Oi, pessoal! Sei que estive meio sumida, mas tive um monte de trabalho na facul, por isso não postei nada. Mas agora voltei! Ainda não terminei de contar a história anterior, mas vou concluir sim. Só que uns dias atrás rolou uma experiência que me deixou com muito tesão e queria contar pra vocês primeiro, depois fecho o outro relato.
Do lado da minha casa mora minha vizinha e amiga de infância Fer, com quem compartilhei quase a vida toda. Ela é aquela gordinha simpática que nunca chamou muita atenção dos homens por causa do físico, ainda mais andando com uma amiga que roubava todos os olhares. Mesmo assim, ela sempre me apoiou nos sentimentos e nos estudos.
Ela mora com o pai, um gordinho meio careca com aparência desleixada e suja, que trabalha na construção e tá na casa dos 50 anos. Ele ficou viúvo alguns anos atrás. Também mora lá o irmão mais velho dela, o Tito. Comigo ele sempre foi respeitoso, mas a aparência dele era, no mínimo, desagradável. Alto, com 1,80m, na casa dos 30 anos, usa óculos de nerd com lentes bem grossas, o rosto marcado pelas cicatrizes de acne da adolescência, cabelo despenteado e oleoso, e uma barriga tão saliente quanto a do pai. Sempre andava desarrumado, e quando visitava minha amiga, via ele grudado no computador ou vendo algum programa na TV. O quarto dele era cheio de pôsteres de mulheres e bonequinhas de anime com pouca roupa, então sempre achei ele um cara esquisito e meio pervertido.
Eu sempre estava estudando, ia todas as tardes para a faculdade de contabilidade e tinha que andar algumas quadras até o ponto de táxi quando não podia pegar o carro. Era comum eu usar uns jeans bem justos que marcavam minha bunda e uma blusa bem leve que destacava meus seios. Anexo umas fotos de como ficam meus jeans, rsrsrs
Desde que fiz 14 anos, percebi os olhares dos homens indo descaradamente para minha bunda ou meus peitos, e vale destacar que quase não tenho peitos hahaha. Eu fingia odiar esses caras, mas por dentro adorava ser assediada, isso me fazia sentir uma puta, me deixa com tesão que me olhem com desejo e me digam coisas na rua. Sempre tinha algum carro que buzinava ou algum babaca que gritava alguma grosseria tipo —Olha o rabão dessa gostosa!! ou —Que peitão gostoso essa putinha tem!! Eu tentava não dar importância e continuava andando como se nada fosse, mas era algo que acontecia com frequência e me deixava irritada, mas molhava minha calcinha. Mesmo com todos os problemas que isso me causava, costumava me vestir de forma sexy, com roupas confortáveis que destacavam minha bunda ou meus peitos. Meu pai ficava o dia todo num mercadinho ou na sua loja de autopeças, quase 12 horas por dia, ajudado pelo meu irmão mais novo, que nos seus momentos livres depois de estudar, dava uma força pro meu pai, e minha mãe costumava levar o almoço pra eles ao meio-dia. Eu tinha que cursar pela manhã na faculdade e às vezes à tarde, dependendo da matéria; quando dava, passava pra buscar minha amiga na casa ao lado e a gente passava o tempo todo conversando ou enrolando, sempre ríamos das coisas que aconteciam conosco, principalmente algumas coisas que nossos irmãos faziam e eles achavam que a gente não percebia. Ela me contava que às vezes pegava o Tito vendo algum filme pornô ou encontrava revistas pornográficas debaixo da cama dele, e tinha vezes que ela descobria que ele pedia grana pro pai, que ele usava pra ir com as putas saciar seus desejos. Apesar de saber disso, nunca o vi como um maníaco ou pervertido. De qualquer forma, era compreensível que ele tivesse que recorrer a prostitutas pra aliviar as vontades, já que, do meu ponto de vista, ele era um sujeito muito nojento pra arrumar uma namorada: pra começar, ele tinha pouco cuidado com a higiene, por isso... que estava com a pele oleosa e suada o tempo todo, roupas simples e baratas, com uma barriga nojenta pendurada, usava óculos grossos com um bom grau e pra completar era meio lento de pensamento ou pelo menos era assim que eu percebia, era óbvio que ele tinha que satisfazer as vontades pagando, não acreditava naquela época que existissem mulheres que quisessem transar por vontade própria com um cara com essas características. Um dia conversando com minha amiga, entre um assunto e outro ela me contou que tinha ouvido à noite o irmão dela se masturbando, ambas demos risada, saber que um cara de 35 anos ainda se masturbava me parecia absurdo. Eu ri imaginando o cara. Hahahahaha. Tudo mudou no dia que entregaram as notas, as provas tinham acabado e podíamos relaxar algumas semanas, então decidi sair pra uma festa. Eu estava com um top curto junto com uma minissaia de jeans e umas botas de salto alto, enquanto por baixo, usava um fio dental que na parte que entra na bundinha tem pérolas, fica muito sexy vestido.
Um exemplo da calcinha fio dental que ela estava usando
Tava na porta de casa esperando minhas amigas, que estavam atrasadas. Aí chegou o Tito, estacionou rápido e desceu do carro me cumprimentando com um sorriso. Veio se aproximando e começou a falar sobre como tinha sido o dia dele. Já tinha feito isso outras vezes, mas dessa vez parecia mais animado. Me perguntou pra onde eu ia tão arrumadinha e coisas do tipo. Como ele é bem mais alto que eu - chego mais ou menos na altura da barriga grande dele - ele falava olhando pra baixo, com o olhar grudado nos meus peitos. Meu top deixava uma boa parte à mostra. Ele ficou falando um monte de bobagem quase sem piscar. Eu não dei muita importância, porque tava com vergonha de falar alguma coisa. Depois de um tempo, ele se despediu, abaixando um pouco pra me dar um beijo. Foi na bochecha, quase me lambendo. Deu um pouco de nojo, mas não quis dizer nada. Achei que era o jeito meio esquisito dele. Também deu pra sentir o bafo de álcool. Depois chegaram minhas amigas e fomos dançar.
Voltei já de madrugada. Todo mundo em casa tava dormindo e só tinha silêncio, quando ouvi uns barulhos na casa da vizinha. Fiquei preocupada, pensei que eram ladrões tentando entrar. Saí pro quintal e subi num banquinho pra espiar pelo muro baixo que divide nossos quintais - dava pra alcançar se subisse em alguma cadeira. Não tinha sinal de ninguém. Quando já ia descer, ouvi umas vozes dentro da casa e, por curiosidade, fiquei mais um pouco pra escutar e ver. De repente, sai o Tito meio pelado com uma mulher que, pelo jeito, devia ser uma prostituta. Ele tava levando ela pelo braço e, quando chegaram perto de uma cadeira de jardim, ele disse: "Vamos, gostosa, quero que você chupe meu pau aqui fora!" Eu continuei meio escondida atrás de algumas roupas que estavam no varal, observando a cena obscena. Quando o Tito ficou de frente pra mim, pude ver o membro dele com mais detalhe. Não era nada parecido com o que eu tinha imaginado. Mesmo com pouca luz, deu pra notar que era mais comprido que o normal e com... uma grossura considerável, uma cabeça maior que o próprio pênis. Ele estava totalmente ereto e media pelo menos uns 22 centímetros. A garota, que não devia ser mais velha que eu, era baixinha e com uns quilinhos a mais, seus peitos eram maiores que os meus, cabelo tingido de loiro e pele morena, rapidamente se ajoelhou e começou a enfiá-lo entre seus lábios, mas devido ao comprimento e à enorme cabeça mal cabia uma parte; ela metia e sacava aquele membro enorme da boca, e eu olhava surpresa como aquele pau gigante não cabia, Tito só fechava os olhos, seu rosto demonstrava prazer enquanto aquela pobre garota devorava seu membro como podia, ele só exclamava -¡¡Ahgg ahh siii come ele todinho ahh!! -¡¡AHh ahh assim assim chupa tudo Dani siiii AAHHH!! Eu fiquei gelada ao ouvir seu nome, que era igual ao meu, uma sensação estranha percorreu meu corpo e eu não conseguia parar de olhar como ele a tratava, estava boquiaberta, surpresa e já haviam se passado vários minutos em que eu estaria ali assistindo. De repente pude ver que Tito estava ficando ainda mais excitado, certamente estava quase gozando, quando gritou -¡¡Já vou gozar, puta, abre a boca!! Ele tirou seu pau enorme da boca dela e começou a se masturbar na frente dela. A garota permaneceu com a boca aberta esperando a descarga. Não demorou muito, de repente começaram a sair os jatos de porra do seu pau e ele os jogou na boca e em todo o rosto dela de forma abundante. Depois de ter descarregado toda sua porra, ele agarrou seu pau e começou a passá-lo pelo rosto dela e a dar tapas em suas bochechas e lábios, tudo isso que eu estava vendo me parecia nojento e obsceno, mas comecei a sentir minha calcinha fio-dental ficando molhada. Tito tinha cara de vencedor, de ter gozado dela como quis, então disse -¡¡Pronto, puta, ficou bem banhadinha de porra. Agora limpa!! Ela, obediente, começou a limpar com sua língua aquele pau enorme e Tito, quando levantou o rosto, olhou para onde eu estava. Por instinto, me mexi para me esconder, não sabia se ele tinha me visto, embora eu jurasse que por um instante pude ver seus olhos, brilhantes de desejo, de luxúria, de perversão. Sem querer pensar mais no assunto, fui rapidamente me deitar. Aquela noite, sentia uma sensação estranha, meu corpo estava cheio de adrenalina pelo que tinha acabado de testemunhar há alguns instantes, e na minha mente só lembrava daquela imagem do Tito e seu grande animal ereto. Me preocupava saber se ele teria me visto espiando, e se sim, o que ele pensaria de mim e que pretexto eu daria para explicar o que estava fazendo vendo aquilo. Aquela noite quase não dormi, pensando nos detalhes: a cena nojenta daquela prostituta se deixando humilhar por alguns trocados, o tamanho do pau do vizinho, o rosto e os peitos dela brilhando de porra, a barriga horrorosa do meu vizinho, sua risada odiosa, aquele olhar de controle e dominação. Nada como eu tinha imaginado. No dia seguinte, não vi o Tito por perto, sabia que a família dele estaria uma semana nas montanhas, então melhor para mim, assim eu poderia evitá-lo.
Passou uma semana inteira e já era sexta-feira de novo. Naquele dia, eu estava super atarefada resolvendo coisas da escola, fomos celebrar com uns amigos por ter terminado mais um ano, e no fim das contas, voltei para casa quando já estava escuro. Quando estava quase chegando em casa, percebi que, com a pressa, tinha saído sem chave. Confiava que alguém estivesse em casa, mas para meu azar, não havia sinais de ninguém. Certamente tinham ido com meu pai ajudá-lo no trabalho. Para coroar meu azar, começou a chover. Toda molhada, decidi ficar embaixo do alpendre esperando alguém chegar, não deviam demorar tanto, imaginei. As horas passavam e eu sentia cada vez mais frio, já que estava vestida para sair, com um vestido preto de couro sintético, curtinho que chegava um pouco abaixo da minha bunda, que eu tinha que ficar puxando para baixo para não mostrar meu rabinho, em cima era muito decotado e com salto alto que levantavam mais minha bunda e como sempre calcinha fio-dental, mas dessa vez de renda. Não sabia o que fazer esperando eles voltarem, de repente pensei em pedir pros meus vizinhos me deixarem entrar pelo quintal deles, mas tava com medo que fosse o Tito quem abrisse, não sei se ele ia falar alguma coisa por causa do outro dia, aí não tive coragem e fiquei tomando frio sozinha ali. O tempo passava e ninguém chegava na minha casa. Aí vi alguém descer de um táxi e correr pro portão do vizinho. Quando consegui ver quem era, deu um calafrio: era o Tito, ele rapidamente olhou pra mim e me viu sozinha e molhada na entrada, sorriu e perguntou se eu tinha ficado pra fora, se queria passar na casa dele, apesar do desconforto que sentia pelo que vi na outra noite aceitei sem pensar só na chuva e no frio. Fomos pra cozinha, quando chegamos lá, o olhar dele foi direto pros meus peitos, isso me incomodou muito, mas imaginei que com o decote grande que tava e molhada não podia reclamar, não tava de sutiã e meus mamilos estavam durinhos. Pedi uma toalha pra me secar um pouco. Ele saiu da cozinha e foi pro quarto dele, voltando com uma toalha branca. Quando me deu, percorreu meu corpo com o olhar e disse pra eu sentar. Falei que deixasse eu tentar pular pro meu quintal, e ele disse claro, mas que primeiro antes de ir eu tomasse um café pra esquentar. Aceitei, enquanto usava a toalha pra tampar meus mamilos, já saltando do vestido por causa do frio e o canal que tava aparecendo. Enquanto preparava o café, percebi como ele virava pra me olhar, me devorava com os olhos. Eu tava muito nervosa e desconfortável pelo que tinha visto no outro dia e rezava pra ele não falar nada. Como não queria olhar pra ele, olhei pra tudo quanto é lado. De repente ele pediu que eu me aproximasse pra provar o café, pra ver se tava bom de açúcar, me aproximei toda nervosa, comecei a provar o café aos poucos, e vi como os olhos dele tentavam se esgueirar pela toalha pra olhar descaradamente pros meus peitos, nos olhos dele... deu pra notar a excitação dele, ou melhor dizendo, dava pra ver a tesão estampada no rosto. Ele me olhava tão fixo que parecia que queria se jogar nos meus peitos. Enquanto provava o café, ele me perguntou de onde eu vinha, se eu estava esperando há muito tempo, como estava a escola, enfim, coisas do dia a dia. Quando terminei o café, eu disse pra ele me deixar pular o muro pra entrar em casa, mas ele insistiu que eu ficasse mais um pouco. O olhar dele tinha mudado nos últimos minutos. Tava cheio de maldade, de perversidade. Depois de recusar várias vezes, finalmente ele aceitou me ajudar a pular e eu, morrendo de medo pela tensão do momento e aliviada pela resposta dele, fomos pro quintal.
Já lá, usando uma escada de poucos degraus, ele deixou que eu subisse e me esticasse pra me inclinar sobre o muro enquanto ele ficava atrás de mim. Eu sabia que ele tava me olhando por trás e com certeza direto pra minha bunda, porque eu só tava com um vestidinho curto. Obviamente, com as mãos, eu puxava o vestido pra baixo pra não mostrar nada, fechava as pernas o máximo que dava, mas quanto mais eu me esticava tentando pular pro meu lado, mais o vestido subia. Até que senti o frio gelado entrar e acariciar meu rabinho. Aí eu soube o grande show que tava dando pro Tito, porque sabia que o vestido tinha subido demais, a ponto de deixar minhas nádegas descobertas, ou pelo menos uma parte. Uma sensação estranha percorreu todo o meu corpo, o frio tinha sumido, e eu sentia meu corpo meio esquisito, sentia minhas orelhas ficando vermelhas e um calor crescendo que me invadia por dentro. Quando tentei subir pra alcançar a beirada, comecei a me sentir tonta. Tito se aproximou fingindo preocupação de que eu fosse cair, me segurou pela cintura e se ofereceu pra pular ele mesmo e depois me abrir o portão. Com toda a vergonha do mundo, tive que dizer que sim. Então desci sentindo as mãos dele na minha cintura, e deixei o gordo pular. Depois saí pra rua esperar ele me abrir, quando eu ia em direção... ao sair na rua, vi que meu vestido estava um pouco acima da metade das minhas nádegas, então o pior aconteceu: Tito tinha visto minha bunda minúscula e quem sabe o que mais. Depois de agradecê-lo, ele disse que tinha esquecido o casaco no quintal — que idiota, pensei —, mas agradecida pelo favor, não reclamei quando ele me acompanhou para dentro. Uma vez no quintal, que dava para a casa dele, ele pegou o casaco do chão e me disse para ir deitar, que não me preocupasse, ele trancaria tudo antes de ir embora. Na verdade, as tonturas que sentia estavam ficando mais fortes, então não reclamei e me despedi dele com um beijo na bochecha, que o gordo aproveitou novamente para molhar minha face com saliva. Foi nojento, mas me convenci de que era um preço justo pelo favor e fiquei feliz que tivesse acabado. Fiquei parada no quintal até ouvir a porta fechar, então fui para meu quarto, sentindo a tontura cada vez mais forte. Tirei a roupa molhada e procurei na gaveta uma lingerie limpa e seca; tudo estava girando, tirei o vestido molhado e depois o fio dental, vestindo um conjunto novo de lingerie branca e uma camiseta larga que chega na metade da minha bunda para dormir, fui para a cama visivelmente tonta, mal conseguia me manter em pé. Essas fotos não são daquele dia, são de outro dia em que estava com tesão e quis tirá-las, mas mais ou menos assim eu me troquei naquela noite, espero que gostem das minhas fotos e do meu corpo, meus amores 😍❤️😘

Quando levantei os olhos para a porta do meu quarto, quase desmaiei de susto: Tito me observava da entrada, com um sorriso malicioso. O volume na calça dele deixava claro que ele tinha ficado me observando enquanto eu trocava de roupa, e agora eu estava ali, sozinha com aquele gordo punheteiro na minha casa, de calcinha, e tão tonta que mal conseguia me manter em pé. Tentei me virar e ir para o outro lado da cama, mas ao dar o primeiro passo senti o chão se mover e ia cair, e Tito me segurou abraçando minha cintura. Ele se posicionou atrás de mim e senti o desgraçado encostar o volume dele na minha bunda, pude sentir a excitação dele contra minhas nádegas. - Vamos, Dani, deixa eu te ajudar a deitar, você tá bem mal. O sujeito estava se aproveitando do meu estado, tocando um pouco mais da pele da minha cintura e enfiando os dedos por baixo da minha blusa, e eu tentava sair daquela situação, mas meu corpo não respondia, meus braços e pernas pareciam mais pesados a cada instante. De repente, sem perder tempo, ele sussurrou no meu ouvido algo que me deixou perplexa: - E, Dani, já que estamos em confiança, me conta o que você achou daquela puta me chupando no outro dia, gostou do que viu? Por isso ficou o tempo todo de boca aberta? Eu fiquei paralisada, morrendo de medo, meu coração começou a bater mais rápido, não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela revelação, fiquei muda, então ele disse: - O que foi?? Gostou de ver como eu comi aquela puta?? Não vai dizer nada?? Que tal você tomar o lugar dela e por esta noite você ser minha puta? Eu tentei dizer algo, negar o que ele estava falando, mas da minha boca só saíam gemidos sem sentido, continuava sem conseguir dizer uma palavra. Tito me aproximou do colchão e me soltou de costas para a cama. Ele colocou o corpo sobre o meu e, longe de me soltar, começou com as mãos a percorrer meu corpo, passou as mãos pelo meu pescoço e com um movimento rápido levantou minha blusa até minha garganta, deixando meus seios expostos e me... sussurrou no meu ouvido - Que peitão gostoso você tem, Dani!! Suas mãos apertavam meus seios com ansiedade, amassando-os com força enquanto murmurava no meu ouvido - Que peitos grandes e tão duros você tem!! Eu conseguia sentir suas mãos gordas sobre meu corpo, o calor me invadia ainda mais agora que ele estava abusando de mim, e por alguma razão meu corpo não respondia, mal conseguia levantar uma mão desajeitadamente, e apesar de quase não conseguir me mexer, meu corpo sentia cada aperto que o maldito do meu vizinho me dava e, por incrível que parecesse, eu sentia excitação com aquelas apalpadas, a umidade que sentia na minha buceta provava isso, e a dureza dos meus mamilos, estava me excitando ser abusada. Eu sabia que aquilo não ia terminar só em apalpadas, aquele gordo ia me violentar. Tito ficou um tempo massageando meus peitos e esfregando seu pacote contra minha bunda repetidamente. Por mais que minha cabeça tentasse se soltar do meu opressor, meu corpo não respondia, de repente uma de suas mãos apoiou-se na parte superior da minha coxa direita, aos poucos foi subindo até conseguir acariciar minha bunda linda, ele a acariciou com ousadia, eu fiz um esforço para virar a cabeça por um momento e vi seu rosto doentio, parecia um lunático, sua boca aberta quase babando denunciava um prazer mórbido, Tito extasiado por me ter à sua inteira disposição me disse - Isso, deixa eu admirar esse rabo gostoso que você tem!! Enquanto continuava admirando minha bunda, ele pegou minhas nádegas, as separou e seguiu pressionando mais forte seu volume contra a fenda da minha bunda, eu conseguia notar as palpitações de seu membro excitado, enquanto minha bunda linda afundava sob sua enorme barriga. Ele me pegou pelos quadris e continuou esfregando seu pacote com força, depois de um tempo ele disse - Nossa, mas que bunda boa você tem, sinto ela tão grande contra meu pau!! Eu quase não conseguia controlar meu corpo que estava ainda mais excitado, com um calor que às vezes mal me deixava respirar. Fiquei observando o que o gordo fazia e vi como Tito se divertia com cada parte do meu corpo. - Que gostosa você está, Dani... você não passa de uma garota com um corpão e parece que agora eu vou aproveitar! Comecei a chorar ao ouvir tudo aquilo sobre mim, mas meu corpo estava indefeso e eu não podia fazer nada para evitar, uma sensação estranha percorreu todo o meu ser e eu não conseguia acreditar que isso estava acontecendo com o irmão da minha melhor amiga, sendo um cara que nem era atraente e eu estava só com meu fio-dental e uma blusa arregaçada que deixava meus seios à mostra. Enquanto ele me olhava, sorria de um jeito doentio. E continuou me segurando e sussurrou no meu ouvido - Você está muito gostosa, Dani, não se preocupa que já fechei a entrada e ninguém vai incomodar! Temos a noite toda para nós. De repente, ele me pegou pela cintura e me virou violentamente, ficando na altura do peito dele, já que ele era muito mais alto que eu, rapidamente suas mãos puxaram minha blusa para apertar meus seios, eu chorava diante do abuso e sentia seus apertões fortes que aos poucos deixavam meus mamilos arrepiados, era muito estranho porque eu não queria ser penetrada por aquele homem nojento, mas me excitava o fato de ser estuprada e violentada; ele, percebendo rapidamente a ereção deles, me disse - Você gosta que mexam nos seus peitos, putinha? Eu não respondi, mas senti meu rosto corar, era evidente que isso tinha respondido por mim, num movimento rápido suas mãos terminaram de tirar minha blusa, tentei me cobrir, mas minhas mãos não conseguiam se levantar, ele ficou de boca aberta me olhando um tempo e depois disse num tom eufórico - Que peitões lindos, Dani, te parabenizo, são melhores do que eu imaginava!! E pensar que sempre ficava olhando como eles balançavam quando você saía com essas blusas de puta, e agora os tenho aqui, ao meu alcance, sem caberem nas minhas mãos. E depois disso, ele os apertou com força, enquanto começou a lambê-los descontroladamente, depois de se aproveitar o quanto quis dos meus seios, os soltou, me virou no colchão e suas mãos enormes se... Foram direto pra minha bunda, apertando e apalpando com violência, enquanto me olhava e dizia com um sorriso perverso — Que rabo você tem, que delícia, você tem um cuzão... você gosta que mexam na sua bunda? Eu comecei a choramingar, enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, odiava aquele jeito de me tratar, mas meu corpo parecia não odiar. — Que gostosa que você está!! E eu vou aproveitar esse corpinho lindo que você tem!! Quer que eu te recompense com meu leite? Eu chorava cada vez mais, mas Tito continuou e começou a desabotoar o cinto, levando a mão até o volume enorme na calça. De repente, ele me pegou pelo queixo e me deu um beijo violento, a língua nojenta dele invadiu completamente a minha boca, eu nem consegui fechar os lábios, depois Tito lambeu meu rosto e minhas lágrimas, era totalmente repugnante e humilhante. Aos poucos, ele foi me puxando pra beirada da cama, eu tentava lutar contra meu corpo e o dele, pra me soltar, mas não conseguia, não sabia por quê, quando chegamos na borda, ele me inclinou sobre a superfície, me deixando quase num ângulo, minha cabeça ficou enterrada no colchão e minha bunda do outro lado, servida pro gordo abusar o quanto quisesse. Enquanto acariciava minha bunda, o muito safado tirou o pau dele, que era todo venoso e grosso, depois aproximou da minha cara, começando a me dar pequenas batidinhas com ele, eu não parava de chorar, era muito humilhante e ele se excitava cada vez mais, me dizendo num tom de gozação — O que você acha de como eu te deixou, putinha? Eu só choramingava de rejeição e nojo, mas estava muito engasgada com minhas lágrimas, as mãos enormes dele de repente começaram a dar palmadas fortes na minha bunda, que o deixava obcecado, dava pra sentir na forma como ele apertava ou batia.
De repente, ele saiu da cama e ficou atrás de mim. Eu chorava inconsolável, então o desgraçado abaixou a calça. Ali eu soube que não tinha volta: o maldito ia me estuprar e meu corpo não respondia para me negar. Virei como pude e vi ele olhando fixamente pra minha bunda. Depois, a mão dele acariciou minha virilha, sentindo os meus fluidos. Ele riu e disse algo que me fez entender tudo: "Ahhh, que delícia é poder aproveitar seu corpo sem você resistir!! As pílulas que coloquei no seu café funcionaram perfeitamente!!" Ouvindo isso, comecei a chorar mais e a pensar em dezenas de insultos. Isso explicava as tonturas repentinas e o fato de agora eu não conseguir me mexer. Apesar da minha imobilidade, meu corpo respondia às carícias dele, mas não era minha mente — que não concebia um sujeito tão nojento me comendo —, era meu corpo. Era óbvio que ele sabia que meu corpo estaria disponível e indefeso. Não tinha o que fazer. Ele continuou rindo da minha desgraça e disse: "Que bunda linda você tem, Dani!!" Terminando de falar, agarrou o pau grosso já bem duro e começou a dar tapas nas minhas nádegas, enquanto com a outra mão as apalpava. De repente parou e, num movimento rápido, puxou as alças do meu thong e o desceu até meus tornozelos. Ficou parado um segundo e comentou: "Que rabo você tem, Dani, tá uma delícia! Levanta e balança de novo, porque hoje vou te rasgar todinha!!" E me deu um tapa forte na bunda. Eu, com muito medo, só conseguia ficar parada. Minha excitação virou um medo terrível. Ele pegou minhas nádegas com as mãos grandes e colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha buceta, começando aos poucos a abrir caminho. Eu fiquei estática, então ele foi enfiando o pau dentro devagar e a dor foi aumentando. A cabeça era enorme, mais grossa que o tronco todo, muito gorda pra mim, e me fez gritar de dor. E mais ainda porque minhas pernas estavam juntas, o que apertava mais minha vagina.
¡¡Mmmhhhhgggggggg!! Só consegui gemer. Ele não parou e enfiou até o fundo o seu membro e disse meio entrecortado -¡¡Ahhhggg que apertadinha você está, que gostoso você aperta Ahhhhh!! Eu sentia uma dor forte e um pouco de falta de ar, sentia como se o membro dele estivesse me rasgando, mas meu corpo parecia gostar cada vez mais e rapidamente meus mamilos ficaram bem duros. De vez em quando passava pela minha cabeça a sensação de ser tão desejada. Em um movimento rápido, virei para trás e pude ver minha calcinha no chão e minhas pernas bem fechadas com ele em cima, ele realmente me tinha totalmente exposta para ele, estava à sua total disposição, depois ele me pegou pelos quadris e começou a me penetrar cada vez mais rápido, sentia como com cada investida daquele membro grosso e grande me enchia e me deixava mais excitada.
Mal conseguia segurar meu corpo que estava cada vez mais perto do orgasmo, era óbvio que o que ele tinha me dado era muito forte, porque eu mal conseguia pensar e aos poucos comecei a gemer para sua satisfação nojenta -¡¡Ahhh ahhh ahhh ahhhhhh oh mmmmmh oohh!! Ele, ao me ouvir, acelerava suas investidas e me penetrava com muita força, senti que ele me partia por dentro, era uma dor de sensação estranha, aí o desgraçado agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente em direção ao seu pau enquanto me dizia ¡¡Aaaahhhhh que gostosa que você fode Dani, tá melhor que uma puta de luxo, ninguém nunca me excitou tanto, vamos mexe essa bunda assim aaahhh!! Eu chorava ao ouvir seus insultos, mas meu corpo continuava fiel ao seu objetivo de terminar. Ele já devia estar me comendo por vários minutos, eu já tinha me acostumado aos meus gemidos e ao barulho que minhas nádegas faziam batendo na barriga dele, com um movimento rápido, ele me pegou pelos braços e puxou para trás e assim nessa pose começou a me foder com mais força, ele metia e tirava seu pau de dentro de mim de um jeito incrível e doloroso, enquanto ele entre gemidos dizia ¡¡Aahhhh que linda você tá assim, curtindo que nem uma puta!!

Nessa posição eu estava totalmente estimulada, então não aguentei e explodi num orgasmo gigantesco que me fez sentir tão culpada e suja. E ele sabia como eu devia estar me sentindo, porque sussurrou no meu ouvido suavemente: "Aproveita sua gozada, Dani, sei que você gostou!!" Eu sentia muito ódio, me sentia totalmente humilada, mas meu corpo, em vez de voltar ao normal, só aumentava a temperatura cada vez mais. Ele devia saber, porque rapidamente e sem perder tempo puxou minha calcinha, esfregando bem minha bunda, e me pegou pelo braço para me colocar no centro da cama. Eu choramingava e o xingava, tentando me soltar, mas a força dele era muito maior que a minha, e o tamanho dele, nem se fala.
Depois de ficar em cima de mim, ele rapidamente me pegou pela cintura, me virou e me deu um beijo nojento, movendo a língua dele contra a minha com tudo que tinha. As mãos dele desceram até agarrar forte as nádegas da minha bunda e me apertou contra ele, começando a me esfregar no volume dele. Ele estava me esfregando vilmente enquanto a boca dele parecia sugar a minha, era algo totalmente aterrorizante.
De repente, as mãos dele soltaram meu rosto e foram para meus ombros. Eu continuava imóvel. Então ele parou de me beijar e me disse gritando: "Vamos, você vai adorar isso, vadia!!" E então, empurrando meus ombros, fiquei deitada na altura da barriga gorda dele. Mesmo tentando resistir, ele me segurava com muito mais força, então fiquei na altura dos quadris dele. O membro dele estava grosso e muito duro. Embora eu tivesse perdido a virgindade há muito tempo e muitos homens já me haviam penetrado, tudo tinha sido de forma consensual.
Tito, me tendo totalmente submissa, continuou me humilhando, batendo na minha cara com o membro dele, que parecia uma clava de tão duro que estava. Eu olhava para ele completamente assustada e chorando, até que ele parou, pegou o membro inchado e começou a bater nos meus seios, enquanto com a outra mão os apertava com força. Depois de alguns minutos, ele parou e se inclinou um pouco, colocando o membro dele a... a altura dos meus seios e ele disse — Vamos, bebê, agora me dá uma boa massageada com essas tetonas que você tem!! Eu não sabia ao que ele se referia, mas o membro dele no meu canal já deixava subentendido, então chorando cada vez mais, senti como ele pegou meus seios e os apertou contra seu membro, sem fazer mais nada, Tito rapidamente começou a mover seu membro para cima e para baixo e, agarrando meus peitos, impôs um vai e vem lento e humilhante, enquanto gozava terrivelmente e entre gemidos me dizia — Que bem você está fazendo, putinha, você me deixa louco com esses peitos!!
Ele ficou um tempo assim aproveitando meus peitos e a massagem que eles faziam nele, então pegou o pau dele e apontou pra minha boca, segurando minha cabeça. Eu engasguei e quase vomitei, o cheiro era bem forte, mas não tive escolha a não ser enfiar aquele pau na boca, já que ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mover ritmicamente. Ele estava metendo na minha boca com um movimento que me machucava por ser tão grosso. As laterais da minha boca doíam muito e eu comecei a tentar empurrar e bater nele pra ele parar, mas só tinha força pra levantar um braço. Ele riu e me disse, me encarando fixamente: "Calma, gata, deixa eu curtir essa boquinha linda!" E continuou um pouco mais rápido. Eu sofria muito e os cantos da minha boca doíam de tão esticados que estavam. Ele começou a puxar meu cabelo, enquanto movia minha cabeça pra frente e pra trás, aumentando a dor. O pau dele chegava até minha garganta, meus engasgos soavam cada vez mais altos, da minha boca jorrava baba e mais baba pela profundidade da penetração. Eu pensei que ia desmaiar, não sei quanto tempo ficou assim, mas pareceu uma eternidade, até que ele parou e deu uma última enfiada, metendo o pau o mais fundo possível na minha boca.



Comecei a tossir sem controle, enquanto ele sorria com ares de vitória e, olhando para mim de forma provocadora, disse: "Hoje vou te matar de pirocada, sua vagabunda!!" Eu chorava e o encarava fixamente, com muito ódio, sabendo que ele devia se sentir um vencedor, por me ter absolutamente impotente em suas mãos, para fazer o que quisesse e quantas vezes quisesse. Eu estava em suas mãos para ele me usar à vontade. Depois, sem dizer uma palavra, ele me levantou e com um empurrão forte me jogou na cama. Eu me assustei com a violência e sabia que ele começaria a me violentar, mas isso parecia excitar meu corpo cada vez mais. Eu tremia de medo, vendo ele acariciar seu membro grosso e se masturbar lentamente, enquanto se deleitava olhando meu corpo com aquela cara de doente depravado. Então, com sua voz grossa, ele disse: "Vamos, gata, abre as pernas!!" Eu tremia e lentamente fui abrindo, o máximo que conseguia, enquanto ele babava quase ao me observar. Com muito medo e vergonha, abri minhas pernas devagar, dobrando meus joelhos, e fechei os olhos com força. Minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto meu corpo pedia por um alívio aos gritos. Ele se posicionou sobre mim, eu podia senti-lo suando e agitado, já com uma excitação incontrolável, e então senti a ponta do seu membro na entrada da minha buceta. O calor se espalhou dentro de mim e ele aproveitou para enfiar todo seu pau enorme. Senti a barriga dele cair sobre meu ventre, sua pele peluda e áspera esmagando contra minhas coxas. Sua respiração ficava cada vez mais ofegante e ansiosa, parecia um cachorro desesperado.

A situação de estar sendo comida pelo Tito, com sua cara de estúpido, seu tesão nojento por prostitutas, sendo mais velho que eu, com uma barriga enorme e muito feio; me fazia chorar cada vez mais e dava vontade de matá-lo, mas pro meu corpo não importava nada disso, a umidade na minha buceta facilitava a entrada e saída e meu rosto ardia com o calor que eu sentia. O gordo começou um vai e vem mais ou menos rápido e meu corpo reagia internamente às suas investidas, logo meus gemidos começaram a escapar da minha boca - Mmmmm!! Ahhhhhh!! Cada vez eu gemia mais alto enquanto minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto, ele ao perceber meus gemidos e minha dor interna aproveitou e entre risadas de deboche me dizia - Ahhhhhggggg Dani, agora é tarde, seu corpo incrível já é meu… sente como eu te como.... !Aproveita meu pau! A dor que suas palavras me causavam era impossível de descrever, eu me sentia humilhada. Só queria que esse pesadelo acabasse, quando ele parou de repente, tirou o pau, recuou e me pegando pelos tornozelos, juntou minhas pernas e colocou cada uma sobre seus ombros e então começou com as investidas, mas muito mais fortes que antes, o ritmo era selvagem e violento e eu gritava mais do que gemía - Ahhhh!! Ahhhhyyy!! Ahhhhyyy!! Ele suava cada vez mais e gemía alto enquanto me dizia - Isso Dani, você é minha puta!! Adoro ver seus peitos pulando, vamos grita puta, grita!! Ele se movia contra meu corpo com um desejo e ódio que parecia me deixar com mais medo.


De repente ele jogou minhas pernas sobre mim, ficando quase em cima de mim e acelerando ainda mais a penetração. Sua cara de prazer e seu suor eram horríveis, ele devia saber porque me olhava e ria de forma perversa. De repente, o desgraçado me cuspiu, fazendo com que sua saliva caísse no meu rosto. Eu chorei de raiva com essa nova humilhação, e ele deve ter percebido porque cuspiu em mim de novo, mas dessa vez fazendo a saliva escorrer pelos meus peitos. A humilhação era demais, mas ele ficava cada vez mais excitado, porque continuou cuspindo grossas golfadas por todo meu rosto e meus seios enquanto acelerava as estocadas, me fazendo morrer de prazer humilhante. Ele ria de forma perversa e me dizia: — Vamos, junta essas tetas, aperta elas!
Eu, com lágrimas nos olhos, não podia fazer nada enquanto ele gemia cada vez mais e eu, pouco a pouco, também começava a sentir muito calor. Era evidente que eu ia chegar ao orgasmo. Ahhhhhhhffff!! Ahhhh!! Ahhhh!! Ahhgggggggg!! Mmmmmhhh!! De repente, num movimento rápido, ele saiu de mim, deixando meu orgasmo pela metade. Ele se posicionou ao meu lado e se masturbou sobre meus peitos, gozando rapidamente sobre eles e respingando no meu rosto. Eu chorava cada vez mais, e ele se divertia com meu choro, já que depois começou a me bater com seu membro quase morto e a passá-lo pelos meus peitos e rosto, me enchendo com o resto da porra dele. Ele esfregou aquilo por todo o meu rosto, meus olhos, nariz, queixo, etc. Era horrível como aquele gordo nojento se aproveitava. Eu chorava sem consolo, enquanto meu corpo continuava sentindo aquele calor descontrolado.

Então ele se deitou ao meu lado, com a respiração ofegante e suspirando, certamente depois do orgasmo intenso que tinha acabado de ter. Não sei quanto tempo fiquei em silêncio chorando, enquanto ele recuperava o fôlego normal, pegou o celular e começou a enviar algumas mensagens. De repente, o celular dele tocou com novas mensagens, vi seu rosto demonstrando muita alegria. Ele se levantou e, com o rosto perto do meu, tapou minha boca e sussurrou no meu ouvido: "Parece que ainda temos tempo e eu tenho muito leite pra dar, sua puta. Então descansa, porque vou arrombar seu cu e gozar dentro da sua bunda e da sua buceta!! Então relaxa aí e fica assim, peladinha, que daqui a pouco volto pra te foder de novo." Depois disso, ele saiu em direção à cozinha. Chorei com mais intensidade, sabendo como aquele desgraçado ia continuar se aproveitando do meu corpo e como eu não podia fazer nada para impedi-lo. O pior de tudo é que meu corpo queria recebê-lo, eu ainda estava muito excitada, sem dúvida o que ele tinha colocado no meu café era muito forte, e meu corpo deixava isso claro. Fiquei deitada nua, com a buceta quente e ardendo pela grossura do pau dele, com o rosto e os peitos cheios de porra. Minha vagina continuava muito molhada, parecia que queria mais... Continua.
Do lado da minha casa mora minha vizinha e amiga de infância Fer, com quem compartilhei quase a vida toda. Ela é aquela gordinha simpática que nunca chamou muita atenção dos homens por causa do físico, ainda mais andando com uma amiga que roubava todos os olhares. Mesmo assim, ela sempre me apoiou nos sentimentos e nos estudos.
Ela mora com o pai, um gordinho meio careca com aparência desleixada e suja, que trabalha na construção e tá na casa dos 50 anos. Ele ficou viúvo alguns anos atrás. Também mora lá o irmão mais velho dela, o Tito. Comigo ele sempre foi respeitoso, mas a aparência dele era, no mínimo, desagradável. Alto, com 1,80m, na casa dos 30 anos, usa óculos de nerd com lentes bem grossas, o rosto marcado pelas cicatrizes de acne da adolescência, cabelo despenteado e oleoso, e uma barriga tão saliente quanto a do pai. Sempre andava desarrumado, e quando visitava minha amiga, via ele grudado no computador ou vendo algum programa na TV. O quarto dele era cheio de pôsteres de mulheres e bonequinhas de anime com pouca roupa, então sempre achei ele um cara esquisito e meio pervertido.
Eu sempre estava estudando, ia todas as tardes para a faculdade de contabilidade e tinha que andar algumas quadras até o ponto de táxi quando não podia pegar o carro. Era comum eu usar uns jeans bem justos que marcavam minha bunda e uma blusa bem leve que destacava meus seios. Anexo umas fotos de como ficam meus jeans, rsrsrs

Desde que fiz 14 anos, percebi os olhares dos homens indo descaradamente para minha bunda ou meus peitos, e vale destacar que quase não tenho peitos hahaha. Eu fingia odiar esses caras, mas por dentro adorava ser assediada, isso me fazia sentir uma puta, me deixa com tesão que me olhem com desejo e me digam coisas na rua. Sempre tinha algum carro que buzinava ou algum babaca que gritava alguma grosseria tipo —Olha o rabão dessa gostosa!! ou —Que peitão gostoso essa putinha tem!! Eu tentava não dar importância e continuava andando como se nada fosse, mas era algo que acontecia com frequência e me deixava irritada, mas molhava minha calcinha. Mesmo com todos os problemas que isso me causava, costumava me vestir de forma sexy, com roupas confortáveis que destacavam minha bunda ou meus peitos. Meu pai ficava o dia todo num mercadinho ou na sua loja de autopeças, quase 12 horas por dia, ajudado pelo meu irmão mais novo, que nos seus momentos livres depois de estudar, dava uma força pro meu pai, e minha mãe costumava levar o almoço pra eles ao meio-dia. Eu tinha que cursar pela manhã na faculdade e às vezes à tarde, dependendo da matéria; quando dava, passava pra buscar minha amiga na casa ao lado e a gente passava o tempo todo conversando ou enrolando, sempre ríamos das coisas que aconteciam conosco, principalmente algumas coisas que nossos irmãos faziam e eles achavam que a gente não percebia. Ela me contava que às vezes pegava o Tito vendo algum filme pornô ou encontrava revistas pornográficas debaixo da cama dele, e tinha vezes que ela descobria que ele pedia grana pro pai, que ele usava pra ir com as putas saciar seus desejos. Apesar de saber disso, nunca o vi como um maníaco ou pervertido. De qualquer forma, era compreensível que ele tivesse que recorrer a prostitutas pra aliviar as vontades, já que, do meu ponto de vista, ele era um sujeito muito nojento pra arrumar uma namorada: pra começar, ele tinha pouco cuidado com a higiene, por isso... que estava com a pele oleosa e suada o tempo todo, roupas simples e baratas, com uma barriga nojenta pendurada, usava óculos grossos com um bom grau e pra completar era meio lento de pensamento ou pelo menos era assim que eu percebia, era óbvio que ele tinha que satisfazer as vontades pagando, não acreditava naquela época que existissem mulheres que quisessem transar por vontade própria com um cara com essas características. Um dia conversando com minha amiga, entre um assunto e outro ela me contou que tinha ouvido à noite o irmão dela se masturbando, ambas demos risada, saber que um cara de 35 anos ainda se masturbava me parecia absurdo. Eu ri imaginando o cara. Hahahahaha. Tudo mudou no dia que entregaram as notas, as provas tinham acabado e podíamos relaxar algumas semanas, então decidi sair pra uma festa. Eu estava com um top curto junto com uma minissaia de jeans e umas botas de salto alto, enquanto por baixo, usava um fio dental que na parte que entra na bundinha tem pérolas, fica muito sexy vestido.
Um exemplo da calcinha fio dental que ela estava usando
Tava na porta de casa esperando minhas amigas, que estavam atrasadas. Aí chegou o Tito, estacionou rápido e desceu do carro me cumprimentando com um sorriso. Veio se aproximando e começou a falar sobre como tinha sido o dia dele. Já tinha feito isso outras vezes, mas dessa vez parecia mais animado. Me perguntou pra onde eu ia tão arrumadinha e coisas do tipo. Como ele é bem mais alto que eu - chego mais ou menos na altura da barriga grande dele - ele falava olhando pra baixo, com o olhar grudado nos meus peitos. Meu top deixava uma boa parte à mostra. Ele ficou falando um monte de bobagem quase sem piscar. Eu não dei muita importância, porque tava com vergonha de falar alguma coisa. Depois de um tempo, ele se despediu, abaixando um pouco pra me dar um beijo. Foi na bochecha, quase me lambendo. Deu um pouco de nojo, mas não quis dizer nada. Achei que era o jeito meio esquisito dele. Também deu pra sentir o bafo de álcool. Depois chegaram minhas amigas e fomos dançar.Voltei já de madrugada. Todo mundo em casa tava dormindo e só tinha silêncio, quando ouvi uns barulhos na casa da vizinha. Fiquei preocupada, pensei que eram ladrões tentando entrar. Saí pro quintal e subi num banquinho pra espiar pelo muro baixo que divide nossos quintais - dava pra alcançar se subisse em alguma cadeira. Não tinha sinal de ninguém. Quando já ia descer, ouvi umas vozes dentro da casa e, por curiosidade, fiquei mais um pouco pra escutar e ver. De repente, sai o Tito meio pelado com uma mulher que, pelo jeito, devia ser uma prostituta. Ele tava levando ela pelo braço e, quando chegaram perto de uma cadeira de jardim, ele disse: "Vamos, gostosa, quero que você chupe meu pau aqui fora!" Eu continuei meio escondida atrás de algumas roupas que estavam no varal, observando a cena obscena. Quando o Tito ficou de frente pra mim, pude ver o membro dele com mais detalhe. Não era nada parecido com o que eu tinha imaginado. Mesmo com pouca luz, deu pra notar que era mais comprido que o normal e com... uma grossura considerável, uma cabeça maior que o próprio pênis. Ele estava totalmente ereto e media pelo menos uns 22 centímetros. A garota, que não devia ser mais velha que eu, era baixinha e com uns quilinhos a mais, seus peitos eram maiores que os meus, cabelo tingido de loiro e pele morena, rapidamente se ajoelhou e começou a enfiá-lo entre seus lábios, mas devido ao comprimento e à enorme cabeça mal cabia uma parte; ela metia e sacava aquele membro enorme da boca, e eu olhava surpresa como aquele pau gigante não cabia, Tito só fechava os olhos, seu rosto demonstrava prazer enquanto aquela pobre garota devorava seu membro como podia, ele só exclamava -¡¡Ahgg ahh siii come ele todinho ahh!! -¡¡AHh ahh assim assim chupa tudo Dani siiii AAHHH!! Eu fiquei gelada ao ouvir seu nome, que era igual ao meu, uma sensação estranha percorreu meu corpo e eu não conseguia parar de olhar como ele a tratava, estava boquiaberta, surpresa e já haviam se passado vários minutos em que eu estaria ali assistindo. De repente pude ver que Tito estava ficando ainda mais excitado, certamente estava quase gozando, quando gritou -¡¡Já vou gozar, puta, abre a boca!! Ele tirou seu pau enorme da boca dela e começou a se masturbar na frente dela. A garota permaneceu com a boca aberta esperando a descarga. Não demorou muito, de repente começaram a sair os jatos de porra do seu pau e ele os jogou na boca e em todo o rosto dela de forma abundante. Depois de ter descarregado toda sua porra, ele agarrou seu pau e começou a passá-lo pelo rosto dela e a dar tapas em suas bochechas e lábios, tudo isso que eu estava vendo me parecia nojento e obsceno, mas comecei a sentir minha calcinha fio-dental ficando molhada. Tito tinha cara de vencedor, de ter gozado dela como quis, então disse -¡¡Pronto, puta, ficou bem banhadinha de porra. Agora limpa!! Ela, obediente, começou a limpar com sua língua aquele pau enorme e Tito, quando levantou o rosto, olhou para onde eu estava. Por instinto, me mexi para me esconder, não sabia se ele tinha me visto, embora eu jurasse que por um instante pude ver seus olhos, brilhantes de desejo, de luxúria, de perversão. Sem querer pensar mais no assunto, fui rapidamente me deitar. Aquela noite, sentia uma sensação estranha, meu corpo estava cheio de adrenalina pelo que tinha acabado de testemunhar há alguns instantes, e na minha mente só lembrava daquela imagem do Tito e seu grande animal ereto. Me preocupava saber se ele teria me visto espiando, e se sim, o que ele pensaria de mim e que pretexto eu daria para explicar o que estava fazendo vendo aquilo. Aquela noite quase não dormi, pensando nos detalhes: a cena nojenta daquela prostituta se deixando humilhar por alguns trocados, o tamanho do pau do vizinho, o rosto e os peitos dela brilhando de porra, a barriga horrorosa do meu vizinho, sua risada odiosa, aquele olhar de controle e dominação. Nada como eu tinha imaginado. No dia seguinte, não vi o Tito por perto, sabia que a família dele estaria uma semana nas montanhas, então melhor para mim, assim eu poderia evitá-lo.
Passou uma semana inteira e já era sexta-feira de novo. Naquele dia, eu estava super atarefada resolvendo coisas da escola, fomos celebrar com uns amigos por ter terminado mais um ano, e no fim das contas, voltei para casa quando já estava escuro. Quando estava quase chegando em casa, percebi que, com a pressa, tinha saído sem chave. Confiava que alguém estivesse em casa, mas para meu azar, não havia sinais de ninguém. Certamente tinham ido com meu pai ajudá-lo no trabalho. Para coroar meu azar, começou a chover. Toda molhada, decidi ficar embaixo do alpendre esperando alguém chegar, não deviam demorar tanto, imaginei. As horas passavam e eu sentia cada vez mais frio, já que estava vestida para sair, com um vestido preto de couro sintético, curtinho que chegava um pouco abaixo da minha bunda, que eu tinha que ficar puxando para baixo para não mostrar meu rabinho, em cima era muito decotado e com salto alto que levantavam mais minha bunda e como sempre calcinha fio-dental, mas dessa vez de renda. Não sabia o que fazer esperando eles voltarem, de repente pensei em pedir pros meus vizinhos me deixarem entrar pelo quintal deles, mas tava com medo que fosse o Tito quem abrisse, não sei se ele ia falar alguma coisa por causa do outro dia, aí não tive coragem e fiquei tomando frio sozinha ali. O tempo passava e ninguém chegava na minha casa. Aí vi alguém descer de um táxi e correr pro portão do vizinho. Quando consegui ver quem era, deu um calafrio: era o Tito, ele rapidamente olhou pra mim e me viu sozinha e molhada na entrada, sorriu e perguntou se eu tinha ficado pra fora, se queria passar na casa dele, apesar do desconforto que sentia pelo que vi na outra noite aceitei sem pensar só na chuva e no frio. Fomos pra cozinha, quando chegamos lá, o olhar dele foi direto pros meus peitos, isso me incomodou muito, mas imaginei que com o decote grande que tava e molhada não podia reclamar, não tava de sutiã e meus mamilos estavam durinhos. Pedi uma toalha pra me secar um pouco. Ele saiu da cozinha e foi pro quarto dele, voltando com uma toalha branca. Quando me deu, percorreu meu corpo com o olhar e disse pra eu sentar. Falei que deixasse eu tentar pular pro meu quintal, e ele disse claro, mas que primeiro antes de ir eu tomasse um café pra esquentar. Aceitei, enquanto usava a toalha pra tampar meus mamilos, já saltando do vestido por causa do frio e o canal que tava aparecendo. Enquanto preparava o café, percebi como ele virava pra me olhar, me devorava com os olhos. Eu tava muito nervosa e desconfortável pelo que tinha visto no outro dia e rezava pra ele não falar nada. Como não queria olhar pra ele, olhei pra tudo quanto é lado. De repente ele pediu que eu me aproximasse pra provar o café, pra ver se tava bom de açúcar, me aproximei toda nervosa, comecei a provar o café aos poucos, e vi como os olhos dele tentavam se esgueirar pela toalha pra olhar descaradamente pros meus peitos, nos olhos dele... deu pra notar a excitação dele, ou melhor dizendo, dava pra ver a tesão estampada no rosto. Ele me olhava tão fixo que parecia que queria se jogar nos meus peitos. Enquanto provava o café, ele me perguntou de onde eu vinha, se eu estava esperando há muito tempo, como estava a escola, enfim, coisas do dia a dia. Quando terminei o café, eu disse pra ele me deixar pular o muro pra entrar em casa, mas ele insistiu que eu ficasse mais um pouco. O olhar dele tinha mudado nos últimos minutos. Tava cheio de maldade, de perversidade. Depois de recusar várias vezes, finalmente ele aceitou me ajudar a pular e eu, morrendo de medo pela tensão do momento e aliviada pela resposta dele, fomos pro quintal.
Já lá, usando uma escada de poucos degraus, ele deixou que eu subisse e me esticasse pra me inclinar sobre o muro enquanto ele ficava atrás de mim. Eu sabia que ele tava me olhando por trás e com certeza direto pra minha bunda, porque eu só tava com um vestidinho curto. Obviamente, com as mãos, eu puxava o vestido pra baixo pra não mostrar nada, fechava as pernas o máximo que dava, mas quanto mais eu me esticava tentando pular pro meu lado, mais o vestido subia. Até que senti o frio gelado entrar e acariciar meu rabinho. Aí eu soube o grande show que tava dando pro Tito, porque sabia que o vestido tinha subido demais, a ponto de deixar minhas nádegas descobertas, ou pelo menos uma parte. Uma sensação estranha percorreu todo o meu corpo, o frio tinha sumido, e eu sentia meu corpo meio esquisito, sentia minhas orelhas ficando vermelhas e um calor crescendo que me invadia por dentro. Quando tentei subir pra alcançar a beirada, comecei a me sentir tonta. Tito se aproximou fingindo preocupação de que eu fosse cair, me segurou pela cintura e se ofereceu pra pular ele mesmo e depois me abrir o portão. Com toda a vergonha do mundo, tive que dizer que sim. Então desci sentindo as mãos dele na minha cintura, e deixei o gordo pular. Depois saí pra rua esperar ele me abrir, quando eu ia em direção... ao sair na rua, vi que meu vestido estava um pouco acima da metade das minhas nádegas, então o pior aconteceu: Tito tinha visto minha bunda minúscula e quem sabe o que mais. Depois de agradecê-lo, ele disse que tinha esquecido o casaco no quintal — que idiota, pensei —, mas agradecida pelo favor, não reclamei quando ele me acompanhou para dentro. Uma vez no quintal, que dava para a casa dele, ele pegou o casaco do chão e me disse para ir deitar, que não me preocupasse, ele trancaria tudo antes de ir embora. Na verdade, as tonturas que sentia estavam ficando mais fortes, então não reclamei e me despedi dele com um beijo na bochecha, que o gordo aproveitou novamente para molhar minha face com saliva. Foi nojento, mas me convenci de que era um preço justo pelo favor e fiquei feliz que tivesse acabado. Fiquei parada no quintal até ouvir a porta fechar, então fui para meu quarto, sentindo a tontura cada vez mais forte. Tirei a roupa molhada e procurei na gaveta uma lingerie limpa e seca; tudo estava girando, tirei o vestido molhado e depois o fio dental, vestindo um conjunto novo de lingerie branca e uma camiseta larga que chega na metade da minha bunda para dormir, fui para a cama visivelmente tonta, mal conseguia me manter em pé. Essas fotos não são daquele dia, são de outro dia em que estava com tesão e quis tirá-las, mas mais ou menos assim eu me troquei naquela noite, espero que gostem das minhas fotos e do meu corpo, meus amores 😍❤️😘


Quando levantei os olhos para a porta do meu quarto, quase desmaiei de susto: Tito me observava da entrada, com um sorriso malicioso. O volume na calça dele deixava claro que ele tinha ficado me observando enquanto eu trocava de roupa, e agora eu estava ali, sozinha com aquele gordo punheteiro na minha casa, de calcinha, e tão tonta que mal conseguia me manter em pé. Tentei me virar e ir para o outro lado da cama, mas ao dar o primeiro passo senti o chão se mover e ia cair, e Tito me segurou abraçando minha cintura. Ele se posicionou atrás de mim e senti o desgraçado encostar o volume dele na minha bunda, pude sentir a excitação dele contra minhas nádegas. - Vamos, Dani, deixa eu te ajudar a deitar, você tá bem mal. O sujeito estava se aproveitando do meu estado, tocando um pouco mais da pele da minha cintura e enfiando os dedos por baixo da minha blusa, e eu tentava sair daquela situação, mas meu corpo não respondia, meus braços e pernas pareciam mais pesados a cada instante. De repente, sem perder tempo, ele sussurrou no meu ouvido algo que me deixou perplexa: - E, Dani, já que estamos em confiança, me conta o que você achou daquela puta me chupando no outro dia, gostou do que viu? Por isso ficou o tempo todo de boca aberta? Eu fiquei paralisada, morrendo de medo, meu coração começou a bater mais rápido, não sabia o que dizer nem o que fazer diante daquela revelação, fiquei muda, então ele disse: - O que foi?? Gostou de ver como eu comi aquela puta?? Não vai dizer nada?? Que tal você tomar o lugar dela e por esta noite você ser minha puta? Eu tentei dizer algo, negar o que ele estava falando, mas da minha boca só saíam gemidos sem sentido, continuava sem conseguir dizer uma palavra. Tito me aproximou do colchão e me soltou de costas para a cama. Ele colocou o corpo sobre o meu e, longe de me soltar, começou com as mãos a percorrer meu corpo, passou as mãos pelo meu pescoço e com um movimento rápido levantou minha blusa até minha garganta, deixando meus seios expostos e me... sussurrou no meu ouvido - Que peitão gostoso você tem, Dani!! Suas mãos apertavam meus seios com ansiedade, amassando-os com força enquanto murmurava no meu ouvido - Que peitos grandes e tão duros você tem!! Eu conseguia sentir suas mãos gordas sobre meu corpo, o calor me invadia ainda mais agora que ele estava abusando de mim, e por alguma razão meu corpo não respondia, mal conseguia levantar uma mão desajeitadamente, e apesar de quase não conseguir me mexer, meu corpo sentia cada aperto que o maldito do meu vizinho me dava e, por incrível que parecesse, eu sentia excitação com aquelas apalpadas, a umidade que sentia na minha buceta provava isso, e a dureza dos meus mamilos, estava me excitando ser abusada. Eu sabia que aquilo não ia terminar só em apalpadas, aquele gordo ia me violentar. Tito ficou um tempo massageando meus peitos e esfregando seu pacote contra minha bunda repetidamente. Por mais que minha cabeça tentasse se soltar do meu opressor, meu corpo não respondia, de repente uma de suas mãos apoiou-se na parte superior da minha coxa direita, aos poucos foi subindo até conseguir acariciar minha bunda linda, ele a acariciou com ousadia, eu fiz um esforço para virar a cabeça por um momento e vi seu rosto doentio, parecia um lunático, sua boca aberta quase babando denunciava um prazer mórbido, Tito extasiado por me ter à sua inteira disposição me disse - Isso, deixa eu admirar esse rabo gostoso que você tem!! Enquanto continuava admirando minha bunda, ele pegou minhas nádegas, as separou e seguiu pressionando mais forte seu volume contra a fenda da minha bunda, eu conseguia notar as palpitações de seu membro excitado, enquanto minha bunda linda afundava sob sua enorme barriga. Ele me pegou pelos quadris e continuou esfregando seu pacote com força, depois de um tempo ele disse - Nossa, mas que bunda boa você tem, sinto ela tão grande contra meu pau!! Eu quase não conseguia controlar meu corpo que estava ainda mais excitado, com um calor que às vezes mal me deixava respirar. Fiquei observando o que o gordo fazia e vi como Tito se divertia com cada parte do meu corpo. - Que gostosa você está, Dani... você não passa de uma garota com um corpão e parece que agora eu vou aproveitar! Comecei a chorar ao ouvir tudo aquilo sobre mim, mas meu corpo estava indefeso e eu não podia fazer nada para evitar, uma sensação estranha percorreu todo o meu ser e eu não conseguia acreditar que isso estava acontecendo com o irmão da minha melhor amiga, sendo um cara que nem era atraente e eu estava só com meu fio-dental e uma blusa arregaçada que deixava meus seios à mostra. Enquanto ele me olhava, sorria de um jeito doentio. E continuou me segurando e sussurrou no meu ouvido - Você está muito gostosa, Dani, não se preocupa que já fechei a entrada e ninguém vai incomodar! Temos a noite toda para nós. De repente, ele me pegou pela cintura e me virou violentamente, ficando na altura do peito dele, já que ele era muito mais alto que eu, rapidamente suas mãos puxaram minha blusa para apertar meus seios, eu chorava diante do abuso e sentia seus apertões fortes que aos poucos deixavam meus mamilos arrepiados, era muito estranho porque eu não queria ser penetrada por aquele homem nojento, mas me excitava o fato de ser estuprada e violentada; ele, percebendo rapidamente a ereção deles, me disse - Você gosta que mexam nos seus peitos, putinha? Eu não respondi, mas senti meu rosto corar, era evidente que isso tinha respondido por mim, num movimento rápido suas mãos terminaram de tirar minha blusa, tentei me cobrir, mas minhas mãos não conseguiam se levantar, ele ficou de boca aberta me olhando um tempo e depois disse num tom eufórico - Que peitões lindos, Dani, te parabenizo, são melhores do que eu imaginava!! E pensar que sempre ficava olhando como eles balançavam quando você saía com essas blusas de puta, e agora os tenho aqui, ao meu alcance, sem caberem nas minhas mãos. E depois disso, ele os apertou com força, enquanto começou a lambê-los descontroladamente, depois de se aproveitar o quanto quis dos meus seios, os soltou, me virou no colchão e suas mãos enormes se... Foram direto pra minha bunda, apertando e apalpando com violência, enquanto me olhava e dizia com um sorriso perverso — Que rabo você tem, que delícia, você tem um cuzão... você gosta que mexam na sua bunda? Eu comecei a choramingar, enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto, odiava aquele jeito de me tratar, mas meu corpo parecia não odiar. — Que gostosa que você está!! E eu vou aproveitar esse corpinho lindo que você tem!! Quer que eu te recompense com meu leite? Eu chorava cada vez mais, mas Tito continuou e começou a desabotoar o cinto, levando a mão até o volume enorme na calça. De repente, ele me pegou pelo queixo e me deu um beijo violento, a língua nojenta dele invadiu completamente a minha boca, eu nem consegui fechar os lábios, depois Tito lambeu meu rosto e minhas lágrimas, era totalmente repugnante e humilhante. Aos poucos, ele foi me puxando pra beirada da cama, eu tentava lutar contra meu corpo e o dele, pra me soltar, mas não conseguia, não sabia por quê, quando chegamos na borda, ele me inclinou sobre a superfície, me deixando quase num ângulo, minha cabeça ficou enterrada no colchão e minha bunda do outro lado, servida pro gordo abusar o quanto quisesse. Enquanto acariciava minha bunda, o muito safado tirou o pau dele, que era todo venoso e grosso, depois aproximou da minha cara, começando a me dar pequenas batidinhas com ele, eu não parava de chorar, era muito humilhante e ele se excitava cada vez mais, me dizendo num tom de gozação — O que você acha de como eu te deixou, putinha? Eu só choramingava de rejeição e nojo, mas estava muito engasgada com minhas lágrimas, as mãos enormes dele de repente começaram a dar palmadas fortes na minha bunda, que o deixava obcecado, dava pra sentir na forma como ele apertava ou batia.
De repente, ele saiu da cama e ficou atrás de mim. Eu chorava inconsolável, então o desgraçado abaixou a calça. Ali eu soube que não tinha volta: o maldito ia me estuprar e meu corpo não respondia para me negar. Virei como pude e vi ele olhando fixamente pra minha bunda. Depois, a mão dele acariciou minha virilha, sentindo os meus fluidos. Ele riu e disse algo que me fez entender tudo: "Ahhh, que delícia é poder aproveitar seu corpo sem você resistir!! As pílulas que coloquei no seu café funcionaram perfeitamente!!" Ouvindo isso, comecei a chorar mais e a pensar em dezenas de insultos. Isso explicava as tonturas repentinas e o fato de agora eu não conseguir me mexer. Apesar da minha imobilidade, meu corpo respondia às carícias dele, mas não era minha mente — que não concebia um sujeito tão nojento me comendo —, era meu corpo. Era óbvio que ele sabia que meu corpo estaria disponível e indefeso. Não tinha o que fazer. Ele continuou rindo da minha desgraça e disse: "Que bunda linda você tem, Dani!!" Terminando de falar, agarrou o pau grosso já bem duro e começou a dar tapas nas minhas nádegas, enquanto com a outra mão as apalpava. De repente parou e, num movimento rápido, puxou as alças do meu thong e o desceu até meus tornozelos. Ficou parado um segundo e comentou: "Que rabo você tem, Dani, tá uma delícia! Levanta e balança de novo, porque hoje vou te rasgar todinha!!" E me deu um tapa forte na bunda. Eu, com muito medo, só conseguia ficar parada. Minha excitação virou um medo terrível. Ele pegou minhas nádegas com as mãos grandes e colocou a ponta do pau grosso na entrada da minha buceta, começando aos poucos a abrir caminho. Eu fiquei estática, então ele foi enfiando o pau dentro devagar e a dor foi aumentando. A cabeça era enorme, mais grossa que o tronco todo, muito gorda pra mim, e me fez gritar de dor. E mais ainda porque minhas pernas estavam juntas, o que apertava mais minha vagina.
¡¡Mmmhhhhgggggggg!! Só consegui gemer. Ele não parou e enfiou até o fundo o seu membro e disse meio entrecortado -¡¡Ahhhggg que apertadinha você está, que gostoso você aperta Ahhhhh!! Eu sentia uma dor forte e um pouco de falta de ar, sentia como se o membro dele estivesse me rasgando, mas meu corpo parecia gostar cada vez mais e rapidamente meus mamilos ficaram bem duros. De vez em quando passava pela minha cabeça a sensação de ser tão desejada. Em um movimento rápido, virei para trás e pude ver minha calcinha no chão e minhas pernas bem fechadas com ele em cima, ele realmente me tinha totalmente exposta para ele, estava à sua total disposição, depois ele me pegou pelos quadris e começou a me penetrar cada vez mais rápido, sentia como com cada investida daquele membro grosso e grande me enchia e me deixava mais excitada.
Mal conseguia segurar meu corpo que estava cada vez mais perto do orgasmo, era óbvio que o que ele tinha me dado era muito forte, porque eu mal conseguia pensar e aos poucos comecei a gemer para sua satisfação nojenta -¡¡Ahhh ahhh ahhh ahhhhhh oh mmmmmh oohh!! Ele, ao me ouvir, acelerava suas investidas e me penetrava com muita força, senti que ele me partia por dentro, era uma dor de sensação estranha, aí o desgraçado agarrou minhas nádegas e começou a movê-las ritmicamente em direção ao seu pau enquanto me dizia ¡¡Aaaahhhhh que gostosa que você fode Dani, tá melhor que uma puta de luxo, ninguém nunca me excitou tanto, vamos mexe essa bunda assim aaahhh!! Eu chorava ao ouvir seus insultos, mas meu corpo continuava fiel ao seu objetivo de terminar. Ele já devia estar me comendo por vários minutos, eu já tinha me acostumado aos meus gemidos e ao barulho que minhas nádegas faziam batendo na barriga dele, com um movimento rápido, ele me pegou pelos braços e puxou para trás e assim nessa pose começou a me foder com mais força, ele metia e tirava seu pau de dentro de mim de um jeito incrível e doloroso, enquanto ele entre gemidos dizia ¡¡Aahhhh que linda você tá assim, curtindo que nem uma puta!!

Nessa posição eu estava totalmente estimulada, então não aguentei e explodi num orgasmo gigantesco que me fez sentir tão culpada e suja. E ele sabia como eu devia estar me sentindo, porque sussurrou no meu ouvido suavemente: "Aproveita sua gozada, Dani, sei que você gostou!!" Eu sentia muito ódio, me sentia totalmente humilada, mas meu corpo, em vez de voltar ao normal, só aumentava a temperatura cada vez mais. Ele devia saber, porque rapidamente e sem perder tempo puxou minha calcinha, esfregando bem minha bunda, e me pegou pelo braço para me colocar no centro da cama. Eu choramingava e o xingava, tentando me soltar, mas a força dele era muito maior que a minha, e o tamanho dele, nem se fala.Depois de ficar em cima de mim, ele rapidamente me pegou pela cintura, me virou e me deu um beijo nojento, movendo a língua dele contra a minha com tudo que tinha. As mãos dele desceram até agarrar forte as nádegas da minha bunda e me apertou contra ele, começando a me esfregar no volume dele. Ele estava me esfregando vilmente enquanto a boca dele parecia sugar a minha, era algo totalmente aterrorizante.
De repente, as mãos dele soltaram meu rosto e foram para meus ombros. Eu continuava imóvel. Então ele parou de me beijar e me disse gritando: "Vamos, você vai adorar isso, vadia!!" E então, empurrando meus ombros, fiquei deitada na altura da barriga gorda dele. Mesmo tentando resistir, ele me segurava com muito mais força, então fiquei na altura dos quadris dele. O membro dele estava grosso e muito duro. Embora eu tivesse perdido a virgindade há muito tempo e muitos homens já me haviam penetrado, tudo tinha sido de forma consensual.
Tito, me tendo totalmente submissa, continuou me humilhando, batendo na minha cara com o membro dele, que parecia uma clava de tão duro que estava. Eu olhava para ele completamente assustada e chorando, até que ele parou, pegou o membro inchado e começou a bater nos meus seios, enquanto com a outra mão os apertava com força. Depois de alguns minutos, ele parou e se inclinou um pouco, colocando o membro dele a... a altura dos meus seios e ele disse — Vamos, bebê, agora me dá uma boa massageada com essas tetonas que você tem!! Eu não sabia ao que ele se referia, mas o membro dele no meu canal já deixava subentendido, então chorando cada vez mais, senti como ele pegou meus seios e os apertou contra seu membro, sem fazer mais nada, Tito rapidamente começou a mover seu membro para cima e para baixo e, agarrando meus peitos, impôs um vai e vem lento e humilhante, enquanto gozava terrivelmente e entre gemidos me dizia — Que bem você está fazendo, putinha, você me deixa louco com esses peitos!!
Ele ficou um tempo assim aproveitando meus peitos e a massagem que eles faziam nele, então pegou o pau dele e apontou pra minha boca, segurando minha cabeça. Eu engasguei e quase vomitei, o cheiro era bem forte, mas não tive escolha a não ser enfiar aquele pau na boca, já que ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a se mover ritmicamente. Ele estava metendo na minha boca com um movimento que me machucava por ser tão grosso. As laterais da minha boca doíam muito e eu comecei a tentar empurrar e bater nele pra ele parar, mas só tinha força pra levantar um braço. Ele riu e me disse, me encarando fixamente: "Calma, gata, deixa eu curtir essa boquinha linda!" E continuou um pouco mais rápido. Eu sofria muito e os cantos da minha boca doíam de tão esticados que estavam. Ele começou a puxar meu cabelo, enquanto movia minha cabeça pra frente e pra trás, aumentando a dor. O pau dele chegava até minha garganta, meus engasgos soavam cada vez mais altos, da minha boca jorrava baba e mais baba pela profundidade da penetração. Eu pensei que ia desmaiar, não sei quanto tempo ficou assim, mas pareceu uma eternidade, até que ele parou e deu uma última enfiada, metendo o pau o mais fundo possível na minha boca.



Comecei a tossir sem controle, enquanto ele sorria com ares de vitória e, olhando para mim de forma provocadora, disse: "Hoje vou te matar de pirocada, sua vagabunda!!" Eu chorava e o encarava fixamente, com muito ódio, sabendo que ele devia se sentir um vencedor, por me ter absolutamente impotente em suas mãos, para fazer o que quisesse e quantas vezes quisesse. Eu estava em suas mãos para ele me usar à vontade. Depois, sem dizer uma palavra, ele me levantou e com um empurrão forte me jogou na cama. Eu me assustei com a violência e sabia que ele começaria a me violentar, mas isso parecia excitar meu corpo cada vez mais. Eu tremia de medo, vendo ele acariciar seu membro grosso e se masturbar lentamente, enquanto se deleitava olhando meu corpo com aquela cara de doente depravado. Então, com sua voz grossa, ele disse: "Vamos, gata, abre as pernas!!" Eu tremia e lentamente fui abrindo, o máximo que conseguia, enquanto ele babava quase ao me observar. Com muito medo e vergonha, abri minhas pernas devagar, dobrando meus joelhos, e fechei os olhos com força. Minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto meu corpo pedia por um alívio aos gritos. Ele se posicionou sobre mim, eu podia senti-lo suando e agitado, já com uma excitação incontrolável, e então senti a ponta do seu membro na entrada da minha buceta. O calor se espalhou dentro de mim e ele aproveitou para enfiar todo seu pau enorme. Senti a barriga dele cair sobre meu ventre, sua pele peluda e áspera esmagando contra minhas coxas. Sua respiração ficava cada vez mais ofegante e ansiosa, parecia um cachorro desesperado.

A situação de estar sendo comida pelo Tito, com sua cara de estúpido, seu tesão nojento por prostitutas, sendo mais velho que eu, com uma barriga enorme e muito feio; me fazia chorar cada vez mais e dava vontade de matá-lo, mas pro meu corpo não importava nada disso, a umidade na minha buceta facilitava a entrada e saída e meu rosto ardia com o calor que eu sentia. O gordo começou um vai e vem mais ou menos rápido e meu corpo reagia internamente às suas investidas, logo meus gemidos começaram a escapar da minha boca - Mmmmm!! Ahhhhhh!! Cada vez eu gemia mais alto enquanto minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto, ele ao perceber meus gemidos e minha dor interna aproveitou e entre risadas de deboche me dizia - Ahhhhhggggg Dani, agora é tarde, seu corpo incrível já é meu… sente como eu te como.... !Aproveita meu pau! A dor que suas palavras me causavam era impossível de descrever, eu me sentia humilhada. Só queria que esse pesadelo acabasse, quando ele parou de repente, tirou o pau, recuou e me pegando pelos tornozelos, juntou minhas pernas e colocou cada uma sobre seus ombros e então começou com as investidas, mas muito mais fortes que antes, o ritmo era selvagem e violento e eu gritava mais do que gemía - Ahhhh!! Ahhhhyyy!! Ahhhhyyy!! Ele suava cada vez mais e gemía alto enquanto me dizia - Isso Dani, você é minha puta!! Adoro ver seus peitos pulando, vamos grita puta, grita!! Ele se movia contra meu corpo com um desejo e ódio que parecia me deixar com mais medo.


De repente ele jogou minhas pernas sobre mim, ficando quase em cima de mim e acelerando ainda mais a penetração. Sua cara de prazer e seu suor eram horríveis, ele devia saber porque me olhava e ria de forma perversa. De repente, o desgraçado me cuspiu, fazendo com que sua saliva caísse no meu rosto. Eu chorei de raiva com essa nova humilhação, e ele deve ter percebido porque cuspiu em mim de novo, mas dessa vez fazendo a saliva escorrer pelos meus peitos. A humilhação era demais, mas ele ficava cada vez mais excitado, porque continuou cuspindo grossas golfadas por todo meu rosto e meus seios enquanto acelerava as estocadas, me fazendo morrer de prazer humilhante. Ele ria de forma perversa e me dizia: — Vamos, junta essas tetas, aperta elas!
Eu, com lágrimas nos olhos, não podia fazer nada enquanto ele gemia cada vez mais e eu, pouco a pouco, também começava a sentir muito calor. Era evidente que eu ia chegar ao orgasmo. Ahhhhhhhffff!! Ahhhh!! Ahhhh!! Ahhgggggggg!! Mmmmmhhh!! De repente, num movimento rápido, ele saiu de mim, deixando meu orgasmo pela metade. Ele se posicionou ao meu lado e se masturbou sobre meus peitos, gozando rapidamente sobre eles e respingando no meu rosto. Eu chorava cada vez mais, e ele se divertia com meu choro, já que depois começou a me bater com seu membro quase morto e a passá-lo pelos meus peitos e rosto, me enchendo com o resto da porra dele. Ele esfregou aquilo por todo o meu rosto, meus olhos, nariz, queixo, etc. Era horrível como aquele gordo nojento se aproveitava. Eu chorava sem consolo, enquanto meu corpo continuava sentindo aquele calor descontrolado.

Então ele se deitou ao meu lado, com a respiração ofegante e suspirando, certamente depois do orgasmo intenso que tinha acabado de ter. Não sei quanto tempo fiquei em silêncio chorando, enquanto ele recuperava o fôlego normal, pegou o celular e começou a enviar algumas mensagens. De repente, o celular dele tocou com novas mensagens, vi seu rosto demonstrando muita alegria. Ele se levantou e, com o rosto perto do meu, tapou minha boca e sussurrou no meu ouvido: "Parece que ainda temos tempo e eu tenho muito leite pra dar, sua puta. Então descansa, porque vou arrombar seu cu e gozar dentro da sua bunda e da sua buceta!! Então relaxa aí e fica assim, peladinha, que daqui a pouco volto pra te foder de novo." Depois disso, ele saiu em direção à cozinha. Chorei com mais intensidade, sabendo como aquele desgraçado ia continuar se aproveitando do meu corpo e como eu não podia fazer nada para impedi-lo. O pior de tudo é que meu corpo queria recebê-lo, eu ainda estava muito excitada, sem dúvida o que ele tinha colocado no meu café era muito forte, e meu corpo deixava isso claro. Fiquei deitada nua, com a buceta quente e ardendo pela grossura do pau dele, com o rosto e os peitos cheios de porra. Minha vagina continuava muito molhada, parecia que queria mais... Continua.
6 comentários - Vizinho Tarado