Primeiro capítulo desta série-----> Minha irmã Belém.
Parte anterior------>Minha irmã Belém 7
A gente se salvou por um milagre da minha mãe não perceber o que rolava entre eu e minha irmã.
Por sorte, a pouca luz fazia com que não desse pra notar tanto a cara da minha irmã toda vermelha de tesão.
Minha mãe ficou um tempão com ela e acariciou a barriga dela. Me deu uma ternura e um pouco de tesão ver minha mãe acariciando a barriga que eu tinha acabado de beijar e chupar. Pra piorar, quando minha mãe se inclinou, a parte de trás da legging dela desceu e deu pra ver uma tanguinha minúscula enfiada na bunda dela.
O que eu faço? Pensei comigo. Não basta tudo que você fez com sua irmã, agora ainda vai ficar olhando a bunda da sua mãe? A real é que, se a Belém tinha aquela bunda linda, era porque puxou da minha mãe.
Mesmo assim, minha mãe foi embora proibindo a gente de fechar a porta.
Isso acabava com todas as minhas fantasias noturnas, foi o primeiro pensamento que tive.
Não tava ruim me contentar com tudo que tinha rolado até aquele momento. Consegui chupar os peitos dela e meter a boca na buceta da minha irmã. Ela chupou minha pica e engoliu tudo. Não podia reclamar. Mesmo sendo muita coisa conquistada, sentia que era uma pena não poder comer ela.
Quando minha mãe foi embora, minha irmã levantou e veio pra minha cama. O que você tá fazendo? – perguntei preocupado Vim te agradecer… — ela me disse, sorrindo. Ah, Belém, quem devia agradecer era eu… - eu realmente sentia isso Nããão, tenho um irmão que é um Deus chupando buceta, juro que nunca… Belém, não vamos começar que a gente vai se esquentar de novo e a mamãe falou pra não fechar a porta. Deixa eu terminar de te falar isso…
Agora minha irmã se deitou do meu lado e continuou falando comigo de um jeito muito sedutor, com a boca bem perto da minha.
Meu pau, como era de se esperar, começou a endurecer. Beleza, então me fala É que você chupou minha buceta de um jeito lindo, maninho… – ela disse sussurrando
Minha irmã me dizer isso, pronunciar a palavra “maninho” e sussurrar a um centímetro da minha boca era forte demais pra mim. É? Você gostou muito de como eu chupei sua buceta? Muito, e ainda por cima você tem uma rola linda… É? Cê gosta da minha pica? – perguntei enquanto ajeitava ela. Muito, é grande e cheia de veias, do jeito que eu gosto. Ahh é? E o que você seria capaz de fazer com meu pau?
Automaticamente me veio uma ideia perversa na cabeça e eu sussurrei no ouvido dela: Vira pra cá que eu quero brincar um pouquinho… Com o que você quer brincar? Um joguinho... você vai gostar
O tom que eu usava com minha irmã já não era mais de cúmplices, parceiros nem nada do tipo. Já era um tom sensual que nunca tinha usado com minhas ex-namoradas Hummm, que joguinho você quer brincar comigo... lembra que eu sou sua irmãzinha. Aiii Belém E aí, beleza? Minha irmãzinha me deixa com muito tesão… sabia? Ayyy, maninho, que tarado que você é… o que quer jogar?
Eu pensei que tinha ido tudo pro caralho com a proposta, mas parece que minha irmã gostou. Tanto que ela se virou e levantou a camiseta, deixando a barriga enorme dela de fora. Acariciar sua barriga enquanto encosto minha pica no seu cu. Mmmm, acho que vou gostar dessa brincadeirinha.
Do jeito que a gente tava, corríamos o risco da minha mãe voltar e nos pegar numa posição muito estranha. A luz tava apagada e o silêncio no nosso quarto era de dar medo. Tanto que eu podia sussurrar no ouvido dela e minha irmã ia entender claramente tudo que eu tinha pra dizer.
Peguei ela por trás e comecei a acariciar a barriga durinha dela, com aquela pele lisinha que eu gostava tanto. — Cê gosta da minha barriga? — ela me perguntou Muito, meu… - quase escapou de chamar minha irmã de “meu amor”
Por sorte, ela não percebeu. Eu peguei minha cueca e puxei pra baixo pra deixar minha pica dura totalmente livre.
Ela, por sua vez, sentiu meu movimento e não disse nem uma palavra, só se mexeu com a bunda dela pra sentir melhor minha pica contra ela. Mmmmm, que duro que você tá de volta. Você me deixa assim, Belém – eu disse pra ela. Essa pica é uma tentação danada – ela continuou
Agora minhas mãos subiram pras tetas duras dela e acariciavam sem nenhum pudor. Nem passou pela minha cabeça pedir permissão. De qualquer jeito, ela tacitamente me deu, rebolando a bunda e jogando a cabeça pra trás.
A posição não era lá a mais confortável pra gente se beijar, mas o tesão era tanto que a gente se virou pra dar um beijo de língua longo e profundo, brincando um tempão com nossas bocas.
Lá embaixo, minha pica se movia contra o pano da calcinha fio-dental minúscula dela, me causando um certo incômodo, mas minha tara era tanta que não quis falar nada.
Minha irmã, como se me conhecesse desde sempre (e era assim mesmo), me perguntou se a renda da calcinha não tava machucando. Um pouco – eu disse Bom, vou tirar ela assim ficamos mais confortáveis – ela me disse.
Minha irmã, num movimento rápido, ficou nua da cintura pra baixo e se ajeitou de um jeito que meu pau ficou encostado na buceta dela. Vamos brincar um pouco – ela me disse e começou a se mexer Um jogo perigoso – quis esclarecer pra ela Muito perigoso, mas preciso jogar esse jogo – ela me disse
Agora o movimento era como se estivéssemos transando, só que a ponta da minha roça brincava com a buceta dela sem entrar. O problema é que o líquido que começava a escorrer da minha rola e a lubrificação vaginal dela faziam com que a penetração, por mínima que fosse, acontecesse a qualquer momento. Gosto muito de você – falei pra ela — Comigo também, continua — ela me ordenou agora É que a qualquer momento…
Não precisei dizer nada. Os lábios da buceta dela se abriram num dos movimentos e a cabeça do meu pau foi entrando devagar, e eu senti o calor de penetrar naquela buceta linda e toda lubrificada.
Era uma sensação muito difícil de descrever. Tipo penetrar numa cavidade gelatinosa com a lubrificação perfeita, como um óleo morno envolvendo meu pau. Foi tanto prazer que senti que, longe de me afastar para tirar, eu entrei de novo com mais profundidade. Hummmmmm – ela disse Entrou – eu disse Siiiiim, eu sinto ela – ela me disse O que eu faço? – me ocorreu perguntar pra ela Não tira, continua – ela me disse
Essas palavras soaram nos meus ouvidos como a música mais maravilhosa. Me agarrei na cintura dela e meti com força pra penetrar mais fundo.
Entendi que ela tava gostando, e tanto que jogou a mão pra trás pra abrir a raba dela e a penetração ser bem profunda.
A gente tava transando.
Era glorioso o que eu sentia. Meu pau completamente dentro da buceta da minha irmã. A sensação era única.
Se misturavam um monte de coisas. O prazer do sexo. O tesão do incesto. A adrenalina de sermos pegos pela nossa mãe. Tudo fazia o prazer aumentar a cada metida.
Se você gostou, pode me deixar uns pontos e continuar aqui ----->Minha irmã Belém 9Podem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comO no Telegram @reybaco2005
Parte anterior------>Minha irmã Belém 7
A gente se salvou por um milagre da minha mãe não perceber o que rolava entre eu e minha irmã.
Por sorte, a pouca luz fazia com que não desse pra notar tanto a cara da minha irmã toda vermelha de tesão.
Minha mãe ficou um tempão com ela e acariciou a barriga dela. Me deu uma ternura e um pouco de tesão ver minha mãe acariciando a barriga que eu tinha acabado de beijar e chupar. Pra piorar, quando minha mãe se inclinou, a parte de trás da legging dela desceu e deu pra ver uma tanguinha minúscula enfiada na bunda dela.
O que eu faço? Pensei comigo. Não basta tudo que você fez com sua irmã, agora ainda vai ficar olhando a bunda da sua mãe? A real é que, se a Belém tinha aquela bunda linda, era porque puxou da minha mãe.
Mesmo assim, minha mãe foi embora proibindo a gente de fechar a porta.
Isso acabava com todas as minhas fantasias noturnas, foi o primeiro pensamento que tive.
Não tava ruim me contentar com tudo que tinha rolado até aquele momento. Consegui chupar os peitos dela e meter a boca na buceta da minha irmã. Ela chupou minha pica e engoliu tudo. Não podia reclamar. Mesmo sendo muita coisa conquistada, sentia que era uma pena não poder comer ela.
Quando minha mãe foi embora, minha irmã levantou e veio pra minha cama. O que você tá fazendo? – perguntei preocupado Vim te agradecer… — ela me disse, sorrindo. Ah, Belém, quem devia agradecer era eu… - eu realmente sentia isso Nããão, tenho um irmão que é um Deus chupando buceta, juro que nunca… Belém, não vamos começar que a gente vai se esquentar de novo e a mamãe falou pra não fechar a porta. Deixa eu terminar de te falar isso…
Agora minha irmã se deitou do meu lado e continuou falando comigo de um jeito muito sedutor, com a boca bem perto da minha.
Meu pau, como era de se esperar, começou a endurecer. Beleza, então me fala É que você chupou minha buceta de um jeito lindo, maninho… – ela disse sussurrando
Minha irmã me dizer isso, pronunciar a palavra “maninho” e sussurrar a um centímetro da minha boca era forte demais pra mim. É? Você gostou muito de como eu chupei sua buceta? Muito, e ainda por cima você tem uma rola linda… É? Cê gosta da minha pica? – perguntei enquanto ajeitava ela. Muito, é grande e cheia de veias, do jeito que eu gosto. Ahh é? E o que você seria capaz de fazer com meu pau?
Automaticamente me veio uma ideia perversa na cabeça e eu sussurrei no ouvido dela: Vira pra cá que eu quero brincar um pouquinho… Com o que você quer brincar? Um joguinho... você vai gostar
O tom que eu usava com minha irmã já não era mais de cúmplices, parceiros nem nada do tipo. Já era um tom sensual que nunca tinha usado com minhas ex-namoradas Hummm, que joguinho você quer brincar comigo... lembra que eu sou sua irmãzinha. Aiii Belém E aí, beleza? Minha irmãzinha me deixa com muito tesão… sabia? Ayyy, maninho, que tarado que você é… o que quer jogar?
Eu pensei que tinha ido tudo pro caralho com a proposta, mas parece que minha irmã gostou. Tanto que ela se virou e levantou a camiseta, deixando a barriga enorme dela de fora. Acariciar sua barriga enquanto encosto minha pica no seu cu. Mmmm, acho que vou gostar dessa brincadeirinha.
Do jeito que a gente tava, corríamos o risco da minha mãe voltar e nos pegar numa posição muito estranha. A luz tava apagada e o silêncio no nosso quarto era de dar medo. Tanto que eu podia sussurrar no ouvido dela e minha irmã ia entender claramente tudo que eu tinha pra dizer.
Peguei ela por trás e comecei a acariciar a barriga durinha dela, com aquela pele lisinha que eu gostava tanto. — Cê gosta da minha barriga? — ela me perguntou Muito, meu… - quase escapou de chamar minha irmã de “meu amor”
Por sorte, ela não percebeu. Eu peguei minha cueca e puxei pra baixo pra deixar minha pica dura totalmente livre.
Ela, por sua vez, sentiu meu movimento e não disse nem uma palavra, só se mexeu com a bunda dela pra sentir melhor minha pica contra ela. Mmmmm, que duro que você tá de volta. Você me deixa assim, Belém – eu disse pra ela. Essa pica é uma tentação danada – ela continuou
Agora minhas mãos subiram pras tetas duras dela e acariciavam sem nenhum pudor. Nem passou pela minha cabeça pedir permissão. De qualquer jeito, ela tacitamente me deu, rebolando a bunda e jogando a cabeça pra trás.
A posição não era lá a mais confortável pra gente se beijar, mas o tesão era tanto que a gente se virou pra dar um beijo de língua longo e profundo, brincando um tempão com nossas bocas.
Lá embaixo, minha pica se movia contra o pano da calcinha fio-dental minúscula dela, me causando um certo incômodo, mas minha tara era tanta que não quis falar nada.
Minha irmã, como se me conhecesse desde sempre (e era assim mesmo), me perguntou se a renda da calcinha não tava machucando. Um pouco – eu disse Bom, vou tirar ela assim ficamos mais confortáveis – ela me disse.
Minha irmã, num movimento rápido, ficou nua da cintura pra baixo e se ajeitou de um jeito que meu pau ficou encostado na buceta dela. Vamos brincar um pouco – ela me disse e começou a se mexer Um jogo perigoso – quis esclarecer pra ela Muito perigoso, mas preciso jogar esse jogo – ela me disse
Agora o movimento era como se estivéssemos transando, só que a ponta da minha roça brincava com a buceta dela sem entrar. O problema é que o líquido que começava a escorrer da minha rola e a lubrificação vaginal dela faziam com que a penetração, por mínima que fosse, acontecesse a qualquer momento. Gosto muito de você – falei pra ela — Comigo também, continua — ela me ordenou agora É que a qualquer momento…
Não precisei dizer nada. Os lábios da buceta dela se abriram num dos movimentos e a cabeça do meu pau foi entrando devagar, e eu senti o calor de penetrar naquela buceta linda e toda lubrificada.
Era uma sensação muito difícil de descrever. Tipo penetrar numa cavidade gelatinosa com a lubrificação perfeita, como um óleo morno envolvendo meu pau. Foi tanto prazer que senti que, longe de me afastar para tirar, eu entrei de novo com mais profundidade. Hummmmmm – ela disse Entrou – eu disse Siiiiim, eu sinto ela – ela me disse O que eu faço? – me ocorreu perguntar pra ela Não tira, continua – ela me disse
Essas palavras soaram nos meus ouvidos como a música mais maravilhosa. Me agarrei na cintura dela e meti com força pra penetrar mais fundo.
Entendi que ela tava gostando, e tanto que jogou a mão pra trás pra abrir a raba dela e a penetração ser bem profunda.
A gente tava transando.
Era glorioso o que eu sentia. Meu pau completamente dentro da buceta da minha irmã. A sensação era única.
Se misturavam um monte de coisas. O prazer do sexo. O tesão do incesto. A adrenalina de sermos pegos pela nossa mãe. Tudo fazia o prazer aumentar a cada metida.
Se você gostou, pode me deixar uns pontos e continuar aqui ----->Minha irmã Belém 9Podem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comO no Telegram @reybaco2005
14 comentários - Minha irmã Belém 8
Abrazoooo