Olá, queridos amigos e amigas do Poringa.net. Como sempre, é um prazer pra mim publicar minhas histórias pra vocês.
Valeu pra todos os homens e mulheres que me mandam suas mensagens.
Por cada comentário e ponto em cada post.
A única coisa que peço sempre:
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Hoje trago pra vocês essa história que há tempos quero contar.Tem a ver com outros relatos que já publiquei, e pra quem não viu, vou deixar aqui.

http://www.poringa.net/posts/relatos/2995316/Mi-tia-me-entrego-con-su-amiga-con-fotos.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/3885418/Mi-tia-me-entrego-a-su-amiga-2-Fani-con-fotos.html
Essa história aconteceu há muito tempo. Mas tá na minha mente, como se fosse ontem.
Minha tia Marcela não tinha problema nenhum em me entregar pras amigas dela.
Como contei nos relatos anteriores, ela buscava no sexo a saída pra qualquer problema.
É viúva?... Para de sofrer e fode como uma louca.
Tá com problema com teu marido que não te come?... Arranja um macho que te coma direito e aproveita a vida.
Teu marido te largou?... Para de chorar e arranja um macho novo, come ele e segue tua vida.
Não venham com problemas. Não somos umas menininhas, vamos aproveitar a vida.
Esses eram os conselhos da minha tia.
O último foi pra protagonista dessa história.
Eva é uma mulher muito gostosa, meio largada por causa do divórcio recente.
Usava roupas largadas que não deixavam mostrar os atributos bem bons que ela tem.
Se sentia feia e pouco atraente.
Não se arrumava e tinha engordado um pouco, e isso a deixava insegura.
Ocupada com duas filhas adolescentes, que não davam muita bola pra ela.
Minha tia incentivava ela a se arrumar um pouco.
E pra não destoar das amigas,
dava pra ver ela com vestidos mais justinhos. Que caíam muito bem nela.
Deixando de lado aquelas roupas largadas que escondiam o corpo lindo dela.
Esses vestidos realçavam os peitões dela.
A cintura fina com uma barriguinha, que não ficava nada mal.
Mas quando ela virava de costas, a saia do vestido, nem curta nem longa, destacava aquele rabo enorme.
Minha tia e as 4 amigas se encontram uma vez por mês.
Na casa dela ou em algum bar.
Como sempre, em cada encontro, tanto Adel quanto Fani
falavam do bem que se divertiam com um amante misterioso, que só minha tia sabia quem era.
Essas histórias se repetiam,
aumentando cada vez mais o mistério desse amante.
Nenhuma dizia quem era, e tanto Eva quanto Juana
achavam que eram duas pessoas diferentes.
A puta da minha tia não ficava atrás, contando como se divertia com o namorado dela.
Falando de sexo, elas eram as melhores.
A Eva, essas histórias davam inveja. Pel as coisas que ela contava, aquelas aventuras cheias de sexo e paixão.
A felicidade e o quanto ela parecia bem.
Mas ainda tava presa naquele amor pelo ex.
Naquela época, minha tia tava com a casa em reforma.
Como tinha pouco trampo na oficina, eu aproveitava pra trabalhar na casa dela.
Eva me olhava disfarçado.
Minha tia sacou na hora o que a amiga precisava.
Uma tarde, enquanto eu trabalhava, ela ficava me encarando.
Ao passar pela cozinha, escutei uma conversa interessante.
Marcela: Cê tá afim do guri, né?
haha... não fica com cara de bocó, vejo como cê olha pra ele.
não se preocupa, o guri é mó gostoso.
Eva: Shhh... bocó, que que cê tá falando?
é um guri... só tô olhando ele trabalhar.
mas não é que eu goste dele, bocó, que isso?
Marcela: Fala sério, tô te vendo. de verdade, tá tudo bem.
assim cê areja a cabeça e tira aquele otário do teu ex. da cabeça.
além disso, olha que gostosão que é meu sobrinho.
boa costa pra arranhar.
braços bons pra te apertar e umas pernas boas pra te segurar.
e pelo que dá pra ver, tem um belo volume.
que que cê me diz, não vai comer ele?
Eva: Nossa... que que cê tá falando... haha
cê me faz ficar vermelha.
cê é louca... como cê fala isso do teu sobrinho?
cê comeria ele?
Marcela: Claro, eu comeria ele todinho.
mas eu tenho meu namorado.
que não me deixa faltar nada.
mas, se meu sobrinho não fosse tão certinho comigo.
não pensaria nem um segundo.
mas cê tá sozinha, por que não aproveita?
Eva: Cê é louca, amiga. ele é muito novo pra mim e cê sabe.
não teria coragem, por mais vontade que eu tenha.
e cê toma cuidado, querida. cê tá muito afim do teu sobrinho.
Marcela: Olha, com as coisas que Adel e Fani contam.
como não pensar nisso... ufs...
Eva: Que que cê tá dizendo? ele é o amante que elas falam?
achava que eram duas pessoas diferentes.
cê tá mentindo pra mim.
Marcela: Não, é o mesmo.
óbvio que isso fica entre a gente.
eu apresentei elas, se quiser posso fazer o mesmo com você.
Eva: hahaha que putas do caralho...
olha só os segredinhos que vocês tinham.
mas não. Fica tranquilo, não vou falar nada.
Minha tia e ela preparavam um clima de aproximação e confiança.
Ela brincava de me seduzir enquanto eu deixava ela tomar a iniciativa.
Por causa da timidez e insegurança dela, não se soltava muito.
Mas ela adorava o jogo de se sentir uma mulher gostosa pra alguém.
Só que nessa brincadeira, nosso jeito de provocar era nos tratar mal.
Algo bem infantil.
Ela me chamava de "guy sujo" e eu chamava ela de "gorda peituda", essas coisas.
Empurrões e beliscões eram o jeito dela de brigar comigo e, aos poucos, se aproximar mais.
Fazendo com que eu me soltasse mais com ela.
Essa brincadeira de mão tinha suas consequências.
Os empurrões dela sempre terminavam com um tapão na bunda, que fazia ela pular de susto e ficar vermelha.
Mas eu sempre acabava apertando um pouco, passando a mão aqui e ali.
Só que na hora, ela se desesperava, ficava muito nervosa e saía correndo.
Uma tarde, minha tia deixou a gente sozinho pra amiga dela aproveitar.
Mas ela ficava indecisa, andando de um lado pro outro.
Enquanto eu trabalhava, colocando uma janela nova.
Ela me olhava bem atenta.
Como sempre, eu provocava ela com alguma coisa e, vendo ela tão nervosa...
Eva: — Cê tá louco, cara... tirou uma foto minha?
Tá de sacanagem?
Guy?
Eu: que buceta gordinha. que carinha de safada você tem. o que foi? não dormimos bem.
Eva: nada, não tô me sentindo bem.
tô cansada, entediada, hoje não me aguento.
haha desculpa, não liga pra mim. te incomodo?
nada, só tô olhando você trabalhar.
mas se não gosta que te olhem, vou pra cozinha.
Eu: haha, não, de jeito nenhum... o que cê tá falando?
gosto da sua companhia.
Eva: é...? gosta da minha companhia?
o que mais cê gosta em mim? fala aí.
sou uma gordinha feia. tenho barriguinha haha.
além disso, sou grande demais pra você.
você vive chamando de gorda velha. é isso que eu sou pra você?
Eu: cê sabe que falo na brincadeira. sem maldade.
não seja besta, quer?
você me chama de velho sujo e eu não me ofendo.
hahaha. cê tá falando sério?
cê acha mesmo que eu penso isso?
você é uma mulher muito gostosa e não tá nada mal.
tá bom, não falo mais nada.
Eva: hahaha... você é um cuzão.
então me trata mal pra se divertir, olha só que malvado você é comigo.
dá pra parar de tirar fotos minhas, idiota?
Eu: hahaha. adoro tirar fotos, não sabia? essa foto é melhor que a anterior com esse sorriso gostoso.
além disso, daqui eu tenho uma vista linda das suas tetas.
se a janela tá torta, a culpa é sua.
Eva: não.... cara.... nojento......
você é sem noção, sabia?
como você vai tirar uma foto das minhas tetas?
me dá isso e apaga minhas fotos, cara.
Eu: não hahaha essas fotos não vão ser apagadas.
Eva: não tô num bom dia.... já te falei, não tô pra brincadeira, ok.
vai, apaga isso... ou eu roubo.... vai.....
apaga logo....
Eu: não é meu problema o seu dia, gostosa. já te falei que não vou apagar, ok.
se quer apagar, vai ter que tirar de mim.
se não, vaza, porque vou tirar mais.
Ela olhou pra mim tentando pegar a câmera da minha mão.
Entre empurrões, ela pela câmera e eu afastando ela das mãos dela.
Como eu sou mais alto que ela, não alcançava.
Nossos corpos se roçavam.
Eva: não.... chega, não brinca comigo....
vai, apaga isso, seu merda.... sua tia tá chegando.
não seja idiota....
Ela pulava tentando tirar de mim.
As tetas dela batiam e balançavam no meu corpo.
Peguei ela pela cintura e encostei ela em mim.
Com uma mão levantada segurando a câmera e a outra na cintura dela.
Quando ela cansou de lutar.
Ficamos de frente um pro outro.
Eu sentia o peito dela ofegante, a respiração dela.
O perfume dela e o meu se misturavam.
Mas ela também sentiu algo mais.
Acho que isso a assustou, sabendo que passamos do limite.
Ficamos nos olhando.
Já decidido, vendo que não tinha mais nada a dizer.
Dei um beijo nela e minha mão desceu da cintura e apertou a bunda gostosa dela.
A putinha virou o rosto, me olhou assustada e me deu um tapa.
Não foi muito forte, mas me surpreendeu.
Eva: que porra você tá fazendo, cara?
o que você pensa que eu sou, uma puta?
Ela tirou minha mão da bunda dela e começou a me xingar. Não esperava essa reação.
Brava, foi em direção à porta.
Minha reação foi impedir ela de sair e tranquei a porta. Era mais do mesmo.
Eu provocava, brincava, e aí o medo fazia ela correr.
Entendi que só na força ia conseguir alguma coisa com ela.
Eva: para, não seja assim...
vai, me deixa sair...
não quero isso, ok...
tudo é culpa da sua tia... que encheu minha cabeça.
mas não dá, ok. chega, abre a porta.
Eu: não entendo que porra tem com você.
você me procura, me provoca o tempo todo, vejo como paquera comigo.
brinca comigo e ainda me bateu, sua idiota?
culpa a minha tia? quem tá jogando é você, assume.
você gosta desses joguinhos, ok...
Encurralei ela contra a parede.
Eva: chega, de verdade, não quero.
não me obriga a te bater de novo.
não devia ter feito e desculpa por isso.
juro que não brinco mais se me deixar sair.
Eu: daqui você não sai e não te perdoo porra nenhuma.
se me bater de novo, vai dar merda tudo.
A respiração dela fazia os peitos dela balançarem.
Ela com o olhar pra baixo. Apoiou a cabeça e as mãos no meu peito.
Com uma mão peguei ela pelo cabelo e com a outra forcei ela a levantar o rosto.
Eva: para, não seja assim...
vai, me deixa sair... solta meu cabelo, sim?
tá me machucando.
Beijei ela segurando pelo cabelo.
No começo ela resistia, mas não o suficiente pra eu parar.
Uma resistência meio histérica, digamos.
Beijava ela e aos poucos passava a mão por todo lado.
Ela continuava no papel dela.
Eu: viu que você gosta e se faz de sonsa.
assim que eu gosto, mansa.
Eva: ai... não... para... ai...
chega... sua tia pode chegar a qualquer hora... ai...
chega... me solta...
te falei que não quero... não seja besta... e me deixa sair.
por favor, Maury...
não tô brincando, cara.
Esse jogo de sedução e resistência
tava tudo dito.
Dava pra ver o que ela precisava.
Ser dominada pra se entregar.
Senão nunca teria coragem.
Com uma mão segurava ela pelo cabelo e com a outra.
Acariciava a buceta dela que ficava molhada com meus carinhos.
Ela se mexia resistindo, se contorcia e esfregava as pernas.
Mas a la deixava fazer.
Seus beijos estavam mais quentes.
Entre seus lábios escapavam gemidos.
Aos poucos, assim submissa, a resistência dela ficou de lado.
Seus beijos com gemidos eram uma delícia.
O corpo dela era apalpado por todos os lados.
Peguei ela de novo pelos cabelos e levei pra cama.
Eva: nem pensa, já chega.
Na cama não...
sua tia pode chegar a qualquer momento... chega...
seu merda, chega...
Eu: cala a boca de uma vez.
Não tô nem aí se vem minha tia ou a polícia.
Você me bateu, agora é minha vez.
Todos os medos dela voltaram.
Na cama, não parávamos de nos debater.
Numa tentativa de escapar,
ela tentou engatinhar na cama.
Quando virou as costas pra mim, ficou exatamente do jeito que eu queria.
Com um puxão forte no cabelo, trouxe ela pra perto.
Ficou de quatro, sem saída.
Com uma boa palmada, ela ficou dura, sem saber o que fazer.
Abaixei minha calça sem parar de dominar ela.
Ela implorava e pedia pra eu parar.
Eu: para com isso, queres? Não vou parar.
Me chama de merda e age assim?
Vamos, mami, se liga...
Levantei o vestido dela e dei uma boa palmada, que ecoou no quarto.
A bunda redonda e gorda dela ficou exposta.
Com uma calcinha fio dental preta que parecia pintada nela.
Mesmo segurando pelos cabelos, ela não conseguia escapar de jeito nenhum.
Minha mão esquerda tocava a buceta dela por cima da calcinha.
Eu: hummm... que buceta quente e molhada você tem.
Viu só? Você é uma puta.
Queria pica, não é?
Eva: não... não faz isso...
por favor... não seja mau...
isso não tá certo, por favor, Maury.
Enquanto ela fazia força pra não se entregar,
eu puxei a calcinha dela de lado e comecei a meter meus dedos nela.
Ao sentir, ela começou a gemer, como a gostosa que é.
Sem hesitar, encaixei minha pica bem dura entre os lábios da buceta dela.
Com um empurrãozinho, enfiei um pouco.
Eva: aí... filho da puta... aí...não espera aí... não... aí...
tá me machucando...
não... teu pau é muito grande... aí para...
tá sem camisinha...
aí... não... para para...
Usei a palavra: a buceta dela era muito apertada, mas isso não ia me parar.
Que a buceta dela se moldasse ao meu tamanho não ia matar ela.
Aos poucos fui enfiando cada vez mais fundo.
Ela reclamava, mas gemia com muito prazer.
Eu: mmm... que gostosa... você tá...
quente e apertada mmm... que delícia... mamãe...
mmm... viu o que você provoca...
para de bancar a santinha comigo.
agora relaxa.
Eva: a...aí...ufa...deus...
aí... cara... aí... filho da puta.
você vai me pagar por isso...
tá doendo de verdade...aí...
até aí... tá me rasgando...
Quando finalmente consegui enfiar tudo.
Ela relaxou o corpo todo ao sentir bem lá dentro.
Eva: a... ah... a.... ufs... filho da puta, te odeio...
a... ah... ufs... ai...
ufs... não se mexe... deixa comigo... ai...
Ela começou a se mover sozinha.
Ela mexia os quadris e fazia meu pau entrar, sair e se enfiar do jeito que ela queria.
Era uma delícia.
Seu gemido foi cortado por um orgasmo sonoro.
Eu: mmm... isso, ui, isso...
tira essa puta de dentro...
Eva: aproveita, seu porco imundo... porque nunca mais...
você é um merda e nem pense em goza...
Meu pau entrava e saía, deixando ela toda molhada. Ela, entre gemidos, só dizia que me odiava, que como eu podia fazer isso com ela.
Mas o corpo dela não parava de se mexer e aproveitar minha pica.
Também me lembrava que não tinha proteção e pra não gozar dentro.
Que não queria engravidar.
As palavras dela me deixavam mais excitado.
Eu respondia e comia ela bem gostoso.
Eu: Mas como você se sente bem, putinha... mmm...
Me odeia, hahaha, toma, puta... mmm...
Como você gosta da pica, vagabunda... mmm...
Olha como o cara te come bem... mmm...
Me odeia mais, não me importo, mas essa buceta agora é minha.
Ainda não vou gozar... mmm...
Deixa eu aproveitar isso... mmm...
Eva: Já chega... para de tirar fotos... filho da puta...
Acaba logo com isso...
Não goza, por favor... a...
Eu: Você gozou e vai me deixar duro?
Fala onde quer que eu goze.
Eva: Sabe que vou te odiar por isso, né?
Me larga.
A putinha se ajoelhou e chupou meu pau com muita habilidade.
Ela mandava muito bem, pra quem era tão recatada.
As chupadas dela, cheias de saliva, língua e uma sucção muito boa.
Me fazia delirar de prazer.
Aproveitei por um bom tempo.
Ela me fez gozar.
Rugi que nem um leão, quando meu sêmen saiu do meu pau.
Jorrando gozo, enchendo a boca dela.
Ela não parava de saborear e engolir meu leite grosso.
Assim ele fez até que já foi o suficiente. Sem deixar rastros de nada.
Quando estávamos no melhor momento.
Ouvi barulhos.
Bem na hora chegou minha tia.
Ela abriu a porta e saiu arrumando a roupa.
Sem nem me dizer nada:
Eva: Isso não vai ficar assim, ok.
Nem uma palavra pra ninguém, te odeio, guy...
Assim bateu a porta e foi embora.
Depois que terminou, passei pela cozinha e minha tia e ela
estavam conversando e rindo.
Falei pra minha tia que tinha terminado.
Com cara de cúmplice, me convidou pra tomar mate com elas.
Mas não quis atrapalhar aquela conversa.
Me despedi e fui pra minha casa.
Depois de fazer algumas coisas em casa, fui tomar banho.
Depois do banho, ouço a campainha tocar.
Peguei um roupão e fui atender.
Quando abro a porta, lá estava ela.
Eva: Oi, guy imundo...
O que cê tá fazendo?... Tá sozinho?...
Já apagou as fotos que tirou de mim?
Eu: Oi, que surpresa gostosa.
Mas... entra, não fica aí fora.
Acabei de tomar banho.
Sim, moro sozinho e você sabe.
Não, não vou apagar, é uma lembranha linda que quero guardar.
Podemos ver juntas se quiser, ou tirar mais.
Eva: Hahaha, não vim falar do que aconteceu...
Já dentro de casa,
ofereci uma cerveja.
Eva: Valeu... tá bom.
Temos tempo, já cozinhei e dei de comer pras minhas filhas.
Tomei banho e vim pra gente conversar.
Se não te incomodar, claro.
Mas se cê tá cansado ou tem algo pra fazer, me fala.
Eu: Não, de jeito nenhum... vamos conversar.
Mas então me conta por que cê tava tão puta.
Agora mais calma, espero.
Enquanto entregava uma cerveja pra ela.
Eva: Tava muito puta, sabia?
Sei que te procurei e provoquei.
Mas ao mesmo tempo me senti violentada. Sei que não foi.
Mas me sentir dominada me deixou com uma raiva danada.
Mas depois de conversar com sua tia...
Muito triste e puta, foi que entendi.
Era o que eu queria de verdade: sentir prazer e gozar.
Que se não fosse pela sua insistência, nunca teria coragem.
Onde comecei a me soltar e curtir, bem na hora Chegou sua tia.
Imagina que com você eu fiz coisas que só fiz com meu ex.
Até que curti bastante, no geral.
Eu: Claro que te entendo, mas...
Sabia que se eu não fizesse, nunca ia rolar nada, e quem ia ficar de pau duro era eu.
Além disso, foi só sexo e você gostou, mesmo que negue.
Eva: Sim, curti.
Mas sou mãe, não uma puta que dá pra qualquer um.
Só tive um namorado com quem perdi a virgindade e nunca mais.
Depois veio meu marido, mas ninguém me dominou igual você.
Eu: Eu sei, por isso fiz o que fiz.
Melhor agora? Ou vai continuar puta?
Eva: Agora já foi. hahaha. Você já me comeu e até gozou na minha boca.
Não dá pra fingir que sou a ofendida. hahaha...
No fim, você me prometeu mostrar as fotos e escondeu tudo.
Eu dei a câmera pra ela. Ela pegou e ligou.
Mas aí teve uma ideia melhor.
Tirou meu roupão e, de uma só vez, minha cueca.
Eva: Agora é minha vez de ser a fotógrafa. Hmm, posa pra mim, gostosa.
Brincamos com a câmera e dessa vez nada de briga, só aproveitar um ao outro.
Sem pressa e com beijos por todo o corpo dela.
Fui despindo ela bem devagar e cobrindo todo o corpo dela com meus beijos.
Chupei os peitos dela e, abrindo as pernas, desci e comecei a chupar ela bem devagar.
Passando minha língua por toda a extensão da buceta suculenta dela, com lábios carnudos e quentes.
Os gemidos dela jorravam junto com os sucos.
Eva: mmm, gostoso, mmm... que delícia você chupa, ui... sim... a...
faz muito, muito tempo que não chupavam a minha...
ui... sim... mmm... meu deus...
a... ufs... sim... a...
ufs sim... mete os dedos... a... sim... gatinho...
Ela teve um orgasmo da porra.
Quando eu montei nela.
Ela me disse:
Eva: Sem pressa agora, gatinho, devagar...
já te falei, agora não tô com pressa nenhuma.
quero eu agora...
deixa comigo.
Eu me deitei do lado dela.
Ela pegou minha pica e brincou com umas carícias gostosas.
enquanto se ajeitava.
começou a chupar bem devagar, na tranquilidade, sem pressa.
digamos que aproveitando mais do que hoje à tarde.
Muita língua, muitos beijos sem parar de me olhar. Posando pra mim. Meu pau tava nas nuvens de prazer.
Eva: mmm, nene, como você me deixa...
Adoro o gosto do seu pau... mmm...
Eu: mmm... que gostoso...
Você é muito boa com sua boca e língua...
Depois de saciar a vontade dela.
Ela se deitou e com a melhor cara de puta me disse:
Eva: mmm... quero que você me coma.
Mas devagar, ainda tá doendo a buceta da foda que você me deu.
Eu subi nela e depois de brincar um pouco.
Fazendo ela se desesperar.
Eva: ai... cara, não seja mau...
ai... meu deus... mmm... você me enlouquece... ufs...
mete ele...
Ela finalmente sentiu meu pau entrando nela.
A buceta dela parecia pegando fogo.
Os gemidos dela eram altos e muito quentes, mas a cara de prazer dela dizia tudo.
Agora ela se sentia muito melhor. Era muito melhor do que na casa da minha tia.
Em vez de lutar, era sexo relaxado.
A buceta dela ficava toda molhada, lubrificando a entrada e saída da minha porra.
Era uma sensação maravilhosa.
Ela teve dois orgasmos quase seguidos.
Para ela, a tarefa estava cumprida.
Mas pra mim, tava só começando.
Ela percebeu que, assim como as amigas dela, também teria muita coisa pra contar. O que elas falavam sobre ter horas de sexo não era exagero.
Ela se preparava pra gozar e curtir aquilo que tanto lhe dava inveja.
Passava de uma posição pra outra, tendo os melhores orgasmos.
Eu gostava de ver ela montar no meu pau, enquanto chupava seus pezões duros e deliciosos.
Sozinha, ela ficou de quatro.
Esperando que, finalmente, acabasse.
Mas também sabia que algo mais estava por vir.
Meus dedos brincalhões começaram a cutucar a bunda dela.Eva: Ai... Deus, nene...
Devagar aí atrás, ufs...
Ai... como cê vai ver, não tem muito uso... au...
Eu: Não se preocupa, coração.
Com paciência e um pouco de gel,
vai entrar como nunca.
Eva: Seu tarado...
Cê manja mesmo do assunto... filho da puta...
Só fizeram isso comigo umas duas vezes, e uma só eu curti, digamos.
Meu ex terminou antes de eu começar a aproveitar.
Eu: Fica tranquila, é pra curtir, tá? Não pra sofrer.
Se uma vez você curtiu, hoje não tem erro.
Eva: Ai... Deus, sei que vou me arrepender. Kkkk.
Beleza, vai lá, mas...
de quatro não... nem sonha em meter o pau inteiro, é grande demais.
Se for assim, eu topo.
A gente tentou de um jeito e de outro.
Ela queria ter o controle.
Mas por medo do tamanho e de doer demais,
não deixava a gente avançar.
Primeiro tentamos com ela por cima de mim.
Ela de cócoras na minha frente, com a mão firme pra eu não enfiar com força.
Só entrou um pouco.
O desconforto e a dor. Ela quis tentar de outro jeito.
De lado, mas sem avançar.
A única opção que restava era confiar em mim.
Coloquei ela de barriga pra cima, passei mais lubrificante.
Pedi pra ela relaxar e fui penetrando devagar.
Depois de tantas tentativas, o cu dela já tava mais dilatado e aguentava mais.
Quase consegui enfiar tudo. Tirando e metendo, ela começou a curtir.
A dor foi passando aos poucos. Ela voltou a sentir prazer e aquela sensação.
Estranha, mas tão gostosa ao mesmo tempo.
Os gemidos dela já viraram sons de prazer.
As mãos dela pararam de apertar o travesseiro e os lençóis.
Pra me acariciar e se acariciar bem quente...
Ela curtia minha metida anal suave, mas bem profunda.
E ao mesmo tempo, as carícias dela faziam estragos na buceta dela.
Se masturbando, ela teve um orgasmo lindo, fazendo eu sentir ela como nunca.
Já sem dor, só prazer, ela relaxada pedia mais e mais, em posições diferentes.
Sentada de frente ou de costas.
Sempre com gemidos dos mais deliciosos.
Eva: Ufs... nunca ninguém comeu meu cu como você, guy... mmm...
Você não faz ideia de como eu sinto você... mmm...
Nunca senti algo assim... ui... mmm... sim...
Eu: só tinha que confiar, viu. olha como entra tudo, e olha que tu tava com medo...
meu pau pegava ela cada vez com mais intensidade... isso deixava ela louca e ela gozava como nunca.
Mas como tudo que é bom tem um fim. Meu pau começou com seus espasmos.
Liberando meu esperma em vários jatos quentes.
Ela delirava de prazer.
Os dois ficamos exaustos, nus e suados.
Ela me acariciava e eu a ela.
Foi assim que, mais uma vez, minha tia se entregou pra mim.
Eva tinha muito o que contar.
Mas tinha uma história pra contar, na verdade várias.
Fui seu amigo e seu macho por um bom tempo.
Mas isso fica pra outra história.
--------- fim ----------
PS: Bom, queridos leitores, espero que vocês gostem dessa nova história.
Obrigado a todos por me lerem.
Saudações: Maury-solo-yo
2 comentários - Minha tia me entregou pra amiga dela Eva 3. Com fotos
Saludos maury cuidate!!