Há muitos anos, nos meus tenros 20 anos, minha prima Alejandra tinha uns 34/35 anos, na época era mãe solteira e, por causa do meu trabalho, eu morava na mesma casa que ela, a filha dela, a mãe (minha tia) e o marido dela. Eu vivia no trampo e em festa, até saía pra balada com a Ale, lugares onde obviamente a bebida rolava solta. Várias vezes vi ela pegando uns caras, isso quando o namorado "oficial" não tava junto. A mesma quantidade de vezes que eu observava de longe o tamanho avantajado dos peitos dela, nada a ver com a bunda, que até que era boa, mas não chegava nem perto da frente dela. Nunca peguei ela transando, o que teria sido um sonho, mas cheguei a ver a rachinha depilada dela enquanto o cara da vez enfiava os dedos. Uns caras tinham a fineza de pagar o táxi ou então acompanhavam a gente até em casa pra no caminho passar a mão, o que o taxista agradecia mais do que eu, usando o retrovisor pra espiar um pouco. Em casa, me dava vontade de passar a mão nela por causa do estado de bêbada, mas o medo de ser descoberto falava mais alto. Ela chegava tão chapada que nem trocava de roupa, caía na cama do jeito que tava, e isso me deixava ver partes mais íntimas, desde a auréola dos mamilos até os lábios da buceta. Até um par de vezes, por causa do tamanho minúsculo de algumas calcinhas fio dental, dava pra ver o buraquinho marrom quase escondido pelo pano. Infinitas vezes me masturbei pensando nela, ou na minha tia, que tinha menos bunda ainda, mas uma frente também impressionante. Talvez um dia eu conte sobre ela. A vida seguia sem mais situações pra narrar, até que um dia de sorte, era feriado e eu tava de bobeira em casa. A Ale, meio hiperativa, passou a manhã cuidando das coisas dela. Outro primo chegou em casa pra jogar videogame um pouco e, por que não, dar uma olhada na peituda. Depois de nos trancarmos no meu quarto e começarmos a fantasiar com as tetas da safada, enquanto a partida do jogo avançava, David... boleu um baseado, o cheiro atraiu a prima que, sem nem tocar, entrou no quarto: "Que que vocês tão fazendo, seus putos? E por que não convidam?" Ficamos paralisados, eu e David, nunca tínhamos visto ela fumar maconha antes. Depois de três tragadas de lei, ela disse que ia dar um banho na sua cadela e voltava. Aí me veio a ideia genial de dar uma olhadinha a mais na pele dela, que não faltava muito. A filha da puta tava com um minishort curtíssimo e uma blusa bem largona, que deixava a gente ver o biquíni dela, bem bonitinho por sinal. Contei a ideia pro primo e, mais rápido que tudo, subimos pro terraço, até levamos os baldes d'água pra ela fazer o dela. A gente se sentou na escada de um jeito que ficamos dois degraus abaixo da laje e dava pra ver bem toda vez que ela se abaixava. Ale, sei lá se por causa da lombra que tava ou se queria dar um show pra gente, deixava as pernas retas pra molhar, esfregar e enxaguar a cachorra dela. Às vezes, a bunda dela apontava pra gente, deixando ver as tetonas balançando por trás e do jeito que o short enfiava entre as nádegas dela. Nós dois, idiotas, ficávamos ajustando a rola direto, e tenho certeza que ela percebeu. Como era de se esperar, ela ficou toda molhada com a pouca roupa, deixando ver uma ereçãozinha começando nos mamilos dela, a safada. Quando jogou a água que sobrou, acertou a gente, deixando a gente mais molhado que ela. De vingança, peguei a mangueira e molhei ela de cima a baixo, o que ajudou a fazer os peitos dela aparecerem bem. Brincamos mais um pouco e descemos pra casa. Lá na sala, Ale disse que não queria entrar pingando no quarto dela porque o carpete ia manchar. Então me ofereci pra buscar a maldita toalha. Quando voltei, Ale começou a secar o corpo. O silêncio dava pra cortar com uma faca, porque eu e David estávamos no limite, curtindo aquele show improvisado. Acho que a prima também tava na seca e muito tarada, porque falou de um jeito insinuante que se a gente quisesse ajudar, era só pegar mais duas toalhas menores que estavam no armário dela. Entrei na sala de novo. com o encargo e me disse: "dá uma pra David, vocês têm que me secar já que me molharam". Bem nervosos, partimos pra tarefa, muito tímidos, por sinal. Ninguém queria passar dos limites e levar um tapa ou uma bronca por ser abusado, mas grande foi a surpresa quando a Ale tirou a blusa pelos ombros e, devagar, abaixou o short, ficando só de biquíni. "Sequem tudo, tudo eu disse..." Um meio sorriso apareceu no rosto dela. Nossas mãos queriam se multiplicar pra passar mais vezes a toalha sobre os peitos dela, a virilha, as pernas e a bunda por igual, se coubesse mais, era dentro. Nossos respectivos membros estavam duríssimos. Com um jeito maternal, a Ale mandou a gente tirar a roupa também, por causa dos resfriados. Quando ficamos de cueca na frente dela, ela assobiou, divertida: "Nossa, olha só os priminhos, cresceram bastante. Tudo bem se a gente sentar e fumar mais um baseado?" E virou-se na direção do meu quarto. A puta rebolava o cú de um jeito exagerado, e a gente foi atrás dela que nem cachorro. A gostosa sentou na parte de cima da cama, com os joelhos tampando os peitos, mas dando uma vista insuperável da pussy. Dessa vez, entre todos, acabamos com o baseado. No meio da brisa, as coisas pareciam muito lentas, tanto pra falar quanto pra gesticular. Meu olhar definitivamente se perdia nos lábios carnudos da buceta dela. O David também tava com o olhar fixo naquele ponto, e a gente mal respondia o que ela perguntava. Daí a pouco, ela começou a juntar as pernas e separar um pouco. Acho que lembro como os lábios dela mudavam de forma e lentamente se encaixavam naquela abertura. O líquido pré-seminal formava manchas grandes nas nossas cuecas, apesar da umidade da água. Também achei que vi uma mancha mais escura no biquíni. Daí a pouco, um lábio aparecia por entre o tecido. A Ale tava de olhos fechados, e notei as bochechas vermelhas. Com efeito, a gostosa tava com tesão, e a gente ainda mais. A temperatura subiu de repente quando a Ale começou a passar as mãos pelas pernas, percorreu desde os dedos dos pés até a parte interna da coxa, nesse vai e vem, chegou até a buceta dela e sentiu o lábio pelado, um gemido sonoro foi ouvido e também um longo suspiro, a gente não tirava os olhos e acho que sem pensar, nós dois estávamos tocando nossos membros, até o David, menos medroso, puxou a glande pra fora e passou o dedo na ponta. Ale se ajeitou no meio da cama, abriu as pernas e continuou com a massagem, instantes depois dois dedos sumiam naquela fenda gostosa e a mão livre subia o biquíni apertando o grelinho dela entre o polegar e o dedo médio, foi aumentando a intensidade das carícias, apertando os peitos dela, puxando os bicos e enfiando os dedos com mais força, nesse ponto a gente já tava com o pau pra fora e fazendo as honras pra um show tão lindo. Manos! Não aguento mais, preciso de um pau urgentemente! Só não gozem dentro, tá! David tava mais perto e de um pulo se colocou entre as pernas dela, tanto ele quanto eu não éramos virgens mas tava um tesão tão grande que a gente se deixou levar. Eu fiquei na frente daquelas tetonas enormes e finalmente provei aqueles bicos que me deixavam louco, David enfiou de uma vez, abrindo mais as pernas dela e meteu uma porrada gostosa. Ummm sim, que delícia, me dá mais priminho, que pau gostoso você tem, Júlio, não para de chupar meus peitos, siiiim siiiim, vocês tão mandando bem, ela mesma levou os dedos cheios de melzinho até a boca e gemeu ainda mais, ahhhh sim, David, mete mais forte, siiiim Júlio morde meus bicos, siiiim aperta meus peitos, filho da puta! Depois a gente trocou de lugar e eu enfiei o pau com pressa, a puta tava muito molhada e entrou sem nenhuma dificuldade enquanto David cuidava dos peitos dela, a safada agarrou o membro dele e falou, põe na minha boca primo, me dá leite, puta que pariu, a vadia tinha experiência, sem frescura engoliu ele inteiro, enquanto David curtia o boquete, ele desceu uma mão até a bunda da safada e com os próprios melinhos dela enfiou um dedo no cu, devagar filho da puta, quase não uso, mas continuou chupando. Pouco depois, David gozou na boca dela e eu, vendo o cu dela meio dilatado, apontei meu pau e enfiei a cabeça. Auchh, caralho! Devagar, filho da puta. Não liguei e empurrei até a metade. Cala a boca, priminha, vou gozar no teu cu. E enfiei tudo. Ela agarrou os lençóis com força, me ajeitei pra pegar e chupar os peitos dela, metendo forte no cu dela. Logo a putinha começou a gemer mais alto e a pedir pra eu arrebentar ela. Siiim, siiiim, me dá mais, caralho, me dá teu leite, porra! E a vagabunda tirou todo o meu gozo enquanto eu chupava com força um dos mamilos dela.
1 comentários - Prima gostosa de peitão