Já virou costume pra gente

Mais uma noite de quarentena, a gente tava em casa tomando umas, era noite dos caras na teoria, éramos 5.

Depois do jantar, um dos caras que não era dos que tavam sempre por ali falou que uma mina com quem ele tava saindo perguntou se tava rolando alguma coisa.

A única coisa que a gente falou pra todo mundo que já tinha passado alguma noite naquela casa, é que podia trazer ela, mas tinha que dividir. Com cara de quem achava que a gente tava zoando, ele disse que não tinha problema e combinou de ir buscar ela.

Vou de carro com ele e os outros 3 ficam em casa. A viagem é longa, era nos arredores da cidade, então enquanto a gente ia no caminho, eu combinava com os que tinham ficado em casa pra comprarem mais bebida num delivery que a gente sempre pedia.

Quando essa primeira mina entra no carro, que a partir de agora vamos chamar de Yeila, ela fala pra gente que uma amiga tava de bobeira e que se a gente passasse pra buscar ela, vinha junto (nunca soube se essas minas sabiam o que iam fazer, ou se as coisas simplesmente rolaram naquela noite, meu ponto de comparação era uma noite muito planejada, então eu ia me surpreendendo conforme tudo foi se desenrolando).

Quando a gente levantou a segunda mina, que agora vai ser a Agustina, a gente pegou o caminho pra minha casa. No meio do caminho, me veio a ideia de que se a gente fizesse algo desse tipo sem a More, nossa putinha, ela podia se sentir excluída, então mandei uma mensagem pra ela e contei o que tava rolando, dei a ordem pra ela se vestir o mais puta que conseguisse e me esperar que daqui a pouco a gente passava pra buscar ela.

Enquanto tudo isso acontecia, eu continuava em contato com quem tinha ficado em casa e, pela terceira vez, aumentava a quantidade de álcool que pediam no delivery.

Antes de ir buscar a More, eu já tava conversando durante o dia com uma amiga que a More e eu tínhamos em comum, e ela disse que tava entediada, aí eu falei que tava indo buscar a More, e ela perguntou se eu queria ir buscar ela também.

Levantamos a More, passamos na casa da nossa amiga que agora vai ser Harley, já estávamos com a Yeila e com a Agus, e fomos pra casa.

Lá estavam Nata e Kevin, da história anterior, Alexander, outro amigo, e quem estava comigo no carro, Carlos.

O álcool já tinha chegado, tinha pra fumar e o clima tava quente, até que num momento começamos a dar vodka na boca pras minas e a temperatura começou a subir.

Fui pro quarto e peguei um Chicote que a gente usava com a More, e ela começou a brincar com as meninas. Elas colocavam as mãos numa mesinha que tinha na cozinha, e a More batia nelas como se fosse a responsável por preparar a festa.

Quando tudo tava prestes a sair do nosso controle por causa da música, eu falei: “Se alguém quiser vazar, é agora, porque quando a luz apagar, o jogo começa”. As minas Yeila e Agus se olharam com cara de quem não tava entendendo nada, mas ninguém se mexeu.

Apaguei as luzes e comecei a beijar a Harley, que me olhava sem entender nada, mas não hesitou um segundo em me devolver o beijo. Todo mundo tava mais ou menos na mesma sintonia, as minas iam rodando de boca em boca até que, igual um trenzinho de casamento, acabamos todos dentro do quarto. Mas como era mais gente do que da outra vez, a parada foi se dividindo.

Kevin ficou na sala de jantar com Carlos, Yeila e Aagus. Não faço ideia do que rolou daquele lado da casa, mas Kevin ficava indo e vindo de um ambiente pro outro, pegou um brinquedo e parecia o dono da sala de jantar.

Por nossa parte, Nata, Alexander e eu ficamos com a More e a Harley. A Nata tava bem empolgada com a Harley e desde o primeiro minuto enfiou a rola na boca dela enquanto o resto de nós ia apalpando ela. A Harley tava meio envergonhada, não tinha se depilado, até que eu abri as pernas dela enquanto ela continuava chupando o Nata e comecei a chupar ela enquanto pegava nos peitos dela.

O Alexander, que tava nessa situação com a gente pela primeira vez, não entendia bem o que fazer, e a More tinha ficado meio de lado. Então eu levantei a cabeça de entre as pernas da Harley e falei: "Mostra pra esse cara o quão gostosa você é". Sem hesitar, ela tirou a roupa, ficando só num conjunto branco que era um absurdo de tesão, e se ajoelhou pra chupar o Alexander como se a vida dela dependesse disso.

N tava muito empolgado com a Harley, então eu me afastei e ele colocou ela de quatro, metendo com tanta força que a Harley gritava como ninguém nunca tinha gritado naquele quarto.
Os gemidos da Harley fizeram o Alexander gozar dentro da boca da More, que sem hesitar um segundo se levantou e ficou do lado da nossa amiga, tipo em paralelo. Eu amarrei os pulsos da More com um cordão, ou não lembro bem com o quê, puxei a calcinha de renda dela e comecei a meter nela o mais forte que eu conseguia.
Como uma boa puta, começou a competir com a amiga pra ver quem gritava mais alto.
Alexander saiu do quarto e foi pra sala de jantar.
então o Kevini voltou e entrou no quarto, assim que chegou já enfiou a pica na boca da Harley.
More tava mais puta do que nunca e naquela posição a bunda dela tava tão gostosa que comecei a enfiar um dedo, ela não reclamou nada e a verdade é que entrou muito fácil, então minha cabeça tava quase me traindo, mas tirei o dedo porque não queria gozar e, sem pensar duas vezes, enfiei inteiro no cu dela. Ela não reclamou, gemeu ainda mais forte e apertou a perna da amiga. Meti o mais forte que pude, mas admito que não foi por muito tempo.
Quando terminou, joguei ela de lado na cama, já que ela ainda estava com as mãos amarradas, e K saiu da boca da Harley pra começar a meter mais forte.
Nata terminou e Harley saiu do quarto.
Kevin jogou More no chão e, ao deixá-la de joelhos, ela sozinha abriu a boca, exatamente igual ao filme pornô que ele tinha colocado no dia em que estivemos na casa dela.
Tanto a Nata quanto a eu ficamos ao redor, e a More ficou cercada. Ela não conseguia pegar a pica de ninguém porque ainda estava com as mãos amarradas, mas não parava de repetir: “me avisem que eu abro a boca”.
Kevin terminou e More saboreava a porra que tinha entrado quase toda na cara dela.
Entraram Carlos e Alexander e se juntaram, More ficou cercada de paus e tava desesperada pra engolir toda a porra.
Carlos gozou e não foi esperto pra avisar, então boa parte ficou na cara da More.
Carlos saiu e foi a vez de Alexander, que não durou muito, mas agarrou o cabelo dela e fez ela engolir até a última gota.
Ficamos sozinhos com a Nata e, entre o nervosismo e a situação, não conseguíamos gozar, então a More disse que os joelhos dela estavam doendo, aí ela se acomodou na cama e a gente, um de cada lado, encostou a pica na cara dela. Acabei deixando tudo dentro, soltei a More e, como a Nata não conseguia terminar, a More deitou ele na cama e começou a pular em cima até tirar toda a porra dele.

More foi ao banheiro.
Harley já estava trocada porque precisava ir embora.
Não sei bem o que rolou com a Yeila e a Agus, mas o brinquedo que o Kevin levou tava encharcado, a Agus tava de peito de fora sentada numa cadeira exausta e a Yeila tava tomando mais vodka enquanto todo mundo voltava pro clima de festa.


1 comentários - Já virou costume pra gente

Muy buenos tus relatos, pero te dejo una sugerencia. En vez de tantas letras inventales un nombre ficticio, porque uno se pierde con todo el abecedario. +10
Tomo el consejo compañero, ahora lo edito para facilitar la lectura