Então, as coisas físicas...?" ele perguntou. Ela sorriu para ele, estendeu a mão e colocou no ombro dele. "Como eu disse antes, não estou esperando o casamento", ela ronronou. "Ainda não sei se você é o cara com quem vou passar minha vida, mas sei que você é o cara que eu quero que seja minha primeira vez. E sei que também quero ser a primeira." Izuku tentou balbuciar uma negação, um motivo pelo qual não deveriam fazer aquilo e que tudo estava acontecendo rápido demais, mas sua língua parecia amarrada com nós e ele não conseguia falar nada.Então Yu dificultou ainda mais quando envolveu os braços em volta do pescoço dele, inclinou-se e o beijou nos lábios. Ele congelou contra ela, sentindo o cérebro virar mingau enquanto a sexy heroína profissional o beijava. E enquanto os lábios dela se moviam de um lado para o outro contra os dele, ficou mais difícil para ele encontrar qualquer motivo pelo qual deveria tentar recusá-la ou recusar aquilo.
Ele não queria sexo sem sentido; queria compartilhar a primeira vez dele com alguém que importasse. E ele não se importava com Yu? Não estava pronto para declarar amor eterno nem nada do tipo, mas ela era alguém que o tinha ajudado e continuava ajudando, e também não estava procurando sexo sem sentido. Ela queria tentar ter um relacionamento honesto com ele e confiava nele o suficiente para dar livremente algo que tinha se recusado a dar para qualquer um que esperasse o mesmo dela. Isso tinha que significar alguma coisa.
E, claro, tinha também o fato de que ela era incrivelmente gostosa. Isso não era a única coisa que importava para Izuku, mas ele ainda tinha olhos e sabia apreciar uma mulher bonita tão bem quanto qualquer homem. Era injusto que as pessoas rotulassem a Mt. Lady como alguém que se entregava sem nenhuma prova real que sustentasse isso, mas ele entendia por que as pessoas ficavam obcecadas com a aparência dela. A individualidade dela era útil e merecia mais respeito, mas ela também tinha um corpo do caralho.
E agora ela estava roçando aquele corpo incrível colado no dele, pressionando os peitos contra o peito dele e esfregando com as mãos enquanto o beijo se aprofundava e virava uma sessão de beijos completa. Izuku perdeu a vontade ou o interesse de resistir ou tentar acabar com aquilo rapidinho, e logo tratou de aprofundar o beijo e tocar o corpo dela do mesmo jeito que ela tocava o dele. As mãos dele deslizaram pelas costas dela, parando bem em cima da bunda dela. Ele até podia estar participando ativamente agora, mas ainda era a primeira vez dele fazendo tudo aquilo e não sabia se ela ia achar ruim se ele agarrasse a bunda dela. Ela tinha deixado ele admirar quando entrou, claro, mas olhar e tocar eram coisas bem diferentes. Yu deixou bem claro como se sentia quando ele tocava nela, aproximando-se para pegar as mãos dele e guiá-las para descansarem direto na bunda dela. Ela não afastou os lábios para dizer abertamente o que queria, mas nem um novato como Izuku era burro o suficiente para não entender aquilo como a permissão escancarada que obviamente era. Ele agarrou, apertando a bunda dela com as mãos. Enquanto tocava a bunda dela através do justo uniforme de heroína, começou a suspeitar que ela não estava usando nada por baixo daquela roupa. Com certeza não sentia nada, além da bunda gloriosa dele nas mãos. Os dois ficaram se beijando e se apalpando por vários minutos. Cinco, dez, quinze? Será que já tinham passado vinte ou até trinta minutos? Izuku não sabia dizer; estava ocupado demais beijando e apalpando a Mt. Lady para contar o tempo direito. Sinceramente, era arriscado continuar se beijando assim no escritório, já que Edgeshot e Kamui podiam voltar a qualquer momento, mas Izuku estava excitado demais para se importar. Foi Yu quem finalmente se separou, e Izuku soltou um pequeno gemido de decepção quando os lábios macios dela deixaram os dele e o corpo dela não estava mais tão colado no dele. ele. Ambos estavam ofegantes enquanto se olhavam, e ver Yu ali parada, com as bochechas coradas, pupilas dilatadas e um sorrisão, fez Izuku ficar ainda mais duro dentro do disfarce de herói. “Esse não é o lugar pra gente continuar”, ele disse, ainda meio sem fôlego. “Kamui provavelmente não volta hoje, mas não duvido que o Edgeshot apareça no escritório pra garantir que a gente esteja pronto pra amanhã.” Ele segurou a mão de Izuku entre as suas. “Vamos pra minha casa.” Naquele mesmo dia, Izuku teria ficado vermelho de vergonha se ela o convidasse pra ir pra casa dela, com a implicação óbvia de que continuariam todas aquelas provocações e transariam pela primeira vez. Ele teria dito que tudo isso era rápido demais. Mas isso foi antes de hoje. Isso foi antes de Izuku sentir os lábios de Yu nos seus e sentir a bunda perfeita dela nas mãos dele. Foi antes dela dizer que queria tentar ter um relacionamento sincero com ele e ver no que dava. O Izuku que tinha experimentado tudo aquilo topou na hora a sugestão dela, e deixou que ela o levasse pela mão pra fora do escritório. Ele também estava feliz em ver pra onde a relação deles tinha ido, mas naquela noite, ele estava feliz só de seguir o caminho de volta pra casa dela e pra cama dela. — “Senta e aproveita, Deku.” Izuku se recostou na cama de Yu, com os olhos grudados nela enquanto o corpo gostoso dela girava na frente dele. Ela mexeu os quadris de um lado pro outro como se dançasse ao som de uma música que só ela ouvia, e passou as mãos pra cima e pra baixo no próprio corpo por cima do disfarce de herói. Izuku nunca tinha visto nada mais sexy. Ela se mexia de um jeito ainda mais sedutor e fazia poses mais provocantes do que qualquer coisa que já tivesse feito pro público, e fazia tudo aquilo só pra ele. Só Izuku já tinha visto ela virar de costas, rebolando daquele jeito, e dar uma piscada tão safada por cima do ombro. A partir dali, foi só ladeira abaixo. Melhorou ainda mais, porque não se tratava simplesmente de uma dança sedutora. Não foi uma provocação nem uma pose debochada para as câmeras. Foi só um prelúdio da diversão de verdade que estava prestes a começar. Ela começou a tirar a fantasia de heroína bem na frente dele, começando pela parte de cima e descendo lentamente até abaixo dos ombros. A fantasia foi escorregando aos poucos até ficar em volta da cintura dela, e como Izuku só conseguia ver as costas nuas dela, sem camiseta, sem alça de sutiã nem nada, só pele macia, ele confirmou que ela não estava usando nada por baixo da fantasia. Aí ela girou nos calcanhares para ficar de frente para ele, e ele pôde ficar de boca aberta olhando para os peitos nus dela. E ele ficou, mas queria ver quem, sentindo atração por mulheres, não teria feito o mesmo. Os peitos da Yu eram grandes, pálidos e sem nenhum sinal de flacidez, com mamilos duros e rosados que imploravam para serem chupados. Muita gente já tinha admirado aqueles peitos com a fantasia de heroína e se iludido achando que um dia os veria por inteiro e os teria nas mãos depois de um primeiro encontro, mas foi Izuku que ela escolheu para se expor assim. Ele não conseguia acreditar que ela considerou a sorte dele digna disso.
Ela o viu olhando para ela e sorriu enquanto continuava balançando o corpo na frente dele. As mãos dela continuavam deslizando a fantasia de heroína para baixo, expondo mais partes do corpo enquanto seguia com o striptease, e os olhos de Izuku se deliciavam com cada pedacinho de pele à medida que era revelado. Ele admirava a barriga lisa, o umbigo e os quadris dela, mas prendeu a respiração quando ela quase passou o tecido pela virilha. Era isso; esse era o momento que ele esperava desde que o striptease começou. Yu sabia disso e se divertiu um pouco com ele, mexendo o material justo do macacão de um lado para o outro, descendo e provocando a revelação completa só para subir de novo. Izuku reclamou da provocação, e ela riu. "Desculpa, tô sendo malvada", disse, sem parecer muito arrependida por isso. "Não consegui resistir; adoro ter seus olhos em mim assim. Mas vou parar de brincar agora." A fantasia começou a descer de novo, e dessa vez ela não parou nem voltou atrás. Ela deslizou pelos quadris dela, e a buceta dela ficou nua diante dos olhos famintos de Izuku. Não tinha nada cobrindo, confirmando de uma vez por todas que ela não usava nada por baixo da fantasia, nem nas partes mais íntimas. Era algo pelo qual Izuku era grato, e ele a encarou, aproveitando a chance de vê-la como ninguém nunca tinha visto antes. Muitos admiravam o corpo dela, mas ninguém nunca tinha visto tanto quanto ele agora. A buceta dela era tão linda quanto o resto do corpo. Ele observou e encarou em silêncio enquanto ela empurrava a fantasia pelo resto do corpo e saía dela, e quando ela estava completamente livre da fantasia e a deixou no chão, ele já tinha função cognitiva suficiente para fazer uma pergunta que ele estava curioso sobre a resposta. "Você nunca usa calcinha por baixo da fantasia de heroína, ou foi só porque sabia que queria fazer isso comigo hoje?" perguntou. Yu riu e balançou a cabeça. "Usar um comando especificamente pra você parece algo que eu teria feito com todas as provocações que venho te dando desde que você veio pra gente pro seu estudo de trabalho, mas receio que isso não foi nada fora do comum", ela disse. "Na verdade, não posso usar nada por baixo da minha fantasia. Se eu usar alguma coisa, vai se destruir na hora quando eu ativar minha individualidade e meu corpo se expandir. Aprendi isso do jeito mais difícil no começo da minha vida." "Ah, faz sentido!" Disse Izuku. A luxúria que ele vinha sentindo de alguma forma desde que ela roçou a bunda nele pela primeira vez naquele mesmo dia, e que só tinha crescido desde então, temporariamente ficou em segundo plano enquanto ele se entregava ao interesse por heróis e suas individualidades. Esse era um conhecimento sobre a individualidade de Gigantificação da Mt. Lady que ele não tinha antes, e ele guardou pra adicionar às anotações depois. "Sinceramente, eu gosto da sensação da roupa roçando na minha pele nua de qualquer jeito", ela disse com um sorriso, e a mente de Izuku imediatamente saiu das anotações e voltou pra mulher gostosa e pelada parada na frente dele. "Mas é o seu corpo que realmente me interessa agora." Ela subiu na cama e sentou no colo dele, pressionou a bunda gostosa dele e começou a beijá-lo. Eles se beijaram de novo, e Izuku se viu ainda mais apaixonado por beijá-la e apalpá-la dessa vez. Tinha sido legal no escritório quando ele estava sentindo o corpo dela através da fantasia, mas agora era pura pele nua que suas mãos tocavam enquanto deslizavam pelo corpo dela. Ela era tão maravilhosamente macia sob os dedos dele que ele só queria continuar tocando ela assim pra sempre. Ele se sentiu um pouco decepcionado quando ela parou de beijá-lo, mas sentiu as mãos dela puxando a fantasia dele e nem pensou em reclamar. Ele sabia o que ela queria e por que ela tinha trazido ele de volta pra casa dela, e tirar ele da fantasia de herói era o O próximo passo lógico no que com certeza seria uma noite incrível para os dois. Ele ajudou ela a tirar a fantasia, e embora ele estivesse de cueca, diferente dela, ele também a puxou pelas pernas e jogou de lado bem rápido. Izuku sentiu um momento de insegurança por estar pelado na frente dela, ou de qualquer garota, pela primeira vez. Mas passou tão rápido quanto veio, porque o rosto da Yu se iluminou quando ela olhou pra rola dele, que já tava meio dura antes mesmo do striptease dela e já tava mais do que pronta pra ação quando ela ficou nua. "Ooh, que rola gostosa, Deku!" ela disse. "Ou será que é um Dicku bonito?" Ele gemeu, e depois gemeu por um motivo diferente quando a mão dela tocou de leve no eixo dele. "Nunca vi um de perto e ao vivo assim, mas sei como as coisas funcionam, e sei que você foi tão abençoado entre as pernas quanto quando nasceu com sua individualidade." "Err, valeu", murmurou Izuku, sem saber se ficava envergonhado ou orgulhoso dela falar da rola dele desse jeito. Naturalmente, ele não mencionou que a individualidade era algo que o All Might tinha dado a ele e não algo com que nasceu. O pau, no entanto, era todo dele. "De nada", ela disse, rindo enquanto deslizava a mão lentamente pra cima e pra baixo no eixo dele. "E já que eu sou bem-vinda a esse Dicku incrível que você me trouxe, acho que vou fazer algo por você que todo cara que já me chamou pra sair morria de vontade que eu fizesse por eles." Ela se arrastou pra baixo, plantando beijos no corpo dele enquanto descia até ficar de bruços entre as pernas dele e a boca dela alcançar a rola dele. Yu primeiro plantou um beijo na cabeça do pau dele, e depois outro, e mais outro. Cada um foi como um choque gostoso no sistema do Izuku. Ele já tinha tido a fantasia ocasional de uma garota fazendo algo assim por ele (principalmente estrelada pela Uraraka, embora desde o começo do estágio dele, a Yu tivesse aparecido). com uma regularidade crescente). No entanto, ninguém nunca tinha estado tão perto dele antes, e sentir os lábios de Yu no seu pau era muito melhor na real do que qualquer fantasia que ele já tivesse tido. Só melhorou, porque ela passou de simplesmente beijar o pau dele a chupá-lo. Ela o pegou entre os lábios e começou a mamar, e embora ele soubesse que era a primeira vez que ela fazia algo assim, ela não deu um boquete de amadora atrapalhada. Os lábios e a língua dela chuparam com toda a habilidade de uma mulher que já tinha feito isso muitas, muitas vezes antes. Quer ela tivesse estudado ou fosse apenas uma chupadora de pau com talento natural, ela deu a Izuku algo realmente incrível. Ela também parecia saber o quão bem estava fazendo o trabalho dela. Enquanto ela chupava, enquanto movia a cabeça sobre o pau dele e o engolia fundo com facilidade, enquanto acariciava a base com a mão, os olhos dela permaneciam nos dele. O contato visual era constante, e Yu olhava para ele com uma expressão de satisfação e orgulho enquanto observava e ouvia ele aproveitar o primeiro boquete que já tinha recebido. A boca de Yu balançando no pau dele e a língua dela se enrolando ao redor pareciam muito melhores do que a mão dele jamais tinha sentido ou poderia ter feito, e não demorou muito para Izuku sentir que estava lutando para segurar o orgasmo que exigia ser liberado. Ele gemeu e apertou os punhos, juntando toda a concentração que tinha para aguentar. Mas essa era uma luta como nenhuma outra que ele já tinha enfrentado. Lutar contra vilões era uma coisa, e aprender a controlar o poder do One for All era outra. Tentar segurar e evitar gozar enquanto a boca da Mt. Lady chupava o pau dele e a mão dela acariciava a base era um desafio maior do que qualquer uma dessas coisas, e nenhuma quantidade de determinação seria suficiente para evitar esse prazer. "Vou gozar", ele gemeu, admitindo a derrota e avisando Yu sobre o que estava prestes a acontecer. Precisava escolher como queria que isso terminasse.
Ela tomou essa decisão mantendo a cabeça no lugar e continuou chupando e acariciando ele até ele gozar. Izuku gemeu e se tensou enquanto se entregava ao prazer que sua amante mais velha tinha lhe dado. O pau dele jorrou dentro da boca dela, e Yu continuou chupando e olhando pra ele enquanto engolia tudo que ele dava. E não foi pouca coisa, porque ele deu bastante. Yu se inclinou pra trás e tirou a boca do pau dele só depois de ter engolido tudo, abriu a boca e mostrou a língua pra provar que tinha tomado tudo. "Mmmm", ela disse. "Isso foi divertido! Tô doida pra tentar de novo com você outra hora." "Eu também", ele respondeu rápido. Mesmo tendo acabado de gozar, ele conseguia pensar em poucas coisas melhores do que ter o pau dele dentro da boca da Yu de novo. Bom, além de meter dentro dela e transar com ela, isso viria até antes. Ele mal podia esperar. "Mas isso vai esperar por outra hora", ela disse. "Quando você ficar duro de novo, vai enfiar o Dicku dentro de mim pra gente perder a virgindade juntos." Ele concordou com a cabeça rapidamente. "Mas não adianta ficar sentado esperando. Por que você não brinca um pouco com meu corpo? Eu vi você olhando pros meus peitos antes e sei que você olha pra minha bunda como todo mundo." Ela se afastou dele, ficou de quatro e rebolou a bunda grande e gostosa na direção dele. "Vai em frente, toca tudo, se quiser." Izuku queria. Ele queria desesperadamente, e com o convite feito, ele se apressou em aceitar. Colocou as mãos na bunda dela e apalpou, empolgado em sentir e apertar aquela bunda linda. Ele não achava que fosse um sentimento do qual ele algum dia se cansaria, e não via como alguém poderia. Mas só apertar não era suficiente pra ele. Decidiu mostrar à bunda da Yu o respeito que ela merecia, inclinou a cabeça e deu um beijo na bochecha esquerda dela. Feito isso, ele se moveu pro outro lado e beijou a outra nádega. direita também. Yu ofegou no começo, mas rapidamente se transformou numa risadinha. "Já falei pra gente beijar minha bunda antes, mas ninguém nunca fez isso!" ela disse. "Fariam se pudessem me ver como estou agora", respondi. As pessoas fariam fila por quarteirões pra beijar a bunda nua da Mt. Lady se tivessem a chance, tinha certeza. "Que pena pra eles que eu te escolhi então", ela disse. "Todo mundo achou que podia me ver assim se conseguisse um encontro comigo, mas se enganaram. Só você me viu pelada e só você pode beijar minha bunda. Não é um garoto sortudo?" "Sim", eu disse, balançando a cabeça totalmente. Pra mostrar o quanto eu concordava e o sortudo que me sentia, inclinei a cabeça e dei outro beijo em cada nádega. Honestamente, não tinha certeza de onde vinha isso, porque antes de hoje eu nunca sonharia que seria corajoso o suficiente pra literalmente beijar a bunda de uma garota assim. Mas tava feliz em abraçar esse lado mais ousado e sexual de mim mesmo que a Yu tava ajudando a trazer à tona. Seguindo com essa ousadia, virei ela de barriga pra cima pra poder começar a tocar nos peitos dela como ela tinha sugerido. Por mais gostosos que parecessem, eram ainda melhores ao toque. Eram tão macios nas minhas mãos, e a sensação das minhas mãos apertando aquela carne macia e redonda era tão maravilhosa quanto eu imaginava. Também esfreguei os mamilos dela com os dedos e sorri com o jeito que fez ela ofegar e gemer baixinho. Mas de novo, só tocar não era suficiente pra mim. Apertar os peitos dela e esfregar os mamilos era ótimo, mas ela tinha se proposto a me incentivar a brincar com o corpo dela, e tinha reagido bem quando eu segui meus desejos e beijei a bunda dela. Não via razão pra não continuar fazendo o que queria enquanto ela ainda parecesse feliz. Esse processo de pensamento levou o Izuku a aproximar a boca do peito dela, colocar o mamilo na boca e chupar como um bebê. Yu se Ela riu e passou as mãos pelo cabelo verde, não só não recusando que ele chupasse os peitos dela, mas incentivando ele a continuar. Então foi isso que ele fez. Chupou um seio enquanto apertava o outro, e depois trocou de lado, pegando o outro mamilo entre os lábios enquanto o irmão gêmeo recebia um toque firme. "Olha só você, vai com tudo!" Disse Yu, alternando entre risadas e gemidos enquanto ele acariciava e chupava as tetas dela. "Imagino quantos outros caras matariam para apertar e chupar meus peitos assim. Quantos dos caras que me chamaram pra sair estavam tão certos de que iam tirar minha camiseta e enfiar as mãos e a boca nas minhas tetas antes do fim da noite? Mas só você merece, Deku. Só você." Ele não tinha certeza de como alguém podia merecer ou ser digno de poder brincar com uma mulher como Yu e um corpo que tinha inspirado inúmeras fantasias, mas se ela o considerava digno, Izuku ia dar o melhor de si para provar que ela não tinha se enganado. Ele foi beijando o corpo dela descendo, pressionando os lábios contra a barriga lisa e indo mais para baixo. Imitou as ações dela de antes, beijando-a até ficar entre as pernas dela, com a cabeça pairando sobre a buceta dela. Ela estava visivelmente molhada, o que o fez sorrir. Ele sabia que aquilo significava que ela estava animada com o que viria. Sem querer fazê-la esperar, ele se aproximou mais e começou a lamber. Embora nunca tivesse feito algo assim com uma garota antes e, sinceramente, nem tivesse pesquisado ou lido muito para se preparar para essa possibilidade, ele seguiu os instintos e ouviu como ela reagia enquanto ele lambia, confiando que ela falaria o suficiente para deixá-lo saber o que funcionava e o que não funcionava, e que ele seria esperto o bastante para captar as reações dela. Ela gemeu feliz enquanto ele a lambia, aparentemente gostando mais da pressão rápida e firme da língua dele contra a buceta dela do que quando ele a esfregava com os dedos. Ele decidiu ver se Ele adorava quando passava de lamber os lábios externos dela a meter a língua pra dentro, usando os dedos pra abrir ela. Enquanto fazia isso, notou que o hímem dela ainda tava intacto. Claro, não ia ficar intacto por muito tempo. A desfloração da Lady Monte ia chegar logo, mas naquele momento ele tava totalmente focado em satisfazer ela com a boca. Ela tinha feito um trabalho incrível chupando ele antes, e ele queria dar o máximo pra retribuir algo que pelo menos chegasse perto. Meter a língua dentro dela foi uma jogada boa, porque se ela já tava gemendo gostoso quando ele lambia por fora, agora ficou ainda mais forte com a língua dele se movendo dentro da buceta dela. Izuku continuou testando coisas diferentes e descobriu que uma combinação de mexer a língua por dentro e esfregar o clitóris dela com os dedos parecia ser incrivelmente eficaz. Ele se concentrou em repetir essa combinação simples o máximo que podia, e com muito estardalhaço, a julgar por como os gemidos dela ficavam mais altos e ela agarrava o cabelo dele desesperadamente. "Ah, sim, Deku!" ela gemeu. "Que delícia, Deku! Tô quase lá! Quase chegando!" As mãos dela puxaram o cabelo dele com tanta força que doeu, mas ele não ia deixar um pouco de dor atrapalhar. Continuou movendo a língua dentro dela e esfregando o clitóris enquanto ela gemia mais alto, puxava o cabelo dele com mais força e levantava os quadris da cama contra o rosto dele. Continuou até que, com um grito, ela gozou na língua dele e no rosto dele. Izuku se surpreendeu com a intensidade, mas seguiu em frente até os gemidos dela soarem menos de prazer e mais de cansaço. Supondo que isso era um sinal de que ela tinha chegado ao auge e agora precisava descansar, ele soltou a cabeça das coxas dela e se sentou sobre os joelhos pra dar tempo dela se recuperar. Ela não descansou muito antes de se levantar e sentar no colo dele. Ela esfregou a bunda devagar. para frente e para trás contra o pau dele enquanto ele a segurava, e se ele não tivesse ficado de novo a fim de lamber ela mais, sentir aquela bunda esfregando no colo dele certamente teria funcionado.
Como você quer me foder primeiro, Deku?" ela perguntou enquanto continuava seus lentos giros no colo dele. "Com qual posição você quer começar pela primeira vez?" "Quero te levar como missionário primeiro", ele disse. Era o mais comum e ele pensou que provavelmente era assim por algum motivo. Sendo a primeira vez dela, fazia sentido ficar no básico para começar. "Mas talvez a gente possa mudar para uma posição diferente depois de um tempo." "Por mim tá de boa, amor", disse Yu. Ela se deitou de costas, abriu as pernas e o encarou enquanto ele se colocava por cima dela, e os olhos deles se encontraram enquanto ele guiava o pau dele para a entrada dela. Ele fez uma pausa ali, não porque tivesse dúvidas de que era isso que ela queria, mas só para poder apreciar o que estava prestes a acontecer. Ele estava prestes a transar pela primeira vez, e seria com uma mulher tão gostosa e cobiçada quanto a Mt. Lady. E, sinceramente, o que era ainda mais importante na opinião dele, ele estava prestes a ser o primeiro dela. Yu confiou isso a ele. Ela tinha recusado muitos homens dispostos, mas o escolheu como o primeiro parceiro sexual dela. Não era uma honra nem uma responsabilidade que ele levava na brincadeira. "Vai, Izuku", ela sussurrou, olhando para ele e balançando a cabeça. "Me toma." Izuku deslizou o pau dele para frente, penetrando a Mt. Lady e realizando o sonho de muitos homens enquanto fazia isso. Mas muito mais importante para ele do que realizar o sonho de foder a Mt. Lady era receber a honra de ser o primeiro amante da Yu Takeyama. Será que ele seria o único amante dela? Só o tempo diria isso, mas independentemente de como o relacionamento deles terminasse, ele não ia deixar que a primeira vez dela fosse uma lembrança que ela recordaria com arrependimento. Ela o tinha escolhido e ele ia dar a ela a primeira vez que ela pudesse lembrar com um sorriso. Ele sentiu o hímen dela se romper enquanto a empurrava. Embora já tivesse acreditado nela quando ela contou sobre a falta de experiência sexual dela, ainda assim era difícil de acreditar e aceitar. que isso era real, que essa heroína gostosa e linda tinha rejeitado todo mundo, mas tava dando a virgindade dela pra ele. Pra ele. Mas era real, e a pica do Izuku tava mesmo dentro dela. No começo ele foi devagar pra dar tempo dela se acostumar com a perda da virgindade e também pra ele se acostumar a estar dentro de uma mulher pela primeira vez. O início foi cheio de avanços graduais e um ritmo controlado, pelo bem dos dois. Mas rapidinho a dor passou e o rostinho animado dela mostrou que tava pronta pra mais, o que era bom porque ele sentia exatamente a mesma coisa. Ele tinha apreciado o momento e agora tava pronto pra foder ela de verdade. Eles gemeram juntos quando ele acelerou e começou a enfiar a pica mais fundo nela, e ela se agarrou no pescoço dele e sorriu, gemendo junto enquanto se adaptavam ao novo ritmo. Os dois já tinham superado a novidade inicial de perder a virgindade e agora tavam abraçando os prazeres que o sexo de verdade tinha pra oferecer. Izuku tinha ficado impressionado com a sensação da buceta apertada virgem apertando ele mesmo no começo, quando ele tava medindo as estocadas e não realmente fodendo ela, mas agora era ainda mais incrível, já que ele tava empurrando com força o suficiente pra fazer os peitões dela balançarem com o impacto. Era uma sensação incrível e ele ainda tava surpreso que ela tinha escolhido compartilhar isso com ele. Mas já que ela tinha escolhido ele e parecia estar adorando tudo, ele decidiu aceitar. Depois de vários minutos incríveis de estocadas fortes, Izuku mudou de posição. Ele ficou parado dentro dela, envolveu os braços no corpo dela e os girou pra que agora ele ficasse de costas e ela por cima. A Mt. Lady se adaptou rápido à nova posição. Ela se endireitou, colocou as mãos no peito dele e começou a cavalgar. "Ah, agora isso é bom demais! disse enquanto movia os quadris para cima e para baixo, deslizando a buceta ao longo do pau dele. "Ter você por cima de mim foi divertido, mas tem algo em estar por cima de você que realmente funciona pra mim!" Também funcionava pra Izuku. Ela era incrível em cima do pau dele em qualquer posição, mas definitivamente tinha algo divertido e certo em olhar pra ela e observar o corpo gostoso dela se movendo sobre ele. Ela tinha sido quem organizou tudo aquilo; ela tinha sido quem roçou nele e flertou com ele, e ela tinha sido quem o trouxe de volta pra casa dela. Eles só estavam transando porque ela tinha insistido, e Izuku, de muitas maneiras, só estava concordando. Se não fosse por ela, os dois ainda seriam virgens. Por que ela não deveria estar por cima dele, montando e fazendo os dois se sentirem bem? Ele também adorava ver o corpo lindo dela se mover e tremer enquanto ela quicava pra cima e pra baixo no pau dele, uma visão realmente incrível. Os peitos dela eram lindos de qualquer jeito, mas eram ainda mais hipnotizantes quando estavam em movimento. E ele podia ver como eles se mexiam em todo tipo de movimento enquanto ela experimentava diferentes formas de montá-lo. O quique pra cima e pra baixo era ótimo; era rápido, quente e agressivo. Sentir a bunda perfeita dela batendo nas coxas dele cada vez que ela se empurrava pra baixo e enfiava o corpo dela no pau dele era demais, e mostrava a ele como era ser fodido por uma mulher forte e gostosa, e uma heroína profissional de elite ainda por cima. Mas de jeito nenhum essa era a única técnica que ela tentava, ou a única que ele apreciava. Ele amava quando ela mudava pra descidas rápidas e rasas intercaladas com descidas lentas ocasionais, onde ela o levava completamente pra dentro dela. Ele amava quando ela passava de quicar pra se esfregar nele, e fazê-lo sentar e girar os quadris também era ótimo. Quando ela Ela inclinou o corpo pra trás, apoiou as mãos nas coxas dele atrás dela e sentou nele num ângulo diferente, ele gemeu junto com ela. Não importava o que a Yu fizesse — se ela quicava, girava, apertava a bunda contra ele, se cavalgava forte e rápido ou mais devagar e suave — o Izuku amava tudo aquilo. Parecia que ela queria testar o máximo de opções diferentes possível nessa primeira vez montando na vara dele, e o Deku tava felizão em ser o parceiro dela nesse experimento. No começo, ele apoiou as mãos nos quadris dela, mas com o estímulo dela, passou as mãos pelo corpo todo e apalpou ela enquanto ela cavalgava ele. Em vários momentos, ele alternava entre acariciar a barriga dela, apertar e até dar uns tapas de brincadeira na bunda dela e acariciar os peitos enquanto esfregava os bicos. A Yu ronronou feliz, curtindo tanto o toque dele quanto a cavalgada. Ela amou ainda mais quando ele enfiou a mão entre as pernas dela e esfregou o clitóris dela com o polegar enquanto ela balançava pra frente e pra trás em cima dele. Ele lembrou como ela tinha respondido bem ao toque no clitóris enquanto ele lambia ela e seguiu os instintos aqui, assumindo que ela ia gostar tanto quanto antes. Ele tava certo. "Ah, Deku!" ela gemeu. "Isso, esfrega aí! Ah, esfrega bem aí!" Os gemidos dela ficaram mais altos enquanto ele esfregava o clitóris dela e ela cavalgava ele com mais intensidade. Ela sentiu as pernas tremendo enquanto se movia e percebeu que tava prestes a gozar de novo. O Izuku, só querendo fazer o papel dele pra ajudar ela a chegar naquele prazer, continuou esfregando o clitóris dela até que ela gozou na vara dele com um gemido abafado. Foi um milagre o Izuku ter aguentado tanto tempo transando pela primeira vez, e provavelmente não teria sido possível se ele já não tivesse gozado na boca dela antes. Mas curtir a buceta apertada da Yu tinha sido uma tensão constante na resistência dele desde o começo. No começo, vê-la e senti-la gozar em cima dele fez com que se sentisse como se estivesse lutando uma batalha perdida. "Yu", gemeu, abandonando a luta e admitindo a derrota. "Tô perto. Não vou aguentar muito mais". "Tá tudo bem, Deku!" ela disse. "Solta!
“Mas eu ainda estou…” “Tá tudo bem!” ela repetiu. “Goza dentro de mim, Deku!” Izuku não aguentou mais, então, se Yu ia continuar por cima dele, só tinha um jeito de isso acabar. Como ela não se importava, ele decidiu confiar nela. Ele gemeu e se soltou, gozando dentro da buceta dela. Ela continuou tranquila e, na verdade, só sorriu mais largo e gemeu mais alto enquanto ele a enchia com tudo que não tinha chupado antes. “Isso foi incrível”, disse Yu depois de terminar. Ela se separou dele e se aninhou ao lado dele. Ele a abraçou, tentando recuperar o fôlego e tentando acreditar que realmente tinha acabado de perder a virgindade com uma mulher tão gostosa. “Foi mesmo”, ele disse. “Valeu por tudo, Yu.” Ela riu. “Valeu por esperar, Deku. Foi uma noite incrível até agora, né?” Isso chamou a atenção de Izuku. “Até agora?” Eles iam continuar mesmo depois de já terem se entregado e dado a virgindade um ao outro? O que mais eles podiam fazer juntos? “Bom, sim”, ela disse. “Ainda falta mais uma virgindade sua pra tomar, não falta?” Ela se levantou, ficou de quatro e balançou a bunda na direção dele. Ele ainda não tinha processado tudo que tinha acontecido naquela noite, mas aparentemente ainda esperavam mais dele antes que ele tivesse tempo pra digerir. E enquanto ele olhava pra aquela bunda linda rebolando de um lado pro outro, mal podia esperar pro corpo dele ficar pronto pra atender essas expectativas. -- Izuku estava longe de ser o único que apreciava a bunda da Yu. Como alguém que já viu aquilo poderia não apreciar? Ela também não tinha vergonha de exibi-la com o macacão justo. Sabia como as pessoas olhavam pra bunda dela e conhecia o tipo de pensamento que passava pela cabeça delas enquanto faziam isso. Mas tinha uma diferença chave entre Izuku e todas essas outras pessoas. Diferente deles, ele não precisava mais só olhar e imaginar. Agora ele podia aproveitar a bunda da Yu de verdade. Já tinha se familiarizado com ela mais intimamente do que qualquer um. Tinha adorado apalpar, apertar, dar tapas e até beijar. Mas agora tinha chegado a hora de apreciar do melhor jeito possível. Já tinham feito todos os preparativos necessários. Mostrando que não tinha sido uma decisão de última hora, ele tinha tudo o que precisava à mão e ao alcance. Ela estava toda lubrificada e pronta pra ele, e olhou por cima do ombro enquanto esperava que ele aceitasse o presente final incrível que estava oferecendo. Izuku respirou fundo, soltou o ar e deslizou pra frente, enfiando a cabeça da piroca dentro da bunda da Yu. "Ah!" ela gemeu. Ele parou ali mesmo, sem saber até onde devia ir ou quão mais devagar precisava ir agora que estava dentro do cu dela. "Você tá bem?" perguntou. "Devo parar, tirar ou...?" "Só me dá um minuto", disse ela. "Vou ficar bem logo. Aí você pode foder meu cu de verdade." Fiel à palavra, ela se adaptou e ficou pronta pra ele se mexer bem rápido. Depois que ela acenou e incentivou ele a se mover, Izuku se permitiu afundar mais fundo dentro dela. Por mais difícil que fosse de acreditar a noite toda, esse foi o momento mais surreal de todos. Ele realmente estava enfiando a piroca no cu da Mt. Lady! A buceta dela tinha sido apertada, mas estar dentro do cu dela não se parecia com nada que ele pudesse ter imaginado. Ele manteve as estocadas lentas por querer garantir que ela estivesse o mais confortável possível e aproveitasse ao máximo, mas duvidava que pudesse ter fodido ela muito mais forte de qualquer jeito. O cu dela era tão apertado que era quase como se a piroca dele tivesse que lutar por cada centímetro. Isso não quer dizer que ele não curtia essa luta, porque curtia. Na verdade, ele curtia pra caralho. Ele adorava deslizar a piroca no cu apertado da Yu e sentir Pressão única do sexo anal. Ele sabia que estava pisando numa linha tênue entre o prazer e a dor pra ela ali, porque até alguém tão durona quanto a Mt. Lady tinha seus limites, e essa era a primeira vez que ela tava sendo comida pelo cu. Podia ter dado merda tão fácil. E mesmo assim, ela confiou nele cegamente. Ao contrário do que a maioria pensava dela, a Yu não era uma mulher que entregava o corpo pra ser usado assim à toa. Nunca tinha se oferecido pra ninguém antes dessa noite, de jeito nenhum, e ainda assim, ali estava ela, não só depois de ter chupado a pica do Izuku e dado a virgindade dela, mas também sugerindo e incentivando ele a meter no cu dela. Mostrava um nível de confiança nele que ele não levava na brincadeira, e por isso ficava se lembrando de não forçar demais nem tirar mais do que o corpo dela tava disposto a dar. Quando ele acelerou, foi só quando ela praticamente implorou por isso. No fim, encontraram um ritmo e uma profundidade que eram firmes o bastante pra provocar tesão e não fazer ela se sentir mimada, sem ir tão longe a ponto de ficar doloroso pra ela. Gemeram juntos ao sentir tudo aquilo pela primeira vez. Já tinham compartilhado tanta coisa naquele dia, se dado cada primeira experiência possível, e agora tava terminando com uma sessão de sexo anal que fazia a Yu gemer, e o Izuku se sentir aliviado por estar correspondendo às expectativas dela mais uma vez. O Izuku já tinha gozado duas vezes naquele dia, mas entre o prazer incrível de mover a pica pra lá e pra cá dentro do cu da Yu e o jeito que ela gemia, reclamava e incentivava ele, tudo ficou mais do que ele aguentava. Ele grunhiu, apertou o quadril dela e deu um tapa na bunda redonda enquanto enfiava a pica tão fundo no rabo dela quanto tinha feito a noite toda e gozou dentro dela, tal como ela tinha exigido enquanto estavam se lubrificando. Yu continuou empolgada com tudo que fizeram naquela noite, e continuou assim mesmo quando sentiu ele gozar dentro do cu dela. Deu um último tapa nas duas nádegas antes de finalmente cair. Mal conseguiu tirar o pau do cu dela e rolar de lado para não esmagá-la com o peso do corpo. Mas os corpos deles não ficaram separados por muito tempo. Rapidamente ela se arrastou até ele e passou um braço sobre o peito dele. "Você é tão maravilhoso, Deku", disse ela. "Fico tão feliz de ter te encontrado e mal posso esperar até podermos ser um casal abertamente." Ela estava se gabando pra caralho ao dizer isso. Era óbvio que precisavam manter esse segredo até ela se formar na UA o mais rápido possível, já que, independentemente da idade, a simples história de um herói profissional saindo com um estudante já daria um escândalo. Passariam mais de dois anos antes que pudessem ficar juntos em público. Ela estava pensando num futuro daqui a dois anos e tecnicamente nem tinham tido um encontro ainda. No entanto, Izuku não se abalou. As presunções dela não o preocupavam, porque ele estava na mesma sintonia. Não iam se casar nem sair juntos em público hoje, nem amanhã, mês que vem ou ano que vem. Mas Izuku estava tão convencido quanto ela de que tinham encontrado algo especial. "Eu também", disse ele, colocando a mão sobre a dela. E até lá, teriam que manter em segredo o amor que estava florescendo.
-- Dois anos depois "Eu não acredito que o Deku casou com a Mt. Lady logo depois de se formar!" Mineta reclamou, soando extremamente invejoso. "É, foi uma surpresa mesmo!" Disse Kirishima. Ele deu uma risadinha e balançou a cabeça, mas, pra Tsu, não parecia tão invejoso quanto o Mineta claramente estava. Quase todo mundo da turma pareceu compartilhar essa surpresa quando a notícia se espalhou de que o Izuku tinha se casado com a Mt. Lady algumas semanas depois de se formar na UA. Quanto à Tsu, ela ficou surpresa que eles estivessem surpresos. Já fazia mais de um ano e meio desde que ela descobriu que o Midoriya tava dando uns rolé e transando com a Mt. Lady. Na real, ninguém mais tinha reparado na frequência com que o Midoriya se encontrava com ela pra mais sessões de tutoria sobre oratória, mesmo depois que ele já tava bem mais à vontade falando com a imprensa? Pra ela, era inacreditável que ela fosse a única que parecia ter sacado.
"Ouvi dizer que é porque ele engravidou ela", sussurrou o Kaminari, com um ar de cumplicidade. Isso foi uma surpresa até pra ela. Ela tinha assumido que eles estavam tomando cuidado pra evitar gravidez, mas a barriga parecia bem real pelo que ela tinha visto. Eles se casarem tão cedo depois de se formar obviamente ia chocar alguns. Mas talvez eles estivessem tão ansiosos pra ficar juntos de vez que não iam conseguir esperar de qualquer jeito, então largaram a proteção no final do ano letivo. Ela duvidava que fosse ter uma resposta direta sobre isso, mas o que importava era que o amigo dela tava casado e provavelmente ia ser pai. O resto da turma ficou chocado, mas a Tsu teve muito mais tempo pra se acostumar com a ideia do Midoriya com a heroína profissional mais velha. Enquanto ele fosse feliz, ela ficava feliz por ele. O Bakugo rosnou e virou a cabeça. "Maldito nerd não sabe nem colocar uma camisinha.
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