De la cancha a la boca (Relato gay) final

Entrei em casa e fui tomar um banho porque me sentia sujo por todos os lados, enquanto minha mulher já estava deitada, nem sabia quanto tempo tinha passado. Tinha gosto de pica e porra na boca e ainda estava cuspindo pelos, mesmo escovando os dentes, continuava sentindo o mesmo gosto, mas vinha da garganta por ter engolido tudo.
Lá comigo, xingava porque ele não tinha me chupado a pica, enquanto lavava minha camiseta manchada com minha porra e lembrava que ele ainda queria que eu fosse de fio dental na próxima.
Quando lavei a bunda, percebi que ainda estava latejando, e não é pra menos, com a mão enorme que ele tem, cada dedo era uma piroca que entrava e saía.
Passei a semana tentando pensar em outra coisa, discuti várias vezes com minha mulher porque a gente não transava há um tempão. Por outro lado, ela me lembra que quinta era o aniversário da irmã dela, que mora a 200 km, irmã com quem eu me dou muito mal, então já faz uns anos que não vou em nenhum aniversário dela, mas minha mulher vai, e quando vai, fica de quinta até domingo.
Então, depois de jogar, eu poderia sair com os caras pra tomar ou comer algo, e postei no grupo de amigos minhas intenções, pra ver se rolava uma saída. Mas ninguém respondeu. Chegou quinta e fui jogar.
Terminamos, fiquei conversando com outro dos caras, mas parecia que todo mundo estava ocupado e ninguém podia fazer nada hoje. Olho pra todos os lados e parece que o Juliano tinha ido pra um lado, estava falando com o Carlos, o cozinheiro, que como quinta-feira é tranquilo, o lugar estava vazio. Eu estava puto e, por outro lado, estranho. Tomei uma cerveja e fui tomar banho. E enquanto tomava banho, sinto uma mão agarrar minha bunda com força, era o Juliano, que se aproximou meio sem roupa por trás.
Juliano: "O que foi, não veio de fio dental? Tá rebelde?" com tom sarcástico e debochado, mas sem parar de apalpar minha bunda.
Ele estava do meu lado esquerdo, enquanto eu tentava tirar a mão dele. Inutilmente, já que ele é muito maior e mais forte que eu, respondo num tom sério:
Eu: – Você tá passando dos limites, cala a boca, alguém pode nos ver! Abaixando o tom e continuo, além disso, você me deve uma chupada de pau, e baixo ainda mais a voz como se alguém pudesse ouvir, e continuo, a ideia era um vai e vem.
Julian: – Olha pelo lado bom, você engoliu meu leite quente duas vezes... quer dizer, três... com tom de deboche e brincadeira enquanto pega na minha mão esquerda e passa por cima da cueca, que já dava pra ver que tava endurecendo.
Ouve-se alguém entrar no vestiário e falar alto:
Funcionário: – PESSOAL DO CHUVEIRO, SE LIGA QUE JÁ VAMOS FECHAR, TEM 2 MINUTOS.
Eu fiquei mudo, achei que iam nos pegar, e o Julian respondeu "OK" na maior tranquilidade.
Ele começa a sair e me diz:
Julian: – Vai, termina logo que te espero no carro, e vai embora.
Termino de tomar banho rápido e quando saio, vejo que no banco do vestiário só tem minha toalha, não tem minha mochila, nem meu tênis, nada. Xingo baixinho. Levanto a toalha e vejo meu celular com uma mensagem dele:
"vem que suas coisas estão aqui no carro"
Então, mesmo hesitando, não tenho escolha a não ser sair enrolado na toalha. Não vejo o funcionário, só o gerente. Ando rápido pra ele não me ver e saio pro estacionamento, vejo o carro e apresso o passo, vou pro lado do passageiro e entro rápido. E lá estava o Julian se cagando de rir com todas as luzes internas apagadas. Tento segurar a raiva.
Eu: – E minhas coisas? E antes que eu olhe pra trás, ele me pega pela cabeça com a mão direita e responde:
Julian: – Você não tá mais confortável assim pra quê se ativar? Ele me olha enquanto acaricia minha barriga, quase enfiando a mão esquerda pela toalha, que ele afrouxa e deixa meu pau meio duro à mostra, acariciando minha perna esquerda.
Eu: – Você vai me chu... mas antes que eu termine a frase, ele me puxa pela nuca com a mão direita e me beija de língua, e ordena entre beijo e beijo
Julian: Põe... os... vídeos... da bunda grande.... da sua... mulher, ele ia falando enquanto não parava de beijar minha boca e acariciar minha perna e minha barriga sem tocar na pica que já tava dura
eu coloco os vídeos como consigo, já que tava difícil de enxergar, enquanto me beijava e procurava no celular com a mão direita. quando consigo colocar
ele fala entrecortado
Julian:- tão repetindo... aumenta o volume... com tom sério e continua, queria... comer... sua boquinha... antes de encher ela... mas não termina a frase
aumento o som, mais do que o glu glu das chupadas, ou o plaf plaf do quicar da bunda da minha mulher na minha pica.
aí do nada ele me beija de novo e pega minha mão esquerda com a mão esquerda dele e se massageia a pica por cima do short usando minha mão como luva, mas não passaram nem 10 segundos e ele já tinha tirado ela pra fora e segurava minha mão pra eu masturbar ele, comecei a masturbar ele pensando entre beijo e beijo que ele ia me masturbar também pelo menos, mas ele só pega meu celular e encaixa no suporte do para-brisa com a mão esquerda na pressa e começa a acariciar minha perna direita e me puxando mais pra perto dele bruscamente. e comenta entrecortado de novo
Julian:- como me... excita sua... mulher... e para de me beijar um momento e fica olhando pra tela do celular.
Bem na hora aparecia minha mulher me chupando a pica olhando pra câmera, e ele comenta
Julian:- Não aguento mais, chupa ela agora, não ligo pra nada
e me puxa pela nuca com a mão esquerda e me abaixa até eu começar a chupar ele sem outra alternativa, ele não tinha tomado banho então a pica tava toda suada, segura minha cabeça com a mão direita e com a esquerda procura minha bunda como da última vez, tentando me colocar o mais de lado possível, quando me encaixa, sobe a mão de novo e tira minha boca da pica e ordena
Julian:- chupa eles bem, baba eles todinhos
e enfiava os dedos na minha boca até o fundo e tirava, toda vez que tirava os dedos e pedia pra eu lamber e chupar os ovos dele enquanto repetia "assim, assim, assim" "assim, me obedecendo" "continua, continua", eu obedecia e alternava entre os dedos e as bolas, mas entre o tanto de pelo que ele tinha e o quanto eu tava engasgado, eu ficava entre uma ânsia e outra, e ele aproveitava pra, entre uma ânsia e outra, enfiar os dedos até o fundo da minha boca. Quando ficou satisfeito, voltou a mão esquerda pro meu cu e foi direto no meu ânus, começou a me dedar, enquanto com a mão direita ajustava minha cabeça pra eu continuar chupando ele sem parar. Eu sabia quando meu cu ia doer, então tentava segurar a mão dele, mas como ele era mais forte, era esforço inútil, a ponta do dedo dele já começava a entrar e sair do meu cu, e depois de alguns minutos ele tava com o dedo inteiro entrando e saindo, me causava tanta dor que eu não conseguia chupar a pica dele direito, mesmo que toda vez que eu parava ele enfiava até minha garganta, me fazendo engasgar, e se eu tirava a cabeça da pica, ele mandava eu chupar as bolas dele sem parar.
De repente, ouço uma voz desconhecida vindo do banco de trás do carro:
??????:- uff, que gostosa a puta da mãe!
Eu fico bem alterado, mas o Juliano não solta minha nuca, nem tira o dedo do meu cu
Quando consigo tirar a pica da boca, pergunto
eu:- Quem mais tá no carro? com tom acelerado e nervoso
com tom calmo e despreocupado, sem esconder que ainda tava excitado, ele responde
Juliano:- Relaxa, é o Carlos, ele me pediu pra dar uma carona até a casa dele, você continua chupando que eu comentei com ele e não incomoda, né Carlitos. enquanto acende a luz
O Carlos é um cara grandão, mas não é musculoso como o Juliano, tem a barriga de cerveja como todo bom cozinheiro, a gente sempre ria e zoava ele porque, do tamanho que é, mal cabia na cozinha do clube, mas fora isso, várias vezes ele ficava conversando com a gente nas mesas porque tinha pouco serviço, um cara viúvo, cinquentão, acho que com dois filhos, que adoravam umas pirocas, várias foram as vezes que quis organizar um menage, pra comer uma putinha entre dois, eu sempre me gabava de não pagar por sexo.
aí caio na real que tava pelado, num carro, chupando uma rola grossa que me sufocava e com um dedo enfiado no cu, e agora tinha plateia.

Carlos:- Não me incomoda nada, Juli, outro dia quando eu via vocês do meu carro e você me via apontando e morrendo de rir, achei que tava me zoando, mas agora que vejo de perto... uff, pensei que esse era o mais sério... e acabou sendo um boqueteiro bonitinho. E aquela do vídeo, quem é, que me deixa com muito tesão.

Eu:- Não... não é assim... tentava falar, mas ele fazia pressão com o dedo no cu e só saía um "ahhhh".

Julian:- Cala a boca e continua chupando, ordenou, enquanto me encaixava a rola na boca de novo, sim, é a "mulher" dele, respondeu pro Carlos e continuou.

Julian:- Você não sabe como ele faz bem, enquanto apertava minha nuca e seguia, há tempos ele fica me pedindo e pedindo, e como é amigo, eu ficava sem graça, mas ele insistiu tanto que, você sabe, um copo d'água e um boquete não se nega a ninguém, e os dois caíram na risada.

Carlos:- Totalmente, e aí... me diz uma coisa... mas ficou calado.

Julian:- Pergunta tranquilo, Carlitos, respondeu vendo que ele não tinha coragem de falar.

Carlos:- Posso?!? e aproximou uma mão do meu cu, que eu não via, mas o Julian sim.

Julian:- É... tem que experimentar, né?

e sinto ele me acariciar e começar a amassar minhas nádegas.

Julian tirou o dedo do meu cu e sinto ele pulsar, mas respiro aliviado pelo relaxamento que me deu, e comenta num tom cúmplice:

Julian:- Todo seu, Carlitos!

Carlos olhou com olhos de espanto, igual criança que ganha um chocolate inteiro só pra ela.

Sem pressa mas sem perder tempo, sinto uma mão diferente brincando com meu ânus e ouço os movimentos desajeitados do Carlos tentando se ajeitar pra ficar o mais confortável possível, ele mesmo começa a aproveitar e, acompanhado de um "shhh", mordendo os lábios de como ele começava a esquentar toda aquela putaria, ele começa a enfiar um dedo de cada vez, mas por causa da dilatação e da saliva logo já tava brincando com dois dedos, enfiando e tirando com muito mais cuidado que o Julián até chegar a 3. se bem que o Julián tinha a mão um pouco maior, a mão do Carlos continuava sendo muito grande e me fazia ver estrelas.
Depois de um tempo me deixando assim, o Julián comenta:
Julián: - a namorada desse aqui hoje não ia estar, topa, Carlos, e a gente vai se divertir na casa dele
Julián tava oferecendo minha casa como se fosse dele
Carlos: - uhhh, bora, adoraria
Julián: - faz o seguinte, vai pro banco de trás, ele fala pra mim, e continua me mantendo duro, Carlinhos, que com os vidros escuros e de noite ninguém vai ver nada.
enquanto isso, paro de chupar a rola dele e o Carlos tira os dedos do meu cu.
me levanto e dou uma bocada de ar, tava com a mandíbula travada e o Julián me pega pela nuca e começa a beijar minha boca de novo, me solta bruscamente e ordena:
Julián: - Vai, desce e passa pra trás
meio atordoado, saio e vou pro banco de trás, quando subo o Carlos já tava tirando a camiseta, quando me vê subir pelado só comenta:
Carlos: - olha que gostosa, só falta a calcinha fio dental, as meias 3/4 e eu caso, e os dois se cagam de rir.
Assim que subo, ele me abraça por trás com o braço direito e começa a beijar minha boca, enquanto me masturba com a mão esquerda a toda velocidade, tentava diminuir o ritmo, mas igual com o Julián, por ser mais forte era inútil e ele sussurra no meu ouvido de um jeito sedutor, ou pelo menos tenta:
Carlos: - quando estiver perto de gozar, me avisa!
então, depois de algumas quadras, confirmo que tava perto de gozar e ele coloca a mão e com a minha própria porra me abre as pernas e começa a procurar meu cu, que não demora a achar, e começa a enfiar os dedos enquanto me beijava a boca desesperadamente e comentava entrecortado "continua te masturbando" uma e outra vez e apesar de eu continuar me masturbando, ele seguia repetindo enquanto enfiava e tirava os dedos do cu Julian: - hahaha vai quebrar tudo, deixa um pouco pra mim, Carlitos hahahaha. comentava o Julian vendo tudo pelo retrovisor
não sei o que ele tava tocando, mas quando ia gozar avisou de novo e fez a mesma coisa, tirou a mão do cu e usou minha porra de lubrificante de novo.
a viagem pra casa parecia eterna, não tava mais com tesão, mas alguma coisa tocava a próstata ou sei lá o que, que me fez gozar pela terceira vez.
numa hora ele freia o carro e o Julian desce, vai no porta-malas, pega a chave da minha casa na bolsa e abre a porta do meu lado, vê a imagem de mim de pernas abertas e meio levantadas, três dedos da mão do Carlos enfiados no meu cu inteiro e me comendo a boca como se fosse a última vez, e comenta
Julian: - Com a gostosa que você tem, olha só que putinha você acabou sendo!
só aí o Carlos percebe que chegamos e levanta a vista, tira a mão do meu cu e o Julian me pega pelo braço pra me ajudar a descer, minhas pernas tremiam, meu cu ardia e pulsava, tudo ao mesmo tempo, e eu tava com a cara toda vermelha por causa da barba do Carlos
Entramos no apartamento, eu sentia uma vergonha danada de estar pelado esperando o elevador e enquanto subíamos o Carlos me comeu a boca os 5 andares, do mesmo jeito desenfreado que no carro, me esmagando contra um dos lados e me acariciando tudo que podia, enquanto o Julian comentava
Julian: - deixa um pouco pra mim, e ria abertamente.
Quando chegamos, o Carlos se afasta um pouco e me leva quase arrastando pro apê, o Julian entra primeiro e vai direto pro lado do banheiro e do quarto, eu pensei que ia pro banheiro e o Carlos, que já começava a apalpar meu cu de novo, me fala quase como uma ordem, com um tom muito excitado
Carlos: - deita na mesa, enquanto ele me ajeita antes mesmo de eu responder. e antes que eu reaja, ele tava me dando uma chupada de cu como nunca tinha levado.
Aí o Julian volta do banheiro com uma tanga da minha mulher e comenta
Julian: - Olha o que eu achei, com tom sarcástico e cúmplice
O Carlos se vira e vê ela, Ele pega, cheira com uma inspiração forte e fala:

Carlos: - Coloca logo, que eu tô ficando louco.

E antes que eu termine de me levantar, ele já estava erguendo minhas pernas e colocando em mim. Quando termino de ajeitar, ele me levanta pela bunda e começa a me beijar de novo, com uma puta safadeza, e me recoloca na mesa como antes, mas dessa vez manda o pau direto, puxando a tanga pro lado. Com uma mão apoiada nas minhas costas, ele começa a forçar até conseguir enfiar a cabeça, entre meus gemidos de dor. O pau do Carlos era bem menor que o do Julian. Depois de uns minutos, já tinha o pau inteiro enfiado no meu cu. Enquanto começava a bombar meu cu, o Julian comenta:

Julian: - Isso, sem camisinha mesmo. Isso tem que filmar, pra ficar na sua coleção de vídeos. Com um tom de maldade cúmplice.

Carlos: - Uhhh, não aguentava mais, faz mil anos que não como ninguém. Vai fundo, que lindo, mas não quero aparecer o rosto.

Julian: - Relaxa, quem aparece é esse putinho aqui.

E pega meu celular e começa a filmar, de perto, como o pau entrava no meu cu inteiro até a minha cara de dor. Ficou assim por um bom tempo, até o Julian comentar:

Julian: - Vamos pra cama, assim ficamos mais confortáveis e eu participo.

Carlos: - Uh, é verdade, a vida inteira quis comer uma puta enquanto ela chupa outro ou vice-versa.

Ele tira o pau do meu cu e vamos pro quarto. O Julian sobe na cama e se ajeita no meio, de barriga pra cima, quase pelado, só tinha ficado de camiseta, e o Carlos ia se despelando pelo caminho.

Eu, quase no automático, subo pelo meio e começo a chupar o pau do Julian, e o Carlos se ajeita pra continuar me comendo por trás.

Quando já tava com um pau no cu e outro na boca, eles passavam meu celular um pro outro, filmando cada centímetro de pau no meu cu e cada garganta profunda que o Julian me dava. Ficamos assim por um bom tempo, enquanto comentavam, com o Carlos falando como meu cu era apertado e como era gostoso, já que ele... Ele demora muito pra gozar e uma bunda tão apertada assim ajudava pra caralho, então eu aumentava e diminuía o ritmo, que nem parecia um coroa de cinquenta anos.
Julian: — Agora que você tá assim, tenho que te mostrar meu vídeo, comenta aí. E pega o celular dele, bota um vídeo pra rodar.
Era minha mulher chupando claramente o pau dele, e ele continua comentando:
Julian: — Na vez que você veio com sua mulher, eu sentia que já tinha visto ela em algum lugar, e era na aula de salsa da minha academia. Aí pensei: essa eu como. Comecei a dar em cima e na segunda-feira meti uma fodida nela que deixei tudo gravado, já que, graças a você, eu sabia que ela gostava de ser filmada.
O vídeo tava editado e passava da chupada pra metida e até o cu, e os gemidos da minha mulher quando entrava aquele pauzão. E Julian continua:
Julian: — Olha como ela gritava. Vamos mostrar que você aguenta mais na bunda. Carlos, troca.
Carlos: — Nem fodendo. Me deixa aqui até eu gozar, depois é todo seu. Com essa coisa aí você vai rasgar tudo. Enquanto aumentava o ritmo das estocadas, coisa que me fazia ver estrelas, e continua: — Que delícia comer o casal separado.
Julian: — Beleza, deita na cama de barriga pra cima que ela vai pular no pau, assim ela chupa bem gostoso e eu meto na boca dela.
E foi assim. Carlos se deitou na cama de lado, de barriga pra cima, e eu sentei no pau dele até ele entrar inteiro de novo no meu cu. E Julian, parado do meu lado, enquanto eu chupava ele, mandou o vídeo da minha mulher sendo comida por ele pra TV do quarto e começou a meter na minha boca, segurando minha cabeça dos dois lados.
Então lá estava eu, de fio dental, cavalgando um pau, outro na boca, e minha mulher na tela sendo fodida pelo mesmo "amante". Não sabia o que doía mais: se o cu, a mandíbula ou o orgulho.
Quando Julian gozou, pediu pra eu botar a língua pra fora e gozou na minha cara toda. Esfregou o pau em mim e foi pro banheiro se limpar. Aí Carlos aproveitou pra começar a mudar minha posição, colocou minhas pernas no ombro dele, uma perna... Sozinho no ombro, de quatro, de lado. Enquanto Julián continuava filmando depois de voltar do banheiro, após uns 40 ou 50 minutos que pareceram uma eternidade, já me tendo de novo de barriga pra cima com minhas pernas nos ombros dele, ele fica tenso e enche meu cu de porra com um grande "ahhh sim" e comenta:

Carlos: - Agora é todo seu, e se afasta e vai pro banheiro.

Julián quase sem perder tempo, levanta minhas pernas de novo e usando a porra do Carlos de lubrificante começa a meter no meu cu. Já meu cu tava doendo e ardendo pra caralho e aquela pica grossa me fazia chorar, quando conseguiu enfiar, começou a bombar devagar e foi aumentando o ritmo, cada bombada era violenta, sentia que meu cu ia rasgar. Não mudou de posição, me comeu assim até gozar, mas como já tinha gozado na minha cara, saiu bem menos. Ele vai pro lado e comenta, ofegante:

Julián: - Uffa, que bom que foi isso!

Carlos, que vinha da cozinha com uma lata de cerveja que pegou sem pedir, comenta:

Carlos: - Sabe que toda quinta-feira esse putinho vai dar de novo, vou fazer com esse promíscuo tudo que as patricinhas não gostam.

Julián: - Mas ele tem que se depilar bem, comer um cu peludo não motiva muito.

Carlos: - Uhh, seria lindo!

Julián: - Já sei, quinta-feira eu levo a sua mulher, como ela bem gostoso e você vem comer ele, topa?

Carlos: - Uhh sim, adoraria comer a gostosa também, mas se eu tiver essa bundinha pequena, já tô satisfeito.

Enquanto isso, minhas pernas tremiam da puta surra que levei de pica, mas eu sabia que a partir de agora ia ser o promíscuo desses dois até eles se cansarem.

Fim

2 comentários - De la cancha a la boca (Relato gay) final

...."no sabia que me dolía mas si el orto, la mandíbula o el orgullo".. esta frase fue impresionante!!
excelente relato!
no dejes de escribir!!