Depois daqueles dias, eu tava muito nervoso, tudo que tinha acontecido tinha saído do controle, nunca pensei que minha mina fosse fazer aquilo.
Decidi que era hora de falar pra minha namorada não se conectar e, de algum jeito, afastar ela do Fernández e do show.
No dia do show, cheguei no colégio e resolvi encarar o Fernández, falar que íamos devolver os ingressos, ia inventar alguma coisa pra Sofi e pronto. Mas o filho da puta se adiantou e me ofereceu um café e um alfajor que ele também tava comendo. Aceitei pra falar sobre os ingressos, mas quando terminei o café com o alfajor, comecei a sentir uma coisa estranha no corpo, o estômago deu um nó e fez um barulho esquisito, tive que sair do colégio antes porque ia me cagar todo. O filho da puta do Fernández tinha me dado um laxante.
Liguei pra minha namorada, mas ela não atendia. Daí a pouco, ela aparece na porta de casa, pra minha surpresa com um vestido bem de verão, não tava tão quente, a gente tava no outono, ela não tava de sutiã e dava pra ver, e tinha uma calcinha fio dental bem pequena, que se notava ainda mais naquela bunda.
— Amor, o que cê tá fazendo vestida assim?
— Não gostou? Na plateia, vai subir todo o calor da galera que vai na pista e não para de pular.
— Não, Sofi, os ingressos são pra pista, vão te apertar toda. E ainda por cima, eu do jeito que tô não posso ir.
— Não se preocupa, love, na porta tá o Fernández com o carro e os caras, ele disse pra eu ir com eles que iam cuidar de mim.
Era óbvio que iam cuidar, iam ser os únicos a passar a mão nela o show inteiro.
Não tinha outra opção, talvez depois disso ela ficasse com raiva do Fernández e o outro não conseguisse mais chegar perto.
Minha namorada foi embora prometendo voltar pra cuidar de mim depois do show. As horas foram uma eternidade, lá pelas 4 da manhã a Sofi chegou, tava completamente molhada, o vestido esticado e sujo, o cabelo molhado e a maquiagem borrada.
Ela não disse nada e foi tomar banho, a cara dela tava desfigurada. Depois do banho, ela veio até mim, não falava, quase tremia.
— Que que houve, love? Aconteceu algo no show.
— Não sei por onde começar.
— Conta desde o início, amor (um pouco pra entender e um pouco pelo tesão, não queria perder nada).
— A gente foi e a viagem de ida foi muito boa, fumamos muito baseado e bebemos pra caralho, teus amigos bebem pra um cacete e têm um beck muito forte, quando entramos já tava rolando, lá dentro continuamos fumando até eu começar a me sentir mal, mas aguentei.
— Nossa, amor, você não tá tão acostumada, por que fumou tanto?
— Eu sei, mas a gente tava se divertindo pra caralho, até que o lugar começou a lotar, aí eles se juntaram tudo em volta de mim, eu tava meio perdida e achei que era pra me cuidar, mas depois de um tempo percebi que tavam me apalpando, sempre acontece de me pegarem na bunda num show, mas dessa vez era a mão dos 7 amigos teus que tavam lá, num momento começaram a pegar nos meus peitos e eu reagi quando baixaram uma alça do meu vestido deixando um peito de fora. Falei que tava me sentindo mal e que queria ir no banheiro.
— Boa, amor, assim você conseguiu escapar, que sem-vergonhice.
— Não, amor, foi pior, me enfiaram no banheiro masculino, eu não tava entendendo nada e me meteram no meio de um monte de caras e me levaram pro último box. O Fernández sentou e me sentou em cima dele e começou a me beijar, verdade seja dita, não consegui resistir.
Eu não acreditava no que a Sofi tava me confessando, meus amigos levaram minha namorada toda doida pro banheiro masculino e o Fernández comeu a boca dela na frente de todo mundo.
— Eu pensei que tinha fechado a porta, mas não, tavam todos os caras atrás olhando tudo. Eu não sei o que deu em mim, mas tava com muito tesão, amor, não sei se por causa daqueles jogos que a gente fez ou o quê, mas comecei a me esfregar naquela pica enorme que ele tem, ele tava de calça de moletom, então dava pra sentir o volume inteiro.
— O que mais esse lixo fez com você, amor?
— Ele me agarrou com as duas mãos na bunda e começou a abrir e fechar, levantou meu vestido e enquanto a gente se beijava, ele me exibia pra toda a plateia do lugar. Nisso, ele me pega pelo pescoço e fala: “Agora o Fernández vai te...” fazer chaz chaz na tiny ass” levanto o vestido até a cabeça e enrolo ele, me seguro pelo pescoço e fico com a vista tampada pelo meu próprio vestido, a partir daí não paro de dar tapas na Booty, de um lado, do outro, enfiava um dedo na pussy, no cu, me batia, arranco a calcinha e naquele momento percebi que não era só ele que fazia tudo aquilo, todos vieram pra cima de mim e começaram a me apalpar. Nem sei quantos eram, não podia fazer nada.
_ E o Fernandez?
_ Ele tirou a cock e meteu em mim, não consigo explicar o que aconteceu mas esqueci de todos os outros, abracei ele e beijei, e como um urso agarrei ele com as pernas e os braços. As mãos tocavam minha Booty, mas o mais interessante estava grudado junto com o Fernandez. Desculpa love, mas eu curti, não me importei com nada, tava muito tesuda e cheia de fantasias com esse tal Fernandez.
_ E foi só isso? Como você saiu de lá?
_ Não, não, não foi só isso, eu tinha esquecido daquelas mãos atrás, mas o Fernandez queria me fazer sentir a slut dele a todo custo, me virou e me deixou nua de frente pra todo mundo, aí percebi que tava acontecendo de novo, ele disse que queria conhecer aquele famoso bum que eu tinha e com as mãos me empurrou forte e me curvou pra frente, com todos os dedos que já tinham passado eu já tava meio dilatada então não foi difícil pra ele meter. O grito que soltei foi abafado pela primeira cock que entrou até a garganta.
_ Queee? Como cock até a garganta love? Quem foi, outro dos seus colegas?
_ Não, o primeiro não sei quem foi, seus colegas passaram depois.
_ love te fez chupar todo mundo no banheiro enquanto metia no seu cu? Eu mal posso enfiar um dedo e ele te come dentro de um banheiro de homens e ainda te faz chupar o banheiro inteiro? Mais slut você não podia ser?
Ele gritava e se levantava da cama tentando mostrar alguma autoridade sobre a minha namorada que claramente já não existia mais.
Minha namorada ri, olha pro meu volume e diz: bom, não sou a única que curte a história.
Ela desce o calça, me empurrou de novo na cama e subiu em cima. Pegou minha pica, encaixou e entrou de uma vez, dava pra ver que ela tava muito excitada contando tudo. Sem soltar a pica, fez ela girar por toda a buceta e depois tirou e apoiou na entrada do cu. Me olhou e disse:
“Quer?”
Não esperou nem eu terminar de balançar a cabeça que sim, já sentou na minha pica dura. Se pouco antes tinha estado com o Fernández, que tinha uma pica bem maior que a minha, não tinha muito problema com meu pau pequeno.
— Continuo te contando?
— Sim, sim, por favor.
— O Fernández encheu meu cu de porra, me virou e todo mundo começou a dar tapas nas minhas nádegas da bunda. A porra ainda escorria quente pela minha perna. Do jeito que dava, puxei o vestido pelo pescoço, que tinha ficado enroscado, e saí correndo. Voltei pro carro e esperei todo mundo sair. Quando voltamos no carro, me apalparam a viagem inteira, sem vergonha nenhuma. Ficaram se masturbando e, entre os amassos, mais de um levou minha boca até a pica pra gozar na minha boca e mandar eu engolir tudo.
— O Fernández também voltou nessa viagem?
— O Fernández foi o último a me fazer chupar a pica mais uma vez. Ele segurou minha cabeça e comeu minha boca com violência enquanto enfiavam vários dedos em todo lugar. Num momento, ele começou a gozar, mas eu engasguei e saiu leite pra todo lado. Ele ficou puto e começou a dar tapas na minha cara com uma mão, enquanto com a outra me segurava pelo pescoço. “Vadia de merda, tem que tomar todo o leite, não sabe que não se joga a porra fora?” Enquanto davam tapas na minha bunda bem forte, amor.
Nessa parte da história, a Sofi começou a intensificar os movimentos e eu vi como a buceta dela ficou babenta e borbulhante. Ela começou a se tocar e terminou gozando num grito incrível.
Sem dúvida, o Fernández tinha despertado algo forte nela.
Decidi que era hora de falar pra minha namorada não se conectar e, de algum jeito, afastar ela do Fernández e do show.
No dia do show, cheguei no colégio e resolvi encarar o Fernández, falar que íamos devolver os ingressos, ia inventar alguma coisa pra Sofi e pronto. Mas o filho da puta se adiantou e me ofereceu um café e um alfajor que ele também tava comendo. Aceitei pra falar sobre os ingressos, mas quando terminei o café com o alfajor, comecei a sentir uma coisa estranha no corpo, o estômago deu um nó e fez um barulho esquisito, tive que sair do colégio antes porque ia me cagar todo. O filho da puta do Fernández tinha me dado um laxante.
Liguei pra minha namorada, mas ela não atendia. Daí a pouco, ela aparece na porta de casa, pra minha surpresa com um vestido bem de verão, não tava tão quente, a gente tava no outono, ela não tava de sutiã e dava pra ver, e tinha uma calcinha fio dental bem pequena, que se notava ainda mais naquela bunda.
— Amor, o que cê tá fazendo vestida assim?
— Não gostou? Na plateia, vai subir todo o calor da galera que vai na pista e não para de pular.
— Não, Sofi, os ingressos são pra pista, vão te apertar toda. E ainda por cima, eu do jeito que tô não posso ir.
— Não se preocupa, love, na porta tá o Fernández com o carro e os caras, ele disse pra eu ir com eles que iam cuidar de mim.
Era óbvio que iam cuidar, iam ser os únicos a passar a mão nela o show inteiro.
Não tinha outra opção, talvez depois disso ela ficasse com raiva do Fernández e o outro não conseguisse mais chegar perto.
Minha namorada foi embora prometendo voltar pra cuidar de mim depois do show. As horas foram uma eternidade, lá pelas 4 da manhã a Sofi chegou, tava completamente molhada, o vestido esticado e sujo, o cabelo molhado e a maquiagem borrada.
Ela não disse nada e foi tomar banho, a cara dela tava desfigurada. Depois do banho, ela veio até mim, não falava, quase tremia.
— Que que houve, love? Aconteceu algo no show.
— Não sei por onde começar.
— Conta desde o início, amor (um pouco pra entender e um pouco pelo tesão, não queria perder nada).
— A gente foi e a viagem de ida foi muito boa, fumamos muito baseado e bebemos pra caralho, teus amigos bebem pra um cacete e têm um beck muito forte, quando entramos já tava rolando, lá dentro continuamos fumando até eu começar a me sentir mal, mas aguentei.
— Nossa, amor, você não tá tão acostumada, por que fumou tanto?
— Eu sei, mas a gente tava se divertindo pra caralho, até que o lugar começou a lotar, aí eles se juntaram tudo em volta de mim, eu tava meio perdida e achei que era pra me cuidar, mas depois de um tempo percebi que tavam me apalpando, sempre acontece de me pegarem na bunda num show, mas dessa vez era a mão dos 7 amigos teus que tavam lá, num momento começaram a pegar nos meus peitos e eu reagi quando baixaram uma alça do meu vestido deixando um peito de fora. Falei que tava me sentindo mal e que queria ir no banheiro.
— Boa, amor, assim você conseguiu escapar, que sem-vergonhice.
— Não, amor, foi pior, me enfiaram no banheiro masculino, eu não tava entendendo nada e me meteram no meio de um monte de caras e me levaram pro último box. O Fernández sentou e me sentou em cima dele e começou a me beijar, verdade seja dita, não consegui resistir.
Eu não acreditava no que a Sofi tava me confessando, meus amigos levaram minha namorada toda doida pro banheiro masculino e o Fernández comeu a boca dela na frente de todo mundo.
— Eu pensei que tinha fechado a porta, mas não, tavam todos os caras atrás olhando tudo. Eu não sei o que deu em mim, mas tava com muito tesão, amor, não sei se por causa daqueles jogos que a gente fez ou o quê, mas comecei a me esfregar naquela pica enorme que ele tem, ele tava de calça de moletom, então dava pra sentir o volume inteiro.
— O que mais esse lixo fez com você, amor?
— Ele me agarrou com as duas mãos na bunda e começou a abrir e fechar, levantou meu vestido e enquanto a gente se beijava, ele me exibia pra toda a plateia do lugar. Nisso, ele me pega pelo pescoço e fala: “Agora o Fernández vai te...” fazer chaz chaz na tiny ass” levanto o vestido até a cabeça e enrolo ele, me seguro pelo pescoço e fico com a vista tampada pelo meu próprio vestido, a partir daí não paro de dar tapas na Booty, de um lado, do outro, enfiava um dedo na pussy, no cu, me batia, arranco a calcinha e naquele momento percebi que não era só ele que fazia tudo aquilo, todos vieram pra cima de mim e começaram a me apalpar. Nem sei quantos eram, não podia fazer nada.
_ E o Fernandez?
_ Ele tirou a cock e meteu em mim, não consigo explicar o que aconteceu mas esqueci de todos os outros, abracei ele e beijei, e como um urso agarrei ele com as pernas e os braços. As mãos tocavam minha Booty, mas o mais interessante estava grudado junto com o Fernandez. Desculpa love, mas eu curti, não me importei com nada, tava muito tesuda e cheia de fantasias com esse tal Fernandez.
_ E foi só isso? Como você saiu de lá?
_ Não, não, não foi só isso, eu tinha esquecido daquelas mãos atrás, mas o Fernandez queria me fazer sentir a slut dele a todo custo, me virou e me deixou nua de frente pra todo mundo, aí percebi que tava acontecendo de novo, ele disse que queria conhecer aquele famoso bum que eu tinha e com as mãos me empurrou forte e me curvou pra frente, com todos os dedos que já tinham passado eu já tava meio dilatada então não foi difícil pra ele meter. O grito que soltei foi abafado pela primeira cock que entrou até a garganta.
_ Queee? Como cock até a garganta love? Quem foi, outro dos seus colegas?
_ Não, o primeiro não sei quem foi, seus colegas passaram depois.
_ love te fez chupar todo mundo no banheiro enquanto metia no seu cu? Eu mal posso enfiar um dedo e ele te come dentro de um banheiro de homens e ainda te faz chupar o banheiro inteiro? Mais slut você não podia ser?
Ele gritava e se levantava da cama tentando mostrar alguma autoridade sobre a minha namorada que claramente já não existia mais.
Minha namorada ri, olha pro meu volume e diz: bom, não sou a única que curte a história.
Ela desce o calça, me empurrou de novo na cama e subiu em cima. Pegou minha pica, encaixou e entrou de uma vez, dava pra ver que ela tava muito excitada contando tudo. Sem soltar a pica, fez ela girar por toda a buceta e depois tirou e apoiou na entrada do cu. Me olhou e disse:
“Quer?”
Não esperou nem eu terminar de balançar a cabeça que sim, já sentou na minha pica dura. Se pouco antes tinha estado com o Fernández, que tinha uma pica bem maior que a minha, não tinha muito problema com meu pau pequeno.
— Continuo te contando?
— Sim, sim, por favor.
— O Fernández encheu meu cu de porra, me virou e todo mundo começou a dar tapas nas minhas nádegas da bunda. A porra ainda escorria quente pela minha perna. Do jeito que dava, puxei o vestido pelo pescoço, que tinha ficado enroscado, e saí correndo. Voltei pro carro e esperei todo mundo sair. Quando voltamos no carro, me apalparam a viagem inteira, sem vergonha nenhuma. Ficaram se masturbando e, entre os amassos, mais de um levou minha boca até a pica pra gozar na minha boca e mandar eu engolir tudo.
— O Fernández também voltou nessa viagem?
— O Fernández foi o último a me fazer chupar a pica mais uma vez. Ele segurou minha cabeça e comeu minha boca com violência enquanto enfiavam vários dedos em todo lugar. Num momento, ele começou a gozar, mas eu engasguei e saiu leite pra todo lado. Ele ficou puto e começou a dar tapas na minha cara com uma mão, enquanto com a outra me segurava pelo pescoço. “Vadia de merda, tem que tomar todo o leite, não sabe que não se joga a porra fora?” Enquanto davam tapas na minha bunda bem forte, amor.
Nessa parte da história, a Sofi começou a intensificar os movimentos e eu vi como a buceta dela ficou babenta e borbulhante. Ela começou a se tocar e terminou gozando num grito incrível.
Sem dúvida, o Fernández tinha despertado algo forte nela.
1 comentários - Minha namorada exposta pros colegas de escola 3
Ansió ver la continúacion