Naquela noite, quase não consegui dormir imaginando que no dia seguinte ia meter a piroca no rabão gostoso da minha tia. Só de pensar que meu pau ia penetrar aquele cuzinho apertado e virgem dela, fiquei de pau duro o tempo todo.
A manhã na faculdade foi interminável, não parava de olhar o relógio esperando a hora de voltar pra casa. Pra minha surpresa, na última aula o professor mandou a gente fazer um trabalho em grupo. No meu grupo éramos quatro caras, então decidimos nos dividir em duas duplas pra distribuir as tarefas e terminar antes do fim de semana.
Meu amigo Yeray, que é aquele cara alto, gostoso, descolado e geralmente todo mundo gosta dele, falou que ele e eu íamos trabalhar juntos. Pra mim foi de boa porque ele é um dos colegas que tenho mais intimidade e com quem sempre saio pra farra e pegar mulher. Como ele mora fora de Las Palmas, me perguntou se podia ficar na minha casa aquela noite pra gente começar o trabalho. Minha primeira ideia foi falar não porque ia foder meu plano de comer a Andrea, mas o trabalho era pra segunda e não dava pra perder tempo, então falei pra gente ir pra casa e lá eu perguntaria pra minha tia.
Quando ouviu a porta, a Andrea veio na entrada. Como só me esperava, ela tava com uma camisetinha regata aberta dos lados, que deixava ver quase tudo dos peitos dela, e uma calcinha minúscula que só cobria a buceta. Quando viu o Yeray, ficou vermelha que nem um tomate e tentou se cobrir como dava, mas era difícil esconder as curvas dela só com as mãos.
Pedi desculpas por ter chegado em casa sem avisar e expliquei sobre o trabalho que a gente tinha que preparar pra faculdade. Ela se desculpou por não estar vestida direito, e o Yeray respondeu que não tinha roupa melhor do que aquela que ela tava usando naquele momento. Minha tia sorriu nervosa e ficou calada, era claro que todos os planos dela pra noite tinham ido pro saco, e isso podia irritar o namorado virtual dela. No final, ela disse pra gente entrar e que, se não tivesse outro jeito, meu amigo podia dormir lá em casa.
A Andrea foi pro quarto dela enquanto a gente sentava na mesa da sala pra começar o trabalho. Depois de um tempo, ela voltou com outra roupa: vestiu uma camiseta, uma calça de moletom e uma blusa mais largona. Quando viu ela, o Yeray fingiu ficar triste e disse que gostava mais do que ela tava usando antes e que, por ele, ela podia voltar a vestir a roupa anterior se ficasse mais à vontade. Minha tia sorriu e respondeu que assim tava ótimo, sentou no sofá e começou a ler enquanto a gente continuava trabalhando.
De vez em quando, eu via ela olhando de canto pro Yeray. A camiseta justa dele marcava os abdominais e os bíceps trabalhados. Esse era um dos motivos pelos quais ele fazia tanto sucesso com as minas e o motivo de eu estar morrendo de ciúmes agora. Ver minha tia também caindo nos encantos dele era insuportável pra mim.
Foi assim a tarde toda até chegar a hora do jantar. Como eu não ia poder me conectar pra me passar pelo namorado dela da internet, fui um instante pro meu quarto e entrei no Badoo pra escrever uma mensagem. A ideia era pedir desculpas por não poder conversar com ela pra ela não se preocupar, mas, claro, lembrando que na noite seguinte ela ia ter que cumprir o que tinha prometido fazer com o sobrinho dela.
Quando voltei pra sala, parei no corredor e vi o Yeray, sem tirar os olhos das tetas da minha tia, conversando animado com ela, dizendo como ela era gostosa e que pena que ele tinha sentido dela ter trocado de roupa. A Andrea sorria, lisonjeada, agradecendo os elogios.
YERAY // Andrea, me promete que na próxima vez que a gente vier, você vai nos receber do mesmo jeito e não vai trocar de roupa.
ANDREA // Mas vai ter uma próxima vez?
YERAY // Claro, esse trabalho não acaba num dia só, a gente vai ter que se encontrar de novo.
ANDREA // Poxa, eu pensei que ia ser só hoje. Bom, se vocês precisarem continuar... trabalhando juntos, você vai ter que vir outra vez, fazer o quê.
YERAY // Por favor, me diz que sim, você não faz ideia de como tava gostosa com a roupa que tava usando antes.
ANDREA // Bom, você vem, mas não prometo nada.
YERAY // Além disso, eu sou tipo da família, se quiser pode me adotar também igual ao Javi, você não sabe o quanto eu adoraria ser recebido por você todo dia igual você fez hoje.
Minha tia sorriu e respondeu que já tinha um adolescente em casa e tava de bom tamanho. Entrei na sala interrompendo a conversa e continuamos jantando, a todo momento eu via o Yeray olhando de esguelha pra minha tia e ela desviando o olhar, toda nervosa. Quando por acaso os olhares se cruzavam, ele sorria abertamente e ela se mexia inquieta na cadeira.
Às dez a Andrea se despediu da gente e foi como sempre pro quarto dela, uns minutos depois me chamou pra ir até o quarto dela.
ANDREA // Javi, meu namorado me mandou uma mensagem dizendo que hoje não vai poder estar no nosso encontro. Eu posso responder ele?
JAVIER // Claro, é só você escrever sua mensagem e quando ele se conectar, vai poder ler.
ANDREA // Ah! Obrigada, querido.
Ela me deu dois beijos e eu voltei pra sala pra continuar trabalhando, umas duas horas depois fui pro meu quarto e o Yeray ficou na sala pra dormir no sofá.
Na manhã seguinte, quando a gente tava se levantando pra ir pra faculdade, minha tia nos esperava na cozinha com os cafés da manhã prontos, quando vi ela levei um susto danado, ela só tava vestida com uma camisola preta curtinha que transparentava os peitões dela e mal cobria a calcinha. Quando nos viu entrar, ela nos observou nervosa e na expectativa, sem dúvida tava esperando nossa reação, mas quando viu minha cara de surpresa e quase de raiva, ficou vermelha e desviou o olhar enquanto pedia pra gente tomar café.
Não podia acreditar. Por que ela tinha se vestido tão provocante? Por que fazia isso com o Yeray ali? Ela devia ter colocado um roupão ou pelo menos algo mais. discreto. Meu amigo não tirava os olhos dos peitos e da bunda dela, então falei pra ele comer rápido pra gente vazar dali logo, sentia ciúmes vendo o Yeray devorando ela com os olhos e ela não fazia nada pra evitar.
Num intervalo entre as aulas, entrei no Badoo pra ver que mensagem a Andrea tinha mandado na noite anterior. Quando abri, vi que não era uma, mas duas: uma de ontem à noite e outra dessa manhã. Na primeira, ela dizia que sentia muito não poder conversar e “brincar” comigo, e na segunda contava uma coisa que tinha rolado durante a noite e que tava morrendo de vontade de me contar.
“Oi, meu amor, você não faz ideia de como senti sua falta ontem à noite, mas aconteceu uma coisa que você nem imagina. Tô morrendo de vergonha, mas vou te contar e espero que não se incomode.
Ontem meu sobrinho veio com um colega da faculdade pra estudar junto, e como terminaram tarde, ele acabou dormindo aqui. É um cara alto, musculoso e muito gostoso. Lá pelas duas da manhã, ouvi um barulho e levantei pra ver o que era. Quando saí no corredor, vi que a luz do banheiro tava acesa e a porta entreaberta. Espiei e vi o amigo do Javi mijando. Em vez de sair correndo, não sei por que, fiquei ali olhando feito uma idiota.
Ele, quando me viu, sorriu pra mim e se virou de um jeito que eu pudesse ver o pau dele enquanto continuava mijando. Eu sei que devia ter ido embora na hora, mas não consegui. Quando vi o membro dele, fiquei paralisada. Ele tem um pau enorme! Antes que eu tivesse tempo de reagir, vi ele terminar de mijar e sacudir o pau na minha frente sem que eu conseguisse desviar o olhar. Aí ele se aproximou, pegou minha mão e colocou onde antes estava a dele.
Tô morrendo de vergonha de te contar e espero que não pense que sou uma mulher fácil, mas quando enrolei meus dedos em volta do pau dele, senti uma onda de calor percorrer meu corpo e, instintivamente, comecei a bater uma pra ele, igual tinha visto ele fazer antes. A mão dele estava sobre a minha, me guiando em cada movimento.” sacudida marcando o ritmo que ela queria que eu usasse pra masturbá-lo, e por algum motivo estranho eu era incapaz de parar.
Aí ele colocou a outra mão na minha cabeça me pressionando pra eu me abaixar, quando viu que eu resistia, sussurrou no meu ouvido pra eu me ajoelhar e fazer um boquete nele, e por pouco eu não fiz, você não sabe quanto custou recusar a proposta dele, porque a verdade é que eu desejava desesperadamente meter aquela cock enorme na minha boca, mas tive um momento de lucidez e disse não, então continuei batendo uma pra ele ali em pé.
Enquanto eu fazia isso, ele começou a tocar meus peitos, acariciou eles com suavidade sussurrando o quanto gostava deles e a vontade que tinha de tocá-los desde que tinha chegado em casa, só com as carícias dele eu senti minha buceta ficar molhada e minha calcinha encharcar sem jeito, mas por sorte ele não beliscou meus mamilos.
Ele também tentou colocar a mão debaixo da minha calcinha e acariciar minha vulva, mas não deixei, graças a Deus ele não insistiu de novo, porque se tivesse feito acho que eu teria me ajoelhado na frente dele e chupado ele mesmo que ele não pedisse, e até deixaria ele me foder ali mesmo. Você não sabe o tesão que eu tava!
Quando ele ia gozar, sentou no vaso e eu tive que me ajoelhar na frente dele, ao ver o pau dele perto do meu rosto não consegui tirar os olhos da glande, tava vermelha e inchada. Naquele momento tive a tentação de meter a cock na boca e chupar sem parar até ele gozar na minha boca, mas me segurei e continuei batendo uma pra ele.
De forma disfarçada pra ele não ver, coloquei minha mão por baixo da camisola e passei os dedos pelo tecido da minha calcinha, ao sentir que tava completamente molhada não consegui me conter e empurrei eles pra dentro enterrando na minha buceta até sentir um prazer imenso. Assim continuei, batendo uma pra ele e fodendo minha pussy com os dedos até ver o pau dele jorrar um jato de porra no meu peito, por pouco não peguei com os dedos e levei aos lábios, mas me Senti vergonha de fazer na frente dele e me contentei em ver aquele líquido morno e grosso escorrendo entre meus peitos, deixando um rastro branco que sumia debaixo da minha camisola.
Acho que o garoto viu minha cara e adivinhou que eu queria provar o sêmen dele, então ele tentou de novo que eu chupasse ele, mas me afastei e pedi pra ele não insistir. Depois ele disse que na próxima vez que vier em casa, não vou conseguir resistir e vou ter que fazer um boquete nele, e eu temo que ele tenha razão, se ele vier de novo, acho que não vou ser capaz de recusar chupar ele, adoraria ter aquela pica enorme entre meus lábios e sentir como ela inunda minha boca com o leite dele.
Quando fui pra cama, tava super excitada e comecei a pensar em algo que acontecia comigo quando ainda era casada com meu ex-marido. Sempre que fazia um boquete nele, fantasiava que tinha outro homem com a gente que me penetrava enquanto eu chupava ele, meu ex adorava me perguntar se eu gostaria de ter duas rolas pra mim, uma fodendo minha boca e outra minha buceta, e eu sempre respondia que ele era louco, mas a verdade é que essa fantasia erótica ainda fica na minha mente.
Ontem à noite, deitada na cama, não conseguia parar de pensar nisso, tinha dois homens jovens e gostosos em casa e comecei a imaginar que meu sobrinho e o amigo dele entravam no meu quarto e me colocavam de quatro, então o moleque metia a pica na minha boca e meu sobrinho começava a me foder por trás, na hora senti minha calcinha molhando e tive que começar a me tocar.
Já sei que é uma loucura e prefiro não pensar na opinião que você vai ter de mim a partir de hoje, mas ontem à noite tava excitadíssima e precisava me tocar desesperadamente. Tava tão quente e tinha tão fresco na memória o que fiz pra você na outra noite, que quando pensava no Javi me fodendo, não era na buceta, eu imaginava ele penetrando meu cu uma vez atrás da outra.
Quase me dá vergonha admitir, mas você tinha razão, gostei muito de ter o vibrador no cu. Enquanto me tocava, pensei nisso e me levantei. Tirei ele do armário e comecei a me masturbar, primeiro lubrifiquei bem meu cu e depois fiquei de quatro, chupando o consolo e enfiando os dedos na bunda até ter uma gozada foda, você não sabe como eu curti.
Mesmo que pareça loucura, a todo instante olhava na direção da porta esperando que ela se abrisse e os dois entrassem, se estivessem comigo teria implorado pra eles foderem minha boca e meu cu sem parar, você não sabe a necessidade que eu tinha naquele momento de ser penetrada pelas picas deles.
De manhã acordei cedo pra preparar o café da manhã e me vesti com roupa provocante, queria mostrar como posso ser gostosa, mas acho que meu sobrinho não gostou muito, espero que não tenha ficado bravo.
Bom, meu amor, vou ficando por aqui, mas queria que você me dissesse se achou legal o que fiz, embora talvez pense que sou uma puta e decida me largar, se for assim vou entender, mas te peço que não faça isso, por favor. Eu não era assim antes, nunca desejei nenhum homem que não fosse meu marido, mas desde que estou com você mudei meu jeito de pensar e me sinto uma mulher nova e mais aberta ao sexo, às vezes penso nisso e não acredito que fui capaz de foder o filho da minha irmã, é uma loucura total.
Você não sabe o quanto te amo e a vontade que tenho de te ver e te acariciar, te espero hoje à noite, meu amor.”
Ao ler a mensagem senti raiva e ciúmes, não entendia por que minha tia tinha que ter feito uma punheta pro meu amigo, e muito menos como tinha pensado em fazer um boquete nele, ela tinha agido como uma puta e eu não podia perdoar isso.
Voltei pra aula e encontrei o Yeray com os outros dois colegas de equipe com quem tinha que fazer o trabalho, assim que me viram pediram em coro que aquela tarde fosse na minha casa pra terminar, me olhavam na expectativa e ficou claro que o Yeray tinha contado o que rolou com minha tia. Minha resposta foi um não bem seco, não ia permitir que minha tia transasse com qualquer um deles.
Furioso, deixei eles pra lá e voltei pra casa, naquele dia não tava com vontade de falar com ninguém. Enquanto voltava, pensei na história da minha tia e percebi o enorme potencial que ela tinha; uns dias antes ela renunciava ao sexo e agora era incapaz de se controlar e desejava até meus amigos. Se eu continuasse manipulando ela, poderia tirar vantagem disso.
A manhã na faculdade foi interminável, não parava de olhar o relógio esperando a hora de voltar pra casa. Pra minha surpresa, na última aula o professor mandou a gente fazer um trabalho em grupo. No meu grupo éramos quatro caras, então decidimos nos dividir em duas duplas pra distribuir as tarefas e terminar antes do fim de semana.
Meu amigo Yeray, que é aquele cara alto, gostoso, descolado e geralmente todo mundo gosta dele, falou que ele e eu íamos trabalhar juntos. Pra mim foi de boa porque ele é um dos colegas que tenho mais intimidade e com quem sempre saio pra farra e pegar mulher. Como ele mora fora de Las Palmas, me perguntou se podia ficar na minha casa aquela noite pra gente começar o trabalho. Minha primeira ideia foi falar não porque ia foder meu plano de comer a Andrea, mas o trabalho era pra segunda e não dava pra perder tempo, então falei pra gente ir pra casa e lá eu perguntaria pra minha tia.
Quando ouviu a porta, a Andrea veio na entrada. Como só me esperava, ela tava com uma camisetinha regata aberta dos lados, que deixava ver quase tudo dos peitos dela, e uma calcinha minúscula que só cobria a buceta. Quando viu o Yeray, ficou vermelha que nem um tomate e tentou se cobrir como dava, mas era difícil esconder as curvas dela só com as mãos.
Pedi desculpas por ter chegado em casa sem avisar e expliquei sobre o trabalho que a gente tinha que preparar pra faculdade. Ela se desculpou por não estar vestida direito, e o Yeray respondeu que não tinha roupa melhor do que aquela que ela tava usando naquele momento. Minha tia sorriu nervosa e ficou calada, era claro que todos os planos dela pra noite tinham ido pro saco, e isso podia irritar o namorado virtual dela. No final, ela disse pra gente entrar e que, se não tivesse outro jeito, meu amigo podia dormir lá em casa.
A Andrea foi pro quarto dela enquanto a gente sentava na mesa da sala pra começar o trabalho. Depois de um tempo, ela voltou com outra roupa: vestiu uma camiseta, uma calça de moletom e uma blusa mais largona. Quando viu ela, o Yeray fingiu ficar triste e disse que gostava mais do que ela tava usando antes e que, por ele, ela podia voltar a vestir a roupa anterior se ficasse mais à vontade. Minha tia sorriu e respondeu que assim tava ótimo, sentou no sofá e começou a ler enquanto a gente continuava trabalhando.
De vez em quando, eu via ela olhando de canto pro Yeray. A camiseta justa dele marcava os abdominais e os bíceps trabalhados. Esse era um dos motivos pelos quais ele fazia tanto sucesso com as minas e o motivo de eu estar morrendo de ciúmes agora. Ver minha tia também caindo nos encantos dele era insuportável pra mim.
Foi assim a tarde toda até chegar a hora do jantar. Como eu não ia poder me conectar pra me passar pelo namorado dela da internet, fui um instante pro meu quarto e entrei no Badoo pra escrever uma mensagem. A ideia era pedir desculpas por não poder conversar com ela pra ela não se preocupar, mas, claro, lembrando que na noite seguinte ela ia ter que cumprir o que tinha prometido fazer com o sobrinho dela.
Quando voltei pra sala, parei no corredor e vi o Yeray, sem tirar os olhos das tetas da minha tia, conversando animado com ela, dizendo como ela era gostosa e que pena que ele tinha sentido dela ter trocado de roupa. A Andrea sorria, lisonjeada, agradecendo os elogios.
YERAY // Andrea, me promete que na próxima vez que a gente vier, você vai nos receber do mesmo jeito e não vai trocar de roupa.
ANDREA // Mas vai ter uma próxima vez?
YERAY // Claro, esse trabalho não acaba num dia só, a gente vai ter que se encontrar de novo.
ANDREA // Poxa, eu pensei que ia ser só hoje. Bom, se vocês precisarem continuar... trabalhando juntos, você vai ter que vir outra vez, fazer o quê.
YERAY // Por favor, me diz que sim, você não faz ideia de como tava gostosa com a roupa que tava usando antes.
ANDREA // Bom, você vem, mas não prometo nada.
YERAY // Além disso, eu sou tipo da família, se quiser pode me adotar também igual ao Javi, você não sabe o quanto eu adoraria ser recebido por você todo dia igual você fez hoje.
Minha tia sorriu e respondeu que já tinha um adolescente em casa e tava de bom tamanho. Entrei na sala interrompendo a conversa e continuamos jantando, a todo momento eu via o Yeray olhando de esguelha pra minha tia e ela desviando o olhar, toda nervosa. Quando por acaso os olhares se cruzavam, ele sorria abertamente e ela se mexia inquieta na cadeira.
Às dez a Andrea se despediu da gente e foi como sempre pro quarto dela, uns minutos depois me chamou pra ir até o quarto dela.
ANDREA // Javi, meu namorado me mandou uma mensagem dizendo que hoje não vai poder estar no nosso encontro. Eu posso responder ele?
JAVIER // Claro, é só você escrever sua mensagem e quando ele se conectar, vai poder ler.
ANDREA // Ah! Obrigada, querido.
Ela me deu dois beijos e eu voltei pra sala pra continuar trabalhando, umas duas horas depois fui pro meu quarto e o Yeray ficou na sala pra dormir no sofá.
Na manhã seguinte, quando a gente tava se levantando pra ir pra faculdade, minha tia nos esperava na cozinha com os cafés da manhã prontos, quando vi ela levei um susto danado, ela só tava vestida com uma camisola preta curtinha que transparentava os peitões dela e mal cobria a calcinha. Quando nos viu entrar, ela nos observou nervosa e na expectativa, sem dúvida tava esperando nossa reação, mas quando viu minha cara de surpresa e quase de raiva, ficou vermelha e desviou o olhar enquanto pedia pra gente tomar café.
Não podia acreditar. Por que ela tinha se vestido tão provocante? Por que fazia isso com o Yeray ali? Ela devia ter colocado um roupão ou pelo menos algo mais. discreto. Meu amigo não tirava os olhos dos peitos e da bunda dela, então falei pra ele comer rápido pra gente vazar dali logo, sentia ciúmes vendo o Yeray devorando ela com os olhos e ela não fazia nada pra evitar.
Num intervalo entre as aulas, entrei no Badoo pra ver que mensagem a Andrea tinha mandado na noite anterior. Quando abri, vi que não era uma, mas duas: uma de ontem à noite e outra dessa manhã. Na primeira, ela dizia que sentia muito não poder conversar e “brincar” comigo, e na segunda contava uma coisa que tinha rolado durante a noite e que tava morrendo de vontade de me contar.
“Oi, meu amor, você não faz ideia de como senti sua falta ontem à noite, mas aconteceu uma coisa que você nem imagina. Tô morrendo de vergonha, mas vou te contar e espero que não se incomode.
Ontem meu sobrinho veio com um colega da faculdade pra estudar junto, e como terminaram tarde, ele acabou dormindo aqui. É um cara alto, musculoso e muito gostoso. Lá pelas duas da manhã, ouvi um barulho e levantei pra ver o que era. Quando saí no corredor, vi que a luz do banheiro tava acesa e a porta entreaberta. Espiei e vi o amigo do Javi mijando. Em vez de sair correndo, não sei por que, fiquei ali olhando feito uma idiota.
Ele, quando me viu, sorriu pra mim e se virou de um jeito que eu pudesse ver o pau dele enquanto continuava mijando. Eu sei que devia ter ido embora na hora, mas não consegui. Quando vi o membro dele, fiquei paralisada. Ele tem um pau enorme! Antes que eu tivesse tempo de reagir, vi ele terminar de mijar e sacudir o pau na minha frente sem que eu conseguisse desviar o olhar. Aí ele se aproximou, pegou minha mão e colocou onde antes estava a dele.
Tô morrendo de vergonha de te contar e espero que não pense que sou uma mulher fácil, mas quando enrolei meus dedos em volta do pau dele, senti uma onda de calor percorrer meu corpo e, instintivamente, comecei a bater uma pra ele, igual tinha visto ele fazer antes. A mão dele estava sobre a minha, me guiando em cada movimento.” sacudida marcando o ritmo que ela queria que eu usasse pra masturbá-lo, e por algum motivo estranho eu era incapaz de parar.
Aí ele colocou a outra mão na minha cabeça me pressionando pra eu me abaixar, quando viu que eu resistia, sussurrou no meu ouvido pra eu me ajoelhar e fazer um boquete nele, e por pouco eu não fiz, você não sabe quanto custou recusar a proposta dele, porque a verdade é que eu desejava desesperadamente meter aquela cock enorme na minha boca, mas tive um momento de lucidez e disse não, então continuei batendo uma pra ele ali em pé.
Enquanto eu fazia isso, ele começou a tocar meus peitos, acariciou eles com suavidade sussurrando o quanto gostava deles e a vontade que tinha de tocá-los desde que tinha chegado em casa, só com as carícias dele eu senti minha buceta ficar molhada e minha calcinha encharcar sem jeito, mas por sorte ele não beliscou meus mamilos.
Ele também tentou colocar a mão debaixo da minha calcinha e acariciar minha vulva, mas não deixei, graças a Deus ele não insistiu de novo, porque se tivesse feito acho que eu teria me ajoelhado na frente dele e chupado ele mesmo que ele não pedisse, e até deixaria ele me foder ali mesmo. Você não sabe o tesão que eu tava!
Quando ele ia gozar, sentou no vaso e eu tive que me ajoelhar na frente dele, ao ver o pau dele perto do meu rosto não consegui tirar os olhos da glande, tava vermelha e inchada. Naquele momento tive a tentação de meter a cock na boca e chupar sem parar até ele gozar na minha boca, mas me segurei e continuei batendo uma pra ele.
De forma disfarçada pra ele não ver, coloquei minha mão por baixo da camisola e passei os dedos pelo tecido da minha calcinha, ao sentir que tava completamente molhada não consegui me conter e empurrei eles pra dentro enterrando na minha buceta até sentir um prazer imenso. Assim continuei, batendo uma pra ele e fodendo minha pussy com os dedos até ver o pau dele jorrar um jato de porra no meu peito, por pouco não peguei com os dedos e levei aos lábios, mas me Senti vergonha de fazer na frente dele e me contentei em ver aquele líquido morno e grosso escorrendo entre meus peitos, deixando um rastro branco que sumia debaixo da minha camisola.
Acho que o garoto viu minha cara e adivinhou que eu queria provar o sêmen dele, então ele tentou de novo que eu chupasse ele, mas me afastei e pedi pra ele não insistir. Depois ele disse que na próxima vez que vier em casa, não vou conseguir resistir e vou ter que fazer um boquete nele, e eu temo que ele tenha razão, se ele vier de novo, acho que não vou ser capaz de recusar chupar ele, adoraria ter aquela pica enorme entre meus lábios e sentir como ela inunda minha boca com o leite dele.
Quando fui pra cama, tava super excitada e comecei a pensar em algo que acontecia comigo quando ainda era casada com meu ex-marido. Sempre que fazia um boquete nele, fantasiava que tinha outro homem com a gente que me penetrava enquanto eu chupava ele, meu ex adorava me perguntar se eu gostaria de ter duas rolas pra mim, uma fodendo minha boca e outra minha buceta, e eu sempre respondia que ele era louco, mas a verdade é que essa fantasia erótica ainda fica na minha mente.
Ontem à noite, deitada na cama, não conseguia parar de pensar nisso, tinha dois homens jovens e gostosos em casa e comecei a imaginar que meu sobrinho e o amigo dele entravam no meu quarto e me colocavam de quatro, então o moleque metia a pica na minha boca e meu sobrinho começava a me foder por trás, na hora senti minha calcinha molhando e tive que começar a me tocar.
Já sei que é uma loucura e prefiro não pensar na opinião que você vai ter de mim a partir de hoje, mas ontem à noite tava excitadíssima e precisava me tocar desesperadamente. Tava tão quente e tinha tão fresco na memória o que fiz pra você na outra noite, que quando pensava no Javi me fodendo, não era na buceta, eu imaginava ele penetrando meu cu uma vez atrás da outra.
Quase me dá vergonha admitir, mas você tinha razão, gostei muito de ter o vibrador no cu. Enquanto me tocava, pensei nisso e me levantei. Tirei ele do armário e comecei a me masturbar, primeiro lubrifiquei bem meu cu e depois fiquei de quatro, chupando o consolo e enfiando os dedos na bunda até ter uma gozada foda, você não sabe como eu curti.
Mesmo que pareça loucura, a todo instante olhava na direção da porta esperando que ela se abrisse e os dois entrassem, se estivessem comigo teria implorado pra eles foderem minha boca e meu cu sem parar, você não sabe a necessidade que eu tinha naquele momento de ser penetrada pelas picas deles.
De manhã acordei cedo pra preparar o café da manhã e me vesti com roupa provocante, queria mostrar como posso ser gostosa, mas acho que meu sobrinho não gostou muito, espero que não tenha ficado bravo.
Bom, meu amor, vou ficando por aqui, mas queria que você me dissesse se achou legal o que fiz, embora talvez pense que sou uma puta e decida me largar, se for assim vou entender, mas te peço que não faça isso, por favor. Eu não era assim antes, nunca desejei nenhum homem que não fosse meu marido, mas desde que estou com você mudei meu jeito de pensar e me sinto uma mulher nova e mais aberta ao sexo, às vezes penso nisso e não acredito que fui capaz de foder o filho da minha irmã, é uma loucura total.
Você não sabe o quanto te amo e a vontade que tenho de te ver e te acariciar, te espero hoje à noite, meu amor.”
Ao ler a mensagem senti raiva e ciúmes, não entendia por que minha tia tinha que ter feito uma punheta pro meu amigo, e muito menos como tinha pensado em fazer um boquete nele, ela tinha agido como uma puta e eu não podia perdoar isso.
Voltei pra aula e encontrei o Yeray com os outros dois colegas de equipe com quem tinha que fazer o trabalho, assim que me viram pediram em coro que aquela tarde fosse na minha casa pra terminar, me olhavam na expectativa e ficou claro que o Yeray tinha contado o que rolou com minha tia. Minha resposta foi um não bem seco, não ia permitir que minha tia transasse com qualquer um deles.
Furioso, deixei eles pra lá e voltei pra casa, naquele dia não tava com vontade de falar com ninguém. Enquanto voltava, pensei na história da minha tia e percebi o enorme potencial que ela tinha; uns dias antes ela renunciava ao sexo e agora era incapaz de se controlar e desejava até meus amigos. Se eu continuasse manipulando ela, poderia tirar vantagem disso.
1 comentários - Meu Amigo Tarado - MaMT 4