Inicios con mi madre 2

Vou continuar contando sobre os incidentes incestuosos que tive com minha mãe na minha juventude. Eu morei com minha avó desde que meu pai morreu e minha mãe formou uma nova família em outro estado. É um relato verdadeiro, mas as fotos não são reais (e os nomes também não, exceto alguns). *** Desde a piscina na casa da minha tia, fiquei mais intenso com minha mãe. O tempo todo tentava ver a calcinha dela. Costumava usar a desculpa de que era a mesma coisa que vê-la de biquíni, e na real, o biquíni dela era menor que as calcinhas fio dental. Depois de me dar umas várias negativas, ela desistiu e uma noite, para minha surpresa, se trocou na minha frente.Inicios con mi madre 2Ela não ficou completamente nua, só tirou a roupa bem rápido, e só porque a calcinha dela era grande, mas eu fiquei muito excitado e meu pau endureceu na hora. Mesmo assim, consegui me controlar. Viu, mãe, não tem nada demais, é uma roupa qualquer. Pois é verdade, Matheus, espero que agora você se acalme. Mas essa conquista só me deu mais confiança pra avançar. Fiquei mais ousado. Entendo que se ela tivesse sido mais firme, eu não teria continuado, mas a compreendo, porque no futuro, quando eu estive numa situação parecida, reagi pior. Agora, toda hora eu pedia pra ver a calcinha dela, e cheguei ao ponto de levantar saias e vestidos pra ver. Por algum motivo, ela não só começou a permitir como até facilitava. Fazia parecer que era por medo da minha avó me ver nas minhas tentativas, mas às vezes parecia que ela gostava. A coisa de ver a calcinha dela virou uma prática diária nas duas últimas semanas que ela ficou. Só quando eu passava muito dos limites é que ela ficava mais enérgica. E quando ela se irritava, eu a acalmava sendo carinhoso. Funcionava. Minha mãe era afetuosa comigo e gostava que eu fosse assim com ela. Sentia essa necessidade porque ela tinha me deixado pra casar de novo. Notei que ela era mais propensa a ceder quando eu ficava carinhoso. E foi com esse plano que me animei a pedir pra ela me ensinar algumas coisas. — Que tipo de coisas, Matheus? — Não sei, mãe, você podia me ensinar a beijar. — Mas o que você tá dizendo, uma mãe não ensina isso ao filho. Não pode me pedir uma coisa dessas, além disso, tenho certeza que você já sabe. Um tapa teria me parado, mas uma resposta assim deixava em aberto, e eu cheguei ao extremo de perguntar como devia tocar os peitos de uma garota. Ela me repreendeu, e eu contei que a irmã dela, Andrea, vivia falando essas coisas pra mim e pra outro primo. — Ah, mas sua tia é doida, Matheus — e era verdade, ela era meio safada e minha avó sempre chamava a atenção dela, aliás, minha tia fazia que não via minhas brincadeiras com as filhas dela, Rebeca e Raquel. Na última semana da viagem dela, teve um dia que cheguei mais cedo da escola e minha avó não estava. Procurei minha mãe e encontrei ela tomando banho no quarto da minha avó. A porta do banheiro não estava fechada, porque eu nunca entrava naquele quarto sem bater. Minha mãe não esperava. Peguei ela se ensaboando e ela se assustou. Me disse pra eu ir embora, pra não olhar pra ela. Tapou a buceta e os peitos. Eu fingi que tinha sido sem querer, pedi desculpa, mas não consegui mudar o olhar. E… não vai sair? Sou sua mãe! Eu sei, mãe. Não sabia o que mais dizer. Só fiquei olhando pra ela e depois de um tempo ela se resignou. Continuou resmungando, tava irritada, mas sabia que eu ia ficar ali. Então parou de se tapar e começou a tirar o sabão debaixo do chuveiro. Eu tava paralisado, memorizando cada palmo do corpo dela. Minha mãe percebeu, acho que pensava no que fazer e quando olhou pra mim de novo tinha algo diferente no olhar dela. Fechou o chuveiro e me pediu pra passar a roupa íntima dela. Obedeci sem tirar os olhos dela. Tinha um peito maior que o outro e a buceta bem peluda, e tudo isso me encantou. Vestiu o sutiã me olhando fixamente, como se analisasse. Quando ia vestir a calcinha, ouvimos o barulho da porta de casa. Depois de um momento de silêncio e apreensão, minha mãe mandou eu sair. Minha prima Brisa ainda me viu saindo do quarto. Fiquei com a curiosidade sobre o que significava aquela atitude diferente que tinha notado na minha mãe. Hoje me parece muito óbvio que ali cruzamos a linha. No dia seguinte tentei repetir a mesma coisa, mas dessa vez a porta do quarto tava fechada. Eu queria aproveitar que minha avó não estava e fui pro quarto da minha mãe esperar ela. Ela se assustou ao me ver, O que você tá fazendo aqui? Quero te ver mais, mãe. Não pode, viu o que aconteceu ontem, alguém pode chegar. Ninguém vai chegar, mãe. Mas filho, você já foi longe demais, já chega. Só quero te ver vestir a calcinha, mãe. Mas isso não é certo, o que você tem? É que você já vai, mãe. Ficamos em silêncio um pouco e Percebi aquele olhar do dia anterior. Não sei por quê, mas me deixava muito ansioso. Aí, pra variar, ela cedeu, deixou a toalha cair e me pediu pra pegar uma roupa. Peguei uma calcinha que eu gostava, na qual já tinha me masturbado, e entreguei pra ela. Ela tava tensa, mas depois riu, sentou do meu lado, segurou meu rosto com as duas mãos, assim, com os peitos de fora, e disse sorrindo: "O que eu faço com você, meu amor? Cê é muito safadinho!" Os peitos dela me hipnotizaram, e naquele dia ela tava de bom humor, tanto que balançou eles de brincadeira e falou: "O que tanto cê fica olhando? São só peitos, Matheus, e você já viu antes, chupou até os dois anos!" "São lindos, mãe. Posso chupar de novo?" Esse pedido pegou ela de surpresa, ela me olhou espantada, e eu esperava uma bronca daquelas, mas ela só riu e perguntou: "Cê se acha um bebê?" Eu brinquei que sim, que sempre seria o bebê dela. "Isso é verdade, mas você já tá grandinho demais pra mamar." Continuei insistindo. A gente tinha cruzado a linha, tinha cumplicidade e subestimamos os riscos. Minha mãe acabou dizendo que sim, mas: "No primeiro barulho, você sai correndo pro seu quarto, ok?VoyeurÉ impossível descrever a excitação que eu senti quando coloquei o mamilo dela na minha boca. Fiquei muito voraz e ela me disse: "Calma, mais devagar." Me perdi por um tempo e acordei quando ela colocou a outra teta na minha boca, dizendo que aquela estava com ciúmes. Depois de um tempo, ela começou a dar pequenos gemidos e falar: "Ai, meu filho, que pícaro você é! Sabia que não se faz isso, né? Mamar assim na sua mãe." "Mas eu sou seu filho, mãe." "Mas você já está grande." "Você não gosta, mãe?" "Esse é o problema, acho que estou gostando... você está fazendo muito bem... que seja a última vez, já chega, para!" Mas continuei até que ela teve coragem de me parar. Uma coisa que eu estava aprendendo, não só com as mulheres, mas com a vida em geral, era a necessidade de ser corajoso e insistente, além de cauteloso. Com uma combinação e equilíbrio dessas três coisas, consegue-se muito. Claro que naquela época eu era pouco mais que um garoto inexperiente, mas já entendia que com as mulheres, ter medo não leva a nada, e agora que tinha conseguido mamar na minha mãe, perdi os freios e fui por mais. Nossa casa vivia cheia, principalmente agora que faltava pouco para a viagem dela, muita gente queria vê-la. Havia pouca margem para conseguir algo, mas eu estava à espreita e foi assim que, à noite, enquanto minha avó estava no banheiro, me aproximei e pedi para chupar de novo. Ela disse que não, como sempre, mas minha insistência dava resultados e mais tarde, quando minha avó foi dormir, minha mãe veio ao meu quarto me dar boa noite e ficou conversando um pouco. Eu estava ansioso. Disse o que queria, mas ela estava relutante. Me deixou acariciá-la, primeiro o braço, depois a coxa, como se fosse algo inocente. Conversávamos sobre qualquer coisa, mas sem prestar muita atenção. De repente, levei minha mão até a barriga dela. Ela não a tirou, só comentou que estava gorda. Aproveitei para levar minha mão um pouco mais para cima, por dentro da blusa. Ela colocou a mão sobre a minha e me olhou muito séria. Tinha aquele olhar misterioso. Eu não me segurei. Eu sabia o que ela queria e ela não sabia como evitar. Pedi de novo que me deixasse chupar como na tarde anterior. Ai, que você é terrível, que insistente! Mas quando eu menos esperava, ela tomou a decisão e levantou a blusa, colocando um peito na minha boca. Comecei a chupar, tentando me conter. Ela gostou. Me indicou que chupasse o outro, e sozinha começou a alternar. Saiu um gemido mais forte dela, e as palavras: "Você está me deixando louca, sabia? Ai, como você chupa bem, meu filho. Mas não chupa só um peito, troca para o outro. Aproveita, que amanhã não vai ter. Isso tem que parar." Eu chupei por um bom tempo, até que do nada ela tirou o seio da minha boca e disse que chega, que era hora de dormir. Se abaixou para me dar um beijo no rosto, mas eu busquei a boca dela. Teve só um instante de indecisão, e então ela se entregou. Nos beijamos na boca pela primeira vez e não houve mais nenhuma hesitação da parte dela. Nossos beijos foram molhados e profundos. A língua dela não parava. Minha mãe estava fora de si. Ainda lembro que a pele e o hálito dela estavam muito quentes. Agarrei os peitos dela e aos poucos desci para as nádegas. Ela montou em cima de mim, sem tirar a boca. Estava com uma saia larga que eu tirei. Procurei a calcinha dela e abri a bunda dela com as duas mãos. Ela ofegava. Desceu para beijar meu pescoço. Enfiei a mão dentro da calcinha dela, e em vez de colocar um dedo na buceta, coloquei no cu. Ela fez um movimento rápido, meu dedo estava seco e eu tinha enfiado uma falange de uma vez. A inexperiência... Mas não paramos, ela só me olhou surpresa e sorriu, dizendo que não era ali. "É mais embaixo, você enfiou um dedo no meu cu." Rimos entre beijos, mas o dedo ficou lá. Estava bem apertado. Não era a primeira vez que eu enfiava o dedo no cu de uma mulher, mas era outra coisa com a minha mãe. Então me animei a dizer que queria comer ela. "Ai, filho, nem fala isso... não Podemos. Mas, mãe, quero que minha primeira vez seja com você. Ela resistia, mas não parava de me beijar com muita paixão. Desceu pra beijar meu peito e subiu até minha boca com lambidas e chupões. Por que você me deixa tão louca, Matheus? Ela disse que não ia se deixar pegar, mas que ia me ensinar uma coisa nova. Perguntei o que era e ela não se animava a falar. Só continuou me beijando e, quando criou coragem, me perguntou se eu já tinha chupado uma mulher. Disse que nunca. Quer… Não precisou terminar a frase e eu respondi que sim. Ela se levantou e me mandou pro quarto da vó ouvir se ela tava dormindo. Quando voltei, ela tinha apagado a luz e me mandou deitar na cama. Ela montou em cima de mim de novo, mas agora na minha cabeça. Colocou a buceta na altura da minha boca e puxou a calcinha pro lado.sexo oralEla me ensinou a chupar o clitóris e os lábios dela. Ela gemia e me perguntava se eu tava gostando da buceta dela. Era a primeira vez que eu tinha uma buceta na minha boca, e era justamente a da minha mãe. Ela tentou ser paciente, mas tava tão tesuda que se esqueceu e começou a se mexer com pressa, soltando uns gritinhos tão altos que eu morria de medo da vó ouvir. Ela gozou rápido e continuou se movendo devagar até se acalmar, aí virou e sentou de novo na minha cara, mas agora se abaixou e eu tive a melhor sensação da minha vida até aquele momento. Minha mãe começou a me fazer o primeiro boquete da minha vida, infelizmente eu não aguentei nem meio minuto e explodi. Jorros e mais jorros de porra encheram a boca dela. Quando terminei, ela se levantou e foi na torneira da cozinha cuspir. Ela não gostava de engolir.

No outro dia, fui pra escola flutuando, era inacreditável. Minha mãe ainda não tinha acordado, mas quando voltei, percebi que ela tava envergonhada. Minha avó tinha perguntado o que a gente tava fazendo acordado até tão tarde. Minha mãe inventou qualquer desculpa, mas era óbvio que a polícia tava em cima.

Minha mãe ia embora em três dias, e eu queria aproveitar, mas não deu. A casa tava cheia, os parentes iam e vinham, e o pior era minha avó, que até deixava a porta do quarto dela aberta.

Só na última noite a gente teve um pouco de sorte, se é que posso chamar assim. Minha tia Celia, que era uma das irmãs mais novas da minha mãe, convidou ela pra dormir no apartamento dela e minha mãe me levou. O apê era pequeno. Eu fiquei dormindo no sofá e minha mãe no quarto de hóspedes. Quando minha tia finalmente foi dormir, eu esperei um tempinho antes de ir pro quarto da minha mãe, mas ela me surpreendeu vindo na minha direção. Não teve conversa. Assim que eu sentei, ela subiu em cima de mim. Me beijou na boca com muito tesão. Tava tão gostosa quanto no outro dia. Sozinha, ela colocou os peitos dela na minha boca de novo e começou a se esfregar no meu pau. Eu apertava e abria a raba dela com vontade e Até coloquei um dedo na buceta dela. Falei de novo que queria comer ela e tenho certeza de que teria rolado se não fosse um incidente infeliz. Minha tia apareceu na sala. Eu não vi ela, mas minha mãe levantou na hora. Quase teve um treco. Olhei pro corredor e ela já tinha ido embora. Minha mãe saiu correndo pro quarto. Ficamos sem dormir e preocupados. No dia seguinte ela estava pálida e não nos despedimos direito antes do voo. Minha tia foi a única testemunha do que a gente fez, exceto pela minha avó, que já desconfiava, e o segredo ficou guardado por um tempo. Depois conto o que aconteceu. Minha história com minha mãe deu uma pausa longa, mas abriu a porta pra outras aventuras incestuosas rolarem na minha vida. É capaz de eu contar elas em breve.

4 comentários - Inicios con mi madre 2

Entonces... dejaron de tocarse por un tiempo.
@Figliozzi Demasiado, y ella no lo hizo con algún familiar tuyo en ese tiempo?
@JolineVanHause Ella llegó a visitarnos dos veces, pero fue rápido, y evitaba estar a solas conmigo. Dps yo me fui a Sao Paulo a vivir con la familia de mi padre. Recién a los 19 la visite en su casa y...
@Figliozzi Espero que tengas tiempo para contar cuando lo hiciste con tu madre con muchos detalles 😳🔥
¿A dónde viajaba tu madre?
Volvía a su casa en Recife ,donde vivía su familia. Soy hijo de su primer matrimonio y vivía con mi abuela.
@Figliozzi y cuantos hijos tenía con su otro marido?
@JolineVanHause Dos, una hija y un hijo que al crecer se hizo trans. Hoy ella está divorciada.