Nos dias seguintes à última vez que a gente tinha se enfiado numa festa, meus comentários sobre o assunto eram todos enfatizando que eu não podia acreditar no apertado que era o cu da More.
Tenho que admitir que com o Kevin era ainda mais explícito, já que era com quem eu mais compartilhava esses momentos.
Uma tarde, ele puxou o assunto e eu fui bem sincero: "Mano, entrava muito fácil, mas ao mesmo tempo apertava pra caralho e fez ela gritar que nem uma puta gostosa.
Dá pra ver que minhas palavras ficaram rodando na cabeça do Kevin e um tempo depois ele me fala “Quero comer essa bunda, traz ela hoje à noite”
Convidamos a More pra casa, comemos nós três juntos numa boa e quando eu tava dando a última garfada, olhei fixo pra ela e falei sério: "Agora você tem que pagar o hambúrguer".
Esperta como poucas, a cara dela se transformou e ela disse: "Já imaginava que não era de graça".
Ela parou e foi para o quarto, com o Kevin a gente seguiu ela e quando entramos ela já estava de fio dental e com os dois peitos de fora, os bicos bem durinhos.
Sozinha, ela se jogou em cima do Kevin e começaram a se beijar e se apalpar. Eu não tava a fim de participar, então quando ela veio querer beijar minha testa, me sentei num sofá que tinha no meu quarto e falei: hoje vou ser só o diretor do filme.
Indiquei que ela se ajoelhasse e começasse a chupar a pica do Kevin, e sem questionar absolutamente nada, ela se ajoelhou e começou a mamar.
Kevin começou a tratá-la como se ela fosse realmente uma escória e, enquanto a insultava e dizia “sua puta de merda, você adora ser usada assim, não é?”, começou a dar tapas tão fortes que More não conseguia manter a posição. No entanto, ela não reclamava e, pelo contrário, ficava mais desafiadora, olhava para ele e ria com uma risada debochada.
Eu tava tão excitado que minha rola pulsava mais forte que meu coração, mas eu não me tocava, ficava sério no sofá olhando como se fosse uma exposição.
Eu resolvi testar até onde iam seguir minhas ordens, então do sofá eu falei: “Cospe na boca daquela puta”.
Kevin, sem hesitar, agarrou More pelas bochechas e cuspiu na boca dela, que já esperava de boca aberta.
queria ouvir ela gemer enquanto via ela sendo usada, então mandei: "É sua vez de rebolar, senta nele".
Ela parou num movimento só, empurrou o Kevin pra cima da cama, baixou a calça dele até o tornozelo e montou em cima, puxou a tanguinha preta dela pro lado e enfiou a pica toda do Kevin. Ela tava tão molhada que deslizou pela pica inteira até o cu dela encostar nas bolas do Kevin.
começou a se mexer e no ritmo que subia e descia, seus gemidos eram ouvidos, fortes, muito mais do que das outras vezes.
Ela ficou tão molhada que, por cima dos gemidos, começou a se ouvir o som líquido dos fluidos dela, cada vez mais intensos.
Como não tinha clima de festa como outras vezes e eu tinha vizinhos que eram uma família, eu parei, me coloquei do lado dela na cama, agarrei ela pelo pescoço e falei: "Tanta vontade de que todo mundo saiba como você se diverte, tem? Fecha a boca, puta.
Ela começou a gemer de boca fechada, mas de forma cada vez mais acelerada, enquanto aplicava mais pressão sobre o corpo dela.
Kevin, todo nervoso, disse: Fala pra ela pra que veio.
Virei a cabeça dela, fiz ela me olhar bem e falei: “Quer que eu te arrombe essa buceta igual faço com a minha filha da puta?”
Pela primeira vez desde que esse tipo de encontro rola, eu hesito, fico na dúvida por um segundo, então dei um tapa tão forte nela que a cara ficou marcada e finalizei a situação com um "já".
Saiu de cima do Kevin, tirou a tanga, passou a mão nos lábios pra lambuzar de saliva, ainda de costas pra gente, começou a brincar com a própria bunda, que não teve dificuldade nenhuma pra deixar passar o primeiro dedo. Poucos segundos depois, conseguiu enfiar o segundo, então eu dei a volta na cama e ajudei — meus dois dedos, visivelmente maiores que os dela, entraram sem esforço. Em uns 2 ou 3 minutos, ela segurou meu pulso pra tirar minha mão, subiu de novo em cima do Kevin e, repetindo o gesto de babar a mão, dessa vez passou na rola do Kevin, da cabeça até as bolas.
Assim, sem mais nem menos, enfiou a rola inteira do Kevin no cu. As nádegas ficaram tão separadas pela grossura da rola que dava pra ver perfeitamente como o cu engolia ela toda.
Começou bem devagar, mas conforme foi se movendo, aumentou a velocidade. Chegou uma hora que subia tanto que a pica do Kevin saía, mas na descida entrava toda de novo.
Ela começou a se mexer tão rápido que Kevin acabou, ela saiu de cima mas ficou de quatro na cama, fiquei maravilhado vendo como aquela bunda cuspia a quantidade de porra que tinha tirado do Kevin.
Ela vira a cabeça ao perceber que eu não me mexia e me diz: “Vai, Gordo”.
Não hesitou nem um segundo, pegou uma camisinha que já tinha meio à mão e meteu tudo. Ela tava toda molhada e muito quente.
empurro duas vezes e paro, ela vira a cabeça de novo e fala “no cu, vai fundo”
Me joguei pra trás, tirei minha pica pra fora e me atirei com tudo pra frente, enfiando a pica no cu dela.
Assim que sentiu, começou a gemer. Já não estava tão apertado como ele lembrava, mas tava muito quente.
Dei nela de quatro enquanto puxava o cabelo dela, o Kevin colocou a mesma pica que tinha tirado do cu dela na boca dela e depois de um tempo gozamos os dois.
Kevin foi ao banheiro e, ao me encontrar sozinha com ela pela primeira vez naquela situação, deixei toda minha safadeza sair e falei: "se pra ele você deixou arrebentar sua buceta por ciúmes, vai tomar meu leite também.
Tirei a camisinha e dei pra ela.
Ela me olhou desorientada, segurou a camisinha, chupou minha pica pra deixar bem limpinha e pegou a camisinha por cima da cabeça dela, olhou pra cima e abriu a boca esperando a porra cair, engoliu, passou a língua na base da camisinha, jogou fora e foi tomar banho.
Tenho que admitir que com o Kevin era ainda mais explícito, já que era com quem eu mais compartilhava esses momentos.
Uma tarde, ele puxou o assunto e eu fui bem sincero: "Mano, entrava muito fácil, mas ao mesmo tempo apertava pra caralho e fez ela gritar que nem uma puta gostosa.
Dá pra ver que minhas palavras ficaram rodando na cabeça do Kevin e um tempo depois ele me fala “Quero comer essa bunda, traz ela hoje à noite”
Convidamos a More pra casa, comemos nós três juntos numa boa e quando eu tava dando a última garfada, olhei fixo pra ela e falei sério: "Agora você tem que pagar o hambúrguer".
Esperta como poucas, a cara dela se transformou e ela disse: "Já imaginava que não era de graça".
Ela parou e foi para o quarto, com o Kevin a gente seguiu ela e quando entramos ela já estava de fio dental e com os dois peitos de fora, os bicos bem durinhos.
Sozinha, ela se jogou em cima do Kevin e começaram a se beijar e se apalpar. Eu não tava a fim de participar, então quando ela veio querer beijar minha testa, me sentei num sofá que tinha no meu quarto e falei: hoje vou ser só o diretor do filme.
Indiquei que ela se ajoelhasse e começasse a chupar a pica do Kevin, e sem questionar absolutamente nada, ela se ajoelhou e começou a mamar.
Kevin começou a tratá-la como se ela fosse realmente uma escória e, enquanto a insultava e dizia “sua puta de merda, você adora ser usada assim, não é?”, começou a dar tapas tão fortes que More não conseguia manter a posição. No entanto, ela não reclamava e, pelo contrário, ficava mais desafiadora, olhava para ele e ria com uma risada debochada.
Eu tava tão excitado que minha rola pulsava mais forte que meu coração, mas eu não me tocava, ficava sério no sofá olhando como se fosse uma exposição.
Eu resolvi testar até onde iam seguir minhas ordens, então do sofá eu falei: “Cospe na boca daquela puta”.
Kevin, sem hesitar, agarrou More pelas bochechas e cuspiu na boca dela, que já esperava de boca aberta.
queria ouvir ela gemer enquanto via ela sendo usada, então mandei: "É sua vez de rebolar, senta nele".
Ela parou num movimento só, empurrou o Kevin pra cima da cama, baixou a calça dele até o tornozelo e montou em cima, puxou a tanguinha preta dela pro lado e enfiou a pica toda do Kevin. Ela tava tão molhada que deslizou pela pica inteira até o cu dela encostar nas bolas do Kevin.
começou a se mexer e no ritmo que subia e descia, seus gemidos eram ouvidos, fortes, muito mais do que das outras vezes.
Ela ficou tão molhada que, por cima dos gemidos, começou a se ouvir o som líquido dos fluidos dela, cada vez mais intensos.
Como não tinha clima de festa como outras vezes e eu tinha vizinhos que eram uma família, eu parei, me coloquei do lado dela na cama, agarrei ela pelo pescoço e falei: "Tanta vontade de que todo mundo saiba como você se diverte, tem? Fecha a boca, puta.
Ela começou a gemer de boca fechada, mas de forma cada vez mais acelerada, enquanto aplicava mais pressão sobre o corpo dela.
Kevin, todo nervoso, disse: Fala pra ela pra que veio.
Virei a cabeça dela, fiz ela me olhar bem e falei: “Quer que eu te arrombe essa buceta igual faço com a minha filha da puta?”
Pela primeira vez desde que esse tipo de encontro rola, eu hesito, fico na dúvida por um segundo, então dei um tapa tão forte nela que a cara ficou marcada e finalizei a situação com um "já".
Saiu de cima do Kevin, tirou a tanga, passou a mão nos lábios pra lambuzar de saliva, ainda de costas pra gente, começou a brincar com a própria bunda, que não teve dificuldade nenhuma pra deixar passar o primeiro dedo. Poucos segundos depois, conseguiu enfiar o segundo, então eu dei a volta na cama e ajudei — meus dois dedos, visivelmente maiores que os dela, entraram sem esforço. Em uns 2 ou 3 minutos, ela segurou meu pulso pra tirar minha mão, subiu de novo em cima do Kevin e, repetindo o gesto de babar a mão, dessa vez passou na rola do Kevin, da cabeça até as bolas.
Assim, sem mais nem menos, enfiou a rola inteira do Kevin no cu. As nádegas ficaram tão separadas pela grossura da rola que dava pra ver perfeitamente como o cu engolia ela toda.
Começou bem devagar, mas conforme foi se movendo, aumentou a velocidade. Chegou uma hora que subia tanto que a pica do Kevin saía, mas na descida entrava toda de novo.
Ela começou a se mexer tão rápido que Kevin acabou, ela saiu de cima mas ficou de quatro na cama, fiquei maravilhado vendo como aquela bunda cuspia a quantidade de porra que tinha tirado do Kevin.
Ela vira a cabeça ao perceber que eu não me mexia e me diz: “Vai, Gordo”.
Não hesitou nem um segundo, pegou uma camisinha que já tinha meio à mão e meteu tudo. Ela tava toda molhada e muito quente.
empurro duas vezes e paro, ela vira a cabeça de novo e fala “no cu, vai fundo”
Me joguei pra trás, tirei minha pica pra fora e me atirei com tudo pra frente, enfiando a pica no cu dela.
Assim que sentiu, começou a gemer. Já não estava tão apertado como ele lembrava, mas tava muito quente.
Dei nela de quatro enquanto puxava o cabelo dela, o Kevin colocou a mesma pica que tinha tirado do cu dela na boca dela e depois de um tempo gozamos os dois.
Kevin foi ao banheiro e, ao me encontrar sozinha com ela pela primeira vez naquela situação, deixei toda minha safadeza sair e falei: "se pra ele você deixou arrebentar sua buceta por ciúmes, vai tomar meu leite também.
Tirei a camisinha e dei pra ela.
Ela me olhou desorientada, segurou a camisinha, chupou minha pica pra deixar bem limpinha e pegou a camisinha por cima da cabeça dela, olhou pra cima e abriu a boca esperando a porra cair, engoliu, passou a língua na base da camisinha, jogou fora e foi tomar banho.
0 comentários - Ciúmes de um Tridente