A desvirgação da minha esposa (2)

Na segunda-feira seguinte, Maggie era a heroína do dia. As amiguinhas fizeram ela contar o que aconteceu várias vezes, riam e cochichavam pra caralho; perguntaram por que ela não tinha chupado o pau dele, e ela dizia que na hora não pensou em nada, só se deixou levar, e elas incentivavam ela pra que no próximo fim de semana não perdesse a chance de realizar as fantasias que todas elas tinham. O tempo passou super devagar pra elas, que esperavam ansiosas pelo sábado, e na sexta se despediram com tanta emoção que até algumas soltaram umas lágrimas. No sábado de manhã, Maggie sentia um ardor gostoso pra caralho na barriga, entre nervosismo e desejo; falou pra mãe que não queria sair com a família como de costume, que não tava se sentindo bem e preferia ficar em casa, então, meio preocupados, deixaram ela. Ela viu da janela do quarto quando a família entrava na van, o tio Alfredo saiu de casa recém-banhado e trocado, ela ouviu quando os outros perguntaram se ele queria ir junto, mas ele se desculpou e disse que ia ver uma mulher, se despediu e atravessou a rua rumo ao ponto de ônibus na avenida grande; Maggie sentiu que se desmanchava de tristeza, quase queria chorar, quando a van arrancou e foi pela rua até sumir de vista, foi quando ela viu lá, na esquina, a figura do seu amado tio, que voltava sobre seus passos e o coração dela se alegrou; ouviu quando a porta da casa se abriu e pouco depois o tio Alfredo entrou no quarto; Maggie correu pros braços dele, e se fundiram num beijo apaixonado. Ela só vestia uma camiseta comprida sem nada por baixo, então o tio se esbaldou apertando as bundinhas jovens dela. "Pensei que você não ia vir", disse ela feliz. "Como é que você acha que vou perder isso?", disse ele olhando ela de cima a baixo, "só queria despistar todo mundo"; ele a carregou nos braços e levou pra cama, onde a colocou em pé e tirou a camiseta por cima, deixando ela nua pra pegar nas tetinhas dela. chupando elas com gosto; assim, em pé na cama, lambia com a língua os peitos, desceu pelo estômago e, ajoelhando no chão, meteu a língua na buceta dela; ela só se deixava levar pelo prazer, segurando a cabeça do tio pelo cabelo. Aos poucos, Alfredo fez ela virar pra morder as nádegas dela, ela se abaixou e a língua do tio se esbaldou lambendo o cu virgem, afastando as bandas com a mão. Maggie ficou de quatro pra dar mais acesso ao cu e à buceta por trás, ele aproveitou pra lamber com mais força. Fez ela gozar tentando não fazer barulho; lambendo os lábios, Alfredo se levantou e começou a se despir, Maggie virou pra ficar deitada de barriga pra cima, relaxando do orgasmo; quando viu que o tio tirava a cueca e deixava escapar o pau duro, aproveitou que ele tava tirando a camiseta e ficou momentaneamente cego pra se virar, ficar de quatro e enfiar a rola na boca; ele só fechou os olhos sentindo o prazer da boca jovem de Maggie chupando o ferro dele; ele disse que ela tava mandando muito bem, achando que não era a primeira vez dela fazendo boquete, mas ela explicou que tentava fazer igual nos filmes que via com as amigas. Ela fez ele deitar, ficaram opostos, então ela pegou o pau de novo pra continuar chupando, enquanto ele acariciava os quadris dela, as nádegas e as pernas; não demorou muito pra ele levantar ela e acomodar na cara dele pra um delicioso sessenta e nove, que fez ela gozar pra caralho. Ela se levantou e montou nele, beijando ele com desespero; pegou a pica com a mão e guiou pra buceta virgem dela enquanto ele apertava os peitinhos dela, nem precisaram de lubrificante, tavam molhados demais os sexos e ela, sentindo a cabecinha na entrada, começou a fazer pressão pra enfiar. "Uff! Que apertada você tá!" disse o tio, achando que ela já não era mais virgem. Bem devagar ela foi descendo; sentiu uma picada como de agulha na A buceta dela fez ela ficar parada por um momento, mas ela sentia como ia desaparecendo aos poucos; não demorou muito pra se sentir confortável com a cabeça do pau dentro dela, então continuou descendo, deixando ele entrar mais fundo; sentiu mais duas picadinhas menores que a primeira, que não a impediram de continuar o trajeto até ficar sentadinha no quadril do Alfredo, soltou um suspiro profundo sentindo o pau inteiro dentro dela. "Você é virgem?" o tio perguntou, ela assentiu sem abrir os olhos, "Pois agora não é mais" o tio disse sorrindo, e puxou ela pra perto pra beijar ela com ternura, enquanto começava um sobe e desce lento que fazia ela sentir um formigamento delicioso, não precisou pedir pro tio continuar aquele movimento, porque parecia que ele se mexia exatamente do jeito que dava mais prazer pra ela. Outro orgasmo tava chegando e ela achava delicioso e adorava, foi nesse momento que fez a proposta de transar todos os dias da vida dela. Como se tivesse possuída, levantou a cabeça pro teto e se deixou esvaziar num orgasmo enorme. Alfredo também sentiu a gozada dele e, virando ela, jogou ela de lado. Ela sentiu raiva "Não!" disse gemendo, "não tira ele de dentro!", "só me dá um minuto!" ele disse ofegante, enquanto colocava ela de quatro pra ganhar tempo; foi quando ele viu as manchas de sangue no pau dele, mas não parou e segurando ela pelas nádegas, foi enfiando devagar, sabendo da virgindade recém-perdida. Mas Maggie já não sentia dor, ela se empurrava pra trás pra sentir o pau até o fundo do ser dela, e o tio tentando segurar a gozada dele. Com muito custo conseguiu, deixando ela gozar primeiro de novo, então ele tirou a vara rapidinho, ela tentou reclamar, mas ele manteve ela com a cara no lençol e se masturbando com fúria se deixou gozar em jatos que molharam as costas e a nuca da Maggie. Mas esse prazer recém-descoberto foi pra minha futura esposa uma delícia e ela não queria parar de aproveitar, enquanto Se relaxavam, ela acariciava a pica meio dura. Pra continuar o sexo, o tio dela teve que convencer ela a irem tomar um banho, porque além de suados, ele tava com o pau manchado de sangue e ela com as costas cheias de porra. Mas depois do banho, o tio Alfredo comeu ela de novo, dessa vez em várias posições. Virou vício ficar transando, tanto que o tio teve que falar pra ela se cuidar, porque quando tinha gente por perto, ela ficava olhando pra ele feito uma boba. Todo sábado eles aproveitavam a saída da família pra transar; num sábado chegaram parentes e a família não saiu, ficaram na vontade. Aí na segunda, quando Maggie saiu da escola, o Alfredo já tava esperando, levou ela no carro dele, sob os olhares curiosos das amiguinhas, pra se trancar num quarto do hotel onde ele trabalha e comer ela a tarde inteira. Assim ficaram por uns dois anos, onde o tio ensinou ela a chupar que nem uma profissional, ensinou ela a lavar o cu e arrombou ele, começaram a transar de camisinha pra ele poder gozar dentro dela, mas ela não gostava, então ela mesma começou a fazer ele gozar de boquete e engolir a porra. Tudo acabou quando a visa de trabalho do Alfredo venceu e por uns detalhes não deixaram renovar. Ela até ficou deprimida, mas não demorou muito pra ela encontrar quem desse a tão desejada pica pra ela.

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