Fala galera, tô de volta aqui, vamo direto ao assunto, os rolês da minha vida deixo pro final, aproveitem hehe. Durante a viagem eu já sabia que não existiam casais, a menos que fosse contigo (e mesmo com ela do teu lado sempre dava um jeito), todo mundo solteiro e solteira sempre, e o que rola nas viagens fica nas viagens (supostamente). Com a gente, pelo menos no primeiro mês, era uma amiga, não nos conhecíamos há muito tempo mas nos dávamos super bem, pra descrever ela diria que é uma mina de 1,50 ou menos, bem baixinha, nem magra nem gordinha, loirinha, com uns peitões bons e principalmente uma raba de dar água na boca. Essa mina vivia dizendo que tava doente de uma coisa e outra, a ponto de meter atestado no trampo, e eu não via maldade nela, tratava ela com carinho mas sem nenhuma atração além da amizade, pelo menos não até a viagem. Passamos mais de uma noite bebendo e mais de uma vez ela mostrou interesse em mim, mas aqui o don guy não pega indireta kkk, no fim só bebia mesmo, às vezes a sós, às vezes acompanhados, às vezes até sentava no meu colo, momento em que eu me segurava pra manter aquela imagem, com essa rabuda quem não ia querer. Um dia ela me chama pra beber, normal, conversando sobre um assunto e outro o papo começou a esquentar, até que começaram a sair os gostos dela na cama. — Po, eu adoro que mordam meus mamilos, que me tratem com força, não tanto de falar putaria, mas que me peguem na marra — ela disse, com um tom que me fazia sentir a temperatura subir, nessa altura eu já tinha reparado mais nos atributos dela e tava vendo ela como mais uma presa. Durante o papo fomos nos aproximando, falávamos e trocávamos olhares, até que num momento ela fala: — Sincerão, eu sempre reparo muito no volume dos caras, pra ver qual parece mais gostoso — disse enquanto mordia o lábio e me dava um olhar nada discreto pro pacote — Ah, tomara que comigo você não tenha uma má impressão, é a desvantagem de ser do time sangue, não chama muita atenção normalmente — falei enquanto passava uma mão "discretamente" no meu pau por cima da calça pra ajeitar — diferente de você, que quando carrega algo que chama atenção já fica na mira — olhando diretão pra bunda dela. — Cê acha que é bom? Eu sinto que não tenho muito — ela se virou, mostrando tudo aquilo e dando uns pulinhos leves. — Claro, já imagino como devem ficar quicando sem parar — risadinha safada. — Haha, pois é, pelo que me falaram... Opa, já vi o que cê tava dizendo, esse negócio aí já tá tomando o tamanho dele — Vale lembrar que eu tava de moletom, então nada impedia de mostrar meu pau endurecendo. — Desculpa, é que imaginei umas coisas com tudo isso — É o que eu tô vendo, mas deixa eu conferir se o que cê fala é verdade, talvez não seja — dito isso, com uma risadinha, ela se agachou e começou a passar a mão no meu pau por cima do moletom — Nossa, dá pra sentir a diferença mesmo, e parece que vai longe — Mais ainda se entrar num corpinho igual o seu, hein — Sério? Vamos testar até onde vai — Mal terminou de falar, já tirou meu pau pra fora do moletom e chupou. Não teve palavra, só gemido e som de saliva, uma vez e outra, até que ela se levantou, sem ter conseguido engolir tudo. — Não, já chega, não vai caber, espera — falou enquanto virava e entrava no banheiro, mas não fechou a porta. Aí eu entendi o joguinho dela. Segui, agarrei ela por trás enquanto segurava o pescoço dela. — Você começou, agora aguenta — levantei ela e levei pra cama, com ela reclamando e implorando, mas sem resistir de verdade. Joguei ela na cama, fiz ela colocar a cara no travesseiro e, sem mais, puxei a calça do pijama dela pra baixo. Uma bunda enorme e firme, que fiquei uns 10 segundos admirando. Depois, sem falar nada, enfiei a cara entre as nádegas, brinquei com a língua no cu e na buceta dela, enfiava a língua na buceta e mexia sem parar por dentro, depois passava a língua nos lábios dela como se fosse um sorvete, até terminar chupando o clitóris dela como se não houvesse amanhã. — Não, pelo amor, vai doer — ela falava, soltando gemidos de prazer. —Pois se aguenta, que depois você vai adorar — dito isso, dei um tapa na bunda dela e encaixei meu pau na entrada, fui enfiando devagar até bater no fundo. 3/4 do pau entraram, mas como ela era tão pequena, não coube mais. Não importou, mais que suficiente pra eu aproveitar e ela quase virar os olhos de prazer. Comecei a bombar forte, mas sabendo a hora de parar. Ela soltava gritos e gemidos ao mesmo tempo, esperneava, mas eu segurava ela, até que num certo momento ela começou a rebolar sozinha, sem parar, mesmo assim esperneando, fingindo resistir, mas se empalando sozinha. Foi quando eu já não aguentava mais e comecei a ir cada vez mais rápido, sabendo que ela também tava perto do orgasmo, e quando senti que ela gozou, continuei mais um pouco, até que sem demora tirei e apontei pra os peitos dela, soltando uma carga enorme de porra enquanto gritava o nome dela, deixando os peitos dela todos melados. Ela não disse nada, só ofegava, mas era óbvio que tinha adorado, embora também estivesse meio dolorida. Ela foi tomar banho e nos vestimos, nós dois continuamos conversando como se nada tivesse acontecido até que, antes de eu sair do quarto dela, me despedi com um beijo profundo, sabendo que nós dois queríamos repetir muito mais. Bom, pessoal, foi isso por enquanto. Desculpa ser mais curto, mas tô meio doente. Mini detalhe: essa mina me mandou mensagem uns dias atrás, então talvez saia uma nova história com ela. Bom, acho que é só, espero que tenham gostado. Se quiserem algum detalhe extra, não hesitem em mandar mensagem privada, haha, e é isso. Tchau.
0 comentários - Viciada em sexo, doente de tesão