Domingo 1:40 da tarde. Parece que tinha dormido bastante, não sabia o que aconteceu ontem à noite, não lembrava direito. Tava toda grudenta, cheirando a álcool e minha cabeça doía um pouco. Bom, melhor tomar um banho, já era tarde e tava com fome... Depois do banho, decidi andar pela casa com uma camisa aberta até o meio da barriga e um short curto. Pelo visto, não tinha ninguém. Abri janelas e cortinas pra casa ficar mais fresca, coloquei uma música, já que tava sozinha mesmo, sem problema. E, mesmo sendo tarde, preparei um omelete. Nesse ponto, ainda não lembrava direito do que aconteceu ontem à noite, só lembro da festa, do meu alcoolismo e que dormi no carro. Peguei meu telefone e liguei pra Juliet, acho que ela já tava acordada também. Demorou um pouco pra atender, mas finalmente atendeu:
— Oi, oi! Como foi ontem à noite? Você sumiu do meu radar.
— Não vai acreditar no que aconteceu, amiga, meu Deus. O cara com quem eu fui era do segundo ano, hum hum.
— A gente foi pra longe, quase perto do mirante. Ele disse que a vista é linda e, puta merda, é linda mesmo. A gente conversou, de mãos dadas, depois veio o beijo, e ele foi me esquentando. Me pegava pelo pescoço, apertava minha bunda gostoso pra caralho. Num momento, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e, Deus, acho que esse menino treinava com alguma boneca porque me masturbou tão gostoso que me fez gozar três vezes.
Quando Juliet contou tudo isso, comecei a lembrar de tudo que aconteceu comigo ontem à noite, o que fiz com meu padrasto e o que ele fez comigo. Fiquei chocada.
— Camila, Camila, você tá bem? Camila, ainda tá aí?
— Ah, sim, sim, desculpa.
— O que foi? Você ficou calada, por um momento pensei que tinha ido embora. Aconteceu alguma coisa ontem à noite?
— Tem muita coisa que preciso te contar, mas prefiro que não seja aqui em público. Dá pra te ver?
— Pode ser hoje às 4. Minha mãe não vai estar em casa e a gente pode conversar direito.
— Beleza, te vejo nessa hora. Preciso mesmo desabafar com alguém...
Tinha terminado de comer. O remorso ou a culpa estavam me invadindo. Corpo. Fiquei na sala, deitada no chão, pensando no que fiz. Uma parte de mim queria que tivesse acontecido, e a outra não. Naquele momento, tava indecisa, porque tinha gostado sim. Gostei de tudo, e só de lembrar, meu corpo ficava excitado. Não conseguia parar de pensar, e meu corpo tava reagindo. Minhas mãos percorreram suavemente meus peitos, a mão direita brincava com meu mamilo direito, a mão esquerda descia pela minha barriga, acariciava devagar minha pélvis. Eu tava gemendo baixinho, mordendo meus lábios 🫦. Apertava meu mamilo com força e minha cintura se arqueava. Minha mão terminou de descer até minha buceta, tocava com cuidado meu clitóris e meus lábios. Cada vez eu gemia mais forte, até que enfiei dois dos meus dedos 🤟🏻. Tirava e colocava, o som de pisar numa poça d'água se fazia presente. Cada vez mais rápido, e eu gemia mais alto. Minha cintura não conseguia se arquear mais, e meu mamilo tava tão sensível que eu tava chegando no ápice. Não aguentava mais. Só gritei, e o orgasmo veio. Tava toda molhada, e a única coisa que consegui dizer foi: (Porra!! Sou um nojo.)
Eram 3:30 e ninguém chegava, então fechei tudo e peguei minhas chaves, afinal não queria estar em casa naquele momento. O dia estava lindo, o céu cheio de nuvens, parecendo algodãozinho. Tinha um ventinho refrescante e as árvores balançavam suavemente. Eu adorava a casa da Juliet, porque onde fica tem muita vegetação, tem um parque onde todo mundo passa, e as outras casas, junto com a dela, são cheias de plantas e flores lindas. Minha casa eu gosto, e minha mãe capricha na decoração, mas tem algo que essas daqui ganham. Bom, cheguei e a Juli já estava me esperando — Oii!!! Oi, gostosa!! — Olha só, cada dia mais bonita. Me conta o que houve, você parece mais calma. Deixa eu entrar primeiro, né? Aqui fora todo mundo vai ouvir. A Juli me levou pra uma parte do quintal dela. É que a casa dela é meio grande, os pais dela nadam em dinheiro. Como eu dizia, ela me levou pra um cantinho do quintal onde ela passa bastante tempo. — Senta aqui, preparei uma água de melão e sei que você adora fruta com pimenta, deixei um prato pronto. Se quiser mais, tem um monte ainda, haha 😅 (Um nó se formou na minha garganta, porque nenhuma garota tinha tido esse cuidado comigo antes. Como eu disse, não tinha muitas amigas.) Valeu, Juli, por tudo isso. Às vezes sinto que sou um peso. — Tá brincando, Cami? Assim como você, eu quase não tenho amigas. Todas que ficam comigo só querem meu dinheiro. Você é a amizade mais sincera e boa que já tive. Não consegui me segurar, levantei e abracei ela. Ela me abraçou com tanto amor que me lembrou minha irmã, do jeito que ela demonstrava carinho. — Bom, o que você ia me contar? Você sempre me deixa curiosa. Lembra do sábado que meu padrasto se ofereceu pra levar e buscar a gente? Bom, me buscar, já que você foi embora. — Claro, lembro disso. E daí? O Braun e eu quase transamos. (A Juli começou a tossir violentamente, engasgada.) — !!!O quê!!! Como assim? Me conta tudo! É, deixa eu baixar o short e a calcinha. Muito engraçadinha, você não tava lá. Mas eu tava bem bêbada, não lembro como andei até o carro. Ele me levou pra praia, mais especificamente pra costa. Eu fiquei com tesão e comecei a masturbar ele. Tinha um pau enorme, Juli. Aquela coisa pesava e soltava um monte de líquido pré-gozo, lubrificou pra caralho. — Ahhh, como eu queria ter sido eu. Eu ia chupar ele ali mesmo, mas ele me pegou pela cintura e, num movimento rápido, me carregou e me levou pro carro. Lá, ele mandou eu terminar de chupar ele, e, meu deus, quase não cabia, mas consegui. — Conta, conta. Quando seu padrasto gozou, foi dentro da sua boca? — Sim. — E você tomou tudo? — Não foi muito, talvez nem meio copo. Mas o que fez eu não conseguir lidar com tudo foi que ele enfiou até a garganta. — Bom, e como você se sente sobre isso? — Meio mal. Como você quer que eu me sinta? Como vou olhar nos olhos dele? Ou se minha mãe descobrir, ela me expulsa de casa. — Sabe, se você quer que o Braun continue na sua mão, porque é assim que tá. Se ele realmente não se importasse com você, não teria deixado você fazer nada no sábado. — E o que eu supostamente devo fazer? — Amanhã à noite tem jogo de beisebol. Por que você não fica com ele e vê que vão fazer tudo, menos assistir o jogo? — Você tá sugerindo que eu dê pra ele ali mesmo, né? — É o seu maior desejo. Me acompanha um momento até meu quarto e me ajuda com a fruta. Ajudei a Juli com a fruta, lavei obviamente os pratos que sujamos. Mas enquanto eu fazia tudo isso, ela sumiu do meu campo de visão. De repente, meus olhos estavam tapados. No ouvido, recebi umas palavras: — Oi... — O que você tá fazendo? Não tô vendo nada. Fechei como pude a torneira. — Vem comigo, anda. Comecei a andar, não sabia pra onde ela me levava. Não era pro quarto dela, isso era claro. — Mmm, Camila, você cheira tão gostosa. Sempre que te vejo, olho pra uma garota frágil, tímida, e como sua amiga, quero te proteger. Ah, ah, Juli, o que suas mãos tão fazendo? Pra onde você tá levando sua mão?
- Deixa eu fazer uma coisa, Camí, tapa teus olhos com essa venda, e você vai me dizer o que eu tô fazendo. Ahhh, vamos, cê sabe que eu não sou muito boa em sexo lésbico. - Sabe, Camí, teu pescoço tem um gosto delicioso, e você tem uns peitos fabulosos. Paa...ra, ah, vamos, pa..ra.. com isso. - Teu corpo não me engana, nem você, cê tá molhada. Juli começou a brincar com meus peitos, e a mão dela já tava chegando na minha buceta, enquanto eu, do outro lado, tava toda excitada. Me beija, preciso que você me beije. A gente se beijou, e a mão dela sabia muito bem como me tocar. Ai, meu Deus, Juli, que gostosa, não para, vamos, não para, ah, ah, ah. - Cê gosta, cê gosta do jeito que eu tô fazendo? A gente tava no chão, se beijando como loucas, se tocando. - Deus, Camí, sim, teus dedos me deixam louca, vamos, sim, sim, sim, me fode. Não sei se por sermos mulheres a gente sabia onde eram nossos pontos, mas a gente tava tão excitada que Juliet tava chupando minha buceta. Ai, Deus, Juli, sim, vou gozar, gostosa, sim, não para, não para, ahhhhh. Meu corpo teve outro orgasmo, eu não sabia o que fazer, meu corpo se contorcia, eu tinha gozado pra caralho e meu corpo ficou tão sensível que mal conseguia me levantar. Enquanto eu recuperava o fôlego, virei pra olhar a Juli, e vi ela levando pra dentro da boca o que eram meus fluidos.
- você é tão gostosa, sabia, Camí? Tem um sabor muito doce
Ela se deitou no chão comigo, e nos abraçamos, dava pra sentir o calor do corpo dela e não conseguia soltar
- você me abraça com força, sabia? E... não gosta? Depois de me fazer gozar igual uma fonte, pelo menos me deixa aproveitar o momento
- hahaha brincou
Mas, Camí, eu gosto de estar com você, e nesses momentos me sinto tão quentinha, nenhum garoto me fez sentir o que você está me fazendo sentir agora
Você acha que se eu fosse do sexo oposto, ou você, a gente poderia dar certo como casal?
- Acho que não, ou não sei, mas que a gente se conhecia, a gente conseguiria. Que horas você tem que ir? Que horas são?
- São 7:20. Acho que já tenho que ir
- Bom, eu adoraria que um dia você ficasse pra dormir comigo, a gente poderia fazer várias coisas
- Eu também adoraria. Que tal no fim de semana, ou um desses dias? Eu organizo bem meus horários e te aviso
- Mas me avisa, viu? Assim como você, eu fico sozinha mais de um dia
- Sim, claro que sim. Bom, tenho que ir, se meus pais chegaram, eu já tenho que estar em casa
- Tá bem, vai com cuidado e obrigada por vir. Eu realmente gosto de estar com você
- Até mais
Segui meu caminho, pensando agora no que tinha acontecido. Não me incomodava nem um pouco, porque eu e Juli nos damos bem e o que fizemos me agradou bastante. Nunca pensei que uma garota pudesse me fazer gozar daquele jeito.
O entardecer estava caindo e a vista era linda, mas um sentimento de solidão estava me tomando. Será que me apaixonei pela minha amiga?
Continuei andando e cheguei em casa 🏡. As luzes estavam acesas, então meus pais já tinham chegado.
Fiquei parada na entrada por um momento, ainda pensando naquele sentimento. De repente, a porta se abriu.
- Sim, vou esperar ela lá fora
- Se ela não aparecer, sai pra procurar, já é quase hora do jantar!!!
- Ouhh, oi, gostosa, cadê você tava?
Não queria falar, tinha um nó na garganta. O mundo parecia pequeno e eu sentia como se não ouvisse nada.
- Ei, Camí, você tá bem?
Dei um passo e abracei Braun, e não consegui evitar. Chorar
—Woe, o que foi, amor? Te machucaram?
Balancei a cabeça negando, e continuei chorando sem parar. Estava me desabafando no peito dele, ele me abraçou e ficou me acariciando ali, queria me acalmar, mas eu não conseguia, só chorava e chorava.
—Vamos, filha, vamos pra dentro e conversamos.
Depois de um tempo, subi com o Braun.
—Primeiro de tudo, quero te dizer uma coisa: o que aconteceu ontem à noite, a gente não vai mencionar. Vamos fingir que não aconteceu, ok? Sua mãe estava dormindo ontem quando chegamos. Eu te carreguei até o seu quarto. Vou ser sincero: eu realmente queria transar com você. Você me deixou muito excitado, mas não vou fazer nada que você não queira.
As palavras dele eram claras. Meu padrasto realmente queria sexo, mas se segurava por minha causa, por como eu me sentiria. Era bom que ele buscasse meu consentimento.
—Pai, o que aconteceu ontem à noite não foi fingimento. Eu senti essa excitação por você desde o primeiro dia que a mamãe levou o carro com você. Sempre te observei, e notei como você me olha, como você me vê o tempo todo. Posso até apostar que você ficava atrás da porta para me ouvir quando eu me masturbava. O de ontem é verdade, ninguém vai saber, só você e eu. E pra ser sincera também, eu queria que você me fodesse.
—Bom, já estamos esclarecidos. Agora me conta por que você veio toda triste.
—Acho que me apaixonei por alguém.
- E o que tem de errado? Será que o garoto não gosta de você?
Não podia contar pra ele que a Juliet era a pessoa de quem eu gostava, só fui na onda.
- Não é isso, pai, é que a companhia dela me faz bem. Ela me ofereceu pra ficar hoje, mas tô confusa, porque como vou saber se a outra pessoa gosta de mim de verdade e não é só um jogo?
- Filha, o que vou falar vai soar feio, mas a gente nunca sabe até que acontece.
Meu pai me abraçou pra me consolar pelo que rolou, deitou na minha cama e eu não resisti em deitar do lado dele. Tava me sentindo meio cansada porque tinha tido 3 orgasmos num dia, e andar e chorar também gasta energia.
- Sei que você não gosta que eu fique no seu quarto, mas hoje foi um dia pesado com sua mãe, então deixa eu descansar um pouco.
- Sem problemas, pai, fica aí. Deixa eu ligar o ar condicionado pra ficar mais suave pra nós dois.
- Nós dois? O que você tá planejando? Sua mãe tá lá embaixo, se ela ouvir ou perceber que eu não tô lá, vai começar a desconfiar.
- Relaxa, mãe tá com as plantas dela. Você sabe que ela demora ali, e depois vai tomar banho. Mãe é tão previsível.
- E o que você quer ou planeja fazer?
Subi em cima dele, minha bunda encostando no pau dele, comecei a rebolar. Ele começou a pegar nas minhas tetas, brincando com meus bicos. Pelo visto todo mundo gosta dos meus bicos. Ele tirou as mãos bem rápido e colocou na minha bunda, apertando.
- Que bunda firme que você tem, quero provar.
- Quer provar a bunda da sua filha, papai?
Ele abaixou o short que tava usando e o pau dele apareceu. Eu também tirei meu short e baixei a calcinha. Fizemos a posição do 69. Ele começou a tocar minhas coxas devagar, sentia ele beijando minhas pernas e acariciando. O pau dele tava bem duro e de novo se lubrificava fácil. Num momento, com os dedos, ele abriu minha buceta e começou a lamber, enfiando os dedões dentro.
- Ai, papai, isso! Que gostoso, papai, como você come minha buceta!
Eu tava com aquele pedaço de carne bem colado no rosto, comecei a chupar e dessa vez consegui enfiar ele inteiro na minha boca. Tava tudo indo bem. até que eu me levanto — Deus, Camila, não faz barulho, mas preciso meter em você. Meus olhos brilhavam de alegria porque ia acontecer o que eu tanto queria. Me acomodei na minha cama, ficando na beirada, e levantei minhas pernas, enquanto ele se aproximava e continuava se masturbando. Beijava meu pescoço e acariciava minha buceta, dava pra sentir o pau dele batendo na minha barriga — Acho que você já está lubrificada o suficiente, agora vou devagar, ok? Se doer, me fala. Sim, papai, assenti com a cabeça enquanto batia uma pra ele, o pau dele já estava bem lubrificado.
Enfiei a ponta devagar, eu já tava tremendo com aquilo, tirei e depois enfiei devagar o pau todo, foi assim que a gente ficou, eu tava perdendo o controle, minha mente já tava apagando, depois de uns minutos ele começou a acelerar — Deus, Camila, que buceta gostosa, quase não consigo me mexer mas... sua buceta é uma delícia — Ah, sim, papai, você gosta da minha buceta, seu pau tá batendo em lugares que meus dedos não alcançam — Sim, filha, sua buceta me deixa louco, vou aumentar o ritmo, então respira fundo, porque vou te levar até o fundo. Tive que colocar um travesseiro no rosto porque o ritmo que ele tava metendo era tão rápido que eu não conseguia controlar meus gemidos, cada estocada chegava quase no meu útero — Papai, siiiim, que delícia, pega nos meus peitos também, quero que você aperte eles — Vira de costas, quero ver essa rabuda enorme — Sim, papai, tudo que você quiser
Ajudei ele a enfiar o pauzão dele dentro da minha buceta, ainda tava difícil me acostumar, mas me excitava ver como entrava e saía, ele me metia com força, batia forte na minha bunda, não conseguia pensar em nada, só tava em branco — Deus, Cami, se continuar apertando assim, vou gozar Siiiim, você gosta da buceta virgem da sua putinha? Tava aumentando o ritmo quando ouvi pelo corredor minha mãe gritar Camilaaa!!! — Merda, sua mãe Rápido, rápido, desce Pela pressão, ele tirou o pau da minha buceta muito rápido, o que fez eu soltar um gemido alto — Puta merda, desculpa, vou me vestir rápido e sair pela janela Ah, ah, caralho, tô muito sensível, faz rápido, mamãe vai entrar A maçaneta começou a girar, a porta se abriu devagar e minha mãe já tava entrando, eu tava toda suada e só de top, meu short e calcinha no chão, meu pai saiu rápido pela janela e conseguiu subir no telhado — Ah, desculpa, não pensei que você tivesse, sabe, explorando seu corpo Por que caralho você nunca bate na porta? Ah, que eu, eu ser sua filha não significa que você tem o direito de invadir minha privacidade As coisas podem ficar tensas, ou a gente pode chegar a um acordo, enquanto eu tinha que ganhar tempo pro Braun chegar na cozinha, ou inventar uma desculpa pra ausência dele ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ Beleza, galera, por enquanto é só, espero que tenham gostado, e agradeço também a participação da Juliet e do gênero lésbico, deem muito amor pra esse post pra ele chegar em mais leitores amantes de pornô, como sempre, comentem quantas gozadas eu tirei e deem muito, muito amor, assim vocês me ajudam a crescer
— Oi, oi! Como foi ontem à noite? Você sumiu do meu radar.
— Não vai acreditar no que aconteceu, amiga, meu Deus. O cara com quem eu fui era do segundo ano, hum hum.
— A gente foi pra longe, quase perto do mirante. Ele disse que a vista é linda e, puta merda, é linda mesmo. A gente conversou, de mãos dadas, depois veio o beijo, e ele foi me esquentando. Me pegava pelo pescoço, apertava minha bunda gostoso pra caralho. Num momento, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e, Deus, acho que esse menino treinava com alguma boneca porque me masturbou tão gostoso que me fez gozar três vezes.
Quando Juliet contou tudo isso, comecei a lembrar de tudo que aconteceu comigo ontem à noite, o que fiz com meu padrasto e o que ele fez comigo. Fiquei chocada.
— Camila, Camila, você tá bem? Camila, ainda tá aí?
— Ah, sim, sim, desculpa.
— O que foi? Você ficou calada, por um momento pensei que tinha ido embora. Aconteceu alguma coisa ontem à noite?
— Tem muita coisa que preciso te contar, mas prefiro que não seja aqui em público. Dá pra te ver?
— Pode ser hoje às 4. Minha mãe não vai estar em casa e a gente pode conversar direito.
— Beleza, te vejo nessa hora. Preciso mesmo desabafar com alguém...
Tinha terminado de comer. O remorso ou a culpa estavam me invadindo. Corpo. Fiquei na sala, deitada no chão, pensando no que fiz. Uma parte de mim queria que tivesse acontecido, e a outra não. Naquele momento, tava indecisa, porque tinha gostado sim. Gostei de tudo, e só de lembrar, meu corpo ficava excitado. Não conseguia parar de pensar, e meu corpo tava reagindo. Minhas mãos percorreram suavemente meus peitos, a mão direita brincava com meu mamilo direito, a mão esquerda descia pela minha barriga, acariciava devagar minha pélvis. Eu tava gemendo baixinho, mordendo meus lábios 🫦. Apertava meu mamilo com força e minha cintura se arqueava. Minha mão terminou de descer até minha buceta, tocava com cuidado meu clitóris e meus lábios. Cada vez eu gemia mais forte, até que enfiei dois dos meus dedos 🤟🏻. Tirava e colocava, o som de pisar numa poça d'água se fazia presente. Cada vez mais rápido, e eu gemia mais alto. Minha cintura não conseguia se arquear mais, e meu mamilo tava tão sensível que eu tava chegando no ápice. Não aguentava mais. Só gritei, e o orgasmo veio. Tava toda molhada, e a única coisa que consegui dizer foi: (Porra!! Sou um nojo.)
Eram 3:30 e ninguém chegava, então fechei tudo e peguei minhas chaves, afinal não queria estar em casa naquele momento. O dia estava lindo, o céu cheio de nuvens, parecendo algodãozinho. Tinha um ventinho refrescante e as árvores balançavam suavemente. Eu adorava a casa da Juliet, porque onde fica tem muita vegetação, tem um parque onde todo mundo passa, e as outras casas, junto com a dela, são cheias de plantas e flores lindas. Minha casa eu gosto, e minha mãe capricha na decoração, mas tem algo que essas daqui ganham. Bom, cheguei e a Juli já estava me esperando — Oii!!! Oi, gostosa!! — Olha só, cada dia mais bonita. Me conta o que houve, você parece mais calma. Deixa eu entrar primeiro, né? Aqui fora todo mundo vai ouvir. A Juli me levou pra uma parte do quintal dela. É que a casa dela é meio grande, os pais dela nadam em dinheiro. Como eu dizia, ela me levou pra um cantinho do quintal onde ela passa bastante tempo. — Senta aqui, preparei uma água de melão e sei que você adora fruta com pimenta, deixei um prato pronto. Se quiser mais, tem um monte ainda, haha 😅 (Um nó se formou na minha garganta, porque nenhuma garota tinha tido esse cuidado comigo antes. Como eu disse, não tinha muitas amigas.) Valeu, Juli, por tudo isso. Às vezes sinto que sou um peso. — Tá brincando, Cami? Assim como você, eu quase não tenho amigas. Todas que ficam comigo só querem meu dinheiro. Você é a amizade mais sincera e boa que já tive. Não consegui me segurar, levantei e abracei ela. Ela me abraçou com tanto amor que me lembrou minha irmã, do jeito que ela demonstrava carinho. — Bom, o que você ia me contar? Você sempre me deixa curiosa. Lembra do sábado que meu padrasto se ofereceu pra levar e buscar a gente? Bom, me buscar, já que você foi embora. — Claro, lembro disso. E daí? O Braun e eu quase transamos. (A Juli começou a tossir violentamente, engasgada.) — !!!O quê!!! Como assim? Me conta tudo! É, deixa eu baixar o short e a calcinha. Muito engraçadinha, você não tava lá. Mas eu tava bem bêbada, não lembro como andei até o carro. Ele me levou pra praia, mais especificamente pra costa. Eu fiquei com tesão e comecei a masturbar ele. Tinha um pau enorme, Juli. Aquela coisa pesava e soltava um monte de líquido pré-gozo, lubrificou pra caralho. — Ahhh, como eu queria ter sido eu. Eu ia chupar ele ali mesmo, mas ele me pegou pela cintura e, num movimento rápido, me carregou e me levou pro carro. Lá, ele mandou eu terminar de chupar ele, e, meu deus, quase não cabia, mas consegui. — Conta, conta. Quando seu padrasto gozou, foi dentro da sua boca? — Sim. — E você tomou tudo? — Não foi muito, talvez nem meio copo. Mas o que fez eu não conseguir lidar com tudo foi que ele enfiou até a garganta. — Bom, e como você se sente sobre isso? — Meio mal. Como você quer que eu me sinta? Como vou olhar nos olhos dele? Ou se minha mãe descobrir, ela me expulsa de casa. — Sabe, se você quer que o Braun continue na sua mão, porque é assim que tá. Se ele realmente não se importasse com você, não teria deixado você fazer nada no sábado. — E o que eu supostamente devo fazer? — Amanhã à noite tem jogo de beisebol. Por que você não fica com ele e vê que vão fazer tudo, menos assistir o jogo? — Você tá sugerindo que eu dê pra ele ali mesmo, né? — É o seu maior desejo. Me acompanha um momento até meu quarto e me ajuda com a fruta. Ajudei a Juli com a fruta, lavei obviamente os pratos que sujamos. Mas enquanto eu fazia tudo isso, ela sumiu do meu campo de visão. De repente, meus olhos estavam tapados. No ouvido, recebi umas palavras: — Oi... — O que você tá fazendo? Não tô vendo nada. Fechei como pude a torneira. — Vem comigo, anda. Comecei a andar, não sabia pra onde ela me levava. Não era pro quarto dela, isso era claro. — Mmm, Camila, você cheira tão gostosa. Sempre que te vejo, olho pra uma garota frágil, tímida, e como sua amiga, quero te proteger. Ah, ah, Juli, o que suas mãos tão fazendo? Pra onde você tá levando sua mão?
- Deixa eu fazer uma coisa, Camí, tapa teus olhos com essa venda, e você vai me dizer o que eu tô fazendo. Ahhh, vamos, cê sabe que eu não sou muito boa em sexo lésbico. - Sabe, Camí, teu pescoço tem um gosto delicioso, e você tem uns peitos fabulosos. Paa...ra, ah, vamos, pa..ra.. com isso. - Teu corpo não me engana, nem você, cê tá molhada. Juli começou a brincar com meus peitos, e a mão dela já tava chegando na minha buceta, enquanto eu, do outro lado, tava toda excitada. Me beija, preciso que você me beije. A gente se beijou, e a mão dela sabia muito bem como me tocar. Ai, meu Deus, Juli, que gostosa, não para, vamos, não para, ah, ah, ah. - Cê gosta, cê gosta do jeito que eu tô fazendo? A gente tava no chão, se beijando como loucas, se tocando. - Deus, Camí, sim, teus dedos me deixam louca, vamos, sim, sim, sim, me fode. Não sei se por sermos mulheres a gente sabia onde eram nossos pontos, mas a gente tava tão excitada que Juliet tava chupando minha buceta. Ai, Deus, Juli, sim, vou gozar, gostosa, sim, não para, não para, ahhhhh. Meu corpo teve outro orgasmo, eu não sabia o que fazer, meu corpo se contorcia, eu tinha gozado pra caralho e meu corpo ficou tão sensível que mal conseguia me levantar. Enquanto eu recuperava o fôlego, virei pra olhar a Juli, e vi ela levando pra dentro da boca o que eram meus fluidos.
- você é tão gostosa, sabia, Camí? Tem um sabor muito doce Ela se deitou no chão comigo, e nos abraçamos, dava pra sentir o calor do corpo dela e não conseguia soltar
- você me abraça com força, sabia? E... não gosta? Depois de me fazer gozar igual uma fonte, pelo menos me deixa aproveitar o momento
- hahaha brincou
Mas, Camí, eu gosto de estar com você, e nesses momentos me sinto tão quentinha, nenhum garoto me fez sentir o que você está me fazendo sentir agora
Você acha que se eu fosse do sexo oposto, ou você, a gente poderia dar certo como casal?
- Acho que não, ou não sei, mas que a gente se conhecia, a gente conseguiria. Que horas você tem que ir? Que horas são?
- São 7:20. Acho que já tenho que ir
- Bom, eu adoraria que um dia você ficasse pra dormir comigo, a gente poderia fazer várias coisas
- Eu também adoraria. Que tal no fim de semana, ou um desses dias? Eu organizo bem meus horários e te aviso
- Mas me avisa, viu? Assim como você, eu fico sozinha mais de um dia
- Sim, claro que sim. Bom, tenho que ir, se meus pais chegaram, eu já tenho que estar em casa
- Tá bem, vai com cuidado e obrigada por vir. Eu realmente gosto de estar com você
- Até mais
Segui meu caminho, pensando agora no que tinha acontecido. Não me incomodava nem um pouco, porque eu e Juli nos damos bem e o que fizemos me agradou bastante. Nunca pensei que uma garota pudesse me fazer gozar daquele jeito.
O entardecer estava caindo e a vista era linda, mas um sentimento de solidão estava me tomando. Será que me apaixonei pela minha amiga?
Continuei andando e cheguei em casa 🏡. As luzes estavam acesas, então meus pais já tinham chegado.
Fiquei parada na entrada por um momento, ainda pensando naquele sentimento. De repente, a porta se abriu.
- Sim, vou esperar ela lá fora
- Se ela não aparecer, sai pra procurar, já é quase hora do jantar!!!
- Ouhh, oi, gostosa, cadê você tava?
Não queria falar, tinha um nó na garganta. O mundo parecia pequeno e eu sentia como se não ouvisse nada.
- Ei, Camí, você tá bem?
Dei um passo e abracei Braun, e não consegui evitar. Chorar
—Woe, o que foi, amor? Te machucaram?
Balancei a cabeça negando, e continuei chorando sem parar. Estava me desabafando no peito dele, ele me abraçou e ficou me acariciando ali, queria me acalmar, mas eu não conseguia, só chorava e chorava.
—Vamos, filha, vamos pra dentro e conversamos.
Depois de um tempo, subi com o Braun.
—Primeiro de tudo, quero te dizer uma coisa: o que aconteceu ontem à noite, a gente não vai mencionar. Vamos fingir que não aconteceu, ok? Sua mãe estava dormindo ontem quando chegamos. Eu te carreguei até o seu quarto. Vou ser sincero: eu realmente queria transar com você. Você me deixou muito excitado, mas não vou fazer nada que você não queira.
As palavras dele eram claras. Meu padrasto realmente queria sexo, mas se segurava por minha causa, por como eu me sentiria. Era bom que ele buscasse meu consentimento.
—Pai, o que aconteceu ontem à noite não foi fingimento. Eu senti essa excitação por você desde o primeiro dia que a mamãe levou o carro com você. Sempre te observei, e notei como você me olha, como você me vê o tempo todo. Posso até apostar que você ficava atrás da porta para me ouvir quando eu me masturbava. O de ontem é verdade, ninguém vai saber, só você e eu. E pra ser sincera também, eu queria que você me fodesse.
—Bom, já estamos esclarecidos. Agora me conta por que você veio toda triste.
—Acho que me apaixonei por alguém.
- E o que tem de errado? Será que o garoto não gosta de você? Não podia contar pra ele que a Juliet era a pessoa de quem eu gostava, só fui na onda.
- Não é isso, pai, é que a companhia dela me faz bem. Ela me ofereceu pra ficar hoje, mas tô confusa, porque como vou saber se a outra pessoa gosta de mim de verdade e não é só um jogo?
- Filha, o que vou falar vai soar feio, mas a gente nunca sabe até que acontece.
Meu pai me abraçou pra me consolar pelo que rolou, deitou na minha cama e eu não resisti em deitar do lado dele. Tava me sentindo meio cansada porque tinha tido 3 orgasmos num dia, e andar e chorar também gasta energia.
- Sei que você não gosta que eu fique no seu quarto, mas hoje foi um dia pesado com sua mãe, então deixa eu descansar um pouco.
- Sem problemas, pai, fica aí. Deixa eu ligar o ar condicionado pra ficar mais suave pra nós dois.
- Nós dois? O que você tá planejando? Sua mãe tá lá embaixo, se ela ouvir ou perceber que eu não tô lá, vai começar a desconfiar.
- Relaxa, mãe tá com as plantas dela. Você sabe que ela demora ali, e depois vai tomar banho. Mãe é tão previsível.
- E o que você quer ou planeja fazer?
Subi em cima dele, minha bunda encostando no pau dele, comecei a rebolar. Ele começou a pegar nas minhas tetas, brincando com meus bicos. Pelo visto todo mundo gosta dos meus bicos. Ele tirou as mãos bem rápido e colocou na minha bunda, apertando.
- Que bunda firme que você tem, quero provar.
- Quer provar a bunda da sua filha, papai?
Ele abaixou o short que tava usando e o pau dele apareceu. Eu também tirei meu short e baixei a calcinha. Fizemos a posição do 69. Ele começou a tocar minhas coxas devagar, sentia ele beijando minhas pernas e acariciando. O pau dele tava bem duro e de novo se lubrificava fácil. Num momento, com os dedos, ele abriu minha buceta e começou a lamber, enfiando os dedões dentro.
- Ai, papai, isso! Que gostoso, papai, como você come minha buceta!
Eu tava com aquele pedaço de carne bem colado no rosto, comecei a chupar e dessa vez consegui enfiar ele inteiro na minha boca. Tava tudo indo bem. até que eu me levanto — Deus, Camila, não faz barulho, mas preciso meter em você. Meus olhos brilhavam de alegria porque ia acontecer o que eu tanto queria. Me acomodei na minha cama, ficando na beirada, e levantei minhas pernas, enquanto ele se aproximava e continuava se masturbando. Beijava meu pescoço e acariciava minha buceta, dava pra sentir o pau dele batendo na minha barriga — Acho que você já está lubrificada o suficiente, agora vou devagar, ok? Se doer, me fala. Sim, papai, assenti com a cabeça enquanto batia uma pra ele, o pau dele já estava bem lubrificado.
Enfiei a ponta devagar, eu já tava tremendo com aquilo, tirei e depois enfiei devagar o pau todo, foi assim que a gente ficou, eu tava perdendo o controle, minha mente já tava apagando, depois de uns minutos ele começou a acelerar — Deus, Camila, que buceta gostosa, quase não consigo me mexer mas... sua buceta é uma delícia — Ah, sim, papai, você gosta da minha buceta, seu pau tá batendo em lugares que meus dedos não alcançam — Sim, filha, sua buceta me deixa louco, vou aumentar o ritmo, então respira fundo, porque vou te levar até o fundo. Tive que colocar um travesseiro no rosto porque o ritmo que ele tava metendo era tão rápido que eu não conseguia controlar meus gemidos, cada estocada chegava quase no meu útero — Papai, siiiim, que delícia, pega nos meus peitos também, quero que você aperte eles — Vira de costas, quero ver essa rabuda enorme — Sim, papai, tudo que você quiser
Ajudei ele a enfiar o pauzão dele dentro da minha buceta, ainda tava difícil me acostumar, mas me excitava ver como entrava e saía, ele me metia com força, batia forte na minha bunda, não conseguia pensar em nada, só tava em branco — Deus, Cami, se continuar apertando assim, vou gozar Siiiim, você gosta da buceta virgem da sua putinha? Tava aumentando o ritmo quando ouvi pelo corredor minha mãe gritar Camilaaa!!! — Merda, sua mãe Rápido, rápido, desce Pela pressão, ele tirou o pau da minha buceta muito rápido, o que fez eu soltar um gemido alto — Puta merda, desculpa, vou me vestir rápido e sair pela janela Ah, ah, caralho, tô muito sensível, faz rápido, mamãe vai entrar A maçaneta começou a girar, a porta se abriu devagar e minha mãe já tava entrando, eu tava toda suada e só de top, meu short e calcinha no chão, meu pai saiu rápido pela janela e conseguiu subir no telhado — Ah, desculpa, não pensei que você tivesse, sabe, explorando seu corpo Por que caralho você nunca bate na porta? Ah, que eu, eu ser sua filha não significa que você tem o direito de invadir minha privacidade As coisas podem ficar tensas, ou a gente pode chegar a um acordo, enquanto eu tinha que ganhar tempo pro Braun chegar na cozinha, ou inventar uma desculpa pra ausência dele ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ Beleza, galera, por enquanto é só, espero que tenham gostado, e agradeço também a participação da Juliet e do gênero lésbico, deem muito amor pra esse post pra ele chegar em mais leitores amantes de pornô, como sempre, comentem quantas gozadas eu tirei e deem muito, muito amor, assim vocês me ajudam a crescer
1 comentários - ❤️Meu padrasto parte 3❤️