Tudo começou há 2 meses, estávamos numa festa de família e o Eduard, de 30 anos, amigo do meu pai e da família, estava presente. Minha namorada, Elisa, de 18 anos, assim como eu, tem um corpo muito desenvolvido, como é comum hoje em dia, e é sexualmente muito atraente. A gostosa que todo mundo segue nas redes sociais e que os homens e amigos procuram uma chance de comer, incluindo alguns dos meus primos. Nosso relacionamento de um ano sempre foi muito fechado, ninguém nunca tinha ficado com ela, muito menos transado. O Eduard nos ajudou muito, especialmente a mim, já que me indicou no trabalho dele há um ano. Ironicamente, viramos bons amigos. Antes, ele tinha tentado conquistar a Elisa pra ter um relacionamento "sério", mas ela nunca deu chance por causa do jeito dele e por ele ser mais velho. O Eduard e eu, como colegas de trabalho e com muita confiança, sempre conversamos sobre vários assuntos, especialmente sobre sexo, como normalmente rola entre amigos, ainda mais porque dividimos o escritório como auditores.
No dia da festa, quando ele viu minha namorada, percebi que o olhar dele não era normal. Conhecendo o Eduard, não pensei nada demais nem fiquei incomodado, porque a gente já sabe como ele é: tarado, safado e às vezes meio vulgar e pervertido, sem hesitar em falar putaria. É o mesmo motivo pelo qual minha namorada não simpatizava com ele. Vale mencionar que o Eduard, antes de mim, já tinha tentado conquistar a Elisa, mas sem sucesso pelos motivos que já falei. Elisa, que vem de uma família muito conservadora e fechada, era o oposto do que ele tolera, ainda mais sendo bem mais velho que ela. Isso acontece, ou pelo menos aqui é visto como normal às vezes, desde que esse tipo de relação seja tolerado. E eu sou testemunha de que, em alguns casos, são as novinhas que procuram caras mais velhos.
Um dia no trabalho, a gente tava vendo umas minas gostosas no computador no nosso tempo livre, não era pornô, mas eram umas fotos quentes. Percebi que uma delas parecia com a minha namorada, e sem dúvida o Eduard também notou, mas sem se adiantar, comentou despretensioso: — Que delícia de raba — comentou. — Metia o ovo nessa bunda sem dó — completou.
— Uff! Essa é bruta — respondi. — Parece muito com a sua mina — fala o Eduard. — Tô vendo que sim — completei, percebendo o que ele tinha dito antes, mas não dei bola. Sua namorada é muito gostosa e claro: "pele branca e cuidada, olhos azuis, cabelo castanho, corpo tonificado e uma altura maneirinha" — ele falou com cara de safado, me olhando de canto.
— Sim — respondi, meio sem graça.
— "Tô falando sério" — ele reforçou —, ela é muito linda e sem culpa desperta a libido. Me conta: o que você mais curte nela sexualmente? — ele perguntou.
— Tudo nela, quando ela se entregou pra mim pela primeira vez; sabia que era o primeiro homem dela e me deu a virgindade, a buceta dela clarinha e rosada, com dobras perfeitas (vagina tipo barbie), a bunda redonda e tonificada e as pernas marcadas me excitam toda vez que a gente transa — respondi.
— Que tesão, mano! Você é muito sortudo — Mas já comeu ela, já fez anal? — ele perguntou.
— Ainda não, a gente tentou, mas ela diz que não tá segura ou pronta, e prefiro não insistir até ela pedir ou concordar — respondi.
— Uff! Então o cuzinho dela ainda é virgem — ele falou rindo e com tesão.
— Sim! — com risada e graça, comentei meio sem graça com comentários tão indiscretos.
— Não perdoa ela não, brother, senão outro pode ser o sortudo, e aí sim que é um puta prazer — respondeu meu amigo enquanto olhava pra tela.
— Sei disso, é só questão de tempo, porque a gente transou poucas vezes desde que começamos — falei.
— Nada! Tão pouco assim? — perguntou Eduard.
— Sim, a gente tem um ano de namoro e só dois meses transando. já que os pais dela até agora dão permissão e confiam na gente pra ela ficar no meu apê. Eu respondi.
—Eu pensei que desde antes, sem mentir pra você, a minha Elisa sempre me atraiu, mas ela nunca me deu bola, mano, então aproveita e cuida dela que você é o sortudo. — disse o Eduard.
Passaram uns dias sem que eu comentasse nada com o Eduard, com quem também divido escritório, pensando que talvez ele já não fosse insistir na proposta. Tudo era muito rotineiro, só coisas do trabalho. De certa forma, meu machismo me segurava, e só de pensar que minha namorada ia ficar com outro homem já me fervia o sangue.
Dois dias depois, o Eduard me pergunta se a gente já tinha pensado no assunto.
— Que assunto? — perguntei, disfarçando.
— No que a gente conversou — respondeu o Eduard, com um sorrisinho sacana.
— É, acho que ela topa, e eu também — respondi. A cara de safado dele me encarando não podia faltar, sabia que a trepada que ele tanto esperava finalmente tava perto.
— Então como é que fica? — ele pergunta.
— No meu apê — falei.
— Que horas chego no seu apê? — perguntou o Eduard, todo empolgado.
— Esse fim de semana — respondi, seco.
Na saída do trabalho, ele me pediu pra acompanhar ele numas compras. Enquanto a gente tava no mercado, ele disse que queria dar um presente pra Elisa, pra ela mostrar pra gente.
— Beleza, o que pode ser? — perguntei.
— Vamos numa sex shop — ele sugere.
— Puta merda, cê tá falando sério! — respondi com um sorriso forçado.
— Ahhh! E eu tô te falando e você não acredita — reclama meu amigo, todo engraçadinho.
Entramos na loja e a cara do meu amigo irradiava safadeza e tesão, imaginando o que podia fazer com todas as roupas e acessórios. Daí ele pega um babydoll preto de renda e umas meias longas, também lubrificante à base de óleo. "Com isso ela vai ficar mais gostosa ainda, vai fazer a pele dela brilhar, cê vai ver que a gente vai adorar" — comenta.
— Vai ser uma noite boa! — comentei, meio sem graça, mas tentando disfarçar diante dos comentários obscenos do Eduard.
— Cê é um amigo de verdade! — ele diz enquanto a gente olha outros artigos.
Depois de um tempo, me deixando levar pela ideia, eu fiquei bem excitado, pra ser sincero. Já conseguia imaginar como ia ser aquele encontro, como se não fosse comigo. namorada que íamos comer entre dois paus.
Combinamos que seria no fim de semana à noite, tudo já estava pronto no meu apê. Quando saímos do trampo, eu e o Euduard, muito ansiosos, subimos no carro dele e passamos no shopping pra buscar minha namorada, que tava com os primos e as amigas dela. Claro, tudo muito secreto entre nós três, tudo fluindo normal: já tava acostumada a ficar os fins de semana no meu apê, só que dessa vez sem contar que o Eduard ia ficar com a gente.
Enquanto a gente tava no caminho, meu amigo perguntou se eu era selvagem ou discreto na hora de comer a Elisa.
— Na real, não sou tão exaltado não, sou meio discreto e passivo com ela, porque a gente acabou de começar e ela é bem conservadora — respondi.
— Olha, mano, vou te dar um toque: mesmo que a mina pareça uma dama sutil e frágil, na cama tem que tratar ela como uma puta, ser sujo e ousado. Você vai ver como elas vão até onde você quiser, parceiro. Senão, outro mais fdp vai fazer isso — aconselhou o Eduard, irônico.
Sem mais delongas, chegamos no destino.
A Elisa se aproxima do carro e entra enquanto a gente vê ela chegando.
— Boa noite! — ela cumprimenta, a gente responde e ela me dá um beijo na boca.
— Agora são melhores — comenta o Eduard, olhando pra minha namorada pelo retrovisor. A Elisa, meio sem graça, só sorriu desconfiada.
Enquanto a gente tava no caminho e o trânsito atrasava a gente, o clima começou a esquentar, quebrando o gelo o Eduard e pegando mais confiança com a Elisa, já que ela tava meio desconfortável.
— Pô, pai, manda a princesa vir pra frente — sugere o Eduard pra mim. Ele estacionou o carro no acostamento enquanto a gente trocava de lugar.
Ele tava dirigindo e a gente comentava umas besteiras. Percebi como meu amigo passava a mão devagar na perna da Elisa, que tava usando uma calça jeans bem justinha.
— Tudo tranquilo? — pergunta o Eduard pra Elisa.
— Sim, tudo bem — responde minha namorada, ainda com a mão do Eduard na perna dela.
— Vocês vão ver que tudo vai dar certo — completa o Eduard. Aproveitando que era mais o desejo sexual dele que eu ia saciar.
Depois de um silêncio tenso, Eduard comenta:
— Hoje minhas bolas tão batendo! — com risada e perversidade, ele falava tentando deixar a viagem divertida, e de fato, enquanto a gente ria um pouco, não sei se por ansiedade ou realmente pelos comentários obscenos dele, mas ajudou a dissipar o desconforto que a gente sentia antes.
— Elisa, já que tá na confiança, já ficou com mais alguém além do Alejandro?
— Ele sabe que não — ela responde.
— Por isso a percebo meio tensa, mas fiquem tranquilos que não é nada de outro mundo também — diz Eduard.
— Quantos centímetros vocês acham que eu tenho? — pergunta de novo, rindo.
— Lembrando como eu tinha visto ele na praia com o pau duro, estimei 20 cm pra não parecer que tava reparando demais, e lembrando que ele na praia tinha comentado que media 22 cm, enquanto a Elisa respondia 18 cm meio sem graça e corada, tentando acertar. Eu também não queria soar intenso e meio humilhado, mas levei na boa.
Em um instante, Elisa fica no quarto se arrumando com o presente que Eduard tinha dado pra ela, enquanto eu o acompanho, impaciente pra minha namorada sair. Eu entreguei o lubrificante pro Eduard e, enquanto esperávamos a Elisa sair do quarto pronta, o Eduard me sugere se podia ser só ele quem teria o momento e não fazer o trio como eu tinha pensado.
- Combinamos que seria um trio, além disso, também tô com muita vontade - respondi
- Pô, bro, não seja assim; se você já teve ela só pra você - fala Eduard com cuidado pra não estragar o plano.
- Nem fudendo, umas quatro vezes no máximo, porque não tivemos chance o tempo todo desde que começamos a transar - reclamei.
- Qualé, bro, só dessa vez - enfatiza meu amigo com cara de safado e oportunista.
Sem mais reclamações, topei meio puto, confirmando que ele preferia o prazer dele ao de nós dois. Por algum motivo, também não fiquei tão irritado, então só deixei a parada seguir o rumo.
Eduard já não se aguentava mais e tava com o pau duro, marcando no moletom cada vez mais difícil de esconder enquanto eu olhava pra ele sentado no sofá e a gente batia papo.
- Calma, já vai sair - falei, me referindo à Elisa.
- Desculpa estar assim, mas é que tô com uma vontade que minhas bolas tão explodindo, desculpa se pareço tarado - comenta Eduard rindo, vou gozar fora?
- Falei sim, que baderna, comentei.
- Bro, eu tenho hiperespermia - me fala Eduard
- Que porra é essa? perguntei surpreso.
- Olha, resumindo, eu produzo mais esperma que o normal - responde.
Nós dois rimos e achamos aquilo tarado e meio idiota ao mesmo tempo.
- Bro! - Sem limites? Pergunta Eduard depois de um tempo.
- Sem limites - respondi, satisfazendo o desejo dele, cada vez mais aberto aos pedidos do meu amigo.
- Isso aí! Assim que eu gosto - responde animado e cada vez mais ansioso.
Enquanto minha namorada abria a porta; Eduard e eu ficamos de boca aberta com a espetáculo que se passava diante dos nossos olhos, com seus saltos altos e sensualidade como uma puta deliciosa, ela se aproxima caminhando de forma sexy e senta no meu colo com sua bunda redonda. Eu, com meu pau duro e jorrando pra caralho, tinha que me segurar, então só respondi aos beijos dela.
- Não, eu disse; dessa vez é a vez do Eduard. Enquanto ela passava a mão nas pernas dele e roçava a bunda naquele pauzão marcado debaixo do moletom dele.
- Tem certeza? Pergunta minha namorada.
- Sim, cortesia pro convidado - respondi.
Eduard excitado enquanto acaricia as pernas e coxas dela, dá tapas na bunda e roça a buceta dela com as mãos grandes.
O filho da puta do Eduard ficava cada vez mais duro que nem um tronco pegando fogo.
Depois de um tempo de apalpação e beijos de língua profunda e muito intensos, onde a Elisa mal conseguia lidar com a força do Eduard com a boca pequena comparada à dele, eles se levantam enquanto ele fica atrás dela, tocando os peitos brancos e redondos, totalmente naturais, ainda sem expô-los. Devagar, ele tira a roupa dos peitos dela enquanto continua massageando e dando beijos no pescoço. Ele pede pra ela ficar de joelhos no chão. A Elisa parecia meio desconfortável, mas aceitou.
Eu via aquele momento chegando, cada vez mais ele mostrava a experiência e a perversão dele, dessa vez com minha namorada. Eduard pede pra ela abaixar o moletom dele, e ela faz isso sutilmente, olhando nos olhos dele. O pau dele pula bruscamente perto do rosto da minha namorada. Um pau que eu espero um dia ter igual: escuro, mais ainda que a pele do corpo dele, cheio de veias, com uma cabeça grossa e um saco mole que pendura uns 10 cm, uma bola mais baixa que a outra, fazendo aquele pau parecer realmente de respeito. Ele também tinha se preparado bem, totalmente depilado e muito duro, pega a cabeça e o cabelo da minha namorada enquanto os dois me olham como se esperassem minha aprovação pro que ia rolar.
- Fiquem tranquilos, faz de conta que eu não tô aqui - enfatizei, deixando a luz acesa.
Ele aproximou o pauzão dele da a boca da minha namorada e ela, com seus lábios e língua, pegou ele, roçando lentamente a glande dele. Ela não parecia muito convencida olhando para a Elisa, e no rosto dela dava pra ver o desconforto.
Naquele momento, senti um ciúme do caralho, junto com uma raiva e frustração, mas não tinha mais volta. Tive que aguentar aquela sensação estranha de prazer, acompanhada daqueles sentimentos misturados que sacudiam meu corpo. Pra disfarçar um pouco, fui na cozinha pegar água.
Quando voltei, vi o Eduard todo perverso, de olhos fechados e gemendo, segurando a cabeça da minha namorada com as duas mãos e empurrando a rola dela. Ela, com os olhos lacrimejando, enquanto um fio de saliva escorria até os peitos brancos e tonificados, chupava grosso, mal conseguindo passar da metade daquela pica enorme com esforço. Ele percebeu que a Elisa tava meio puta com o jeito grosso e tarado que ele tava tendo com ela — afinal, não era o que ela tava acostumada nem tinha consentido antes, mas nós dois topamos os caprichos do Eduard.
O Eduard levantou ela e começou a encharcar ela de óleo, enquanto passava as mãos na buceta dela e segurava ela por trás, roçando a rola entre as pernas dela, aquela pica monstra aparecendo por entre as coxas da Elisa, provocando a penetração e curtindo o momento.
— Vou te arrebentar, mamacita yummy! — sussurrava o Eduard, tocando a buceta e os peitos da minha namorada, tirando devagar o babydoll agora completamente do corpo dela, expondo a buceta perfeitamente branca e depilada da Elisa, deixando só as meias de renda e os saltos altos.
Muito excitado e tarado, o Eduard coloca minha namorada de quatro no sofá enquanto roça a rola devagar entre os lábios carnudos e rosados, que, por estarem molhados, soltavam aquele barulho característico ao se separarem. O Eduard se abaixa e começa a passar a língua entre a buceta e o cu da minha namorada enquanto se toca e brinca com as nádegas redondas da Elisa. Eu observo do outro sofá, ansioso e já com a minha Sentimentos controlados, eu começava a ficar cada vez mais excitado. Elisa já não aguentava tanto estímulo que meu amigo fazia, então o corpo dela se contraía.
—Isso me excita demais! — diz meu amigo enquanto me olha e pega os lábios rosados da minha namorada. Os lábios carnudos dela apertam entre os dois dedos que Eduard começa a enfiar devagar, com dificuldade, em Elisa, que geme de prazer, se molhando muito mais.
-Eduard, com um alto grau de excitação mas com paciência, depois de um tempo enfiando na minha namorada, finalmente encaixa toda a pica nela enquanto a pressiona de quatro contra o encosto do sofá, a Elisa; ele tira a pica da buceta da Elisa devagar, os lábios vaginais apertados estalam ao se juntarem de novo; com uma tira grossa dos fluidos sexuais deles, ficavam grudados na pica do Eduard.
-Porra, que gostoso que soa! - Diz Eduard enquanto mete e tira a pica repetidamente.
Mete tão gostoso! Ele adiciona enquanto pega de novo com muita força a cintura da minha namorada e começa a penetrá-la selvagemente. No apartamento inteiro ecoava o choque das peles deles contrastado com gemidos entre os dentes da Elisa e gemidos graves do Eduard.
Que merda! Nem eu usava ela assim, pensava arrependido de não transar com ênfase com a Elisa, pensando na integridade dela e cuidando dela, afinal era algo que ela não consentia e agora, aos poucos, começava a se soltar e aceitar o jeito bruto do Eduard de comê-la.
-Cuidei dela pra outro! - Ecoava na minha mente com arrependimento. Mas de alguma forma eu conseguia levar a situação com tranquilidade e ainda sentia prazer em vê-los transando.
-Eduard, delirante de prazer e sexo desenfreado, só comentava o quão gostosa e apertada estava a buceta da Elisa enquanto me olhava. Elisa mal conseguia abrir os olhos de prazer. Embora no começo não estivesse totalmente aberta às insinuações do Eduard, que não perdia a chance de realizar todas as fantasias dele com a inocência da Elisa.
-Que gostoso te comer, sua puta deliciosa - dizia meu amigo repetidamente entre respirações pesadas enquanto estralava a buceta da minha namorada com força e gotas de suor escorriam pelas costas e peito dele, os peitos da Elisa balançavam de um lado pro outro enquanto as bolas do Eduard, penduradas e escuras, batiam nas pernas e na barriga da Elisa, de quem escorriam fluidos brancos e espumosos da buceta. Suponho que dos fluidos vaginais dela, do pré-gozo da pica do Eduard e do óleo.
- Limpa minha pica! - fala obscenamente Eduard pra minha namorada enquanto levanta ela e coloca no chão pra chupar a pica dele de forma abrupta, ele em pé e ela inclinada. Ele senta no sofá e pega o cabelo dela, guiando a cabeça dela mais pra baixo, até as bolas dele.
- Chupa minhas bolas, puta suja! - fala meu amigo pra minha namorada, que tentava enfiar na boca as bolas dele, com o contraste da pele escura dele e os lábios rosados delicados dela, garantindo que limpasse todos os fluidos.
Enquanto minha namorada chupava as bolas dele, ele puxava a pele da pica e, com morbidez, fala: - coloca seus lábios macios nos lábios da minha pica, mamãe - com uma voz baixa e sedutora. Elisa começa a fazer isso e, com esforço, tenta enfiar a grossa cabeça da pica na boca dela. Ele, muito excitado, começa a tentar enfiar todo o tronco venoso na boca dela, enquanto ela reage com alguns engasgos e começa a cuspir na pica do meu amigo, excitando ele ainda mais.
- Assim, mamacita, já vai se soltando! - comentava Eduard.
- Vou escovar essa boquinha, meu amor - repetia Eduard, enquanto Elisa tentava ir até o fundo da boca dela.
"Só morbidez, ele fala", pensava eu, enquanto observava tudo em detalhes do outro lado do sofá. A cena era digna de um filme pornô.
Depois de tentativas frustradas, Elisa não conseguia ter toda a pica do Eduard na boca.
- Assim não, Eduard - pedia Elisa, pra ele não continuar pressionando a cabeça dela até o fundo da garganta.
- Continua, bebezinha, já vai ver que consegue, falta pouco - responde meu amigo.
Depois de chupar a pica dele, ele manda ela deitar de bruços na borda do sofá. Ela coloca as pernas no encosto do sofá enquanto ele se inclina e começa a meter a pica profundamente na boca de Elisa, que começa a salivar e a engasgar. Ele chupa a buceta dela, fazendo sons com a língua e os lábios vaginais, enfiando na boca cada lábio vaginal de Elisa. Era incrível o Que excitante foi aquela cena pra mim.
Eu mudei de lugar pra ver como minha namorada tava fazendo, mas não conseguia nem ver os olhos dela. As bolas do Eduard passavam e batiam na testa dela, impedindo de ver seus olhos. Ela segurava a perna do meu amigo com uma mão e com a outra acariciava as bolas dele.
Eu tava muito ligado e morria de vontade de entrar na diversão, mas sabia que não tinha combinado isso com meu amigo, então não queria parecer desesperado nem intenso. De algum jeito, também me dava um tesão doentio ver o Eduard pervertido fazendo o que queria com a Elisa, submissa e inocente, que só aceitava cada ordem.
Ele a levanta e eles ficam de pé, enquanto ele começa a meter de novo na minha namorada, segurando os braços dela e acariciando devagar os peitões durinhos e a cintura curvilínea dela. O apartamento parecia um culto de igreja com aqueles estalos fortes, enquanto ele fechava os olhos e gemia alto de prazer, aqueles gemidos típicos de um homem que tava saciando seu desejo sexual sem freio. A Elisa, por outro lado, gemia e as pernas dela escorriam de fluidos brancos de novo. Eu via as pernas dela tremendo e ela se esforçando pra ficar de pé diante do Eduard descontrolado, que metia na Elisa sem vergonha nenhuma.
— Vou te arrebentar, sua putinha gostosa! — dizia o Eduard com a voz ofegante, enquanto movia o corpo, batendo forte na bunda da minha namorada.
— Ai, papai! — respondia minha namorada com a voz trêmula entre gemidos, e os lábios da buceta dela se agarravam no tronco da pica do Eduard.
Eu, meio nervoso com o som alto que estralava a cada metida que ele dava na Elisa, sugeri que ele se acalmasse um pouco e diminuísse a intensidade. Falei que os vizinhos podiam ouvir, já que a noite tinha avançado.
— Eu vim pra foder, que importa se ouvirem, cachorro? Eles não vão saber quem é — respondeu o Eduard, muito excitado e com arrogância, comendo a Elisa, que só gemia de prazer.
— Não vai pelo menos dilatar com os dedos? — perguntei ao Eduard.
— Essa bunda linda e gostosa que vou dilatar com meu pau — responde meu amigo, cheio de tesão.
— Não aperta, bebê! — diz Eduard pra minha namorada, que responde: — Não tô apertando, Eduard!
— Tô com dificuldade de enfiar — comenta Eduard.
Elisa, meio nervosa, responde: — Melhor tentarmos outra coisa.
— Não, não, fica tranquila, eu tenho paciência, bebê — reclama Eduard, sem perder a chance de comer o cu imaculado da Elisa.
Depois de um esforço pressionando o pau, finalmente a bunda dela cede à pressão da pica do Eduard e ele consegue entrar no cu apertadíssimo e virgem da minha namorada, que com um gemido longo avisa que tinha entrado. A pele dela se arrepiou e ela não parava de gemer.
Eduard, mesmo sendo de pele escura, mostrava o rosto vermelho e apertava os olhos enquanto tentava devagar encaixar a pica na Elisa, respirando fundo e soltando o ar pela boca. Ela, com a pele arrepiada e gemendo intensamente, toda excitada, só recebia as investidas do Eduard.
— Devagar! — pedia minha namorada entre gemidos, colocando a mão na perna do meu amigo, tentando segurar um pouco a arremetida cada vez mais impaciente dele.
— Shhh, fica tranquila, quem manda aqui sou eu! — reforça Eduard, que a cada movimento enfiava um pouco mais o pau durão, enfrentando apertos e pressão que faziam ele sair de repente do cu da minha namorada com um som forte. O cu apertado dela ficava vermelho entre as nádegas brancas.
Depois de um tempo de penetrações lentas, finalmente conseguiu enfiar o pau até o fundo na minha namorada, que já tinha dilatado bem o cu apertado. Muito excitado, meu amigo começa a comer a bunda da Elisa com força e sem controle, enquanto ela geme de muito prazer. Depois de um tempo metendo na minha namorada, batendo palmas com o choque dos corpos de peles contrastadas, enquanto ela jorrava de novo fluidos brancos e espumosos do cu e das nádegas avermelhadas, surradas por ele.
— Devagar, Eduard, devagar! — suplicava. repetidamente entre palavras cortadas, Elisa colocava as mãos pra trás tentando segurar um pouco o Eduard, mas ele segurava ela firme pela cintura e metia selvagem e forte, ignorando o pedido da minha namorada, batendo o corpo dele nas nádegas dela. De novo, era uma cena digna de pornô. Ele tava usando o pauzão dele no cu da minha namorada com tanta frenesi que Elisa não conseguia evitar gozar repetidamente.
Eduard tira o pau devagar do cu da Elisa, abrindo as nádegas vermelhas dela e mostrando o cu alargado e bem vermelho. Ele abaixa e começa a chupar o cu dela usando a língua como se fosse um pau, sem dar descanso pra Elisa ofegante, que chupa a buceta dele sugando também os lábios vaginais.
— Que gostosa de comer, sua puta, que gostosa de comer! — repetia meu amigo, que de novo metia no cu da minha namorada de forma selvagem, fazendo contato visual comigo.
Senti que ele queria me dizer algo tipo "vê como eu arrebento o cu sem piedade da sua namorada linda e submissa". Ele só mantinha o olhar em mim enquanto aumentava a intensidade cada vez mais, e ela gemia alto. Senti como ele curtia fazer aquilo e me fazer sentir humilhado.
Elisa só fazia gemer, e eu, muito excitado, só conseguia observar, com ciúme e inveja do Eduard, que colocava ela pra chupar o pau dele e ele chupava a buceta da Elisa num 69 dramático.
— Se a buceta dela aperta como um punho fechado com força, o cu dela aperta como uma porca — comenta Eduard com risada e descaramento.
Ele pega ela e deita no chão, segura as duas pernas dela e abre a buceta branca e apertada, perfeita, com aqueles lábios vermelhos e no formato de barbie.
— Como qualquer homem ia querer! — comenta Eduard, que encaixa o pau dele na Elisa pra meter, olhando nos olhos dela e segurando o pescoço dela com as duas mãos.
— Eu sei, são perfeitos! — respondi.
— Você é muito sortudo! — ele me diz.
— Valeu! — respondi de forma tímida.
— As inalcançáveis são as que mais se curtem, dando pau na bucha — comenta Eduard, enquanto Elisa e eu... Respondemos com risada.
Meu amigo parecia não ter fim, e como se o único jeito dele de foder fosse desenfreado. Ele penetra com força em Elisa, que geme e morde os lábios, olhando fixamente com seus olhos azuis para Eduard, excitando ele cada vez mais.
— Sei que é uma menina de família, mas vou tratá-la como uma puta de rua! — comenta Eduard rindo. Elisa, que não costuma falar vulgaridades, parecia não responder nem pedir nada a Eduard, só aceitar o que ele mandava.
Depois ele começa a tirar e meter o pau, os lábios da minha namorada fazendo aquele barulho ao abrir e fechar enquanto Eduard brinca com o pau dele.
— Tá ouvindo, brother? Esse é o som que me excita na sua namorada! — ele me esfrega na cara, como se estivesse zombando de mim ao falar isso, sem que eu pudesse sequer comentar, enquanto me olha e, com uma risada safada, continua batendo o pau dele na buceta da Elisa.
Nessa posição, ele começa a meter bem forte em Elisa. Os gemidos dos dois e o som forte dos corpos se batendo nos excitavam os três, literalmente. Eu tava muito excitado, e ele repetia obscenidades enquanto se movia forte, socando a minha namorada. Com as duas mãos, ele segurava o rosto de Elisa, que parecia pedir um beijo com a carinha de puta delicada, mas Eduard, ao contrário, vendo os gestos dela, passou a língua com força por todo o rosto de Elisa, deixando um longo rastro de saliva. Ela só conseguia gemer enquanto os peitos dela continuavam pulando. Meu amigo cuspia nos peitos dela e dobrava as pernas dela, dava pra ver a barriga dela inchando com a penetração de Eduard, quase até o umbigo. Naquele nível de luxúria, gemendo cada vez mais alto, Eduard se levantava de repente e colocava minha namorada de joelhos, segurando ela pelo pescoço, controlando os movimentos dela sem dar quase nenhum descanso.
Ele pegou a ponta do pau dele e, com um pequeno movimento do pulso, entre gemidos e contrações das bolas, começou a gozar no rosto de Elisa, que o esperava com a boquinha aberta e a língua rosa pra fora.
Com um jato longo de porra, ele alcançava o rosto dela. rosto acompanhado de outros três jatos menos intensos, todo o sêmen do Eduard escorria pelo rosto dela e transbordava pela boca, pendurado nos lábios, chegando até os peitos e mamilos brancos e lindos dela.
Os dois gemiam enquanto Eduard, obscenamente, colocava minha namorada pra chupar a pica dele de novo, removendo até a última gota de sêmen da rola dele.
— Ah sim, ah siiiim! — gemia Eduard, olhando pro teto com as mãos apoiadas na cabeça da Elisa.
Pra mim, Eduard tava bem satisfeito; até que ele terminou! Pensei. Pra minha surpresa, o pervertido tira um pouco do próprio sêmen do rosto da Elisa, que mal conseguia abrir os olhos de tanta porra. Claro que ele não ia jogar no chão. Ele tirava com os dedos e colocava na boca da Elisa enquanto puxava o cabelo dela e olhava nos olhos dela com maldade, língua pra fora, dando uma risadinha sutil vendo ela engolir, tirando também dos peitos dela até que ela engolisse todo aquele líquido grosso e branco.
Na hora, a sala se encheu com o cheiro inconfundível do sêmen do Eduard e o cheiro característico daquele sexo selvagem. Ele suava e beijava a Elisa, mas não acabava ali.
— Goza, mamacita! — ele fala enquanto levanta ela do chão e reclina no braço do sofá, mas dessa vez com as pernas no chão e a bunda bem esticada, destacando ainda mais aquele rabo gostoso. A buceta dela, dessa vez mais alargada e vermelha, mas não menos linda, só pulsava.
Eduard começou a comer a Elisa de novo, selvagem e forte. As pernas dele não fraquejavam, a pele das pernas se mexia com força a cada movimento, e cada vez que ele ficava mais excitado, dessa vez ele demorou menos nessa posição, mas não demorou muito pra gozar dentro da vagina da Elisa, que imediatamente começou a escorrer uma boa quantidade de sêmen entre os lábios avermelhados e pulsantes dela. Ele de novo pegou um pouco do sêmen que escorria da buceta dela e com os dedos levou até a boca dela.
— Que rabo gostoso que acabei de comer! — ele diz. Eduard com maldade e safadeza. Se você não fosse testemunha, ninguém ia acreditar! Ele repete enquanto me olha e ainda descansa o corpo em cima da minha namorada.
Minha namorada toda largada no chão e sorrindo, levanta e senta do lado do Eduard. Eu, com uma vontade do caralho que fazia minhas bolas explodirem, tirei a pica do zíper da minha calça e coloquei minha mina de quatro no sofá, sem freio, sem me importar de estar metendo minha pica na buceta dela ainda escorrendo o gozo do Eduard e beijando a boca dela que ainda tinha cheiro e resto de porra.
Com certeza eu tinha aguentado mais de 3 horas só olhando meu amigo trepando; então tava muito excitado e gozei dentro da Elisa, na buceta dela, misturando nossos semens no corpo dela. Enquanto os três riamos jogados no sofá descansando um pouco.
— Cê gozou pra caralho — falo pro meu amigo.
— Acho que tenho hiperespermia — comenta o Eduard pervertido, e ainda disse que tava há um mês sem transar.
— Gostou, coisinha? — pergunta Eduard pra Elisa enquanto pega nas pernas dela e esfrega a buceta.
— Claro que sim! — responde Elisa, toda safada e sorrindo.
Ofereci pro Eduard ficar com a gente, e ele topou na hora.
— Espero que não seja a única vez — fala pra gente, fazendo biquinho e levantando a sobrancelha.
— Tomara que não — respondi enquanto Elisa limpava o resto de porra com lenços umedecidos.
— Que trepada gostosa! — repete Eduard enquanto veste o moletom sem cueca e olhava pra minha mina. Com a respiração ofegante.
— Espero que se repita — completa Eduard.
— Vai ver que sim — respondi meio apressado.
— Sem treta, né brother? — me pergunta Eduard rindo.
— Não, mano, pode mandar ver — respondi.
Enquanto a gente se deitava na cama e comentava.
— Eu sei que vi vocês crescerem, e nunca imaginei que isso ia rolar entre nós três. E mesmo a Elisa e eu tendo pouca intimidade, porque nunca nos falamos direito, ela sempre arrasou quando passava na rua, roubando suspiro de qualquer otário, novinha e toda gostosa. Corpo tão desenvolvido, porra! O que tão dando pra eles hoje? - enfatiza meu amigo enquanto a gente só ri.
- Mas que gostoso isso, valeu por me dar a chance de comer essa bunda monumental - brincava Eduard.
- Curti a dinâmica de ser só eu, cê não é ciumento, né brother? - me fala Eduard.
- Olha, mesmo não participando, curti pra caralho e não, não sou ciumento - respondi.
Assim terminou aquela noite de prazer e experimentação entre um amigo mais velho que a gente. Eduard, que viajou pra Europa por motivos de família, espera voltar depois das festas de Natal pra continuar tendo experiências sexuais com minha namorada e já disse que tá trazendo uns brinquedos novos pra gente se divertir. Ou como eu penso: comer aquela buceta gostosa que todo mundo queria dar uma pirocada e ele conseguiu ter. Afinal, não é que ele seja um grande galã, mas tem seus atributos, corpo meio definido, as pernas meio peludas sim, e claro; sortudo de ser bem dotado.
Me sinto bem em saber que só eu tive a sorte de transar com ela, e meu amigo Eduard, claro, que finalmente conseguiu realizar o prazer que tanto queria com minha namorada. Elisa, claro, também curtiu muito aquela noite, reconhecendo que não pedia nada a Eduard por se sentir limitada na minha frente. Sugeri que da próxima vez não se sinta limitada, já que também me dá prazer ver vocês transando.
Espero que tenham gostado da minha experiência, também aceito sugestões e recomendações de ideias que eu possa colocar em prática.
No dia da festa, quando ele viu minha namorada, percebi que o olhar dele não era normal. Conhecendo o Eduard, não pensei nada demais nem fiquei incomodado, porque a gente já sabe como ele é: tarado, safado e às vezes meio vulgar e pervertido, sem hesitar em falar putaria. É o mesmo motivo pelo qual minha namorada não simpatizava com ele. Vale mencionar que o Eduard, antes de mim, já tinha tentado conquistar a Elisa, mas sem sucesso pelos motivos que já falei. Elisa, que vem de uma família muito conservadora e fechada, era o oposto do que ele tolera, ainda mais sendo bem mais velho que ela. Isso acontece, ou pelo menos aqui é visto como normal às vezes, desde que esse tipo de relação seja tolerado. E eu sou testemunha de que, em alguns casos, são as novinhas que procuram caras mais velhos.
Um dia no trabalho, a gente tava vendo umas minas gostosas no computador no nosso tempo livre, não era pornô, mas eram umas fotos quentes. Percebi que uma delas parecia com a minha namorada, e sem dúvida o Eduard também notou, mas sem se adiantar, comentou despretensioso: — Que delícia de raba — comentou. — Metia o ovo nessa bunda sem dó — completou.— Uff! Essa é bruta — respondi. — Parece muito com a sua mina — fala o Eduard. — Tô vendo que sim — completei, percebendo o que ele tinha dito antes, mas não dei bola. Sua namorada é muito gostosa e claro: "pele branca e cuidada, olhos azuis, cabelo castanho, corpo tonificado e uma altura maneirinha" — ele falou com cara de safado, me olhando de canto.
— Sim — respondi, meio sem graça.
— "Tô falando sério" — ele reforçou —, ela é muito linda e sem culpa desperta a libido. Me conta: o que você mais curte nela sexualmente? — ele perguntou.
— Tudo nela, quando ela se entregou pra mim pela primeira vez; sabia que era o primeiro homem dela e me deu a virgindade, a buceta dela clarinha e rosada, com dobras perfeitas (vagina tipo barbie), a bunda redonda e tonificada e as pernas marcadas me excitam toda vez que a gente transa — respondi.
— Que tesão, mano! Você é muito sortudo — Mas já comeu ela, já fez anal? — ele perguntou.
— Ainda não, a gente tentou, mas ela diz que não tá segura ou pronta, e prefiro não insistir até ela pedir ou concordar — respondi.
— Uff! Então o cuzinho dela ainda é virgem — ele falou rindo e com tesão.
— Sim! — com risada e graça, comentei meio sem graça com comentários tão indiscretos.
— Não perdoa ela não, brother, senão outro pode ser o sortudo, e aí sim que é um puta prazer — respondeu meu amigo enquanto olhava pra tela.
— Sei disso, é só questão de tempo, porque a gente transou poucas vezes desde que começamos — falei.
— Nada! Tão pouco assim? — perguntou Eduard.
— Sim, a gente tem um ano de namoro e só dois meses transando. já que os pais dela até agora dão permissão e confiam na gente pra ela ficar no meu apê. Eu respondi.
—Eu pensei que desde antes, sem mentir pra você, a minha Elisa sempre me atraiu, mas ela nunca me deu bola, mano, então aproveita e cuida dela que você é o sortudo. — disse o Eduard.
Passaram uns dias sem que eu comentasse nada com o Eduard, com quem também divido escritório, pensando que talvez ele já não fosse insistir na proposta. Tudo era muito rotineiro, só coisas do trabalho. De certa forma, meu machismo me segurava, e só de pensar que minha namorada ia ficar com outro homem já me fervia o sangue.Dois dias depois, o Eduard me pergunta se a gente já tinha pensado no assunto.
— Que assunto? — perguntei, disfarçando.
— No que a gente conversou — respondeu o Eduard, com um sorrisinho sacana.
— É, acho que ela topa, e eu também — respondi. A cara de safado dele me encarando não podia faltar, sabia que a trepada que ele tanto esperava finalmente tava perto.
— Então como é que fica? — ele pergunta.
— No meu apê — falei.
— Que horas chego no seu apê? — perguntou o Eduard, todo empolgado.
— Esse fim de semana — respondi, seco.
Na saída do trabalho, ele me pediu pra acompanhar ele numas compras. Enquanto a gente tava no mercado, ele disse que queria dar um presente pra Elisa, pra ela mostrar pra gente.
— Beleza, o que pode ser? — perguntei.
— Vamos numa sex shop — ele sugere.
— Puta merda, cê tá falando sério! — respondi com um sorriso forçado.
— Ahhh! E eu tô te falando e você não acredita — reclama meu amigo, todo engraçadinho.
Entramos na loja e a cara do meu amigo irradiava safadeza e tesão, imaginando o que podia fazer com todas as roupas e acessórios. Daí ele pega um babydoll preto de renda e umas meias longas, também lubrificante à base de óleo. "Com isso ela vai ficar mais gostosa ainda, vai fazer a pele dela brilhar, cê vai ver que a gente vai adorar" — comenta.
— Vai ser uma noite boa! — comentei, meio sem graça, mas tentando disfarçar diante dos comentários obscenos do Eduard.
— Cê é um amigo de verdade! — ele diz enquanto a gente olha outros artigos.
Depois de um tempo, me deixando levar pela ideia, eu fiquei bem excitado, pra ser sincero. Já conseguia imaginar como ia ser aquele encontro, como se não fosse comigo. namorada que íamos comer entre dois paus.
Combinamos que seria no fim de semana à noite, tudo já estava pronto no meu apê. Quando saímos do trampo, eu e o Euduard, muito ansiosos, subimos no carro dele e passamos no shopping pra buscar minha namorada, que tava com os primos e as amigas dela. Claro, tudo muito secreto entre nós três, tudo fluindo normal: já tava acostumada a ficar os fins de semana no meu apê, só que dessa vez sem contar que o Eduard ia ficar com a gente.
Enquanto a gente tava no caminho, meu amigo perguntou se eu era selvagem ou discreto na hora de comer a Elisa.
— Na real, não sou tão exaltado não, sou meio discreto e passivo com ela, porque a gente acabou de começar e ela é bem conservadora — respondi.
— Olha, mano, vou te dar um toque: mesmo que a mina pareça uma dama sutil e frágil, na cama tem que tratar ela como uma puta, ser sujo e ousado. Você vai ver como elas vão até onde você quiser, parceiro. Senão, outro mais fdp vai fazer isso — aconselhou o Eduard, irônico.
Sem mais delongas, chegamos no destino.
A Elisa se aproxima do carro e entra enquanto a gente vê ela chegando.
— Boa noite! — ela cumprimenta, a gente responde e ela me dá um beijo na boca.
— Agora são melhores — comenta o Eduard, olhando pra minha namorada pelo retrovisor. A Elisa, meio sem graça, só sorriu desconfiada.
Enquanto a gente tava no caminho e o trânsito atrasava a gente, o clima começou a esquentar, quebrando o gelo o Eduard e pegando mais confiança com a Elisa, já que ela tava meio desconfortável.
— Pô, pai, manda a princesa vir pra frente — sugere o Eduard pra mim. Ele estacionou o carro no acostamento enquanto a gente trocava de lugar.
Ele tava dirigindo e a gente comentava umas besteiras. Percebi como meu amigo passava a mão devagar na perna da Elisa, que tava usando uma calça jeans bem justinha.
— Tudo tranquilo? — pergunta o Eduard pra Elisa.
— Sim, tudo bem — responde minha namorada, ainda com a mão do Eduard na perna dela.
— Vocês vão ver que tudo vai dar certo — completa o Eduard. Aproveitando que era mais o desejo sexual dele que eu ia saciar.
Depois de um silêncio tenso, Eduard comenta:
— Hoje minhas bolas tão batendo! — com risada e perversidade, ele falava tentando deixar a viagem divertida, e de fato, enquanto a gente ria um pouco, não sei se por ansiedade ou realmente pelos comentários obscenos dele, mas ajudou a dissipar o desconforto que a gente sentia antes.
— Elisa, já que tá na confiança, já ficou com mais alguém além do Alejandro?
— Ele sabe que não — ela responde.
— Por isso a percebo meio tensa, mas fiquem tranquilos que não é nada de outro mundo também — diz Eduard.
— Quantos centímetros vocês acham que eu tenho? — pergunta de novo, rindo.
— Lembrando como eu tinha visto ele na praia com o pau duro, estimei 20 cm pra não parecer que tava reparando demais, e lembrando que ele na praia tinha comentado que media 22 cm, enquanto a Elisa respondia 18 cm meio sem graça e corada, tentando acertar. Eu também não queria soar intenso e meio humilhado, mas levei na boa.
Em um instante, Elisa fica no quarto se arrumando com o presente que Eduard tinha dado pra ela, enquanto eu o acompanho, impaciente pra minha namorada sair. Eu entreguei o lubrificante pro Eduard e, enquanto esperávamos a Elisa sair do quarto pronta, o Eduard me sugere se podia ser só ele quem teria o momento e não fazer o trio como eu tinha pensado.- Combinamos que seria um trio, além disso, também tô com muita vontade - respondi
- Pô, bro, não seja assim; se você já teve ela só pra você - fala Eduard com cuidado pra não estragar o plano.
- Nem fudendo, umas quatro vezes no máximo, porque não tivemos chance o tempo todo desde que começamos a transar - reclamei.
- Qualé, bro, só dessa vez - enfatiza meu amigo com cara de safado e oportunista.
Sem mais reclamações, topei meio puto, confirmando que ele preferia o prazer dele ao de nós dois. Por algum motivo, também não fiquei tão irritado, então só deixei a parada seguir o rumo.
Eduard já não se aguentava mais e tava com o pau duro, marcando no moletom cada vez mais difícil de esconder enquanto eu olhava pra ele sentado no sofá e a gente batia papo.
- Calma, já vai sair - falei, me referindo à Elisa.
- Desculpa estar assim, mas é que tô com uma vontade que minhas bolas tão explodindo, desculpa se pareço tarado - comenta Eduard rindo, vou gozar fora?
- Falei sim, que baderna, comentei.
- Bro, eu tenho hiperespermia - me fala Eduard
- Que porra é essa? perguntei surpreso.
- Olha, resumindo, eu produzo mais esperma que o normal - responde.
Nós dois rimos e achamos aquilo tarado e meio idiota ao mesmo tempo.
- Bro! - Sem limites? Pergunta Eduard depois de um tempo.
- Sem limites - respondi, satisfazendo o desejo dele, cada vez mais aberto aos pedidos do meu amigo.
- Isso aí! Assim que eu gosto - responde animado e cada vez mais ansioso.
Enquanto minha namorada abria a porta; Eduard e eu ficamos de boca aberta com a espetáculo que se passava diante dos nossos olhos, com seus saltos altos e sensualidade como uma puta deliciosa, ela se aproxima caminhando de forma sexy e senta no meu colo com sua bunda redonda. Eu, com meu pau duro e jorrando pra caralho, tinha que me segurar, então só respondi aos beijos dela.
- Não, eu disse; dessa vez é a vez do Eduard. Enquanto ela passava a mão nas pernas dele e roçava a bunda naquele pauzão marcado debaixo do moletom dele.
- Tem certeza? Pergunta minha namorada.
- Sim, cortesia pro convidado - respondi.
Eduard excitado enquanto acaricia as pernas e coxas dela, dá tapas na bunda e roça a buceta dela com as mãos grandes.
O filho da puta do Eduard ficava cada vez mais duro que nem um tronco pegando fogo.
Depois de um tempo de apalpação e beijos de língua profunda e muito intensos, onde a Elisa mal conseguia lidar com a força do Eduard com a boca pequena comparada à dele, eles se levantam enquanto ele fica atrás dela, tocando os peitos brancos e redondos, totalmente naturais, ainda sem expô-los. Devagar, ele tira a roupa dos peitos dela enquanto continua massageando e dando beijos no pescoço. Ele pede pra ela ficar de joelhos no chão. A Elisa parecia meio desconfortável, mas aceitou.
Eu via aquele momento chegando, cada vez mais ele mostrava a experiência e a perversão dele, dessa vez com minha namorada. Eduard pede pra ela abaixar o moletom dele, e ela faz isso sutilmente, olhando nos olhos dele. O pau dele pula bruscamente perto do rosto da minha namorada. Um pau que eu espero um dia ter igual: escuro, mais ainda que a pele do corpo dele, cheio de veias, com uma cabeça grossa e um saco mole que pendura uns 10 cm, uma bola mais baixa que a outra, fazendo aquele pau parecer realmente de respeito. Ele também tinha se preparado bem, totalmente depilado e muito duro, pega a cabeça e o cabelo da minha namorada enquanto os dois me olham como se esperassem minha aprovação pro que ia rolar.
- Fiquem tranquilos, faz de conta que eu não tô aqui - enfatizei, deixando a luz acesa.
Ele aproximou o pauzão dele da a boca da minha namorada e ela, com seus lábios e língua, pegou ele, roçando lentamente a glande dele. Ela não parecia muito convencida olhando para a Elisa, e no rosto dela dava pra ver o desconforto.
Naquele momento, senti um ciúme do caralho, junto com uma raiva e frustração, mas não tinha mais volta. Tive que aguentar aquela sensação estranha de prazer, acompanhada daqueles sentimentos misturados que sacudiam meu corpo. Pra disfarçar um pouco, fui na cozinha pegar água.
Quando voltei, vi o Eduard todo perverso, de olhos fechados e gemendo, segurando a cabeça da minha namorada com as duas mãos e empurrando a rola dela. Ela, com os olhos lacrimejando, enquanto um fio de saliva escorria até os peitos brancos e tonificados, chupava grosso, mal conseguindo passar da metade daquela pica enorme com esforço. Ele percebeu que a Elisa tava meio puta com o jeito grosso e tarado que ele tava tendo com ela — afinal, não era o que ela tava acostumada nem tinha consentido antes, mas nós dois topamos os caprichos do Eduard.
O Eduard levantou ela e começou a encharcar ela de óleo, enquanto passava as mãos na buceta dela e segurava ela por trás, roçando a rola entre as pernas dela, aquela pica monstra aparecendo por entre as coxas da Elisa, provocando a penetração e curtindo o momento.
— Vou te arrebentar, mamacita yummy! — sussurrava o Eduard, tocando a buceta e os peitos da minha namorada, tirando devagar o babydoll agora completamente do corpo dela, expondo a buceta perfeitamente branca e depilada da Elisa, deixando só as meias de renda e os saltos altos.
Muito excitado e tarado, o Eduard coloca minha namorada de quatro no sofá enquanto roça a rola devagar entre os lábios carnudos e rosados, que, por estarem molhados, soltavam aquele barulho característico ao se separarem. O Eduard se abaixa e começa a passar a língua entre a buceta e o cu da minha namorada enquanto se toca e brinca com as nádegas redondas da Elisa. Eu observo do outro sofá, ansioso e já com a minha Sentimentos controlados, eu começava a ficar cada vez mais excitado. Elisa já não aguentava tanto estímulo que meu amigo fazia, então o corpo dela se contraía.
—Isso me excita demais! — diz meu amigo enquanto me olha e pega os lábios rosados da minha namorada. Os lábios carnudos dela apertam entre os dois dedos que Eduard começa a enfiar devagar, com dificuldade, em Elisa, que geme de prazer, se molhando muito mais.
-Eduard, com um alto grau de excitação mas com paciência, depois de um tempo enfiando na minha namorada, finalmente encaixa toda a pica nela enquanto a pressiona de quatro contra o encosto do sofá, a Elisa; ele tira a pica da buceta da Elisa devagar, os lábios vaginais apertados estalam ao se juntarem de novo; com uma tira grossa dos fluidos sexuais deles, ficavam grudados na pica do Eduard.-Porra, que gostoso que soa! - Diz Eduard enquanto mete e tira a pica repetidamente.
Mete tão gostoso! Ele adiciona enquanto pega de novo com muita força a cintura da minha namorada e começa a penetrá-la selvagemente. No apartamento inteiro ecoava o choque das peles deles contrastado com gemidos entre os dentes da Elisa e gemidos graves do Eduard.
Que merda! Nem eu usava ela assim, pensava arrependido de não transar com ênfase com a Elisa, pensando na integridade dela e cuidando dela, afinal era algo que ela não consentia e agora, aos poucos, começava a se soltar e aceitar o jeito bruto do Eduard de comê-la.
-Cuidei dela pra outro! - Ecoava na minha mente com arrependimento. Mas de alguma forma eu conseguia levar a situação com tranquilidade e ainda sentia prazer em vê-los transando.
-Eduard, delirante de prazer e sexo desenfreado, só comentava o quão gostosa e apertada estava a buceta da Elisa enquanto me olhava. Elisa mal conseguia abrir os olhos de prazer. Embora no começo não estivesse totalmente aberta às insinuações do Eduard, que não perdia a chance de realizar todas as fantasias dele com a inocência da Elisa.
-Que gostoso te comer, sua puta deliciosa - dizia meu amigo repetidamente entre respirações pesadas enquanto estralava a buceta da minha namorada com força e gotas de suor escorriam pelas costas e peito dele, os peitos da Elisa balançavam de um lado pro outro enquanto as bolas do Eduard, penduradas e escuras, batiam nas pernas e na barriga da Elisa, de quem escorriam fluidos brancos e espumosos da buceta. Suponho que dos fluidos vaginais dela, do pré-gozo da pica do Eduard e do óleo.
- Limpa minha pica! - fala obscenamente Eduard pra minha namorada enquanto levanta ela e coloca no chão pra chupar a pica dele de forma abrupta, ele em pé e ela inclinada. Ele senta no sofá e pega o cabelo dela, guiando a cabeça dela mais pra baixo, até as bolas dele.
- Chupa minhas bolas, puta suja! - fala meu amigo pra minha namorada, que tentava enfiar na boca as bolas dele, com o contraste da pele escura dele e os lábios rosados delicados dela, garantindo que limpasse todos os fluidos.
Enquanto minha namorada chupava as bolas dele, ele puxava a pele da pica e, com morbidez, fala: - coloca seus lábios macios nos lábios da minha pica, mamãe - com uma voz baixa e sedutora. Elisa começa a fazer isso e, com esforço, tenta enfiar a grossa cabeça da pica na boca dela. Ele, muito excitado, começa a tentar enfiar todo o tronco venoso na boca dela, enquanto ela reage com alguns engasgos e começa a cuspir na pica do meu amigo, excitando ele ainda mais.
- Assim, mamacita, já vai se soltando! - comentava Eduard.
- Vou escovar essa boquinha, meu amor - repetia Eduard, enquanto Elisa tentava ir até o fundo da boca dela.
"Só morbidez, ele fala", pensava eu, enquanto observava tudo em detalhes do outro lado do sofá. A cena era digna de um filme pornô.
Depois de tentativas frustradas, Elisa não conseguia ter toda a pica do Eduard na boca.
- Assim não, Eduard - pedia Elisa, pra ele não continuar pressionando a cabeça dela até o fundo da garganta.
- Continua, bebezinha, já vai ver que consegue, falta pouco - responde meu amigo.
Depois de chupar a pica dele, ele manda ela deitar de bruços na borda do sofá. Ela coloca as pernas no encosto do sofá enquanto ele se inclina e começa a meter a pica profundamente na boca de Elisa, que começa a salivar e a engasgar. Ele chupa a buceta dela, fazendo sons com a língua e os lábios vaginais, enfiando na boca cada lábio vaginal de Elisa. Era incrível o Que excitante foi aquela cena pra mim.
Eu mudei de lugar pra ver como minha namorada tava fazendo, mas não conseguia nem ver os olhos dela. As bolas do Eduard passavam e batiam na testa dela, impedindo de ver seus olhos. Ela segurava a perna do meu amigo com uma mão e com a outra acariciava as bolas dele.
Eu tava muito ligado e morria de vontade de entrar na diversão, mas sabia que não tinha combinado isso com meu amigo, então não queria parecer desesperado nem intenso. De algum jeito, também me dava um tesão doentio ver o Eduard pervertido fazendo o que queria com a Elisa, submissa e inocente, que só aceitava cada ordem.
Ele a levanta e eles ficam de pé, enquanto ele começa a meter de novo na minha namorada, segurando os braços dela e acariciando devagar os peitões durinhos e a cintura curvilínea dela. O apartamento parecia um culto de igreja com aqueles estalos fortes, enquanto ele fechava os olhos e gemia alto de prazer, aqueles gemidos típicos de um homem que tava saciando seu desejo sexual sem freio. A Elisa, por outro lado, gemia e as pernas dela escorriam de fluidos brancos de novo. Eu via as pernas dela tremendo e ela se esforçando pra ficar de pé diante do Eduard descontrolado, que metia na Elisa sem vergonha nenhuma.
— Vou te arrebentar, sua putinha gostosa! — dizia o Eduard com a voz ofegante, enquanto movia o corpo, batendo forte na bunda da minha namorada.
— Ai, papai! — respondia minha namorada com a voz trêmula entre gemidos, e os lábios da buceta dela se agarravam no tronco da pica do Eduard.
Eu, meio nervoso com o som alto que estralava a cada metida que ele dava na Elisa, sugeri que ele se acalmasse um pouco e diminuísse a intensidade. Falei que os vizinhos podiam ouvir, já que a noite tinha avançado.
— Eu vim pra foder, que importa se ouvirem, cachorro? Eles não vão saber quem é — respondeu o Eduard, muito excitado e com arrogância, comendo a Elisa, que só gemia de prazer.
— Não vai pelo menos dilatar com os dedos? — perguntei ao Eduard.— Essa bunda linda e gostosa que vou dilatar com meu pau — responde meu amigo, cheio de tesão.
— Não aperta, bebê! — diz Eduard pra minha namorada, que responde: — Não tô apertando, Eduard!
— Tô com dificuldade de enfiar — comenta Eduard.
Elisa, meio nervosa, responde: — Melhor tentarmos outra coisa.
— Não, não, fica tranquila, eu tenho paciência, bebê — reclama Eduard, sem perder a chance de comer o cu imaculado da Elisa.
Depois de um esforço pressionando o pau, finalmente a bunda dela cede à pressão da pica do Eduard e ele consegue entrar no cu apertadíssimo e virgem da minha namorada, que com um gemido longo avisa que tinha entrado. A pele dela se arrepiou e ela não parava de gemer.
Eduard, mesmo sendo de pele escura, mostrava o rosto vermelho e apertava os olhos enquanto tentava devagar encaixar a pica na Elisa, respirando fundo e soltando o ar pela boca. Ela, com a pele arrepiada e gemendo intensamente, toda excitada, só recebia as investidas do Eduard.
— Devagar! — pedia minha namorada entre gemidos, colocando a mão na perna do meu amigo, tentando segurar um pouco a arremetida cada vez mais impaciente dele.
— Shhh, fica tranquila, quem manda aqui sou eu! — reforça Eduard, que a cada movimento enfiava um pouco mais o pau durão, enfrentando apertos e pressão que faziam ele sair de repente do cu da minha namorada com um som forte. O cu apertado dela ficava vermelho entre as nádegas brancas.
Depois de um tempo de penetrações lentas, finalmente conseguiu enfiar o pau até o fundo na minha namorada, que já tinha dilatado bem o cu apertado. Muito excitado, meu amigo começa a comer a bunda da Elisa com força e sem controle, enquanto ela geme de muito prazer. Depois de um tempo metendo na minha namorada, batendo palmas com o choque dos corpos de peles contrastadas, enquanto ela jorrava de novo fluidos brancos e espumosos do cu e das nádegas avermelhadas, surradas por ele.
— Devagar, Eduard, devagar! — suplicava. repetidamente entre palavras cortadas, Elisa colocava as mãos pra trás tentando segurar um pouco o Eduard, mas ele segurava ela firme pela cintura e metia selvagem e forte, ignorando o pedido da minha namorada, batendo o corpo dele nas nádegas dela. De novo, era uma cena digna de pornô. Ele tava usando o pauzão dele no cu da minha namorada com tanta frenesi que Elisa não conseguia evitar gozar repetidamente.
Eduard tira o pau devagar do cu da Elisa, abrindo as nádegas vermelhas dela e mostrando o cu alargado e bem vermelho. Ele abaixa e começa a chupar o cu dela usando a língua como se fosse um pau, sem dar descanso pra Elisa ofegante, que chupa a buceta dele sugando também os lábios vaginais.
— Que gostosa de comer, sua puta, que gostosa de comer! — repetia meu amigo, que de novo metia no cu da minha namorada de forma selvagem, fazendo contato visual comigo.
Senti que ele queria me dizer algo tipo "vê como eu arrebento o cu sem piedade da sua namorada linda e submissa". Ele só mantinha o olhar em mim enquanto aumentava a intensidade cada vez mais, e ela gemia alto. Senti como ele curtia fazer aquilo e me fazer sentir humilhado.
Elisa só fazia gemer, e eu, muito excitado, só conseguia observar, com ciúme e inveja do Eduard, que colocava ela pra chupar o pau dele e ele chupava a buceta da Elisa num 69 dramático.
— Se a buceta dela aperta como um punho fechado com força, o cu dela aperta como uma porca — comenta Eduard com risada e descaramento.
Ele pega ela e deita no chão, segura as duas pernas dela e abre a buceta branca e apertada, perfeita, com aqueles lábios vermelhos e no formato de barbie.
— Como qualquer homem ia querer! — comenta Eduard, que encaixa o pau dele na Elisa pra meter, olhando nos olhos dela e segurando o pescoço dela com as duas mãos.
— Eu sei, são perfeitos! — respondi.
— Você é muito sortudo! — ele me diz.
— Valeu! — respondi de forma tímida.
— As inalcançáveis são as que mais se curtem, dando pau na bucha — comenta Eduard, enquanto Elisa e eu... Respondemos com risada.
Meu amigo parecia não ter fim, e como se o único jeito dele de foder fosse desenfreado. Ele penetra com força em Elisa, que geme e morde os lábios, olhando fixamente com seus olhos azuis para Eduard, excitando ele cada vez mais.
— Sei que é uma menina de família, mas vou tratá-la como uma puta de rua! — comenta Eduard rindo. Elisa, que não costuma falar vulgaridades, parecia não responder nem pedir nada a Eduard, só aceitar o que ele mandava.
Depois ele começa a tirar e meter o pau, os lábios da minha namorada fazendo aquele barulho ao abrir e fechar enquanto Eduard brinca com o pau dele.
— Tá ouvindo, brother? Esse é o som que me excita na sua namorada! — ele me esfrega na cara, como se estivesse zombando de mim ao falar isso, sem que eu pudesse sequer comentar, enquanto me olha e, com uma risada safada, continua batendo o pau dele na buceta da Elisa.
Nessa posição, ele começa a meter bem forte em Elisa. Os gemidos dos dois e o som forte dos corpos se batendo nos excitavam os três, literalmente. Eu tava muito excitado, e ele repetia obscenidades enquanto se movia forte, socando a minha namorada. Com as duas mãos, ele segurava o rosto de Elisa, que parecia pedir um beijo com a carinha de puta delicada, mas Eduard, ao contrário, vendo os gestos dela, passou a língua com força por todo o rosto de Elisa, deixando um longo rastro de saliva. Ela só conseguia gemer enquanto os peitos dela continuavam pulando. Meu amigo cuspia nos peitos dela e dobrava as pernas dela, dava pra ver a barriga dela inchando com a penetração de Eduard, quase até o umbigo. Naquele nível de luxúria, gemendo cada vez mais alto, Eduard se levantava de repente e colocava minha namorada de joelhos, segurando ela pelo pescoço, controlando os movimentos dela sem dar quase nenhum descanso.
Ele pegou a ponta do pau dele e, com um pequeno movimento do pulso, entre gemidos e contrações das bolas, começou a gozar no rosto de Elisa, que o esperava com a boquinha aberta e a língua rosa pra fora.
Com um jato longo de porra, ele alcançava o rosto dela. rosto acompanhado de outros três jatos menos intensos, todo o sêmen do Eduard escorria pelo rosto dela e transbordava pela boca, pendurado nos lábios, chegando até os peitos e mamilos brancos e lindos dela.
Os dois gemiam enquanto Eduard, obscenamente, colocava minha namorada pra chupar a pica dele de novo, removendo até a última gota de sêmen da rola dele.
— Ah sim, ah siiiim! — gemia Eduard, olhando pro teto com as mãos apoiadas na cabeça da Elisa.
Pra mim, Eduard tava bem satisfeito; até que ele terminou! Pensei. Pra minha surpresa, o pervertido tira um pouco do próprio sêmen do rosto da Elisa, que mal conseguia abrir os olhos de tanta porra. Claro que ele não ia jogar no chão. Ele tirava com os dedos e colocava na boca da Elisa enquanto puxava o cabelo dela e olhava nos olhos dela com maldade, língua pra fora, dando uma risadinha sutil vendo ela engolir, tirando também dos peitos dela até que ela engolisse todo aquele líquido grosso e branco.
Na hora, a sala se encheu com o cheiro inconfundível do sêmen do Eduard e o cheiro característico daquele sexo selvagem. Ele suava e beijava a Elisa, mas não acabava ali.
— Goza, mamacita! — ele fala enquanto levanta ela do chão e reclina no braço do sofá, mas dessa vez com as pernas no chão e a bunda bem esticada, destacando ainda mais aquele rabo gostoso. A buceta dela, dessa vez mais alargada e vermelha, mas não menos linda, só pulsava.
Eduard começou a comer a Elisa de novo, selvagem e forte. As pernas dele não fraquejavam, a pele das pernas se mexia com força a cada movimento, e cada vez que ele ficava mais excitado, dessa vez ele demorou menos nessa posição, mas não demorou muito pra gozar dentro da vagina da Elisa, que imediatamente começou a escorrer uma boa quantidade de sêmen entre os lábios avermelhados e pulsantes dela. Ele de novo pegou um pouco do sêmen que escorria da buceta dela e com os dedos levou até a boca dela.
— Que rabo gostoso que acabei de comer! — ele diz. Eduard com maldade e safadeza. Se você não fosse testemunha, ninguém ia acreditar! Ele repete enquanto me olha e ainda descansa o corpo em cima da minha namorada.
Minha namorada toda largada no chão e sorrindo, levanta e senta do lado do Eduard. Eu, com uma vontade do caralho que fazia minhas bolas explodirem, tirei a pica do zíper da minha calça e coloquei minha mina de quatro no sofá, sem freio, sem me importar de estar metendo minha pica na buceta dela ainda escorrendo o gozo do Eduard e beijando a boca dela que ainda tinha cheiro e resto de porra.
Com certeza eu tinha aguentado mais de 3 horas só olhando meu amigo trepando; então tava muito excitado e gozei dentro da Elisa, na buceta dela, misturando nossos semens no corpo dela. Enquanto os três riamos jogados no sofá descansando um pouco.
— Cê gozou pra caralho — falo pro meu amigo.
— Acho que tenho hiperespermia — comenta o Eduard pervertido, e ainda disse que tava há um mês sem transar.
— Gostou, coisinha? — pergunta Eduard pra Elisa enquanto pega nas pernas dela e esfrega a buceta.
— Claro que sim! — responde Elisa, toda safada e sorrindo.
Ofereci pro Eduard ficar com a gente, e ele topou na hora.
— Espero que não seja a única vez — fala pra gente, fazendo biquinho e levantando a sobrancelha.
— Tomara que não — respondi enquanto Elisa limpava o resto de porra com lenços umedecidos.
— Que trepada gostosa! — repete Eduard enquanto veste o moletom sem cueca e olhava pra minha mina. Com a respiração ofegante.
— Espero que se repita — completa Eduard.
— Vai ver que sim — respondi meio apressado.
— Sem treta, né brother? — me pergunta Eduard rindo.
— Não, mano, pode mandar ver — respondi.
Enquanto a gente se deitava na cama e comentava.
— Eu sei que vi vocês crescerem, e nunca imaginei que isso ia rolar entre nós três. E mesmo a Elisa e eu tendo pouca intimidade, porque nunca nos falamos direito, ela sempre arrasou quando passava na rua, roubando suspiro de qualquer otário, novinha e toda gostosa. Corpo tão desenvolvido, porra! O que tão dando pra eles hoje? - enfatiza meu amigo enquanto a gente só ri.
- Mas que gostoso isso, valeu por me dar a chance de comer essa bunda monumental - brincava Eduard.
- Curti a dinâmica de ser só eu, cê não é ciumento, né brother? - me fala Eduard.
- Olha, mesmo não participando, curti pra caralho e não, não sou ciumento - respondi.
Assim terminou aquela noite de prazer e experimentação entre um amigo mais velho que a gente. Eduard, que viajou pra Europa por motivos de família, espera voltar depois das festas de Natal pra continuar tendo experiências sexuais com minha namorada e já disse que tá trazendo uns brinquedos novos pra gente se divertir. Ou como eu penso: comer aquela buceta gostosa que todo mundo queria dar uma pirocada e ele conseguiu ter. Afinal, não é que ele seja um grande galã, mas tem seus atributos, corpo meio definido, as pernas meio peludas sim, e claro; sortudo de ser bem dotado.
Me sinto bem em saber que só eu tive a sorte de transar com ela, e meu amigo Eduard, claro, que finalmente conseguiu realizar o prazer que tanto queria com minha namorada. Elisa, claro, também curtiu muito aquela noite, reconhecendo que não pedia nada a Eduard por se sentir limitada na minha frente. Sugeri que da próxima vez não se sinta limitada, já que também me dá prazer ver vocês transando.
Espero que tenham gostado da minha experiência, também aceito sugestões e recomendações de ideias que eu possa colocar em prática.
1 comentários - Meu amigo come minha namorada