Mi primera corrida dentro

Oi, sei que esse relato talvez não vá chamar tanta atenção quanto os que tem nesse site. Mas enfim, o que aconteceu comigo é completamente real. Isso rolou há uns meses, pra ser exato, sete meses atrás. Bom, pra dar um pouco de contexto, tinha lançado um novo iPhone e eu tava juntando dinheiro pra comprar. Tava trampando bastante pra conseguir, já que não são baratos. Enfim, eu seguia trabalhando e tal, mas perto da minha casa morava uma garota que era amiga da minha irmã. A amiga da minha irmã tinha 20 anos e naquela época eu tinha 14, ia fazer 15 em alguns meses, e nessa idade já se pensa em sexo e tudo mais, mas os únicos peitos que eu tinha visto eram na internet e eu tinha muita curiosidade sobre sexo. Eu sempre me dei normal com a amiga da minha irmã, não ligava muito pra ela. A garota tem um bom bumbum, o rosto, nem tanto, não era feia, mas também não era gata. Ela tinha mais ou menos 1,65m, uns 60kg, pele clara, daquelas garotas fáceis que já tinham tido muitos namorados, e aí chamavam ela de puta. Ela tava passando na loja e pediu meu número. Disse que era pra gente conversar, que ela gostava de mim. Bom, eu quase não falava com ela até que um dia, do nada, ela começou a puxar mais papo. Era uma conversa normal, mas minha irmã não podia descobrir que eu tava falando com ela, já que ela era mais velha pra mim e, além disso, era muito puta. Quando digo muito puta, quero dizer que ela ficava com muitos caras, caía fácil, muitas vezes até dava o cu por dinheiro. E um dia eu tomei a liberdade de convidar ela pra sair, não porque eu gostasse ou algo assim, mas porque eu queria saber como era sexo, já que eu tinha expectativas muito altas porque consumia muita pornografia e via os atores gozando e tudo mais, e isso me deixava muito curioso. Ela aceitou o encontro. E aí eu quis impressionar, levei ela no Starbucks, levei pra jantar, tudo muito bom. Só naquele dia eu gastei 1200 pesos. E ela me pergunta: "E por que melhor... você não contratou uma prostituta, e na verdade foi o que eu pensei primeiro, mas a maioria que eu contatava não queria me atender pela minha idade, a maioria me mandava tomar no cu. Ela morava num apartamento, digamos que esse apartamento era da avó dela que deixou pra ela. Passaram-se os dias e ela me convidou pra casa dela. Obviamente, eu sabia o que ia rolar, mas além de ter muita curiosidade sobre sexo, eu tinha uma curiosidade enorme por sexo anal, já que, segundo diziam, era espetacular. Cheguei na casa dela e ela tinha umas cervejas, me ofereceu uma e eu, agradecido, tomei. Já era minha terceira cerveja, e me senti meio bêbado, já que eu não bebia, levei duas e tava de boa até que a conversa ficou mais quente, e ela me perguntou: "já transou?" Ao que eu respondi e disse: "não". Ela, com um tom debochado, disse: "tá na cara". Começou a me contar dos problemas financeiros dela, que não tinha conseguido chegar no fim do mês pra pagar a luz e tudo mais, e do nada ela me disse: "se você me der 300 reais, eu te chupo gostoso". Meu coração começou a acelerar na hora. Achei que era brincadeira e perguntei: "é zoeira, né?" Ela respondeu: "tô com cara de tô zoando?" Aí eu aproveitei a situação e falei: "te dou mil se você deixar eu te comer pelo cu". Ela fez cara de surpresa e disse: "nunca fiz por aí e não quero fazer". Eu retruquei: "pensa bem, você precisa da grana". Já estava ficando tarde e eu disse: "bom, acho que vou indo, valeu pelas cervejas". Aí ela me agarrou pela mão e falou: "tá bom, aceito. Me dá o dinheiro e a gente faz". Eu dei o dinheiro, e confesso que doeu dar aquela grana, eram vários dias do meu trabalho. Dei pra ela, ela baixou as calças e a calcinha. Meu coração estava batendo a mil, porque era a primeira buceta e o primeiro rabo que eu via fora da tela. Ela se colocou de quatro e jogou um monte de saliva na bunda. Naquele momento, meu pau estava duríssimo. Ela pegou meu pau e colocou no cu dela, tentou enfiar, mas não entrava. Me doía o pau onde não entrava, ficamos uns 10 minutos tentando até que finalmente entrou. Me senti estranho. Estava muito bom, bem apertado, macio e quentinho, mas eu achava que ia sentir prazer na hora da metida, já que tinha expectativas altas por causa do pornô. Comecei a meter e me sentia muito excitado, mas estava decepcionado. Achei que seria diferente. Depois de uns cinco minutos, ela reclamou que estava doendo, até que de repente senti uma sensação superforte de prazer no meu pau. Aí deu vontade de meter mais fundo, comecei a meter mais rápido até que veio uma sensação superintensa. Me senti nas nubes, soltei um gemido de prazer imenso, já tinha gozado. Foi a melhor sensação que já experimentei na vida. Fui pra casa feliz e louco pra repetir. Passaram-se os dias e ela me chamou de novo, pediu dinheiro pra foder outra vez. Dei o dinheiro, transamos vaginal com proteção e não foi nem metade do prazeroso que o anal sem proteção. Espero que tenham gostado, se quiserem a segunda parte escrevam nos comentários.

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