A noite tinha saído do controle. Começou a chover muito forte. Levantei por um momento, e Juli percebeu.
— Aonde você vai? — perguntou com voz sonolenta.
— Fica tranquila, só vou abrir as janelas e cortinas. Quando chove, eu gosto muito. O cheiro da chuva me encanta.
Desliguei o ar-condicionado depois de fazer tudo isso e voltei a me deitar com a Juliet. O som da chuva e o ar entrando eram muito gostosos.
— Cami, já volto. Preciso pegar um pouco de água.
— Claro, desce com cuidado. Se quiser, pode acender as luzes pra enxergar melhor.
— Fica tranquila, conheço bem sua casa.
Juli era meio friorenta, então deixou uma espécie de moletom. Cheirava tão bem que me lembrou o que ela tinha dito. Na verdade, nunca respondi ao que ela falou, porque parecia mais uma confissão.
Mas o que eu deveria fazer? Eu gostava dela. Gostava de como ela me fazia sentir. Mas e se em algum momento ela encontrasse um cara? O que eu faço, o que eu faço? Não queria deixá-la assim, porque o karma agiria mais tarde e aí aconteceria comigo o mesmo que eu causei. Percebi que, entre meus pensamentos, já tinha passado um tempinho, uns 15 minutos, e Juli não aparecia. Meu corpo ainda não tinha se recuperado totalmente, mesmo já tendo passado umas 4 horas daquilo. Saí do quarto devagar, sem fazer barulho, e percebi que Juli estava parada na frente do quarto dos meus pais e...
Ela estava se masturbando?
Dava pra ouvir gemidos, mas não eram dela. Eu os conhecia muito bem. Então eram meus pais. Fiquei surpresa, primeiro porque Juli estava espiando eles, segundo porque Braun, depois de ter me falhado 2 vezes, ainda tinha energia. Dava pra ouvir minha mãe gemendo como uma louca e também os gemidos dele. Juli conseguia ver o que eles faziam, porque a porta ficou entreaberta, com um pequeno espaço pra ver. Dava pra ver ela se masturbando com força e tapando a boca pra não ser descoberta. Caminhei bem silenciosamente até finalmente estar perto dela. Fiz o movimento rápido, tapei a boca dela com força e segurei os dois braços dela.
— Sabia que você era pervertida, mas... Chegar a esse ponto, eu conseguia ver o que tava rolando e o que Braun fez comigo não foi nada, ele não usou toda a habilidade dele como tava fazendo com a minha mãe. Escapou um "puta merda, é enorme" de mim. Eu via ele furando a buceta dela, chupando os peitos dela, minha mãe se contorcendo de prazer, as pernas dela abraçando forte as costas do Braun, e ele só metendo com força. Soltei a Juliet depois disso. — Ei, Camila, desculpa, deixa eu explicar, por favor. — Faz no quarto, aqui vão nos descobrir.
— Não consegui resistir, Camí, você sabe que seu pai me atrai e me excita demais, e quando vi aquilo fiquei besta, simplesmente não consegui parar de olhar. Eu estava meio irritada porque ela estava me contando tudo muito na superficial e tão empolgada, não me segurei e dei um tapa nela. Ela ficou totalmente dura e minha mão ficou marcada na bochecha dela.
— Ei, desculpa, mas não tá certo, sabe o problema que a gente ia se meter se tivessem te visto, ou até as duas? Não posso estragar a relação que tenho com a minha mãe, e você também sabe que ela te considera como uma irmã pra mim, e é assim que você age? Porra, Juliet, não te peço outra coisa a não ser que seja discreta, não quero que meus pais te taxem de pervertida ou assediadora.
Não sei por que eu tava com tanta raiva, sabia perfeitamente como a Juli era às vezes, mas as ações dela me causavam ódio. Continuei recriminando até que empurrei ela contra a parede, segurava as mãos dela, podia ver como os olhos dela estavam vidrados e o rosto refletia uma tristeza.
Soltei ela e abracei.
— Me perdoa, não queria... não queria soar como minha mãe, oh... como a sua costuma falar com você, me perdoa.
Ela me abraçou de volta e eu pude ouvi-la soluçar. Me senti mal porque a Juliet era muito mais sensível emocionalmente. Levantei o rosto dela e ela me encarou fixamente. Dei um beijo nela, começamos a nos beijar forte, trocando carícias.
— Você me perdoa por ter gritado com você?
— Quem devia pedir desculpas sou eu, por ter me comportado daquele jeito. Primeiro vou mudar, Camí, desculpa.
Ainda dava pra ouvir meus pais, porra. Minha mãe gritava que nem uma louca.
— Se eu continuar ouvindo seus pais a noite toda, juro que vou ficar louca e fazer o mesmo com você, hahaha.
— Vou colocar uma música pra gente ficar melhor.
Depois de todos esses acontecimentos, dormir não foi problema. No dia seguinte, a gente planejava acordar tarde, mas um barulho no quarto me acordou. Não levantei de repente, só descobri um pouquinho o rosto pra ver o que era, e era meu pai, espiando. suponho que eu tinha dúvidas sobre o que aconteceu ontem, vi como ele caminhava devagar até onde eu estava deitada - suponho que vocês duas dormiram juntas, não consigo parar de imaginar o que fizeram a noite toda, hmm Juli já entendi porque os caras te abraçavam tanto ontem na praia, você tem um belo par de peitos e uma bunda gostosa. Mas que porra estava acontecendo, Braun não estava se comportando como sempre, esse... esse não é o Braun, eu podia ver de canto de olho como ele estava tentando tocar a Juli, então me esquivei por baixo do lençol e caí no chão delicadamente. Não, não era o Braun, esse sujeito era outra pessoa e entrou na minha casa, isso significa que... ele seguiu a Juli desde ontem? Eu precisava agir porque o medo ia me consumir aos poucos, acertei um golpe forte no joelho dele que o fez cair. PAI! MÃE! PAI!!!! O cara se levantou e se jogou em cima de mim, consegui acertar um golpe no rosto dele, mas não adiantou, o cara se jogou em cima de mim e me bateu, só queria ganhar tempo até meu pai chegar. - O que está acontecendo, filha? Mas quem diabos é você? Braun partiu pra cima dele e os dois começaram a brigar, minha mãe estava tentando acalmar a Juliet porque ela tinha entrado em pânico, o cara deu um chute nele pra empurrá-lo, eu tentei me meter no caminho, mas era como um saco de laranjas, ele me empurrou tão forte que bati no meu armário, o cara saiu pela sacada subindo no telhado e sumiu por lá. - Braun, temos que fazer algo, olha o estado das garotas, especialmente a Juli, e agora aquele cara viu a Camila, e se ele voltar e nos espionar agora? - Ah, merda, relaxa, eu vou comprar proteções para as janelas e portas, e vou pensar sobre as sacadas, vou falar com um amigo próximo para instalar câmeras de segurança. Braun foi direto pro quarto e pegou o telefone, minha mãe e eu ficamos com a Juli pra ela ficar tranquila. - Aquele sujeito, ele nos persegue há um tempo, minha mãe teve uma briga com ele, naquela época eu era criança, minha mãe nunca me disse por que ele nos persegue, mas naquela briga minha mãe o Quebrou um braço e um punho, a polícia tá procurando ele mas nunca chega a tempo
- Quer dizer que todos esses anos não conseguiram pegar ele, e como é que você dorme tão tranquila em casa?
- Mãe, ela tem uma arma no quarto dela, assim como a casa tem alarmes e câmeras
- Sua família, tem dinheiro, né?
- Sim, tem
- Deve ter algo a ver com isso
Depois de uma hora, as coisas tão mais calmas. Fora da garagem, estaciono um lindo Dodge Hellcat, era lindo, o motor dele fazia eu me molhar. Papai esperou na porta enquanto todo mundo tava lá na sala. Eu ouvi ele rindo e se apresentando, Liet, um cara bem gostoso, pele morena, corpo magro mas definido, e um cabelo liso comprido, mais ou menos na altura das orelhas, com um sorriso encantador
- Oi família, prazer, sou Liet Park, sou amigo do Braun há alguns anos, queria saber o que aconteceu
- Ei ei Camila, já viu como ele é gostoso?
- Siiim, ele pode instalar o que quiser aqui em casa, hehehe
Passaram alguns minutos e eu e papai mostramos a casa pra ele, as áreas perfeitas pra instalar as câmeras e os possíveis pontos cegos. Depois de mais um tempinho, Liet já tava trabalhando no dele...
- Ei Camí, te importa se você me acompanha pra comprar as proteções? Se quiser, posso comprar algo pra você também
Claro, pai, só deixa eu tomar um banho e me arrumar
- Tá bom, filha, não demora, vou te esperar aqui embaixo, vai lá
Papai tava com um tom estranho e preocupado, parecia que queria falar alguma coisa, provavelmente tinha a ver com o que aconteceu ontem à noite. Tomei banho e, como sempre, o que eu ia vestir?
Suponho que isso não parecia tão ruim. Desci e papai pegou na minha mão: "Vamos embora?" "Sim, vamos, papai." "Volto daqui a pouco, Tea. Vou com a Camí pegar as proteções."
— Tea? — destacou Juli.
— hahaha linda, será que a Camí nunca tinha te falado meu nome?
— Pois não, ela sempre foi mais da minha mãe, oh mamãe, oh mãe.
— Ei, Braun, vem aqui um momento.
Meu pai e o Liet ficaram conversando um pouco.
— Escuta, vou rápido com minha filha pegar as proteções. Cuida da minha mulher e da minha outra filha. Qualquer coisa, no sofá reclinável tem uma pistola, é certificada e legalizada na minha propriedade, assim como na garagem tem um virabrequim modificado como taco, pra qualquer emergência.
— Entendido. Se algo ficar feio, te aviso e eu cuido.
— Não demoro. Precisa de mais alguma coisa?
— Acho que não, mas mesmo assim te mando uma mensagem.
— Vamos, querida.
Subimos no carro e papai estava meio rápido, dava pra ver ele meio nervoso. Será que ele sabe de algo? Ou será que estava com medo?
Papai, você está bem?
— Estou meio nervoso. Não sei há quanto tempo você e sua mãe moram aí, mas pra mim isso é novo. Já lidei com gente detestável na oficina, mas um sujeito assim nunca. Tomara que ele volte.
— O quê? Que porra você tá dizendo?
— Quando eu ver aquele filho da puta de novo, vou matar ele na porrada por ter tocado em você e por atormentar sua amiga.
— Papai, você não acha que isso pode ser grave? Além disso, se for fazer alguma coisa, precisa de provas.
— Só o fato de ele estar na minha propriedade já é uma prova.
Chegamos no lugar. Eu fiquei no carro porque realmente não tinha muito o que ver. Quis saber como estavam as coisas em casa, então perguntei pra Juli, mas ela não respondia. Talvez tivesse dormido ou estivesse brincando com o Liet. Saí pra ajudar papai a carregar tudo.
— Obrigado, querida. Vamos, não quero deixar sua mãe e os outros esperando.
Passaram-se alguns minutos e o silêncio estava estranho. Eu percebia papai olhando de canto pra mim. Eu tava entretida no celular, mas tava entediada. Coloquei uma música, mas ainda assim parecia chato e desconfortável.
— Ei, Camí, sobre aquela outra noite, eu queria conversar. Sobre isso, eu... Chega, pai, fala logo de uma vez. —Não vai ter mais sexo entre eu e você, até porque já é muito ruim a gente ter repetido isso depois que eu te falei naquela noite da festa que não podíamos fazer isso por sermos família. Sua mãe me questionou um pouco naquele mesmo dia, de madrugada, eu tive intimidade com ela, e ah, caralho, é desconfortável falar isso pra própria filha, mas eu notei a quantidade de esperma que joguei nela. E? O que tem isso? Você gozou no preservativo e era uma quantidade considerável. Quando você gozou dentro de mim, mesmo eu tendo dito claramente que a camisinha estava furada, você também soltou muito sêmen dentro de mim!!! —Desculpa, me deixei levar, não queria te causar problemas. Vamos agora mesmo na farmácia comprar a pílula. O que quero dizer é que quando eu gozei, já não era tanta quantidade, e sua mãe, pelo tempo certo depois de ter transado, já tinham passado algumas semanas, então menti pra ela dizendo que, de tão excitado que eu tava, tive que bater uma. E o que vai acontecer agora? Você acha que eu não percebo o jeito que você me toca de propósito? Eu curti isso, mas só queria saber até onde a gente iria. —Não vai ter mais isso, desculpa, Cami. Talvez se a gente fosse conhecido de vista, acredite em mim, teria até chance de um relacionamento. Mas não quero decepcionar sua mãe. Sei que você e ela têm confiança e um vínculo, mas tem uma coisa que ela não te contou: são inúmeras vezes que ela chora no meu ombro sobre a traição do seu primeiro pai, as vezes que ela pensa que a filha pode fazer o mesmo com outro homem. Eu tossi de repente, me engasgando, mas por quê? Hahahaha, olha, eu sei que muitas vezes me visto de forma provocante, mas gosto do meu corpo, tô satisfeita com os resultados que tive. Mas jamais faria algo assim, exceto pelo que estamos passando. Mas por que estragar a vida de uma família que não merece? Não sou como ela ou vocês pensam. Braun ficou sério e surpreso, pois... Sabia que eu estava no meu direito. Ela me fez uma última pergunta:
— Quer fazer de novo uma última vez? Como amigos ou conhecidos. Isso é o que você realmente quer? Só me diz quem está decidindo por você: seu coração ou sua mente?
— Decido por conta própria, e faço isso pelo bem de nós dois. Claro, aceito isso. Quando você quer fazer?
— Hoje à noite. Vamos sair de carro e vai rolar tudo lá. Depois disso, não vai ter mais nada, Camila. Chega de tesão, chega de sentar no meu pau com esses shorts curtos que você usa.
— Tá bem, espero que você aguente. Eu sou mulher e tenho muitas maneiras de me satisfazer.
Depois dessa conversa, em pouco mais de 20 minutos, tínhamos chegado em casa. Papai e eu percebemos que já havia câmeras, mas não pareciam ser todas, porque ainda tinha coisas no quintal. Descemos e o Liet saiu da garagem. E que surpresa: o cara saiu sem camisa e tinha um corpo lindo, um tanquinho perfeito, braços muito bonitos que podiam me carregar e aquele peito onde eu podia facilmente encostar minha cabeça.
Ele notou como eu olhava pra ele e como eu me mexia. Me deu um sorriso, e eu fiquei tensa e vermelha. Entrei em casa enquanto os dois ficaram lá fora.
— Ei, Braun, posso te fazer uma pergunta?
— Claro, fala à vontade. O que foi?
— Sua filha... quantos anos ela tem? E ela tem namorado?
— Você vai perguntar isso agora?
— Por favor, olha pra ela. Ela é linda e tem um corpo perfeito.
— Mais calma com isso. Ela tem 19 anos, e não sei sobre namorado. Além disso, você tem 23. Não acha que tem uma diferença?
— Por favor, são só 4 anos, e você sabe muito bem que eu não aparento essa idade, e ela parece ter 21.
— Deixa isso pra lá por enquanto. E se você só quer transar com ela, tá meio errado. Mas vai ser decisão dela se ela topar. Agora me ajuda com tudo isso, que temos trabalho.
Subi pro meu quarto depois de conversar um pouco com minha mãe. Perguntei sobre a Juli, e ela disse que a Juli tinha ficado um tempo no meu quarto. Entrei, e a Juli tinha acabado de sair do banho.
(A gente precisa conversar sobre uma coisa.)
Nós duas falamos ao mesmo tempo. ao mesmo tempo, o que pelo visto tinha acontecido com a gente. Você primeiro, Juli, e fica assim enquanto eu me troco. Quer que eu fique pelada? Vai descontar sua frustração no meu corpo, Camila? Não conhecia esse seu lado, jijiji. Possivelmente vou, até porque você adora ser submissa, não vai ter problema, né? Mas enfim, me conta o que aconteceu. —Consegui falar com o Liet, acho que a gente atrai ele, as duas, e você já viu o corpo dele. Atrai em que sentido? Porque pode ser de várias formas, mas já sei onde isso vai dar. Aham, e mais? —A gente tava conversando lá na garagem, sua mãe ficou fazendo coisas na cozinha e limpou aqui seu quarto. Ele tava bem suado e de repente tirou a camisa. Juro, se o seu corpo me esquenta pra caralho, o dele é a sua versão em homem. Ainda me perguntou se eu queria passar a mão no abdômen dele, óbvio que aceitei. O cara gostava, porque ele tocava na minha mão e, puta merda, que nervoso que me dá. E aí, cê acha que tem chance? —Possivelmente, mas agora é sua vez. Meu pai e eu não vamos mais transar. —O quê? Ele te falou ou você contou? Ou ele percebeu o de ontem? Não, ontem, quando eu tava transando com a minha mãe, ela perguntou por que ele não tinha gozado tanto se eles não tinham fodido. —Ah, merda, todo o leite acumulado foi pra você. Pois é, então ele disse que não vai rolar mais, e me propôs fazer uma última vez... —Sinceramente, não entendo esse negócio de despedida entre vocês, mas tudo bem. Se vocês acham que isso é suficiente, de você eu acredito que aguenta, mas um homem é mais compulsivo, o instinto sexual fala mais alto quando tão com tesão, nada segura. E duvido que ele consiga resistir a ter uma filha disposta a tudo, ainda mais quando tão sozinhos ou quando a oportunidade aparece. E me diz, vai ter tempo pra nós duas? (tipo, piscando) Quer fazer agora? —Tô com um pouco de vontade ❤️. Bom, digamos que eu tô com fome, e pelo visto, mamãe!! Ainda não terminou a comida, e a única coisa que vejo aqui é uma gostosa loirinha. —Ai, Camí, suas mãos são uma delícia. Calientes e... tem amor. Seus dedos tocam meu ponto G. Você se sente tão bem lá dentro, querido, você está toda molhada. – Você me faz ficar molhada, não vai tão rápido, quando estou muito quente fico sensível, e vou gozar rápido. Eu masturbava minha amiga com um pouco de força 🤟🏻 enquanto fazia isso, brincava com o clitóris dela e com um dos peitos dela, a gente se beijava pra aumentar o calor entre nós duas, ela se contorcia com força. Minha vontade não demorou mais, empurrei ela contra a cama, ficando completamente por cima dela... Comecei a beijar cada parte do corpo dela, o pescoço onde ela era mais frágil, os peitos dela, a barriga, acariciava cada parte dela fazendo ela gemer. Quando minhas mãos tocavam as pernas dela, ela arqueava as costas. A buceta dela estava tão molhada que parecia literalmente mel escorrendo, eu brincava com ela e ela teve que colocar um travesseiro no rosto, enquanto eu chupava a buceta dela, eu me masturbava, as duas parecíamos animais no cio. – Preciso de você dentro, Camila, por favor, já preciso de você dentro. Comecei a masturbar ela, ela gemia alto. – Abaixa a voz, você vai fazer alguém vir. – Não consigo evitar, estou muito quente, vamos fazer um 69, quero provar você também. Os beijos eram muito fortes entre nós duas, não conseguíamos parar de acariciar nossos corpos, nossos corações batiam forte e o suor não demorou a aparecer, no ambiente tinha um cheiro de feromônios, as duas estávamos ovulando. A gente se posicionou, Juli sabia como me tocar também, ela fazia meus quadris se moverem sozinhos rapidamente. – Ai, meu Deus, Juli... que gostoso você faz. – Ha. ha, Cami, não para, mais rápido. Eu sabia o que aquilo significava, continuei fazendo, mas sabia que masturbar ela e beijar as pernas ou a buceta dela não a faria gozar tão fácil, então lembrei do dedo no cu, enfiei um dos meus dedos e ela soltou um gemido muito forte. – Ahhh, Camila. As costas dela se arquearam de tal forma que a bunda dela ficou pra cima, então continuei com meus dedos enquanto provava o cu dela, realmente não tinha gosto ruim, todos os fluidos dela foram pra lá, e ela é muito limpa. – Ai, Camila, não aguento mais, já. Não aguento, me abraça, quero sentir teu calor. A gente se abraçou e minha perna roçava na buceta dela, ela me abraçou e gozou tão forte que parecia que alguém tinha jogado um balde d'água na minha cama. Dava pra ver como ela tava com dificuldade pra engolir saliva, tão ofegante. N... não, não pensa que... a gente terminou. Então você quer mais? Então vou te dar mais? A gente começou a fazer tesoura, nossos cones estavam tão molhados que parecia que uma tinha um pau, a gente gemia e se abraçava. Chegou num ponto que a Juli me deitou e ficou beijando meu pescoço, ela tava me masturbando agora, tudo que ela falava me deixava com tesão, os dedos dela tocaram meu útero por um momento, o que fez meu corpo reagir, não aguentava mais, cada vez aumentava a intensidade até que soltei um gemido forte, meu orgasmo tinha chegado, não dava mais, minhas pernas tremiam. As duas já estavam satisfeitas, a gente ficou abraçada, ela fazia movimentos pequenos ainda na minha buceta. Juli, já tô sensível, não aguento mais. Ela parecia não se importar. Aí uma sensação de fazer xixi me invadiu, ela se mexia ainda mais rápido. Ah, ha ha Juli, Juli, já vem, Juliiiik. Um squirt grande molhou minha cama, meu corpo inteiro tremia de tão sensível que tava.
Finalmente a gente tinha terminado, as duas estavam satisfeitas, a Juli quase dormindo de novo, quando a porta do meu quarto começou a bater. O que vocês querem? — Hmm, Camila, né? Preciso entrar um minuto pra colocar uma câmera na sua varanda. Me dá uns 5 minutos, por favor. — Tá bom, fica tranquila, espero. Ei, ei, Juli, veste rápido, o Liet vai entrar. — Eita, mas por quê? Vamos, se veste rápido. Pode entrar! — Opa, desculpa se atrapalhei alguma coisa, só vou instalar a câmera e vazar. Nossa, que bonito, e cheira muito bem. — Posso falar uma coisa? Do que se trata? — Bom, vocês duas cheiram muito bem, e aqui dentro também. — hahaha, obrigada, a Cami me obriga a cheirar bem sempre. — Tzk, não é que obrigo, é uma necessidade cheirar bem, não é todo dia que um gato entra no seu quarto. — hahaha, agradeço isso. Quanto tempo vocês se conhecem? Vejo que são muito unidas. Temos 4 anos de amizade, com o tempo ficamos muito próximas. — Sabe, é meio estranho pra mim ver duas minas como melhores amigas, quando eu tava no colégio e depois na faculdade, não tinha mulher que se desse tão bem assim que nem vocês. — Bom, a gente tem muita coisa em comum, depois de algumas semanas conversando, a gente percebeu isso, e assim formou nossa amizade. — Ah, pelo menos vocês se deram bem, é bonito. E você, conta pra gente. — Eu? Não tem muito o que falar, só terminei os estudos e comecei a trabalhar, e é isso. — Qualé, bobo, não tem amigos? — Meus amigos não eram amigos de verdade, me afastei deles e conheci outras pessoas. — E não sai com eles? — Não, sempre fico em casa ou fazendo trampo. Não tinha muito o que fazer no meu quarto, então resolvi ir pro quintal dos fundos, onde comecei a malhar um pouco. Como tava entediada e com uma certa raiva do que aconteceu de manhã, tinha que descontar minha raiva em alguma coisa. Minha mãe se aproximou com uma bebida onde eu tava e sentou numa cadeira. — Tá bem, querida? — Mais ou menos, mãe. A mãe da Juli falou que ela vai ficar com a gente hoje também, e eu tô preocupada com ela também, ficar sozinha e... que aquele bastardo faça algo com ela, espero que hoje seja uma noite tranquila como todas as outras — pode ter certeza disso, querida, seu pai e o Liet estão se esforçando pra todo mundo ficar bem aqui em casa. O que vamos fazer com a porta do meu terraço? Você sabe que eu adoro meu terraço — seu pai colocou uma grade, assim se alguém tentar entrar vai fazer barulho. Não me deixa confiante, mas tá bom. Aconteceu alguma coisa, mãe? — seu pai, tem um problema com ele. Mas posso confiar em você, querida? Claro, mãe, somos amigas, né... a gente pode se contar tudo 💟 — acho que seu pai me traiu com outra mulher, é uma suspeita, porque ontem à noite a gente transou, e quando ele gozou... bem, não saiu muito, porque a gente tava há duas semanas sem fazer por causa do meu trabalho. Ahh, bom, acho que deve ter uma explicação, não? — Sabe, agora eu saio cedo e ele sempre chega na hora dele — não quero desconfiar dele, porque eu gosto muito dele, Camí, ele é totalmente diferente do seu pai, até com você vejo que tem uma boa relação, o que não tinha antes. Na quarta-feira da semana passada, eu não fui pra escola de verdade, fiquei aqui em casa dormindo porque virei a noite jogando, depois saí pra encontrar a Juliet na escola e voltei por volta das 6:35, e o papai estava na sala... — e aí? O que foi, me conta!! Ele estava vendo pornô e no celular dele tinha fotos suas, desculpa mãe, mas fiquei um tempo vendo ele se masturbar, ele colocou uma camisinha e se masturbava com força olhando suas fotos, também tinha uma camisa sua cheirando ela, quando ele gozou, pude ver o papai gemendo e a ponta da camisinha enchendo de porra, enquanto continuava cheirando sua camisa, saiu uma quantidade enorme, nunca vi um homem acumular tanto, até pensei que ia estourar, acho que ele liberou todo o estresse que tava guardado, porque ficou um tempão ali — ohh, nossa, nunca imaginei isso, não acreditei totalmente quando ele disse que se masturbou, mas acho que seu pai deve ter aguentado muito, ainda mais com a testosterona que ele produz, muito obrigada, filha. valeu por sempre estar comigo. As palavras da minha mãe doíam, porque obviamente era tudo mentira. Sim, a filha tava se fudendo com a pessoa que ela agora amava, isso me fazia sentir um lixo. — Vou comprar umas coisas, seu pai deve estar dormindo, depois de todo o trabalho é compreensível. Não quer nada? — Se puder me trazer mais um pacote daquele gozo que eu tomo, já quase não tenho, e outro pacote de aveia 😚 — Beleza, vou tomar um banho e já vou. Espero que seu pai esteja acordado, senão vou sem ele.
Continuo com o que é meu. Fiquei um tempão naquele pátio fazendo exercício e pensando em tudo, e não queria que o que aconteceu hoje à noite rolasse. Vou atender ao último desejo dela, não quero decepcionar a mamãe. Entrei em casa e estava um silêncio. Mamãe, pelo visto, foi com o papai. Tava indo pro meu quarto porque queria tomar um banho, tava toda suada. Minha atenção foi direto pro meu quarto, porque uns gemidos bem baixinhos chamaram minha atenção. Abri a porta bem devagar e, pra minha surpresa, Juli e Liet estavam trepando na minha cama. Não bastava ser no meu quarto e na minha cama, eu podia ouvir e ver como ele batia na buceta da Juli, e os gemidos dela eram bem diferentes de quando a gente fazia.
— Ah, ah, ah, papai, que gostoso você tá, mexe mais nos meus peitos e me enforca.
— Você gosta, gosta assim, sua puta. Que gostosa você tá aí dentro, meu pau vai derreter.
— Ai, papai, é que você é bom demais e esse seu pauzão tá batendo em uns lugares muito gostosos.
E ele realmente tinha um pau muito bom. Pra comparar, o Braun tinha uns 14cm de comprimento e uns 6cm de largura. O do Liet parecia ter uns 17cm e 9cm de largura, era realmente muito bom. Não é à toa que Juli tava toda perdida.
Liet colocou minha melhor amiga de quatro. Dava pra ver ele acariciando os quadris dela, dando tapas na bunda e a mão dele marcando. Juli tava fora de si e gemia muito alto. Ficaram assim uns 5 minutos, até que ele colocou ela de novo cara a cara. As mãos dele apertavam com força as pernas dela, dava pra ver aquele tronco entrando e saindo. As bolas pareciam pesadas e batiam com força. Juli se segurava nele com a pouca força que tinha.
— Ai, ai, amor, vou gozar, vou gozar.
— Goza, princesa, quero sentir o que uma recém-saída do ensino médio tem.
Juli abraçou Liet com as pernas e as mãos dela arranhavam as costas dele. Ela gritava de prazer e os quadris dela se mexiam. Liet também gemia. Todo esse espetáculo me deixou bem molhada, e era impossível não me masturbar.
A cama rangia demais. Juli tinha tido um orgasmo, e Liet continuava fazendo minha amiga gozar. Eu cheguei... Até meu limite e gozei do mesmo jeito, meu corpo tremia e minhas pernas escorriam todo o mel que eu tinha tirado. Liet carregou Juli e a penetrava com força, o pau dele dava o comprimento certo pra posição. Juli parecia um trapo, só via ele fazendo aquilo com ela. Chegou um ponto que notei ele aumentando a velocidade.
— Merda, Juli, vou gozar... ah, onde você quer, rápido?
— Dentro, por favor, quero todo seu gozo dentro de mim e seu pau até o fundo.
Acho que ele queria realmente fazê-la chegar ao fundo. Deitou ela na cama e metia com força, ela não parava de gemer e gritar.
— Mais forte, papai, mais forte, quero que seu pau toque meu útero, love!!!
Liet, num momento, se tensionou e soltou só um gemido forte. Tinha dado uma baita carga de esperma na buceta da minha melhor amiga.
— A... ai... papai, posso sentir seu pau me... como seu pau encheu minha buceta, que gostoso que foi, todo seu gozo tá bem quente.
— Juli, realmente te agradeço, tava há um tempão sem me masturbar e, quando fazia, demorava muito pra gozar, o que era chato. Mas obrigado por me deixar liberar minha tensão.
— Não tem de quê... querido, Deus, esse foi o orgasmo mais forte. Agora deixa eu ir tomar banho, Camila não voltou e a gente acabou de fazer uma bagunça aqui no quarto dela.
Não conseguia entrar agora, muito menos fazer qualquer movimento. Ia fazer o que minha mãe fazia: andar e gritar o nome dela pra dar uma chance.
— Julieta!! Julii!!
— Ei, ei, sua amiga vem pra cá, rápido, entra no banheiro.
— Ah, merda, ela vai perceber a cama dela.
— Ei, por que vocês não respondem? O que é que...
— É... Cami, não é o que parece, a gente só derramou um pouco de água.
— Claro, e você nua e ele seminu e de pau duro. Você sai do meu quarto, eu fico com a Juli aqui.
— Quê? Você não pode decidir por ela, ela pode se virar sozinha. Não esquece qual é sua posição aqui. Eu conheço ela há 3 anos e você mal conhece e já convenceu ela a transar. Então, cai fora do meu quarto e, se terminou seu trabalho, já era. Eu posso cuidar dela. As duas. — Cami, você não precisa ser tão dura com ele, ele só tava ajudando. Ajudando em quê? Olha só, você tá escorrendo todo o sêmen dele e ainda quer que eu me acalme? É melhor você ainda ter pílula do dia seguinte. — Te vejo lá embaixo, Liet. Vou tomar um banho e conversar com a Cami. — Não, já vou indo. Fala pro seu pai que tive uma emergência. Tchau, Juli, espero que a gente se veja de novo um dia.
- Não acredito que você está tão brava comigo, eu quando te falei alguma coisa sobre... — Cala a boca!! Juliet, nunca me intrometi na sua vida sexual, mas você não é assim, não conhece o cara e deixou ele gozar dentro de você, tipo, pensa um pouco, só não quero que aconteça nada com você, entende onde quero chegar?
- Claro, desculpa, foi um impulso, eu... vou só tomar um banho, desculpa, Cami.
Desci de novo pro primeiro andar, fui na cozinha porque queria um pouco de água. Espero que a Juli não leve pro coração, mas a gente nunca sabe que tipos de cara tem por aí, especialmente com as doenças.
- Ei, Camila, posso falar com você?
- Pensei que você já tinha ido embora, mas fala, o que foi?
- Por que você tá se incomodando? Não é óbvio? Me preocupo com a minha amiga, não te conheço e ela também não, e só deixo vocês sozinhos e você já come ela, além disso, e se você tiver alguma doença e passar pra ela?
- Ela concordou em fazer, e não, não tenho doença nenhuma, ela deixou o impulso sexual vencer e quis fazer.
- Tsk, não confio em tudo que você fala. Mas algo me diz que você não voltou só pra isso. Qual é a sua intenção?
- Haha, você é esperta. Só quero saber: como eu faço pra te conquistar?
- Hã... O quê?
- Como eu conquisto você, Camila? Você é uma garota muito gostosa, seu corpo, sua personalidade, olha pra você, faz qualquer homem ficar de joelhos.
- Chega!! Não continua com esse jogo, não vou corresponder, além disso, a Juli gosta de você, posso xingar ela, gritar, dar um tapa, mas jamais tiraria alguém que ela gosta. Desculpa, Liet, mas seus sentimentos têm que ser pra Juliet, não pra mim.
Um tempo depois, meus pais voltaram com as compras do supermercado, papai já parecia exausto. Jantamos todos juntos enquanto assistíamos um filme, já eram 9 horas. Liet tinha ido embora sem falar com a Juli, dava pra ver que ela tava feliz. Depois, ela foi pro quarto dela dormir. Mamãe, papai e eu ficamos vendo o filme, minha mãe também tava dormindo. Não demorou muito e ela se despediu também e foi pro quarto dela.
De novo, ficamos só eu e papai, a sós no escuro. Da casa iluminada só pela luz da tela, Papai parecia que queria alguma coisa. Mas quem tinha que tomar a iniciativa dessa vez? Sempre sou eu que tomo. Sempre uma última vez, não é ruim. Me aproximei devagar de onde ele estava sentado, com as pernas e quase metade do torso cobertos por um cobertor, o que achei perfeito, já que estávamos sozinhos, tudo escuro, e a única luz era a da tela.
— Me empresta um pouco do cobertor, tô com um friozinho nas pernas.
— Claro, querida.
Ele me abraçou e eu fiquei deitada no peito dele, meu braço na barriga dele. Devagar, fui descendo minha mão e, quando cheguei na região do pau dele, ele estava durasso, pelo visto tava esperando esse momento.
— Tava esperando por isso, né?
— Não consigo resistir às suas mãos macias.
— Então espero que aproveite, porque isso vai ser a última coisa que a gente faz, e te lembro que você concordou.
Papai estava muito excitado, o pau dele já estava lubrificado, minha mão já tava meio molhada de tanto líquido que ele soltava.
— Mm, Camila, suas mãos me agradam muito, mas que tal usar sua boca?
Me escondi com o cobertor, só por precaução, caso alguém descesse. O pau do papai me fascina demais, o sabor e o cheiro. Comecei a chupar ele, aquele tronco inteiro cabia na minha boca.
— Tsss, Camila, sua boca é muito quente, sua língua envolve muito bem meu pau.
Papai gostava que eu passasse minha língua na uretra dele e em volta da cabeça. Ele se arrepiava e, com a mão, empurrava minha cabeça mais pro fundo. Eu engasgava, dava pequenas pausas pra respirar.
Percebi que papai colocou a mão por baixo do meu short pra começar a brincar com minha buceta molhada. Enfiou dois dedos que me faziam sentir muito bem. Comecei a aumentar a velocidade, ele se contorcia e soltava gemidos baixinhos. Quando notei que papai ia gozar, ele me tirou bem rápido.
— Ahh, uma coisa que sempre quis é ver sua carinha cheia do meu gozo.
Papai tinha gozado na minha cara toda, meu rosto estava cheio de gozo quente.
— Olha só, todo meu gozo na sua cara. Carinha linda, você tá realmente maravilhosa. Que tal você limpar um pouco mais? Ele me pegou pelo cabelo com delicadeza e eu comecei a chupar o pau dele de novo. Ele parecia estar adorando, porque o corpo dele tremia. — Ahh, pronto, já tá limpo. Deus, sua cara me deixa muito excitado, você tá linda. Papai tinha gozado bastante na minha cara, me deixando muito excitada, porque parecia que agora eu era só e exclusivamente propriedade dele.
Teria agradecido se você não tivesse gozado tanto, me passa um lenço ou um guardanapo, não quero que entre nos meus olhos. Parecia que a diversão ainda não tinha acabado, porque não via sinal do pau dele baixar, mas o filme já tinha terminado e a luz do banheiro de cima acendeu — provavelmente era a Juli ou a mamãe, então acho que isso era tudo por enquanto. Isso foi o último, vou cumprir minha palavra, não vai ter mais pai e filha. — Eu também devia fazer o mesmo, mas vai ser difícil. Vai pro seu quarto dormir, eu vou ficar aqui limpando. Descansa, querida. — Descansa, papai. Bom, galera, é tudo por enquanto. Espero que tenham curtido essa parte e espero continuar recebendo muito apoio de vocês. Deixem muitos pontos e comentem o que acharam. Só falta mais uma parte e termina. Amo muito vocês e, se forem bater uma, que seja com minhas fotos 💟 ❤️🔥
— Aonde você vai? — perguntou com voz sonolenta.
— Fica tranquila, só vou abrir as janelas e cortinas. Quando chove, eu gosto muito. O cheiro da chuva me encanta.
Desliguei o ar-condicionado depois de fazer tudo isso e voltei a me deitar com a Juliet. O som da chuva e o ar entrando eram muito gostosos.
— Cami, já volto. Preciso pegar um pouco de água.
— Claro, desce com cuidado. Se quiser, pode acender as luzes pra enxergar melhor.
— Fica tranquila, conheço bem sua casa.
Juli era meio friorenta, então deixou uma espécie de moletom. Cheirava tão bem que me lembrou o que ela tinha dito. Na verdade, nunca respondi ao que ela falou, porque parecia mais uma confissão.
Mas o que eu deveria fazer? Eu gostava dela. Gostava de como ela me fazia sentir. Mas e se em algum momento ela encontrasse um cara? O que eu faço, o que eu faço? Não queria deixá-la assim, porque o karma agiria mais tarde e aí aconteceria comigo o mesmo que eu causei. Percebi que, entre meus pensamentos, já tinha passado um tempinho, uns 15 minutos, e Juli não aparecia. Meu corpo ainda não tinha se recuperado totalmente, mesmo já tendo passado umas 4 horas daquilo. Saí do quarto devagar, sem fazer barulho, e percebi que Juli estava parada na frente do quarto dos meus pais e...
Ela estava se masturbando?
Dava pra ouvir gemidos, mas não eram dela. Eu os conhecia muito bem. Então eram meus pais. Fiquei surpresa, primeiro porque Juli estava espiando eles, segundo porque Braun, depois de ter me falhado 2 vezes, ainda tinha energia. Dava pra ouvir minha mãe gemendo como uma louca e também os gemidos dele. Juli conseguia ver o que eles faziam, porque a porta ficou entreaberta, com um pequeno espaço pra ver. Dava pra ver ela se masturbando com força e tapando a boca pra não ser descoberta. Caminhei bem silenciosamente até finalmente estar perto dela. Fiz o movimento rápido, tapei a boca dela com força e segurei os dois braços dela.
— Sabia que você era pervertida, mas... Chegar a esse ponto, eu conseguia ver o que tava rolando e o que Braun fez comigo não foi nada, ele não usou toda a habilidade dele como tava fazendo com a minha mãe. Escapou um "puta merda, é enorme" de mim. Eu via ele furando a buceta dela, chupando os peitos dela, minha mãe se contorcendo de prazer, as pernas dela abraçando forte as costas do Braun, e ele só metendo com força. Soltei a Juliet depois disso. — Ei, Camila, desculpa, deixa eu explicar, por favor. — Faz no quarto, aqui vão nos descobrir.
— Não consegui resistir, Camí, você sabe que seu pai me atrai e me excita demais, e quando vi aquilo fiquei besta, simplesmente não consegui parar de olhar. Eu estava meio irritada porque ela estava me contando tudo muito na superficial e tão empolgada, não me segurei e dei um tapa nela. Ela ficou totalmente dura e minha mão ficou marcada na bochecha dela. — Ei, desculpa, mas não tá certo, sabe o problema que a gente ia se meter se tivessem te visto, ou até as duas? Não posso estragar a relação que tenho com a minha mãe, e você também sabe que ela te considera como uma irmã pra mim, e é assim que você age? Porra, Juliet, não te peço outra coisa a não ser que seja discreta, não quero que meus pais te taxem de pervertida ou assediadora.
Não sei por que eu tava com tanta raiva, sabia perfeitamente como a Juli era às vezes, mas as ações dela me causavam ódio. Continuei recriminando até que empurrei ela contra a parede, segurava as mãos dela, podia ver como os olhos dela estavam vidrados e o rosto refletia uma tristeza.
Soltei ela e abracei.
— Me perdoa, não queria... não queria soar como minha mãe, oh... como a sua costuma falar com você, me perdoa.
Ela me abraçou de volta e eu pude ouvi-la soluçar. Me senti mal porque a Juliet era muito mais sensível emocionalmente. Levantei o rosto dela e ela me encarou fixamente. Dei um beijo nela, começamos a nos beijar forte, trocando carícias.
— Você me perdoa por ter gritado com você?
— Quem devia pedir desculpas sou eu, por ter me comportado daquele jeito. Primeiro vou mudar, Camí, desculpa.
Ainda dava pra ouvir meus pais, porra. Minha mãe gritava que nem uma louca.
— Se eu continuar ouvindo seus pais a noite toda, juro que vou ficar louca e fazer o mesmo com você, hahaha.
— Vou colocar uma música pra gente ficar melhor.
Depois de todos esses acontecimentos, dormir não foi problema. No dia seguinte, a gente planejava acordar tarde, mas um barulho no quarto me acordou. Não levantei de repente, só descobri um pouquinho o rosto pra ver o que era, e era meu pai, espiando. suponho que eu tinha dúvidas sobre o que aconteceu ontem, vi como ele caminhava devagar até onde eu estava deitada - suponho que vocês duas dormiram juntas, não consigo parar de imaginar o que fizeram a noite toda, hmm Juli já entendi porque os caras te abraçavam tanto ontem na praia, você tem um belo par de peitos e uma bunda gostosa. Mas que porra estava acontecendo, Braun não estava se comportando como sempre, esse... esse não é o Braun, eu podia ver de canto de olho como ele estava tentando tocar a Juli, então me esquivei por baixo do lençol e caí no chão delicadamente. Não, não era o Braun, esse sujeito era outra pessoa e entrou na minha casa, isso significa que... ele seguiu a Juli desde ontem? Eu precisava agir porque o medo ia me consumir aos poucos, acertei um golpe forte no joelho dele que o fez cair. PAI! MÃE! PAI!!!! O cara se levantou e se jogou em cima de mim, consegui acertar um golpe no rosto dele, mas não adiantou, o cara se jogou em cima de mim e me bateu, só queria ganhar tempo até meu pai chegar. - O que está acontecendo, filha? Mas quem diabos é você? Braun partiu pra cima dele e os dois começaram a brigar, minha mãe estava tentando acalmar a Juliet porque ela tinha entrado em pânico, o cara deu um chute nele pra empurrá-lo, eu tentei me meter no caminho, mas era como um saco de laranjas, ele me empurrou tão forte que bati no meu armário, o cara saiu pela sacada subindo no telhado e sumiu por lá. - Braun, temos que fazer algo, olha o estado das garotas, especialmente a Juli, e agora aquele cara viu a Camila, e se ele voltar e nos espionar agora? - Ah, merda, relaxa, eu vou comprar proteções para as janelas e portas, e vou pensar sobre as sacadas, vou falar com um amigo próximo para instalar câmeras de segurança. Braun foi direto pro quarto e pegou o telefone, minha mãe e eu ficamos com a Juli pra ela ficar tranquila. - Aquele sujeito, ele nos persegue há um tempo, minha mãe teve uma briga com ele, naquela época eu era criança, minha mãe nunca me disse por que ele nos persegue, mas naquela briga minha mãe o Quebrou um braço e um punho, a polícia tá procurando ele mas nunca chega a tempo
- Quer dizer que todos esses anos não conseguiram pegar ele, e como é que você dorme tão tranquila em casa?
- Mãe, ela tem uma arma no quarto dela, assim como a casa tem alarmes e câmeras
- Sua família, tem dinheiro, né?
- Sim, tem
- Deve ter algo a ver com isso
Depois de uma hora, as coisas tão mais calmas. Fora da garagem, estaciono um lindo Dodge Hellcat, era lindo, o motor dele fazia eu me molhar. Papai esperou na porta enquanto todo mundo tava lá na sala. Eu ouvi ele rindo e se apresentando, Liet, um cara bem gostoso, pele morena, corpo magro mas definido, e um cabelo liso comprido, mais ou menos na altura das orelhas, com um sorriso encantador
- Oi família, prazer, sou Liet Park, sou amigo do Braun há alguns anos, queria saber o que aconteceu
- Ei ei Camila, já viu como ele é gostoso?
- Siiim, ele pode instalar o que quiser aqui em casa, hehehe
Passaram alguns minutos e eu e papai mostramos a casa pra ele, as áreas perfeitas pra instalar as câmeras e os possíveis pontos cegos. Depois de mais um tempinho, Liet já tava trabalhando no dele...
- Ei Camí, te importa se você me acompanha pra comprar as proteções? Se quiser, posso comprar algo pra você também
Claro, pai, só deixa eu tomar um banho e me arrumar
- Tá bom, filha, não demora, vou te esperar aqui embaixo, vai lá
Papai tava com um tom estranho e preocupado, parecia que queria falar alguma coisa, provavelmente tinha a ver com o que aconteceu ontem à noite. Tomei banho e, como sempre, o que eu ia vestir?
Suponho que isso não parecia tão ruim. Desci e papai pegou na minha mão: "Vamos embora?" "Sim, vamos, papai." "Volto daqui a pouco, Tea. Vou com a Camí pegar as proteções."— Tea? — destacou Juli.
— hahaha linda, será que a Camí nunca tinha te falado meu nome?
— Pois não, ela sempre foi mais da minha mãe, oh mamãe, oh mãe.
— Ei, Braun, vem aqui um momento.
Meu pai e o Liet ficaram conversando um pouco.
— Escuta, vou rápido com minha filha pegar as proteções. Cuida da minha mulher e da minha outra filha. Qualquer coisa, no sofá reclinável tem uma pistola, é certificada e legalizada na minha propriedade, assim como na garagem tem um virabrequim modificado como taco, pra qualquer emergência.
— Entendido. Se algo ficar feio, te aviso e eu cuido.
— Não demoro. Precisa de mais alguma coisa?
— Acho que não, mas mesmo assim te mando uma mensagem.
— Vamos, querida.
Subimos no carro e papai estava meio rápido, dava pra ver ele meio nervoso. Será que ele sabe de algo? Ou será que estava com medo?
Papai, você está bem?
— Estou meio nervoso. Não sei há quanto tempo você e sua mãe moram aí, mas pra mim isso é novo. Já lidei com gente detestável na oficina, mas um sujeito assim nunca. Tomara que ele volte.
— O quê? Que porra você tá dizendo?
— Quando eu ver aquele filho da puta de novo, vou matar ele na porrada por ter tocado em você e por atormentar sua amiga.
— Papai, você não acha que isso pode ser grave? Além disso, se for fazer alguma coisa, precisa de provas.
— Só o fato de ele estar na minha propriedade já é uma prova.
Chegamos no lugar. Eu fiquei no carro porque realmente não tinha muito o que ver. Quis saber como estavam as coisas em casa, então perguntei pra Juli, mas ela não respondia. Talvez tivesse dormido ou estivesse brincando com o Liet. Saí pra ajudar papai a carregar tudo.
— Obrigado, querida. Vamos, não quero deixar sua mãe e os outros esperando.
Passaram-se alguns minutos e o silêncio estava estranho. Eu percebia papai olhando de canto pra mim. Eu tava entretida no celular, mas tava entediada. Coloquei uma música, mas ainda assim parecia chato e desconfortável.
— Ei, Camí, sobre aquela outra noite, eu queria conversar. Sobre isso, eu... Chega, pai, fala logo de uma vez. —Não vai ter mais sexo entre eu e você, até porque já é muito ruim a gente ter repetido isso depois que eu te falei naquela noite da festa que não podíamos fazer isso por sermos família. Sua mãe me questionou um pouco naquele mesmo dia, de madrugada, eu tive intimidade com ela, e ah, caralho, é desconfortável falar isso pra própria filha, mas eu notei a quantidade de esperma que joguei nela. E? O que tem isso? Você gozou no preservativo e era uma quantidade considerável. Quando você gozou dentro de mim, mesmo eu tendo dito claramente que a camisinha estava furada, você também soltou muito sêmen dentro de mim!!! —Desculpa, me deixei levar, não queria te causar problemas. Vamos agora mesmo na farmácia comprar a pílula. O que quero dizer é que quando eu gozei, já não era tanta quantidade, e sua mãe, pelo tempo certo depois de ter transado, já tinham passado algumas semanas, então menti pra ela dizendo que, de tão excitado que eu tava, tive que bater uma. E o que vai acontecer agora? Você acha que eu não percebo o jeito que você me toca de propósito? Eu curti isso, mas só queria saber até onde a gente iria. —Não vai ter mais isso, desculpa, Cami. Talvez se a gente fosse conhecido de vista, acredite em mim, teria até chance de um relacionamento. Mas não quero decepcionar sua mãe. Sei que você e ela têm confiança e um vínculo, mas tem uma coisa que ela não te contou: são inúmeras vezes que ela chora no meu ombro sobre a traição do seu primeiro pai, as vezes que ela pensa que a filha pode fazer o mesmo com outro homem. Eu tossi de repente, me engasgando, mas por quê? Hahahaha, olha, eu sei que muitas vezes me visto de forma provocante, mas gosto do meu corpo, tô satisfeita com os resultados que tive. Mas jamais faria algo assim, exceto pelo que estamos passando. Mas por que estragar a vida de uma família que não merece? Não sou como ela ou vocês pensam. Braun ficou sério e surpreso, pois... Sabia que eu estava no meu direito. Ela me fez uma última pergunta:
— Quer fazer de novo uma última vez? Como amigos ou conhecidos. Isso é o que você realmente quer? Só me diz quem está decidindo por você: seu coração ou sua mente?
— Decido por conta própria, e faço isso pelo bem de nós dois. Claro, aceito isso. Quando você quer fazer?
— Hoje à noite. Vamos sair de carro e vai rolar tudo lá. Depois disso, não vai ter mais nada, Camila. Chega de tesão, chega de sentar no meu pau com esses shorts curtos que você usa.
— Tá bem, espero que você aguente. Eu sou mulher e tenho muitas maneiras de me satisfazer.
Depois dessa conversa, em pouco mais de 20 minutos, tínhamos chegado em casa. Papai e eu percebemos que já havia câmeras, mas não pareciam ser todas, porque ainda tinha coisas no quintal. Descemos e o Liet saiu da garagem. E que surpresa: o cara saiu sem camisa e tinha um corpo lindo, um tanquinho perfeito, braços muito bonitos que podiam me carregar e aquele peito onde eu podia facilmente encostar minha cabeça.
Ele notou como eu olhava pra ele e como eu me mexia. Me deu um sorriso, e eu fiquei tensa e vermelha. Entrei em casa enquanto os dois ficaram lá fora.
— Ei, Braun, posso te fazer uma pergunta?
— Claro, fala à vontade. O que foi?
— Sua filha... quantos anos ela tem? E ela tem namorado?
— Você vai perguntar isso agora?
— Por favor, olha pra ela. Ela é linda e tem um corpo perfeito.
— Mais calma com isso. Ela tem 19 anos, e não sei sobre namorado. Além disso, você tem 23. Não acha que tem uma diferença?
— Por favor, são só 4 anos, e você sabe muito bem que eu não aparento essa idade, e ela parece ter 21.
— Deixa isso pra lá por enquanto. E se você só quer transar com ela, tá meio errado. Mas vai ser decisão dela se ela topar. Agora me ajuda com tudo isso, que temos trabalho.
Subi pro meu quarto depois de conversar um pouco com minha mãe. Perguntei sobre a Juli, e ela disse que a Juli tinha ficado um tempo no meu quarto. Entrei, e a Juli tinha acabado de sair do banho.
(A gente precisa conversar sobre uma coisa.)
Nós duas falamos ao mesmo tempo. ao mesmo tempo, o que pelo visto tinha acontecido com a gente. Você primeiro, Juli, e fica assim enquanto eu me troco. Quer que eu fique pelada? Vai descontar sua frustração no meu corpo, Camila? Não conhecia esse seu lado, jijiji. Possivelmente vou, até porque você adora ser submissa, não vai ter problema, né? Mas enfim, me conta o que aconteceu. —Consegui falar com o Liet, acho que a gente atrai ele, as duas, e você já viu o corpo dele. Atrai em que sentido? Porque pode ser de várias formas, mas já sei onde isso vai dar. Aham, e mais? —A gente tava conversando lá na garagem, sua mãe ficou fazendo coisas na cozinha e limpou aqui seu quarto. Ele tava bem suado e de repente tirou a camisa. Juro, se o seu corpo me esquenta pra caralho, o dele é a sua versão em homem. Ainda me perguntou se eu queria passar a mão no abdômen dele, óbvio que aceitei. O cara gostava, porque ele tocava na minha mão e, puta merda, que nervoso que me dá. E aí, cê acha que tem chance? —Possivelmente, mas agora é sua vez. Meu pai e eu não vamos mais transar. —O quê? Ele te falou ou você contou? Ou ele percebeu o de ontem? Não, ontem, quando eu tava transando com a minha mãe, ela perguntou por que ele não tinha gozado tanto se eles não tinham fodido. —Ah, merda, todo o leite acumulado foi pra você. Pois é, então ele disse que não vai rolar mais, e me propôs fazer uma última vez... —Sinceramente, não entendo esse negócio de despedida entre vocês, mas tudo bem. Se vocês acham que isso é suficiente, de você eu acredito que aguenta, mas um homem é mais compulsivo, o instinto sexual fala mais alto quando tão com tesão, nada segura. E duvido que ele consiga resistir a ter uma filha disposta a tudo, ainda mais quando tão sozinhos ou quando a oportunidade aparece. E me diz, vai ter tempo pra nós duas? (tipo, piscando) Quer fazer agora? —Tô com um pouco de vontade ❤️. Bom, digamos que eu tô com fome, e pelo visto, mamãe!! Ainda não terminou a comida, e a única coisa que vejo aqui é uma gostosa loirinha. —Ai, Camí, suas mãos são uma delícia. Calientes e... tem amor. Seus dedos tocam meu ponto G. Você se sente tão bem lá dentro, querido, você está toda molhada. – Você me faz ficar molhada, não vai tão rápido, quando estou muito quente fico sensível, e vou gozar rápido. Eu masturbava minha amiga com um pouco de força 🤟🏻 enquanto fazia isso, brincava com o clitóris dela e com um dos peitos dela, a gente se beijava pra aumentar o calor entre nós duas, ela se contorcia com força. Minha vontade não demorou mais, empurrei ela contra a cama, ficando completamente por cima dela... Comecei a beijar cada parte do corpo dela, o pescoço onde ela era mais frágil, os peitos dela, a barriga, acariciava cada parte dela fazendo ela gemer. Quando minhas mãos tocavam as pernas dela, ela arqueava as costas. A buceta dela estava tão molhada que parecia literalmente mel escorrendo, eu brincava com ela e ela teve que colocar um travesseiro no rosto, enquanto eu chupava a buceta dela, eu me masturbava, as duas parecíamos animais no cio. – Preciso de você dentro, Camila, por favor, já preciso de você dentro. Comecei a masturbar ela, ela gemia alto. – Abaixa a voz, você vai fazer alguém vir. – Não consigo evitar, estou muito quente, vamos fazer um 69, quero provar você também. Os beijos eram muito fortes entre nós duas, não conseguíamos parar de acariciar nossos corpos, nossos corações batiam forte e o suor não demorou a aparecer, no ambiente tinha um cheiro de feromônios, as duas estávamos ovulando. A gente se posicionou, Juli sabia como me tocar também, ela fazia meus quadris se moverem sozinhos rapidamente. – Ai, meu Deus, Juli... que gostoso você faz. – Ha. ha, Cami, não para, mais rápido. Eu sabia o que aquilo significava, continuei fazendo, mas sabia que masturbar ela e beijar as pernas ou a buceta dela não a faria gozar tão fácil, então lembrei do dedo no cu, enfiei um dos meus dedos e ela soltou um gemido muito forte. – Ahhh, Camila. As costas dela se arquearam de tal forma que a bunda dela ficou pra cima, então continuei com meus dedos enquanto provava o cu dela, realmente não tinha gosto ruim, todos os fluidos dela foram pra lá, e ela é muito limpa. – Ai, Camila, não aguento mais, já. Não aguento, me abraça, quero sentir teu calor. A gente se abraçou e minha perna roçava na buceta dela, ela me abraçou e gozou tão forte que parecia que alguém tinha jogado um balde d'água na minha cama. Dava pra ver como ela tava com dificuldade pra engolir saliva, tão ofegante. N... não, não pensa que... a gente terminou. Então você quer mais? Então vou te dar mais? A gente começou a fazer tesoura, nossos cones estavam tão molhados que parecia que uma tinha um pau, a gente gemia e se abraçava. Chegou num ponto que a Juli me deitou e ficou beijando meu pescoço, ela tava me masturbando agora, tudo que ela falava me deixava com tesão, os dedos dela tocaram meu útero por um momento, o que fez meu corpo reagir, não aguentava mais, cada vez aumentava a intensidade até que soltei um gemido forte, meu orgasmo tinha chegado, não dava mais, minhas pernas tremiam. As duas já estavam satisfeitas, a gente ficou abraçada, ela fazia movimentos pequenos ainda na minha buceta. Juli, já tô sensível, não aguento mais. Ela parecia não se importar. Aí uma sensação de fazer xixi me invadiu, ela se mexia ainda mais rápido. Ah, ha ha Juli, Juli, já vem, Juliiiik. Um squirt grande molhou minha cama, meu corpo inteiro tremia de tão sensível que tava.
Finalmente a gente tinha terminado, as duas estavam satisfeitas, a Juli quase dormindo de novo, quando a porta do meu quarto começou a bater. O que vocês querem? — Hmm, Camila, né? Preciso entrar um minuto pra colocar uma câmera na sua varanda. Me dá uns 5 minutos, por favor. — Tá bom, fica tranquila, espero. Ei, ei, Juli, veste rápido, o Liet vai entrar. — Eita, mas por quê? Vamos, se veste rápido. Pode entrar! — Opa, desculpa se atrapalhei alguma coisa, só vou instalar a câmera e vazar. Nossa, que bonito, e cheira muito bem. — Posso falar uma coisa? Do que se trata? — Bom, vocês duas cheiram muito bem, e aqui dentro também. — hahaha, obrigada, a Cami me obriga a cheirar bem sempre. — Tzk, não é que obrigo, é uma necessidade cheirar bem, não é todo dia que um gato entra no seu quarto. — hahaha, agradeço isso. Quanto tempo vocês se conhecem? Vejo que são muito unidas. Temos 4 anos de amizade, com o tempo ficamos muito próximas. — Sabe, é meio estranho pra mim ver duas minas como melhores amigas, quando eu tava no colégio e depois na faculdade, não tinha mulher que se desse tão bem assim que nem vocês. — Bom, a gente tem muita coisa em comum, depois de algumas semanas conversando, a gente percebeu isso, e assim formou nossa amizade. — Ah, pelo menos vocês se deram bem, é bonito. E você, conta pra gente. — Eu? Não tem muito o que falar, só terminei os estudos e comecei a trabalhar, e é isso. — Qualé, bobo, não tem amigos? — Meus amigos não eram amigos de verdade, me afastei deles e conheci outras pessoas. — E não sai com eles? — Não, sempre fico em casa ou fazendo trampo. Não tinha muito o que fazer no meu quarto, então resolvi ir pro quintal dos fundos, onde comecei a malhar um pouco. Como tava entediada e com uma certa raiva do que aconteceu de manhã, tinha que descontar minha raiva em alguma coisa. Minha mãe se aproximou com uma bebida onde eu tava e sentou numa cadeira. — Tá bem, querida? — Mais ou menos, mãe. A mãe da Juli falou que ela vai ficar com a gente hoje também, e eu tô preocupada com ela também, ficar sozinha e... que aquele bastardo faça algo com ela, espero que hoje seja uma noite tranquila como todas as outras — pode ter certeza disso, querida, seu pai e o Liet estão se esforçando pra todo mundo ficar bem aqui em casa. O que vamos fazer com a porta do meu terraço? Você sabe que eu adoro meu terraço — seu pai colocou uma grade, assim se alguém tentar entrar vai fazer barulho. Não me deixa confiante, mas tá bom. Aconteceu alguma coisa, mãe? — seu pai, tem um problema com ele. Mas posso confiar em você, querida? Claro, mãe, somos amigas, né... a gente pode se contar tudo 💟 — acho que seu pai me traiu com outra mulher, é uma suspeita, porque ontem à noite a gente transou, e quando ele gozou... bem, não saiu muito, porque a gente tava há duas semanas sem fazer por causa do meu trabalho. Ahh, bom, acho que deve ter uma explicação, não? — Sabe, agora eu saio cedo e ele sempre chega na hora dele — não quero desconfiar dele, porque eu gosto muito dele, Camí, ele é totalmente diferente do seu pai, até com você vejo que tem uma boa relação, o que não tinha antes. Na quarta-feira da semana passada, eu não fui pra escola de verdade, fiquei aqui em casa dormindo porque virei a noite jogando, depois saí pra encontrar a Juliet na escola e voltei por volta das 6:35, e o papai estava na sala... — e aí? O que foi, me conta!! Ele estava vendo pornô e no celular dele tinha fotos suas, desculpa mãe, mas fiquei um tempo vendo ele se masturbar, ele colocou uma camisinha e se masturbava com força olhando suas fotos, também tinha uma camisa sua cheirando ela, quando ele gozou, pude ver o papai gemendo e a ponta da camisinha enchendo de porra, enquanto continuava cheirando sua camisa, saiu uma quantidade enorme, nunca vi um homem acumular tanto, até pensei que ia estourar, acho que ele liberou todo o estresse que tava guardado, porque ficou um tempão ali — ohh, nossa, nunca imaginei isso, não acreditei totalmente quando ele disse que se masturbou, mas acho que seu pai deve ter aguentado muito, ainda mais com a testosterona que ele produz, muito obrigada, filha. valeu por sempre estar comigo. As palavras da minha mãe doíam, porque obviamente era tudo mentira. Sim, a filha tava se fudendo com a pessoa que ela agora amava, isso me fazia sentir um lixo. — Vou comprar umas coisas, seu pai deve estar dormindo, depois de todo o trabalho é compreensível. Não quer nada? — Se puder me trazer mais um pacote daquele gozo que eu tomo, já quase não tenho, e outro pacote de aveia 😚 — Beleza, vou tomar um banho e já vou. Espero que seu pai esteja acordado, senão vou sem ele.
Continuo com o que é meu. Fiquei um tempão naquele pátio fazendo exercício e pensando em tudo, e não queria que o que aconteceu hoje à noite rolasse. Vou atender ao último desejo dela, não quero decepcionar a mamãe. Entrei em casa e estava um silêncio. Mamãe, pelo visto, foi com o papai. Tava indo pro meu quarto porque queria tomar um banho, tava toda suada. Minha atenção foi direto pro meu quarto, porque uns gemidos bem baixinhos chamaram minha atenção. Abri a porta bem devagar e, pra minha surpresa, Juli e Liet estavam trepando na minha cama. Não bastava ser no meu quarto e na minha cama, eu podia ouvir e ver como ele batia na buceta da Juli, e os gemidos dela eram bem diferentes de quando a gente fazia.— Ah, ah, ah, papai, que gostoso você tá, mexe mais nos meus peitos e me enforca.
— Você gosta, gosta assim, sua puta. Que gostosa você tá aí dentro, meu pau vai derreter.
— Ai, papai, é que você é bom demais e esse seu pauzão tá batendo em uns lugares muito gostosos.
E ele realmente tinha um pau muito bom. Pra comparar, o Braun tinha uns 14cm de comprimento e uns 6cm de largura. O do Liet parecia ter uns 17cm e 9cm de largura, era realmente muito bom. Não é à toa que Juli tava toda perdida.
Liet colocou minha melhor amiga de quatro. Dava pra ver ele acariciando os quadris dela, dando tapas na bunda e a mão dele marcando. Juli tava fora de si e gemia muito alto. Ficaram assim uns 5 minutos, até que ele colocou ela de novo cara a cara. As mãos dele apertavam com força as pernas dela, dava pra ver aquele tronco entrando e saindo. As bolas pareciam pesadas e batiam com força. Juli se segurava nele com a pouca força que tinha.
— Ai, ai, amor, vou gozar, vou gozar.
— Goza, princesa, quero sentir o que uma recém-saída do ensino médio tem.
Juli abraçou Liet com as pernas e as mãos dela arranhavam as costas dele. Ela gritava de prazer e os quadris dela se mexiam. Liet também gemia. Todo esse espetáculo me deixou bem molhada, e era impossível não me masturbar.
A cama rangia demais. Juli tinha tido um orgasmo, e Liet continuava fazendo minha amiga gozar. Eu cheguei... Até meu limite e gozei do mesmo jeito, meu corpo tremia e minhas pernas escorriam todo o mel que eu tinha tirado. Liet carregou Juli e a penetrava com força, o pau dele dava o comprimento certo pra posição. Juli parecia um trapo, só via ele fazendo aquilo com ela. Chegou um ponto que notei ele aumentando a velocidade.
— Merda, Juli, vou gozar... ah, onde você quer, rápido?
— Dentro, por favor, quero todo seu gozo dentro de mim e seu pau até o fundo.
Acho que ele queria realmente fazê-la chegar ao fundo. Deitou ela na cama e metia com força, ela não parava de gemer e gritar.
— Mais forte, papai, mais forte, quero que seu pau toque meu útero, love!!!
Liet, num momento, se tensionou e soltou só um gemido forte. Tinha dado uma baita carga de esperma na buceta da minha melhor amiga.
— A... ai... papai, posso sentir seu pau me... como seu pau encheu minha buceta, que gostoso que foi, todo seu gozo tá bem quente.
— Juli, realmente te agradeço, tava há um tempão sem me masturbar e, quando fazia, demorava muito pra gozar, o que era chato. Mas obrigado por me deixar liberar minha tensão.
— Não tem de quê... querido, Deus, esse foi o orgasmo mais forte. Agora deixa eu ir tomar banho, Camila não voltou e a gente acabou de fazer uma bagunça aqui no quarto dela.
Não conseguia entrar agora, muito menos fazer qualquer movimento. Ia fazer o que minha mãe fazia: andar e gritar o nome dela pra dar uma chance.
— Julieta!! Julii!!
— Ei, ei, sua amiga vem pra cá, rápido, entra no banheiro.
— Ah, merda, ela vai perceber a cama dela.
— Ei, por que vocês não respondem? O que é que...
— É... Cami, não é o que parece, a gente só derramou um pouco de água.
— Claro, e você nua e ele seminu e de pau duro. Você sai do meu quarto, eu fico com a Juli aqui.
— Quê? Você não pode decidir por ela, ela pode se virar sozinha. Não esquece qual é sua posição aqui. Eu conheço ela há 3 anos e você mal conhece e já convenceu ela a transar. Então, cai fora do meu quarto e, se terminou seu trabalho, já era. Eu posso cuidar dela. As duas. — Cami, você não precisa ser tão dura com ele, ele só tava ajudando. Ajudando em quê? Olha só, você tá escorrendo todo o sêmen dele e ainda quer que eu me acalme? É melhor você ainda ter pílula do dia seguinte. — Te vejo lá embaixo, Liet. Vou tomar um banho e conversar com a Cami. — Não, já vou indo. Fala pro seu pai que tive uma emergência. Tchau, Juli, espero que a gente se veja de novo um dia.
- Não acredito que você está tão brava comigo, eu quando te falei alguma coisa sobre... — Cala a boca!! Juliet, nunca me intrometi na sua vida sexual, mas você não é assim, não conhece o cara e deixou ele gozar dentro de você, tipo, pensa um pouco, só não quero que aconteça nada com você, entende onde quero chegar? - Claro, desculpa, foi um impulso, eu... vou só tomar um banho, desculpa, Cami.
Desci de novo pro primeiro andar, fui na cozinha porque queria um pouco de água. Espero que a Juli não leve pro coração, mas a gente nunca sabe que tipos de cara tem por aí, especialmente com as doenças.
- Ei, Camila, posso falar com você?
- Pensei que você já tinha ido embora, mas fala, o que foi?
- Por que você tá se incomodando? Não é óbvio? Me preocupo com a minha amiga, não te conheço e ela também não, e só deixo vocês sozinhos e você já come ela, além disso, e se você tiver alguma doença e passar pra ela?
- Ela concordou em fazer, e não, não tenho doença nenhuma, ela deixou o impulso sexual vencer e quis fazer.
- Tsk, não confio em tudo que você fala. Mas algo me diz que você não voltou só pra isso. Qual é a sua intenção?
- Haha, você é esperta. Só quero saber: como eu faço pra te conquistar?
- Hã... O quê?
- Como eu conquisto você, Camila? Você é uma garota muito gostosa, seu corpo, sua personalidade, olha pra você, faz qualquer homem ficar de joelhos.
- Chega!! Não continua com esse jogo, não vou corresponder, além disso, a Juli gosta de você, posso xingar ela, gritar, dar um tapa, mas jamais tiraria alguém que ela gosta. Desculpa, Liet, mas seus sentimentos têm que ser pra Juliet, não pra mim.
Um tempo depois, meus pais voltaram com as compras do supermercado, papai já parecia exausto. Jantamos todos juntos enquanto assistíamos um filme, já eram 9 horas. Liet tinha ido embora sem falar com a Juli, dava pra ver que ela tava feliz. Depois, ela foi pro quarto dela dormir. Mamãe, papai e eu ficamos vendo o filme, minha mãe também tava dormindo. Não demorou muito e ela se despediu também e foi pro quarto dela.
De novo, ficamos só eu e papai, a sós no escuro. Da casa iluminada só pela luz da tela, Papai parecia que queria alguma coisa. Mas quem tinha que tomar a iniciativa dessa vez? Sempre sou eu que tomo. Sempre uma última vez, não é ruim. Me aproximei devagar de onde ele estava sentado, com as pernas e quase metade do torso cobertos por um cobertor, o que achei perfeito, já que estávamos sozinhos, tudo escuro, e a única luz era a da tela.
— Me empresta um pouco do cobertor, tô com um friozinho nas pernas.
— Claro, querida.
Ele me abraçou e eu fiquei deitada no peito dele, meu braço na barriga dele. Devagar, fui descendo minha mão e, quando cheguei na região do pau dele, ele estava durasso, pelo visto tava esperando esse momento.
— Tava esperando por isso, né?
— Não consigo resistir às suas mãos macias.
— Então espero que aproveite, porque isso vai ser a última coisa que a gente faz, e te lembro que você concordou.
Papai estava muito excitado, o pau dele já estava lubrificado, minha mão já tava meio molhada de tanto líquido que ele soltava.
— Mm, Camila, suas mãos me agradam muito, mas que tal usar sua boca?
Me escondi com o cobertor, só por precaução, caso alguém descesse. O pau do papai me fascina demais, o sabor e o cheiro. Comecei a chupar ele, aquele tronco inteiro cabia na minha boca.
— Tsss, Camila, sua boca é muito quente, sua língua envolve muito bem meu pau.
Papai gostava que eu passasse minha língua na uretra dele e em volta da cabeça. Ele se arrepiava e, com a mão, empurrava minha cabeça mais pro fundo. Eu engasgava, dava pequenas pausas pra respirar.
Percebi que papai colocou a mão por baixo do meu short pra começar a brincar com minha buceta molhada. Enfiou dois dedos que me faziam sentir muito bem. Comecei a aumentar a velocidade, ele se contorcia e soltava gemidos baixinhos. Quando notei que papai ia gozar, ele me tirou bem rápido.
— Ahh, uma coisa que sempre quis é ver sua carinha cheia do meu gozo.
Papai tinha gozado na minha cara toda, meu rosto estava cheio de gozo quente.
— Olha só, todo meu gozo na sua cara. Carinha linda, você tá realmente maravilhosa. Que tal você limpar um pouco mais? Ele me pegou pelo cabelo com delicadeza e eu comecei a chupar o pau dele de novo. Ele parecia estar adorando, porque o corpo dele tremia. — Ahh, pronto, já tá limpo. Deus, sua cara me deixa muito excitado, você tá linda. Papai tinha gozado bastante na minha cara, me deixando muito excitada, porque parecia que agora eu era só e exclusivamente propriedade dele.
Teria agradecido se você não tivesse gozado tanto, me passa um lenço ou um guardanapo, não quero que entre nos meus olhos. Parecia que a diversão ainda não tinha acabado, porque não via sinal do pau dele baixar, mas o filme já tinha terminado e a luz do banheiro de cima acendeu — provavelmente era a Juli ou a mamãe, então acho que isso era tudo por enquanto. Isso foi o último, vou cumprir minha palavra, não vai ter mais pai e filha. — Eu também devia fazer o mesmo, mas vai ser difícil. Vai pro seu quarto dormir, eu vou ficar aqui limpando. Descansa, querida. — Descansa, papai. Bom, galera, é tudo por enquanto. Espero que tenham curtido essa parte e espero continuar recebendo muito apoio de vocês. Deixem muitos pontos e comentem o que acharam. Só falta mais uma parte e termina. Amo muito vocês e, se forem bater uma, que seja com minhas fotos 💟 ❤️🔥
2 comentários - ❤️🔥Meu padrasto parte 5❤️🔥