
- E o que tem o Harry? - sugeriu Wanda. Visão se sentia confortável na relação com Wanda Maximoff. Já estavam juntos há um tempo e ele sabia que o amor dela por ele era tão poderoso e verdadeiro quanto o amor que ele sentia por ela. Sabia que ela nunca tinha olhado ninguém nos olhos do jeito que olhava para ele. Também sabia que existia um vínculo forte entre Wanda e Harry Potter, o mago britânico que se envolveu nos assuntos dos Vingadores durante a batalha contra Ultron e se juntou ao grupo oficialmente pouco depois. O jovem educado com a cicatriz em forma de raio na testa rapidamente fez amizade com Wanda, e era fácil entender por quê. Ambos perderam os pais quando jovens e tiveram que aprender a se virar sozinhos, então compartilhavam esse laço e compreensão. Igualmente importante, Harry tinha anos de treinamento e estudo mágico em seu currículo, e a magia que ele foi treinado para usar por anos era parecida o suficiente com os próprios poderes de Wanda para que ele fosse uma grande ajuda para ela descobrir como controlar e usar seus poderes. Visão também não deixou de notar a atração física que surgiu entre eles. Não tinha certeza se nem mesmo os dois estavam totalmente cientes disso, tão perto da situação quanto estavam. Mas Visão conseguia ver a situação de forma lógica e reconhecer o que significava quando os olhos de Wanda paravam no rosto ou no corpo de Harry por alguns momentos a mais do que o considerado apropriado, ou quando os olhos do mago se dirigiam para o decote de Wanda quando ela se inclinava na frente dele. Sim, havia uma conexão emocional e um vínculo físico entre Harry Potter e Wanda Maximoff. Se as coisas tivessem sido diferentes, se eles tivessem se conhecido antes ou Visão tivesse chegado depois, não seria nada surpreendente ver os dois se envolvendo romanticamente. Mas as coisas não foram assim. Visão e Wanda já estavam juntos antes dela começar o relacionamento com Harry, e, portanto, qualquer atração que existisse entre ela e o mago tinha ficado inexplorada e não reconhecida por nenhum dos dois. Eles continuaram sendo confidentes próximos e bons amigos, e seus olhares se encontravam de vez em quando, mas Visão sabia que nunca tinha sido nada além disso. Sabia que Wanda não era do tipo que trairia a confiança dele daquele jeito. E, embora ele não tivesse nem de longe o mesmo nível de intimidade com Harry Potter que Wanda tinha, chegou a conhecer o homem o suficiente pra ter certeza de que ele também não era do tipo que fazia essas manobras escondido. Visão sabia o suficiente sobre a natureza humana e os processos de pensamento pra perceber que a maioria dos homens teria recusado de cara a proposta da Wanda. Um homem normal provavelmente teria sentido ciúmes se notasse as coisas que Visão notou sobre a amante dele e o amigo mais próximo, e esse homem normal e ciumento nunca teria considerado aceitar um ménage com Harry Potter. Mas ele não era um homem normal. Um homem normal também poderia ter se sentido insuficiente quando a amante dele tocou no assunto de tentar explorar novas opções em relação aos aspectos físicos da relação. Um homem normal poderia ter levado como um desaforo pessoal o fato de a namorada precisar de qualquer outro homem que não fosse ele pra manter as atividades no quarto interessantes, mas Visão entendeu que Wanda não falava por mal. Eles estavam juntos há anos e, embora tivessem experimentado posições e atividades novas com frequência na hora de transar, era lógico que eventualmente chegariam a um ponto em que a sensação de excitação diminuiria. Ele sabia que a proposta dela de tentar um ménage, de convidar uma terceira pessoa pra cama pra expandir os horizontes e dar um monte de coisas novas pra eles testarem, tinha sido Foi feito de boa fé. Não era uma desculpa esfarrapada pra transar com o gato que ela secretamente achava atraente, mas uma tentativa genuína de experimentar coisas novas e manter a chama acesa no lado sexual da relação com o homem que amava. Se o Visão tivesse ficado emocional ou com ciúmes pela atração óbvia entre a amante e a melhor amiga dela, bem que poderia ter partido pra cima da Wanda por sugerir o Harry como o terceiro. Mas ele valorizava a capacidade de analisar uma situação de forma lógica. Sabia que não tinha maldade por trás da sugestão da Wanda de chamar o Harry pra cama nesse experimento. Pelo contrário, ele era a opção mais lógica pra assumir esse papel. Era necessária uma atração física mútua pra qualquer atividade desse tipo, e ele já sabia muito bem que isso não seria problema pra Wanda ou pro Harry. O outro componente essencial era a confiança, e também sobrava. Não tinha ninguém em quem a Wanda confiasse mais ou com quem se sentisse mais à vontade numa situação dessas do que o Harry. E o Visão também confiava nos dois. Confiava que nunca seriam desonestos nas intenções ou nas ações, e também confiava que nenhum dos dois mentiria pra ele ou daria um jeito de se esconder pelas costas depois. Podiam explorar essa experiência nova juntos e, quando terminasse, os três não teriam dificuldade nenhuma em conversar e ser sinceros sobre como se sentiram e se aquilo merecia ou não ser explorado mais a fundo. Se fossem fazer isso, o Harry Potter era a escolha lógica pra ser o terceiro. E o Visão não ia se deixar levar por ciúmes, mesquinharia ou sentimentos de posse. Ia encarar a situação de forma lógica e ver aonde essa lógica os levaria. "Sim, acho que o Harry seria a melhor opção pra isso", disse o Visão, balançando a cabeça. A Wanda sorriu radiante, se inclinou e deu um beijo nele, cheio de apreço e amor.

Quando a Wanda sugeriu pela primeira vez que ela podia dar um boquete no Vision enquanto o Harry comia ela ao mesmo tempo, ela realmente tinha a intenção de dar a mesma atenção pros dois. Eles eram os dois homens mais importantes da vida dela, e ela tava doida pra ter os dois na cama com ela. Ela já sabia que essa noite ia ser incrível assim que tirou a calça do Harry e viu pela primeira vez a pica da melhor amiga dela, e tava morrendo de vontade de agradecer ele por fazer parte daquilo. Ela queria agradecer os dois. Claro que sim. As intenções da Wanda eram puras. Bom, eram tão puras quanto podiam ser realisticamente quando envolviam receber duas rolas ao mesmo tempo, pelo menos. Ela realmente queria sentir como o Harry era bom de foda e como aquela pica linda ia ser quando ele tivesse metendo de verdade, enquanto ela dava atenção pra pica do namorado com a boca ao mesmo tempo. Nenhuma das imagens que ela tinha na cabeça quando imaginou essa noite mostrava ela sendo egoísta, negligente ou preocupada. A Wanda que existia nesses sonhos sempre conseguia focar nas duas picas ao mesmo tempo. Ela conseguia curtir o melhor amigo comendo ela por trás pela primeira vez e aproximar eles mais do que nunca, e ao mesmo tempo dar pro Vision o boquete mais foda da vida dele. Mas a realidade não bateu com o que ela imaginou. Ela chegou naquela noite com a intenção de dar a mesma atenção pro namorado e pra melhor amiga, mas a verdade é que ela mal conseguia parar de prestar atenção na pica do Harry. Não que o Vision fosse muito menor que ele. A do Harry era mais comprida e mais grossa, sim, mas a diferença era pequena o suficiente pro Vision não ter do que se envergonhar. Talvez fosse mais que a pica do Harry distraía ela demais. Esse era o melhor amigo dela. Era o cara que sempre a entendeu. e a ajudou a se entender e suas habilidades. Era seu melhor amigo, era seu grande pau, e como ele estava usando tão bem era o que tornava tão difícil para ela lembrar o que deveria estar fazendo. Ela queria cuidar dos dois; queria chupar o Vision tão bem quanto nunca antes. Queria chupar ele ainda melhor, na verdade. Ele merecia depois de ter sido tão receptivo a tudo isso. Ela estava nervosa em sugerir que tentassem um ménage, mas ele a entendeu completamente. E quando ela mencionou o nome do Harry, ele concordou que seu melhor amigo era a opção mais lógica para tentar. Ele era a única opção, na verdade, e o Vis entendia. Tinha sido incrível e ela queria ser incrível para ele. Mas sentir o pau do Harry se movendo para lá e para cá dentro dela tornava quase impossível pensar em outra coisa. Ela queria continuar deslizando os lábios para cima e para baixo no pau do amante. Queria usar a língua nele do jeito que sabia que ele adorava. Mas os quadris do Harry mantinham um ritmo tão constante e firme que não havia descanso para a mente dela. Ela nunca tinha chance de se recompor, porque assim que o pau do melhor amigo se retirava, ele empurrava de volta para dentro dela. Era grande e alcançava um ritmo bom que fazia o corpo dela balançar de forma constante. No entanto, a parte mais irritante de tudo era como o pau dele se movia dentro dela. Ela não sabia como ele conseguia, mas em cada estocada, sem falta, o pau dele roçava no ponto G dela ao entrar e ao sair. O Vis era bom em estimular o corpo dela, mas ela nunca tinha sentido nada parecido. Nunca o calor tinha se acumulado dentro dela tão rapidamente como agora. A cada estocada, cada vez que o pau do melhor amigo a penetrava naquele ângulo perfeito, a Wanda ficava cada vez mais difícil lembrar o que deveria fazer. Ela tentou continuar com o boquete. Realmente tentou mover a cabeça, mover a língua e mostrar ao Visão toda a atenção que ele merecia. Mas cada estocada profunda e incrível do seu melhor amigo e daquela pica grossa fazia com que a simples ideia de lembrar como fazer um boquete virasse uma tarefa impossível. A língua dela parou de girar primeiro. Um minuto ou dois depois, os lábios dela pararam de se mexer. Por um tempo, ela ficou ali parada com os lábios envoltos na pica do Visão, tecnicamente ainda mantendo ele na boca, embora não desse pra dizer que ela realmente estava chupando. Ela não queria tirar a boca dele. Tirar a boca dele teria sido uma admissão. Teria sido a rendição dela e admitir pra si mesma que não ia conseguir se concentrar direito no amante e no melhor amigo ao mesmo tempo. Ela não queria fazer isso. Não queria decepcionar os caras dela. Mas o que ela queria e o que ela realmente conseguia fazer não combinavam. Quando a mão esquerda do Harry se colocou debaixo do corpo dela pra brincar com o peito dela, ela finalmente admitiu que não ia conseguir fazer direito. Ainda não, pelo menos. Talvez depois de se livrar do primeiro orgasmo da noite, ela relaxasse e conseguisse fazer várias coisas ao mesmo tempo do mesmo jeito que tinha feito na imaginação dela. Esse foi o pensamento que passou pela cabeça dela enquanto tirava a boca da pica do Visão, fechava os olhos e se concentrava completamente no trabalho incrível que o melhor amigo dela tava fazendo enquanto a fodia pela primeira vez. A mão direita do Harry largou o quadril dela, desceu entre as pernas dela e encontrou o clitóris dela. Wanda ofegou e se tensou, se perguntando se teria que guiar ele sobre como ela gostava de ser tocada. Ela gostava de ser tocada, mas era muito fácil ele ser firme demais pra ela curtir. A Wanda gostava de um toque suave e delicado no clitóris dela, e se o Harry não tomasse cuidado, podia tirar ela do clima. Seria uma pena terrível quando ela tava se sentindo tão bem, e quando ela tava tão perto de um orgasmo. que parecia que ia ser tão grande quanto qualquer outro que ela sentia há muito tempo. Mas não precisava se preocupar. Antes que pudesse dizer uma palavra, o dedo dele dançou sobre o clitóris dela com aquele tipo de carícia suave e cuidadosa que ela tanto amava. Sem que ela precisasse apontar a direção certa ou dar qualquer orientação, Harry estava dando exatamente o que ela precisava. — Isso! — gemeu, sentindo o prazer aumentar rapidamente agora que o toque suave no clitóris de Harry se somava às incríveis estocadas que ela já vinha recebendo—. Ah, sim, Harry!

Esta era a chance de redenção da Wanda. O primeiro orgasmo dela já tinha passado e tinha sido tão grande e espetacular quanto ela esperava. Quando sentiu aquilo, soube que tinha sido a decisão certa parar de chupar a rola do Vis e simplesmente deixar o prazer da primeira vez dela com a melhor amiga tomar conta. Mas já tinha acabado. Ele tinha feito ela gozar, tinha tido tempo de sobra pra se recuperar depois, e agora ela tinha a oportunidade de cuidar dos dois homens ao mesmo tempo. Dessa vez, era a rola familiar do Vision que estava dentro da buceta dela. Ela adorava transar com o Vision. Fazia um tempo que eles tinham uma vida sexual muito satisfatória, e ela tinha certeza de que aquela noite ia ser uma das muitas lembranças maravilhosas que tinham compartilhado ao longo do relacionamento. Pode ser que o boquete não tivesse saído como planejado, mas agora ela estava montando no homem dela, como já tinha feito centenas de vezes antes. Claro, nunca tinha quicado na rola dele enquanto também fazia um boquete em outro cara, mas isso não devia importar. Montar no Vision já devia ser natural pra ela depois de todo esse tempo. Devia ser algo que ela conseguia fazer de olhos fechados, não importava o que acontecesse. Mas não foi assim que rolou. No começo, ela sentiu que tinha se saído muito bem, mexendo os quadris e fazendo aquele movimento lento de vai e vem que sabia que o Vision adorava. Mas isso foi quando ela só tinha a ponta da rola do Harry entre os lábios. Quando chupou só a cabecinha dele, não foi tão difícil montar na rola do Vision ao mesmo tempo. Naquele período, ela conseguiu dar conta da multitarefa que tinha imaginado com tanta facilidade e agradar tanto o amante quanto a melhor amiga ao mesmo tempo. Queria que aquele período tivesse durado. Mas a Wanda não podia focar só na cabeça da rola do Harry, é claro. Essa era a primeira vez que ela fazia um boquete ao seu melhor amigo, e ela não podia deixar ele pensar que ela só sabia fazer uma coisa. Parte de ser uma boa chupadora de pica era descobrir como o parceiro gostava de ser chupado, e como essa era a primeira vez que ela fazia isso no Harry, significava que ela precisava testar coisas diferentes e ver como ele reagia. Ele gemeu bem agradecido enquanto ela chupava e lambia a ponta, mas ela tinha certeza de que conseguiria fazer ele reagir com ainda mais entusiasmo. Só precisava descobrir o que ele realmente gostava. Wanda percebeu, mas teve um preço. Sim, ela descobriu o quanto o Harry adorava quando ela descia a cabeça cada vez mais no pau dele. Aprendeu que quanto mais ela enfiava na boca, mais profundos eram os gemidos dele em resposta. Aprendeu que quando ela engolia o pau dele até o fundo da garganta, ele amava tanto que as mãos voavam pra cabeça dela e se agarravam nela. Wanda sabia disso e nunca esqueceria. O problema era que enfiar o Harry na garganta daquele jeito era tudo que ela sabia fazer. Ela realmente tentou manter os quadris se mexendo. Tentou lembrar de rebolá-los e se remexer exatamente como o Vis gostava. Pô, era como ela também gostava. Ela adorava montar nele! Mas quanto mais ela se concentrava em mexer a cabeça e enfiar a pica do Harry na garganta, menos concentração sobrava pra dar a atenção devida à cavalgada. Ela retomava o balanço toda vez que percebia conscientemente que tinha parado. Mais de uma vez, eram as mãos do Vis agarrando os quadris dela ou dando um apertão suave na bunda que lembravam ela da pica dentro dela, a pica que ela amava e que tinha encontrado tanto prazer montando durante os anos que estavam juntos. Infelizmente, esses momentos nunca duravam muito. Por mais linda e familiar que a pica do namorado dela se sentisse dentro dela, o jeito que o Harry reagia à garganta profunda simplesmente exigia a atenção dela. Se montar A Vis era familiar e confortável, chupar a pica do Harry era exatamente o oposto. Esse era um território completamente novo pra ela, em vários sentidos. Nunca tinha enfiado a pica do namorado na garganta desse jeito. Nunca tinha tido motivo pra fazer isso, porque aprendeu bem cedo o que ele gostava e o que não gostava. Fazer um deep throat no Vis não ia adiantar nada pra ele, e manter a pica dele lá no fundo a cada sugada só ia deixar ele preocupado com ela. Ela amava o Vis, mas ele não ia achar nada sexy nela segurando a pica dele na garganta por tanto tempo que ela tinha que lutar pra não se engasgar. Ele não ia curtir um boquete bagunçado que deixasse o queixo dele todo melado de saliva. Mas o Harry era diferente. Quanto mais descuidada ficava aquela garganta profunda, mais alto ele gemia. As mãos dele nunca saíram da cabeça dela desde que ela começou a engolir ele, e ela não queria que saíssem nunca. Amava sentir aquelas mãos nela e ouvir os gemidos dele. Nunca tinha feito um boquete tão bagunçado na vida, e tava pasma com o quanto adorava aquela sensação. Tava tão pasma que os movimentos de quadril dela ficaram ainda mais irregulares e sem vontade, mesmo quando ela gozava. Não que ela quisesse deixar o Vis esperando, mas o objetivo de tudo aquilo era experimentar coisas novas, e segurar a pica do Harry na garganta com as bolas dele encostadas no queixo dela era definitivamente novo. Era novo, era excitante, e ela não conseguia se fartar daquilo. Muito antes do Harry gozar na garganta dela e ela olhar nos olhos dele enquanto fazia isso, o Vis já tinha parado de tentar usar as mãos pra guiar ela e lembrar ela de se mexer. Mas a Wanda nunca percebeu que ele tinha parado de lembrar. A pica dentro da buceta dela já tinha sido esquecida naquele momento, expulsa da mente dela completamente pela pica alojada na garganta e pelos olhos verdes. chamas da melhor amiga dela a encarando fixamente. Seria tão, tão fácil se afogar nessas esmeraldas, especialmente quando estavam tão cheias de luxúria, desejo, admiração e talvez até amor.

Wanda se sentia mais do que um pouco culpada por estar tão distraída com todas as primeiras vezes que experimentou com a melhor amiga durante o ménage até agora. Essa culpa foi o motivo pelo qual ela incentivou Vis a assumir o controle e começar a foder ela assim que Harry parou de gozar e a garganta dela não estava mais cheia de pica. Dessa forma, a própria concentração dela, ou a falta dela, não ia atrapalhar. Não importava se ela não conseguia dar pros dois paus a atenção que eles mereciam do jeito que ela fazia sem esforço na imaginação, porque Vis sabia se virar sozinho. Ele sempre foi bom nisso. Embora na maioria das vezes ela acabasse liderando e sendo a que empurrava as coisas quando transavam, ele sempre foi capaz de foder ela perfeitamente quando ela tava a fim de deixar ele assumir o controle. Entregar o controle pra ele também teve um começo bem promissor naquela noite, mas aí ela simplesmente teve que ir lá e tentar o destino. Bem quando Vis realmente tinha começado a se enfiar na fodida dela e a meter num ritmo bom, ela virou a cabeça e percebeu que a pica do Harry tava dura de novo. Ela devia ter dado um jeito de incluir ele na diversão enquanto deixava o Vis ser o centro das atenções dela. Ele merecia depois de ter sido tão paciente com ela até agora, e ela tinha certeza de que o Harry ia ficar feliz com qualquer coisa. Podia ter pegado a pica da melhor amiga na mão e acariciado um pouco enquanto aproveitava o namorado fodendo ela. Porra, podia ter mandado o Harry simplesmente deslizar por trás dela, beijar a nuca dela e brincar um pouco com os peitos dela pra complementar a transa do Visão. Harry nunca foi uma pessoa egoísta desde que ela conheceu ele. Se ela tivesse pedido pra ele assumir um papel secundário temporário e se juntar ao prazer que o Visão tava dando pra ela, sabia que ele ia topar feliz esse papel e teria se dedicado a aumentar o prazer dela sem distraí-la. Isso teria sido o sensato que a Wanda deveria ter feito. Em vez disso, ela virou de lado, ficou de joelhos pra mexer os quadris com a bunda apontando pro Harry e fez um pedido que até ela mesma se surpreendeu. —Me come o cu, Harry —ela disse, selando seu destino. Ela viu o Vis olhando pra ela chocado quando ouviu ela falar, e a Wanda não estava menos surpresa que o namorado dela. Nunca tinha dado o cu com ele, nem com ninguém, na real. Esse era o único buraco que nenhum homem tinha explorado, e ela não tava afim de mudar isso. Vis nunca tinha pedido, e a Wanda não tava disposta a tocar no assunto por conta própria. A ideia de sexo anal nunca tinha atraído ela de verdade. Além da situação óbvia que ela teria que passar pra isso ser possível, ela simplesmente não via o que ia ganhar com isso. Talvez o cara curtisse, mas não parecia algo que fosse fazer bem pra ela. Isso nunca tinha feito parte dos planos da Wanda, nem das imaginações dela de como esse menage ia ser. Mas lá estava ela, mexendo o corpo pra que o Vis pudesse segurar ela pela frente e deslizar o pau dele de novo dentro da buceta dela enquanto deixava o Harry entrar pelo outro lado e penetrar o cu virgem dela, depois de usar a magia pra fazer todos os preparativos físicos necessários. Por um momento, ela quase conseguiu se convencer de que a praticidade da magia do Harry era o motivo pelo qual ela tinha feito essa oferta que nunca tinha feito pra ninguém antes. Naqueles segundos curtos, com o Vis fodendo ela devagar e o Harry se preparando pra penetrar, a Wanda sentiu que isso ia dar certo, como se ela pudesse ficar entre os dois homens mais importantes da vida dela e curtir o esforço dos dois por igual. Mas essa fantasia, por mais confortável que fosse, se desfez no momento em que o pau do Harry se moveu pra reivindicar a virgindade anal dela. O pau fodendo a buceta dela era gostoso, mas não era nada que Ela já tinha sentido aquilo muitas vezes antes. Sentir a rola grossa do Harry empurrando devagar, mais fundo no cu dela, e depois saindo com cuidado antes de tentar de novo, era algo que a Wanda não estava preparada pra enfrentar. Como é que ela ia pensar em qualquer outra coisa com isso acontecendo? Pela primeira vez na vida, um homem tava fodendo o cu dela, e era gostoso pra caralho! Ela não sabia se o Harry já tinha dado o cu em alguém antes. Sabia que ele tinha tido amantes em casa antes de se meter na confusão do Ultron, e também tinha tido uns rolos rápidos desde que ela o conhecia, mas nunca tinham falado da vida sexual um do outro em detalhes. Se ele já tinha feito aquilo antes ou não, com certeza parecia saber como cuidar do conforto dela enquanto fazia. As estocadas dele eram lentas e rasas no começo, e ele deu tempo suficiente pra ela se acostumar a ter uma rola no cu antes de pegar firme. Quando finalmente pegou firme, o corpo da Wanda já tava mais que pronto e a mente dela praticamente implorando por aquilo. Na verdade, ela implorava mesmo, ou pelo menos gemia e pedia. — Isso, Harry! — ela disse, gemendo e se agarrando com força nos ombros dele na frente dela enquanto a rola no cu dela entrava um pouco mais fundo e com um pouco mais de velocidade que antes. — Isso mesmo! Mais fundo, mais forte! Fode o meu cu! — O Harry ouviu, segurando ela com mais força por trás enquanto se afastava e depois mexia o quadril pra enfiar a rola dentro dela com força suficiente pra ela sentir a bunda tremer. — Ah, isso! — O Harry continuou mostrando que o sexo anal podia ser muito mais gostoso pra ela do que ela tinha direito, e as preocupações da Wanda com todo o resto foram deixadas de lado. O sexo anal que a melhor amiga dela tava dando nela era tão prazeroso que ela mal percebeu quando a rola na buceta dela diminuiu o ritmo. investida. Ela percebeu quando ele parou completamente de se mover dentro dela, mas sua tentativa fraca de incentivá-lo a recomeçar foi abafada por um gemido quando Harry deu outra investida profunda na bunda dela. Quando a pica que estava fodendo a buceta dela se retirou e o homem a quem pertencia se afastou, Wanda estava excitada demais para notar. Ela tinha os olhos fechados e sua inesquecível introdução ao sexo anal consumiu seu corpo, sua mente e até seu coração por completo.

Vision era um ser lógico. Ele tinha aprendido a amar e a entender melhor os processos de pensamento humano, mas sua tendência de focar na lógica e na razão acima dos sentimentos humanos ainda estava presente. Sua lógica e razão diziam a ele que, embora ainda não tivessem conversado sobre isso, seu relacionamento amoroso com Wanda Maximoff tinha chegado ao fim. Era possível que nem mesmo Wanda tivesse percebido isso ainda. Ele sabia que nada disso tinha sido intencional da parte dela, e que ela poderia até tentar racionalizar quando tivessem a inevitável discussão sobre o que tinha acontecido naquela noite. Provavelmente seria ele quem teria que dizer o óbvio. Ela estava apaixonada por Harry Potter. Ela também amava o Vision. Ele sabia que os sentimentos dela eram reais. Ela podia até continuar apaixonada por ele, do jeito dela. Mas o corpo dela nunca tinha desejado ele do mesmo jeito que desejava a melhor amiga dela, e aquela noite tinha revelado tudo. Ela tinha feito o possível para dar prazer aos dois, para amar os dois, mas em cada ato que os três tinham tentado, chegava um ponto em que ela só conseguia se concentrar em um deles. E em cada uma dessas encruzilhadas, tinha sido o Harry quem recebia a atenção dela, e o Vision quem ficava esquecido. Ela não tinha feito isso conscientemente, mas o corpo dela tinha feito a escolha instintivamente. Vision estava do lado de fora, olhando para dentro, tanto metaforicamente quanto literalmente. Ele tinha tido alguns orgasmos ao longo da noite, mas tinham sido nas mãos de Wanda, na boca dela e na barriga dela. Todos tinham sido pensamentos secundários, e a parte humana do Vision, a parte que amava Wanda Maximoff, fez o melhor que pôde para aproveitar a liberação e não pensar no fato de que a amante dele mal prestava atenção nele em nenhuma das vezes que ele gozava. No entanto, a lógica era inevitável. Isso era particularmente verdade agora, porque ele estava parado a uma certa distância e observava Harry e Wanda no meio da cama. Ela não tinha olhado para ele nem uma vez, e embora fosse se sentir culpada por isso mais tarde, nem sequer percebeu que ele não estava com ela. A culpa viria depois, mas naquele momento, era só prazer que a preenchia. As pernas dela estavam sobre os ombros de Harry, e ele grunhia a cada vez que enfiava o pau dentro dela. Quando chegou o fim, Wanda puxou ele para cima do corpo dela, deixando o pinto completamente enterrado dentro dela enquanto gozava. A conversa viria, mesmo que Visão tivesse que ser quem começasse e falasse o óbvio. Pode ser que a mente de Wanda ainda não tivesse percebido, mas quando Visão viu Harry Potter encher o útero dela com o esperma dele, soube que o corpo dela já tinha decidido por ela. Só tinha lugar para um homem na cama de Wanda daqui pra frente, e embora Visão ficasse triste, já tinha aceitado que aquele homem não era ele.




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