Meu caminho pro cuckold. Capítulo 3 – Apaixonado pela Ori

Obrigado pelos comentários positivos. Nestes contos, tento relatar situações que vivi com minhas parceiras que me marcaram e me levaram a assumir meu desejo de ser cuck.

Continuo minha história com Oriana…

Depois de ver como a Ori era a gatinha do grupo, meu coração começou a bater mais forte por ela. Começamos a sair e conversar como amigos, mas eu não tinha coragem de dar em cima dela pra transar, eu tava apaixonado. Passaram-se alguns meses onde a gente conversava muito, mas nos fins de semana ela acabava indo com outros caras. E eu, todo excitado, me masturbava sozinho.

Chegou dezembro, um calorzinho, e planejamos ir pra Villa Gesell com o grupo, mas por uma coisa ou outra, só fomos três dias: Ori, Flor (uma amiga da faculdade da Ori), Esteban e eu. Eu ia de carro, e lá fomos nós. Eu entendia claramente que a Ori queria que eu ficasse com a amiga dela, que não me atraía. Quando você tá apaixonado, é difícil olhar pra outra, ainda mais se ela tá na sua frente.

Saímos pra farra, praia, balada, mas quando a música acabava, meu coração e minha ansiedade iam a mil. Eu temia o que já era inevitável: voltar pro apartamento. Eu enrolando, na esperança de que o Esteban ficasse bêbado e dormisse. Mas não. A Ori e a Flor dormiam no quarto, e o Esteban comigo na sala. Mas depois de um tempo, quando as minas entraram no quarto, a Flor saiu e disse:

F: "Minha amiga te espera, trata ela bem."

A cara de comemoração do meu amigo foi foda, mas ele olhou pra mim e falou:

E: "Por que vocês não dão uma voltinha por aí e de quebra compram umas camisinhas pra mim? Não sei onde caralhos deixei as minhas."

Eu: "Tá bom, tá bom, vamos Flor, daqui a pouco a gente volta, mas não faz merda."

Enquanto saíamos do apê, vi o Esteban entrando no quarto e dizendo pra Ori:

E: "Você vai ter que chupar bem gostoso até eles trazerem as camisinhas."

E ouvi elas rirem.

Saí meio desnorteado, cheguei no carro e, antes de ligar, vi a Flor me parar e falar: "Vamos conversar." O diálogo foi mais ou menos assim:

F: "Lean, não vamos mais enrolar. Você me atrai, mas eu tenho muito claro que sua cabeça é uma... Quilombo, a Ori ou ela faz ou quer esconder tudo. Mas eu sei muito bem como você tá até o pescoço com ela.
Eu: não sei do que você tá falando, Flor, sei lá
Flor: você é quem é sei lá, por que não fala pra Ori o que tá rolando, ela tá se fudendo com seus amigos e você tá passando sufoco
Eu: e o que você quer que eu faça, é impossível, eu não quero ela como foda
F: eu sei, me escuta, seja sincero
Eu: sincero, que eu faço essa fudendo com outro, saio igual louco comprar camisinha pra não engravidar ela
F: Você é bom demais e ingênuo.. Enfim, você que sabe
Fomos num quiosque, comprei 3 caixas de camisinha, voltamos pro apê, subi sozinho, escuto o barulho de cama fudendo e gemidinhos leves da gostosa que eu amava. Deixei as camisinhas em cima da mesa e gritei pra eles, que tava ali. Só escutei um “Valeu” do Esteban
Desci e ao subir no carro falei pra Flor
Eu: tava a todo vapor, por que não vamos tomar café que tô com fome
F: boa ideia, já que parece que não vou comer outra coisa hehe
Eu: não seja má, pra mim isso tudo é complicado
No café ficamos falando besteira, e uma hora depois voltamos pro apê, já tava amanhecendo
Entramos, tudo em silêncio, vejo uma camisinha usada no sofá-cama, levo pro lixo e a gente se joga pra dormir cada um na sua cama com a Flor.
Lá pelo meio-dia, a gente acorda com os barulhos do quarto, gemidos, palavras soltas tipo “que buceta apertadinha” “amo seu pau” “mais” “me dá tudo”.
Comecei a me tocar, sozinho, até que de repente vejo que a Flor tava me olhando, ela chegou perto da minha cama, levou a mão no meu pau e começou a me bater uma, tentei parar ela mas ela não ligou, enquanto sussurrava pra mim
F: Não é justo ela estar fudendo e você se tocar sozinho, isso morre aqui, ok.
Eu concordei e me deixei levar, ao ouvir a Ori pedindo gozo pro meu amigo, gozei na mãozinha da Flor
E a gente dormiu de novo
Umas 4 da tarde a gente partiu pra praia os 4, quase ninguém falava, tava tudo estranho
O Esteban tava meio puto com a Ori porque parece que ela zuou ele, ao saber que não transei com a Flor ele me perguntou se não Não tinha problema ele comer ela. Eu falei pra ela que não cabia a Flor, que tinha algo que não sei o quê, e ele me disse: "Deixa comigo, vai com a Ori pra lá".
Naquela tardinha, Flor me disse:
"Anda, leva ela pra jantar, conversa com ela, se abre, você não vai perder mais do que já tá rolando, e deixa eu aproveitar a minha noite".
A Ori me deu a ideia de ir jantar sozinhos num restaurante na praia.

E foi aí que comecei a ser sincero:
Falei que, mesmo querendo tampar tudo, não conseguia parar de pensar nela, que não aguentava ela ficar com outros e comigo nada, que tava apaixonado por ela há mó tempão. Ela sorria, me chamava de louco, dizia que não ia dar certo, que era ciúme, isso e aquilo. Que ela já tinha pensado nisso mil vezes e sentia que eu era perigoso, no sentido de que eu fazia ela sentir coisas que os peguetes dela não faziam.
Naquela noite, só nos beijamos um pouco na praia. Ela pediu tempo pra processar tudo. Que se a gente fosse ter algo sério, precisava passar um tempo, onde ela ia parar de ver os caras. Foi tipo selar nosso pacto de amor. Eu me senti aliviado e feliz por ser correspondido. Ela disse que no sexo a gente ia esperar. Conversamos naquela noite sobre uma vida juntos. Ela e eu botamos pra fora o que tava rolando entre a gente.

Inclusive, que ela comia outros pra eu me afastar.
Quando chegamos no apê, os vestígios de uma noite de putaria entre a Flor e o cara estavam mais que evidentes, nem nos demos ao trabalho de avisar que tínhamos chegado, dormimos cada um na sua cama, mas nos olhando sorrindo e com as mãos esticadas, segurando uma na outra.
Quem diria que 24 horas antes, naquele mesmo apê, eu tinha ouvido ela gemer, pedir mais forte pro meu amigo meter nela, enquanto a amiga dela me batia uma.

Assim começou uma grande história de amor, com casamento, festa, lua de mel, sem loucuras.
Tudo durou 4 anos, os mais felizes num relacionamento que já vivi, mas não o mais intenso. O destino me reservaria conhecer a Naty quase 8 anos depois.

4 comentários - Meu caminho pro cuckold. Capítulo 3 – Apaixonado pela Ori

muy bueno.... 10 p
muchas gracias por el comentario y los puntos!
me gusta como viene... ojalá lo continues
muchas garcias, espero continuar pronto
Que interesante tu vida y complicada. Van puntos
ja y si por momentos fue muy complicada y morbosa
ColifaD +1
Que. Uen cornudo!+10
muchas Gracias amigos! vos sabes muy bien