Aconteceu no sábado passado, quando me deu na telha de convidar meu chefe e alguns colegas de escritório pra jantar, já que todo dia eles insistiam pra conhecer minha nova casa. Tanta insistência da parte deles me fazia pensar que, mais do que conhecer minha casa, eles tavam afim de ver a Marcela, que já conheciam dos eventos que a empresa organizava. Apesar disso, não consegui recusar e a reunião rolou.
Foi assim que foram chegando um por um meus 6 colegas, entre os quais estavam Eduardo e Leonardo que, como contei no primeiro relato, ouvi eles falando da bunda da minha namorada e tavam com uma vontade danada. Meu chefe de uns 65 anos foi o último a chegar. Esse era o único que não conhecia minha mulher, já que era novo no cargo e ainda não tinha ido a nenhum evento.
Todo mundo se sentou espalhado, uns nos sofás da sala e outros na mesa, enquanto eu servia uns drinks. A gente batia um papo suave quando ela apareceu, que, como toda mulher, tinha se atrasado pra se arrumar. Pedindo desculpa pela demora, foi até cada um dos convidados e cumprimentou com um beijo na bochecha, menos o meu chefe, que quando apresentei, ela apertou a mão dele.
Não consigo explicar como, enquanto ela cumprimentava um, os outros ficavam de olho disfarçado na bunda dela, incluindo meu chefe. Não era à toa, ela tava usando uma saia de algodão branca, curtinha e bem justa, que deixava adivinhar a fio dental minúscula que ela tava usando.
Minha namorada, depois de cumprimentar todo mundo, foi pra cozinha e voltou com dois pratos de sanduíche de pão de forma, que colocou na mesinha de centro da sala. Pra isso, ela teve que se abaixar um pouco, o que deu pro meu chefe uma visão privilegiada da bunda dela, que ele já sem vergonha nenhuma ficou encarando. Percebendo isso, minha mina ainda empinou um pouco mais, dando um show que meu chefe, pela cara que fez, tava claramente sem acreditar. Isso não passou despercebido pros meus colegas, que trocaram olhares com um sorriso cúmplice.
Eu comecei a me preocupar com o que poderia acontecer, mas não posso deixar de admitir que ver ela se exibindo na frente de 7 caras já tinha começado a me dar uma ereção.
— Imagino que com essa bucetinha empinada, as coisas que devem falar pra você na rua, continuou meu chefe.
— E sim, respondeu ela, já se sentindo excitada.
— Seu marido não se incomoda de te olharem? Continuou.
— Não, ele gosta, né meu amor?, perguntou ela, que continuava parada no meio de todo mundo.
Fez-se um silêncio total e todas as caras se viraram pra mim esperando uma resposta. Nessa altura eu já tava bem excitada, então respondi:
– Como eu sei que ela gosta, pra mim tá de boa.
— Então cê gosta de ser olhada?, perguntou meu chefe, e ela concordou.
— E o que você mais gosta que olhem em você?, perguntou Leonardo.
— A Booty, ela disse, parando ela ainda mais.
– Dá pra ver que é bem gostosa, mas com essa saia não dá pra enxergar direito, porque ela não levanta um pouquinho pra gente admirar melhor, falou meu chefe.
— Me deixa, meu amor, levantar minha saia na frente dos senhores? — pergunto, percebendo que a situação tinha deixado ela excitada.
Automaticamente depois de ouvir isso, notei como todo mundo já tava se tocando disfarçadamente na virilha.
— Se tu tiver vontade, respondi eu, com uma ereção que já era impossível de disfarçar.
Me viro de costas pro meu chefe e levanto a saia, deixando ele ver metade da bunda.
Meu chefe. Ficava olhando pra buceta.
Marcela virou e apontou a rabetinha minúscula pros meus 6 colegas, levantou um pouco mais a saia, deixando ver a calcinha fio dental branca bem pequena e, olhando pro meu chefe com cara de safada, perguntou:
– Quanto tempo faz que você não vê uma bucetinha tão gostosa?
— Faz tempo, senhora, respondeu ele, enquanto se apalpava o volume por cima da calça.
Leonardo não aguentou mais e me perguntou sem tirar os olhos da bunda da Marcela:
— Te importa se eu abaixar a calça?
Eu tava esperando alguém ser o primeiro a falar, porque com a ereção que eu tava, também não aguentava mais ficar de calça. Então minha resposta foi sim. Todo mundo desabotoou as calças e em segundos tava todo mundo com os pauzões totalmente duros na mão.
Marcela olhou disfarçadamente pra cada um deles, um por um, e fez cara de sonsa. Quando se virou e viu o do meu chefe, deu pra notar a surpresa na cara dela, e ela não conseguiu mais disfarçar o tesão que sentiu ao ver aquela pica enorme.
— Cê tá gostando do que vê? Meu chefe perguntou enquanto balançava um pedaço de carne do caralho.
Não disse uma palavra, só balançou a cabeça concordando, sem tirar os olhos dele.
Imediatamente, e num segundo eu já tava mostrando pro meu chefe aquela bunda minúscula toda pelada, e pros meus colegas eu mostrava a buceta que já tava toda molhada nessa altura.
Meu chefe esticou a mão e começou a acariciar suavemente as bochechas dela. Enquanto isso acontecia, meus colegas se punhetavam freneticamente enquanto minha mulher olhava pra eles e lambia os lábios com uma cara de puta que ela só tem quando tá com um tesão daqueles, e hoje era esse momento.
– Abaixa um pouquinho, pediu meu chefe. No que minha namorada respondeu na hora.
Assim meu chefe, com as duas mãos, abriu as bundinhas dela e deixou o buraquinho dela bem à mostra.
— Que lindo e aberto que a senhora tem o rabo, disse meu chefe, cê gosta de levar piroca por aí?, continuou.
– Muito, respondeu virando o rosto e olhando praquela pica enorme.
– Quer meter a mão nesse pedaço?
– Me deixe, por favor, imploro ela. Ao que meu chefe respondeu.
– Aqui está ela.
Ela se virou, ficou de quatro, dando uma vista fabulosa pros meus colegas, pegou na pica do meu chefe e, enquanto olhava pra ela com desejo, começou a bater uma pra ele.
— Como a sua mulher gosta de pau, meu chefe me disse enquanto me olhava.
Enquanto isso, Leonardo se animou e meteu a mão na bunda da minha namorada. Os outros foram se sentando no chão, formando um círculo ao redor dela, e começaram a tocar ela por todos os lados.
— Te falei que era uma puta, disse Eduardo para Leonardo, olha como ela gosta que a gente apalpe ela.
– Posso dar um beijinho no seu pau, senhor? – perguntou ela ao meu chefe, que já estava completamente duro e com um tamanho antinatural.
– Sim, mas antes tira toda essa roupinha, assim enquanto você se distrai com minha pica, eu posso te olhar enquanto os caras enfiam a língua em você toda.
Só de ouvir isso, Marcela começou a gemer e a morder o lábio inferior, enquanto se levantava e tirava o top e a saia, ficando só com um par de meias curtas cor-de-rosa.
Ela se ajoelhou de novo, segurou o pau do meu chefe com as duas mãos e começou a dar beijinhos, começando pelos ovários e subindo até a cabeça. Ali ela parou, olhou nos olhos do meu chefe, abriu a boca o máximo que pôde e começou a chupar com desespero.
– Isso mesmo, senhora, mostre pro seu marido como a senhora gosta de chupar pirocas grandes, meu chefe dizia.
– Levanta bem essa raba, puta, que vou te enfiar, ordenou Eduardo, já de joelhos atrás da minha namorada.
Marcela, sem tirar o pau da boca, arqueou o máximo que pôde e abriu mais as pernas, oferecendo ao Eduardo um close do seu cuzinho aberto.
Eduardo olhou pra mim e disse:
– Olha como vou arrebentar a bunda da sua mulher. Ali mesmo, cuspiu no cu dela, encostou a ponta da pica e de uma só vez enfiou tudo.
Mmmmmmmmsim, gritou Marcela, demonstrando o prazer que estava sentindo ao ter um pau na buceta.
Ver minha mulher tão entretida com o pau do meu chefe, enquanto Eduardo bombava a bunda dela sem parar e os outros apalpavam ela toda, esperando a vez, me fez gozar pela primeira vez.
Depois de um tempo, Eduardo cedeu o lugar pro Leonardo, e esse pra outro, e assim um por um todos passaram pela bunda da minha mina.
De repente, meu chefe puxou ela pelos cabelos e sentou ela no colo dele, de frente pra ele, beijava ela na boca e enquanto apalpava ela toda, disse:
—Agora vai parar o bum pra mim, que é minha vez.
—Não, isso não, vai machucar ela, eu falei.
—Diga pra ela, senhora, a vontade que ela tem de ter esse pedaço na bucetinha dela, disse meu chefe.
— Não vai doer?, pergunto pro meu chefe.
—Um pouquinho no começo, mas depois ela vai adorar, eu juro, respondeu ele.
– Deixa eu provar, meu amor, nunca tive uma coisa dessas na minha bucetinha e, pra ser sincera, tô morrendo de vontade que seu chefe arrebente tudo pra mim, ela pediu.
– Ajoelhe-se e abra bem a sua buceta, ele ordenou.
E a Marcela obedeceu na hora. Todos os outros, até eu, fizemos um círculo ao redor dela, esperando pra ver como ia entrar aquele baita pau no cu dela.
Meu chefe se ajoelhou atrás e batia na bunda dela com a pica enquanto dizia: – Me peça pra arrebentar esse rabo, senhora, ao que Marcela respondia com voz relaxada: – Por favor, senhor, destrua minha bunda. Esse diálogo deixou todo mundo a mil. Meus colegas se masturbavam freneticamente.
– Antes quero ver como se chupa um pau e engole todo o leite, continuou meu chefe.
Marcela levantou a cabeça e arrancou o pedaço da mão de Leonardo, que era o mais próximo. Fez ele se abaixar e enfiou na boca dela. Não aguentou muito, logo encheu ela de porra, que minha namorada, bem obediente, engoliu até a última gota.
– Muito bem, senhora, agora a senhora vai gozar como nunca, ele disse. Afastou as nádegas com as mãos e começou a enfiar a cabeça. Ela só gemia e pedia mais.
– Quer ela toda dentro?
– Sim, por favor, respondeu, e meu chefe enfiou até os testículos baterem na bunda dela.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiim, foi o grito da Marcela.
Não podia acreditar que a pica do meu chefe tinha sumido na buceta da minha namorada. De repente, meu chefe começou a bombar, primeiro devagar, depois metia com tudo. Marcela se arqueava de prazer por ter aquele pedaço de carne enorme dentro dela.
A cena era tão quente que muitos dos meus colegas não aguentaram mais e gozaram nas costas da minha namorada.
Meu chefe ficou cavalgando por uns dez minutos, tempo em que a Marcela teve pelo menos uns 5 orgasmos.
– Olha como eu encho o cu da sua patroa de porra, meu chefe me disse, enquanto gozava dentro dela.
De repente eu tirei e ela se virou e limpou tudo com a língua. Eu continuei olhando e tocando ela com tesão, como se ainda estivesse com vontade.
Todo mundo se trocou e se despediu da minha mulher com um beijo na boca; ela continuava nua e escorrendo porra pelo cu. Meu chefe agarrou a bunda dela com as duas mãos enquanto dava um beijo de língua.
Foi assim que foram chegando um por um meus 6 colegas, entre os quais estavam Eduardo e Leonardo que, como contei no primeiro relato, ouvi eles falando da bunda da minha namorada e tavam com uma vontade danada. Meu chefe de uns 65 anos foi o último a chegar. Esse era o único que não conhecia minha mulher, já que era novo no cargo e ainda não tinha ido a nenhum evento.
Todo mundo se sentou espalhado, uns nos sofás da sala e outros na mesa, enquanto eu servia uns drinks. A gente batia um papo suave quando ela apareceu, que, como toda mulher, tinha se atrasado pra se arrumar. Pedindo desculpa pela demora, foi até cada um dos convidados e cumprimentou com um beijo na bochecha, menos o meu chefe, que quando apresentei, ela apertou a mão dele.
Não consigo explicar como, enquanto ela cumprimentava um, os outros ficavam de olho disfarçado na bunda dela, incluindo meu chefe. Não era à toa, ela tava usando uma saia de algodão branca, curtinha e bem justa, que deixava adivinhar a fio dental minúscula que ela tava usando.
Minha namorada, depois de cumprimentar todo mundo, foi pra cozinha e voltou com dois pratos de sanduíche de pão de forma, que colocou na mesinha de centro da sala. Pra isso, ela teve que se abaixar um pouco, o que deu pro meu chefe uma visão privilegiada da bunda dela, que ele já sem vergonha nenhuma ficou encarando. Percebendo isso, minha mina ainda empinou um pouco mais, dando um show que meu chefe, pela cara que fez, tava claramente sem acreditar. Isso não passou despercebido pros meus colegas, que trocaram olhares com um sorriso cúmplice.
Eu comecei a me preocupar com o que poderia acontecer, mas não posso deixar de admitir que ver ela se exibindo na frente de 7 caras já tinha começado a me dar uma ereção.
— Imagino que com essa bucetinha empinada, as coisas que devem falar pra você na rua, continuou meu chefe.
— E sim, respondeu ela, já se sentindo excitada.
— Seu marido não se incomoda de te olharem? Continuou.
— Não, ele gosta, né meu amor?, perguntou ela, que continuava parada no meio de todo mundo.
Fez-se um silêncio total e todas as caras se viraram pra mim esperando uma resposta. Nessa altura eu já tava bem excitada, então respondi:
– Como eu sei que ela gosta, pra mim tá de boa.
— Então cê gosta de ser olhada?, perguntou meu chefe, e ela concordou.
— E o que você mais gosta que olhem em você?, perguntou Leonardo.
— A Booty, ela disse, parando ela ainda mais.
– Dá pra ver que é bem gostosa, mas com essa saia não dá pra enxergar direito, porque ela não levanta um pouquinho pra gente admirar melhor, falou meu chefe.
— Me deixa, meu amor, levantar minha saia na frente dos senhores? — pergunto, percebendo que a situação tinha deixado ela excitada.
Automaticamente depois de ouvir isso, notei como todo mundo já tava se tocando disfarçadamente na virilha.
— Se tu tiver vontade, respondi eu, com uma ereção que já era impossível de disfarçar.
Me viro de costas pro meu chefe e levanto a saia, deixando ele ver metade da bunda.
Meu chefe. Ficava olhando pra buceta.
Marcela virou e apontou a rabetinha minúscula pros meus 6 colegas, levantou um pouco mais a saia, deixando ver a calcinha fio dental branca bem pequena e, olhando pro meu chefe com cara de safada, perguntou:
– Quanto tempo faz que você não vê uma bucetinha tão gostosa?
— Faz tempo, senhora, respondeu ele, enquanto se apalpava o volume por cima da calça.
Leonardo não aguentou mais e me perguntou sem tirar os olhos da bunda da Marcela:
— Te importa se eu abaixar a calça?
Eu tava esperando alguém ser o primeiro a falar, porque com a ereção que eu tava, também não aguentava mais ficar de calça. Então minha resposta foi sim. Todo mundo desabotoou as calças e em segundos tava todo mundo com os pauzões totalmente duros na mão.
Marcela olhou disfarçadamente pra cada um deles, um por um, e fez cara de sonsa. Quando se virou e viu o do meu chefe, deu pra notar a surpresa na cara dela, e ela não conseguiu mais disfarçar o tesão que sentiu ao ver aquela pica enorme.
— Cê tá gostando do que vê? Meu chefe perguntou enquanto balançava um pedaço de carne do caralho.
Não disse uma palavra, só balançou a cabeça concordando, sem tirar os olhos dele.
Imediatamente, e num segundo eu já tava mostrando pro meu chefe aquela bunda minúscula toda pelada, e pros meus colegas eu mostrava a buceta que já tava toda molhada nessa altura.
Meu chefe esticou a mão e começou a acariciar suavemente as bochechas dela. Enquanto isso acontecia, meus colegas se punhetavam freneticamente enquanto minha mulher olhava pra eles e lambia os lábios com uma cara de puta que ela só tem quando tá com um tesão daqueles, e hoje era esse momento.
– Abaixa um pouquinho, pediu meu chefe. No que minha namorada respondeu na hora.
Assim meu chefe, com as duas mãos, abriu as bundinhas dela e deixou o buraquinho dela bem à mostra.
— Que lindo e aberto que a senhora tem o rabo, disse meu chefe, cê gosta de levar piroca por aí?, continuou.
– Muito, respondeu virando o rosto e olhando praquela pica enorme.
– Quer meter a mão nesse pedaço?
– Me deixe, por favor, imploro ela. Ao que meu chefe respondeu.
– Aqui está ela.
Ela se virou, ficou de quatro, dando uma vista fabulosa pros meus colegas, pegou na pica do meu chefe e, enquanto olhava pra ela com desejo, começou a bater uma pra ele.
— Como a sua mulher gosta de pau, meu chefe me disse enquanto me olhava.
Enquanto isso, Leonardo se animou e meteu a mão na bunda da minha namorada. Os outros foram se sentando no chão, formando um círculo ao redor dela, e começaram a tocar ela por todos os lados.
— Te falei que era uma puta, disse Eduardo para Leonardo, olha como ela gosta que a gente apalpe ela.
– Posso dar um beijinho no seu pau, senhor? – perguntou ela ao meu chefe, que já estava completamente duro e com um tamanho antinatural.
– Sim, mas antes tira toda essa roupinha, assim enquanto você se distrai com minha pica, eu posso te olhar enquanto os caras enfiam a língua em você toda.
Só de ouvir isso, Marcela começou a gemer e a morder o lábio inferior, enquanto se levantava e tirava o top e a saia, ficando só com um par de meias curtas cor-de-rosa.
Ela se ajoelhou de novo, segurou o pau do meu chefe com as duas mãos e começou a dar beijinhos, começando pelos ovários e subindo até a cabeça. Ali ela parou, olhou nos olhos do meu chefe, abriu a boca o máximo que pôde e começou a chupar com desespero.
– Isso mesmo, senhora, mostre pro seu marido como a senhora gosta de chupar pirocas grandes, meu chefe dizia.
– Levanta bem essa raba, puta, que vou te enfiar, ordenou Eduardo, já de joelhos atrás da minha namorada.
Marcela, sem tirar o pau da boca, arqueou o máximo que pôde e abriu mais as pernas, oferecendo ao Eduardo um close do seu cuzinho aberto.
Eduardo olhou pra mim e disse:
– Olha como vou arrebentar a bunda da sua mulher. Ali mesmo, cuspiu no cu dela, encostou a ponta da pica e de uma só vez enfiou tudo.
Mmmmmmmmsim, gritou Marcela, demonstrando o prazer que estava sentindo ao ter um pau na buceta.
Ver minha mulher tão entretida com o pau do meu chefe, enquanto Eduardo bombava a bunda dela sem parar e os outros apalpavam ela toda, esperando a vez, me fez gozar pela primeira vez.
Depois de um tempo, Eduardo cedeu o lugar pro Leonardo, e esse pra outro, e assim um por um todos passaram pela bunda da minha mina.
De repente, meu chefe puxou ela pelos cabelos e sentou ela no colo dele, de frente pra ele, beijava ela na boca e enquanto apalpava ela toda, disse:
—Agora vai parar o bum pra mim, que é minha vez.
—Não, isso não, vai machucar ela, eu falei.
—Diga pra ela, senhora, a vontade que ela tem de ter esse pedaço na bucetinha dela, disse meu chefe.
— Não vai doer?, pergunto pro meu chefe.
—Um pouquinho no começo, mas depois ela vai adorar, eu juro, respondeu ele.
– Deixa eu provar, meu amor, nunca tive uma coisa dessas na minha bucetinha e, pra ser sincera, tô morrendo de vontade que seu chefe arrebente tudo pra mim, ela pediu.
– Ajoelhe-se e abra bem a sua buceta, ele ordenou.E a Marcela obedeceu na hora. Todos os outros, até eu, fizemos um círculo ao redor dela, esperando pra ver como ia entrar aquele baita pau no cu dela.
Meu chefe se ajoelhou atrás e batia na bunda dela com a pica enquanto dizia: – Me peça pra arrebentar esse rabo, senhora, ao que Marcela respondia com voz relaxada: – Por favor, senhor, destrua minha bunda. Esse diálogo deixou todo mundo a mil. Meus colegas se masturbavam freneticamente.
– Antes quero ver como se chupa um pau e engole todo o leite, continuou meu chefe.
Marcela levantou a cabeça e arrancou o pedaço da mão de Leonardo, que era o mais próximo. Fez ele se abaixar e enfiou na boca dela. Não aguentou muito, logo encheu ela de porra, que minha namorada, bem obediente, engoliu até a última gota.
– Muito bem, senhora, agora a senhora vai gozar como nunca, ele disse. Afastou as nádegas com as mãos e começou a enfiar a cabeça. Ela só gemia e pedia mais.
– Quer ela toda dentro?
– Sim, por favor, respondeu, e meu chefe enfiou até os testículos baterem na bunda dela.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiiiim, foi o grito da Marcela.
Não podia acreditar que a pica do meu chefe tinha sumido na buceta da minha namorada. De repente, meu chefe começou a bombar, primeiro devagar, depois metia com tudo. Marcela se arqueava de prazer por ter aquele pedaço de carne enorme dentro dela.
A cena era tão quente que muitos dos meus colegas não aguentaram mais e gozaram nas costas da minha namorada.
Meu chefe ficou cavalgando por uns dez minutos, tempo em que a Marcela teve pelo menos uns 5 orgasmos.
– Olha como eu encho o cu da sua patroa de porra, meu chefe me disse, enquanto gozava dentro dela.
De repente eu tirei e ela se virou e limpou tudo com a língua. Eu continuei olhando e tocando ela com tesão, como se ainda estivesse com vontade.
Todo mundo se trocou e se despediu da minha mulher com um beijo na boca; ela continuava nua e escorrendo porra pelo cu. Meu chefe agarrou a bunda dela com as duas mãos enquanto dava um beijo de língua.
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