Minha namorada exposta pros meus colegas 3

Depois daqueles dias, eu tava muito nervoso, tudo que tinha acontecido tinha saído do controle, nunca pensei que minha mina fosse fazer aquilo.
Decidi que era hora de falar pra minha namorada não se conectar e, de algum jeito, afastar ela do Fernández e do show.

No dia do show, cheguei no colégio e resolvi encarar o Fernández pra dizer que a gente devolveria os ingressos, ia inventar alguma coisa pra Sofi e pronto. Mas o filho da puta se adiantou e me ofereceu um café e um alfajor que ele também tava comendo. Aceitei pra falar sobre os ingressos, mas quando terminei o café com o alfajor, comecei a sentir uma coisa estranha no corpo, o estômago deu um nó e fez um barulho esquisito, tive que sair do colégio antes porque ia me cagar todo. O filho da puta do Fernández tinha me dado um laxante. Liguei pra minha mina, mas ela não atendia. Daí a pouco, ela aparece na porta de casa, pra minha surpresa com um vestido bem de verão, não tava tão quente, a gente tava no outono, ela não tava de sutiã e dava pra ver, e tava com uma tanga bem pequena, que se notava ainda mais naquela bunda.

— Amor, que que cê tá fazendo assim vestida?
— Não gostou? Na pista vai subir todo o calor da galera que vai pro campo e não para de pular.
— Não, Sofi, os ingressos são pro campo, vão te espremer toda. E ainda assim, do jeito que eu tô, não posso ir.
— Não se preocupa, love, na porta tá o Fernández com o carro e os caras, ele disse pra eu ir com eles que iam cuidar de mim.

Era óbvio que iam cuidar dela, iam ser os únicos a passar a mão nela o show inteiro.
Não tinha outra opção, talvez depois disso ela ficasse puta com o Fernández e o outro não conseguisse mais se aproximar.

Minha mina foi embora prometendo voltar pra cuidar de mim depois do show. As horas foram uma eternidade, lá pelas 4 da manhã a Sofi chegou, tava completamente molhada, o vestido esticado e sujo, o cabelo molhado e a maquiagem borrada.
Ela não falou nada e foi tomar banho, a cara dela tava desfigurada. Depois de se lavar, ela veio até mim, não falava, quase tremia.
— Que que foi, love? Aconteceu algo no show.
— Não sei por onde começar.
— Conta desde o início, amor (um pouco pra entender e um pouco pelo tesão, não queria perder nada).
— A gente foi e a viagem de ida foi muito boa, fumamos muito baseado e bebemos pra caralho, teus amigos bebem pra um cacete e têm um beck muito bom, quando entramos já tava rolando, lá dentro continuamos fumando até que comecei a me sentir mal, mas aguentei.
— Nossa, amor, você não tá tão acostumada, por que fumou tanto?
— Eu sei, mas a gente tava se divertindo pra caralho, até que o lugar começou a lotar, aí todo mundo se juntou ao meu redor, eu tava meio perdida e achei que era pra me cuidar, mas depois de um tempo percebi que estavam me tocando, geralmente me tocam a bunda num show, mas dessa vez era a mão dos 7 caras teus que estavam lá, num momento começaram a pegar nos meus peitos e eu reagi quando baixaram uma alça do meu vestido deixando um peito de fora. Falei que tava me sentindo mal e que queria ir ao banheiro.
— Boa, amor, assim você conseguiu escapar, que putaria.
— Não, amor, foi pior, me enfiaram no banheiro masculino, eu não tava entendendo nada e me meteram no meio de um monte de caras e me levaram pro último box. O Fernández sentou e me sentou em cima dele e começou a me beijar, verdade é que não consegui resistir.

Eu não podia acreditar no que a Sofi tava me confessando, meus colegas levaram minha mina toda doida pro banheiro masculino e o Fernández comeu a boca dela na frente de todo mundo.

— Eu pensei que tinha fechado a porta, mas não, todos os caras estavam atrás olhando tudo. Não sei o que deu em mim, mas tava com muito tesão, amor, não sei se por causa daqueles jogos que a gente fez ou o quê, mas comecei a me esfregar naquela pica grandona que ele tem, ele tava de calça de moletom então dava pra sentir o volume todo.
— O que mais esse lixo fez com você, amor?
— Ele agarrou minha bunda com as duas mãos e começou a abrir e fechar, levantou meu vestido e enquanto a gente se beijava, ele me exibia pra toda a galera do lugar. Nisso, ele me pega pelo pescoço e fala “agora o Fernández vai te fazer "chaz chaz" na bunda minúscula" — levanto o vestido até a cabeça e enrolo, seguro no meu pescoço e fico com a vista tampada pelo meu próprio vestido. A partir daí, não paro de dar tapas na bunda, de um lado, do outro, enfiava um dedo na minha pussy, no cu, me batia, arranco a calcinha e naquele momento percebi que não era só ele que fazia tudo aquilo. Todos vieram pra cima de mim e começaram a me apalpar. Não sei nem quantos eram, não podia fazer nada.
_ E o Fernández?
_ Ele tirou a cock e meteu em mim, não consigo explicar o que aconteceu, mas esqueci de todos os outros, abracei ele e beijei, e como um urso agarrei ele com as pernas e os braços. As mãos tocavam minha bunda, mas o mais interessante estava grudado junto com o Fernández. Desculpa, love, mas eu curti, não me importei com nada, tava muito excitada e cheia de fantasias com esse tal Fernández.
_ E foi só isso? Como você saiu de lá?
_ Não, não, não foi só isso. Eu tinha esquecido daquelas mãos atrás, mas o Fernández queria me fazer sentir a slut dele a todo custo. Ele me virou e me deixou nua de frente pra todo mundo. Aí percebi que tava acontecendo de novo. Ele disse que queria conhecer aquela bunda famosa que eu tinha e, com as mãos, me empurrou forte e me curvou pra frente. Com todos os dedos que já tinham passado, eu já tava um pouco dilatada, então não foi difícil pra ele meter. O grito que soltei foi abafado pela primeira cock que entrou até a garganta.
_ Quê? Como assim a cock até a garganta, love? Quem foi, outro dos seus colegas?
_ Não, o primeiro não sei quem foi. Seus colegas passaram depois.
_ Love, fez você chupar o pau de todo mundo no banheiro enquanto metia no seu cu? Eu mal posso enfiar um dedo e ele te come dentro de um banheiro masculino e ainda faz você chupar todo mundo? Mais slut do que isso não dava pra ser?
Ele gritava e se levantava da cama, tentando mostrar alguma autoridade sobre a namorada que claramente já não existia mais.
Minha namorada ri, olha pro meu volume e diz: "Bom, não sou a única que curte a história."
Ela abaixa o calça, me empurrou de novo na cama e subiu em cima. Agarrou minha pika, ajeitou e entrou de uma vez, dava pra ver que ela tava muito excitada contando tudo. Sem soltar a pika, fez ela girar pela buceta toda e depois tirou e apoiou na entrada do cu. Me olhou e disse:
“Quer?”
Nem esperou eu terminar de balançar a cabeça que sim, já sentou na minha pika dura. Se pouco antes tinha estado com o Fernández, que tinha uma pika bem maior que a minha, não tinha muito problema com meu pau pequeno.
— Continuo te contando?
— Sim, sim, por favor.
— O Fernández encheu meu cu de porra, me virou e todo mundo começou a dar tapas nas minhas nádegas da bunda. A porra ainda escorria quente pela minha perna. Como consegui, puxei o vestido pelo pescoço, que tinha ficado enroscado, e saí correndo. Voltei pro carro e esperei todo mundo sair. Quando voltamos no carro, me apalparam a viagem inteira, sem vergonha nenhuma. Ficavam se masturbando e, entre os amassos, mais de um levou minha boca até a pika dele pra gozar na minha boca e mandar eu engolir tudo.
— O Fernández também voltou nessa viagem?
— O Fernández foi o último a me fazer chupar a pika dele de novo. Ele agarrou minha cabeça e metia na minha boca com violência enquanto enfiavam vários dedos em todo lugar. Num momento, ele começou a gozar, mas eu engasguei e saiu leite pra todo lado. Ele ficou puto e começou a me dar tapas na cara com uma mão, enquanto com a outra me segurava pelo pescoço. “Vadia de merda, tem que tomar todo o leite, não sabe que não se joga a porra fora”. Enquanto me batiam na bunda com muita força, amor.
Nessa parte da história, a Sofi começou a intensificar os movimentos e eu vi como a buceta dela ficava babenta e borbulhante. Ela começou a se tocar e terminou gozando num grito incrível.
Sem dúvida, o Fernández tinha despertado algo forte nela.

1 comentários - Minha namorada exposta pros meus colegas 3

Excelente relato no puedo esperar
Ansió ver la continúacion