Sensacional de Bucetas Gostosas e Machos Sarados #1

María Luisa era mais conhecida como Huicha, lá onde morava. Tinha um cabelo preto longo e farto, um corpo lindo de pele morena clara, e era a mulher com o sangue mais quente de San Nicolás de los Palos.
Naquele momento, eu tava prestes a estrear outro virgem adolescente.
—Vamos lá, me mostra ela —disse ela pro jovem que estava na frente dela.
O garoto, meio nervoso, abaixou o zíper com dificuldade, porque ele travou mais de uma vez. Quando finalmente os dentes do zíper se separaram, deixaram escapar o convidado de honra. A ponta cabeçuda pulava gostosa sem que o dono conseguisse controlar essa ação.
Huicha, ajoelhada diante dele, sabia muito bem que precisava agir rápido, porque não queria que ele gozasse seco. O moleque era um novato que os amigos tinham levado com a tal pra perder a virgindade.
A boquinha da garota experiente se apresentou pro "amigo" com um beijo bem na pontinha.
—Nossa, tá molhadinho e quentinho —disse a garota com malícia.
Pelo buraco do aparelho masculino saía uma babinha própria da autolubrificação. Ao afastar os lábios, eles levaram consigo um fiozinho do líquido viscoso e os dois riram.
Huicha sabia como quebrar o gelo, principalmente com os mais tímidos e inexperientes, pra deixar eles à vontade.
Depois de babar ele todo, engoliu. A Huicha engolia tanta pica quanto a melhor puta. O que seus clientes não sabiam é que, mesmo sem pagamento no meio, ela faria isso por pura necessidade, pois era uma mulher de sangue quente.
O gurizinho, que naquela tarde estava se tornando homem, via estrelinhas enquanto afundava (ou pelo menos parte dele) naquela buraqueira molhada. A boca de Maria Luísa parecia um túnel de prazer infinito que o sugava com força, mas sempre de olho pra ele não gozar. A experiente sabia como tratar cada um. Com um cara mais vivido, ela se dava ao luxo de devorar; babar tudo; chupar com gosto, bater uma punheta violenta e se engasgar com ele por vários minutos, até horas. Já com um inexperiente igual aquele moleque, ela sabia ir devagar. Primeiro, bem lento pra deixar ele no ponto, mas depois aumentava o ritmo e a força da sugada no pau dele, cuidando pra não chegar no limite do gozo. Tudo isso era só pra preparar ele pra invasão da buceta molhada dela.
Huicha se pelou toda, pra alegria dos olhos do seu convidado. Já pelada, abriu as pernas em cima da cama, como se tivesse convidando ele pra meter nela.
No entanto, o moleque ficou parado ali, sem saber o que fazer.
—Ô, vem aqui —ela teve que dizer pra ele.
O novinho se aproximou dela com o pau bem duro, o que claramente o atrapalhava pra andar, já que não tava acostumado com aquilo. Quando chegou perto da mulher, ela pegou na rola dele e colocou manualmente na entrada da sua buceta suculenta.
Apertadinha, molhada e quentinha, foi assim que sentiu as boas-vindas ao mundo dos homens que a Huicha, gostosa, dava pra ele.
—Assim, papai, tampa esse buraquinho pra mim, ahhhmmm... — dizia aquela.
—Que delícia do caralho isso, ufff! Não acredito, aaah...! —gritava o sortudo.
Os movimentos da cópula, influenciados pelo instinto do jovem, começaram a acelerar em busca da satisfação completa.
—Calma, calma... vai devagar, vai aos poucos... isso, assim — instruía a professora, enquanto contraía e relaxava os músculos pélvicos. Com esse ato, ajudava o garoto a não perder a excitação, mas sim a diminuir o ímpeto.
Foi assim que o noviço se deu ao luxo de penetrar a Huicha de perninhas no ombro; de quatro; servir de montaria pra essa cavaleira tão experiente, e oferecer as coxas como trono pra essa rainha tão popular, que dava sentadas gostosas e estalantes.
—Já, meu bem, agora sim, jorra esse teu gozo em mim, auh! —disse a vigorosa amazona, assim que chegou o momento.
Aquele garoto foi um discípulo tão bom que explodiu quando sua instrutora mandou.
—Que delícia! Quentinho, do jeito que eu gosto —disse ela ao sentir a semente morna dentro dela. Quando era óbvio que eram virgens, não os obrigava a usar camisinha. Era um privilégio desse tipo de cliente; mas se já eram sexualmente ativos, ela exigia. De qualquer forma, ela tomava anticoncepcionais, a Huicha era esperta o bastante pra evitar uma gravidez indesejada.
Depois do desacoplamento, a Huicha lambeu os restos que ficaram na piroca do recém-estreado.
—Hmmm... Isso sim que é puro leite condensado —ela disse enquanto lambuzava os lábios, era uma frase que só dizia pros mais novinhos. O garoto, sem saber disso, sorriu feliz e exausto, sabendo que algo que seu corpo tinha produzido era tão gostosamente saboreado.
Depois daquela iniciação, a Huicha ainda montou em outros três caras naquela mesma cama, um atrás do outro.

Assim ela ganhava uma boa grana, curtindo o pleno exercício sexual do corpo dela. A maioria dos homens da região já tinha comido ela, pelo menos uma vez, de modo que não era surpresa que a fama dela fosse além daquele lugar. De outros povoados vizinhos também vinham vê-la pra se aliviar, ou por simples curiosidade turística. Por aí se dizia: “Se você não comeu a Huicha, então não conhece San Nicolás de los Palos”. Essas visitas frequentes fizeram dela uma mulher livre de apertos financeiros, porque, nada boba, ela soube tirar proveito econômico do seu corpo desejável, ao mesmo tempo que aliviava seu sangue quente que por si só já a fazia querer ter um pau dentro o tempo todo. No entanto, mesmo assim ela vendia tamales e atole (muito gostosos, por sinal) quando a noite chegava. Isso como uma fachada pra familiares e vizinhos, embora também fosse um jeito de ganhar novos clientes pro outro negócio, pois era ali que a localizavam e combinavam o encontro. É óbvio que nunca faltavam consumidores, então a barraca dela vivia rodeada de clientela masculina. María Luisa, vulgo a Huicha, era uma jovem mulher felizmente independente e realizada. Pelo menos até aquele momento.
Rodeada como sempre por uma variedade de clientes homens, à noite, a Huicha curtia uma conversa animada e bem aberta, enquanto servia o mingau e distribuía os tamales de diferentes sabores.
—Ei, cê topa um quarteto com a gente? —perguntou um dos clientes, apontando pra dois amigos jovens dele.
—Sim, claro, pra quando? —disse a garota sem vergonha.
—Põe agora de uma vez.
Não, cê sabe que não trabalho à noite. Além disso, tô exausta. Aguentei sete hoje o dia inteiro. Mas se quiserem, amanhã bem cedinho dou um jeito pra vocês. Vou abrir um espacinho na minha apertada..." — e aqui ela fez um gesto safado, mordendo o lábio inferior, enquanto apertava um dos punhos, dando a entender o duplo sentido — "...agenda.
—Órale, bora —responderam os três, super empolgados e quase em uníssono.
A vida era muito satisfatória praquela guria alegre e sem vergonha, e ela não pedia mais nada.
Na manhã seguinte, a novinha varria a calçada dela pra começar o dia. Tava longe de imaginar que aquele dia ia virar de cabeça pra baixo.
Um homem de uns cinquenta anos caminhava pela rua deserta e vinha na direção dela. Vestia roupas velhas e meio sujas. Só quando ele chegou a um metro de distância ela percebeu, embora tenha demorado mais um segundo pra reconhecer: era o pai dela.
Por que ele tá aqui? Deram dez anos pra ele", pensou Huicha.
—O que cê tá fazendo aqui? Não me diga que cê fugiu — foi a primeira coisa que a filha dela disse.
—Não, fica tranquila. Me deixaram sair por processo indevido —disse ele.
Sabino não via ela há cinco anos, desde que foi preso. Tinha ordenado pra esposa nunca levar a filha nas visitas, não queria que os outros presos ou até os guardas ficassem de olho nela. Depois a esposa morreu e Maria Luísa ficou sozinha, mas agora Sabino tinha voltado.
O grandalhão abraçou a filha levantando ela no ar. As lágrimas dele brotaram.
—Mas olha só, que grandona você já tá! Que gostosa, minha filha! —disse Sabino, cheio de orgulho.
Já tomando café e tomando café da manhã na cozinha da casa dela, continuaram conversando.
—E aí, me conta, o que você fez nesses anos? Como vão seus estudos? — perguntou Sabino.
—Pô... a real... larguei a escola —respondeu Huicha.
—Mas como?
—Sim, é que eu era muito burra e... bom, então resolvi meter a cara no trampo.
—Não fala isso, você saiu tão inteligente quanto sua mãe — ele disse, enquanto mordia o taco.
—Tô me virando vendendo tamale e atole, e não tô indo tão mal — ela disse, e um sorriso malicioso se formou no rosto dela ao pensar qual era o verdadeiro negócio dela.
—Pois a partir de agora, nada disso, você vai voltar a estudar. Eu vou começar a trampar pra não te faltar nada e você poder continuar com seus estudos — disse com toda autoridade Sabino.
A filha dela concordou, mas por dentro ficou puta de ouvir aquilo. Era óbvio que o estilo de vida dela tava chegando ao fim.
Bateram na porta. Sabino se levantou pra abrir, quando a mina caiu na real de quem eram. Eram os "amigos" com quem ela tinha combinado de se esfregar naquele dia.
—Eu abro! —gritou Huicha, ao mesmo tempo que, apressada, passou na frente do pai.
Bem na hora, foi ela quem abriu a porta. Os três caras, com cara de quem tavam morrendo de rir, já iam entrando quando a mina parou eles na hora.
—Não, espera aí. Vocês vão ter que me desculpar, mas não vai dar —falou pra eles.
Um dos jovens conseguiu ver o Sabino lá dentro e achou que ele tinha passado na frente deles na fila.
—Mas já tínhamos combinado! —disse o garoto, irritado.
Quando os olhares do homem maduro e do jovem impetuoso se cruzaram, expuseram a irritação que cada um sentia pela presença do outro.
—É, mas meu pai acabou de chegar, então... vocês têm que entender que... — disse em voz baixa a garota constrangida, tentando se explicar.
—Ah, é a sua...
—Sim, então... — disse e, sem dizer mais nada, fechou a porta na cara deles.
O Sabino tinha mudado o humor depois de ver aqueles moleques. Começava a desconfiar dos passos que a sua novinha andava dando.
—Quem eram? —perguntou Sabino, desconfiado.
—Ah... bom... bom, uns amigos —respondeu ela, meio nervosa.
—Não me venha com essa de que já tá de namorada. Não quero te ver com rapaz nenhum, entendeu?! Não quero que estrague sua vida. Você precisa fazer uma carreira. Os tempos de hoje não são mais como os de antigamente. Se quer se dar bem na vida, tem que estudar — e aquilo foi só o começo de um sermão e tanto que Sabino deu na filha.
Era evidente que com a presença do pai dela, nada mais seria igual pra famosa Huicha.
Dias depois, Maria Luísa, junto com o pai, deixava aquele povoado onde era tão conhecida; o trabalho dela tinha custado caro, mas o que podia fazer. Tinha que obedecer ao velho. Mesmo que com isso se afastasse da galera que consumia os serviços dela, e que até precisava dela.
Agora iam se mudar por causa do novo emprego do pai dela. Graças a um velho amigo, o Sabino tinha conseguido trampo num rancho. Rancho Alegre chamava, e ainda iam ter onde morar por lá, porque ofereceram um quarto pra eles. O homem ia ficar responsável por cuidar dos bichos e ajudar nos serviços da horta.
Já instalados no rancho, o Sabino matriculou a filha num colégio de ensino médio, pra ela terminar o segundo grau e assim poder entrar numa faculdade. Pelo menos esses eram os planos dele.
—Quero que, saindo da escola, você venha direto pra casa, entendeu? Nada de ficar com amigas ou rapazes — ordenou pra filha.
Sim, já sei — respondeu Maria Luísa de má vontade, porque não gostava que a deixassem sem graça.
No entanto, como de costume, Huicha logo se destacou. Sua beleza e atrevimento não passaram despercebidos. Mal tinha passado uma semana de aulas e ela já tinha sete caras seguindo ela igual cachorro no cio atrás de uma cadela no calor. Sabino, como qualquer pai ciumento, percebeu que a filha estava em "maus lençóis", já que chegava cada vez mais tarde do que o esperado. Um dia, foi buscá-la direto na escola. Não a encontrando, uma imagem veio à mente dele na hora.
—Onde ficam os motéis mais perto? —ela perguntou.
E foi pra lá.
Não tava errado, só conseguiu pegar a filha e os outros caras a tempo, que já iam felizes pra porta de um motel. Só de ver ela rodeada de vacilão, pronta pra entrar naquele lugar com eles, já acendeu ele. Puxou ela pelos braços na marra, separou dos caras e levou embora.
—Sabia! Sabia que você ia sair uma putinha igualzinha à sua mãe! Desgraçada! Só por causa das suas vagabundagens me jogaram na cadeia — xingou Sabino, ainda arrastando a filha.
—Não fala assim da minha mãe! Ela não teve culpa que seus ciúmes nojentos te levaram a...! —gritou a insurreta, mas foi interrompida por um tapa de Sabino.
O pai enfurecido a deixou calada. Maria Luísa não lembrava do pai ter posto a mão nela antes, mas depois do tapa, lembrou como ele tratava a mãe dela. O pai era um homem violento, já tinha mostrado isso com a mãe, e ela tinha sido testemunha muda.
Desde aquela ocasião, Sabino não deixou mais a filha sair sozinha. Nem sequer permitiu que ela continuasse os estudos como tinha prometido antes. O pai machista e controlador preferia ver a filha sem educação do que transformada na cara viva da falecida esposa, uma mulher tão botadeira quanto galinha choca (segundo diziam).
Por isso, Maria Luísa se dedicou a ajudar ele nos serviços do rancho. Ela passava o dia trancada no Rancho Alegre (embora não tivesse nada de alegre pra ela naqueles dias).
Depois de um mês sem pica, o sangue ferveu nela que nem água no fogo. De noite, Maria Luísa se descobria e, ficando só de calcinha, enfiava o dedo por baixo dela. A calcinha molhava na hora.
—Porra, e pra piorar a gente dorme no mesmo quarto! —dizia a pobre moça, olhando pro pai que dormia a poucos metros.
Ela se via privada da intimidade necessária pra se dar uma boa siririca. Mesmo assim, não parava de se tocar na perseguida à noite, embora abafasse seus gemidos de tesão que ela mesma provocava. Com uma das pontas dos dedos, começava a esfregar o clitóris imaginando que era a ponta de um pau. Depois, usando dois dedos, masturbava ele, se estimulando ao máximo.
«Ai, não aguento mais! — pensava —. Amanhã mesmo entrego a bunda pro primeiro que pedir», e com esse pensamento acalmou a mente pra finalmente dormir.
María Luisa tinha decidido que ia dar pra um dos peões do rancho. Foi assim que de manhã cedo vestiu um vestido, em vez da calça jeans que usava nas tarefas de colheita. Claro, também se maquiou e arrumou o cabelo com a intenção de atrair o sexo oposto.
A moça colhia maçãs de uma das árvores do pomar vestindo só aquele vestido justo que marcava sua silhueta curvilínea, sem calcinha nem sutiã por baixo. Assim ela pensava em atrair um macho disposto. E não se enganou, teve um homem que a olhou com olhos alegres.
Essas coxas bem torneadas e essa raba empinada dariam vontade em qualquer um, chamavam atenção na hora. Convidavam sem dúvida a morder, apertar, se acabar nelas.
«Ah, filho da puta! Que rabão gostoso essa potranca tem!», pensou consigo mesmo Seu Justo, homem de 50 anos e dono do Rancho Alegre, que a cavalo inspecionava o trabalho feito em sua terra. Como todas as manhãs, percorria seu rancho para supervisionar seus trabalhadores, e naquele dia teve tanta sorte que deu de cara com aquela garota.
O homem desceu do cavalo e olhou de baixo pra cima as pernas bem torneadas da gostosa que, em cima de uma escada de madeira, terminava de colher a última fruta e já se preparava pra descer quando o chefe se aproximou dela.
—Vamos, mija. Com cuidado, não vá cair —disse o homem, ao mesmo tempo que a pegava pela cintura "pra ajudar ela".
—Ai! —gritou a jovenzinha surpresa. Era verdade que a atenção de um homem era exatamente o que ela queria, mas Dom Justo não tinha sido seu alvo inicial—. Ah, é o senhor, patrão.
Nunca tinham sido apresentados, embora Maria Luísa o conhecesse de vista. Ele, por outro lado, não tinha reparado na garota até aquele momento. Não fazia ideia de que uma gostosa daquelas trabalhava nas terras dele.
Os olhares com que Dom Justo examinava a tal não passaram despercebidos para Maria Luísa, que conhecia bem o que sua óbvia beleza de "mocinha" causava no sexo oposto. Fiel ao seu jeito, e esperta como a mãe, mesmo que o homem mais velho não fosse seu alvo, um brilho malicioso surgiu no olhar dela — aquele mesmo que, lá na terra dela, a transformava na Huicha.
E assim, se aproximando do homem, que pela idade podia ser pai dela, ela disse:
—Ei, patrão, cê me faz um favor? —perguntou com um jeito provocante a devassa.
Minutos depois, atrás de uns arbustos: A Huicha cavalgava vigorosa e trepidante naquele falo fibroso, o falo de Don Justo, que, apesar da idade, dava o que a fogosa guria precisava. Os dois tinham deixado a roupa de lado e, completamente pelados, davam exatamente o prazer que o corpo pedia. Dava pra ver que os dois curtiam; ele aproveitava aquela chance de foder uma novinha trinta anos mais nova, ela só queria pica.
Enquanto o cara olhava nos olhos da novinha que naquele momento montava nele, ele percebeu que nunca tinha visto uma mulher tão fogosa, tão tesuda quanto ela. Era mais que gostosa e delicadinha, sabia trepar como nenhuma outra que ele já tinha conhecido. Tava cheia de pegada, e isso contagiava ele. Era claro que essa era a natureza dela, e aquilo o deixou fascinado.
Comandando aquele acasalamento, Maria Luísa fez os dois rolarem na grama, sem que o pau saísse dela, e assim o homem ficou por cima. Ela ergueu as pernas então, apoiando as panturrilhas nos ombros do macho que a penetrava. O homem comeu como há tempos não comia. Ver o rosto extasiado daquela garota já era um prazer por si só. Aquela era uma fodida selvagem, nada parecida com o que ele fazia com a esposa. O homem maduro, mas vigoroso, comia e comia, resistindo à vontade de gozar. Mas de repente, uma pancada forte acertou em cheio o crânio do Don. Tinha sido uma porrada feita com uma pá.
Sabino ainda segurava aquela ferramenta enquanto olhava furioso pra filha, que ainda estava de pernas abertas na grama. O pai daquela gostosa parecia que ia espumar pela boca, mostrando toda a raiva que sentia por dentro.
—Sua desgraçada! —gritou Sabino quase ao mesmo tempo em que levantava a pá novamente, mas apontando-a para a própria filha.
Sabino estava fora de si.
María Luisa mal conseguiu se levantar a tempo e fugir, movida pelo puro instinto de sobrevivência. No entanto, enquanto corria, uma ideia lhe veio à cabeça.
Assim que encontrou outros trabalhadores, começou a gritar:
— Pelo amor de Deus, me ajudem!
Os homens, que estavam colhendo frutas, viraram-se para olhar ela, ficando surpresos com a nudez dela.
—Ele quer me estuprar, pelo amor de Deus, me ajudem! —gritava desesperada.
Como Sabino vinha por trás dela com a pá nas mãos, tentando atacá-la, os outros caras não hesitaram e seguraram ele.
María Luisa deu a performance da vida dela.
—Meu pai tentou me estuprar! —ela disse, e desabou em lágrimas, enquanto com os braços tentava cobrir o corpo nu e se encolhia toda.
—Não é verdade... sua vadiazinha desgraçada, não seja mentirosa! Vai, conta pra eles, conta como eu te encontrei!
Os trabalhadores, que foram acompanhados por outros, homens e mulheres, quando perceberam a confusão, imediatamente ficaram do lado da filha, cobrindo ela como podiam. Fizeram ouvidos moucos pro cara que tentava se explicar.
Começaram a intimidar ele, e Sabino foi vítima da pedrada que muitos dos presentes deram. Maria Luísa, porém, não saiu do seu papel de vítima e não fez nada pra defender o pai dela.
Mais tarde, o patrão do rancho já tinha se recuperado o suficiente pra dar o depoimento. Convenceu todo mundo da versão da Maria Luísa, que ele apoiou, acusando o Sabino de ter batido nele quando ele tentou ajudar a pobre moça contra o pai abusador dela.
Segundo Dom Justo, enquanto ele andava pela horta, conseguiu ouvir ela pedindo socorro e, quando foi ver o que era, viu o Sabino tentando abusar da própria filha dele. Ele, na hora, tentou impedir, mas o outro deu uma porrada nele.
Apesar de certas incongruências, como ter sido encontrado pelado, as autoridades deram total credibilidade ao que Dom Justo disse. Prenderam Sabino, que assim voltou pra cadeia. Dom Justo tinha recursos e influência suficientes na cidade pra fazer a versão dele prevalecer.
A partir daí, ele e Maria Luísa mantiveram um caso às escondidas da esposa e do filho do homem. Maria Luísa o tinha enfeitiçado com a buceta que possuía entre as pernas, e Seu Justo não perdia tempo, afundava a cabeça grisalha entre aquelas coxas carnudas. O homem experiente se deliciava com a racha sempre molhada da garota.
—Você tem um pote de mel entre as pernas —dizia ele entre goles, Dom Justo, e era sincero.
O homem, casado há vinte e cinco anos e pai de um único filho, não muito mais velho que a mulher que tinha na frente, esquecia esse compromisso ao se deliciar com a lascívia que aquela jovem lhe provocava. Com gosto, continuou lambendo por vários minutos aquela abertura.
Que delícia que essa buceta tem! —pensava consigo o dono daquelas terras—. Ela é tão gostosa e cheirosa pra caralho.
Durão, enfeitiçado, não parou até fazer explodir aquele poço de suco leitoso e afrodisíaco.
Se Dom Justo era o dono daquelas terras, Maria Luísa era a dona dele.
Dom Justo tava metendo de quatro, batendo sem parar a pélvis dura dele nas nádegas macias, redondas e bem empinadas da mulher, quando de repente ela perguntou:
—Você casaria comigo?
A pergunta pegou o homem totalmente de surpresa: "¡¿Divorciar da esposa?!" Ele nunca tinha pensado nisso.
E talvez fosse pela situação em que ele tinha perguntado. Quando as carnes de homem maduro batiam contra as nádegas de uma mulher jovem. Naquele momento em que o pau dele entrava e saía daquela buceta tão apertada, gostosa e quente. Aproveitando o delicioso prazer do vai e vem, desejando conseguir a tão esperada e necessária expulsão da porra dele. O homem decidiu na hora.
Pouco tempo depois, Dolores, que foi esposa do Dom Justo por vinte e cinco anos, saía arrasada daquele rancho que por tanto tempo considerou seu lar. Daniel, único filho do casamento, a seguia, e no rosto dele dava pra perceber a raiva que sentia do pai e daquela amante dele, uma novinha que era até mais nova que ele.
A gostosa e inteligente conseguiu. A inteligência dela a livrou do pai ciumento, enquanto o corpinho jovem e delicioso a transformou na esposa de Dom Justo, com quem se casou logo depois que a ex-mulher, sofrida e acabada, concedeu o divórcio. O homem não podia deixar passar uma oportunidade dessas. Era óbvio que a mulher era única, capaz de fazer ele sentir o mais gostoso dos prazeres sexuais na cama e fora dela. Ela fazia ele se sentir jovem de novo. A pena que causaram na (antes) amada esposa e no filho único não foi obstáculo — Dom Justo conseguia deixar isso de lado só pra saciar a necessidade de homem dele.
Tempo depois, a antes Huícha (apelido pelo qual nunca mais seria chamada), ficou conhecida como "a Patroa", a Senhora daquele rancho. Enquanto seu agora marido, Dom Justo, dava ordens aos trabalhadores montado em seu cavalo azabache conhecido como "o Preto", ela, em seu quarto, também montava, mas em cima de um jovem macho. Porque era de se esperar que aquela não se saciaria só com o que o homem maduro pudesse lhe oferecer. Com os longos cabelos voando ao vento, a mulher do patrão cavalgava o jovem como se fosse um potro, guiando-o para que a comesse melhor que ele. A Patroa conduzia a trepada tão bem quanto seu marido comandava o rancho, e fazia isso naquela cama de casal que, pela sua ornamentação luxuosa, bem poderia ser considerada o trono daquela rainha, uma Rainha do Colchão, pois, apesar de agora ser toda uma Senhora, Maria Luísa nunca deixaria de ser uma mulher de sangue quente.

María Luisa era mais conhecida como Huicha, lá onde morava. Tinha um cabelo preto longo e farto, um corpo lindo de pele morena clara, e era a mulher com o sangue mais quente de San Nicolás de los Palos.
Naquele momento, eu tava prestes a estrear outro virgem adolescente.
—Vamos lá, me mostra ela —disse ela pro jovem que estava na frente dela.
O garoto, meio nervoso, abaixou o zíper com dificuldade, porque ele travou mais de uma vez. Quando finalmente os dentes do zíper se separaram, deixaram escapar o convidado de honra. A ponta cabeçuda pulava gostosa sem que o dono conseguisse controlar essa ação.
Huicha, ajoelhada diante dele, sabia muito bem que precisava agir rápido, porque não queria que ele gozasse seco. O moleque era um novato que os amigos tinham levado com a tal pra perder a virgindade.
A boquinha da garota experiente se apresentou pro "amigo" com um beijo bem na pontinha.
—Nossa, tá molhadinho e quentinho —disse a garota com malícia.
Pelo buraco do aparelho masculino saía uma babinha própria da autolubrificação. Ao afastar os lábios, eles levaram consigo um fiozinho do líquido viscoso e os dois riram.
Huicha sabia como quebrar o gelo, principalmente com os mais tímidos e inexperientes, pra deixar eles à vontade.
Depois de babar ele todo, engoliu. A Huicha engolia tanta pica quanto a melhor puta. O que seus clientes não sabiam é que, mesmo sem pagamento no meio, ela faria isso por pura necessidade, pois era uma mulher de sangue quente.
O gurizinho, que naquela tarde estava se tornando homem, via estrelinhas enquanto afundava (ou pelo menos parte dele) naquela buraqueira molhada. A boca de Maria Luísa parecia um túnel de prazer infinito que o sugava com força, mas sempre de olho pra ele não gozar. A experiente sabia como tratar cada um. Com um cara mais vivido, ela se dava ao luxo de devorar; babar tudo; chupar com gosto, bater uma punheta violenta e se engasgar com ele por vários minutos, até horas. Já com um inexperiente igual aquele moleque, ela sabia ir devagar. Primeiro, bem lento pra deixar ele no ponto, mas depois aumentava o ritmo e a força da sugada no pau dele, cuidando pra não chegar no limite do gozo. Tudo isso era só pra preparar ele pra invasão da buceta molhada dela.
Huicha se pelou toda, pra alegria dos olhos do seu convidado. Já pelada, abriu as pernas em cima da cama, como se tivesse convidando ele pra meter nela.
No entanto, o moleque ficou parado ali, sem saber o que fazer.
—Ô, vem aqui —ela teve que dizer pra ele.
O novinho se aproximou dela com o pau bem duro, o que claramente o atrapalhava pra andar, já que não tava acostumado com aquilo. Quando chegou perto da mulher, ela pegou na rola dele e colocou manualmente na entrada da sua buceta suculenta.
Apertadinha, molhada e quentinha, foi assim que sentiu as boas-vindas ao mundo dos homens que a Huicha, gostosa, dava pra ele.
—Assim, papai, tampa esse buraquinho pra mim, ahhhmmm... — dizia aquela.
—Que delícia do caralho isso, ufff! Não acredito, aaah...! —gritava o sortudo.
Os movimentos da cópula, influenciados pelo instinto do jovem, começaram a acelerar em busca da satisfação completa.
—Calma, calma... vai devagar, vai aos poucos... isso, assim — instruía a professora, enquanto contraía e relaxava os músculos pélvicos. Com esse ato, ajudava o garoto a não perder a excitação, mas sim a diminuir o ímpeto.
Foi assim que o noviço se deu ao luxo de penetrar a Huicha de perninhas no ombro; de quatro; servir de montaria pra essa cavaleira tão experiente, e oferecer as coxas como trono pra essa rainha tão popular, que dava sentadas gostosas e estalantes.
—Já, meu bem, agora sim, jorra esse teu gozo em mim, auh! —disse a vigorosa amazona, assim que chegou o momento.
Aquele garoto foi um discípulo tão bom que explodiu quando sua instrutora mandou.
—Que delícia! Quentinho, do jeito que eu gosto —disse ela ao sentir a semente morna dentro dela. Quando era óbvio que eram virgens, não os obrigava a usar camisinha. Era um privilégio desse tipo de cliente; mas se já eram sexualmente ativos, ela exigia. De qualquer forma, ela tomava anticoncepcionais, a Huicha era esperta o bastante pra evitar uma gravidez indesejada.
Depois do desacoplamento, a Huicha lambeu os restos que ficaram na piroca do recém-estreado.
—Hmmm... Isso sim que é puro leite condensado —ela disse enquanto lambuzava os lábios, era uma frase que só dizia pros mais novinhos. O garoto, sem saber disso, sorriu feliz e exausto, sabendo que algo que seu corpo tinha produzido era tão gostosamente saboreado.
Depois daquela iniciação, a Huicha ainda montou em outros três caras naquela mesma cama, um atrás do outro.

Assim ela ganhava uma boa grana, curtindo o pleno exercício sexual do corpo dela. A maioria dos homens da região já tinha comido ela, pelo menos uma vez, de modo que não era surpresa que a fama dela fosse além daquele lugar. De outros povoados vizinhos também vinham vê-la pra se aliviar, ou por simples curiosidade turística. Por aí se dizia: “Se você não comeu a Huicha, então não conhece San Nicolás de los Palos”. Essas visitas frequentes fizeram dela uma mulher livre de apertos financeiros, porque, nada boba, ela soube tirar proveito econômico do seu corpo desejável, ao mesmo tempo que aliviava seu sangue quente que por si só já a fazia querer ter um pau dentro o tempo todo. No entanto, mesmo assim ela vendia tamales e atole (muito gostosos, por sinal) quando a noite chegava. Isso como uma fachada pra familiares e vizinhos, embora também fosse um jeito de ganhar novos clientes pro outro negócio, pois era ali que a localizavam e combinavam o encontro. É óbvio que nunca faltavam consumidores, então a barraca dela vivia rodeada de clientela masculina. María Luisa, vulgo a Huicha, era uma jovem mulher felizmente independente e realizada. Pelo menos até aquele momento.
Rodeada como sempre por uma variedade de clientes homens, à noite, a Huicha curtia uma conversa animada e bem aberta, enquanto servia o mingau e distribuía os tamales de diferentes sabores.
—Ei, cê topa um quarteto com a gente? —perguntou um dos clientes, apontando pra dois amigos jovens dele.
—Sim, claro, pra quando? —disse a garota sem vergonha.
—Põe agora de uma vez.
Não, cê sabe que não trabalho à noite. Além disso, tô exausta. Aguentei sete hoje o dia inteiro. Mas se quiserem, amanhã bem cedinho dou um jeito pra vocês. Vou abrir um espacinho na minha apertada..." — e aqui ela fez um gesto safado, mordendo o lábio inferior, enquanto apertava um dos punhos, dando a entender o duplo sentido — "...agenda.
—Órale, bora —responderam os três, super empolgados e quase em uníssono.
A vida era muito satisfatória praquela guria alegre e sem vergonha, e ela não pedia mais nada.
Na manhã seguinte, a novinha varria a calçada dela pra começar o dia. Tava longe de imaginar que aquele dia ia virar de cabeça pra baixo.
Um homem de uns cinquenta anos caminhava pela rua deserta e vinha na direção dela. Vestia roupas velhas e meio sujas. Só quando ele chegou a um metro de distância ela percebeu, embora tenha demorado mais um segundo pra reconhecer: era o pai dela.
Por que ele tá aqui? Deram dez anos pra ele", pensou Huicha.
—O que cê tá fazendo aqui? Não me diga que cê fugiu — foi a primeira coisa que a filha dela disse.
—Não, fica tranquila. Me deixaram sair por processo indevido —disse ele.
Sabino não via ela há cinco anos, desde que foi preso. Tinha ordenado pra esposa nunca levar a filha nas visitas, não queria que os outros presos ou até os guardas ficassem de olho nela. Depois a esposa morreu e Maria Luísa ficou sozinha, mas agora Sabino tinha voltado.
O grandalhão abraçou a filha levantando ela no ar. As lágrimas dele brotaram.
—Mas olha só, que grandona você já tá! Que gostosa, minha filha! —disse Sabino, cheio de orgulho.
Já tomando café e tomando café da manhã na cozinha da casa dela, continuaram conversando.
—E aí, me conta, o que você fez nesses anos? Como vão seus estudos? — perguntou Sabino.
—Pô... a real... larguei a escola —respondeu Huicha.
—Mas como?
—Sim, é que eu era muito burra e... bom, então resolvi meter a cara no trampo.
—Não fala isso, você saiu tão inteligente quanto sua mãe — ele disse, enquanto mordia o taco.
—Tô me virando vendendo tamale e atole, e não tô indo tão mal — ela disse, e um sorriso malicioso se formou no rosto dela ao pensar qual era o verdadeiro negócio dela.
—Pois a partir de agora, nada disso, você vai voltar a estudar. Eu vou começar a trampar pra não te faltar nada e você poder continuar com seus estudos — disse com toda autoridade Sabino.
A filha dela concordou, mas por dentro ficou puta de ouvir aquilo. Era óbvio que o estilo de vida dela tava chegando ao fim.
Bateram na porta. Sabino se levantou pra abrir, quando a mina caiu na real de quem eram. Eram os "amigos" com quem ela tinha combinado de se esfregar naquele dia.
—Eu abro! —gritou Huicha, ao mesmo tempo que, apressada, passou na frente do pai.
Bem na hora, foi ela quem abriu a porta. Os três caras, com cara de quem tavam morrendo de rir, já iam entrando quando a mina parou eles na hora.
—Não, espera aí. Vocês vão ter que me desculpar, mas não vai dar —falou pra eles.
Um dos jovens conseguiu ver o Sabino lá dentro e achou que ele tinha passado na frente deles na fila.
—Mas já tínhamos combinado! —disse o garoto, irritado.
Quando os olhares do homem maduro e do jovem impetuoso se cruzaram, expuseram a irritação que cada um sentia pela presença do outro.
—É, mas meu pai acabou de chegar, então... vocês têm que entender que... — disse em voz baixa a garota constrangida, tentando se explicar.
—Ah, é a sua...
—Sim, então... — disse e, sem dizer mais nada, fechou a porta na cara deles.
O Sabino tinha mudado o humor depois de ver aqueles moleques. Começava a desconfiar dos passos que a sua novinha andava dando.
—Quem eram? —perguntou Sabino, desconfiado.
—Ah... bom... bom, uns amigos —respondeu ela, meio nervosa.
—Não me venha com essa de que já tá de namorada. Não quero te ver com rapaz nenhum, entendeu?! Não quero que estrague sua vida. Você precisa fazer uma carreira. Os tempos de hoje não são mais como os de antigamente. Se quer se dar bem na vida, tem que estudar — e aquilo foi só o começo de um sermão e tanto que Sabino deu na filha.
Era evidente que com a presença do pai dela, nada mais seria igual pra famosa Huicha.
Dias depois, Maria Luísa, junto com o pai, deixava aquele povoado onde era tão conhecida; o trabalho dela tinha custado caro, mas o que podia fazer. Tinha que obedecer ao velho. Mesmo que com isso se afastasse da galera que consumia os serviços dela, e que até precisava dela.
Agora iam se mudar por causa do novo emprego do pai dela. Graças a um velho amigo, o Sabino tinha conseguido trampo num rancho. Rancho Alegre chamava, e ainda iam ter onde morar por lá, porque ofereceram um quarto pra eles. O homem ia ficar responsável por cuidar dos bichos e ajudar nos serviços da horta.
Já instalados no rancho, o Sabino matriculou a filha num colégio de ensino médio, pra ela terminar o segundo grau e assim poder entrar numa faculdade. Pelo menos esses eram os planos dele.
—Quero que, saindo da escola, você venha direto pra casa, entendeu? Nada de ficar com amigas ou rapazes — ordenou pra filha.
Sim, já sei — respondeu Maria Luísa de má vontade, porque não gostava que a deixassem sem graça.
No entanto, como de costume, Huicha logo se destacou. Sua beleza e atrevimento não passaram despercebidos. Mal tinha passado uma semana de aulas e ela já tinha sete caras seguindo ela igual cachorro no cio atrás de uma cadela no calor. Sabino, como qualquer pai ciumento, percebeu que a filha estava em "maus lençóis", já que chegava cada vez mais tarde do que o esperado. Um dia, foi buscá-la direto na escola. Não a encontrando, uma imagem veio à mente dele na hora.
—Onde ficam os motéis mais perto? —ela perguntou.
E foi pra lá.
Não tava errado, só conseguiu pegar a filha e os outros caras a tempo, que já iam felizes pra porta de um motel. Só de ver ela rodeada de vacilão, pronta pra entrar naquele lugar com eles, já acendeu ele. Puxou ela pelos braços na marra, separou dos caras e levou embora.
—Sabia! Sabia que você ia sair uma putinha igualzinha à sua mãe! Desgraçada! Só por causa das suas vagabundagens me jogaram na cadeia — xingou Sabino, ainda arrastando a filha.
—Não fala assim da minha mãe! Ela não teve culpa que seus ciúmes nojentos te levaram a...! —gritou a insurreta, mas foi interrompida por um tapa de Sabino.
O pai enfurecido a deixou calada. Maria Luísa não lembrava do pai ter posto a mão nela antes, mas depois do tapa, lembrou como ele tratava a mãe dela. O pai era um homem violento, já tinha mostrado isso com a mãe, e ela tinha sido testemunha muda.
Desde aquela ocasião, Sabino não deixou mais a filha sair sozinha. Nem sequer permitiu que ela continuasse os estudos como tinha prometido antes. O pai machista e controlador preferia ver a filha sem educação do que transformada na cara viva da falecida esposa, uma mulher tão botadeira quanto galinha choca (segundo diziam).
Por isso, Maria Luísa se dedicou a ajudar ele nos serviços do rancho. Ela passava o dia trancada no Rancho Alegre (embora não tivesse nada de alegre pra ela naqueles dias).
Depois de um mês sem pica, o sangue ferveu nela que nem água no fogo. De noite, Maria Luísa se descobria e, ficando só de calcinha, enfiava o dedo por baixo dela. A calcinha molhava na hora.
—Porra, e pra piorar a gente dorme no mesmo quarto! —dizia a pobre moça, olhando pro pai que dormia a poucos metros.
Ela se via privada da intimidade necessária pra se dar uma boa siririca. Mesmo assim, não parava de se tocar na perseguida à noite, embora abafasse seus gemidos de tesão que ela mesma provocava. Com uma das pontas dos dedos, começava a esfregar o clitóris imaginando que era a ponta de um pau. Depois, usando dois dedos, masturbava ele, se estimulando ao máximo.
«Ai, não aguento mais! — pensava —. Amanhã mesmo entrego a bunda pro primeiro que pedir», e com esse pensamento acalmou a mente pra finalmente dormir.
María Luisa tinha decidido que ia dar pra um dos peões do rancho. Foi assim que de manhã cedo vestiu um vestido, em vez da calça jeans que usava nas tarefas de colheita. Claro, também se maquiou e arrumou o cabelo com a intenção de atrair o sexo oposto.
A moça colhia maçãs de uma das árvores do pomar vestindo só aquele vestido justo que marcava sua silhueta curvilínea, sem calcinha nem sutiã por baixo. Assim ela pensava em atrair um macho disposto. E não se enganou, teve um homem que a olhou com olhos alegres.
Essas coxas bem torneadas e essa raba empinada dariam vontade em qualquer um, chamavam atenção na hora. Convidavam sem dúvida a morder, apertar, se acabar nelas.
«Ah, filho da puta! Que rabão gostoso essa potranca tem!», pensou consigo mesmo Seu Justo, homem de 50 anos e dono do Rancho Alegre, que a cavalo inspecionava o trabalho feito em sua terra. Como todas as manhãs, percorria seu rancho para supervisionar seus trabalhadores, e naquele dia teve tanta sorte que deu de cara com aquela garota.
O homem desceu do cavalo e olhou de baixo pra cima as pernas bem torneadas da gostosa que, em cima de uma escada de madeira, terminava de colher a última fruta e já se preparava pra descer quando o chefe se aproximou dela.
—Vamos, mija. Com cuidado, não vá cair —disse o homem, ao mesmo tempo que a pegava pela cintura "pra ajudar ela".
—Ai! —gritou a jovenzinha surpresa. Era verdade que a atenção de um homem era exatamente o que ela queria, mas Dom Justo não tinha sido seu alvo inicial—. Ah, é o senhor, patrão.
Nunca tinham sido apresentados, embora Maria Luísa o conhecesse de vista. Ele, por outro lado, não tinha reparado na garota até aquele momento. Não fazia ideia de que uma gostosa daquelas trabalhava nas terras dele.
Os olhares com que Dom Justo examinava a tal não passaram despercebidos para Maria Luísa, que conhecia bem o que sua óbvia beleza de "mocinha" causava no sexo oposto. Fiel ao seu jeito, e esperta como a mãe, mesmo que o homem mais velho não fosse seu alvo, um brilho malicioso surgiu no olhar dela — aquele mesmo que, lá na terra dela, a transformava na Huicha.
E assim, se aproximando do homem, que pela idade podia ser pai dela, ela disse:
—Ei, patrão, cê me faz um favor? —perguntou com um jeito provocante a devassa.
Minutos depois, atrás de uns arbustos: A Huicha cavalgava vigorosa e trepidante naquele falo fibroso, o falo de Don Justo, que, apesar da idade, dava o que a fogosa guria precisava. Os dois tinham deixado a roupa de lado e, completamente pelados, davam exatamente o prazer que o corpo pedia. Dava pra ver que os dois curtiam; ele aproveitava aquela chance de foder uma novinha trinta anos mais nova, ela só queria pica.
Enquanto o cara olhava nos olhos da novinha que naquele momento montava nele, ele percebeu que nunca tinha visto uma mulher tão fogosa, tão tesuda quanto ela. Era mais que gostosa e delicadinha, sabia trepar como nenhuma outra que ele já tinha conhecido. Tava cheia de pegada, e isso contagiava ele. Era claro que essa era a natureza dela, e aquilo o deixou fascinado.
Comandando aquele acasalamento, Maria Luísa fez os dois rolarem na grama, sem que o pau saísse dela, e assim o homem ficou por cima. Ela ergueu as pernas então, apoiando as panturrilhas nos ombros do macho que a penetrava. O homem comeu como há tempos não comia. Ver o rosto extasiado daquela garota já era um prazer por si só. Aquela era uma fodida selvagem, nada parecida com o que ele fazia com a esposa. O homem maduro, mas vigoroso, comia e comia, resistindo à vontade de gozar. Mas de repente, uma pancada forte acertou em cheio o crânio do Don. Tinha sido uma porrada feita com uma pá.
Sabino ainda segurava aquela ferramenta enquanto olhava furioso pra filha, que ainda estava de pernas abertas na grama. O pai daquela gostosa parecia que ia espumar pela boca, mostrando toda a raiva que sentia por dentro.
—Sua desgraçada! —gritou Sabino quase ao mesmo tempo em que levantava a pá novamente, mas apontando-a para a própria filha.
Sabino estava fora de si.
María Luisa mal conseguiu se levantar a tempo e fugir, movida pelo puro instinto de sobrevivência. No entanto, enquanto corria, uma ideia lhe veio à cabeça.
Assim que encontrou outros trabalhadores, começou a gritar:
— Pelo amor de Deus, me ajudem!
Os homens, que estavam colhendo frutas, viraram-se para olhar ela, ficando surpresos com a nudez dela.
—Ele quer me estuprar, pelo amor de Deus, me ajudem! —gritava desesperada.
Como Sabino vinha por trás dela com a pá nas mãos, tentando atacá-la, os outros caras não hesitaram e seguraram ele.
María Luisa deu a performance da vida dela.
—Meu pai tentou me estuprar! —ela disse, e desabou em lágrimas, enquanto com os braços tentava cobrir o corpo nu e se encolhia toda.
—Não é verdade... sua vadiazinha desgraçada, não seja mentirosa! Vai, conta pra eles, conta como eu te encontrei!
Os trabalhadores, que foram acompanhados por outros, homens e mulheres, quando perceberam a confusão, imediatamente ficaram do lado da filha, cobrindo ela como podiam. Fizeram ouvidos moucos pro cara que tentava se explicar.
Começaram a intimidar ele, e Sabino foi vítima da pedrada que muitos dos presentes deram. Maria Luísa, porém, não saiu do seu papel de vítima e não fez nada pra defender o pai dela.
Mais tarde, o patrão do rancho já tinha se recuperado o suficiente pra dar o depoimento. Convenceu todo mundo da versão da Maria Luísa, que ele apoiou, acusando o Sabino de ter batido nele quando ele tentou ajudar a pobre moça contra o pai abusador dela.
Segundo Dom Justo, enquanto ele andava pela horta, conseguiu ouvir ela pedindo socorro e, quando foi ver o que era, viu o Sabino tentando abusar da própria filha dele. Ele, na hora, tentou impedir, mas o outro deu uma porrada nele.
Apesar de certas incongruências, como ter sido encontrado pelado, as autoridades deram total credibilidade ao que Dom Justo disse. Prenderam Sabino, que assim voltou pra cadeia. Dom Justo tinha recursos e influência suficientes na cidade pra fazer a versão dele prevalecer.
A partir daí, ele e Maria Luísa mantiveram um caso às escondidas da esposa e do filho do homem. Maria Luísa o tinha enfeitiçado com a buceta que possuía entre as pernas, e Seu Justo não perdia tempo, afundava a cabeça grisalha entre aquelas coxas carnudas. O homem experiente se deliciava com a racha sempre molhada da garota.
—Você tem um pote de mel entre as pernas —dizia ele entre goles, Dom Justo, e era sincero.
O homem, casado há vinte e cinco anos e pai de um único filho, não muito mais velho que a mulher que tinha na frente, esquecia esse compromisso ao se deliciar com a lascívia que aquela jovem lhe provocava. Com gosto, continuou lambendo por vários minutos aquela abertura.
Que delícia que essa buceta tem! —pensava consigo o dono daquelas terras—. Ela é tão gostosa e cheirosa pra caralho.
Durão, enfeitiçado, não parou até fazer explodir aquele poço de suco leitoso e afrodisíaco.
Se Dom Justo era o dono daquelas terras, Maria Luísa era a dona dele.
Dom Justo tava metendo de quatro, batendo sem parar a pélvis dura dele nas nádegas macias, redondas e bem empinadas da mulher, quando de repente ela perguntou:
—Você casaria comigo?
A pergunta pegou o homem totalmente de surpresa: "¡¿Divorciar da esposa?!" Ele nunca tinha pensado nisso.
E talvez fosse pela situação em que ele tinha perguntado. Quando as carnes de homem maduro batiam contra as nádegas de uma mulher jovem. Naquele momento em que o pau dele entrava e saía daquela buceta tão apertada, gostosa e quente. Aproveitando o delicioso prazer do vai e vem, desejando conseguir a tão esperada e necessária expulsão da porra dele. O homem decidiu na hora.
Pouco tempo depois, Dolores, que foi esposa do Dom Justo por vinte e cinco anos, saía arrasada daquele rancho que por tanto tempo considerou seu lar. Daniel, único filho do casamento, a seguia, e no rosto dele dava pra perceber a raiva que sentia do pai e daquela amante dele, uma novinha que era até mais nova que ele.
A gostosa e inteligente conseguiu. A inteligência dela a livrou do pai ciumento, enquanto o corpinho jovem e delicioso a transformou na esposa de Dom Justo, com quem se casou logo depois que a ex-mulher, sofrida e acabada, concedeu o divórcio. O homem não podia deixar passar uma oportunidade dessas. Era óbvio que a mulher era única, capaz de fazer ele sentir o mais gostoso dos prazeres sexuais na cama e fora dela. Ela fazia ele se sentir jovem de novo. A pena que causaram na (antes) amada esposa e no filho único não foi obstáculo — Dom Justo conseguia deixar isso de lado só pra saciar a necessidade de homem dele.
Tempo depois, a antes Huícha (apelido pelo qual nunca mais seria chamada), ficou conhecida como "a Patroa", a Senhora daquele rancho. Enquanto seu agora marido, Dom Justo, dava ordens aos trabalhadores montado em seu cavalo azabache conhecido como "o Preto", ela, em seu quarto, também montava, mas em cima de um jovem macho. Porque era de se esperar que aquela não se saciaria só com o que o homem maduro pudesse lhe oferecer. Com os longos cabelos voando ao vento, a mulher do patrão cavalgava o jovem como se fosse um potro, guiando-o para que a comesse melhor que ele. A Patroa conduzia a trepada tão bem quanto seu marido comandava o rancho, e fazia isso naquela cama de casal que, pela sua ornamentação luxuosa, bem poderia ser considerada o trono daquela rainha, uma Rainha do Colchão, pois, apesar de agora ser toda uma Senhora, Maria Luísa nunca deixaria de ser uma mulher de sangue quente.
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