Primeira parte----->Minha mãe Silvina - Tchau, Belém
Série anterior que se conecta com essa saga------>Minha irmã Belém.Eu estava completamente nu, colado na minha mãe e com meu pau duro como um mastro enquanto continuava me masturbando. Tive uma ideia que realmente não sei de onde saiu: Deixa eu fazer uma coisa – falei, levando minha boca até o peito dela devagar. Não, você não vai chupar meus peitos, Kevin!" – ela me disse Te prometo que não vou te chupar. Vamos ver, o que você vai fazer?" – minha mãe perguntou desconfiada Bom…
Deixei cair um fio de saliva no mamilo dela e ordenei: Brinca com seus dedos no mamilo, mas agora molhado com minha saliva Mmmmm – disse minha mãe, visivelmente excitada
Começou a brincar com minha saliva no mamilo dela…
Nós dois estávamos muito tesudos. Ambos percebíamos isso. Eu precisava que minha mãe se soltasse mais. Foi então que me virei de lado e, me esticando, fui para a outra teta dela. Soltei mais um pouco de saliva no outro mamilo. Ela olhou para as próprias tetas, depois me olhou e disse: Eu gosto…
Ela continuou brincando com minha saliva nos peitos dela. Aproximei minha boca do mamilo dela de novo, deixei a saliva escorrer, mas dessa vez minha língua roçou a ponta do mamilo dela. Ayyy Kevin, toma cuidado que você encostou a língua na minha buceta, né? É, escapou de mim. É que a tentação é muito forte – admiti pra ela. — Não pode lamber meus peitos, me avisou
Cada um interpreta do seu jeito, e minha interpretação foi: com a língua não, mas com os dedos sim.
Cuspi de novo no mamilo dela e, sem dar tempo, comecei a brincar com meus dedos ali. Ela negou, mas de um jeito que não deu pra acreditar. Nããão, Kevin Nããão Mmmmm siiiim, mamãe, siiiim, deixa eu
Eu virei de lado e minha piroca dura encostou na coxa dela coberta pelo cobertor. Deixa eu brincar um pouquinho, pedi pra ela Ufffff
Comecei a amassar os peitos dela com as duas mãos. Ela olhava pra eles e depois encarava meus olhos. Tive que me segurar pra não tentar beijar ela.
A situação era das mais safadas e quentes. Eu tava inclinado sobre ela. Cuspi de novo no mamilo dela e, num instante, outra ideia tarada surgiu na minha cabeça. Cuspe nela agora – ordenei Mmmmm – disse ela, obediente, e deixou cair um fio de saliva sobre o outro mamilo. Mmmm – agora eu brincava com os mamilos dela, lubrificados com nossas babas
Fiquei um tempão brincando com meus dedos nos mamilos dela, e eles começaram a secar. Ofereci meus dedos pra boca dela, colocando-os na frente dos lábios dela. Em completo silêncio, ela não disse uma palavra e abriu a boca. Meus dedos se apoiaram na almofadinha da língua dela, e ela começou a brincar com eles, enchendo-os de saliva.
Com os dedos todos molhados, brinquei com o mamilo dela. Depois, ofereci os dedos da outra mão, e ela chupou do mesmo jeito. Voltei a brincar com o outro mamilo dela.
A gente tava em chamas. Minha mãe gemia. Por mais medos que eu tivesse, pela primeira vez senti que minha mãe não ia conseguir me parar.
Foi aí que eu baixei minha boca até o mamilo dela e, bem pertinho dele, deixei cair um pouco de baba e olhei pra ela. Ela tava me olhando com uma cara de tesão que eu nunca tinha visto. O rosto vermelho, o olhar vidrado.
Aproximei mais minha boca do mamilo dela sem tirar os olhos dos dela. Era óbvio o que ia acontecer, mas eu queria a aprovação tácita dela. Soltei um hálito quente sobre o mamilo dela e olhei com uma cara de interrogação. Ela mexeu a cabeça pra cima e pra baixo, como quem diz sim. Era tudo que eu precisava.
Me joguei pra chupar aquele mamilo como um louco. Acho que foi o passo que minha mãe precisava dar. Longe de me frear, ela começou a acariciar meu cabelo enquanto eu não parava de chupar ela.
Era hora de trocar de peito, e não hesitei. Minha mãe se ajeitou pra facilitar e virou de lado.
Não sei se foram os movimentos ou se foi ela. Juro que não fui eu quem fez, mas a manta começou a descer pelas pernas da minha mãe. Consegui olhar pra baixo num instante e vi um monte de Vênus lindo, perfeitamente depilado e cuidado. Um tufinho minúsculo de pelos cobria só a barriguinha dela. Era linda.
Ela nem percebeu. Eu abracei ela pela cintura agora e continuei chupando os peitos dela como um verdadeiro desesperado.
Agora a gente tava os dois completamente pelados no sofá, de lado. Nossos corpos se roçavam sem parar. pra evitar.
Meu pau duro e escorrendo encostou na cintura dela e ela tremeu. Senti pânico na hora, porque achei que isso ia fazer ela parar de vez. Era meu pau e a pele dela. Um avanço que nunca pensei que conseguiria.
Por sorte, ela tava tão tesuda quanto eu e pegou meu pau, ajeitando ele pra cima. Ela se apertou mais contra mim e a barriga dela fazia pressão no meu pau duríssimo. Eu me apertava cada vez mais contra ela.
Até que ela se afastou, mas só um pouco. Ela baixou a mão e começou a acariciar meu pau devagar. Eu achei que ia morrer de prazer naquele instante. Mas aquela carícia não seria tudo. Aquela carícia seria o começo de algo muito melhor.
Os dedos dela envolveram meu pau e apertaram de leve. Eu tava no paraíso total. Minha mãe ia me fazer uma punheta? Acho que não parei de chupar os peitos dela nem um segundo. Era o que eu sabia fazer de melhor. Não tinha coragem de beijar ela nem de descer com a boca até a buceta dela.
Ela, mais experiente que eu, se ajeitou sem parar de mexer a mão no meu pau. Pegou minha mão que tava na cintura dela e levou devagar até a buceta dela. Precisava que eu tocasse ali.
Tudo isso acontecia no mais absoluto silêncio. Nenhum dos dois tinha coragem de falar.
Minha mão se aproximou da região da buceta dela e quando apertei um pouco, ela facilitou abrindo as pernas. Meus dedos sentiram uma umidade total. O calor que senti quando enfiei o primeiro dedo dentro da buceta foi uma sensação que nunca vou esquecer.
Meu dedo inteiro entrou e eu ouvi minha mãe baixar a boca até meu ouvido: Aghhhhhh – ele/ela sussurrou pra mim Adoro, gostosa – falei pra ela Siiiiiiii – ela sussurrou agora
Meu dedo entrava e saía da buceta dela com muita facilidade. Tanta que achei na hora de enfiar um segundo dedo. Agora senti a mão dela apertando minha cabeça pra eu chupar o mamilo dela com mais força. Enfiei os dois dedos e comecei a meter e tirar num ritmo bom. Sentia que a lubrificação dela aumentava cada vez mais.
A mão dela no meu pau não parava de me punhetar…Minha mãe Silvina 10Podem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
Série anterior que se conecta com essa saga------>Minha irmã Belém.Eu estava completamente nu, colado na minha mãe e com meu pau duro como um mastro enquanto continuava me masturbando. Tive uma ideia que realmente não sei de onde saiu: Deixa eu fazer uma coisa – falei, levando minha boca até o peito dela devagar. Não, você não vai chupar meus peitos, Kevin!" – ela me disse Te prometo que não vou te chupar. Vamos ver, o que você vai fazer?" – minha mãe perguntou desconfiada Bom…
Deixei cair um fio de saliva no mamilo dela e ordenei: Brinca com seus dedos no mamilo, mas agora molhado com minha saliva Mmmmm – disse minha mãe, visivelmente excitada Começou a brincar com minha saliva no mamilo dela…
Nós dois estávamos muito tesudos. Ambos percebíamos isso. Eu precisava que minha mãe se soltasse mais. Foi então que me virei de lado e, me esticando, fui para a outra teta dela. Soltei mais um pouco de saliva no outro mamilo. Ela olhou para as próprias tetas, depois me olhou e disse: Eu gosto…
Ela continuou brincando com minha saliva nos peitos dela. Aproximei minha boca do mamilo dela de novo, deixei a saliva escorrer, mas dessa vez minha língua roçou a ponta do mamilo dela. Ayyy Kevin, toma cuidado que você encostou a língua na minha buceta, né? É, escapou de mim. É que a tentação é muito forte – admiti pra ela. — Não pode lamber meus peitos, me avisou
Cada um interpreta do seu jeito, e minha interpretação foi: com a língua não, mas com os dedos sim.
Cuspi de novo no mamilo dela e, sem dar tempo, comecei a brincar com meus dedos ali. Ela negou, mas de um jeito que não deu pra acreditar. Nããão, Kevin Nããão Mmmmm siiiim, mamãe, siiiim, deixa eu
Eu virei de lado e minha piroca dura encostou na coxa dela coberta pelo cobertor. Deixa eu brincar um pouquinho, pedi pra ela Ufffff
Comecei a amassar os peitos dela com as duas mãos. Ela olhava pra eles e depois encarava meus olhos. Tive que me segurar pra não tentar beijar ela.
A situação era das mais safadas e quentes. Eu tava inclinado sobre ela. Cuspi de novo no mamilo dela e, num instante, outra ideia tarada surgiu na minha cabeça. Cuspe nela agora – ordenei Mmmmm – disse ela, obediente, e deixou cair um fio de saliva sobre o outro mamilo. Mmmm – agora eu brincava com os mamilos dela, lubrificados com nossas babas
Fiquei um tempão brincando com meus dedos nos mamilos dela, e eles começaram a secar. Ofereci meus dedos pra boca dela, colocando-os na frente dos lábios dela. Em completo silêncio, ela não disse uma palavra e abriu a boca. Meus dedos se apoiaram na almofadinha da língua dela, e ela começou a brincar com eles, enchendo-os de saliva.
Com os dedos todos molhados, brinquei com o mamilo dela. Depois, ofereci os dedos da outra mão, e ela chupou do mesmo jeito. Voltei a brincar com o outro mamilo dela.
A gente tava em chamas. Minha mãe gemia. Por mais medos que eu tivesse, pela primeira vez senti que minha mãe não ia conseguir me parar.
Foi aí que eu baixei minha boca até o mamilo dela e, bem pertinho dele, deixei cair um pouco de baba e olhei pra ela. Ela tava me olhando com uma cara de tesão que eu nunca tinha visto. O rosto vermelho, o olhar vidrado.
Aproximei mais minha boca do mamilo dela sem tirar os olhos dos dela. Era óbvio o que ia acontecer, mas eu queria a aprovação tácita dela. Soltei um hálito quente sobre o mamilo dela e olhei com uma cara de interrogação. Ela mexeu a cabeça pra cima e pra baixo, como quem diz sim. Era tudo que eu precisava.
Me joguei pra chupar aquele mamilo como um louco. Acho que foi o passo que minha mãe precisava dar. Longe de me frear, ela começou a acariciar meu cabelo enquanto eu não parava de chupar ela.
Era hora de trocar de peito, e não hesitei. Minha mãe se ajeitou pra facilitar e virou de lado.
Não sei se foram os movimentos ou se foi ela. Juro que não fui eu quem fez, mas a manta começou a descer pelas pernas da minha mãe. Consegui olhar pra baixo num instante e vi um monte de Vênus lindo, perfeitamente depilado e cuidado. Um tufinho minúsculo de pelos cobria só a barriguinha dela. Era linda.
Ela nem percebeu. Eu abracei ela pela cintura agora e continuei chupando os peitos dela como um verdadeiro desesperado.
Agora a gente tava os dois completamente pelados no sofá, de lado. Nossos corpos se roçavam sem parar. pra evitar.
Meu pau duro e escorrendo encostou na cintura dela e ela tremeu. Senti pânico na hora, porque achei que isso ia fazer ela parar de vez. Era meu pau e a pele dela. Um avanço que nunca pensei que conseguiria.
Por sorte, ela tava tão tesuda quanto eu e pegou meu pau, ajeitando ele pra cima. Ela se apertou mais contra mim e a barriga dela fazia pressão no meu pau duríssimo. Eu me apertava cada vez mais contra ela.
Até que ela se afastou, mas só um pouco. Ela baixou a mão e começou a acariciar meu pau devagar. Eu achei que ia morrer de prazer naquele instante. Mas aquela carícia não seria tudo. Aquela carícia seria o começo de algo muito melhor.
Os dedos dela envolveram meu pau e apertaram de leve. Eu tava no paraíso total. Minha mãe ia me fazer uma punheta? Acho que não parei de chupar os peitos dela nem um segundo. Era o que eu sabia fazer de melhor. Não tinha coragem de beijar ela nem de descer com a boca até a buceta dela.
Ela, mais experiente que eu, se ajeitou sem parar de mexer a mão no meu pau. Pegou minha mão que tava na cintura dela e levou devagar até a buceta dela. Precisava que eu tocasse ali.
Tudo isso acontecia no mais absoluto silêncio. Nenhum dos dois tinha coragem de falar.
Minha mão se aproximou da região da buceta dela e quando apertei um pouco, ela facilitou abrindo as pernas. Meus dedos sentiram uma umidade total. O calor que senti quando enfiei o primeiro dedo dentro da buceta foi uma sensação que nunca vou esquecer.
Meu dedo inteiro entrou e eu ouvi minha mãe baixar a boca até meu ouvido: Aghhhhhh – ele/ela sussurrou pra mim Adoro, gostosa – falei pra ela Siiiiiiii – ela sussurrou agora
Meu dedo entrava e saía da buceta dela com muita facilidade. Tanta que achei na hora de enfiar um segundo dedo. Agora senti a mão dela apertando minha cabeça pra eu chupar o mamilo dela com mais força. Enfiei os dois dedos e comecei a meter e tirar num ritmo bom. Sentia que a lubrificação dela aumentava cada vez mais.
A mão dela no meu pau não parava de me punhetar…Minha mãe Silvina 10Podem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
22 comentários - Mi mamá Silvina 9
Gracias
y
Y quién te dice, vuelve la hermana perdonada x la madre, para unirse a un trio
abrazo
Lamento que no sea del todo tu gusto