Perdeu a virgindade de uma loira gostosa (cap 49)

E no mundo dos turros, as coisas — ou melhor, algumas coisas — seguem o mesmo padrão dos colégios americanos. Assim como lá tem os populares, os nerds, as animadoras, etc., na favela, no mundo dos turros, rota algo parecido. Rapidinho, cada morador da vila vai sendo encaixotado em alguma categoria. Por exemplo: quem já tem vinte, vinte e um anos e não tem filho é virjão, é lerdão. Os pivetes que roubam coisa na avenida são os ladrões, os espertos. Quem joga futebol ganha um ponto extra por jogar futebol, e por aí vai. Os boatos correm mais rápido que os pivetes quando roubam a bolsa de uma velhinha, e pronto, você já fica marcado rapidinho.

Eu tinha chegado na vila fazia só dois anos. Mas nesses dois anos, eu já tinha engravidado duas vezes uma das minas mais gostosas da vila (a Jésica) e, como se não bastasse, engravidado a irmã dela — ou seja, minha cunhada — e ainda rolavam boatos de que eu tinha comido minha outra cunhada (a Nahiara). Automaticamente, você entra na categoria de putão. E sob o lema "faz a fama e deita na cama", as minas mais novinhas, digamos assim, veem isso como algo glorioso. Pelo menos naquela época. Nas palavras delas mesmas: "ele é o engravidador", "esse putão engravida na hora", "é muito putão, mas eu dava pra ele sim", "é o marido da Jesi, encheu a cozinha dela de fumaça duas vezes, e da cunhada também". É tipo uma arrogância imensa em cima de algo, digamos, pequeno — ou nem tão grande assim. Os turros se gabam de ser os maiores putões, e ser colocado nessa categoria faz todo mundo falar de você. Falam de você, e as irmãs deles, as primas, acham divertido, curioso, e querem ver se é tudo isso mesmo. É como se eles mesmos fizessem sua fama.

Na nossa rua, tinha dois caras da minha idade, mas os dois moravam com a família, não tinham filhos e iam estudar cedo. Pra elas, dois virjões de merda. Não iam dar nem a hora do dia. Já a minha figura pra elas era muito mais... Misteriosa mais interessante. É assim que a vida, garota, cruzou meus caminhos com a morena. Ela era a irmãzinha mais nova de um dos malandros que sempre ficava de bobeira na esquina. Amigona da minha cunhada que engravidou. Foi assim que, em algum comentário, entre um baseado e uma bebida, devem ter me mencionado, falando que eu era uma puta que tinha dado o couro, que não ligava pra nada e blá blá blá. A morena devia estar por ali por acaso e ouviu tudo. Automaticamente virei uma figurinha interessante, tipo a figurinha difícil do álbum. Aqui você cruza com todo mundo o tempo todo. No mercadinho, no açougue, na banca. No fim, a gente frequenta os mesmos lugares, às vezes pelo preço, às vezes pela proximidade. No verão, os barracos são um forno, e naquela época ar-condicionado era coisa de ultra-ricos de Ramos Mejía. Muito longe de Virrey del Pino. Foi assim que, toda vez que ia comprar no mercadinho do Cacho, cruzava com a morena. A primeira vez que a vi, ela tava com um grupinho de amigas. Zoando, deixando a vida passar. Cochichando e falando dos caras, dos colegas da escola, detonando as supostas amigas e essas coisas que se faz naquela idade e sem celular. É que naquela época tinham chegado no bairro celulares tipo Nokia, os antigos, mas os caras um pouco mais velhos que tinham, a tecnologia ainda era mais atrasada. Enfim, questão é que eu percebi que ela tava me olhando. Tava com uma calcinha preta fininha, bem justinha na bunda. Um topzinho branco deixando o umbigo de fora e o resto da barriguinha também. Magrinha, cinturinha fina e só uma leve curva dos peitinhos pequenos. Menores que dois limõezinhos. Mas de bunda ela era muito boa. Bem empinada, firme, a calça fazia ela se destacar ainda mais. Sem dúvida, uma beleza de rostinho. Carinha de menina ainda, mas com um olhar de puta, de provocante, incrível. Loirinha e de olhos verdes. Chamava atenção, sem dúvida. Eu passei como se nada, mas na volta tive um impulso de Turrô selvagem e cravei o olhar nela. Ela sussurrou algo com a amiga, tipo que eu tava olhando pra ela, e me sorriu. Devolvi o sorriso e continuei andando pra casa. Dois dias depois, cruzei com ela ao meio-dia, a morena voltando da escola só com uma amiga, e elas se separaram na esquina. Eu fui direto pra onde ela tava e, quando cruzei com ela, foi aquele instinto de turrô selvagem que me fez falar "tchau, gostosa" e piscar o olho. Parece besteira e talvez seja, mas a morena sorriu e respondeu: "ai, obrigada", meio nervosa, mas disfarçando. Nós dois paramos de andar e começamos a bater um papo ali no meio da rua de terra.

Eu: "De nada, te vejo às vezes com suas amigas e sempre penso em te cumprimentar, mas enrolo... Me chamo Joaquim."
Morena: "Brunette." (Ela me deu um beijo no rosto.) "É, a gente é mó bagunceira, vive zoando."

Assim, a gente conversou um tempão sobre besteiras, enquanto eu me perdia naqueles olhos e naquela carinha. Olha, aquela burrinha me chamava muita atenção. Trocamos Facebook e, detalhe, naquela época o perfil dela era: "Laah Moooree3 piiolitaaah deh Laafe". Uma beleza. Ficamos um bom tempo batendo papo, zoando, contando coisas. Eu sentia que tudo dava certo, e cada história que eu contava, cada comentário, fazia ela rir mais, fazia ela gostar mais de mim.

A gente se cruzou mais algumas vezes, ela com as amigas, e nos cumprimentávamos com um sorriso e um olhar. Uma semana depois de nos apresentarmos oficialmente, cruzei com ela de novo voltando da escola. Mas dessa vez foi a umas quadras longe de casa. Tava chuviscando bastante e, mesmo não fazendo frio, a água incomodava, e as ruas, com a umidade, viravam um barro só. Eu tava no Fiat 147, já bem mais acabado do que quando chegou, esperando o semáforo da avenida abrir. A morena, com uma calcinha preta e uma camiseta vermelha meio curta, chegou na esquina junto com uma amiga. Vinham da escola e iam pra casa. Eu me aproximei do... meio-fio da calçada e da janela do carro falei: "vem more, vem que eu pego vocês". As minas se olharam cúmplices, eu até do carro vi ou senti o fogo no olhar da morena. Antes de atravessar a avenida, ela deu um nó na camiseta pra ficar mais top do que camiseta. Como eu disse, muito fogosa. As duas entraram no Fiat, a amiga atrás e a More na frente. Começamos a conversar e zuar enquanto íamos pra casa da amiga dela. Zoávamos com qualquer besteira. Num momento, a amiga não teve ideia melhor do que falar "cuida more que ouvi que esse te engravida na hora" soltou uma risadinha e, me olhando, disse "ai desculpa". Mas eu sabia que era de propósito. A morena, rindo, colocou a mão dela na minha mão no câmbio e disse "vamos ver se ele dá conta de mim". Pronto, o caminho estava livre, era só empurrar a bola pra dentro do gol. Fui metódico, deixamos a amiga em casa e convidei ela pra dar uma volta. A morena, claro, aceitou. Arrancamos pro outro lado da rodovia 3. Que é mais mato e tinha umas praças que, naquele dia, deviam estar desertas. Nem lembro do que a gente conversou naquelas oito ou dez quadras, mas assim que parei na praça, a gente se beijou. A gente se beijou com um fogo do caralho. Pra idade dela, beijava muito bem e eu sentia a língua dela na minha boca toda. Fiel ao meu costume, passei a mão por trás dela e segurei na cintura. Apertei ela contra mim e o beijo ficou ainda mais intenso. Apertei as bundinhas dela e levantei um pouco a fio dental pra ver como era. Me deixou louco ver um fiozinho bem fininho vermelho. A mina sabia o que era bom, pensei. Tomando o controle do fogo, beijava a boca e o pescoço dela alternando. Eu tava com o pau durasso, bem ereto no moletom. A morena colocou a mão no meu pau. E entre um beijo e outro, falou: "Porraaa, com razão que engravidou na hora. Olha o que você tem, filho da puta." Enquanto a gente se beijava, ela começou a me tocar o pau como se estivesse me punhetando. Eu soltei o fiozinho dela e subi por baixo da camiseta pra tocar nos peitinhos pequenos dela. Redondinhos, divinos. Passava a mão de um pro outro, brincando com os biquinhos. A brunette, aproveitando o corpinho pequeno, subiu no meu colo. A chuva fina tava mais forte e a situação tava ideal. Minha pica dura batia na bundinha minúscula dela, toda nua. Cada beijo, cada chupada, aumentava nosso tesão e eu já tinha voltado a brincar com o fiozinho da calcinha fio dental dela. Fingi que ia meter, mas a brunette se fez de difícil. Me beijava, me agarrava, tocava na minha pica, mas não deixava eu avançar. Até que num momento o tesão venceu e, sussurrando no meu ouvido, ela disse: "quero que você me coma". Eu puxei a calcinha e a fio dental pra baixo, deixando ela nua, e vi uma buceta apertada, pequena e um pouco peludinha. Minha pica tava inchada pra caralho, bem cabeçuda, e assim que tirei do moletom, ela ficou apoiada na buceta molhada dela. Dei vários beijos na boca dela enquanto fazia a pica roçar mais na buceta dela pra molhar mais, porque senão não ia entrar. Só a pontinha da minha pica entrou na buceta dela e a brunette soltou dois gritos agudos. Com uma mistura de safada e nervosa, ela falou de novo no meu ouvido: "ai, você tem pica demais, vai me partir a buceta". Eu fiz um carinho no rostinho dela e olhei nos olhos dela. Passei segurança e ela se acalmou. Continuamos com só a pontinha da pica dentro. Quando entrou um pouquinho mais da pica dentro dela, ela soltava gritinhos de prazer. Eu tava com a mão nos peitos dela. E continuava beijando ela e falando coisas no ouvido. Nem preciso dizer que tava metendo sem camisinha, pele com pele. Quando finalmente a pica entrou toda dentro dela, ela deu um grito lindo de prazer e cravou as unhas no meu peito. "Ai, não, não, não, que pica grande que você tem", ela disse enquanto sentia a pica toda dentro dela. Mal se mexia, devagarzinho. Ficamos até parados, com minha pica dentro e nos comendo de beijos. Eu senti quando o hímem dela rompeu (ou como se escreve), senti que tinha desvirginado ela e a pica Pegou fogo pra caralho. Enquanto a gente se comia de beijo, língua com língua, fogo com fogo, a morena mal tava me cavalgando, fazendo meu pau enterrar mais fundo na bucetinha pequena dela. A gente ficou uns dez ou quinze minutos assim até ela gozar. Senti o fluxo dela no meu pau, mas eu queria fazê-la gozar mais. Ela cruzou as mãos atrás do meu pescoço e falou no meu ouvido: "ai, não acredito que você me desvirginou, filho da puta". Eu olhava nos olhos dela, a carinha dela, tudo. Com o pau completamente duro, ela saiu de cima de mim e disse: "a gente continua outro dia, valeu". A danada tinha me deixado hiper excitado. Mas ela adorou que eu respeitei ela. Não fui pra cima dela. Pelo contrário, dei um beijo na boca dela e falei: "quando você quiser". A morena se deitou em cima de mim, como se procurasse braços que a protegessem. A gente ficou umas uma hora conversando sobre a vida e combinou de voltar pra praça... Se alguém quiser fazer uma contribuição, uma doação, sem obrigação e sem compromisso.papa.cesara.batir.Mensagem PrivadaDesde já, muito obrigado.

9 comentários - Perdeu a virgindade de uma loira gostosa (cap 49)

el turro preñador, vamo el joaco papa
la creatividad de las turras no tiene limites jajaja gracias genio
Tremendo , ya garchaste a toda la flia y arrancó el barrio .muy bueno
gracias geniooo
falta la suegra y la histerica del fondo
Muy Muy buena historia!!! Q dice Jesi de esto?
Abrazo genio
fue un kilonbo estuvimos separados ya se vendrán esos capitulos
SOS un crack! Lo mejor que te puede haber pasado. Una primerisaa. No sé olvida más de vos. ! Van 10..
sabelo. ni yo de ella
Si queres aportes manda fotos de algo willy