Me chamo Sebastián, tenho 29 anos, sou motorista de Didi. Trabalho na cidade de Buenos Aires e zona sul.
Tô namorando há 3 anos com uma branquinha que é uma gostosa, nos próximos relatos vou falar dela e do que a gente faz.
Nesse primeiro relato quero contar o que aconteceu comigo na sexta passada enquanto trabalhava.
Entra um cara lá pras 3 da manhã, já de cara pergunta se pode sentar na frente.
A gente conversa um pouco, ele me conta que tem 20 anos e que vinha de um jantar depois de um jogo de futebol, tava usando um shortinho de futebol super apertado, que quando vi ele subir pensei: esse é viado.
A gente vai conversando, ele me conta que tinha bebido um pouco demais, os olhos pareciam que tinha fumado maconha agora pouco, nisso ele pega o celular, desbloqueia e vejo que tava aberto o Grindr.
Eu saco na hora e pergunto que onda, se tava procurando algo, o cara fica vermelho e diz que não, nada a ver.
Eu falo que tá tudo bem, que eu também usava o aplicativo de vez em quando, que era bissexual.
O cara relaxa na hora, percebe que tava tudo certo e me explica que se considerava hétero, mas queria experimentar algo novo.
Perguntei se ele tinha experiência.
Ele responde que há 15 dias tinha chupado o pau de um amigo estando bêbado e adorou.
A gente fala mais umas besteiras, e de repente ele coloca a mão na minha perna, foi tudo na hora.
Falo que tá tudo bem, pode continuar.
Ele começa a massagear meu pau por cima da calça bem devagar, em 2 minutos tava duro.
Falei que se ele quisesse, eu emprestava, mas tinha que tratar bem.
Num sinal, ele abaixa minha calça e fica com os olhinhos brilhando, olhando com uma vontade danada o cara.
Sozinho ele abaixa e dá uns beijinhos, começou a chupar meu pau com uma vontade tremenda.
De repente, a gente tava no meio de uma avenida e eu tinha um cara hétero se deixando aproveitar um bom pau, não conseguia parar. Eu pensava e dizia: nas que eu me meto... enquanto ele chupava meu pau, acabei ficando super excitado e falei: vamos nessa. pra um lugar meio escuro e que seja o que Deus quiser.
Depois de uns 10 minutos mais ou menos, chegamos numa área boa. No caminho todo, o cara não parou de chupar minha pica, eu deixei.
Quando chegamos, tava decidido: ia mostrar pra esse cara tudo que ele queria. Sabia que era um putinho safado, se eu levasse bem, íamos curtir pra caralho. Gosto de ser dominante quando dá, e com esse cara tava dando demais.
— Então, papai, chegamos. Queria pica? Tá aqui, é toda sua. Vou te explicar como eu gosto: você vai chupar o quanto quiser, mas tô proibindo você de usar as mãos e de se limpar. Vai deixar minha pica bem molhada.
O cara me olhou com uma carinha, riu e se jogou em cima da pica.
Enquanto ele chupava minha pica, peguei as mãos dele e coloquei nas costas.
— Devagar, papai, não precisa engolir tudo de uma vez. Se machucar, vou ficar puto.
O cara queria chupar tudo, mas não conseguia, não sabia. Tava me machucando com as tentativas brutas.
— Relaxa, papai, e curte. Quando eu mandar, você vai chupar tudo. Vai ver que consegue.
O cara tava muito excitado, puta que pariu. Chupava tudo com uma vontade digna de um cara tarado. Acumulava saliva e meus fluidos na região, e ele tentava se limpar. Peguei as mãos dele e falei que não, que continuasse. Segurei as mãos e a cabeça dele, tirei a pica da boca, passei no rosto dele e enfiei de novo na boca.
Já não ligava mais pra nada. Tinha ele onde queria. Tava fazendo o boquete da vida dele, curtindo pra caralho.
Continuei segurando ele e falei: — Relaxa, deixa a boca aberta e não faz nada. Tirei a pica pra ele respirar e fui enfiando devagar. Entrou quase toda, ele se mexeu, e eu tirei.
— Você adora pica, não é, meu amor? É isso que você queria? Queria se sentir bem, gostosa? Eu vou te ensinar como se chupa uma pica. Relaxa.
O cara relaxou, e de novo enfiei a pica devagar até o fundo. Ele chupou tudo. Deixava um tempo, e quando ele se engasgava, tirava enquanto segurava ele firme. das mãos e da cabeça.
Tava com a pica completamente dura e toda molhada, ela com a cara toda suja de tanto chupar pica.
Soltou e falei: continua assim que vou fazer tudo que você quiser, papi.
Joguei ela bem em cima da pica, me mexi e passei a mão na bunda dela.
Dei um tapa e fui direto com o dedo no cu.
Queria ver como o cara tava.
Toquei e tava completamente fechadinho.
— Meu amor, olha como você tá de bunda, a gente tem que fazer algo com isso.
— Você ia gostar de sentir uma pica na buceta, amor? Tá morrendo de vontade, né?
Ela continuava chupando minha pica.
Comecei a estimular a buceta dela bem devagar, enquanto continuava falando, cuspi e fui de novo, comecei a meter um dedo bem devagar.
— Vou ter que arrebentar esse cu, papi, não dá pra ficar assim, você come toda minha pica e anda com esse cuzinho tão fechado, não pode ser assim.
O cara, enquanto se engasgava com a pica, já me disse que sim.
Bom, até aqui a primeira parte. É meu primeiro relato, se gostar, escrevo a segunda.
Tô namorando há 3 anos com uma branquinha que é uma gostosa, nos próximos relatos vou falar dela e do que a gente faz.
Nesse primeiro relato quero contar o que aconteceu comigo na sexta passada enquanto trabalhava.
Entra um cara lá pras 3 da manhã, já de cara pergunta se pode sentar na frente.
A gente conversa um pouco, ele me conta que tem 20 anos e que vinha de um jantar depois de um jogo de futebol, tava usando um shortinho de futebol super apertado, que quando vi ele subir pensei: esse é viado.
A gente vai conversando, ele me conta que tinha bebido um pouco demais, os olhos pareciam que tinha fumado maconha agora pouco, nisso ele pega o celular, desbloqueia e vejo que tava aberto o Grindr.
Eu saco na hora e pergunto que onda, se tava procurando algo, o cara fica vermelho e diz que não, nada a ver.
Eu falo que tá tudo bem, que eu também usava o aplicativo de vez em quando, que era bissexual.
O cara relaxa na hora, percebe que tava tudo certo e me explica que se considerava hétero, mas queria experimentar algo novo.
Perguntei se ele tinha experiência.
Ele responde que há 15 dias tinha chupado o pau de um amigo estando bêbado e adorou.
A gente fala mais umas besteiras, e de repente ele coloca a mão na minha perna, foi tudo na hora.
Falo que tá tudo bem, pode continuar.
Ele começa a massagear meu pau por cima da calça bem devagar, em 2 minutos tava duro.
Falei que se ele quisesse, eu emprestava, mas tinha que tratar bem.
Num sinal, ele abaixa minha calça e fica com os olhinhos brilhando, olhando com uma vontade danada o cara.
Sozinho ele abaixa e dá uns beijinhos, começou a chupar meu pau com uma vontade tremenda.
De repente, a gente tava no meio de uma avenida e eu tinha um cara hétero se deixando aproveitar um bom pau, não conseguia parar. Eu pensava e dizia: nas que eu me meto... enquanto ele chupava meu pau, acabei ficando super excitado e falei: vamos nessa. pra um lugar meio escuro e que seja o que Deus quiser.
Depois de uns 10 minutos mais ou menos, chegamos numa área boa. No caminho todo, o cara não parou de chupar minha pica, eu deixei.
Quando chegamos, tava decidido: ia mostrar pra esse cara tudo que ele queria. Sabia que era um putinho safado, se eu levasse bem, íamos curtir pra caralho. Gosto de ser dominante quando dá, e com esse cara tava dando demais.
— Então, papai, chegamos. Queria pica? Tá aqui, é toda sua. Vou te explicar como eu gosto: você vai chupar o quanto quiser, mas tô proibindo você de usar as mãos e de se limpar. Vai deixar minha pica bem molhada.
O cara me olhou com uma carinha, riu e se jogou em cima da pica.
Enquanto ele chupava minha pica, peguei as mãos dele e coloquei nas costas.
— Devagar, papai, não precisa engolir tudo de uma vez. Se machucar, vou ficar puto.
O cara queria chupar tudo, mas não conseguia, não sabia. Tava me machucando com as tentativas brutas.
— Relaxa, papai, e curte. Quando eu mandar, você vai chupar tudo. Vai ver que consegue.
O cara tava muito excitado, puta que pariu. Chupava tudo com uma vontade digna de um cara tarado. Acumulava saliva e meus fluidos na região, e ele tentava se limpar. Peguei as mãos dele e falei que não, que continuasse. Segurei as mãos e a cabeça dele, tirei a pica da boca, passei no rosto dele e enfiei de novo na boca.
Já não ligava mais pra nada. Tinha ele onde queria. Tava fazendo o boquete da vida dele, curtindo pra caralho.
Continuei segurando ele e falei: — Relaxa, deixa a boca aberta e não faz nada. Tirei a pica pra ele respirar e fui enfiando devagar. Entrou quase toda, ele se mexeu, e eu tirei.
— Você adora pica, não é, meu amor? É isso que você queria? Queria se sentir bem, gostosa? Eu vou te ensinar como se chupa uma pica. Relaxa.
O cara relaxou, e de novo enfiei a pica devagar até o fundo. Ele chupou tudo. Deixava um tempo, e quando ele se engasgava, tirava enquanto segurava ele firme. das mãos e da cabeça.
Tava com a pica completamente dura e toda molhada, ela com a cara toda suja de tanto chupar pica.
Soltou e falei: continua assim que vou fazer tudo que você quiser, papi.
Joguei ela bem em cima da pica, me mexi e passei a mão na bunda dela.
Dei um tapa e fui direto com o dedo no cu.
Queria ver como o cara tava.
Toquei e tava completamente fechadinho.
— Meu amor, olha como você tá de bunda, a gente tem que fazer algo com isso.
— Você ia gostar de sentir uma pica na buceta, amor? Tá morrendo de vontade, né?
Ela continuava chupando minha pica.
Comecei a estimular a buceta dela bem devagar, enquanto continuava falando, cuspi e fui de novo, comecei a meter um dedo bem devagar.
— Vou ter que arrebentar esse cu, papi, não dá pra ficar assim, você come toda minha pica e anda com esse cuzinho tão fechado, não pode ser assim.
O cara, enquanto se engasgava com a pica, já me disse que sim.
Bom, até aqui a primeira parte. É meu primeiro relato, se gostar, escrevo a segunda.
11 comentários - Desvirgue a un chicho de 20 años