amiga puta e gostosa

Depois de um casamento que fracassou em 3 anos, minha ex-mulher vivia me dizendo que eu era muito submisso, que não era homem como deveria ser. E ela estava certa: não gosto de mandar, deixava ela decidir tudo, e por isso acabou. Aos 26 anos, estava sozinho de novo num apartamento alugado pequeno. Meu nome é Juan, sou magro, tenho 1,60m, loiro de cabelo comprido e sou bem bonito — isso facilitava pra conseguir uns rolos com as minas. Mas eu tinha um segredo: adorava ler histórias de dominação, ser submisso de uma mulher e ser feminizado. Comecei a entrar em fóruns, no início só lia, mas com o tempo me atrevi a comentar e conversar. Passei a trocar ideia no privado com algumas mulheres, principalmente com a Pili, uma domme que tinha muita experiência, mas tava há 2 meses sem ter um submisso aos pés dela e agora procurava um pra transformar em mascote. Depois de 2 meses conversando com ela, decidimos nos encontrar. Ela morava a meia hora da minha cidade, e marcamos num ponto no meio do caminho. Foi um encontro bem agradável. Ela é morena, mais alta que eu e toda uma gostosa. Era lésbica e tinha um relacionamento com uma mina que também era domme, e elas se viam umas 1 ou 2 vezes por mês. Depois de mais de 5 horas batendo papo e explicando o que ela procurava, aceitei tentar e ser mascote dela no fim de semana seguinte. Ela pediu pra eu ir bem depilado. Nos despedimos, e no sábado, como combinado, fui pra casa dela à tarde. Ela morava num condomínio fechado. Quando cheguei, liguei pra ela sem sair do carro. Ela abriu o portão automaticamente e mandou eu deixar o carro na frente da garagem. A casa tinha uma entrada com um jardim pequeno, cheio de vasos e flores. — Oi, Juan, como cê tá? — Bem, Pili, e a senhora? — Bem, entra, vou te mostrar a casa primeiro. Ela me deu um tour pela casa: cozinha, sala, quartos e, por último, um jardim enorme de grama nos fundos. — Bom, essa é minha humilde casa. — Pô, humilde? Eu moro num apartamento de 70 metros quadrados. — Então, Juan, vamos ao que foi combinado. Entre nós dois, mas vamos fazer isso tomando uma cerveja. — Combinado. Ele veio logo com duas cervejas. — É hora de começar, tira a roupa. Me senti meio envergonhado, mas fui tirando a roupa até ficar de cueca. — Totalmente nu. Tirei a cueca, ele ficou me olhando e me fez dar uma volta. — Gostei, e vejo que você está bem depilado como pedi. Agora ajoelha e inclina o corpo pra frente, apoia as mãos no chão. Deixa eu te ajudar, as mãos aqui. Pronto, já aprendeu a primeira posição de uma boa mascote. Agora me espera aqui, volto num instante. Em menos de um minuto ele voltou. — Nessa bolsa está sua coleira e uma plaquinha que fiz com seu nome. Olha que nome bonito que escolhi pra você, Deisy. Gostou? — Mas esse nome é de mulher. — Sim, eu sei, porque você vai ser uma slutty. Sabe, minha especialidade é a feminização, e vou fazer umas pequenas mudanças no seu corpo. Primeiro vou te feminizar pra ser uma slutty, depois te transformar numa slutty fiel e dócil. Você ainda pode ir embora se quiser, não vou te obrigar. O que decide? Fiquei pensando um tempo, tinha dúvidas, mas a curiosidade e o tesão me fizeram aceitar. — Fico. — A partir deste momento, você é minha mascote, minha slutty Deisy. Ele tirou uma coleira rosa da bolsa, colocou a plaquinha e pendurou. — Gostou da sua coleira, Deisy? — Sim. Ele colocou em mim, pegou uma guia e prendeu na coleira. — Vamos, Deisy. Puxou a guia e eu segui como uma slutty. Subimos umas escadas e entramos num quarto que ele nunca tinha me mostrado. — Quando sairmos deste quarto, você vai ser uma simples slutty e vamos começar seu treinamento. Tenho tudo que preciso aqui na mesa. — Fica de pé. Primeiro, uma slutty não tem isso balançando, então vamos fazer desaparecer. Ele pegou algo da mesa. — Agora não olha pra baixo até eu deixar. Coloca uma perninha aqui e outra aqui. Ele subiu algo pelas minhas pernas, pegou meu pau, colocou dentro daquilo e ajustou o que tinha vestido em mim. — Pronto. Primeiro passo já está, agora já se pode dizer que você é toda uma putinha, já pode se olhar. Baixei o olhar e meu pau tinha desaparecido e uma racha se perdia entre minhas pernas. — Adoro esse momento em que vocês se olham e veem que entre as pernas não tem nada, só uma buceta como qualquer mulher, te permite fazer xixi sentada, embora você vá fazer como as cachorrinhas, e se for necessário, é penetrável. Vamos continuar com sua transformação. Tiro outra coisa de uma caixa. — Fecha os olhos. Colocou algo na minha cabeça, passou um braço de um lado e depois o outro, e puxou até o meio do peito, ficou bem justo. Ajeitei bem, e ele me fez andar uns dois metros. — Já pode abrir os olhos. Me vi na frente de um espelho com dois peitos bem lindos e uma racha entre minhas pernas. — O que você acha, Deisy, seu corpo de mulher? — Bem, me vejo estranho. — Você deve falar de si no feminino, agora é mulher, repita de novo. — Me vejo estranha, é normal, mas vamos continuar com sua transformação. Primeiro, umas lindas calcinhas de renda rosa e seu sutiã combinando, com sua cinta-liga e meias. Colocou primeiro a cinta-liga, depois as calcinhas e as meias, e por último o sutiã. — O que você acha, Deisy? Eu te vejo muito gostosa, e olha que detalhe bonito, as calcinhas deixam bem marcada sua bucetinha. — Me vejo ridícula. — Calma, quando eu terminar meu trabalho, você não vai se ver ridícula. Vamos continuar com a minissaia. Colocou uma saia plissada de apenas um palmo de comprimento. — Gostou? — Sim, mas não cobre nada, é muito curta. — Assim serão suas saias e vestidos. Quando você andar de quatro, quero que minha putinha exiba suas lindas calcinhas, e também quando eu te levar no quintal pra mijar, não vai te atrapalhar pra fazer como as cachorrinhas. Agora a parte de cima, um top bonito. Colocou em mim e depois foi até o armário. — Que número de pé você calça? — 38. — Calça o mesmo que eu, tem pé de mulher, assim pode usar mais tipos de sapatos. Tenho vários números, até 43 pra homens que fui feminizando, mas só um par de cada número ou um só. Pra você eu tenho uma infinidade de mim que já não uso, senta na cama. Ela veio com uns sapatos rosa de salto de uns 10 cm, colocou em mim. — Já andou de salto alguma vez? — Não. — Calma, no começo vai ser difícil, mas com prática você aprende. Embora você vá andar pouco, normalmente vai ficar de quatro, você é uma putinha. Agora já tá vestida, levanta com cuidado e vai até a cadeira na frente do espelho. Tinha uns 3 metros só, mas foi foda com aqueles saltos. Sentei. — Agora o toque final: maquiagem e cabelo. Começou com uma base no rosto, nos olhos e por último nos lábios. — Como você se vê agora, Deisy? — Porra, pareço uma mulher. — Parece não, se considere mulher, foi nisso que eu te transformei. Só falta o cabelo. Começou a me pentear e fez dois rabinhos. — Você tá linda, Deisy, mas falta um detalhe: uns brincos nas suas orelhas, já que você tem o furo. Colocou uns brincos bem grandes nas minhas orelhas. — Agora você tá totalmente feminizada, ninguém diria que é um homem se te visse. Foi um trabalho fácil, seu rosto já era meio feminino. Um dia a gente vai passear juntas pela cidade pra ter essa experiência, mas por enquanto você vai ser minha putinha. Vamos pra baixo, anda com cuidado. Pegou a coleira e puxou, e eu andei desengonçado até chegar na escada. — Agora você tem que ter cuidado ao descer as escadas. Vou soltar sua coleira, não quero que um puxão te faça cair. Olha pra mim: você fica meio de lado e vai descendo com calma. Ela desceu até a metade da escada e parou pra me mostrar direitinho como fazer. Segui as instruções e desci devagar. — Você tá indo muito bem, Deisy. Em pouco tempo vai descer tão bem quanto eu. Você vai descer e subir muitas vezes, porque sempre vai fazer de pé. É difícil descer de quatro como as cachorrinhas. — É difícil descer assim de lado. — Questão de prática. Mas olha, já chegou embaixo. Para aí. Daqui pra frente você vai ficar de quatro. Aqui no andar de baixo é totalmente proibido ficar de pé. De pé, faz isso agora, Deisy. Beleza, agora vamos dar um passeio pelo jardim. Ela colocou a coleira de novo, acariciou minha cabeça e puxou a coleira, me levando até a porta dos fundos que dava pro jardim. Era muito desconfortável andar de quatro, e eu ia atrás dela, e do nada ela parou. — Aqui do meu lado e quieta. Senta como uma putinha. — Olhei confusa, sem saber como fazer, e perguntei. — Apoia a bunda no chão e as patinhas da frente entre as pernas, assim, muito bem. Agora você vai dar o primeiro passeio com sua dona como uma putinha, e eu vou te ensinar aos poucos. Primeiro, você tem que andar sempre do meu lado. Acho que você vai aprender rápido, você é uma putinha muito esperta. No pouco tempo que tá em casa, só algumas horas, já percebi isso, e também que você é uma putinha muito submissa e obediente. Vamos começar. Ela puxou a coleira e começou a andar pela grama, do meu lado, uns 10 metros, e puxou a coleira pra cima. — Quieta e senta. — Aí senti a grama fria e um pouco molhada. — Muito bem, Deisy, boa putinha. Você ganhou um prêmio. Ela tirou uma guloseima de um saquinho e me ofereceu, era uma balinha normal. — Vamos continuar. Demos uma volta no jardim inteiro, e ela me fez sentar várias vezes. A calcinha eu sentia molhada da umidade da grama. — Você tá indo muito bem. Agora vamos brincar um pouco. Ela me soltou da coleira, pegou algo de uma mesa que tinha ali e jogou no meio do jardim. — Vai, Deisy, busca seu brinquedo. Saí correndo atrás do brinquedo, e minha surpresa ao chegar foi enorme: era um consolo de borracha. Fiquei um momento olhando pra ele, sem coragem de pegar. — Vamos, Deisy, pega ele com a boca e traz pra mim. Peguei ele pelo meio e levei. — Muito bem, Deisy, boa putinha. Esse vai ser seu brinquedo favorito de agora em diante. Você vai brincar com ele direto e vai levar pra todo canto na boca. Agora vamos continuar o passeio. Começamos outra volta, eu levando meu brinquedo na boca. No meio do jardim, ela parou. — É hora de fazer seu primeiro xixi como uma putinha. Vou afastar a... Calcinha de lado pra deixar sua buceta livre, vamos continuar o passeio e quando eu mandar, você vai fazer xixi igual uma putinha. Abre um pouco as pernas, desce a bunda, aproxima a buceta do chão e faz xixi. Ela me pegou de novo pela coleira e me fez andar uns metros, até parar. — Vamos, Deisy, faz seu primeiro xixi. Adota a posição que eu te falei. Abri um pouco as pernas, desci a bunda e não tive dificuldade pra fazer xixi. Já tava há horas sem ir, e a umidade da grama ajudou um pouco. Por curiosidade, olhei como tava fazendo e vi um jato de xixi saindo do meio da minha racha. — Muito bem, Deisy, que mulher linda eu adotei. Agora tá chegando a hora do jantar. Enquanto eu preparo, você vai deitar no chão e brincar com seu brinquedo. Vamos pra dentro. Antes de entrar, ela ajeitou bem minha calcinha, passou a mão na minha bunda, depois na minha cabeça, e me puxou pra dentro de casa, me levando até a cozinha. — Senta. Sentei do jeito que ela tinha me ensinado, e ela tirou minha coleira. — Agora deita aqui e brinca com seu brinquedo. Deitei e, verdade seja dita, não sabia como brincar com aquela piroca de borracha. Comecei a morder, não sabia o que mais fazer. — Pega com as patinhas da frente, deixa ela reta, morde, chupa e enfia na boca. Ela me deixou ali enquanto começava a preparar o jantar. Eu me entretia chupando uma piroca de borracha. Umas meia hora depois, mais ou menos, ela colocou um prato pra ela na mesa da cozinha e, pra mim, um comedouro de cachorro com minha comida. Por sorte, colocou a mesma coisa que ela: peito de frango cortado em pedaços com batata frita, e um bebedouro com água do lado da cadeira que ela ia usar. — Hora de comer, Deisy. Ela sentou na mesa e, por um momento, fiquei olhando pra ela. — Vamos, Deisy, começa a comer. Abaixei a cabeça e meti a boca no comedouro sem ver o que pegava, e comecei a comer. Foi fácil; o difícil foi beber, pegando a água com a língua. Comi tudo. — Parece que minha putinha tava com fome. Não deixou nada no comedouro. Gostou? A comida. — Sim. — Que bom, mesmo sendo uma putinha, vai comer a mesma coisa que eu. — Obrigada. — Vamos pra sala que quero ver um filme. Eu a segui até a sala, na frente do sofá ela levantou a saia e tirou uma calcinha fio dental preta que estava usando e jogou pro fundo da sala. — Vai, Deisy, buscar a calcinha, mas primeiro cheira ela bem, depois pega com a boca e me traz. Enquanto eu ia buscar, ela sentou no sofá e ligou a TV. Cheirei a calcinha por um momento e peguei com a boca e levei até ela. — Boa putinha, gosta do cheiro? Deixei cair no chão pra responder: — Sim, senhora. — Pega de novo e me entrega. Entreguei na mão dela, e ela aproximou do meu nariz pela parte que encosta na buceta. — Sente os aromas que minha buceta deixou na calcinha. Com a calcinha bem grudada no meu nariz, fui aspirando o cheiro. — Boa putinha, agora lambe, saboreia meus fluidos. Fui lambendo com a língua e, depois de algumas lambidas, ela enfiou a calcinha na minha boca. — Chupa bem, minha putinha, usei o dia inteiro pra você poder saborear. Uns dois minutos depois, ela tirou da minha boca e jogou de novo. — Vai pegar e leva pro quarto no fundo da cozinha, deixa no cesto de roupa suja. Fui buscar e levei onde ela pediu, voltei pra sala, fiquei na frente dela e ela acariciou minha cabeça. — Deisy, você é uma putinha muito boa e obediente. Agora senta entre minhas pernas, olhando pra mim. Ela abriu as pernas e a primeira coisa que vi foi a buceta depilada, mas rapidamente desviei o olhar pra ela. Ela estava com o controle da TV na mão, procurando um filme. — Acho que vou ver esse, mas primeiro me diz: você gostou do gosto da minha calcinha? — Sim. — Que bom, porque agora quero que você lamba minha buceta. Ela levantou a saia e deixou a buceta exposta, se inclinou um pouco pra frente. — Toda sua, putinha. Comecei a lamber primeiro com a língua e, uns dois minutos depois, ela empurrou minha cabeça e comecei a chupar com os lábios. enquanto eu enfiava a língua na buceta dela, ela me deixou uns 20 minutos assim, de tanta excitação pela primeira vez na vida eu gozei sem me tocar. - porra, como você é boa com a boca, que comida de buceta você me deu, deita aos meus pés e descansa. Eu deitei enquanto ela via o filme e eu olhava pra ela do chão, mas ficava desconfortável ficar olhando o tempo todo, quando o filme acabou a Lúcia sentou na borda do sofá e começou a acariciar minha cabeça. - como está minha linda putinha, eu tô cansada, vou te levar pra fazer xixi e a gente vai dormir. Ela levantou, pegou a coleira, me amarrou e puxou em direção ao jardim, depois de uns 10 metros parou e afastou minha calcinha pro lado. - mmmm você tá com a calcinha molhada, o que aconteceu Deisy. - eu gozei quando tava chupando sua buceta. - que linda minha putinha gozou como toda uma mulher, você gostou. - sim. - que bom, agora se apressa e faz xixi. A gente continuou dando a volta no jardim e um pouco mais adiante, eu agachei a bunda e fiz xixi, quando levantei ela arrumou minha calcinha direitinho e fomos pra dentro de casa, subimos as escadas e ela me levou até o banheiro, e na minha frente sentou e urinou, depois me levou até o quarto dela e me deixou no que seria minha cama, um colchão grande pra animais de estimação, ela se despiu, colocou uma fio dental e se meteu na cama. - boa noite Deisy. - boa noite Lúcia. A verdade é que minha cama era confortável e dormi bem, às 9 da manhã a Lúcia me acordou. - bom dia Deisy, hora de levantar. - bom dia. - como dormiu minha putinha. - bem. - vamos, acorda que a gente aproveita a manhã, me segue até o banheiro. Eu fui atrás dela até o banheiro de quatro, ela fez xixi, e saímos do banheiro até chegar na escada. - fica de pé pra descer. Desci as escadas e uma vez lá embaixo voltei pra minha posição de putinha. - vamos pro jardim pra você fazer xixi e depois a gente come alguma coisa. Ela não colocou a coleira, eu segui do lado dela e assim que saímos no jardim, a grama fresca e a vontade que eu tava, ela só afastou a calcinha pra De um lado, fiz rápido, e rapidamente voltamos pra dentro. Eu segui ela até a cozinha, mas quando passei na frente do sofá, lá estava meu brinquedo. — Deisy, esqueceu seu brinquedo favorito. Enquanto preparo o café, brinca um pouco com ele. Ela pegou e colocou na minha boca. Na cozinha, me deitei no meu lugar e fiquei mordiscando a pica de borracha enquanto ela preparava o café. Ela me serviu um café com porra numa tigela com bolinho esfarelado, e eu tomei com dificuldade, mas consegui. — Comeu tudo. Vamos dar uma volta lá fora, tô afim de um cigarro e relaxar um pouco no jardim. Vamos, Deisy, e não esquece teu brinquedo. Saímos, e ela sentou numa cadeira com uma mesinha redonda que tinha logo na saída, acendeu um cigarro. Sentei do lado dela e deixei meu brinquedo no chão. Ela começou a acariciar minha cabeça. Quando terminou o cigarro, pegou meu brinquedo e jogou no meio do jardim. — Vai, Deisy, busca. Fui buscar e entreguei com a boca. E ficamos assim um tempão brincando: ela jogava e eu trazia de volta. Bateu uma vontade de mijar, e quando entreguei o dildo pra ela, meio sem graça: — Desculpa, Lúcia, preciso fazer xixi. Sem dizer nada, ela puxou a calcinha pro lado. — Corre, Deisy, e faz. Depois de fazer, entramos em casa. — Deisy, agora tenho umas tarefas pra fazer. Vamos pro quarto que eu tiro tudo de você, pode tomar um banho e ir embora por hoje, ou se quiser, pode ficar pra almoçar. — Tá bom, mas se você quiser, posso ajudar no que precisar, e depois do almoço eu vou. — Tá bom, então toma banho depois. Tira a roupa e fode você de novo. Me despi e vi meu corpo nu no espelho de novo: duas tetas e uma buceta entre as pernas. Enquanto ela procurava no armário, primeiro me deu um conjunto de calcinha e sutiã vermelho de renda, depois uma minissaia preta e uma camiseta preta, e por último uns saltos fechados não muito altos. — Você fica muito gostosa de minissaia, tem umas pernas bonitas e uma bunda boa. Deixa eu arrumar teu cabelo e a maquiagem. depois você me ajuda com as tarefas de casa como uma boa dona de casa e assim vai se acostumando a andar de minissaia e salto. Quando terminei de me maquiar, a verdade é que eu era uma expert em feminizar, no espelho meu reflexo era o de uma mulher. — se não fosse porque eu te feminizei, eu diria que você é uma mulher, o que acha? — não me reconheço, que mudança, pareço mulher. — sim, você está divina, Deisy, vamos fazer as coisas que o dia está passando, olha, enquanto eu coloco uma máquina de lavar, você vai tirando o pó e depois eu passo o aspirador e aí vamos fazendo. — tá bom. Ela me deu um pano e líquido para os móveis e comecei a limpar, ela demorou menos de 5 minutos para começar a passar o aspirador, eu tropecei algumas vezes com os saltos, mas fui me acostumando a andar com eles. — pronto, agora falta passar o pano no chão, ali está o balde e o esfregão, faz você enquanto eu dou uma olhada na cozinha. Comecei a passar o pano no chão e a Lúcia ficou me olhando enquanto eu fazia. — Deisy, você sabe o que faz, te vejo muito boa dona de casa. — moro sozinho e tenho que fazer essas tarefas também. — então talvez eu te contrate como mulher da limpeza. — hahaha. — bom, vou deixar você, vou para a cozinha. Quando terminei, ela já estava terminando de limpar e pegou 2 cervejas que tomamos no jardim tranquilamente. — o que acha de pedirmos comida pronta e economizarmos cozinhar? — acho ótimo, mas eu pago. — tá bom. Ela ligou e pediu um frango assado, umas batatas e uma salada russa, enquanto ela ligava, eu disse que ia ao banheiro. Entrei no banheiro e me senti estranho ao ter que levantar a minissaia e abaixar a calcinha e não ver nada além de uma fenda entre as pernas, sentei e urinei sem problemas, com papel limpei minha buceta e ajustei a calcinha e a minissaia e desci para o jardim. — antes de sentar, pega mais 2 cervejas. Enquanto tomávamos as cervejas, tocaram a campainha. — deve ser o frango, vamos. Ela foi até a porta e eu fiquei na sala, sentia vergonha de ser visto assim, e Entrei com o frango. — Deisy, vai lá e paga. — Toma, paga você, eu tô com vergonha. — Não seja boba, vai lá pagar. Com o dinheiro na mão, fui até a porta e, timidamente, entreguei o dinheiro, esperei o troco e dei 2 euros de gorjeta. — Obrigado, moça, e bom apetite. Agradeci com minha voz aguda, deixando-a mais feminina, fechei a porta e fui com a Lucía pra cozinha. Servimos a comida e começamos a comer, depois tomamos um café no jardim e batemos um papo sobre a experiência vivida como putinha e agora como mulher. Lá pelas 4 da tarde, a Lucía me fez uma proposta. — Que tal a gente dar um passeio até um mirante que tem aqui perto? — Não, como é que eu vou sair assim? Morro de vergonha se alguém me ver. — Para de besteira, por aqui tem pouca gente e ninguém que te veja vai perceber, não dá pra notar que você é um homem. — Não sei, sério. — Vamos lá, prepara um lanche e a gente come no mirante. 20 minutos depois, eu tava andando na rua com a Lucía de minissaia e salto alto, ela tinha vestido uma legging e tênis. Primeiro, um bom pedaço de asfalto, depois seguimos por um caminho de terra até o mirante. Cruzamos com algumas pessoas, e cada vez que alguém se aproximava, eu ficava nervosa, mas vi que era indiferente quando passavam do meu lado. No mirante, tinha dois casais, três caras com mochilas e um grupinho de cinco minas. A Lucía foi até o final do mirante. — Não acha a vista linda? — Sim, muito bonita. — Vamos lanchar. Ela tirou dois sanduíches de queijo e cervejas, e sentamos lá pra comer. — Então, o que achou do passeio como mulher? — Bom, mas meus pés tão doendo um pouco. — Normal, você não tá acostumada com salto. — Não sei como vocês aguentam andar com isso por horas. — É um sofrimento que a gente tem que passar. Percebeu que de todas as minas aqui, você é a única de saia e salto? — Não tinha reparado. — E não te dá um tesão pensar nisso, saber que você tá usando calcinha igual a elas? — Sim, um pouco. Sim. — Sabe, tô me divertindo pra caralho. Você é a primeira garota feminizada que eu saí pra passear. — Nunca tinha feito isso antes, e comigo por quê? — Porque você é a primeira que não dá pra perceber que é um cara. Vamos tomar a última cerveja e ir pra casa. A gente tava voltando e no meio do caminho. — Deisy, a cerveja me deu vontade de mijar. — Eu também. — Vamos rápido pra ver se chegamos em casa. 5 minutos depois. — Deisy, não aguento mais. Vamos entrar um pouco no mato e aliviar. — Faz você, eu vou tentar segurar. — Vamos, que ainda falta um pedaço. — Não, já não aguento. Porra, tô com vergonha. — Você vai ter vergonha? Fez xixi na minha frente que nem uma putinha e agora tem vergonha de fazer igual uma mulher? Qual é, vai. Ela tava certa, então a gente entrou no mato e atrás de uns arbustos ela baixou a legging e começou a mijar. Eu, meio sem graça, levantei a saia, abaixei a calcinha e me agachei pra fazer xixi. A Lucía ficou me olhando. — Sabe de uma coisa, Deisy? Me excita pra caralho ver um homem totalmente feminizado assim, fazendo pipi que nem uma mulher. Me excita fazer vocês se sentirem humilhados, mas ao mesmo tempo sei que vocês ficam excitados e sentem tesão também, não é verdade? Toma, limpa essa buceta com este lenço. Eu me levantei, me limpei com o lenço e ajustei a calcinha e a saia. — Você não me respondeu. Não te dá tesão? — Dá, um pouco. — Pra mim me excita muito. Bom, vamos seguir o caminho que ainda falta um tempinho. Uns 15 minutos depois, a gente tava na casa dela. Sentamos um pouco no sofá pra descansar e bater papo. — Então, o que você achou da experiência? — Foi bom, me diverti. Nunca pensei que seria capaz de fazer uma coisa dessas. — Isso todo mundo fala, mas quando vocês gostam das histórias e começam a entrar em fóruns sobre o assunto, é porque têm essa fantasia. E no final, a maioria realiza. — É, minha fantasia era ser feminizada, mas ser uma mascote e ainda por cima uma putinha, nunca tinha passado pela minha cabeça. — Kkkk, mas seja putinha ou mulher, você ficou feminizado o tempo todo e conseguiu. Muito bem, você soube se adaptar ao papel perfeitamente. — É, foi uma experiência estranha mas divertida. Bom, Lúcia, eu preciso me preparar pra ir embora. — É, já está ficando tarde. Vamos ao banheiro pra você tomar um banho, eu te ajudo a tirar tudo. Subimos ao banheiro e a primeira coisa que fiz foi sentar pra fazer outro xixi. — Putz, você é uma meona mesmo. — Kkkk, queria sentir pela última vez a sensação de mijar sentada. — Última vez? Não quer repetir? — Claro, digo hoje. Quando você quiser, eu volto. — Então sábado que vem te espero. Você me agradou como putinha, mas também como amiga. Então no sábado você vai ser minha putinha e no domingo minha amiga Deisy. Tudo bem pra você? — Sim, tá bom. Tirei a maquiagem, tomei banho e fui embora. A semana passou rápido e no sábado de manhã eu estava de novo na casa da Lúcia. — Como foi a semana, Deisy? — Bem, e a senhora? — Bem, mas me chama de Lúcia. Que tal irmos direto ao assunto? — Tá bom. — Vamos ao banheiro primeiro. Vou fazer uma limpeza anal em você, pra você ficar limpa. Outro dia ficaram restos de fezes na buceta e eu não gosto. — Uff, como isso se faz? — É simples. Encho seu cu um pouco com água usando uma pera, umas duas ou três vezes, e você evacua e fica limpa. — Tenho medo disso. — Calma, não tem nada a temer. Me despi no banheiro, ela fez os enemas, depois mandou eu tomar banho enquanto ela me esperava no quarto com tudo preparado. — Agora você já está bem limpa. Vou começar a te preparar. Primeiro vou passar esse creme na sua bunda pra você ficar bem hidratada. Ela passou um creme, depois colocou a buceta, uma calcinha fio dental rosa, depois os peitos, o sutiã rosa, e um vestido rosa justo que não cobria a bunda, os saltos e por último o cabelo e a maquiagem. — Pronto, minha putinha. Você está linda. Fica de quatro na cama, que falta um último detalhe. Arranjei um plug anal pequeno pra você. Vi ela pegar um plug com pelo, passar o mesmo líquido que passou na minha bunda. — Não, isso não. Não quero. — Calma, é só um pequeno plug anal. Você nem vai notar. — Não quero, sério, por favor. Ela começou a acariciar minha cabeça. — Fica tranquila, sua putinha, relaxa. Olha, vamos fazer um trato: eu coloco e, se te incomodar, eu tiro. — Me dá agonia ter algo enfiado lá. — Fica calma, vou fazer com cuidado. Sem dizer mais nada, ela afastou um pouco a tanga e introduziu o plug devagar. Senti uma pressão, mas nada além. — Viu? Já está. Olha que bunda mais linda que a minha putinha tem. Me olhei no espelho e, do meu cu, saía um plug pra cima, e eu sentia uma pressão dentro do meu rabo. — Sinto uma pressão estranha aí. — Claro, é normal. Você tem um plug enfiado no cu, mas se acostuma. Vamos descer. Desci as escadas já com mais rapidez que na semana anterior e, lá embaixo, já fiquei de quatro. A Lucía colocou a coleira e a guia em mim e me levou direto pro quintal. Demos uma volta no jardim, e então ela afastou a tanga para o lado. — Não tá com vontade de fazer xixi? Desde que saí de casa, não tinha feito, e com o frescor da grama, deu vontade. Começou uma segunda volta e, no final do jardim, me agachei e fiz. Depois, ela me levou pra dentro, me deixou na minha cama na sala e me entregou meu brinquedo. Não sei se foi o tesão ou o que, mas, deitada, só de pensar em como eu estava, gozei. Depois disso, o dia foi bem monótono. Passei a tarde deitada enquanto ela via TV sem me dar atenção. Antes do jantar, ela me levou ao jardim, fiz meu xixi e, ao entrar, me levou direto pro quarto. — Hoje você teve um dia tranquilo, mas agora quero companhia e uma boa conversa com a Deisy. Ela tirou o plug e percebeu que eu tinha gozado. — Parece que minha putinha gozou. Você tá com a tanga molhada. Isso te excita? — Sim. — Hahaha, bom, vamos descer de novo e pedir umas pizzas. Ela pediu duas pizzas, e fui eu quem abriu a porta pro entregador, já com toda naturalidade. Assistimos a um filme e, conversando e bebendo, pegamos as 3 da madrugada. — Acho que é hora de ir pra cama. Subimos pro quarto dela. Ela se despiu primeiro, ficando só de Calcinha preta e vestiu um baby doll preto de renda. - Senta, Deisy, e tira os sapatos. Tirei, ela se aproximou e me ajudou a tirar o vestido, e colocou um baby doll rosa em mim. - Gostou, gata? - Sim, é muito lindo. - Deita aqui comigo. Nós deitamos na cama e, depois de conversar um pouco, ela começou a acariciar minha barriga suavemente, meu pau senti ele fazer pressão no tubo que estava enfiado, mas não deixava ele crescer mais. - Gostou, gata? - Mmmm, sim. - Essa noite você vai ser minha gatinha, vai viver a experiência de transar como uma sapatão. Ela procurou minha boca e me beijou enquanto subia uma mão até meus peitos e a outra acariciava minhas coxas e enfiava entre minhas pernas e esfregava minha buceta, eu estava parada, ela me pegou de surpresa e não sabia o que fazer. - Gata, se solta e me toca também. - Sim, sim, você me pegou de surpresa. Comecei a tocar os peitos dela e rapidamente desci minha mão até a buceta dela. - Assim, gata, assim, mmmm, mexe os dedos, que gostoso, cê gosta, minha menina? Tá com a buceta molhada. - Sim, eu gosto. Ela se virou rápido e começamos um 69, eu só sentia a língua dela na pontinha que saía pelo buraquinho, saboreei a buceta dela e enchi minha boca com os sucos dela. - Que língua você tem, gata, que gostoso. Ela tirou a calcinha e eu fiz o mesmo com a dela. - Vem cá e abre as pernas, vamos fazer a tesoura. Ela se posicionou entre minhas pernas e começou a esfregar a buceta dela na minha, claro que eu não sentia nada, mas me ver assim me excitou. - Lucia, vou gozar. - Mmmm, sim, goza feito uma gatinha. - Sim, mmmm, que gostoso. - Gostoso, né, minha menina? Olha nos meus olhos e diz que você é minha gatinha. - Sou sua gatinha. - Uma boa gatinha, que agora quero que me foda, levanta que vou te preparar. Levantei e pensei que ela tiraria a prótese de buceta, mas ela pegou um cinto com um pau de borracha e colocou em mim. - Mmmm, que pau gostoso que minha gatinha tem. - Desculpa, Lucia, isso é humilhante pra mim, prefiro te foder com meu pau. - Você é uma gatinha e gatinhas não têm pau. Você tem buceta e por isso precisa de um arnês pra me foder, vai, mete entre minhas pernas. Totalmente humilhada, me meti entre as pernas dela e enfiei o dildo devagarzinho e comecei a foder ela, em poucos segundos ela começou a gemer. - siiiim ahahah, que gostoso, continua não para mmmm, que pau bom você tem, sinto ele todo dentro de mim, siiiim mais rápido gata. Tudo que ela falava me fazia sentir humilhada, mas ao mesmo tempo me sentia excitada porque via ela aproveitando, fiquei uns 10 minutos fodendo ela. - mmmm que gostoso gata, me deixou satisfeita, agora é minha vez. Tirei o arnês e coloquei nela. - fica de quatro, putinha. Eu tava tão excitada e com tesão que nem pensei, fiquei de quatro e a Lúcia se colocou entre minhas pernas e enfiou o dildo devagar. - você tem uma buceta bem apertada, gata. Senti uma dorzinha, mas ela enfiou tão suave que quando percebi, já tava sendo fodida e comecei a gemer. - mmmmm mmmmm ahah. - aproveita, minha menina, agora você já é toda uma mulher, geme assim como uma mulher, agora deita de barriga pra cima e abre as pernas. Ela se meteu entre minhas pernas e enfiou de uma vez, me fazendo gritar. - olha nos meus olhos, quero ver sua cara enquanto aproveita, diz quem é minha gata. - eu mmmm sou sua gata. - minha gata gosta que eu fodo ela, né. - sim. - que putinha você me saiu. - mmmmm vou gozar, ufff que gostoso. - isso mesmo, gata, assim te quero bem molhada do seu mel. - que gostoso, já gozei. - eu sei, gata. Ela tirou, me deu um beijinho nos lábios e tirou o arnês, e ficamos um tempão deitadas na cama, um pouco depois fomos ao banheiro, nos lavamos e dormimos juntas. De manhã, fizemos as tarefas de casa entre as duas, depois de almoçar e relaxar um pouco. - Deisy, o que acha de dar um passeio? - acho bom. - então vamos, vamos nos vestir. A gente tava o dia inteiro só com o babydoll que a gente dormiu, no quarto ela começou a procurar no armário. - toma, experimenta essa minissaia. Ela me passou uma. Saia jeans curtíssima, me despipei e coloquei a saia, ela ficava justa na minha bunda e só uns quatro dedos abaixo do rabo. — É muito curta. — Sim, mas fica perfeita em você, e com essa camiseta vermelha você vai ficar divina, toma, troca o sutiã primeiro. Ela me passou um sutiã vermelho junto com uma calcinha fio dental de renda, coloquei o sutiã, depois a camiseta, e por último tirei a calcinha que eu tava usando e vesti a outra. O simples fato de me ver deslizando a calcinha pelas minhas pernas pra baixo e colocando a outra me excitou, a ponto de não gozar, mas soltei um líquido que molhou minha buceta. Em seguida, a Lucía me desmaquiou e me maquiou de novo, e fez um penteado mais feminino. Por último, ela me deu uns saltos pretos e começou a se arrumar. Ela vestiu uma mini preta tão curta quanto a minha, parecíamos duas putas. Depois de prontas, ela me deu uma bolsa preta pra eu colocar minhas coisas, depois de passar no banheiro. — Vamos, nena. — Vamos. — Vamos dar um passeio de carro. Assim que entrei no carro, tentei ajeitar a minissaia, mas era tão curta que dava pra ver a calcinha. — Não sei como vocês aguentam essas saias tão curtas, mostra tudo. — Tem que saber sentar, juntar as pernas, cruzá-las, colocar a bolsa entre as pernas. Peguei a bolsa e coloquei ali. — Deisy, se solta, deixa a bolsa no chão e sente o prazer de ter as pernas livres. — Não, porque mostra tudo. — Olha pra mim, vou dirigir e também dá pra ver minha calcinha, mas não me importo, quem olhar que se divirta. Tirei a bolsa e joguei pra trás. Ela ligou o carro, saiu de casa e foi em direção à cidade. Chegando no centro, estacionou. — Vamos tomar alguma coisa. Saí do carro e, ainda bem que não tinha ninguém, mas deixei a calcinha vermelha à mostra. Ajeitei a mini e tentei puxar um pouco pra baixo, mas não tinha como puxar. Lucía ficou do meu lado, me pegou pelo braço e fomos andando até um barzinho onde entramos, e estava totalmente vazio. — Oi, Inês, viemos te fazer companhia. — Oi, Lucía, que Alegria, passei a tarde toda sozinha assim. — Agora você já vai ter companhia, esta é a Deisy, a amiga travesti que te falei. Fiquei parada com o que ela tinha dito, Inês se aproximou de mim e me deu dois beijos. — Já tava doida pra te conhecer, Deisy, a Lucía falou de você essa semana. — Prazer em te conhecer — falei, morrendo de vergonha. — O que vocês querem? — Umas cervejas. — Lucia, o que você explicou sobre mim? — Nada demais, só que você é uma amiga travesti. — Não achei legal você ter dito isso, não sou travesti. — Olha só como você tá vestida. — Sim, mas não gostei. — Tá, desculpa, foi mal, é que a Inês é uma grande amiga e talvez eu tenha me empolgado. — Perdoada, mas não quero que você saia contando por aí. — Tá, minha namorada sabe que você é minha putinha, ela tinha que saber. — Da sua namorada, eu já imaginava que você contaria. — Meninas, aqui estão as cervejas, querem algo pra petiscar? Eu pago. — Põe o que você quiser. — Vou trazer algo, mas vou fechar o bar pra ficarmos mais à vontade, acho que não vem quase ninguém hoje. Fechou e depois de um tempo trouxe umas batatas bravas, azeitonas, presunto e queijo. Passamos umas duas horas lá, batendo papo animado, até voltarmos pra casa da Lucía e eu pra minha. Continua.

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