❤️Meu padrasto parte 3❤️

Domingo 1:40 da tarde. Parece que tinha dormido bastante, não sabia o que aconteceu ontem à noite, não lembrava direito. Tava toda melecada, cheirando a álcool e minha cabeça doía um pouco. Bom, melhor tomar um banho, já era tarde e tava com fome... Depois do banho, decidi andar pela casa com uma camisa aberta até o umbigo e um shorts curto. Pelo visto, não tinha ninguém. Abri janelas e cortinas pra casa ficar mais fresca, coloquei uma música, já que tava sozinha mesmo, sem problemas. E apesar de já ser tarde, fiz um omelete. Nesse ponto, ainda não lembrava direito do que aconteceu ontem à noite, só lembro da festa, da minha bebedeira e que dormi no carro. Peguei o celular e liguei pra Juliet, suponho que ela já tivesse acordada. Demorou um pouco pra atender, mas finalmente atendeu. — Oi, oi! Como foi ontem à noite? Você sumiu do meu radar. — Não vai acreditar no que aconteceu, amiga, meu deus. O cara que eu fui era do segundo ano, hum hum. — A gente foi pra longe, quase perto do mirante. Ele disse que a vista é linda e, meu deus, é linda mesmo. Ficamos conversando, de mãos dadas, e depois beijo, beijo. Ele tava me esquentando, me pegava pelo pescoço, apertava minha bunda bem gostoso. Num momento, ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e, deus, acho que esse menino treinava com alguma boneca porque me masturbou tão gostoso que me fez gozar três vezes. Quando Juliet contou tudo isso, comecei a lembrar de tudo que aconteceu comigo ontem à noite, o que fiz com meu padrasto e o que ele fez comigo. Fiquei atônita. — Camila, Camila, você tá bem? Camila, ainda tá aí? — Ah, sim, sim, desculpa. — O que foi? Você ficou calada, por um momento pensei que tinha ido embora. Aconteceu alguma coisa ontem à noite? — Tem muita coisa que preciso te contar, mas prefiro que não seja aqui em público. Dá pra gente se ver? — Pode ser hoje às 4. Minha mãe não vai estar em casa e a gente pode conversar direito. — Beleza, te vejo nesse horário. Preciso mesmo desabafar com alguém... Terminei de comer. O remorso ou a culpa estavam me invadindo. Corpo. Fiquei na sala, deitada no chão, pensando no que fiz. Uma parte de mim queria que tivesse acontecido, e a outra não. Naquele momento, eu estava indecisa, porque tinha gostado sim. Gostei de tudo, e só de lembrar, meu corpo ficava excitado. Não conseguia parar de pensar, e meu corpo estava reagindo. Minhas mãos percorreram suavemente meus peitos. Minha mão direita brincava com meu mamilo direito, minha mão esquerda descia pelo meu abdômen, acariciava com suavidade minha pélvis. Eu estava gemendo baixinho, mordendo meus lábios 🫦. Apertava meu mamilo com força e minha cintura se arqueava. Minha mão terminou de descer até minha buceta, tocava com suavidade meu clitóris e meus lábios. Cada vez eu gemia mais forte, até que enfiei dois dos meus dedos 🤟🏻. Tirava e colocava, o som de pisar numa poça d'água se fazia presente. Cada vez eu fazia mais rápido, e gemia mais forte. Minha cintura não conseguia se arquear mais, e meu mamilo estava tão sensível que eu estava chegando ao clímax. Não aguentava mais. Só gritei e o orgasmo veio. Eu estava toda molhada, e a única coisa que consegui dizer foi: (Porra!! Sou um nojo.)❤️Meu padrasto parte 3❤️Eram 3:30 e ninguém chegava, então fechei tudo e peguei minhas chaves, até porque não queria ficar em casa naquele momento. O dia estava lindo, o céu cheio de nuvens, parecendo ovelhinhas, um vento refrescante e as árvores balançando suavemente. Eu adorava a casa da Juliet, porque onde ela fica tem muita vegetação, tem um parque por onde todo mundo passa, e as outras casas, junto com a dela, são cheias de plantas e flores lindas. Minha casa eu gosto, e minha mãe capricha na decoração, mas tem algo que essas daqui ganham. Bom, cheguei e a Juli já estava me esperando — Oi!!! Oi, gostosa!! — Olha só, cada dia você tá mais bonita. Me conta o que houve, você parece mais tranquila. Deixa eu entrar primeiro, né? Aqui fora todo mundo vai ouvir. A Juli me levou pra uma parte do quintal dela. Só pra esclarecer, a casa dela é meio grande, os pais dela nadam em dinheiro. Como eu tava dizendo, ela me levou pra uma parte do quintal onde ela passa bastante tempo. — Senta aí, fiz uma água de melão e, como sei que você adora fruta com pimenta, deixei um prato pronto. Se quiser mais, tem um monte ainda, haha 😅 (Um nó se formou na minha garganta, porque nenhuma garota tinha tido esse cuidado comigo antes. Como eu disse, não tinha muitas amigas.) Valeu, Juli, por tudo isso. Às vezes sinto que sou um incômodo. — Tá brincando, Cami? Assim como você, eu quase não tenho amigas. Todas que ficam comigo só tão pelo meu dinheiro. Você é a amizade mais sincera e boa que já tive. Não consegui me segurar, levantei e abracei ela. Ela me abraçou com tanto amor que me lembrou minha irmã, do jeito que ela demonstrava carinho. — Então, o que você ia me contar? Você sempre me deixa curiosa. Lembra do sábado que meu padrasto se ofereceu pra levar e buscar a gente? Bom, me buscar, já que você foi embora. — Claro, lembro disso. E daí? Braun e eu quase transamos. (A Juli começou a tossir violentamente, engasgada.) — !!!Quê!!! Como assim, como? Me conta tudo. É isso, deixa eu baixar meu short e minha calcinha. Muito engraçadinha, você não tava lá. Mas eu tava bem bêbada, não lembro como andei até o carro. Ele me levou pra praia, mais especificamente pra costa. Eu fiquei com tesão e comecei a masturbar ele. Tinha um pau enorme, Juli. Aquela coisa pesava e soltava um monte de líquido pré-seminal, aquela coisa lubrificou bastante. — Ahhh, como eu queria ter sido eu. Eu ia chupar ele ali mesmo, mas ele me pegou pela cintura e, num movimento rápido, me carregou e me levou pro carro. Lá, ele mandou eu terminar de chupar ele, e, meu Deus, quase não cabia, mas eu consegui. — Conta, conta, quando seu padrasto gozou, foi dentro da sua boca? — Sim. — E você tomou tudo? — Não foi muito, talvez nem meio copo. Mas o que fez eu não conseguir lidar com tudo foi que ele enfiou até a garganta. — Bom, e como você se sente sobre isso? — Um pouco mal, como você quer que eu me sinta? Como vou olhar nos olhos dele? Ou se minha mãe descobrir, ela me expulsa de casa. — Sabe, se você quer que o Braun continue na sua mão, porque é assim que tá. Se ele realmente não se importasse com você, não teria deixado você fazer nada no sábado. — E o que eu supostamente devo fazer? — Amanhã à noite tem jogo de beisebol. Por que você não fica com ele e vê que vão fazer tudo, menos assistir o jogo? — Você tá sugerindo que eu dê pra ele ali mesmo, né? — É o seu maior desejo. Me acompanha um momento até meu quarto e me ajuda com a fruta. Ajudei a Juli com a fruta, lavei obviamente os pratos que sujamos. Mas enquanto eu fazia tudo isso, ela sumiu do meu campo de visão. Num instante, meus olhos estavam tapados. No ouvido, recebi umas palavras: — Oi. — O que você tá fazendo? Não tô vendo nada. Fechei como pude a torneira. — Vem comigo, anda. Comecei a andar, não sabia pra onde ela me levava. Não era pro quarto dela, isso era claro. — Mmm, Camila, você cheira tão gostosa. Sempre que te vejo, vejo uma garota frágil, tímida, e como sua amiga, quero te proteger. Ah, ah, Juli, o que suas mãos tão fazendo? Pra onde você tá levando sua mão?gostosa- Deixa eu fazer uma coisa, Cami. Tapa teus olhos com essa venda, e você vai me dizer o que eu tô fazendo. Ahhh, vamos, cê sabe que sexo lésbico não é muito minha praia. - Sabe, Cami, teu pescoço tem um gosto delicioso, e você tem uns peitos fabulosos. Pa...ra, ah, vamos, pa...ra. - Teu corpo não me engana, nem você. Cê tá molhada. Juli começou a brincar com meus peitos, e a mão dela já tava chegando na minha buceta. Eu, do outro lado, tava toda excitada. Me beija, preciso que me beije. A gente se beijou, e a mão dela sabia muito bem como me tocar. Ai, meu Deus, Juli, que gostosa, não para, vamos, não para, ah, ah, ah. - Cê gosta, gosta do jeito que eu faço? A gente tava no chão, se beijando que nem loucas, se tocando. - Deus, Cami, sim! Teus dedos me deixam louca, vamos, sim, sim, sim, me fode. Não sei se por ser mulher a gente sabia onde eram nossos pontos, mas a gente tava tão excitada que a Juliet tava chupando minha buceta. Ai, meu Deus, Juli, sim, vou gozar, gostosa, sim, não para, não para, ahhhhh. Meu corpo teve outro orgasmo, eu não sabia o que pegar, meu corpo se contorcia. Eu tinha gozado pra caralho, e meu corpo ficou tão sensível que mal conseguia me levantar. Enquanto eu recuperava o fôlego, virei pra olhar a Juli, e vi ela levando pra dentro da boca o que eram meus fluidos.Here are the translations

**Op- você é tão gostosa, sabia, Camí? Tem um sabor bem docinho
Ele se deitou no chão comigo, e a gente se abraçou, dava pra sentir o calor do corpo dele e eu não conseguia soltar
— você me abraça com força, sabia? E... não gosta? Depois de me fazer gozar igual uma fonte, pelo menos me deixa aproveitar o momento
— hahaha, ele brincou. Mas, Camí, eu gosto de estar com você, e nesses momentos me sinto tão quentinha. Nenhum garoto me fez sentir o que você tá me fazendo sentir agora. Você acha que se eu fosse do sexo oposto, ou você, a gente poderia dar certo como casal?
— acho que não, ou não sei. Mas que a gente se conhecia, a gente conseguia. Que horas você tem que ir? Que horas são?
— São 7:20. Acho que já tenho que ir
— bom, eu adoraria que um dia você dormisse aqui comigo, a gente poderia fazer um monte de coisas
— eu também adoraria. Que tal no fim de semana, ou um desses dias? Eu organizo meus horários direitinho e te aviso
— mas me avisa mesmo, viu? Porque igual a você, eu fico sozinha mais de um dia
— sim, claro que sim. Bom, tenho que ir, se meus pais chegaram, eu já tenho que estar em casa
— tá bem, vai com cuidado e obrigada por vir. Eu realmente gosto de estar com você
— a gente se vê

Continuei meu caminho, pensando agora no que tinha acontecido. Não me incomodava nem um pouco, porque eu e Juli nos damos bem e o que a gente fez eu curti pra caramba. Nunca imaginei que uma garota pudesse me fazer gozar daquele jeito.

O entardecer estava caindo e a vista era linda, mas um sentimento de solidão estava me tomando. Será que eu me apaixonei pela minha amiga? Continuei andando e cheguei em casa 🏡. As luzes estavam acesas, então meus pais já tinham chegado. Fiquei parada na entrada por um momento, ainda pensando naquele sentimento, até que a porta se abriu.

— sim, vou esperar ela lá fora
— se ela não aparecer, vai procurar, já tá quase na hora do jantar!!!
— ouu, oi, gostosa, cadê você tava?

Eu não queria falar. Tinha um nó na garganta, o mundo parecia pequeno e eu sentia como se não ouvisse nada.

— ei, Camí, você tá bem?

Dei um passo e abracei o Braun, e não consegui evitar. Chorar — "Woe, o que foi, amor? Te machucaram?" Balancei a cabeça negando, e continuei chorando sem parar. Estava me desabafando no peito dele, ele me abraçou e ficou me acarinhando ali, queria me acalmar, mas eu não conseguia, só chorava e chorava. — "Vamos, filha, vamos pra dentro e conversamos." Depois de um tempo, subi com o Braun. — "Primeiro de tudo, quero te dizer uma coisa: o que aconteceu ontem à noite, a gente não vai mencionar. Vamos fingir que não aconteceu, ok? Sua mãe estava dormindo ontem quando chegamos. Eu te carreguei até o teu quarto. Vou ser sincero, eu realmente queria transar com você, você me deixou muito excitado, mas não vou fazer nada que você não queira." As palavras dele eram claras, meu padrasto realmente queria sexo, mas se segurava por minha causa, pelo que eu sentiria. Era bom que ele buscasse meu consentimento. — "Pai, o que aconteceu ontem à noite não foi fingimento. Eu senti essa excitação por você desde o primeiro dia que a mamãe levou o carro com você. Sempre te olhei, e notei como você me olha, como você me vê o tempo todo. Posso até apostar que você ficava atrás da porta para ouvir quando eu me masturbava. O de ontem é verdade, ninguém vai saber, só você e eu. E pra ser sincera também, eu queria que você me fodesse." — "Bem, agora estamos esclarecidos. Vai me contar por que você veio toda triste?" — Acho que me apaixonei por alguém.lesbicas- E o que tem de errado? Por acaso o garoto não gosta de você? Não podia dizer pra ele que a Juliet era a pessoa de quem eu gostava, só entrei na onda. — Não é isso, pai, é que a companhia dela me faz bem. Ela me ofereceu pra ficar hoje, mas tô confusa, porque como vou saber se a outra pessoa realmente gosta de mim e não é só um jogo? — Filha, o que vou te falar vai soar feio, mas a gente nunca sabe até que aconteça. Meu pai me abraçou pra me consolar pelo que aconteceu, deitou na minha cama e eu não pude evitar de deitar do lado dele. Me sentia meio cansada, porque tinha tido 3 orgasmos num dia, e andar e chorar também gasta energia. — Sei que você não gosta que eu fique no seu quarto, mas hoje tive um dia difícil com sua mãe, então me deixa descansar um pouco. — Sem problemas, pai, fica aí. Deixa eu ligar o ar condicionado pra ficar mais fácil pra nós dois. — Nós dois? O que você tá planejando? Sua mãe tá lá embaixo, se ela ouvir ou ver que eu não tô lá, vai começar a desconfiar. — Fica tranquilo, mãe tá com as plantas dela. Você sabe que ela demora lá, e depois vai tomar banho. Mãe é tão previsível. — E o que você quer ou planeja fazer? Subi em cima dele, minha bunda encostava no pau dele, comecei a me mexer. Ele começou a pegar nos meus peitos, brincando com meus mamilos. Pelo visto todo mundo gosta dos meus mamilos. Ele tirou as mãos bem rápido e colocou na minha bunda, apertando. — Que bunda firme você tem, quero provar. — Quer provar a bunda da sua filha, papai? Ele abaixou o short que tava usando e o pau dele apareceu. Eu também tirei meu short e baixei a calcinha. Fizemos a posição do 69. Ele começou a tocar minhas coxas suavemente, eu sentia ele beijando minhas pernas e acariciando. O pau dele tava bem duro e de novo se lubrificava fácil. Num momento, com os dedos, ele abriu minha buceta e começou a lamber, enfiando os dedos grossos dentro. — Ai, papai, isso! Que gostoso, papai, como você come minha buceta! Eu tava com aquele pedaço de carne bem colado no rosto, comecei a chupar e dessa vez consegui enfiar ele inteiro na minha boca. Tava tudo indo bem. até que eu levanto — Deus, Camila, não faz barulho, mas preciso meter em você. Meus olhos brilhavam de alegria, porque ia acontecer o que eu tanto queria. Me acomodei na minha cama, ficando na beirada, e levantei minhas pernas, enquanto ele se aproximava e continuava se masturbando, beijava meu pescoço e acariciava minha buceta, podia sentir como o pau dele batia na minha barriga — acho que você já está bem lubrificada, agora vou devagar, ok? Se doer, me fala. — Sim, papai, assenti com a cabeça enquanto masturbava ele, o pau dele estava bem lubrificado.vadiaEnfiei a ponta devagar, eu já estava tremendo com aquilo, tirei e depois enfiei devagar o pau todo, foi assim que ficamos, eu estava perdendo o controle, minha mente já estava apagando, passaram alguns minutos e ele começou a aumentar a velocidade — Deus, Camila, que delícia, quase não consigo me mexer mas... sua buceta é tão gostosa — Ah, sim, papai, você gosta da minha buceta, seu pau tá batendo em lugares que meus dedos não alcançam — Sim, filha, sua buceta me deixa louco, vou aumentar o ritmo, então respira fundo, porque vou te levar até o fundo. Tive que colocar um travesseiro no rosto porque o ritmo que ele pegou era tão rápido que eu não conseguia controlar meus gemidos, cada estocada chegava quase no meu útero — Papai, sim, que gostoso, pega nos meus peitos também, quero que você aperte eles — Vira de costas, quero ver essa raba enorme — Sim, papai, tudo que você quiserenteadaAjudei ele a enfiar o pauzão dele dentro da minha buceta, ainda tava difícil me acostumar, mas me excitava ver como entrava e saía, ele me metia com força, batia forte na minha bunda, não conseguia pensar em nada, só viajava — puta merda, Cami, se continuar apertando assim vou gozar Siiiim, você gosta da buceta virgem da sua putinha? Tava aumentando o ritmo quando ouvi pelo corredor minha mãe gritar: — Camilaaa!!! — ah, merda, sua mãe Rápido, rápido, sai de cima Pela pressão, ele tirou o pau da minha buceta muito rápido, o que fez eu soltar um gemido alto — caralho, desculpa, vou me vestir rápido e sair pela janela Ha, ha, porra, tô muito sensível, faz rápido que a mamãe vai entrar A maçaneta começou a girar, a porta se abriu devagar e minha mãe já tava entrando, eu tava toda suada e só de top, meu short e calcinha no chão, meu pai saiu rápido pela janela e conseguiu subir no telhado — ah, desculpa, não pensei que você tivesse, sabe, se explorando Por que caralhos você nunca bate na porta? Ah, que eu, eu ser sua filha não significa que você tem o direito de invadir minha privacidade As coisas podem ficar tensas, ou a gente pode chegar a um acordo, enquanto eu tinha que ganhar tempo pro Braun chegar na cozinha, ou inventar uma desculpa pra ausência dele ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ Beleza, galera, por enquanto é só, espero que tenham gostado, e agradeço também a participação da Juliet e do gênero lésbico, deem muito amor pra esse post pra ele chegar a mais leitores amantes de pornô, como sempre comentem quantas gozadas eu tirei de vocês e deem muito, muito amor, assim vocês me ajudam a crescer

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