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Aviso: esta e todas as histórias que vou contar são reais. Só troquei os nomes.
___________________________________________________________________Esclarecimento: a bunda da Perla é talvez a bunda mais gostosa.Não lembro onde conheci a Perla. Só sei que ela morava na zona norte. Tinha acabado de sair do colégio e estudava alguma coisa, também dava catequese na mesma escola onde estudou e era virgem.
Obviamente perdi contato com ela. Era peituda, muito branquinha. De rosto era linda, corpo bem definido. A buceta com uns pelinhos e a raba deliciosa. Mas calma que falta muito pra essa parte. Era uns anos mais nova que eu, de família conservadora.
Não lembro como a gente se conheceu, eu na época morava em CABA e a gente se encontrava em San Isidro pra tomar um café pela primeira vez. Nos vimos e já nos pegamos de boca. Ficamos nos beijando no bar como se estivéssemos num hotel, ela ficava agitada, ficava vermelha, mas quando falei de ir pra um motel a cara dela mudou e ela disse que era virgem. Naquele bar, na primeira vez, ela deixou eu passar a mão um pouco na buceta dela, por cima, descobrindo uns pelinhos e a vergonha que ela sentia.
Não liguei e continuei pegando ela, apesar da virgindade. Gostava de como ela beijava e como me tocava de um jeito tímido, mesmo na frente de todo mundo.
A gente se viu mais três vezes, ela beijava como uma profissional. Cheguei a passar a mão na buceta dela em algum puteiro, mas de transar, nada. Voltava pra casa com os ovos cheios de porra. Tava cansando daquela situação toda e falei de um jeito meio grosso. Naquela época, a única gostosa que eu tava vendo era ela, então só me restava bater uma.
Depois daquele dia em que não fui muito cavalheiro, ela sumiu, não me escrevia. Mas no dia seguinte à tarde ela me ligou e disse que topava ir pra um motel pra ficarmos mais à vontade, mas que não prometia nada. Falava baixinho, com timidez, mas meio ofegante. Sempre achei que durante aquela ligação a Perla tava se masturbando e que, de tesão, me ligou.
Naquela mesma semana a gente se viu de novo e fomos pra um motel em Vicente López. Antes de entrar umas quadras antes e começamos a pegar como sempre, muita língua, muitos suspiros, mãos nas tetas enormes que ela tinha, coroadas de bicos bem rosados. Essas tetas incríveis ainda não estavam totalmente à mostra, mas ela já se entregava cada vez mais.
Enfiei a mão na buceta, ela estava completamente lisinha. Tinha se depilado pra gente se ver naquela tarde. Ela tava se transformando numa putinha e queria que eu comesse ela. Que a primeira pica que arrombasse a buceta dela fosse a minha. Eu tava voando de tesão.
Entramos no hotel, escolhemos o quarto e entramos.
Ela tava nervosa. Eu tava fervendo de tesão. A pica escapava da calça de tão dura que tava.
Encurralei ela contra a parede e devagar tirei a parte de cima dela. Perla respirava ofegante, encostava as tetas quentes no meu peito. Minha camiseta tinha sumido no mesmo instante que a dela.
Voltamos a nos pegar, queria levar com calma porque sabia que ela tinha uma buceta pra estrear com minha pica, não queria que ela se assustasse.
Chupei o pescoço dela e virei ela contra a parede, ela apoiou as tetas e comecei a lamber as costas dela.
Lambidas, mordidas e massagens. Ela virava a cabeça pra ver o que eu tava fazendo, com a boca aberta suspirando.
Cheguei lambendo as costas dela até a cintura e virei ela, fui direto chupar as tetas grandes e pesadas que ela tinha. Agarrei elas e juntei os bicos pra chupar os dois ao mesmo tempo. Ela acariciava minha cabeça e me apertava contra as tetas enquanto eu chupava. Fui subindo com beijos e agarramentos, parei pra chupar o pescoço dela.
Queria que a buceta dela inundasse antes de tirar a calça dela. Fiquei uns 10, 15 minutos chupando o pescoço dela. Desviava cada vez que ela tentava me beijar na boca, até que ela enfiou a língua de novo na minha boca.
Ela me agarrava pela cabeça e me enchia de beijos.
Fomos abraçados pra cama, queria ser doce porque queria comer aquela buceta virgem todas as vezes que quisesse. A pica tava a pleno, eu apoiava ela na cintura e ela se deixava. Queria ser carinhoso e quente, mas…
Ela tinha outros planos.
Me pediu pra tirar a bermuda e eu atendi o desejo enquanto ela tirava a calça e me deixava ver a calcinha bem larga dela. Ela se ajoelhou do meu lado e pegou na minha pica.
Tocava, apalpava. Brincava com a pele, subindo e descendo. Acariciava minhas bolas. Tava conhecendo minha pica.
Segundo ela me contou, era a primeira vez dela em tudo, menos em beijar. Beijar ela fazia muito bem. Relaxei na cama e deixei ela brincar com minha pica enquanto eu acariciava a buceta dela por cima da calcinha de algodão que tava encharcada.
Ela foi se aproximando devagarzinho da minha pica, a primeira coisa que fez foi algo que já tinha acontecido comigo em outro boquete de primeira viagem.
Ela deu um beijinho na cabeça, suspirou e começou a chupar.
Ela chupava muito bem. Me fez duvidar que era a primeira vez dela chupando uma pica e perguntei.
— Vejo muito pornô pra me tocar.
— Qualé, não seja besta, não tem problema se você falar que já chupava picas.
— Não tô mentindo, eu bato punheta vendo vídeos de boquete.
— Você chupa muito bem, Perla, é impossível ser sua primeira vez.
— Eu não minto, porque mentir é pecado…
Pelo visto, o que não era pecado era como ela chupava minha pica. Ela cansou de chupar enquanto eu afastava a calcinha dela e tocava a buceta de lado a lado. Tava encharcada e em uma coisa ela não tinha mentido: tava MUITO FECHADA.
Já desvirguei minas em outras oportunidades, algumas sangraram e outras não. Mas nunca vi uma buceta tão fechada e tão molhada.
Tirei ela da minha pica e deitei ela pra beijar de novo. Fiquei por cima e passei minha pica nua pela buceta dela coberta pela calcinha de algodão.
Beijava o pescoço dela, os peitos e a boca. Ela não gemia alto, suspirava meu nome e fechava os olhos.
Naquele momento, eu podia fazer o que quisesse com ela. Eu sabia que não ia comer ela sem camisinha, queria aproveitar ao máximo aquela buceta, queria que a carne da buceta dela buceta nova me envolve a carne do meu pau. Que me molhe e deixe brilhosa nessa poesia.
Desci com a boca pelos peitos e pela barriga, quando cheguei na virilha as pernas dela começaram a tremer. Um ahhhh trêmulo escapou da boca dela.
Precisava chupar aquela buceta, percorrer com a língua, brincar com a buceta. Morria de vontade de meter até o colo do útero, mas antes ia chupar ela até molhar minha cara toda.
Assim que passei a língua no clitóris dela, devagar, suave, com a pontinha, ela começou a gemer e tremer.
— Acho que gozei — ela disse
— Vamos ver…
Voltei a enfiar minha língua e minha boca na buceta dela, queria dar muito prazer pra minha putinha virgem que tava pronta pra ter a buceta arrombada de pica.
Em poucos minutos ela gozou de novo, mas dessa vez senti o melzinho escorrendo da buceta dela.
Ela pediu pra parar, mas não era minha intenção. Tinha descoberto uma buceta linda, uma puta que gozava rápido e uma guria que tremia gozando, me sentia um deus. Ela ia ter que sofrer um pouco pelas vezes que fui pra casa com os ovos inchados, mas duvido que reclamasse da chupada de boceta que eu tava dando.
— Deixa eu chupar o seu — ela disse
— Não
— Por favor, deixa eu chupar.
Aí eu deitei de barriga pra cima, ela começou a chupar de lado enquanto eu acariciava a buceta dela, mas tive uma ideia melhor. Peguei ela pela cintura e coloquei a buceta dela na minha boca pra formar um 69 perfeito.
Ela começou a gemer enquanto chupava com meu pau na boca, esfregava a buceta no meu rosto e continuava gemendo com o pau na boca.
A puta da Perla, professora de catequese, tava pecando e como. A santinha de família da zona norte tava fazendo o primeiro 69, a patricinha de San Isidro tava comendo meu pau até o talo enquanto chupavam a buceta dela.
Passei minhas mãos por baixo das pernas dela e coloquei na nuca, apertando a cabeça dela pra ela engolir mais do meu pau. Segurei ela pelo cabelo. e a empurrava pra ela comer tudo. Começou a se esfregar muito forte contra minha cara, igual a maior puta das siririqueiras. Se esfregava tão forte que minha língua doía batendo nos meus dentes e, num grito abafado com meu pau na boca dela, Perla, a prof de catequese virgem, gozou tremendo.
Senti que ela se desmontava e que me mordia o pau enquanto gozava. Durou um minuto aquela gozada intensa. Ela gemia muito forte e era contida pelo meu pau.
Ela saiu de cima de mim, deitou olhando pro teto. Eu tava com o pau duríssimo, queria gozar e encher ela de porra. Ela me olhava de lado, ofegante e com cara de perdida, entendia o que tinha rolado mas não sabia o que fazer.
Subi no peito dela e, com o pau todo babado, coloquei entre os peitos dela. A puta virgem já tinha chupado pau, já tinha gozado várias vezes e agora iam pegar nos peitos dela.
Ela me ajudou juntando os braços e eu comecei a pegar nos peitos dela, a cabeça do pau tocava o queixo dela e ela abaixou a boca pra dar beijinhos. O prazer que eu tava sentindo não aguentei mais e avisei que ia gozar. Vi a carinha dela, a boca semiaberta e decidi que queria deixar a porra na boquinha dela. Me ajoelhei mais pra frente e deixei os ovos na boca dela. Comecei a bater uma muito forte enquanto ela passava a língua nos meus ovos, meio tímida, quando ficou insuportável eu me puxei pra trás e apoiei a ponta do pau na boca dela e soltei um monte de porra nela. Não avisei, nem me passou pela cabeça avisar, queria que fosse uma gozada inteira sem ela esperar.
Foi a primeira vez que ela me olhou nos olhos desde que estávamos no hotel, não ia perder aquela imagem de ver como enchia a boca dela de porra, a minha puta virgem. Ela recebeu na boca até a última descarga de porra, escorreu um pouco e vi o gesto de engolir.
Corri pra beijar aquela boca que tinha tido meu leite até pouco tempo.
Ficamos nos acariciando enquanto estávamos jogados na cama, eu brincava com os peitos dela e ela ficava pensando no que tinha rolado. Eu mandava os dedos na buceta que continuava molhadíssima. Eu acariciava o clitóris dela.
Uma mensagem chegou e foi o fim do romance, a mãe dela pediu pra ela voltar pra casa porque alguma coisa tinha acontecido. Ela tava controlada, se a mãe soubesse que a mina tava com a barriga cheia de porra ia dar um escândalo. Não aconteceu, mas eu adoraria que tivesse acontecido.
Porra dentro de mim, de novo eu ia embora sem arrebentar a buceta dela na pica. Era como se deus tivesse pedindo mais uma prova pra eu comer a professora de catequese do colégio.
Beijamos por mais 5 minutos onde passei a rola por toda a buceta e fomos embora. Não ia meter de pressa nem rápido, queria que ela aproveitasse aquela foda, mas mais ainda queria eu aproveitar de abrir a buceta dela.
Tínhamos que esperar uns dias pra nos ver de novo, durante esses dias ela ia me contando as punhetas que dedicava pra mim. Tava o dia inteiro com tesão. Adorou chupar pica, adorou que eu comi a buceta dela, adorou a porra. Nunca tinha imaginado que podia ser tão puta e gostava de se sentir assim. Agora queria transar.
Tava com a buceta o tempo todo molhada, chegou a me dizer que se meteu no banheiro do colégio pra se tocar mas que um barulho assustou ela e saiu do banheiro com a buceta encharcada.
A mina tava me deixando louco e faltavam uns dias pra nos vermos de novo. Não dediquei uma única punheta, primeiro porque tava cheio com a faculdade e segundo porque queria guardar toda a porra. Não imaginava onde gozar nela, só sabia que queria que fosse muita porra. As bolas doíam de tanta porra que juntei.
Chegou o dia, nos encontramos no meio do caminho pro mesmo hotel. Demoramos um montão pra chegar porque não conseguíamos parar de passar a mão um no outro na rua. Tava solta de tesão, encharcada, se eu insistisse um pouco comia ela na rua.
Chegamos no hotel e tivemos que esperar um quarto de hora porque tava lotado. Parece que na zona norte se fode muito de tarde(?). Na sala de espera, estávamos sozinhos e ela subiu em cima de mim, esfregava os peitos na minha cara, passava a mão na minha pica, pedia pra eu deixar ela chupar minha pica. Que queria ter ela na boca. A putinha virgem tava muito tarada e demoraram 20 minutos pra nos dar um quarto, bem na hora que eu tava me masturbando com barraca no meio daquela sala. Com a mão fazendo guarda-chuva, só abaixando o zíper da braguilha.
Entramos, fomos quase correndo, o tesão não aguentava mais. Entramos e tiramos a roupa. Cada um do seu lado. Parecia uma burocracia tirar a roupa porque a gente queria outra coisa.
Ela tava com as bochechas vermelhas, ficou pelada e enquanto eu tirava a camiseta, ela se apossou da minha pica. Começou a chupar ela ajoelhada no chão do hotel, enquanto eu ainda tava com a calça nos tornozelos. A imagem que o espelho me dava era incrível.
— Vai, tira tudo, quero transar. Ela falou...
Se jogou na cama e começou a se masturbar enquanto via eu terminar de tirar tudo e a pica dura balançando de um lado pro outro.
Cheguei perto pra chupar os peitos dela, me joguei em cima dela. Quis descer pra chupar a buceta e
— Não, chega. Quero transar, enfia.
A virgem professora de catequese queria se desvirgar.
Olhei nos olhos dela e com uma mão apoiei a ponta da pica na entrada da buceta.
Fui fazendo pressão aos poucos.
Fui enfiando um pouquinho e perguntei se continuava.
— Enfia, por favor, não aguento mais.
Olhei nos olhos dela, desci a boca pros peitos e, me curvando um pouco, enfiei a pica toda na buceta.
Ela tava hiper apertada, quase não entrava. Senti como se a pica quicasse numa mola dentro da buceta, tava hiper apertada e eu tinha que abrir ela na força da pica. Foi a primeira vez que ouvi ela gemer bem alto. Ela abriu os olhos e a boca bem grande.
Lembro agora e sinto na pica como aquela buceta me apertava. Que lindo é desvirgar uma gostosa, a buceta é linda, mas quando é nova Tem um plus que não vai ter de novo, eu rompi essa buceta primeiro e deixei ela bem aberta.
Sem camisinha, óbvio.
Fui abrindo ela enquanto metia um pouquinho mais a cada estocada. Ela me arranhava as costas, entre prazer e dor começou a gemer.
Olhei pra minha pika pra ver se sangrava e não aconteceu nada. Só saía molhada da buceta apertada dela.
Quando cansei de meter, desci e ela subiu. A primeira cavalgada da Perla foi em cima dessa pika, embora a gente não fale mais, essa pika foi a primeira. Os movimentos eram estranhos mas tava pouco me lixando, essa buceta apertava e deixava a porra na ponta da pika. Tive que frear ela pra não dar toda a porra antes.
Desci ela e coloquei de quatro, minha posição favorita que ela parecia não gostar.
Comer de quatro é uma arte se você tem ela grossa, elas sentem e muito, ela sentia o dobro e em mim esquentava o triplo cada vez que eu mandava uma pirocada agarrado na bunda dela, enchi de pika.
Perla gemia baixinho e no mesmo ritmo, como se fosse um segredo estarem metendo a pika toda na buceta pura dela. Olhava pelo espelho a cara dela com o cabelo na frente, a boca aberta, os olhos fechados. Que novinha gostosa eu tava comendo!
Pedi pra ela se tocar um pouco enquanto eu comia ela e quando começou, ela começou a jogar a bunda pra me comer. A buceta começou a ficar cada vez mais molhada.
Nessa hora peguei as nádegas dela e comecei a comer cada vez mais forte.
- Vou gozar, falei. Não dava mais pra segurar, tava juntando porra desde a última vez que a gente se viu. Tinha os ovos prestes a explodir.
- Vou gozar, Perla. Onde você quer a porra? Falei pensando que ela ia pedir nos peitos ou na boca.
-…
- Perla, fala onde quer a porra ou vou gozar dentro, não aguento mais…
-…
- Perla, fala. Onde você quer a porra?
- Enche minha buceta de porra… Ela falou e eu senti o tempo parar. Em qualquer momento de tesão eu teria tirado e gozado onde Queria, mas queria que ela me pedisse o lugar.
Me dava tesão pervertê-la e que ela pedisse onde eu ia jogar a porra.
Foram as palavras mágicas pra ela gozar de novo, tremendo, e pra eu dar mais 10 pirocadas e encher a buceta dela de porra. Ela começou a gemer alto, os gemidos saindo da garganta.
Martelei a buceta dela com pirocadas pra ela sentir que aquela pussy era minha e que minha porra ia transbordar.
Eu tinha enchido a buceta da catequista virgem de porra, porra bem carregada de dias juntando enquanto ela me dizia como eu me dedicava às punhetas. Era o inferno e aquela pussy era a entrada.
Terminamos os dois gemendo, enquanto eu gozava continuava metendo forte naquela pussy que agora tava cheia de sucos e um pouco mais aberta que antes. Transamos até ficarmos parados. Deixei a cock dentro por um minuto que pareceu um ano. Minha cock tremia, sentia os ovos vazios. Ela ficou parada, respirando ofegante.
Quando nos desacoplamos, ficamos olhando pro teto.
— Boluda, gozei dentro. Falei comentando o óbvio.
— Tranquilo, tomo pílula por causa hormonal.
— …
— …
— Então vou encher sua buceta de porra sempre? Falei como o maior virjão dos punheteiros.
Perla respondeu sorrindo e pedindo pra eu deixar ela descansar antes de continuar transando.
_______________________Se quiser saber por que a bunda da Perla foi a mais gostosa de todas as gatinhas que eu peguei, deixa uns pontinhos ou likes.Se não gostou, peço desculpas, mas é assim que a gente fode.Sim, a segunda parte vem aí em breve.Não, não se chamaPerola, não mantenho contato com ela e tomara que ela continue dando tão bem quanto dava comigo.
Aviso: esta e todas as histórias que vou contar são reais. Só troquei os nomes.
___________________________________________________________________Esclarecimento: a bunda da Perla é talvez a bunda mais gostosa.Não lembro onde conheci a Perla. Só sei que ela morava na zona norte. Tinha acabado de sair do colégio e estudava alguma coisa, também dava catequese na mesma escola onde estudou e era virgem.
Obviamente perdi contato com ela. Era peituda, muito branquinha. De rosto era linda, corpo bem definido. A buceta com uns pelinhos e a raba deliciosa. Mas calma que falta muito pra essa parte. Era uns anos mais nova que eu, de família conservadora.
Não lembro como a gente se conheceu, eu na época morava em CABA e a gente se encontrava em San Isidro pra tomar um café pela primeira vez. Nos vimos e já nos pegamos de boca. Ficamos nos beijando no bar como se estivéssemos num hotel, ela ficava agitada, ficava vermelha, mas quando falei de ir pra um motel a cara dela mudou e ela disse que era virgem. Naquele bar, na primeira vez, ela deixou eu passar a mão um pouco na buceta dela, por cima, descobrindo uns pelinhos e a vergonha que ela sentia.
Não liguei e continuei pegando ela, apesar da virgindade. Gostava de como ela beijava e como me tocava de um jeito tímido, mesmo na frente de todo mundo.
A gente se viu mais três vezes, ela beijava como uma profissional. Cheguei a passar a mão na buceta dela em algum puteiro, mas de transar, nada. Voltava pra casa com os ovos cheios de porra. Tava cansando daquela situação toda e falei de um jeito meio grosso. Naquela época, a única gostosa que eu tava vendo era ela, então só me restava bater uma.
Depois daquele dia em que não fui muito cavalheiro, ela sumiu, não me escrevia. Mas no dia seguinte à tarde ela me ligou e disse que topava ir pra um motel pra ficarmos mais à vontade, mas que não prometia nada. Falava baixinho, com timidez, mas meio ofegante. Sempre achei que durante aquela ligação a Perla tava se masturbando e que, de tesão, me ligou.
Naquela mesma semana a gente se viu de novo e fomos pra um motel em Vicente López. Antes de entrar umas quadras antes e começamos a pegar como sempre, muita língua, muitos suspiros, mãos nas tetas enormes que ela tinha, coroadas de bicos bem rosados. Essas tetas incríveis ainda não estavam totalmente à mostra, mas ela já se entregava cada vez mais.
Enfiei a mão na buceta, ela estava completamente lisinha. Tinha se depilado pra gente se ver naquela tarde. Ela tava se transformando numa putinha e queria que eu comesse ela. Que a primeira pica que arrombasse a buceta dela fosse a minha. Eu tava voando de tesão.
Entramos no hotel, escolhemos o quarto e entramos.
Ela tava nervosa. Eu tava fervendo de tesão. A pica escapava da calça de tão dura que tava.
Encurralei ela contra a parede e devagar tirei a parte de cima dela. Perla respirava ofegante, encostava as tetas quentes no meu peito. Minha camiseta tinha sumido no mesmo instante que a dela.
Voltamos a nos pegar, queria levar com calma porque sabia que ela tinha uma buceta pra estrear com minha pica, não queria que ela se assustasse.
Chupei o pescoço dela e virei ela contra a parede, ela apoiou as tetas e comecei a lamber as costas dela.
Lambidas, mordidas e massagens. Ela virava a cabeça pra ver o que eu tava fazendo, com a boca aberta suspirando.
Cheguei lambendo as costas dela até a cintura e virei ela, fui direto chupar as tetas grandes e pesadas que ela tinha. Agarrei elas e juntei os bicos pra chupar os dois ao mesmo tempo. Ela acariciava minha cabeça e me apertava contra as tetas enquanto eu chupava. Fui subindo com beijos e agarramentos, parei pra chupar o pescoço dela.
Queria que a buceta dela inundasse antes de tirar a calça dela. Fiquei uns 10, 15 minutos chupando o pescoço dela. Desviava cada vez que ela tentava me beijar na boca, até que ela enfiou a língua de novo na minha boca.
Ela me agarrava pela cabeça e me enchia de beijos.
Fomos abraçados pra cama, queria ser doce porque queria comer aquela buceta virgem todas as vezes que quisesse. A pica tava a pleno, eu apoiava ela na cintura e ela se deixava. Queria ser carinhoso e quente, mas…
Ela tinha outros planos.
Me pediu pra tirar a bermuda e eu atendi o desejo enquanto ela tirava a calça e me deixava ver a calcinha bem larga dela. Ela se ajoelhou do meu lado e pegou na minha pica.
Tocava, apalpava. Brincava com a pele, subindo e descendo. Acariciava minhas bolas. Tava conhecendo minha pica.
Segundo ela me contou, era a primeira vez dela em tudo, menos em beijar. Beijar ela fazia muito bem. Relaxei na cama e deixei ela brincar com minha pica enquanto eu acariciava a buceta dela por cima da calcinha de algodão que tava encharcada.
Ela foi se aproximando devagarzinho da minha pica, a primeira coisa que fez foi algo que já tinha acontecido comigo em outro boquete de primeira viagem.
Ela deu um beijinho na cabeça, suspirou e começou a chupar.
Ela chupava muito bem. Me fez duvidar que era a primeira vez dela chupando uma pica e perguntei.
— Vejo muito pornô pra me tocar.
— Qualé, não seja besta, não tem problema se você falar que já chupava picas.
— Não tô mentindo, eu bato punheta vendo vídeos de boquete.
— Você chupa muito bem, Perla, é impossível ser sua primeira vez.
— Eu não minto, porque mentir é pecado…
Pelo visto, o que não era pecado era como ela chupava minha pica. Ela cansou de chupar enquanto eu afastava a calcinha dela e tocava a buceta de lado a lado. Tava encharcada e em uma coisa ela não tinha mentido: tava MUITO FECHADA.
Já desvirguei minas em outras oportunidades, algumas sangraram e outras não. Mas nunca vi uma buceta tão fechada e tão molhada.
Tirei ela da minha pica e deitei ela pra beijar de novo. Fiquei por cima e passei minha pica nua pela buceta dela coberta pela calcinha de algodão.
Beijava o pescoço dela, os peitos e a boca. Ela não gemia alto, suspirava meu nome e fechava os olhos.
Naquele momento, eu podia fazer o que quisesse com ela. Eu sabia que não ia comer ela sem camisinha, queria aproveitar ao máximo aquela buceta, queria que a carne da buceta dela buceta nova me envolve a carne do meu pau. Que me molhe e deixe brilhosa nessa poesia.
Desci com a boca pelos peitos e pela barriga, quando cheguei na virilha as pernas dela começaram a tremer. Um ahhhh trêmulo escapou da boca dela.
Precisava chupar aquela buceta, percorrer com a língua, brincar com a buceta. Morria de vontade de meter até o colo do útero, mas antes ia chupar ela até molhar minha cara toda.
Assim que passei a língua no clitóris dela, devagar, suave, com a pontinha, ela começou a gemer e tremer.
— Acho que gozei — ela disse
— Vamos ver…
Voltei a enfiar minha língua e minha boca na buceta dela, queria dar muito prazer pra minha putinha virgem que tava pronta pra ter a buceta arrombada de pica.
Em poucos minutos ela gozou de novo, mas dessa vez senti o melzinho escorrendo da buceta dela.
Ela pediu pra parar, mas não era minha intenção. Tinha descoberto uma buceta linda, uma puta que gozava rápido e uma guria que tremia gozando, me sentia um deus. Ela ia ter que sofrer um pouco pelas vezes que fui pra casa com os ovos inchados, mas duvido que reclamasse da chupada de boceta que eu tava dando.
— Deixa eu chupar o seu — ela disse
— Não
— Por favor, deixa eu chupar.
Aí eu deitei de barriga pra cima, ela começou a chupar de lado enquanto eu acariciava a buceta dela, mas tive uma ideia melhor. Peguei ela pela cintura e coloquei a buceta dela na minha boca pra formar um 69 perfeito.
Ela começou a gemer enquanto chupava com meu pau na boca, esfregava a buceta no meu rosto e continuava gemendo com o pau na boca.
A puta da Perla, professora de catequese, tava pecando e como. A santinha de família da zona norte tava fazendo o primeiro 69, a patricinha de San Isidro tava comendo meu pau até o talo enquanto chupavam a buceta dela.
Passei minhas mãos por baixo das pernas dela e coloquei na nuca, apertando a cabeça dela pra ela engolir mais do meu pau. Segurei ela pelo cabelo. e a empurrava pra ela comer tudo. Começou a se esfregar muito forte contra minha cara, igual a maior puta das siririqueiras. Se esfregava tão forte que minha língua doía batendo nos meus dentes e, num grito abafado com meu pau na boca dela, Perla, a prof de catequese virgem, gozou tremendo.
Senti que ela se desmontava e que me mordia o pau enquanto gozava. Durou um minuto aquela gozada intensa. Ela gemia muito forte e era contida pelo meu pau.
Ela saiu de cima de mim, deitou olhando pro teto. Eu tava com o pau duríssimo, queria gozar e encher ela de porra. Ela me olhava de lado, ofegante e com cara de perdida, entendia o que tinha rolado mas não sabia o que fazer.
Subi no peito dela e, com o pau todo babado, coloquei entre os peitos dela. A puta virgem já tinha chupado pau, já tinha gozado várias vezes e agora iam pegar nos peitos dela.
Ela me ajudou juntando os braços e eu comecei a pegar nos peitos dela, a cabeça do pau tocava o queixo dela e ela abaixou a boca pra dar beijinhos. O prazer que eu tava sentindo não aguentei mais e avisei que ia gozar. Vi a carinha dela, a boca semiaberta e decidi que queria deixar a porra na boquinha dela. Me ajoelhei mais pra frente e deixei os ovos na boca dela. Comecei a bater uma muito forte enquanto ela passava a língua nos meus ovos, meio tímida, quando ficou insuportável eu me puxei pra trás e apoiei a ponta do pau na boca dela e soltei um monte de porra nela. Não avisei, nem me passou pela cabeça avisar, queria que fosse uma gozada inteira sem ela esperar.
Foi a primeira vez que ela me olhou nos olhos desde que estávamos no hotel, não ia perder aquela imagem de ver como enchia a boca dela de porra, a minha puta virgem. Ela recebeu na boca até a última descarga de porra, escorreu um pouco e vi o gesto de engolir.
Corri pra beijar aquela boca que tinha tido meu leite até pouco tempo.
Ficamos nos acariciando enquanto estávamos jogados na cama, eu brincava com os peitos dela e ela ficava pensando no que tinha rolado. Eu mandava os dedos na buceta que continuava molhadíssima. Eu acariciava o clitóris dela.
Uma mensagem chegou e foi o fim do romance, a mãe dela pediu pra ela voltar pra casa porque alguma coisa tinha acontecido. Ela tava controlada, se a mãe soubesse que a mina tava com a barriga cheia de porra ia dar um escândalo. Não aconteceu, mas eu adoraria que tivesse acontecido.
Porra dentro de mim, de novo eu ia embora sem arrebentar a buceta dela na pica. Era como se deus tivesse pedindo mais uma prova pra eu comer a professora de catequese do colégio.
Beijamos por mais 5 minutos onde passei a rola por toda a buceta e fomos embora. Não ia meter de pressa nem rápido, queria que ela aproveitasse aquela foda, mas mais ainda queria eu aproveitar de abrir a buceta dela.
Tínhamos que esperar uns dias pra nos ver de novo, durante esses dias ela ia me contando as punhetas que dedicava pra mim. Tava o dia inteiro com tesão. Adorou chupar pica, adorou que eu comi a buceta dela, adorou a porra. Nunca tinha imaginado que podia ser tão puta e gostava de se sentir assim. Agora queria transar.
Tava com a buceta o tempo todo molhada, chegou a me dizer que se meteu no banheiro do colégio pra se tocar mas que um barulho assustou ela e saiu do banheiro com a buceta encharcada.
A mina tava me deixando louco e faltavam uns dias pra nos vermos de novo. Não dediquei uma única punheta, primeiro porque tava cheio com a faculdade e segundo porque queria guardar toda a porra. Não imaginava onde gozar nela, só sabia que queria que fosse muita porra. As bolas doíam de tanta porra que juntei.
Chegou o dia, nos encontramos no meio do caminho pro mesmo hotel. Demoramos um montão pra chegar porque não conseguíamos parar de passar a mão um no outro na rua. Tava solta de tesão, encharcada, se eu insistisse um pouco comia ela na rua.
Chegamos no hotel e tivemos que esperar um quarto de hora porque tava lotado. Parece que na zona norte se fode muito de tarde(?). Na sala de espera, estávamos sozinhos e ela subiu em cima de mim, esfregava os peitos na minha cara, passava a mão na minha pica, pedia pra eu deixar ela chupar minha pica. Que queria ter ela na boca. A putinha virgem tava muito tarada e demoraram 20 minutos pra nos dar um quarto, bem na hora que eu tava me masturbando com barraca no meio daquela sala. Com a mão fazendo guarda-chuva, só abaixando o zíper da braguilha.
Entramos, fomos quase correndo, o tesão não aguentava mais. Entramos e tiramos a roupa. Cada um do seu lado. Parecia uma burocracia tirar a roupa porque a gente queria outra coisa.
Ela tava com as bochechas vermelhas, ficou pelada e enquanto eu tirava a camiseta, ela se apossou da minha pica. Começou a chupar ela ajoelhada no chão do hotel, enquanto eu ainda tava com a calça nos tornozelos. A imagem que o espelho me dava era incrível.
— Vai, tira tudo, quero transar. Ela falou...
Se jogou na cama e começou a se masturbar enquanto via eu terminar de tirar tudo e a pica dura balançando de um lado pro outro.
Cheguei perto pra chupar os peitos dela, me joguei em cima dela. Quis descer pra chupar a buceta e
— Não, chega. Quero transar, enfia.
A virgem professora de catequese queria se desvirgar.
Olhei nos olhos dela e com uma mão apoiei a ponta da pica na entrada da buceta.
Fui fazendo pressão aos poucos.
Fui enfiando um pouquinho e perguntei se continuava.
— Enfia, por favor, não aguento mais.
Olhei nos olhos dela, desci a boca pros peitos e, me curvando um pouco, enfiei a pica toda na buceta.
Ela tava hiper apertada, quase não entrava. Senti como se a pica quicasse numa mola dentro da buceta, tava hiper apertada e eu tinha que abrir ela na força da pica. Foi a primeira vez que ouvi ela gemer bem alto. Ela abriu os olhos e a boca bem grande.
Lembro agora e sinto na pica como aquela buceta me apertava. Que lindo é desvirgar uma gostosa, a buceta é linda, mas quando é nova Tem um plus que não vai ter de novo, eu rompi essa buceta primeiro e deixei ela bem aberta.
Sem camisinha, óbvio.
Fui abrindo ela enquanto metia um pouquinho mais a cada estocada. Ela me arranhava as costas, entre prazer e dor começou a gemer.
Olhei pra minha pika pra ver se sangrava e não aconteceu nada. Só saía molhada da buceta apertada dela.
Quando cansei de meter, desci e ela subiu. A primeira cavalgada da Perla foi em cima dessa pika, embora a gente não fale mais, essa pika foi a primeira. Os movimentos eram estranhos mas tava pouco me lixando, essa buceta apertava e deixava a porra na ponta da pika. Tive que frear ela pra não dar toda a porra antes.
Desci ela e coloquei de quatro, minha posição favorita que ela parecia não gostar.
Comer de quatro é uma arte se você tem ela grossa, elas sentem e muito, ela sentia o dobro e em mim esquentava o triplo cada vez que eu mandava uma pirocada agarrado na bunda dela, enchi de pika.
Perla gemia baixinho e no mesmo ritmo, como se fosse um segredo estarem metendo a pika toda na buceta pura dela. Olhava pelo espelho a cara dela com o cabelo na frente, a boca aberta, os olhos fechados. Que novinha gostosa eu tava comendo!
Pedi pra ela se tocar um pouco enquanto eu comia ela e quando começou, ela começou a jogar a bunda pra me comer. A buceta começou a ficar cada vez mais molhada.
Nessa hora peguei as nádegas dela e comecei a comer cada vez mais forte.
- Vou gozar, falei. Não dava mais pra segurar, tava juntando porra desde a última vez que a gente se viu. Tinha os ovos prestes a explodir.
- Vou gozar, Perla. Onde você quer a porra? Falei pensando que ela ia pedir nos peitos ou na boca.
-…
- Perla, fala onde quer a porra ou vou gozar dentro, não aguento mais…
-…
- Perla, fala. Onde você quer a porra?
- Enche minha buceta de porra… Ela falou e eu senti o tempo parar. Em qualquer momento de tesão eu teria tirado e gozado onde Queria, mas queria que ela me pedisse o lugar.
Me dava tesão pervertê-la e que ela pedisse onde eu ia jogar a porra.
Foram as palavras mágicas pra ela gozar de novo, tremendo, e pra eu dar mais 10 pirocadas e encher a buceta dela de porra. Ela começou a gemer alto, os gemidos saindo da garganta.
Martelei a buceta dela com pirocadas pra ela sentir que aquela pussy era minha e que minha porra ia transbordar.
Eu tinha enchido a buceta da catequista virgem de porra, porra bem carregada de dias juntando enquanto ela me dizia como eu me dedicava às punhetas. Era o inferno e aquela pussy era a entrada.
Terminamos os dois gemendo, enquanto eu gozava continuava metendo forte naquela pussy que agora tava cheia de sucos e um pouco mais aberta que antes. Transamos até ficarmos parados. Deixei a cock dentro por um minuto que pareceu um ano. Minha cock tremia, sentia os ovos vazios. Ela ficou parada, respirando ofegante.
Quando nos desacoplamos, ficamos olhando pro teto.
— Boluda, gozei dentro. Falei comentando o óbvio.
— Tranquilo, tomo pílula por causa hormonal.
— …
— …
— Então vou encher sua buceta de porra sempre? Falei como o maior virjão dos punheteiros.
Perla respondeu sorrindo e pedindo pra eu deixar ela descansar antes de continuar transando.
_______________________Se quiser saber por que a bunda da Perla foi a mais gostosa de todas as gatinhas que eu peguei, deixa uns pontinhos ou likes.Se não gostou, peço desculpas, mas é assim que a gente fode.Sim, a segunda parte vem aí em breve.Não, não se chamaPerola, não mantenho contato com ela e tomara que ela continue dando tão bem quanto dava comigo.
6 comentários - A vez que comi a catequista