Minha irmã Belém 8

Primeiro capítulo desta série-----> Minha irmã Belém

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Escapamos por um milagre da minha mãe não perceber o que rolava entre eu e minha irmã.
Por sorte, a pouca luz fazia com que não desse pra notar tanto a cara da minha irmã toda vermelha de tesão.
Minha mãe ficou um tempão com ela e passou a mão na barriga dela. Me deu uma ternura e um certo tesão ver minha mãe acariciando a barriga que eu tinha acabado de beijar e chupar. Pra piorar, quando minha mãe se inclinou, a parte de trás da legging dela desceu e deu pra ver uma microtanga enfiada na bunda dela.
O que eu faço? Pensei comigo. Não basta tudo que você fez com sua irmã, agora ainda vai ficar olhando a bunda da sua mãe? A real é que, se a Belém tinha tirado aquela bunda linda de alguém, era da minha mãe.
Mesmo assim, minha mãe foi embora e proibiu a gente de fechar a porta.
Isso acabava com todas as minhas fantasias noturnas, foi o primeiro pensamento que tive.
Não tava ruim me contentar com tudo que já tinha rolado até ali. Consegui chupar os peitos dela e passar a mão na buceta da minha irmã. Ela chupou minha pica e engoliu tudo. Não podia reclamar. Mesmo sendo muita coisa conquistada, eu sentia que era uma pena não poder comer ela.
Quando minha mãe foi embora, minha irmã levantou e veio pra minha cama.        O que você tá fazendo? – perguntei preocupado        Vim te agradecer… — ela me disse, sorrindo        Ai, Belém, quem devia agradecer era eu… — e eu realmente sentia isso        Nãão, tenho um irmão que é um Deus chupando buceta, juro que nunca…        Belém, não vamos começar que a gente vai se esquentar de novo e a mãe falou pra não fechar a porta.        Deixa eu terminar de te falar isso…
Agora minha irmã deitou do meu lado e continuou falando comigo de um jeito bem sedutor, com a boca bem perto da minha.
Meu pau, como era de esperar, começou a endurecer.        Beleza, então, me fala aí        É que você chupou minha buceta de um jeito lindo, maninho… – ela me disse sussurrando.
Minha irmã me falar isso, pronunciar a palavra “maninho” e sussurrar a um centímetro da minha boca era forte demais pra mim.        É? Você gostou muito de como eu chupei sua buceta?        Muito, e ainda por cima você tem uma piroca linda…        — É? Cê gosta da minha pica? — perguntei enquanto ajeitava ela.        Muito, é grande e cheia de veias, do jeito que eu gosto.        Ahh é? E o que você seria capaz de fazer com meu pau?
Automaticamente me veio uma ideia perversa na cabeça e eu sussurrei no ouvido dela:        Vira pra cá que eu quero brincar um pouquinho…        Com o que você quer brincar?        Um joguinho… você vai gostar
O tom que eu usava com minha irmã já não era mais de cúmplices, parceiros nem nada do tipo. Já era um tom sensual que nunca tinha usado com minhas ex-namoradas        Hummm, que joguinho você quer brincar comigo… lembra que eu sou sua irmãzinha.        Aiii, Belém        E aí, beleza?        Minha irmãzinha me deixa com muito tesão… sabia?        Ayyy, mano, que tarado que tu é… a que cê quer brincar?
Eu pensei que tinha ido tudo pro caralho com a proposta, mas parece que minha irmã gostou. Tanto que ela se virou e levantou a camiseta, deixando a barriga enorme dela toda de fora.        Acariciar sua barriga enquanto encosto minha pica no seu cu.        Mmmm, acho que vou gostar dessa brincadeirinha
Do jeito que a gente tava, corríamos o risco da minha mãe voltar e nos pegar numa posição muito estranha. A luz tava apagada e o silêncio no nosso quarto era de dar medo. Tanto que eu podia sussurrar no ouvido dela e minha irmã entenderia claramente tudo que eu tinha pra dizer.
Peguei ela por trás e comecei a acariciar a barriga durinha dela, com aquela pele tão lisinha que eu adorava tanto        Tá gostando da minha barriga?" – ela me perguntou        Muito, minha… - quase escapou de chamar minha irmã de "meu amor"
Por sorte, ela não percebeu. Eu peguei minha cueca e puxei pra baixo pra deixar minha rola dura totalmente livre.
Ela, por sua vez, sentiu meu movimento e não falou nada, só se mexeu com a bunda pra sentir melhor minha rola contra ela.        Mmmmm, que duro que você tá de volta.        Você me deixa assim, Belém – eu disse pra ela        Essa rola é uma tentação danada – ela continuou
Agora minhas mãos subiram pras tetas duras dela e acariciavam sem nenhum pudor. Nem passou pela minha cabeça pedir permissão. De qualquer jeito, ela tacitamente me deu, rebolando a bunda e jogando a cabeça pra trás.
A posição não era lá a mais confortável pra gente se beijar, mas a vontade era tanta que a gente se virou pra dar um beijo de língua longo e profundo, brincando um tempão com nossas bocas.
Lá embaixo, minha rola se mexia contra o pano da calcinha fio-dental dela, me causando um certo incômodo, mas minha tara era tanta que não quis falar nada.
Minha irmã, como se me conhecesse desde sempre (e era assim mesmo), me perguntou se não tava doendo com o pano da calcinha.        Um pouco – eu disse        Bom, vou tirar isso pra ficarmos mais confortáveis – ela me disse.
Minha irmã, num movimento rápido, ficou nua da cintura pra baixo e se ajeitou de um jeito que meu pau ficou encostado na buceta dela.        Vamos brincar um pouco – ela me disse e começou a se mexer        Um jogo perigoso – quis esclarecer pra ela        Muito perigoso, mas preciso jogar ele – ela me disse
Agora o movimento era como se estivéssemos transando, só que a ponta da minha rola brincava com a buceta dela sem entrar. O problema é que o líquido que começava a jorrar da minha rola e a lubrificação vaginal dela faziam com que a penetração, por mínima que fosse, acontecesse a qualquer momento.        Eu gosto muito – falei pra ela        —Comigo também, continua —ela me ordenou agora        É que a qualquer momento…
Não precisei dizer nada. Os lábios da buceta dela se abriram num dos movimentos e a cabeça do meu pau foi entrando devagar, e eu senti o calor de penetrar naquela buceta linda e toda lubrificada.

Foi uma sensação muito difícil de descrever. Tipo enfiar numa cavidade gelatinosa com a lubrificação perfeita, como um óleo morno envolvendo meu pau. Foi tanto prazer que senti que, longe de me afastar para tirar, eu entrei de novo com mais profundidade.        Ummmmmm – ela disse        Entrou – eu disse        Siiiiim, eu sinto ela – ela me disse        O que eu faço? – me ocorreu perguntar pra ela        Não tira, continua – ela me disse
Essas palavras soaram nos meus ouvidos como a música mais maravilhosa. Me agarrei na cintura dela e meti com mais força pra penetrar mais fundo.
Entendi que ela tava gostando, e tanto que ela jogou a mão pra trás pra abrir a raba dela e deixar a penetração bem profunda.
A gente tava transando.
Era glorioso o que eu sentia. Meu pau completamente dentro da buceta da minha irmã. A sensação era única.
Um monte de coisa se misturava. O prazer do sexo. O tesão do incesto. A adrenalina de sermos pegos pela nossa mãe. Tudo fazia o prazer aumentar a cada metida.

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14 comentários - Minha irmã Belém 8

Ufff la japi como una estaca me quedó!
Tomo eso como un elogio
Abrazoooo
Un genio todos los días esperando un capitulo más de esta historia!! 10 puntitos más por acá
gracias pepeeee
que linda combinacion!!! tal cual lo escribis, nada mas lindo que sentir la pija entrando en la concha humeda
gracias amigo conrradio, siempre presente
Que locura hermosa, que placer XD !!!🔥🔥💯 Van 10
gracias locooooo, abrazooo
Dawor02 +1
Dios q buen relato, me lo leí entero y me dejó a full, con la pija re caliente, q exitante todo y tan bien relatado q te podes imaginar todo el escenario. Porfa seguí con la historia. Mis dieces
Gracias Dawor, me alegra que te guste
Q lindo tener de hermana a Belen
Gracias Milanga, pero no estaras abandonando a Sofi, no?
Me estoy poniendo al día. Ahora sigo con el otro