Aposto que essa vai ser uma das minhas histórias mais curtas.
Depois de uma festa que rolou na minha casa, a More e o Kevin ficaram pra dormir.
A real é que a gente tava tão cheio de álcool e outros bagulhos que ninguém conseguia dormir, e a More começou a passar a mão por baixo dos lençóis. Só pra deixar claro, a gente dormia os três numa cama de casal porque era a única cama que tinha na minha casa.
Começamos a nos esquentar cada vez mais e More, com os R e os S completamente arrastados por causa do estado de embriaguez que tava, disse: “Por favor, me comam”.
A frase nos incendiou e o Kevin, que tava com ela de costas, enfiou a pica até o fundo sem pedir licença. Dava pra ver que a Moore já tava toda molhada, porque ele metia com força e dava pra ouvir aquele barulhinho de chupeta, de tanto fluido que ela soltava com a pressão de cada estocada.
Ela virava os olhos pra trás igual o exorcista e só curtia, não tava tão gritona que nem das outras vezes, mas soltava umas frases que não eram comuns nela e que excitavam a gente pra caralho, tipo “como eu gosto de ser comida, seus filhos da puta” e outras parecidas.
Eu me preparei pra chupar os peitos e o pescoço dela, mas toda vez que eu me endireitava e via a cara de prazer que ela tava fazendo, enfiava os dedos na boca dela, dava um tapa bem forte e falava no ouvido: "você não vale nada, olha como você se entrega, puta, já assumiu que é uma puta, adora nossa porra, vai ser nossa escrava pelo resto da vida".
Numa das vezes que Kevin sussurrava no ouvido dela, ele trocou de buraco no mesmo ritmo dos movimentos e More gritou de dor. Kevin tinha arrombado o cu dela sem nem lubrificar, mesmo assim aquele cu se abriu e aguentou cada pica que Kevin metia com força.
Comecei a enforcá-la enquanto sussurrava no ouvido dela e a beijava com paixão, como se fosse minha namorada.
Num momento em que ele aliviou a pressão da mão e ela conseguiu respirar, disse: "Os dois".
Então eu parei, o Kevin virou de barriga pra cima e a Moore subiu em cima, mas de costas. Ela apoiou tanto os pés quanto as mãos na cama, se jogando pra trás, sozinha, sem precisar que nenhum dos dois a acomodasse — a piroca inteira do Kevin entrou de novo na bunda dela.
Fico toda aberta e disposta, me entregando, com a buceta toda ensopada.
Subi na cama, me ajeitei do jeito que deu e comecei a meter nela ao mesmo tempo que o Kevin.
Depois de alguns segundos, conseguimos coordenar os movimentos e, enquanto um entrava, o outro saía. More gritava como nunca, era uma mistura entre o maior prazer do mundo e uma dor que ela não tava conseguindo aguentar.
Kevin gozou e eu falei: "Fica dentro até eu terminar".
Nenhum dos dois se mexeu enquanto eu continuava entrando e saindo da More.
More gritava e dizia “meu cu tá doendo pra caralho, termina pelo amor de Deus” “me enche de porra e desce, não aguento mais”
Acabei e quando me levantei, levantei ela também, tirei ela daquela empalação que estava segurando ela no colo como um coala.
A buceta dela escorria pelas pernas e a do cu caía direto no chão.
Ela me deu um beijo, desceu e se deitou pra dormir entre nós dois como se nada tivesse acontecido.
Depois de uma festa que rolou na minha casa, a More e o Kevin ficaram pra dormir.
A real é que a gente tava tão cheio de álcool e outros bagulhos que ninguém conseguia dormir, e a More começou a passar a mão por baixo dos lençóis. Só pra deixar claro, a gente dormia os três numa cama de casal porque era a única cama que tinha na minha casa.
Começamos a nos esquentar cada vez mais e More, com os R e os S completamente arrastados por causa do estado de embriaguez que tava, disse: “Por favor, me comam”.
A frase nos incendiou e o Kevin, que tava com ela de costas, enfiou a pica até o fundo sem pedir licença. Dava pra ver que a Moore já tava toda molhada, porque ele metia com força e dava pra ouvir aquele barulhinho de chupeta, de tanto fluido que ela soltava com a pressão de cada estocada.
Ela virava os olhos pra trás igual o exorcista e só curtia, não tava tão gritona que nem das outras vezes, mas soltava umas frases que não eram comuns nela e que excitavam a gente pra caralho, tipo “como eu gosto de ser comida, seus filhos da puta” e outras parecidas.
Eu me preparei pra chupar os peitos e o pescoço dela, mas toda vez que eu me endireitava e via a cara de prazer que ela tava fazendo, enfiava os dedos na boca dela, dava um tapa bem forte e falava no ouvido: "você não vale nada, olha como você se entrega, puta, já assumiu que é uma puta, adora nossa porra, vai ser nossa escrava pelo resto da vida".
Numa das vezes que Kevin sussurrava no ouvido dela, ele trocou de buraco no mesmo ritmo dos movimentos e More gritou de dor. Kevin tinha arrombado o cu dela sem nem lubrificar, mesmo assim aquele cu se abriu e aguentou cada pica que Kevin metia com força.
Comecei a enforcá-la enquanto sussurrava no ouvido dela e a beijava com paixão, como se fosse minha namorada.
Num momento em que ele aliviou a pressão da mão e ela conseguiu respirar, disse: "Os dois".
Então eu parei, o Kevin virou de barriga pra cima e a Moore subiu em cima, mas de costas. Ela apoiou tanto os pés quanto as mãos na cama, se jogando pra trás, sozinha, sem precisar que nenhum dos dois a acomodasse — a piroca inteira do Kevin entrou de novo na bunda dela.
Fico toda aberta e disposta, me entregando, com a buceta toda ensopada.
Subi na cama, me ajeitei do jeito que deu e comecei a meter nela ao mesmo tempo que o Kevin.
Depois de alguns segundos, conseguimos coordenar os movimentos e, enquanto um entrava, o outro saía. More gritava como nunca, era uma mistura entre o maior prazer do mundo e uma dor que ela não tava conseguindo aguentar.
Kevin gozou e eu falei: "Fica dentro até eu terminar".
Nenhum dos dois se mexeu enquanto eu continuava entrando e saindo da More.
More gritava e dizia “meu cu tá doendo pra caralho, termina pelo amor de Deus” “me enche de porra e desce, não aguento mais”
Acabei e quando me levantei, levantei ela também, tirei ela daquela empalação que estava segurando ela no colo como um coala.
A buceta dela escorria pelas pernas e a do cu caía direto no chão.
Ela me deu um beijo, desceu e se deitou pra dormir entre nós dois como se nada tivesse acontecido.
1 comentários - La primera Doble Penetraion