Patricia, a Pato, como a gente chama, é uma das tantas amigas que o mundo do seguro me deu. Fizemos o curso de Corretoras juntas, fui no casamento dela, e mesmo não nos vendo com tanta frequência, já que a área de trabalho dela é a periferia, nunca perdemos o contato. Por isso não me surpreendeu a ligação dela na última sexta, mas eu notava ela diferente, mais eufórica do que o normal. — Saiu o divórcio, amiga, temos que comemorar! Finalmente estou legalmente separada daquele filho da puta! — O filho da puta era o marido dela, ou ex, pra ser mais precisa. Eu ouvia surpresa, já que não sabia que o casamento dela estava tão ruim. A última vez que vi ela foi no aniversário de três anos da filha, festa que fui com a Romi, e isso tinha sido uns meses atrás. Rapidamente combinamos de nos ver naquela mesma noite pra celebrar a solteirice repentina dela. Nos encontramos num pub irlandês na avenida San Martín, já que todas as amigas dela somos de CABA. Fui a primeira a chegar, então enquanto a gente curtia a cerveja artesanal do lugar, ela foi me atualizando. Ela tinha se cansado das traições constantes do marido, perdoou uma, duas, três vezes, sempre por causa da filha, até que um dia se impôs e pediu o divórcio. — Não sei de onde tirei coragem — ela se surpreende. — Mas você fez, isso que importa — falo — E agora é livre pra fazer o que quiser. — O que eu quero, amiga, é transar, transar e transar — ela confessa, divertida. — O filho da puta comia as putas dele, mas me deixava na mão, então vou tirar o atraso todo, vou recuperar o tempo perdido — reafirma. — Bom, aqui tem uns candidatos ótimos pra começar — comento, apontando pros caras no bar. — Essa noite vou dormir com alguém que não conheço, pode ter certeza, mas primeiro vou comemorar com minhas amigas — ela levanta o copo e a gente brinda. Daqui a pouco as outras começam a chegar, no total somos cinco, mas diferente da Pato, todas são casadas e parecem felizes com seus casais, então com o passar da noite eles vão nos abandonando, até que de novo ficamos só nós duas. Já é quase meia-noite. Mando uma mensagem pro meu marido avisando que estou apoiando uma amiga num momento difícil, que vou me atrasar. Ele responde pra eu não me preocupar, que ele cuida dos meninos. Pedimos mais uma rodada daquela cerveja tão gostosa, e embora o desejo principal da minha amiga seja transar naquela mesma noite, vejo ela meio desanimada, como se depois de ter sido casada por alguns anos, tivesse perdido o jeito da sedução. É óbvio que vou ter que dar uma força pra ela, afinal, pra que servem as amigas? — Já volto, vou ao banheiro... — falo pra ela então. — Vou com você... — ela diz, mas eu seguro ela antes mesmo de tentar levantar. — Não, você fica cuidando das coisas, quando eu voltar, você vai... — e antes que ela possa reclamar, saio rápida em direção ao banheiro. Tava com vontade de mijar, já que tínhamos bebido cerveja demais, mas o fato de ir sozinha era porque, numa olhada rápida pelo pub, tinha reparado num par de caras que tinham entrado há um tempinho e estavam no balcão. Não mais de trinta anos, camisetas pretas de manga curta, músculos de academia. Fiquei de olho neles, achando que talvez estivessem esperando as namoradas, mas já era claro que não, que estavam sozinhos. Então vou ao banheiro, e ao voltar passo pelo balcão. Chego bem perto de onde eles estão sentados e pergunto ao barman algo sobre um drink. — A gente te paga um — fala um dos caras, com aquela atitude que mostra que tão na caça. — Valeu... — respondo — Mas daria pra serem dois? É que tô com uma amiga e queria que ela experimentasse também. Ele faz um sinal pro barman, que serve os dois drinks. Pego eles, agradeço de novo, e já tô indo embora, mas antes de me afastar muito, viro e falo: — Vocês não vêm? Eles trocam um sorriso cúmplice e saem atrás de mim. Pato se surpreende ao me ver chegar com dois caras, que ainda por cima são bem fortões. — Uma gentileza — Dos caras novas — falo, passando um dos drinks pra ela — Desculpa, mas ainda não sei os nomes de vocês.
— Tiago e Álex... — eles se apresentam.
— Mariela e Patrícia... — apresento a gente.
— Tudo bem se eles sentarem? — pergunto pra minha amiga.
— Sim, claro... — ela aceita, mas ainda não muito convencida.
— Beleza? Como vocês estão? O que tão bebendo?
Depois de quebrar o gelo, enquanto eles pedem uns drinks mais fortes dessa vez, eu e a Pato pedimos licença e vamos pro banheiro, agora juntas.
— E aí, o que achou? — pergunto.
— Tão uma delícia! Mas, amiga, não sei em qual ficar — ela reclama.
— Como boa amiga, vou facilitar: eu fico com o tatuado — falo. O tatuado é o Álex, com os trampos visíveis no braço e no pescoço, mas já tô doida pra descobrir os outros.
— Vai dar pra ele? — ela se surpreende.
— Por que não? A real é que com o M. (meu marido) faz tempo que não rola nada, então um recondicionamento vai me fazer bem — falo, fazendo um movimento de bombeamento com o punho.
Terminamos de retocar a maquiagem, voltamos pra mesa e, como combinamos, ela senta do lado do Tiago e eu do Alex.
Óbvio que, com os drinks descendo, a gente vai ficando mais à vontade. Dá pra ver o que a gente quer e o que eles querem, então fica claro que é hora de botar as cartas na mesa.
— Gente, a verdade é que tamos adorando com vocês, são dois amores...
— Nãoooo...! Não me digam que vão embora, não sejam más — eles me interrompem, já se lamentando.
— Não é isso... — tranquilizo eles — Não somos tão cruéis assim. O que quero dizer é... por que não continuamos em outro lugar? — falo, olhando fixamente pra um e pro outro, fazendo eles entenderem, sem palavras, o que quero dizer.
Claro que eles topam. Pagam tudo que a gente consumiu, incluindo generosamente o que a gente tomou antes com as amigas, e a gente sai do lugar, em casais. Na calçada, os táxis tão esperando. Chamo um enquanto falo que conheço um lugar muito gostoso. e, além disso, não fica longe. Elas concordam, então subimos todos, nos apertando no banco de trás. Indico ao taxista a direção aproximada, já que o endereço exato não sei, embora ele entenda a que lugar me refiro. Quando chegamos, se alguém se surpreende ao ver a fachada de um motel, não demonstra. Entramos no hotel em casais, de mãos dadas. Na recepção, antes de pedir o quarto, me adianto a todos e, fazendo valer o empoderamento feminino, digo que, desta vez, pagamos nós. Eles já tinham pago o pub, então era justo. O problema é que, por ser uma sexta à noite, o motel está lotado, só resta um quarto, e a espera é de praticamente meia hora. Eu já estou excitada, e o Pato, depois das dúvidas iniciais, está que não se aguenta. Então me decido e falo pra pegarmos esse, o que está disponível. — A gente se reveza na cama e pronto — acrescentei, divertida. Entramos no quarto e subimos uma escada, nós na frente, desfilando nossos corpos, sabendo que eles vêm atrás, se lambendo com o que estão prestes a comer. O lugar é bem espaçoso, com cama, sofá, hidromassagem e até um jardim privativo. Sentamos e brindamos com umas garrafinhas de licor do frigobar. — Por uma noite inesquecível! — diz um, embora seja o que todos pensamos. Num instante estamos brindando, e no seguinte já estamos nos beijando. Com o Álex, nos levantamos e vamos para a cama, enquanto o Pato e o Tiago se acomodam no sofá, que fica bem ao lado, de modo que podemos nos ver uns aos outros. No entanto, por um tempo, cuido do meu parceiro, esquecendo dos outros. Pra mim, naquele momento, só existimos ele, eu e essa excitação que nos consome. Sem parar de nos beijar, nos acariciamos, tocando as partes mais sensíveis dos nossos corpos, que no meu caso seria praticamente noventa e nove por cento. Já estou sem blusa e com o sutiã abaixado, enquanto ele chupa gostosamente meus peitos, e eu passo a mão no pau dele por cima da calça. Amasso e aperto o volume por cima da calça. — Quero chupar essa pica... — peço num sussurro. Já sei que ele vai tirar mais cedo ou mais tarde, mas gosto de pedir, de reclamar, de deixar claro que tô com fome de pica. Ele tira a calça, a cueca, e deitado, me oferece toda a ereção dele pra eu me acabar à vontade. De lado, vejo que o Tiago já tá chupando a buceta da minha amiga, cujo rostinho de sonho mostra claramente o quanto ela tá se divertindo. Fico feliz por ela e, baixando a cabeça, devoro a pica do meu parceiro, que solta uma exclamação abafada quando sente a ponta bater na minha garganta. O cara tem uma pica boa, comprida, grossa, pura potência viril. Embora eu goste que sejam peludos lá embaixo, não me incomoda que ele esteja depilado. Passo a língua por toda a barriga dele, lisa, macia, beijo os ovos, chupo eles e subo por todo o comprimento, lambendo toda essa delícia em carne. Não sei quanto tempo fiquei chupando e chupando, mas quando levanto o olhar, vejo que minha amiga também tá mamando o parceiro dela. Tiro o resto da roupa, me deito e abro as pernas pro Álex me satisfazer agora. Fico mole quando ele começa a fazer firulas com a língua, acertando no lugar exato pra deixar as sensações mais intensas. Quando já tô satisfeita, levanto e vou até onde tão os outros dois. Sento do lado da minha amiga, que continua chupando, e começo a acariciar os ovos do Tiago. Pato me olha surpresa, sem saber o que fazer, então eu mesma pego a pica que ela ainda segura, colocando minha mão por cima da dela, e também chupo. Álex se junta ao grupo, e, embora minha amiga pareça hesitar por um momento, também come ele, então logo estamos chupando um e outro, sem distinção. Num instante, Tiago não aguenta mais, leva a Pato pra cama, coloca ela de costas e fode ela, com as pernas dela no ombro. A gente pega no sofá, Álex sentado e Eu, por cima, cavalgando ele, enfiando toda aquela pica até o fundo do meu ser. Ninguém fala, só se ouvem nossos gemidos e suspiros, cada vez mais intensos e apaixonados, a melodia excitante do prazer. Então, pra minha surpresa, vejo minha amiga se levantar, vir na minha direção e, com um gesto, pedir pra trocarmos. — Tudo seu... — falo, descendo do Alex e indo encontrar o Tiago. Agora as duas cavalgamos nossos machos, ela no sofá, eu na cama, extasiadas, satisfeitas com tanta pica. O Tiago tá no mesmo nível do Alex, não tem nada a invejar em questão de dotação, embora, diferente daquele, tenha uma moita grossa e frondosa. Minha amiga é a primeira a gozar, e do jeito que ela faz, como se liberta, mostra o quanto precisava de uma boa transa. O Alex acompanha ela, com a mesma intensidade, compartilhando os dois aquele momento entre beijos e carícias. Eu e o Tiago também terminamos do nosso lado, nos beijando com paixão enquanto sentimos as ondas de prazer nos envolver e arrastar, sem a gente conseguir resistir. Tudo fica em silêncio, só se ouve a respiração compassada dos quatro, a deliciosa calma depois da tempestade. A Pato se levanta, sacode o cabelo, prende ele com um elástico que tira da bolsa e entra no chuveiro. O Tiago acompanha ela. O box é translúcido, então dá pra ver como se ensaboam um ao outro. Com o Alex, pegamos umas garrafinhas de uísque e saímos pro jardim. Brindamos, trocamos um beijo, e, por incrível que pareça, começamos a conversar. Ele me conta que tem 28 anos, que é instrutor de calistenia e street workout, me explica um pouco do que é, e ainda acrescenta que tá namorando, mas tão dando um tempo, que eu não pense que ele tá traindo a mina. — Bom, eu tô traindo meu marido, então não poderia te julgar... — confesso. Conto dos meus filhos, do meu trabalho, sempre que tô de putaria, minto um pouco, mas dessa vez fui sincera, até falei Onde fica meu escritório. Nesse momento aparecem Tiago e Pato, pelados, com os corpos ainda molhados do banho recente. Percebo minha amiga feliz e radiante. Mudou completamente a cara dela. Do que é capaz uma transa! Eles sentam e entram na conversa. Tiago tem 29, também é instrutor, e diferente do Álex, não tem namorada. Os dois se conheceram no mesmo curso, e essa era a primeira vez que saíam juntos pra pegar geral. — Uma noite triunfal! — exclama Álex, acariciando minha perna. A gente chupou eles de novo, ali mesmo, no jardim, a gente sentada, eles em pé, trocando de lugar de vez em quando, então chupamos os dois de novo, no meu caso sem decidir ainda qual eu gosto mais. Acho que a Pato tem preferência pelo Tiago, pelo menos dedica mais tempo a ele. Voltamos pro quarto, eles já de pau duro, e a gente se joga na cama, todos juntos e misturados. Beijos, abraços, carícias, chupadas mútuas, até que cada uma se acomoda em cima do parceiro inicial. A gente monta neles quase no mesmo ritmo, eufóricas, ansiosas, soltas. Eu tô como sempre... Sempre puta... mas minha amiga não fica atrás, porque logo me olha e faz o sinal pra trocar. Eu subo em cima do Tiago, e embora ele tenha a pica toda besuntada com o fluxo da Pato, eu meto do mesmo jeito. Me mexo pra trás, pra frente, pros lados, e esquecendo completamente de quem tá do lado, tenho um orgasmo tão intenso, tão avassalador, que fico fora por um instante, bom, pra mim pareceu só um instante, mas deve ter sido bem mais que isso, porque quando volto a ficar em sintonia, quem tá me comendo é o Álex. Não sei em que momento a gente trocou, mas ele tá em cima de mim, metendo com tudo. Me excita ver, enquanto ele me fode, o nome Vanesa dentro de um coração em chamas. A namorada dele, lembro que ele me disse o nome, com quem tá dando um tempo. Deve ser muito importante pra ele pra ter tatuado no peito. Mas agora ele tá comigo, me dando o que certeza, ela sente falta. "Essa foda é por você, Vane...", penso, enquanto abraço ele e incentivo a meter mais forte. O Tiago tá com a Pato, que ele come num ritmo frenético, enlouquecido, e embora minha amiga não pareça tão à vontade como antes, quando eram mais carinhosos e respeitosos, ela não reclama nada, aliás, acho que até curte essa violência inesperada. Nós duas estamos como num transe, dissociadas de tudo que não sejam essas pirocas maravilhosas e as emoções que elas nos fazem sentir. A próxima coisa que percebo é que estamos de quatro, atravessadas na cama, enquanto eles, mostrando um preparo físico foda, se revezam pra nos comer, indo de uma pra outra, como se tivessem numa corrida de revezamento e nossos corpos fossem o bastão que precisam passar pra afirmar a virilidade deles. PLAC PLAC PLAC... trocam e de novo... PLAC PLAC PLAC... de um lado pro outro e... PLAC PLAC PLAC... Só se ouve nossos gemidos e o barulho molhado das penetrações. Eu sei o que os caras querem, falo pra Pato num sussurro quase inaudível, mas ela entende e topa, então nós duas damos o nosso lado pra conseguir o que eles tão buscando. Eles continuam nos trocando, quatro, cinco, até seis estocadas numa, e depois a mesma coisa na outra, nos comendo em dupla, até que nós duas nos olhamos, sentindo que o estouro tá prestes a rolar. Eles devem sentir o mesmo, porque dessa vez ficam com a última que tão metendo, Tiago com a Pato, Alex comigo. Mais algumas fodidas, enquanto a gente se toca onde tem que tocar, e gozamos todos juntos, envoltos numa deliciosa mistura de prazer e sensualidade. Por um tempo, ficamos os quatro largados na cama, exaustos, um por cima do outro, respirando pesado depois do puta sexo coletivo que a gente teve. Aos poucos vamos reagindo e levantando. Primeiro os caras, tiram as camisinhas cheias de porra e vão mijar um de cada vez, nós Vamos tomar um banho pra tirar o suor, o nosso e o deles. Quando voltamos, cada uma enrolada numa toalha, eles tão nos esperando com uma garrafa de champanhe. — Que tal a gente ficar? — o Alex pergunta. — A noite toda? — a Pato se surpreende, pensando com certeza na filhinha dela. — Já são quase três, então seria só um pouco mais — o Tiago argumenta. — Pra mim tá de boa — eu falo, olhando pra minha amiga, que ainda parece indecisa. — É, claro, pra mim também, acho ótimo — ela finalmente concorda, depois de hesitar um pouco. — Que bom, porque já avisei na recepção que a gente ia pernoitar — o Alex admite, estourando a garrafa e enchendo as taças. — Tão seguro assim que a gente ia aceitar? — eu falo, deixando a toalha cair no chão. — Tive um pressentimento — ele responde, passando a mão na pica, que já tá durona. A Pato também tira a toalha, então a gente tá de novo os quatro pelados. Terminamos o champanhe e voltamos pra cama. Minha amiga pede um momento a sós pra ligar pra babá, então sai pro jardim. Óbvio que não vou ficar de braços cruzados esperando ela, então nesse tempo eu cuido sozinha dos nossos acompanhantes. De joelhos e cercada pelos corpaços deles, chupo um e outro, alternando, curtindo na minha boca esses dois volumes diferentes em tamanho e forma, mas igualmente satisfatórios no sabor. Lamber, beijar e chupar, ávida, gulosa, insaciável, fazendo garganta profunda nos dois, lubrificando esses dois ferros com uma mistura de baba e líquido pré-gozo... Enquanto a Pato continua lá fora, eu como os dois, um mete em mim, o outro eu chupo, e quando ela volta já tão fazendo sanduíche comigo. Como boa amiga, ela decide não interromper. Senta no sofá, de lado, e fica olhando a gente enquanto se masturba. As picas se movem dentro de mim com uma fricção acelerada, de um lado e do outro, quase se roçando, mas sem uma se impor sobre a outra. — Agora é sua vez... — eu falo pra Pato quando os caras me soltam, me deixando com os buracos abertos e escancarados. -Neném, sabe há quanto tempo não me dão no cu?- responde ela, não muito convencida de encarar tal experiência. -Pato querida, essa noite vale tudo...- falo, acrescentando pra convencer -Além disso, se já te arrebentaram, sem problema, uma vez arrombado, sempre arrombado- Não é exatamente verdade, mas convenci ela. Ela fica de quatro e levanta a bunda. O Tiago cuida de lubrificar ela, usando dedos, gel e saliva. Quando já tá um pouco aberto, o suficiente pra caber a ponta, ele coloca e empurra pra dentro. A Pato reclama, rosna, esperneia, dá pra ver que tá desconfortável, mas não pede pra ele parar nem pra tirar, então ele continua empurrando... Com um bom pedaço dentro, ela grita, xinga, se remexe de dor, mas não fala nem reclama nada... É bem gauchinha minha amiga... Já na metade do caminho, o Tiago tira a pica de uma vez, passa gel nela e mete de novo, dessa vez até o fundo... Embora minha amiga derrame umas lágrimas com o impacto, a cara dela é de puro prazer. Ela sorri cheia de alegria quando o Tiago começa a foder ela, sem muita força no começo, mas aumentando a intensidade a cada estocada. Quando ele tira pra trocar com o Álex, o cu dela fica aberto, dilatado, vermelho de tanto atrito. O Álex assume a vez, e mete como se fosse num cano. Daí em diante, eles fodem ela entre os dois, até fazem sanduíche nela, igual comigo, algo que minha amiga nunca tinha feito antes. Mais que isso, foi a primeira vez que ela ficou com mais de um homem ao mesmo tempo. A gente se reveza pra curtir uma boa dupla penetrada, de frente e de costas, e depois voltamos a gozar cada um com sua parceira inicial. Depois dessa nova suruba em grupo, a Pato e o Tiago vão pra hidromassagem, enquanto eu e o Álex ficamos na cama, transando agora cada casal separado. De manhã, tomamos café da manhã todos juntos, contando histórias do trabalho, depois tomamos banho em casal, e de volta à rotina diária. Na porta Do hotel já estão nos esperando os táxis. Eu e a Pato vamos num, eles vão no outro, mas antes trocamos os números de celular. No caminho, antes de eu deixar ela em casa, a Pato, sentada de ladinho, por motivos óbvios, me agradece por ter dado aquela força naquela noite. — Sozinha nunca teria coragem... — ela admite. — Era o mínimo que eu podia fazer, além disso eu também me diverti, então noite redonda... — falo. Quando chego em casa, meu marido já deu café da manhã pros meninos e tá preparando eles pra levar na praça. — Espera aí que vou me trocar e vou junto — falo depois de cumprimentá-lo. Na praça, conto sobre a Patrícia, como ela tá arrasada com a separação, que passei a noite toda ouvindo as mágoas e lamentações dela. — Ainda bem que a filha dela é pequena e não entende — comento. — Graças a Deus a gente conseguiu superar — admite meu marido, se referindo à crise no nosso relacionamento que passamos quase um ano atrás, quando ficamos separados e quase nos divorciamos. Se a gente continua junto é por causa dos nossos filhos... essa é a desculpa, a versão oficial... a verdade é que não consigo imaginar minha vida sem ele do meu lado. Posso ficar com outros homens, me apaixonar mil vezes, mas depois do sexo, da paixão, da luxúria, sempre volto pra casa...

— Tiago e Álex... — eles se apresentam.
— Mariela e Patrícia... — apresento a gente.
— Tudo bem se eles sentarem? — pergunto pra minha amiga.
— Sim, claro... — ela aceita, mas ainda não muito convencida.
— Beleza? Como vocês estão? O que tão bebendo?
Depois de quebrar o gelo, enquanto eles pedem uns drinks mais fortes dessa vez, eu e a Pato pedimos licença e vamos pro banheiro, agora juntas.
— E aí, o que achou? — pergunto.
— Tão uma delícia! Mas, amiga, não sei em qual ficar — ela reclama.
— Como boa amiga, vou facilitar: eu fico com o tatuado — falo. O tatuado é o Álex, com os trampos visíveis no braço e no pescoço, mas já tô doida pra descobrir os outros.
— Vai dar pra ele? — ela se surpreende.
— Por que não? A real é que com o M. (meu marido) faz tempo que não rola nada, então um recondicionamento vai me fazer bem — falo, fazendo um movimento de bombeamento com o punho.
Terminamos de retocar a maquiagem, voltamos pra mesa e, como combinamos, ela senta do lado do Tiago e eu do Alex.
Óbvio que, com os drinks descendo, a gente vai ficando mais à vontade. Dá pra ver o que a gente quer e o que eles querem, então fica claro que é hora de botar as cartas na mesa.
— Gente, a verdade é que tamos adorando com vocês, são dois amores...
— Nãoooo...! Não me digam que vão embora, não sejam más — eles me interrompem, já se lamentando.
— Não é isso... — tranquilizo eles — Não somos tão cruéis assim. O que quero dizer é... por que não continuamos em outro lugar? — falo, olhando fixamente pra um e pro outro, fazendo eles entenderem, sem palavras, o que quero dizer.
Claro que eles topam. Pagam tudo que a gente consumiu, incluindo generosamente o que a gente tomou antes com as amigas, e a gente sai do lugar, em casais. Na calçada, os táxis tão esperando. Chamo um enquanto falo que conheço um lugar muito gostoso. e, além disso, não fica longe. Elas concordam, então subimos todos, nos apertando no banco de trás. Indico ao taxista a direção aproximada, já que o endereço exato não sei, embora ele entenda a que lugar me refiro. Quando chegamos, se alguém se surpreende ao ver a fachada de um motel, não demonstra. Entramos no hotel em casais, de mãos dadas. Na recepção, antes de pedir o quarto, me adianto a todos e, fazendo valer o empoderamento feminino, digo que, desta vez, pagamos nós. Eles já tinham pago o pub, então era justo. O problema é que, por ser uma sexta à noite, o motel está lotado, só resta um quarto, e a espera é de praticamente meia hora. Eu já estou excitada, e o Pato, depois das dúvidas iniciais, está que não se aguenta. Então me decido e falo pra pegarmos esse, o que está disponível. — A gente se reveza na cama e pronto — acrescentei, divertida. Entramos no quarto e subimos uma escada, nós na frente, desfilando nossos corpos, sabendo que eles vêm atrás, se lambendo com o que estão prestes a comer. O lugar é bem espaçoso, com cama, sofá, hidromassagem e até um jardim privativo. Sentamos e brindamos com umas garrafinhas de licor do frigobar. — Por uma noite inesquecível! — diz um, embora seja o que todos pensamos. Num instante estamos brindando, e no seguinte já estamos nos beijando. Com o Álex, nos levantamos e vamos para a cama, enquanto o Pato e o Tiago se acomodam no sofá, que fica bem ao lado, de modo que podemos nos ver uns aos outros. No entanto, por um tempo, cuido do meu parceiro, esquecendo dos outros. Pra mim, naquele momento, só existimos ele, eu e essa excitação que nos consome. Sem parar de nos beijar, nos acariciamos, tocando as partes mais sensíveis dos nossos corpos, que no meu caso seria praticamente noventa e nove por cento. Já estou sem blusa e com o sutiã abaixado, enquanto ele chupa gostosamente meus peitos, e eu passo a mão no pau dele por cima da calça. Amasso e aperto o volume por cima da calça. — Quero chupar essa pica... — peço num sussurro. Já sei que ele vai tirar mais cedo ou mais tarde, mas gosto de pedir, de reclamar, de deixar claro que tô com fome de pica. Ele tira a calça, a cueca, e deitado, me oferece toda a ereção dele pra eu me acabar à vontade. De lado, vejo que o Tiago já tá chupando a buceta da minha amiga, cujo rostinho de sonho mostra claramente o quanto ela tá se divertindo. Fico feliz por ela e, baixando a cabeça, devoro a pica do meu parceiro, que solta uma exclamação abafada quando sente a ponta bater na minha garganta. O cara tem uma pica boa, comprida, grossa, pura potência viril. Embora eu goste que sejam peludos lá embaixo, não me incomoda que ele esteja depilado. Passo a língua por toda a barriga dele, lisa, macia, beijo os ovos, chupo eles e subo por todo o comprimento, lambendo toda essa delícia em carne. Não sei quanto tempo fiquei chupando e chupando, mas quando levanto o olhar, vejo que minha amiga também tá mamando o parceiro dela. Tiro o resto da roupa, me deito e abro as pernas pro Álex me satisfazer agora. Fico mole quando ele começa a fazer firulas com a língua, acertando no lugar exato pra deixar as sensações mais intensas. Quando já tô satisfeita, levanto e vou até onde tão os outros dois. Sento do lado da minha amiga, que continua chupando, e começo a acariciar os ovos do Tiago. Pato me olha surpresa, sem saber o que fazer, então eu mesma pego a pica que ela ainda segura, colocando minha mão por cima da dela, e também chupo. Álex se junta ao grupo, e, embora minha amiga pareça hesitar por um momento, também come ele, então logo estamos chupando um e outro, sem distinção. Num instante, Tiago não aguenta mais, leva a Pato pra cama, coloca ela de costas e fode ela, com as pernas dela no ombro. A gente pega no sofá, Álex sentado e Eu, por cima, cavalgando ele, enfiando toda aquela pica até o fundo do meu ser. Ninguém fala, só se ouvem nossos gemidos e suspiros, cada vez mais intensos e apaixonados, a melodia excitante do prazer. Então, pra minha surpresa, vejo minha amiga se levantar, vir na minha direção e, com um gesto, pedir pra trocarmos. — Tudo seu... — falo, descendo do Alex e indo encontrar o Tiago. Agora as duas cavalgamos nossos machos, ela no sofá, eu na cama, extasiadas, satisfeitas com tanta pica. O Tiago tá no mesmo nível do Alex, não tem nada a invejar em questão de dotação, embora, diferente daquele, tenha uma moita grossa e frondosa. Minha amiga é a primeira a gozar, e do jeito que ela faz, como se liberta, mostra o quanto precisava de uma boa transa. O Alex acompanha ela, com a mesma intensidade, compartilhando os dois aquele momento entre beijos e carícias. Eu e o Tiago também terminamos do nosso lado, nos beijando com paixão enquanto sentimos as ondas de prazer nos envolver e arrastar, sem a gente conseguir resistir. Tudo fica em silêncio, só se ouve a respiração compassada dos quatro, a deliciosa calma depois da tempestade. A Pato se levanta, sacode o cabelo, prende ele com um elástico que tira da bolsa e entra no chuveiro. O Tiago acompanha ela. O box é translúcido, então dá pra ver como se ensaboam um ao outro. Com o Alex, pegamos umas garrafinhas de uísque e saímos pro jardim. Brindamos, trocamos um beijo, e, por incrível que pareça, começamos a conversar. Ele me conta que tem 28 anos, que é instrutor de calistenia e street workout, me explica um pouco do que é, e ainda acrescenta que tá namorando, mas tão dando um tempo, que eu não pense que ele tá traindo a mina. — Bom, eu tô traindo meu marido, então não poderia te julgar... — confesso. Conto dos meus filhos, do meu trabalho, sempre que tô de putaria, minto um pouco, mas dessa vez fui sincera, até falei Onde fica meu escritório. Nesse momento aparecem Tiago e Pato, pelados, com os corpos ainda molhados do banho recente. Percebo minha amiga feliz e radiante. Mudou completamente a cara dela. Do que é capaz uma transa! Eles sentam e entram na conversa. Tiago tem 29, também é instrutor, e diferente do Álex, não tem namorada. Os dois se conheceram no mesmo curso, e essa era a primeira vez que saíam juntos pra pegar geral. — Uma noite triunfal! — exclama Álex, acariciando minha perna. A gente chupou eles de novo, ali mesmo, no jardim, a gente sentada, eles em pé, trocando de lugar de vez em quando, então chupamos os dois de novo, no meu caso sem decidir ainda qual eu gosto mais. Acho que a Pato tem preferência pelo Tiago, pelo menos dedica mais tempo a ele. Voltamos pro quarto, eles já de pau duro, e a gente se joga na cama, todos juntos e misturados. Beijos, abraços, carícias, chupadas mútuas, até que cada uma se acomoda em cima do parceiro inicial. A gente monta neles quase no mesmo ritmo, eufóricas, ansiosas, soltas. Eu tô como sempre... Sempre puta... mas minha amiga não fica atrás, porque logo me olha e faz o sinal pra trocar. Eu subo em cima do Tiago, e embora ele tenha a pica toda besuntada com o fluxo da Pato, eu meto do mesmo jeito. Me mexo pra trás, pra frente, pros lados, e esquecendo completamente de quem tá do lado, tenho um orgasmo tão intenso, tão avassalador, que fico fora por um instante, bom, pra mim pareceu só um instante, mas deve ter sido bem mais que isso, porque quando volto a ficar em sintonia, quem tá me comendo é o Álex. Não sei em que momento a gente trocou, mas ele tá em cima de mim, metendo com tudo. Me excita ver, enquanto ele me fode, o nome Vanesa dentro de um coração em chamas. A namorada dele, lembro que ele me disse o nome, com quem tá dando um tempo. Deve ser muito importante pra ele pra ter tatuado no peito. Mas agora ele tá comigo, me dando o que certeza, ela sente falta. "Essa foda é por você, Vane...", penso, enquanto abraço ele e incentivo a meter mais forte. O Tiago tá com a Pato, que ele come num ritmo frenético, enlouquecido, e embora minha amiga não pareça tão à vontade como antes, quando eram mais carinhosos e respeitosos, ela não reclama nada, aliás, acho que até curte essa violência inesperada. Nós duas estamos como num transe, dissociadas de tudo que não sejam essas pirocas maravilhosas e as emoções que elas nos fazem sentir. A próxima coisa que percebo é que estamos de quatro, atravessadas na cama, enquanto eles, mostrando um preparo físico foda, se revezam pra nos comer, indo de uma pra outra, como se tivessem numa corrida de revezamento e nossos corpos fossem o bastão que precisam passar pra afirmar a virilidade deles. PLAC PLAC PLAC... trocam e de novo... PLAC PLAC PLAC... de um lado pro outro e... PLAC PLAC PLAC... Só se ouve nossos gemidos e o barulho molhado das penetrações. Eu sei o que os caras querem, falo pra Pato num sussurro quase inaudível, mas ela entende e topa, então nós duas damos o nosso lado pra conseguir o que eles tão buscando. Eles continuam nos trocando, quatro, cinco, até seis estocadas numa, e depois a mesma coisa na outra, nos comendo em dupla, até que nós duas nos olhamos, sentindo que o estouro tá prestes a rolar. Eles devem sentir o mesmo, porque dessa vez ficam com a última que tão metendo, Tiago com a Pato, Alex comigo. Mais algumas fodidas, enquanto a gente se toca onde tem que tocar, e gozamos todos juntos, envoltos numa deliciosa mistura de prazer e sensualidade. Por um tempo, ficamos os quatro largados na cama, exaustos, um por cima do outro, respirando pesado depois do puta sexo coletivo que a gente teve. Aos poucos vamos reagindo e levantando. Primeiro os caras, tiram as camisinhas cheias de porra e vão mijar um de cada vez, nós Vamos tomar um banho pra tirar o suor, o nosso e o deles. Quando voltamos, cada uma enrolada numa toalha, eles tão nos esperando com uma garrafa de champanhe. — Que tal a gente ficar? — o Alex pergunta. — A noite toda? — a Pato se surpreende, pensando com certeza na filhinha dela. — Já são quase três, então seria só um pouco mais — o Tiago argumenta. — Pra mim tá de boa — eu falo, olhando pra minha amiga, que ainda parece indecisa. — É, claro, pra mim também, acho ótimo — ela finalmente concorda, depois de hesitar um pouco. — Que bom, porque já avisei na recepção que a gente ia pernoitar — o Alex admite, estourando a garrafa e enchendo as taças. — Tão seguro assim que a gente ia aceitar? — eu falo, deixando a toalha cair no chão. — Tive um pressentimento — ele responde, passando a mão na pica, que já tá durona. A Pato também tira a toalha, então a gente tá de novo os quatro pelados. Terminamos o champanhe e voltamos pra cama. Minha amiga pede um momento a sós pra ligar pra babá, então sai pro jardim. Óbvio que não vou ficar de braços cruzados esperando ela, então nesse tempo eu cuido sozinha dos nossos acompanhantes. De joelhos e cercada pelos corpaços deles, chupo um e outro, alternando, curtindo na minha boca esses dois volumes diferentes em tamanho e forma, mas igualmente satisfatórios no sabor. Lamber, beijar e chupar, ávida, gulosa, insaciável, fazendo garganta profunda nos dois, lubrificando esses dois ferros com uma mistura de baba e líquido pré-gozo... Enquanto a Pato continua lá fora, eu como os dois, um mete em mim, o outro eu chupo, e quando ela volta já tão fazendo sanduíche comigo. Como boa amiga, ela decide não interromper. Senta no sofá, de lado, e fica olhando a gente enquanto se masturba. As picas se movem dentro de mim com uma fricção acelerada, de um lado e do outro, quase se roçando, mas sem uma se impor sobre a outra. — Agora é sua vez... — eu falo pra Pato quando os caras me soltam, me deixando com os buracos abertos e escancarados. -Neném, sabe há quanto tempo não me dão no cu?- responde ela, não muito convencida de encarar tal experiência. -Pato querida, essa noite vale tudo...- falo, acrescentando pra convencer -Além disso, se já te arrebentaram, sem problema, uma vez arrombado, sempre arrombado- Não é exatamente verdade, mas convenci ela. Ela fica de quatro e levanta a bunda. O Tiago cuida de lubrificar ela, usando dedos, gel e saliva. Quando já tá um pouco aberto, o suficiente pra caber a ponta, ele coloca e empurra pra dentro. A Pato reclama, rosna, esperneia, dá pra ver que tá desconfortável, mas não pede pra ele parar nem pra tirar, então ele continua empurrando... Com um bom pedaço dentro, ela grita, xinga, se remexe de dor, mas não fala nem reclama nada... É bem gauchinha minha amiga... Já na metade do caminho, o Tiago tira a pica de uma vez, passa gel nela e mete de novo, dessa vez até o fundo... Embora minha amiga derrame umas lágrimas com o impacto, a cara dela é de puro prazer. Ela sorri cheia de alegria quando o Tiago começa a foder ela, sem muita força no começo, mas aumentando a intensidade a cada estocada. Quando ele tira pra trocar com o Álex, o cu dela fica aberto, dilatado, vermelho de tanto atrito. O Álex assume a vez, e mete como se fosse num cano. Daí em diante, eles fodem ela entre os dois, até fazem sanduíche nela, igual comigo, algo que minha amiga nunca tinha feito antes. Mais que isso, foi a primeira vez que ela ficou com mais de um homem ao mesmo tempo. A gente se reveza pra curtir uma boa dupla penetrada, de frente e de costas, e depois voltamos a gozar cada um com sua parceira inicial. Depois dessa nova suruba em grupo, a Pato e o Tiago vão pra hidromassagem, enquanto eu e o Álex ficamos na cama, transando agora cada casal separado. De manhã, tomamos café da manhã todos juntos, contando histórias do trabalho, depois tomamos banho em casal, e de volta à rotina diária. Na porta Do hotel já estão nos esperando os táxis. Eu e a Pato vamos num, eles vão no outro, mas antes trocamos os números de celular. No caminho, antes de eu deixar ela em casa, a Pato, sentada de ladinho, por motivos óbvios, me agradece por ter dado aquela força naquela noite. — Sozinha nunca teria coragem... — ela admite. — Era o mínimo que eu podia fazer, além disso eu também me diverti, então noite redonda... — falo. Quando chego em casa, meu marido já deu café da manhã pros meninos e tá preparando eles pra levar na praça. — Espera aí que vou me trocar e vou junto — falo depois de cumprimentá-lo. Na praça, conto sobre a Patrícia, como ela tá arrasada com a separação, que passei a noite toda ouvindo as mágoas e lamentações dela. — Ainda bem que a filha dela é pequena e não entende — comento. — Graças a Deus a gente conseguiu superar — admite meu marido, se referindo à crise no nosso relacionamento que passamos quase um ano atrás, quando ficamos separados e quase nos divorciamos. Se a gente continua junto é por causa dos nossos filhos... essa é a desculpa, a versão oficial... a verdade é que não consigo imaginar minha vida sem ele do meu lado. Posso ficar com outros homens, me apaixonar mil vezes, mas depois do sexo, da paixão, da luxúria, sempre volto pra casa...


16 comentários - Quartetando...
quizás podríamos escribir algo juntos....
Van 10 Pts ...