O chefe tava meio inseguro, ele me contou que ela dizia que só tinha visto ele aquela vez e porque ele tinha levado ela, que ela não tinha nada a ver. Uma tarde que cheguei em casa, ela tava vestida com um vestido preto, bem curto, tinha um kitty na perna direita, os peitões dela apareciam pra caralho. Perguntei pra onde ela ia e ela disse que ia ver uma amiga. Como sempre, duas semanas depois recebi um vídeo: ela entrou na casa, tirou a jaqueta que tava usando, ele tava muito agitado na cozinha, reclamando com ela, dizendo que ela tava vendo o Carlos. Ela falava pra ele não ser idiota, que só via ele. Eu não entendia por que ele filmava essas discussões. Ela começou a fazer poses sexys, rebolando a cintura, acariciando os peitos, olhando pra ele com cara de puta.
— Que foi... já não gosta mais de mim...? — fazia caras sensuais, se inclinava sobre a mesa deixando o vestido subir, dando uma amostra daquele rabão. — O que você quer que eu faça... você gosta que eu fique assim... — disse se inclinando sobre a mesa, dando uma vista da calcinha vinho dela. Levantou o vestido, mexeu a bunda no ar, falando de novo: — Não gosta mais de mim... sério, vou ter que pedir pro Carlos me comer... — ajoelhou na frente dele, abaixou a calça dele e começou a acariciar o volume dele por cima da cueca enquanto olhava fixo nos olhos dele. Fez ele sentar, ele tava pelado da cintura pra baixo, ela acariciava as coxas dele.
— Sabe que tudo que eu fiz foi porque você queria... — ficou de quatro na frente dele, passava a língua no pau dele, dava beijinhos suaves, rebolava a cintura fazendo o rabão aparecer bem. Começou a bater uma pra ele, o pau dele não ficava duro de vez. Começou a chupar, ela olhava nos olhos dele, ele começou a endurecer.
— Como eu adoro chupar seu pau... é o mais gostoso... — ela parou de chupar, deu uma saquinha que tinha trazido, era o plug anal que ele tinha dado de presente. Virou de costas, se apoiou na mesa, levantou o vestido, a calcinha fio dental era uma... Delícia, cravado na rabeta dela, ele acariciou os glúteos devagar, puxou a tira da tanga da rabeta e meteu de novo, ela tirou agora e com a outra mão separou uma das nádegas mostrando a rabeta, ele brincava com os dedinhos, deu o plug pra ela chupar.
—Vai meter no meu cu…? Brincou um pouco com ele, ela reclamava, ele soltou um cuspe forte e começou a meter, ela empurrou mais a bunda pra trás enquanto se punhetava, com o plug enfiado no cu, ela mexia a rabeta pra ele perguntando se ele gostava. Ele sentou de novo, ela ajoelhou na frente dele e voltou a chupar, olhando ele o tempo todo com cara de puta, chupou por um tempão, quando ele ia gozar ela ficou de cócoras na frente dele, tinha o vestido levantado por trás, dava pra ver a rabeta dela com a tira da tanga desviada, olhava ele de boca aberta enquanto ele se punhetava, esperava a gozada, ele colocou na boca dela, e continuou se punhetando, só com a cabeça enfiada, quando saiu ela olhou nos olhos dele, tinha a boca cheia de porra, engoliu, ele ficou sentado um tempo, ela serviu dois copos de cerveja, brindaram, ela ajoelhou de novo e começou a chupar ele de novo, foram pra sala, ele completamente pelado sentou no sofá. A câmera tava atrás dela, que ajoelhou entre as pernas dele, pediu pra ele abaixar o zíper do vestido, vi as costas dela, não tinha sutiã, se abaixou pra chupar ele dando um close na rabeta dela pra câmera, depois se ajeitou com os joelhos dos dois lados dele, tava com uns saltos brancos, ele puxou a tira da tanga e meteu nela, ela gemia como desesperada, começou a rebolar em cima dele.
—Tava precisando disso… você é meu macho… meu homem… —apertou a bunda dele e deu uns tapas fortes com as duas mãos, o pau dele saiu e ele meteu de novo, ela se mexia muito e gemia em cima dele.
—O que eu faço se ele chegar perto de mim… ele tá de novo no bairro… —soltou ela.
—Você o que quer fazer…
—Nada… mas não quero que você tenha problemas… se me Você entregou ele pra ele... não sei o que fazer se ele vier me abordar - derrubou ela no sofá e começou a meter bem forte agora, ela olhava fixo nos olhos dele. As tetas dela balançavam com a foda, ele apertou elas.
- O que a sua puta faz se ele chegar perto dela...
- Sei lá... - disse ele quase com um tom de raiva. Agarrou ela pelo pescoço, apertando contra o sofá. - Que puta você é... - ela só gemia, os peitos dela balançavam, ele soltou o pescoço e deixou a mão sobre os peitos, ela estava gozando, fez um sinal que queria que ele a agarrasse pelo pescoço de novo, ele fez isso, ela estava com o rosto vermelho. Virou ela de bruços, ela rebolava bem a cintura, mostrando bem a bunda, continuava metendo bem forte por dentro, ele tinha na mão um daqueles dilatadores que vão ficando cada vez mais grossos, a câmera agora estava focada de cima, dava pra ver o pau dele entrando e saindo da buceta dela, tirou o plug anal do cu dela, cuspiu e brincou com o dedinho, começou a enfiar o brinquedo, ela se virou, tá muito seco, ele disse, ela chupou, devolveu ele se colocando de novo de bunda pra cima, ele parou de foder ela, só ficou enfiando o aparelhinho, foram entrando cada uma das bolinhas até ter tudo dentro, ele voltou a penetrar ela por dentro, ela continuava separando os glúteos, dava pra ver o aparelhinho cravado no cu dela, ele comeu ela por um bom tempo e quando tirou, gozou tudo na bunda dela e em volta do aparelho, levantou e caminhou até o banheiro com o aparelhinho bem enfiado no cu dela. Ele me contou depois, que já mais calmos, ela perguntou o que tinha que fazer se ele se aproximasse dela, realmente não queria ter problemas. Ela estava com medo.
- Além disso, você gosta de ser comida... - ele disse pra ela. Ela não respondeu.
— Que foi... já não gosta mais de mim...? — fazia caras sensuais, se inclinava sobre a mesa deixando o vestido subir, dando uma amostra daquele rabão. — O que você quer que eu faça... você gosta que eu fique assim... — disse se inclinando sobre a mesa, dando uma vista da calcinha vinho dela. Levantou o vestido, mexeu a bunda no ar, falando de novo: — Não gosta mais de mim... sério, vou ter que pedir pro Carlos me comer... — ajoelhou na frente dele, abaixou a calça dele e começou a acariciar o volume dele por cima da cueca enquanto olhava fixo nos olhos dele. Fez ele sentar, ele tava pelado da cintura pra baixo, ela acariciava as coxas dele.
— Sabe que tudo que eu fiz foi porque você queria... — ficou de quatro na frente dele, passava a língua no pau dele, dava beijinhos suaves, rebolava a cintura fazendo o rabão aparecer bem. Começou a bater uma pra ele, o pau dele não ficava duro de vez. Começou a chupar, ela olhava nos olhos dele, ele começou a endurecer.
— Como eu adoro chupar seu pau... é o mais gostoso... — ela parou de chupar, deu uma saquinha que tinha trazido, era o plug anal que ele tinha dado de presente. Virou de costas, se apoiou na mesa, levantou o vestido, a calcinha fio dental era uma... Delícia, cravado na rabeta dela, ele acariciou os glúteos devagar, puxou a tira da tanga da rabeta e meteu de novo, ela tirou agora e com a outra mão separou uma das nádegas mostrando a rabeta, ele brincava com os dedinhos, deu o plug pra ela chupar.
—Vai meter no meu cu…? Brincou um pouco com ele, ela reclamava, ele soltou um cuspe forte e começou a meter, ela empurrou mais a bunda pra trás enquanto se punhetava, com o plug enfiado no cu, ela mexia a rabeta pra ele perguntando se ele gostava. Ele sentou de novo, ela ajoelhou na frente dele e voltou a chupar, olhando ele o tempo todo com cara de puta, chupou por um tempão, quando ele ia gozar ela ficou de cócoras na frente dele, tinha o vestido levantado por trás, dava pra ver a rabeta dela com a tira da tanga desviada, olhava ele de boca aberta enquanto ele se punhetava, esperava a gozada, ele colocou na boca dela, e continuou se punhetando, só com a cabeça enfiada, quando saiu ela olhou nos olhos dele, tinha a boca cheia de porra, engoliu, ele ficou sentado um tempo, ela serviu dois copos de cerveja, brindaram, ela ajoelhou de novo e começou a chupar ele de novo, foram pra sala, ele completamente pelado sentou no sofá. A câmera tava atrás dela, que ajoelhou entre as pernas dele, pediu pra ele abaixar o zíper do vestido, vi as costas dela, não tinha sutiã, se abaixou pra chupar ele dando um close na rabeta dela pra câmera, depois se ajeitou com os joelhos dos dois lados dele, tava com uns saltos brancos, ele puxou a tira da tanga e meteu nela, ela gemia como desesperada, começou a rebolar em cima dele.
—Tava precisando disso… você é meu macho… meu homem… —apertou a bunda dele e deu uns tapas fortes com as duas mãos, o pau dele saiu e ele meteu de novo, ela se mexia muito e gemia em cima dele.
—O que eu faço se ele chegar perto de mim… ele tá de novo no bairro… —soltou ela.
—Você o que quer fazer…
—Nada… mas não quero que você tenha problemas… se me Você entregou ele pra ele... não sei o que fazer se ele vier me abordar - derrubou ela no sofá e começou a meter bem forte agora, ela olhava fixo nos olhos dele. As tetas dela balançavam com a foda, ele apertou elas.
- O que a sua puta faz se ele chegar perto dela...
- Sei lá... - disse ele quase com um tom de raiva. Agarrou ela pelo pescoço, apertando contra o sofá. - Que puta você é... - ela só gemia, os peitos dela balançavam, ele soltou o pescoço e deixou a mão sobre os peitos, ela estava gozando, fez um sinal que queria que ele a agarrasse pelo pescoço de novo, ele fez isso, ela estava com o rosto vermelho. Virou ela de bruços, ela rebolava bem a cintura, mostrando bem a bunda, continuava metendo bem forte por dentro, ele tinha na mão um daqueles dilatadores que vão ficando cada vez mais grossos, a câmera agora estava focada de cima, dava pra ver o pau dele entrando e saindo da buceta dela, tirou o plug anal do cu dela, cuspiu e brincou com o dedinho, começou a enfiar o brinquedo, ela se virou, tá muito seco, ele disse, ela chupou, devolveu ele se colocando de novo de bunda pra cima, ele parou de foder ela, só ficou enfiando o aparelhinho, foram entrando cada uma das bolinhas até ter tudo dentro, ele voltou a penetrar ela por dentro, ela continuava separando os glúteos, dava pra ver o aparelhinho cravado no cu dela, ele comeu ela por um bom tempo e quando tirou, gozou tudo na bunda dela e em volta do aparelho, levantou e caminhou até o banheiro com o aparelhinho bem enfiado no cu dela. Ele me contou depois, que já mais calmos, ela perguntou o que tinha que fazer se ele se aproximasse dela, realmente não queria ter problemas. Ela estava com medo.
- Além disso, você gosta de ser comida... - ele disse pra ela. Ela não respondeu.
2 comentários - El matón del barrio se coge a mi esposa 11