Depressão: Conto Erótico

Depressão: Conto Erótico

 
*******************relato em primeira pessoa******************
Essa história aconteceu no verão passado, quando eu ainda tinha 18 anos. Era 15 de janeiro, ou seja, o dia em que eu e minha mãe íamos pra casa que temos no litoral. Meu nome é Nicolau e sou da capital. Moro com minha mãe, Sônia, uma comerciante de 44 anos. Ela era muito apaixonada pelo meu pai, que era 3 anos mais velho que ela e na época era advogado. E digo "era" porque, infelizmente, um derrame cerebral o levou há um ano e meio.
Perder ele foi um golpe muito duro pra gente. Eu fui superando com o tempo, mas pra minha velha tava sendo bem mais difícil. Durante esse ano e meio, ela teve vários altos e baixos, com uns episódios de depressão, e longe de virar a página, ela só piorava. Só saía de casa pra trabalhar e fazer as compras necessárias, e mal mantinha contato com as amigas. Agora a vida dela se resumia ao trampo e às tarefas de casa. Ela nem se vestia mais como antes. Minha mãe sempre foi muito orgulhosa do corpo, porque era uma mulher gostosa pra caralho, tinha malhado com dedicação na academia. Ficaram pra trás as minissaias e os shorts que deixavam as pernas longas dela à mostra, os decotes que faziam questão de exibir os dois peitões, e os vestidos ousados que ela adorava usar quando saía. Agora usava roupas menos coloridas, mais largas e mais discretas. Ela se maquiava e penteava pra ficar apresentável, mas não buscava mais se exibir como antes. Claro que ela não tinha deixado de ser atraente. Só tinha passado de uma beleza que adorava paquerar e se sentir admirada, pra uma mulher gostosa que tentava passar despercebida.
Tanto as amigas dela quanto eu tentamos tirar ela dessa, fazer ela voltar a ser quem era, mas foi impossível. No entanto, com a chegada do verão, me veio uma ideia. Minha mãe sempre tira 15 dias de férias porque nessa época o movimento do comércio cai bastante, e a gente sempre aproveita pra passar essas duas semanas numa casinha que temos em Monte Hermoso. Essa ia ser a primeira vez que a gente ia sem o meu velho, porque no verão passado, com a morte dele tão recente, foi impossível tirar a minha mãe de Buenos Aires. Já esse ano, consegui convencer ela a ir. Ela precisava desesperadamente de um ar novo e sair da rotina, e eu tinha esperança de que a viagem conseguisse reanimar ela e ajudar a superar essa situação de uma vez por todas.
A casa que a gente tinha na costa ficava numa área bem tranquila, no bairro das dunas. A gente tinha uma praiazinha a cinco minutos de casa.
Durante nossa estadia na costa, sempre encontrávamos outra família que vinha passar o verão. Eles moravam bem na casa ao lado, eram de Córdoba e vinham passar o verão inteiro. A família Domínguez era formada por um casal bem mais velho que meus pais, e o filho deles. O garoto se chamava Tomás (Tomy), e eu sempre andava com ele, ele tinha 23 anos.
A primeira semana que passamos na praia foi tranquila. Todo dia a gente ia pra areia e sempre jantava junto. Minha velha parecia um pouco mais animada, mas infelizmente ainda se isolava dos outros e não se soltava de jeito nenhum, por mais que todo mundo tentasse manter ela animada e ocupada. Ela até se divertia por um tempinho, mas logo dizia que "tava cansada" e voltava pra casa. Além disso, tinha trocado os biquínis provocantes dos anos anteriores por vestidos longos ou regatas opacas e shorts jeans larguinhos. Ela não se achava perfeita, não mostrava mais carne do que o estritamente necessário.
Eu, por minha vez, saí umas noites pra uma balada com o Tomy. A gente se divertiu pra caralho e pegou geral, pelo menos pra quem eu tô acostumado. A real é que do lado do Tomy era fácil pegar uma gostosa. Ele era um cara muito gato que podia comer quem quisesse e era ousado. O físico foda dele, o sorriso safado, o olhar penetrante dos olhos azuis e a confiança que ele mostrava o tempo todo faziam dele um puta sedutor. Toda noite que a gente saía, ele comia uma, duas, ou praticamente todas que ele quisesse naquele dia, e eu aproveitava pra pegar alguma amiga da mina que ele tava comendo. Depois de dar em cima de uma e ficar se pegando na pista de dança, eles foram pro banheiro e ela colocou a camisinha no meu amigo, e eles transaram lá também.
Assim passou a primeira semana de férias. A segunda foi bem diferente...
Um dia, os pais do Tomy, do León e da Bárbara receberam uma ligação de que a mãe da Bárbara tinha quebrado o quadril ao cair das escadas de casa. Isso fez com que os pais do Tomy tivessem que ir cuidar dela. Eles insistiram com o Tomy que não era necessário ele ir junto e que continuasse aproveitando as férias. Disseram que já se viravam para cuidar da avó. Então, eles foram embora e meu amigo ficou sozinho na casa ao lado.
Na manhã seguinte, fomos pra praia eu, minha mãe e o Tomy. Eu e meu amigo percebemos que a minha velha tava mais pra baixo do que o normal. Quando a gente dois entrava na água, agora ela ficava sozinha e entediada, sem ter com quem conversar. A gente tentou ficar com ela e animar, mas não adiantou muito, e ela voltou pra casa pra "descansar antes de fazer a comida".
tomy – cara, me dá muita pena ver tua mãe assim –
Eu – Já sei, mano, não tem jeito de eu superar isso.
tomy – É que me fode demais. Sua mãe era a alma da festa e não aguento ver ela tão na merda...
Eu – nem eu, mas é que já não sei mais o que fazer –
Tomy – acho que tem algo que eu posso fazer... – disse sério.
Eu – o quê?
Tomy –Olha, pode até parecer estranho... é uma parada que eu não tinha coragem de fazer com meus pais, e queria trocar uma ideia com você antes de meter o louco.
Eu – bom, me diz aí –.
Tomy – olha... pensei que o que sua mãe precisa é voltar a se sentir viva. Desde que seu pai morreu, o pessoal ficou consolando ela e isso é legal, mas não é o que ela precisa pra se sentir viva – ele me encarou firme, pra ver se eu concordava.
Eu – sim – chamo ela de gostosa.
Tomy – Bom, ao longo desses anos, o que eu vi da sua velha é que ela gosta de se sentir viva, de ser a estrela. Por mais fiel que fosse ao seu pai, ela sempre gostou de estar gostosa, de chamar a atenção de outros caras, receber elogios e ouvir cantada. Ela precisa recuperar isso.
 
Eu – E o que você sugere? Que eu arrume um namorado pra ela? Cê acha que ela tá a fim disso? – reagi meio puto. Parecia que ele não tinha percebido que minha mãe não queria saber de ninguém.
 
Tomy – Não exatamente, o que ela precisa é se sentir desejada. Se alguém fizer ela sentir o que sentia antes, ela vai querer voltar a ser como era. Alguém tem que dar aquela faísca... sabe, dar em cima dela, levantar a autoestima dela e fazer com que ela se valorize mais. Assim que ela tiver isso de novo, com certeza vai ficar melhor.
 
Eu – E quem vai fazer ela se sentir assim? Cê não vê que ela tenta passar despercebida e evita todo mundo? – perguntei irritado.
 
Tomy –essa é a parte delicada, teria que ser–.
 
Eu – Que porra é essa?! – pensei que devia ter ouvido errado.
Tomy –Por isso que eu tava dizendo que ia te parecer estranho... –
 
Eu – mas tu é burro ou tá se fazendo de sonsão? Como é que minha mãe vai ficar com um cara 11 anos mais novo, e não é certo um amigo querer pegar minha mãe – falei exaltado.
 
Tomy – sei, mano, já tô ligado, mas pensa bem, na cidade ela passa o dia ou no trampo ou trancada em casa, então tem que ser aqui... e aqui só eu consigo chegar perto o bastante da sua mãe pra dar em cima dela.
 
Eu – Mas se ela tem 11 anos a mais que você, como eu te falei, o que ela vai querer saber de você?
 
Tomy – sim, mas você já sabe como eu sou bom com as gostosas – respondeu confiante – eu sei fazer elas se sentirem bem... essa é a chave –
 
Eu – Cê tá pensando que minha mãe é uma puta? – tava indignado – não vai comer ela não.
 
Tomy – para, que eu não falei em comer ela – disse com cara de surpresa – nem tô dizendo que ela tem que me desejar, só tô falando que tenho que fazer ela se sentir desejada e trazer de volta aquele lado brincalhão que ela tinha, só isso mano, de boa –
Eu não sabia o que dizer, fiquei em silêncio enquanto ele me olhava na expectativa.
 
Tomy – me deixa tentar essa semana, e pronto, você sabe que eu nunca tentaria fazer algo que ela não quisesse, só quero que ela pare de ficar um trapo. Pensa nela, uma semana... se der certo, ela volta a ser a de antes, e se der errado, não aconteceu nada e ponto final.
 
Eu –Tá bom – cedi enquanto fechava os olhos – se você acha que consegue animar ela, vai em frente, não aguento mais ver ela desse jeito, mas juro que se você passar da linha, eu te mato –
 
Tomy – tranka, confia em mim – ele disse me dando um tapinha no ombro – deixa eu fazer isso e tudo vai dar certo; você sabe que sou seu amigo e que nunca faria mal à sua mãe –
 
E nisso ficamos. A partir daquela tarde, o Tomy tentaria usar seus poderes de sedução pra tirar o melhor da minha mãe. Sem dúvida ia ser estranho ver meu amigo dando em cima dela, mas sabia que talvez ele estivesse certo e que essa era a única forma da minha mãe finalmente ficar melhor e se livrar dessa deprê.
A tarde passou com uma calma surpreendente. Eu imaginava que o Tomy ia partir pra cima, igual eu tinha visto ele fazer no baile, mas não foi assim. Quando fomos eu, minha mãe e ele pra praia, a gente ficou conversando os três numa boa, sem ele falar nada fora do normal. Depois de um tempo, bateu uma vontade de entrar na água, mas minha mãe não quis e o Tomy disse que também não, então fui sozinho. Fiquei um tempão me refrescando no mar, brigando com as ondas e mergulhando perto da areia. De vez em quando, olhava pra eles pra ver se tava rolando algo estranho, mas não vi nada demais; continuavam sentados nas toalhas, batendo papo.
Decidi que não fazia sentido ficar remoendo e fui nadar mar adentro; fiquei umas hora mais ou menos. Quando voltei, percebi que o Tomy tava cochichando umas coisas no ouvido dela. Não faço ideia do que estavam falando, mas os dois estavam se divertindo. Fiquei observando eles um tempão e não vi nada demais, só que continuaram batendo papo numa boa. Num dado momento, o Tomy sussurrou uma parada no ouvido da minha mãe que fez ela dar risada — fazia tempo que eu não ouvia aquela risada linda dela, nem lembrava mais — e ela deu um tapinha nele de brincadeira, como quem repreende, como se meu amigo tivesse feito uma piada safada.
Tava morrendo de curiosidade pra saber do que eles riam, mas decidi não dar bola... no fim das contas, minha mãe parecia estar de bom humor. Em uma hora e meia, o Tomy tinha conseguido mais do que todos os amigos e parentes da minha mãe em um ano e meio...
Pouco depois saí da água e voltei com eles. Não parecia que eu tinha interrompido nada, e ficamos batendo papo por várias horas. Eles contavam piadas, então pensei que talvez por isso estivessem rindo tanto.
Quando o sol se pôs, saímos da praia. Eu e minha mãe voltamos pro nosso apê pra tomar um banho, e o Gonzalo foi pro dele fazer o mesmo. Como ele tinha ficado sozinho, combinamos dele vir jantar com a gente. E foi o que ele fez; jantamos juntos e nos divertimos pra caralho. Tanto que ficamos batendo papo até depois das duas da manhã. Tinha sido um dia foda, me senti aliviado em ver que pelo menos uma parte da mãe que tava ali um ano e meio atrás ainda continuava presente.
Na manhã seguinte fomos pra praia, a tarde foi parecida com a anterior: ficamos os três conversando de boa enquanto tomávamos sol, e depois fui nadar sozinho, já que mais uma vez minha mãe e meu amigo preferiram ficar sentados nas toalhas.
Igual que na tarde anterior, fiquei nadando até me afastar bastante da costa e demorei um tempão pra voltar. Quando cheguei de novo na beira, vi que o Tomy e a minha velha tinham entrado no mar. Tavam rindo e brincando de jogar água um no outro. Acho que era a terceira vez nos dez dias que a gente tava aqui que minha mãe tomava banho de mar, e com certeza era a primeira vez que ela brincava nele; o Tomy tinha conseguido mais um avanço.
Quando me aproximei deles, minha mãe jogou água em mim, me chamando pra entrar na brincadeira. A gente se divertiu pra caramba, brincando na água, rindo, lembrando histórias de outros verões... foi mais uma tarde massa. O resto do dia foi praticamente igual ao anterior, jantamos juntos na nossa casinha e ficamos horas batendo papo até o Tomy ir embora.
Quando a gente foi pra praia na manhã seguinte, nós três entramos direto na água. Ficamos um tempão nadando e brincando, igual no dia anterior, até que eu fui pegar um sol e voltei pra minha toalha. Eles continuaram se divertindo no mar enquanto eu observava. Notei algo diferente. Tinha mais intimidade entre eles do que nos dias anteriores. Não era mais só jogar água um no outro, mas também se afogavam de brincadeira, se jogavam um por cima do outro. Tomy tava com a sunga preta folgada até o joelho, com um dragão dourado, e minha velha com um jeans rosa cortado como bermuda e uma camiseta preta. Eles se roçavam cada vez mais, e, num dado momento, o Tomy mergulhou pra surpreender ela por trás e fazer cócegas. Ele ficou atrás dela, abraçando e falando um monte de coisa. Eu não conseguia ouvir nada do que ele dizia, mas dava pra ver que, fosse o que fosse, tava fazendo minha mãe rir pra caralho, porque ela não parava de dar risada. Fiquei meio puto com a forma como ele agarrou ela, mas deixei pra lá na hora.
A tarde chegou e eles foram sozinhos pra água continuar, porque pra mim tava cada vez mais pesado. Até que eu ficava feliz de ver minha mãe se divertindo depois de tudo que ela passou, mas não tava curtindo o que via. Achava que o Tomy tava passando dos limites. A gente tinha combinado que ele ia só dar uma paquerada básica e animar ela, não que ia ficar passando a mão no corpo dela daquele jeito. Pensei que precisava dar uma segurada, então entrei na água com eles pra ver se paravam. Eles não ficaram incomodados de eu entrar, mas deram uma diminuída no clima. Perfeito. Depois de uns dez minutos, eles voltaram pras toalhas pegar um sol. Nadei mais um pouco. Quando voltei, eles estavam conversando. Bom, na real, trocando olhares e se provocando. E dessa vez, nem ligaram pra minha presença. Sentei do lado.
Tomy – Mas por que você vem tão coberta, Sônia? – Perguntava num tom debochado – Cadê aqueles biquínis tão gostosos?
 
Sônia – Ai, isso não me pergunta não...
Tomy— Por quê? Se eles ficam perfeitos em você...
Sônia – Este ano não tenho fantasia nenhuma.
Tomy – Mas o que você tá dizendo, se eles ficam uma delícia em você, cê não vê que tem um corpaço por baixo da roupa?
Sônia – não vem com conversa fiada, gostosa –
Tomy – primeiro, obrigado pelo elogio, não é só você que adora minha beleza, tenho que confessar, mas é a única que me interessa ouvir isso. Segundo, não me peça pra ficar calado quando sou testemunha de um crime desses, esse corpo foi preso injustamente! – exclamava Tomy num tom de falsa indignação, enquanto levantava o dedo indicador.
Sônia – hahahaha, não seja bobo –
Tomy –Quando você vinha de biquíni, fazia uns topless espetaculares, lembra? Tem que soltar essas gomas de novo. Liberdade! Liberdade! Liberdade! –. E continuava falando de um jeito bem vulgar sobre os peitos da minha mãe.
Pra mim não tinha graça nenhuma, igual pra ela. Ela tava rindo enquanto ele continuava com umas merdas tipo "mamilo, amigo, o povo tá contigo". Obviamente ele falou que agora mesmo iam os dois comprar um biquíni. Ela recusava, mas ele insistiu dizendo que ia comprar um pra ela e que, se ela não acompanhasse, talvez ele acabasse comprando um que ela não gostasse. "Não vou descansar até que se faça justiça com esse corpo!" ele repetia sem parar. Dava vontade de dar um socão na cara dele, mas não quis falar nada e fazer um escândalo na frente da minha mãe, com medo de atrasar o ânimo dela e jogar fora todo o progresso desses dias.


No fim, minha mãe cedeu e, depois de tomar banho, foram fazer compras. Claro que eu não fui com eles. Demoraram muito. Recebi um WhatsApp da minha mãe dizendo que iam comer alguma coisa numa barraca na praia. No fim, minha mãe só apareceu em casa lá pela meia-noite. Ainda bem que veio sozinha, porque se eu tivesse que continuar aturando o Tomy... enfim, ainda bem que ela não veio. Nisso tudo, minha mãe me mostrou as compras dela. Tinha comprado dois biquínis, um bege e um preto. Os dois eram praticamente minúsculos, e a parte de baixo, aquela tirinha, ia entrar no cu dela quando ela vestisse. Minha cabeça fervia de raiva, mas eu aceitei; como se fosse mais um passo para recuperar minha velha.
No dia seguinte, minha mãe estreou o biquíni bege dela. Por mais que fosse minha mãe, eu tenho olhos e via que ficava muito gostoso nela. Ela tinha um corpaço e aquele conjunto ousado de duas peças só realçava as qualidades dela, tô falando das tetas e da bunda dela, que vários caras estavam de olho. Tomy não perdeu tempo em elogiar ela. Mas claro, ver minha mãe de biquíni não era suficiente pra ele. A gente mal tinha pegado meia hora de sol quando ele voltou a insistir no assunto:
Tomy — e... e aí, o que rola com o topless?
Sônia – disso pode esquecer, que a essa altura nem a pau
Tomy – Como assim, nem fudendo? –
Sonia – é que por esses dias eu quase não peguei sol, e não tô com coragem.
Tomy – Kkkk, não seja besta, como assim você não se anima? Tem que aproveitar os últimos dias pra pegar um bronzeado, você ficou coberta esses dias todos. Nem ontem nem anteontem fez tanto sol como hoje; é o dia perfeito pra começar... Vai, agora não se faça de sonsa, que você sempre gostou de tomar sol sem a parte de cima!
Sônia – Uff, é que eu guardei o protetor solar.
Tomy—Que vadia!... tá, vou te passar — disse enquanto enfiava a mão na bolsa da minha mãe — se quiser, posso até colocar em você — piscou o olho, com a maior cara de pau do mundo.
Sônia – me passa, idiota.
Então ele se inclinou e, com a mão direita, colocou o negócio. Com a esquerda, puxou ela pra trás, puxando o cordão da parte de cima do biquíni, conseguiu tirar e por pouco mostrou os peitões dela. Depois, ela se deitou e começou a passar protetor solar, massageando cada peito. Tomy não parava de olhar pra ela.
Tomy – Bom, então imagina que sou eu quem tá te metendo.
Notei que a Tomy tinha formado um volume na sunga rosa dela. Não queria olhar, mas entendi que o plano do Tomas não era ajudar minha mãe, e sim macetar ela.
 
A situação estava esquentando cada vez mais, com comentários infelizes e, principalmente, quando minha mãe notou o volume e ficou olhando pra ele. Ela deve ter sentido a necessidade de baixar a temperatura e foi se jogar no mar. No entanto, o Tomás não estava disposto a deixar barato e foi com ela pra água. Logo estavam brincando igual ao dia anterior, só que dessa vez minha mãe estava com os peitos de fora e os roçados entre os corpos eram diferentes, já não tinha mais pano no meio. Eu estava morrendo de vergonha alheia, mas minha mãe e meu amigo pareciam não se importar de serem o centro das atenções. Alguns diziam que iam transar, ou que duvidavam que o cara tivesse a sorte de estar comendo aquela gostosa, e coisas do tipo. Quando minha mãe voltou a se deitar, eu corri pra água pra falar com o Tomás a sós antes que ele escapasse.
Ei – ei, o que foi com você? – sério.
Tomy – com o quê? – se fazendo de surpreso
Eu – não vem com essas merdas e não se faça de besta, o que você tá planejando com a minha mãe?
Tomy –Ah, isso... tá de boa, né? Parece que ela tá melhor –
Eu – não tô te passando muita, digo, te parece – tava fervendo de raiva.
Tomy – O que cê tá falando?, a gente só tá brincando – ele me olhava como se minha raiva fosse uma surpresa pra ele.
Eu – Podia dar uma segurada no jogo... era pra tu ter uma vibe boa que fizesse ela se sentir bem, pra levantar o astral dela. Beleza, já foi, não precisa continuar com isso; deixa ela quieta.
Tomy – Não posso fazer isso, cara – ele falou num tom bem sério.
Eu – Como assim, não?!
Tomy – Se eu parar agora, depois de ter dado tanta bola pra ela, ela vai ficar deprimida de novo, vai pensar que eu tava brincando com ela só pra me divertir às custas dela, ou que eu peguei outra mina. Ela vai se sentir insegura, vai achar que não é mais desejável o suficiente. As mulheres são assim, ficam se remoendo por besteiras desse tipo. Tenho que continuar até ela ficar de boa.
Eu – Você não vai parar até comer ela, né? – a pergunta saiu carregada de raiva e desprezo.
Tomy – Não vou parar até que ela queira que eu pare. Mas, o que você quer que eu te fale?... é, o normal é isso acabar com sexo no meio – confessou.
Eu – "O quê?!" – exclamei em voz alta. Tive que me virar pra ver se minha mãe não tinha me ouvido.
Tomy – Olha – falou baixando o tom – o que você quer? Que eu pare? Agora não dá. É verdade, talvez eu tenha passado um pouco do ponto em algum momento, me desculpa, mas agora tô num ponto sem volta. Tenho que seguir. Se sua mãe quer transar, ou pelo menos não vai demorar pra querer; você já percebeu. Eu já não consigo parar isso e não tô em condições de recusar ela, porque senão ela vai ficar deprimida de novo. –
Eu – não acredito no que você tá me falando –
Tomy – acredita, é uma mulher gostosa pra caralho e não posso deixar ela passar, além disso, se não for comigo, ela pode procurar qualquer um que sirva de masturbador pra ela. E eu trato ela bem, olha, se alguém passar dos limites, vou chamar ela pra comer e depois pra dançar, a gente vê no que dá. Se ela quiser transar, vou tratar ela como uma dama, e se não quiser, ela vai se divertir do mesmo jeito. Depois ela vai atrás de alguém que ame ela de verdade. Então deixa ela ser livre. – e vai embora.
Falo de novo com minha mãe, fico um tempão traumatizado e quando eu apareço, ele vai embora. Aí minha mãe me diz que hoje à noite vai jantar com o Tomy, porque ele convidou ela pra sair de novo. Ela tava felizona, como se soubesse das intenções do Tomas e não ligasse. Não falei nada, mas me senti um lixo. Ficamos mais um pouco e, quando chegamos em casa, ela foi tomar banho e eu fui na casa do Tomy, mas ele não tava. Quando saí, minha mãe foi se trocar e, quando voltou, fiquei de boca aberta. Ela tava linda demais, maquiada perfeita, com um vestido longo branco que deixava uma coxa de fora, mostrando uma perna, e um decaizão de matar.
Sônia – não te incomoda eu sair com o Tomy, né? – como se esperasse com ansiedade se eu dissesse que sim.
Eu – não, de jeito nenhum, mami. Ele é uma boa pessoa.
Bateram na porta e era o Tomy, já era noite, tipo 21h. Ele tava vestido com uma calça jeans preta bem justa, tênis branco e uma camisa da mesma cor com rosas vermelhas estampadas. Quando ele viu a minha mãe, elogiou ela, e ela ficou toda vermelha — aí eu percebi que não dava pra fazer nada. De repente, uma buzina tocou: era o táxi que ele tinha chamado. Minha mãe se despediu de mim com um abraço carinhoso e forte, enquanto o Tomy só acenou com a mão.
Eles foram embora, e quando vou me distrair no celular, vejo um status do WhatsApp da minha mãe: era uma foto dela brindando com o Tomy num quiosque na praia, já eram 22h. Aquele sorriso e aquela plenitude no rosto dela... não podia ser eu que ia impedir ela de ser o que quisesse naquela noite. Pensei: se ela é feliz, não posso, não devo e não quero fazer nada. Não quero ver ela deprimida de novo. Assisti um filme na Netflix pela TV, depois fiquei de olho no celular pra ver se chegava uma mensagem dela. Não veio nada, mas tinha outro status: 1h da manhã, uma selfie deles na balada que a gente frequentava com o Tomy. Ele tava segurando ela pela cintura perto do bar. Decidi ir dormir.
Até que lá pras 4 da manhã, escuto um carro do lado, eram eles e iam pra casa do Tomy. Minha mãe não parava de rir. Escuto ela entrando em casa, e depois de esperar 20 minutos, decido sair pra caminhar. Não queria pensar nem saber que, enquanto eu dormia, do meu lado estavam macetando minha mãe. Quando saio, vou passando pela casa do Tomy e noto que a porta ficou entreaberta. Então decido entrar e escuto, num quarto lá no fundo, gemidos que eram da minha mãe. Chego até onde os gemidos e beijos estavam mais fortes, e decido ficar ouvindo.
*******************relato em terceira pessoa*****************
No quarto, estavam sobre a cama de joelhos, Tomy e Sonia se beijando, devorando os lábios um do outro, ou melhor, se comiam vivos, enquanto Tomy enfiava dois dedos na buceta dela, entrando e saindo rápido, óbvio, os dois pelados.
Sônia – aaaaiiiiiiiisssssssssmuack –
Tomy – ssssmuuuackkk –
Cuakcuak estalava os dedos entrando e saindo da buceta da Sônia, feito uma ventosa.
Sônia – aaaaaaaaoaoaoaoaaoaoaoaooaoa – tava gozando enquanto o filho dela ouvia atrás da porta, mesmo bêbado, mas alguma coisa impedia ele de abrir a porta
Tomy – você tá toda molhada de novo – se referindo à sua buceta
Sonia – se for por sua culpa –
Tomy – vem aqui, isso vai te acalmar.
Tomy se deita na cama de barriga pra cima enquanto acariciava o cabelo da Sônia, que tava chupando a rola dele. Ele enroscava o cabelo dela entre os dedos, enquanto ela, com a mão esquerda na coxa direita dele, com a mão direita pegava o pau e enfiava um quarto da rola na boca. Ela lambia a cabeça do pau até que num momento começou, como se diz, a rebolar a cabeça pra cima e pra baixo, aumentando a velocidade e dando um puta prazer pro Tomy.
Sonia há tempos não enfiava uma pica na boca, até antes do marido morrer. Por isso, ela tava curtindo e adorava como o Tomy manipulava a situação, já que também fazia tempo que ela não se sentia desejada e tratada como uma puta. Isso era de muito antes de ela casar — ela tinha conseguido ser assim com o ex-namorado anterior, antes do pai do Nico, que só usava ela pra transar. E como ela ficava excitada, ele conseguia o que queria com ela, até que ela encheu o saco e conheceu o marido, que era totalmente diferente e muito mais atencioso.
Agora o Tomi ficava de pé no colchão enquanto a Sonia, de quatro, continuava chupando ele. O Tomas, com a mão direita, passava a rola toda no rosto dela, fazendo ela engolir o pau de um lado pro outro, segurando a cabeça dela.

sexo


Sônia – mmmmmmaaaaaaaaaaaagggggagggggg – tinha enfiado bem no fundo da garganta dela
Tomy – agora abre bem a boquinha, que vou meter de novo – ela obedeceu e com uma mão guiou a pica novamente até a garganta da mãe do amigo e com a outra empurrava a nuca dela.
Deixo enfiada por um tempo, a Sonia fazia ânsia de vômito e os olhos dela lacrimejavam pelo esforço que fazia, aí ele solta ela.
Sônia – kcfkocfkocfaaaaaaaaaaasss –
Tomy – fica tranquilo, meu bem, é pra você se acostumar, vamos de novo.
Sônia – sim –
Ele faz de novo e depois passa a pica por toda a cara dela, dando pequenas batidas na língua dela. Sonia tava toda molhada de tesão, porque fazia tempo que não ficava com ninguém, e agora estar com um jovem tão apaixonado e dominante.
Sônia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhaaaaaaaaazzzz –
Tomy – aaaaaaaiiiii –
Ela colocava o perfil de lado e a pica do Tomás passava pela boca toda dela.
Assim, repetidas vezes, para depois enterrar o pau até a garganta e movê-la praticamente comendo a boca dela sucessivamente.
Sônia – oaaaahhhgggaoooooaagghhhoaaaaghhh –
PLAAAAAAAAAAAAAFFFFSou uma mão na bochecha direita da bunda da Sônia, já que o Tomy esticou a mão pra dar um tapa nela.
Já tômy, depois acaricio ela e ao mesmo tempo a bunda toda, passando pelas costas e peitos, paro e deixo a Sonia se mexer sozinha pra frente e pra trás pra foder como uma cadela no cio.
Sonia – aoaoaoaogmmuaacccjaammmuuackmuuuumuuack – ela chupava gostoso pra caralho e, com a mão direita que não conseguia controlar aquele pau de carne, batia uma punheta enquanto chupava
Tomy – aaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Tomy segurou o cabelo dela de novo, fazendo uma posição de cavalo nela pra ajudar a enfiar mais pau na garganta dela, e já tava na metade.
Ela fez o melhor trabalho dela batendo uma pro pau do jovem, aí colocou o pau pra cima pra dar espaço pra chupar os ovos dele, que de novo com a ajuda da boca, ela chupava um por um, segurava dentro e passava a língua com gosto como uma louca.
Sônia – aahahahahggggglllluuugggggglupggglupggglluupp
Tomy – é isso aí, meu amor
Sônia – aaaahggllupppgluuupppgluuuppp –
Tomy – assim assim assim assim assim aaaaaaa –
Depois fico feito uma puta de quatro, cabeça erguida e língua pra fora, pro Tomi bater a rola nela.
Tomy, depois de um tempo, fica atrás dela, inclina a cabeça pra dar uma chupada gostosa na buceta. Segura as cadeiras dela pra enfiar a cabeça no meio da bunda da mina e assim meter a língua naquela buceta carnuda e brincar lá dentro.
Sônia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaagggggaaaaaaaaaaaaaaaaaaaggggg –
Tomy – aaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Quando ela soltava a área, passava a língua até chegar no ânus e enfiava a ponta dela lá dentro.
Sônia – aaaaaahahahahahahhhhhhhhjjjjjneneeeeeeeeeeee –
Tomy – que gostosa você está –
Sônia—tira essa buceta de mim, já tô toda molhada—
Tomy ficou vários minutos até que, decidindo na posição de quatro, começou a enfiar a pica naquela buceta tão molhada da milf.
Sonia – aaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH – de uma vez só enfiei nela.
Tomy – vou tirar essa tesão e essa vontade de você, assim como eu também vou.
Tomy se deita de barriga pra cima e convida ela pra sentar em cima dele.
Tomy – amor ao contrário – tava falando que ela ia ficar por cima dele, mas de frente, e o Tomy pediu pra ser ao contrário, com as pernas dela na parte do peito dele, pra fazer um 69.
Então a Sônia se posiciona e pega o bastão de carne de novo na boca, começando a rebolar a cabeça pra cima e pra baixo, além de fazer movimentos circulares, colocando as mãos nas coxas do macho dela.
Plaf plaf, umas palmadinhas soavam nas nádegas da Sonia, dadas pelo Tomy no quarto inundado de gemidos e prazer.
Sônia – aaaaaahggggg aaaaaaagggg mmmmm glupe glupe glupe glupe gllllluuuuuppp
Tomy – aaaagagagaaff aaaaaaaaaaaaddddd ayyy meu deus que delícia usa a palavra: buceta
A carnuda buceta molhada era chupada de um jeito delicioso pelo Tomy, enquanto a Sonia continuava saboreando aquela pica, engolindo ela feito a mulher experiente que é.
Tomy – aaaaaaahhh meu amor, que saudade que eu tava de você, gostosa aaaaajjj –
Sônia – sim, eu também, meu amor –
Depois de se libertarem do sexo oral mútuo que as duas feras estavam trocando, elas se separam para que Sonia fique de quatro, mas Tomy pede que ela coloque a cabeça no travesseiro para que a bunda dela fique elevada. Tomy fica de pé, dobra um pouco os joelhos e aponta o pau na entrada da buceta de Sonia.
Sônia – se eu quero sentir você dentro de mim –
Tomy – aaaaaaaaaaahhhhh iiiii vaaaaaaaaa – e começa a enterrar na buceta da coroa.
Sônia – aaaaaaaaaaaaaahhhhh aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhh siiiiiiiiiiiiiiiii –
Depois que a rola pegou o contato necessário na caverna
Tomy usou a mão para abrir a buceta da sua madura, e começou a se deliciar de novo, passando a língua no clitóris.
Tomy com a mão esquerda segura uma nádega da bunda da sua mulher pra se inclinar mais e apoia a mão direita pra aumentar a entrada e saída da pica na buceta da sua amante.
Sonia – aaaabbbb aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaabbbb aaaaaaaaabbbaaaag aaggag agagag aggaga – já tinha usado a palavra: a buceta dela tinha se aberto bem, entrava e saía sem parar
Tomy – uuufff uuufff ffff –
Agora o Tomy, com a mão direita, esmagava de forma passiva a cabeça da Sonia no travesseiro, e com a esquerda segurava o pulso dela.
Sônia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaagggg assssssssssssssi aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooo –
Plaf plaf plaf plaf plaf plaf trasss trasss atraassss trassss eram os sons que inundavam o quarto com as batidas dos corpos em movimento na cama, que parecia que ia voar. Tomy levava as mãos pra agarrar as bundinhas da Sonia, amassar, apertar, saborear.
Num momento, o Tomy fica parado pra descansar de fazer todo o trabalho, e ela, apoiando as mãos no travesseiro, se empina um pouco e vai pra trás e pra frente.
Sonia – aaaaaooohhh ufff aaaaaooooohh ugggfff –
Tomy – mamãe, como meu amor tava precisando, aaaaooohh –

madura


Depois trocam de posição pra Tomy ficar de bruços e a Sonia montar em cima da pica, a Sonia fazia a batedeira subindo e descendo a toda velocidade, e regulava o ritmo fazendo movimentos circulares.
Sônia – aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii aaaaaaaaaaaaaiii aaaai aaaaiii aaaaiiiii ai aia aiai aiai ai aia aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa-
Tomy – aaaahhh toma toma toma aaaaaa –
Depois de uma hora, o Tomi decidiu gozar nos peitos dela, com o consentimento dela. Ela de joelhos na cama, e ele em pé no colchão se masturbando, espalhou porra pelo corpo dela.
Tomy -.Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaoooohhhhh –
Sônia – mmamamamammm –
Depois ela dormiu no peito dele.
***********************relato em primeira pessoa*****************
Depois de ouvir tudo, o sexo selvagem, o que eles falavam e tudo mais, decidi ir dormir.
Ao meio-dia, eu tava comendo e ela aparece, me olha com cumplicidade. Levanto e dou um abraço nela, falando que sempre me alegra vê-la feliz, não importa como.
Passamos a tarde com o Tomy e nós três não fizemos papel de trouxa, como se nada tivesse acontecido. No outro dia, nos despedimos do Tomy e voltamos pra cidade. Com o tempo, a mamãe melhorou o astral e depois começou a namorar um cara muito bom e gente boa. Então, tudo valeu a pena.
Fim.

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