhor ideia ter entrado sozinha, ela se arrepende por ser tão iludida e, um pouco assustada, olha para o touro que está de pé na frente dela. Touro... então a mamãe tem que vir defender o filho inútil? Olha, senhora, vou ser bem claro: nessa escola, eu faço o que quero, e a escória do seu filho me faltou com respeito. Então decidi que ele vai ser meu saco de pancadas, e agradeça que só dei uma surra nele pra aprender. A mulher não podia acreditar no que aquele abusado estava dizendo. Ela jamais deixaria alguém como ele bater no filho dela. A situação era diferente agora: a mulher estava assustada com a influência do touro, sabia que tinha que sair dali o mais rápido possível e que o melhor seria denunciar esse valentão. Tentou se levantar, mas o touro impediu. Dalila, nervosa, disse que o melhor era ela ir embora e que resolveria quando os pais dele estivessem presentes. De novo, o touro a impediu de se levantar. O touro mencionou que por enquanto ela não ia a lugar nenhum e que o problema teria que ser resolvido agora. Ele se aproximou mais dela, deixando a parte do pau dele bem perto do rosto da mulher. Não acha, senhora? Jejeje. Dalila está muito nervosa, não esperava por essa situação e se sente encurralada. O touro expõe a situação: diz que não vai parar de bater no filho dela, ainda mais porque ela o ameaçou. Se ela pensar em denunciá-lo, quem vai pagar o pato é o filho dela. O medo tomou conta da mulher. Agora ela estava realmente assustada, não acreditava que a ex-jogadora profissional de vôlei estivesse sendo humilhada daquele jeito. E viu o touro se tocando no pau por cima da calça, enquanto ele dizia que havia uma solução para ele deixar o filho dela em paz e nunca mais encher o saco. Dalila pensou que ele ia pedir dinheiro em troca de parar de bater no filho dela. Ficou um pouco mais calma, porque via uma boa saída, desde que pudesse sair dali e proteger o filho. Dalila... me diga, qual é essa solução? Você quer dinheiro? Posso te dar. Uma boa quantia pra você deixar meu filho em paz… (a mulher dizia isso meramente assustada)
Touro… haha, não, senhora, não se trata de dinheiro. Até que me cairia bem uma grana, mas isso fica pra depois. A única coisa que pode salvar seu filho é se a senhora conseguir engolir isso (o Touro mostra a enorme pica pra mulher).

Dalila olha surpresa, incrédula com o que aquele garoto tá dizendo, mas principalmente não consegue acreditar que exista uma coisa tão grande quanto a pica daquele moleque. Incrédula, olha pra pica e pro garoto, o corpo dela começa a tremer de medo. Mesmo tendo tido vários namorados na juventude, nenhum chegava nem perto do tamanho da pica do Touro — ela é o dobro do tamanho das dos ex-namorados dela. A mulher não tá disposta a se rebaixar a isso, ela jamais faria uma coisa dessas. Balançou a cabeça, queria dizer não, mas as palavras não saíam da boca.

Touro… bom, senhora, a decisão é sua. Se a senhora realmente ama seu filho e quer protegê-lo, já sabe o que tem que fazer. Ou se prefere deixar ele desprotegido, entregue à própria sorte. Olha, pensando bem, seu filho tem um corpo afeminado, e você devia ver como meus colegas adoram esse tipo de garoto… ha ha ha ha.

Dalila estava decidida a não se deixar humilhar nem fazer o que aquele bravão tava propondo. Ela era uma mulher respeitada, decente e querida por muita gente, mas ao ouvir o que podia acontecer com seu amado filho, não sabia mais o que fazer. Por um lado, queria sair correndo dali, mas por outro, queria proteger o filho.

Dalila… por favor, não me faça isso. Eu sei que você não é tão mau assim. Te peço de joelhos, se precisar.

O Touro olhava pra ela, vendo o medo da mulher, e aproveitava isso pra dobrá-la e fazê-la fazer o que ele queria. Vamos, senhora, só tem que fazer uma coisa. Ou será que nunca chupou uma pica? Não é nada que a senhora já não tenha feito antes. Agora, se fizer isso, vai proteger seu filho. Vou facilitar: se a senhora conseguir me fazer gozar em menos de cinco minutos… vou deixar a senhora ir e prometo que nunca mais vou encher o saco do seu filho. É uma boa proposta. Agora Dalila decidiu, toda nervosa escutava o touro porque um monte de coisas passavam pela cabeça dela, mas depois de analisar tudo, a conclusão era a mesma: ela precisava proteger o filho, custe o que custar, e faria esse valentão gozar o mais rápido possível. Assim, poderia sair daquela casa e nunca mais voltar. Então, a mulher não teve outra opção a não ser aceitar a proposta do touro.

— Dalila... me promete que depois que eu fizer o que você pede, você vai me deixar ir e deixar meu filho em paz. E se eu fizer você gozar antes dos cinco minutos, você não vai mais perturbar ele?

— Touro... hehehe, você tem minha palavra, mas vai ter que me fazer gozar antes dos cinco minutos, senão não vai sair daqui até conseguir me fazer gozar. Agora comece logo com o que tem que fazer.

A mulher, sem outra escolha, fechou os olhos, engoliu a saliva e, resignada, foi abrindo a boca aos poucos para introduzir aquela pica gigantesca. Nunca imaginou que faria uma coisa dessas. Conseguiu colocar a cabeça daquela pica enorme na boca, não sabia se daria conta, porque só a cabeça já parecia grande demais, mas conforme podia, começou a passar a língua na cabeça dela. Com a mão, segurou a pica enorme do touro e começou a chupar devagar.

— Touro... ufff, sim, senhora, quero sentir toda essa boca na minha pica. Vamos ver se você é capaz de defender o inútil do seu filho. Vamos, oohmmmsi, que bom que você faz. Use mais a língua, não seja tímida. Hehehe.

O touro não perdia nenhuma chance de humilhar a mulher, que tentava ignorar o que ele dizia. Ela só queria que o tempo passasse o mais rápido possível, e mesmo sabendo que tinha que fazê-lo gozar em menos de 5 minutos, a mulher continuava chupando a pica e, aos poucos, ia se soltando mais. Mesmo que para ela aquilo fosse humilhante, fechou os olhos para não pensar em outra coisa e só conseguir fazer aquele cara gozar. Pensou que seria uma boa ideia, mas a única coisa que conseguiu foi se excitar. Ao fechar os olhos, não pôde evitar começar a aproveitar aquela pica, que já chupava com mais vontade. Fios de... saliva começava a escorrer pelos lábios dela. Touro... o que foi, senhora? Não consegue chupar melhor? Achava que a famosa ex-jogadora de vôlei Dalila daria conta de alguém como eu, hahaha. Deixa eu te ajudar. O Touro zombava da mulher. Segurou o cabelo dela com as duas mãos, prendendo-a bem para ser ele mesmo quem ditaria o ritmo do boquete. Começou a mover a cabeça da mulher, forçando-a a enfiar mais uns centímetros da rola na boca. Dalila começou a sentir ânsia, pois achava praticamente impossível que aquilo tudo coubesse na boca dela. Restos de baba começaram a se formar, e fios de saliva escorriam pelos lábios dela. Vejo que é inexperiente, senhora. Vamos deixar isso mais emocionante. O Touro empurrou a cabeça da mulher, forçando-a a fazer garganta profunda. Ela sentiu aquela rola abrindo caminho na garganta, deixando-a sem ar. Conseguiu enfiar mais da metade, mas ainda faltava um pouco. Touro... ohhhmmmmm, que gostoso. Assim está muito melhor. Que tal provar uma rola de verdade de um homem? Hahaha. Dalila tentava se concentrar para segurar a respiração e deixar aquela rola enorme entrar na garganta. Apesar do tamanho estar causando um pouco de dor na boca dela, a excitação só aumentava, porque ela não queria aproveitar, mas estava aproveitando cada vez mais, esquecendo o motivo de estar ali. Mesmo sendo humilhada por causa do bullying do filho, ela não parava de chupar a rola do Touro. Ele a soltou, deixando que ela tirasse a rola da garganta. A mulher, aliviada, tentou recuperar o ar enquanto tossia um pouco. Touro... você é uma puta inútil. Não serve nem pra fazer um boquete direito, muito menos pra proteger o idiota do seu filho. Você é um fracasso como mãe. O garoto a humilhava enquanto observava a mulher tentando recuperar o fôlego. Dalila analisava tudo o que o Touro dizia. Será que ele tem razão?, pensava ela. Será que não sou capaz nem de proteger meu próprio filho, muito menos de dar um boquete direito? As palavras do Touro ecoaram na mulher, que só olhava para o garoto. Parei na frente dele com o pau enorme apontando pro céu, só de olhar pra ele o corpo dela tremia de tesão. O mais lógico seria a mulher tentar se defender das humilhações do garoto. Será que não sirvo nem pra dar um boquete direito? Sou tão mãe ruim assim? Dalila parecia puta da vida consigo mesma. Não sirvo pra dar um boquete gostoso. Só isso ecoava na cabeça dela, irritada consigo mesma, mas ao mesmo tempo muito excitada. Ela pensa: esse valentão não vai me humilhar mais. Vou mostrar que posso ser uma mãe protetora. E com isso quero dizer a mulher que deu um boquete dos bons. Dalila… vou te mostrar do que sou capaz e posso fazer você gozar em menos de 5 minutos. Você não vai mais rir de mim. Que patética Dalila parecia, mas agora estava mais que excitada e, pegando o pau do touro, começou a chupar de novo, enfiando quase metade na boca. Dessa vez dava pra ver que ela tava realmente curtindo. Passava a língua por todo o pau, chupava a cabeça, percorria com a língua até descer pras bolas do touro, chupava elas enquanto batia uma punheta com a mão. Mesmo a mulher se esforçando e se entregando, não conseguiu o objetivo e os 5 minutos combinados passaram. O touro disse que ela perdeu, mas ela não liga, continua chupando o pau dele. Já faz como uma puta, até parece que não quer parar. O corpo dela é um mar de tesão. O garoto empurra ela pra desgrudar do pau. Touro… parece que você não quer mais largar meu pau, putinha. Te falei que depois de um tempo você ia ficar viciada no meu pau hahaha. Mas já passaram os 5 minutos combinados, você perdeu, então seu filho inútil vai levar outra surra. Dalila estava fora de si, entendia o que o touro dizia sobre o filho, sabia que por culpa dela o filho pagaria o pato. Mas, apesar de tudo isso, ela não parava de olhar pro pau do touro, queria continuar chupando. Mas também sabia que precisava proteger o filho. Olhou pro garoto com uma cara de pena, ele só ria mais, mas disse que daria uma última chance. oportunidade e esta era: se conseguisse enfiar o pau inteiro até o fundo da garganta dela e aguentasse um minuto com ele dentro, salvaria o filho dela, nunca mais encheriam o saco dele e a deixariam livre. Dalila balança a cabeça, pega o pau do touro com as duas mãos, olha pra ele e pensa... Prometo que vou te proteger, meu filho. Vou provar pra esse valentão que consigo engolir o pau inteiro dele, mesmo que tenha que me afogar, vou fazer isso. A mulher abre a boca decidida a engolir aquele pau enorme. Coloca o pau do touro na boca, dessa vez ela só chupa um pouco e, depois de lubrificar bem com a saliva, para por um instante, deixando os lábios na cabeça do pau do garoto, como se desse um beijinho. Dalila coloca as mãos nas pernas do cara, abre a boca o máximo que consegue e é ela mesma quem vai empurrando a cabeça, fazendo o pau entrar naquela boca linda. Ela conseguiu enfiar pouco mais da metade na boca. O touro vê como a mulher se humilha sozinha, ele só ri, mas deixa ela ver até onde uma mãe pode ser degenerada. "Haha, se ela soubesse que vou foder o filho idiota dela do mesmo jeito..." pensava ele. Dalila se esforçava pra conseguir enfiar aquele pau na garganta. Já tinha pouco mais da metade, parava de vez em quando pra respirar, os olhos lacrimejavam, a maquiagem escorria pelo rosto, mas ela não estava disposta a perder. "Vamos, sua puta estúpida, vai perder de novo a chance de proteger o filho imbecil? Me mostra que você é mesmo uma puta capaz de proteger o filho." Dalila, deixando de lado o orgulho de mãe, mas também o orgulho de não ser uma chupa-rola qualquer, dizia pra si mesma que não podia perder de novo. E ela mesma empurrou a cabeça mais pra frente, conseguindo enfiar o pau inteiro do garoto na garganta. "Mesmo que eu me afogue aqui, não vou tirar esse pau da garganta." Tentava segurar o ar, engasgava, mas conseguiu enfiar mais de 22 cm de pau na garganta. Se sentia feliz (seria por conseguir proteger o filho ou por ter conseguido enfiar aquele pau enorme?) pau na garganta)? Dalila sentiu que ia se afogar, o corpo dela tava todo excitado, fios de saliva escorrendo dos lábios enquanto tentava segurar a respiração, já tava há 35 segundos, parecia uma eternidade, isso agora virou um desafio pra casada, mesmo que no começo fosse pra proteger o filho dela. No fundo, sabia que isso era mentira, agora fazia por orgulho próprio, queria mostrar pro touro que ela conseguia engolir o pau inteiro dele, vou mostrar pra esse valentão que posso ser a melhor chupadora de pau, pensava a mulher.

0 comentários - Minha mãe fica com tesão com meu bullying 2