Depois daquela viagem na caminhonete, minha mãe não falou comigo o dia inteiro seguinte e, pra ser sincero, eu também não procurei ela. Tava muito ocupado "liberando estresse" com a lembrança do que aconteceu, que até me faltava tempo sozinho pra bater uma, porque sempre que a imagem vinha na cabeça, eu ficava durasso. Então foi uma semana muito, muito ocupada, a ponto de eu ficar exausto, mas valia totalmente a pena. Só que, como tudo, o tempo sempre estraga as coisas, porque já tava difícil lembrar a sensação da mão na perna dela e o calor da calcinha dela, e logo me vi procurando as calcinhas dela de novo no quarto.
Minha mãe, depois de dois dias, já tinha voltado ao normal comigo, agindo como se nada tivesse acontecido. A mente dela era um mistério pra mim, e não saber o que ela pensava daquilo me causava um conflito danado. Mas no fim eu me disse: aquilo foi só um sonho muito lindo que, assim como aconteceu, deixou de acontecer. Também não esperava que minha mãe me deixasse apalpar ela toda vez que eu sentisse vontade — o que, francamente, me batia forte toda vez que eu via ela —, mas esperava algo a mais, um sinal de que ela tinha gostado daquilo e queria repetir. Mas nada, simplesmente nada. Minha mãe continuava sendo minha mãe. Pelo menos eu ainda tinha a permissão dela pra usar as coisas dela, desde que não estivessem limpas, mas já quase não usava tanto como antes, quando quase todo dia, no banho dela, eu ficava duro porque sabia que ia ter ação com as calcinhas dela. Agora tinha virado algo casual, e às vezes eu preferia ver pornô de milf e incesto.
Enfim, nossa convivência de mãe e filho tava voltando ao normal de novo. E, por mais que eu quisesse e tentasse criar situações parecidas, simplesmente não rolava nada. Inclusive naquele dia em que ficamos sozinhos em casa e ela tava vendo um filme na sala, deitada no sofá com um vestido confortável e solto que deixava ver as pernas dela — aquelas pernas tão lindas que uma vez eu tive o prazer de tocar e sentir. Bom, ela tava vendo o filme recostada no sofá com um lençol, mas com as pernas descobertas. Então... cheguei e sentei do lado dela, mas assim que me acomodei no sofá, ela nem me olhou nem disse nada, mas se cobriu as pernas de um jeito bem de rejeição pra mim, senti na hora, até senti que minha presença incomodava ela, porque de canto de olho via como ela me olhava, como se esperasse que eu fosse embora ou me mexesse pra ela poder se descobrir de novo. enfim, não aguentei mais e melhor fui pro meu quarto jogar um pouco, total, se aquilo tinha acabado, não ia mais ficar procurando situações que nunca iam rolar. pra falar a verdade, me senti triste e enquanto jogava até deixei cair uma lágrima lembrando daquilo e do que poderia ter sido, principalmente do que poderia ter sido, até onde teria ido e nas minhas fantasias mais eróticas estando com ela. mas beleza, pelo menos tinha nosso momento nas minhas lembranças e por isso decidi escrever pra não esquecer e contar essa história como se estivesse narrando pra um leitor e diria — caro leitor, espero que tenha curtido essa história lendo ela como eu curti naquela noite na caminhonete, que ainda entro nela quando ninguém tá vendo e sento no mesmo lugar pra tentar lembrar o máximo possível da maciez das pernas dela e…… — brumm… brumm..! O som do meu celular vibrando me tirou dos pensamentos. como tava meio melancólico, decidi checar mais tarde e continuei jogando e pensando por mais um tempo. tava jogando um battle royale bem famoso em equipe com uns desconhecidos e caramba, eles eram tão ruins que decidi jogar sozinho melhor.. — brumm… brumm..! Outra mensagem que tirou minha mente do jogo por um momento, meio inoportuno porque tava quase ganhando quando me distraiu e perdi. frustrado pela última partida, decidi ir pegar um pouco de suco na geladeira da cozinha. larguei o controle na cama e pulei pra baixo e fui pra cozinha, mãe ainda tava vendo o filme mas tava no celular dela. — vou pegar um pouco de suco da geladeira, mãe — falei e como ela não respondeu, segui pra cozinha, abri a geladeira e me servi um pouco de suco. — o que você tá Fazendo no teu quarto, Alex? — Perguntou a mamãe, me pegou de surpresa encontrá-la parada na minha frente — Tá num dos teus "momentos a sós"? — Ela perguntou também, eu ia responder quando ela completou — Não tenho calcinha suja hoje, espero que não esteja usando as limpas senão vou ficar brava — Não, mãe, tô jogando um pouco com uns amigos online, por que você pergunta? Precisa de alguma coisa? — Perguntei olhando fixo pra ela, e ela levantou a sobrancelha, franziu os lábios e falou num tom irritado — E suponho que não tem tempo de pegar o celular e ver suas mensagens — Ah! As mensagens que chegaram são suas? Desculpa, não... não vi ainda, mas me diz, o que você precisa? Tô te ouvindo aqui. — Nada, obrigada — Ela disse num tom sarcástico — Volta lá pra cima e joga o dia inteiro como se não tivesse mais nada pra fazer, seu pai e sua irmã já tão chegando, vou preparar o jantar — Tá bom, respondi. Enchi mais um copo de suco e fui pro meu quarto continuar jogando. Tava prestes a começar outra partida, esperando a tela de carregar. — Brumm... brumm! — Chegou outra mensagem, e lembrei que a mamãe tinha me mandado umas também, então peguei o celular e desbloqueei. Tinha 3 mensagens: uma do meu amigo Juan e outras 2 de número desconhecido. Pensei, que estranho, achei que a mamãe tinha me mandado mensagens, então abri a do Juan primeiro. "Vai jogar?" — Ele perguntou pra entrar no jogo comigo. Respondi com um gif confirmando que sim e fui abrir as mensagens do número desconhecido. UAU!! Eram 2 fotos, do sofá de casa com um par de pernas cruzadas incríveis, sensuais, lindas e brilhantes. Sem dúvida eram da mamãe, porque até a roupa era a mesma que ela tava usando. Meu coração quase saiu pela boca e a respiração cortou de repente, caralho, que lindas, até minha mão lembrou como era a sensação de tocar nelas. E claro, subiu na hora, tô acostumado com imagens de milfs completamente nuas e usando acessórios na bunda, mas Tantas coisas que, diferente daquelas fotos, eram totalmente "inocentes" e sem graça pra qualquer um... Mas saber que eram da mamãe, e que ela mesma tinha me mandado como se estivesse me convidando pra brincar com elas de novo, deu um sentido erótico que nenhuma imagem baixada da internet poderia me fazer sentir. ESTÚPIDO!!! Pensei, que idiota, quase me bati, porque ela estava me esperando na sala pra gente passar um tempão gostoso, não é à toa que ela ficou irritada quando eu desci. Que burro que eu sou, repetia pra mim mesmo, e falei: "pô, ainda posso descer com ela na cozinha e talvez... só talvez consiga convencê-la a fazer alguma coisa." Pulei da cama de uma vez, joguei o controle na cama com tanto entusiasmo que ele caiu no chão, desci as escadas pulando, quase caí, e lá estava a mamãe, na cozinha, com aquele vestido solto e confortável, tão sexy e gostosa, descalça, cortando legumes na ilha, coçando a panturrilha com a outra perna. Pô, só de olhar pra ela já tava durasso, e nesse ponto nem escondi mais, deixei tudo aparecer e fui andando até ela. — Você de novo? Achei que tava brincando com seus amigos — ela falou meio brava e indignada. — Me passa uma cebola da geladeira — pediu. Fui buscar a cebola e deixei na bancada. Ela não disse nada e continuou cortando. Fui por trás dela e fiquei admirando como a bunda dela aparecia pelo vestido, mesmo solto dava pra ver um pouco. Cocei a cabeça, tentando encontrar coragem pra dar o próximo passo e sei lá... apertar a bunda dela um pouco. Me sentia quase morrendo, mal conseguia respirar e meu coração tava a mil, igual quando dá taquicardia. Então criei coragem e peguei uma das nádegas dela com a mão direita, esperando que ela se virasse e me desse um tapa. Mas ela só parou de picar a cebola por um instante, e por 2 segundos o tempo congelou. Depois, ela continuou picando como se nada tivesse acontecido. Aí peguei a outra nádega dela, e pô, eram tão macias e suaves, ainda melhores que as pernas dela. Na hora, segurei ela pela cintura e encostei. Meu pau duro nas nádegas dela, a melhor sensação da minha vida. Ela suspirou e parou de cortar por um instante, e fez algo que quase me fez gozar: se inclinou um pouco e empurrou a bunda pra trás, me convidando a continuar com o que estava fazendo. Comecei a dar umas estocadas contra as nádegas dela, e ela parou de cortar a cebola, só ficou ali parada, aproveitando, esperando tanto quanto eu por aquela situação. Colocou as duas mãos na borda da bancada e, cada vez mais, empurrava a bunda contra meu pau duro e já bem sensível. Eu estava prestes a gozar quando a porta tocou... a maldita porta. O som interrompeu o momento completamente, nós dois paramos, e a mamãe me empurrou pra trás rapidamente e com tanta força que quase saí voando e bati na geladeira. — Esconde isso agora!! — Ela disse num tom apressado e gritando em silêncio. O mais rápido que pude, sentei na cadeira, porque era impossível fazer a ereção ir embora, então escondi ela sentando à mesa. — Mamãe, chegamos! — A Sara gritou assim que atravessou a porta, e foi direto pra cozinha. Quando chegou, encontrou a mamãe alisando o vestido e tentando se recompor, e acho que ela notou minha ereção um pouco, porque ficou me olhando meio estranha. — O que aconteceu? Tudo bem? — Perguntou meio confusa. — Claro que tá tudo bem, ou o que você esperava? — Respondeu a mamãe, meio irritada. Depois o papai entrou na cozinha e a mamãe disse: — Vão deixar tudo, tomar banho e trocar de roupa, o jantar já tá quase pronto. — Com um tom meio seco, a mamãe falou. Eu fui pro meu quarto meio frustrado, porque mais uma vez não consegui gozar, mas tentando processar tudo aquilo. Foi incrível sentir a bunda da mamãe tão redonda e macia, e como era bom empurrar ela contra meu pau, era a melhor coisa, e ela não falar nada, só ficar parada me dando permissão pra continuar. Mas, acima de tudo, meu coração parava cada vez que ela empurrava com a cintura e se inclinava mais. Não sei como aquilo teria terminado se não tivéssemos sido interrompidos. Mais tarde, fomos... Todo mundo pra jantar e foi um jantar bem gostoso com o papai e a Sara. A mamãe não falou muito, mas ficou encostando a perna dela na minha várias vezes, e quase me fez engasgar. Mas eu não podia ceder naqueles momentos, porque a Sara e o papai estavam na mesa também. Não sei, mas acho que a mamãe estava com tesão, porque nunca esperava que ela agisse assim, mas adorava pensar que ela estava excitada por mim. No dia seguinte era sábado, o papai ia trabalhar meio-dia e a Sara estava com as amigas, pelo menos foi o que ela disse. Acordei cedo e fui tomar banho pra depois descer e tomar café. Ainda não tinha visto a mamãe, mas com certeza ainda estava no quarto dela. — Brumm… brumm…! Tocou enquanto eu tomava banho, meio cedo pra receber mensagens. Quando terminei de me lavar e saí do chuveiro, olhei e era de novo o número desconhecido onde a mamãe tinha me mandado as fotos das pernas dela na sala, mas dessa vez era algo ainda melhor. Era ela, sem dúvida, porque mesmo sem mostrar o rosto, estava na frente do espelho do quarto dela. Ela tinha tirado uma foto de sutiã, e caralho, que par de peitos ela tinha. Mesmo não sendo muito grandes, eram perfeitos e muito sensuais. Fiquei duro na hora e decidi ir até o quarto dela brincar com aquele par lindo de peitos que um dia foram meus. Então saí pelado do banheiro pra procurar ela no quarto, mas não estava. E um barulho na cozinha entregou ela. "Tá ali", pensei. Então desci as escadas nu, com uma ereção enorme. Era muito bom andar pelado pela casa, isso deixava a situação ainda mais erótica. Bem decidido, entrei na cozinha e lá estava a mamãe lavando umas louças. Só consegui falar: — Mamãe. Ela virou e se assustou ao me ver nu, ficou parada ali sem dizer nada, só me olhando. Depois, só levantou uma sobrancelha e franziu os lábios, como sempre faz, e disse: — Senta na mesa e come alguma coisa, já está tarde. E virou pra continuar lavando a louça. Ela estava de pijama, que mesmo sendo meio solto, deixava ver a bunda dela, e um top que mostrava um pouco. A rachadura que apareceu na foto que chegou no meu celular faz uns minutos, eu me aproximei com o coração quase saindo pela boca e mal conseguindo respirar de tão emocionado e excitado que eu tava, e fiz a mesma coisa que no dia anterior, só que dessa vez eu tava decidido a terminar. Então cheguei perto dela e me encostei, caralho, a bunda dela era tão confortável e macia, mesmo por cima do pijama eu encostei meu pau na bunda dela e ela não falava nada, só continuava lavando. Não sei o que deu em mim que, sem perceber, eu tava apalpando os peitos dela por cima da camisola, e igual tudo na mamãe, eram tão macios e moles, mas dava pra sentir os bicos dos peitos por cima do sutiã e da regata, era algo indescritível. Então comecei a me esfregar nela, e mamãe só se mexia comigo no meu ritmo, mas não falava nada, não me olhava nem me tocava. Mas aí ela fez uma coisa que me fez gozar em mais três empurrões: ela baixou as mãos até a bunda dela e abriu as nádegas com as duas mãos, fazendo meu pau ficar bem no meio da bunda dela, e se não me engano, eu senti que ela não tava de calcinha, o que deixava a bunda dela ainda mais macia e mole. Caralho, assim que ela encaixou meu pau entre as nádegas dela, eu não aguentei mais, porque foi tão confortável e quente que me fez gozar muito, muito forte. Nunca tinha gozado daquele jeito, até uns gemidos pouco másculos saíram da minha boca. De repente, a bunda da mamãe ficou muito úmida e quente, e eu ouvi uma risadinha dela que, embora não tenha dito nada, só fez uma careta de satisfação e falou: —E tira, me deixou toda suja e molhada, que nojo, não podia ter gozado no chão? Vai se vestir e vem tomar café. Eu ouvi, mas tinha gozado tão forte e tanto que precisava de um respiro pra me recuperar. —ALEX, ANDA LOGO, ME SOLTA E FAZ O QUE EU TO MANDANDO. Eu soltei ela e sentei um pouco. Depois, ouvimos passos na escada. Quando ouvimos, mamãe e eu nos olhamos rapidamente, muito surpresos, e ela disse gritando baixinho: —Sara! Some daqui. aqui mas ja- Pulei da cadeira, tampei meu pau já bem relaxado e corri pra lavanderia. -Mãe, o que tem de café? Ouvi a Sara. -Ué, faz alguma coisa, menina, eu ainda não fiz nada, você tinha dito que ia ficar com a Karla. O que cê tá fazendo aqui? - respondeu minha mãe - É que ela disse que não tava se sentindo bem, que era melhor a gente fazer o trabalho na... Mãe, o que é isso no seu pijama? Minha mãe tinha virado pra continuar lavando a louça que faltava e esqueceu da bagunça que eu tinha deixado no pijama dela - Nada, é... sabão de prato que caiu, olha, melhor cê ir pra sala enquanto eu faço algo rápido e fala pro seu irmão levantar, que não seja preguiçoso e venha tomar café. Sempre me impressionou a habilidade da minha mãe de mudar de assunto com a Sara quando ela pede permissão ou quer reclamar de algo. A Sara, não muito convencida, obedeceu e foi pra sala. Aí minha mãe foi pra lavanderia, tirou o pijama todo molhado e manchado de mim, e fez sinal pra eu subir em silêncio. Saí rápido, mas quando tava saindo, minha mãe me deu um tapão bem brincalhão na bunda que me deixou meio confuso, mas eu tinha gostado. Vendo que a Sara não tava à vista, subi rápido a escada e entrei no meu quarto. Quando entrei, fiquei paralisado, porque vi a Sara me esperando com uma expressão de horror sentada na minha cama. Minha mãe tinha mandado ela me acordar.
Minha mãe, depois de dois dias, já tinha voltado ao normal comigo, agindo como se nada tivesse acontecido. A mente dela era um mistério pra mim, e não saber o que ela pensava daquilo me causava um conflito danado. Mas no fim eu me disse: aquilo foi só um sonho muito lindo que, assim como aconteceu, deixou de acontecer. Também não esperava que minha mãe me deixasse apalpar ela toda vez que eu sentisse vontade — o que, francamente, me batia forte toda vez que eu via ela —, mas esperava algo a mais, um sinal de que ela tinha gostado daquilo e queria repetir. Mas nada, simplesmente nada. Minha mãe continuava sendo minha mãe. Pelo menos eu ainda tinha a permissão dela pra usar as coisas dela, desde que não estivessem limpas, mas já quase não usava tanto como antes, quando quase todo dia, no banho dela, eu ficava duro porque sabia que ia ter ação com as calcinhas dela. Agora tinha virado algo casual, e às vezes eu preferia ver pornô de milf e incesto.
Enfim, nossa convivência de mãe e filho tava voltando ao normal de novo. E, por mais que eu quisesse e tentasse criar situações parecidas, simplesmente não rolava nada. Inclusive naquele dia em que ficamos sozinhos em casa e ela tava vendo um filme na sala, deitada no sofá com um vestido confortável e solto que deixava ver as pernas dela — aquelas pernas tão lindas que uma vez eu tive o prazer de tocar e sentir. Bom, ela tava vendo o filme recostada no sofá com um lençol, mas com as pernas descobertas. Então... cheguei e sentei do lado dela, mas assim que me acomodei no sofá, ela nem me olhou nem disse nada, mas se cobriu as pernas de um jeito bem de rejeição pra mim, senti na hora, até senti que minha presença incomodava ela, porque de canto de olho via como ela me olhava, como se esperasse que eu fosse embora ou me mexesse pra ela poder se descobrir de novo. enfim, não aguentei mais e melhor fui pro meu quarto jogar um pouco, total, se aquilo tinha acabado, não ia mais ficar procurando situações que nunca iam rolar. pra falar a verdade, me senti triste e enquanto jogava até deixei cair uma lágrima lembrando daquilo e do que poderia ter sido, principalmente do que poderia ter sido, até onde teria ido e nas minhas fantasias mais eróticas estando com ela. mas beleza, pelo menos tinha nosso momento nas minhas lembranças e por isso decidi escrever pra não esquecer e contar essa história como se estivesse narrando pra um leitor e diria — caro leitor, espero que tenha curtido essa história lendo ela como eu curti naquela noite na caminhonete, que ainda entro nela quando ninguém tá vendo e sento no mesmo lugar pra tentar lembrar o máximo possível da maciez das pernas dela e…… — brumm… brumm..! O som do meu celular vibrando me tirou dos pensamentos. como tava meio melancólico, decidi checar mais tarde e continuei jogando e pensando por mais um tempo. tava jogando um battle royale bem famoso em equipe com uns desconhecidos e caramba, eles eram tão ruins que decidi jogar sozinho melhor.. — brumm… brumm..! Outra mensagem que tirou minha mente do jogo por um momento, meio inoportuno porque tava quase ganhando quando me distraiu e perdi. frustrado pela última partida, decidi ir pegar um pouco de suco na geladeira da cozinha. larguei o controle na cama e pulei pra baixo e fui pra cozinha, mãe ainda tava vendo o filme mas tava no celular dela. — vou pegar um pouco de suco da geladeira, mãe — falei e como ela não respondeu, segui pra cozinha, abri a geladeira e me servi um pouco de suco. — o que você tá Fazendo no teu quarto, Alex? — Perguntou a mamãe, me pegou de surpresa encontrá-la parada na minha frente — Tá num dos teus "momentos a sós"? — Ela perguntou também, eu ia responder quando ela completou — Não tenho calcinha suja hoje, espero que não esteja usando as limpas senão vou ficar brava — Não, mãe, tô jogando um pouco com uns amigos online, por que você pergunta? Precisa de alguma coisa? — Perguntei olhando fixo pra ela, e ela levantou a sobrancelha, franziu os lábios e falou num tom irritado — E suponho que não tem tempo de pegar o celular e ver suas mensagens — Ah! As mensagens que chegaram são suas? Desculpa, não... não vi ainda, mas me diz, o que você precisa? Tô te ouvindo aqui. — Nada, obrigada — Ela disse num tom sarcástico — Volta lá pra cima e joga o dia inteiro como se não tivesse mais nada pra fazer, seu pai e sua irmã já tão chegando, vou preparar o jantar — Tá bom, respondi. Enchi mais um copo de suco e fui pro meu quarto continuar jogando. Tava prestes a começar outra partida, esperando a tela de carregar. — Brumm... brumm! — Chegou outra mensagem, e lembrei que a mamãe tinha me mandado umas também, então peguei o celular e desbloqueei. Tinha 3 mensagens: uma do meu amigo Juan e outras 2 de número desconhecido. Pensei, que estranho, achei que a mamãe tinha me mandado mensagens, então abri a do Juan primeiro. "Vai jogar?" — Ele perguntou pra entrar no jogo comigo. Respondi com um gif confirmando que sim e fui abrir as mensagens do número desconhecido. UAU!! Eram 2 fotos, do sofá de casa com um par de pernas cruzadas incríveis, sensuais, lindas e brilhantes. Sem dúvida eram da mamãe, porque até a roupa era a mesma que ela tava usando. Meu coração quase saiu pela boca e a respiração cortou de repente, caralho, que lindas, até minha mão lembrou como era a sensação de tocar nelas. E claro, subiu na hora, tô acostumado com imagens de milfs completamente nuas e usando acessórios na bunda, mas Tantas coisas que, diferente daquelas fotos, eram totalmente "inocentes" e sem graça pra qualquer um... Mas saber que eram da mamãe, e que ela mesma tinha me mandado como se estivesse me convidando pra brincar com elas de novo, deu um sentido erótico que nenhuma imagem baixada da internet poderia me fazer sentir. ESTÚPIDO!!! Pensei, que idiota, quase me bati, porque ela estava me esperando na sala pra gente passar um tempão gostoso, não é à toa que ela ficou irritada quando eu desci. Que burro que eu sou, repetia pra mim mesmo, e falei: "pô, ainda posso descer com ela na cozinha e talvez... só talvez consiga convencê-la a fazer alguma coisa." Pulei da cama de uma vez, joguei o controle na cama com tanto entusiasmo que ele caiu no chão, desci as escadas pulando, quase caí, e lá estava a mamãe, na cozinha, com aquele vestido solto e confortável, tão sexy e gostosa, descalça, cortando legumes na ilha, coçando a panturrilha com a outra perna. Pô, só de olhar pra ela já tava durasso, e nesse ponto nem escondi mais, deixei tudo aparecer e fui andando até ela. — Você de novo? Achei que tava brincando com seus amigos — ela falou meio brava e indignada. — Me passa uma cebola da geladeira — pediu. Fui buscar a cebola e deixei na bancada. Ela não disse nada e continuou cortando. Fui por trás dela e fiquei admirando como a bunda dela aparecia pelo vestido, mesmo solto dava pra ver um pouco. Cocei a cabeça, tentando encontrar coragem pra dar o próximo passo e sei lá... apertar a bunda dela um pouco. Me sentia quase morrendo, mal conseguia respirar e meu coração tava a mil, igual quando dá taquicardia. Então criei coragem e peguei uma das nádegas dela com a mão direita, esperando que ela se virasse e me desse um tapa. Mas ela só parou de picar a cebola por um instante, e por 2 segundos o tempo congelou. Depois, ela continuou picando como se nada tivesse acontecido. Aí peguei a outra nádega dela, e pô, eram tão macias e suaves, ainda melhores que as pernas dela. Na hora, segurei ela pela cintura e encostei. Meu pau duro nas nádegas dela, a melhor sensação da minha vida. Ela suspirou e parou de cortar por um instante, e fez algo que quase me fez gozar: se inclinou um pouco e empurrou a bunda pra trás, me convidando a continuar com o que estava fazendo. Comecei a dar umas estocadas contra as nádegas dela, e ela parou de cortar a cebola, só ficou ali parada, aproveitando, esperando tanto quanto eu por aquela situação. Colocou as duas mãos na borda da bancada e, cada vez mais, empurrava a bunda contra meu pau duro e já bem sensível. Eu estava prestes a gozar quando a porta tocou... a maldita porta. O som interrompeu o momento completamente, nós dois paramos, e a mamãe me empurrou pra trás rapidamente e com tanta força que quase saí voando e bati na geladeira. — Esconde isso agora!! — Ela disse num tom apressado e gritando em silêncio. O mais rápido que pude, sentei na cadeira, porque era impossível fazer a ereção ir embora, então escondi ela sentando à mesa. — Mamãe, chegamos! — A Sara gritou assim que atravessou a porta, e foi direto pra cozinha. Quando chegou, encontrou a mamãe alisando o vestido e tentando se recompor, e acho que ela notou minha ereção um pouco, porque ficou me olhando meio estranha. — O que aconteceu? Tudo bem? — Perguntou meio confusa. — Claro que tá tudo bem, ou o que você esperava? — Respondeu a mamãe, meio irritada. Depois o papai entrou na cozinha e a mamãe disse: — Vão deixar tudo, tomar banho e trocar de roupa, o jantar já tá quase pronto. — Com um tom meio seco, a mamãe falou. Eu fui pro meu quarto meio frustrado, porque mais uma vez não consegui gozar, mas tentando processar tudo aquilo. Foi incrível sentir a bunda da mamãe tão redonda e macia, e como era bom empurrar ela contra meu pau, era a melhor coisa, e ela não falar nada, só ficar parada me dando permissão pra continuar. Mas, acima de tudo, meu coração parava cada vez que ela empurrava com a cintura e se inclinava mais. Não sei como aquilo teria terminado se não tivéssemos sido interrompidos. Mais tarde, fomos... Todo mundo pra jantar e foi um jantar bem gostoso com o papai e a Sara. A mamãe não falou muito, mas ficou encostando a perna dela na minha várias vezes, e quase me fez engasgar. Mas eu não podia ceder naqueles momentos, porque a Sara e o papai estavam na mesa também. Não sei, mas acho que a mamãe estava com tesão, porque nunca esperava que ela agisse assim, mas adorava pensar que ela estava excitada por mim. No dia seguinte era sábado, o papai ia trabalhar meio-dia e a Sara estava com as amigas, pelo menos foi o que ela disse. Acordei cedo e fui tomar banho pra depois descer e tomar café. Ainda não tinha visto a mamãe, mas com certeza ainda estava no quarto dela. — Brumm… brumm…! Tocou enquanto eu tomava banho, meio cedo pra receber mensagens. Quando terminei de me lavar e saí do chuveiro, olhei e era de novo o número desconhecido onde a mamãe tinha me mandado as fotos das pernas dela na sala, mas dessa vez era algo ainda melhor. Era ela, sem dúvida, porque mesmo sem mostrar o rosto, estava na frente do espelho do quarto dela. Ela tinha tirado uma foto de sutiã, e caralho, que par de peitos ela tinha. Mesmo não sendo muito grandes, eram perfeitos e muito sensuais. Fiquei duro na hora e decidi ir até o quarto dela brincar com aquele par lindo de peitos que um dia foram meus. Então saí pelado do banheiro pra procurar ela no quarto, mas não estava. E um barulho na cozinha entregou ela. "Tá ali", pensei. Então desci as escadas nu, com uma ereção enorme. Era muito bom andar pelado pela casa, isso deixava a situação ainda mais erótica. Bem decidido, entrei na cozinha e lá estava a mamãe lavando umas louças. Só consegui falar: — Mamãe. Ela virou e se assustou ao me ver nu, ficou parada ali sem dizer nada, só me olhando. Depois, só levantou uma sobrancelha e franziu os lábios, como sempre faz, e disse: — Senta na mesa e come alguma coisa, já está tarde. E virou pra continuar lavando a louça. Ela estava de pijama, que mesmo sendo meio solto, deixava ver a bunda dela, e um top que mostrava um pouco. A rachadura que apareceu na foto que chegou no meu celular faz uns minutos, eu me aproximei com o coração quase saindo pela boca e mal conseguindo respirar de tão emocionado e excitado que eu tava, e fiz a mesma coisa que no dia anterior, só que dessa vez eu tava decidido a terminar. Então cheguei perto dela e me encostei, caralho, a bunda dela era tão confortável e macia, mesmo por cima do pijama eu encostei meu pau na bunda dela e ela não falava nada, só continuava lavando. Não sei o que deu em mim que, sem perceber, eu tava apalpando os peitos dela por cima da camisola, e igual tudo na mamãe, eram tão macios e moles, mas dava pra sentir os bicos dos peitos por cima do sutiã e da regata, era algo indescritível. Então comecei a me esfregar nela, e mamãe só se mexia comigo no meu ritmo, mas não falava nada, não me olhava nem me tocava. Mas aí ela fez uma coisa que me fez gozar em mais três empurrões: ela baixou as mãos até a bunda dela e abriu as nádegas com as duas mãos, fazendo meu pau ficar bem no meio da bunda dela, e se não me engano, eu senti que ela não tava de calcinha, o que deixava a bunda dela ainda mais macia e mole. Caralho, assim que ela encaixou meu pau entre as nádegas dela, eu não aguentei mais, porque foi tão confortável e quente que me fez gozar muito, muito forte. Nunca tinha gozado daquele jeito, até uns gemidos pouco másculos saíram da minha boca. De repente, a bunda da mamãe ficou muito úmida e quente, e eu ouvi uma risadinha dela que, embora não tenha dito nada, só fez uma careta de satisfação e falou: —E tira, me deixou toda suja e molhada, que nojo, não podia ter gozado no chão? Vai se vestir e vem tomar café. Eu ouvi, mas tinha gozado tão forte e tanto que precisava de um respiro pra me recuperar. —ALEX, ANDA LOGO, ME SOLTA E FAZ O QUE EU TO MANDANDO. Eu soltei ela e sentei um pouco. Depois, ouvimos passos na escada. Quando ouvimos, mamãe e eu nos olhamos rapidamente, muito surpresos, e ela disse gritando baixinho: —Sara! Some daqui. aqui mas ja- Pulei da cadeira, tampei meu pau já bem relaxado e corri pra lavanderia. -Mãe, o que tem de café? Ouvi a Sara. -Ué, faz alguma coisa, menina, eu ainda não fiz nada, você tinha dito que ia ficar com a Karla. O que cê tá fazendo aqui? - respondeu minha mãe - É que ela disse que não tava se sentindo bem, que era melhor a gente fazer o trabalho na... Mãe, o que é isso no seu pijama? Minha mãe tinha virado pra continuar lavando a louça que faltava e esqueceu da bagunça que eu tinha deixado no pijama dela - Nada, é... sabão de prato que caiu, olha, melhor cê ir pra sala enquanto eu faço algo rápido e fala pro seu irmão levantar, que não seja preguiçoso e venha tomar café. Sempre me impressionou a habilidade da minha mãe de mudar de assunto com a Sara quando ela pede permissão ou quer reclamar de algo. A Sara, não muito convencida, obedeceu e foi pra sala. Aí minha mãe foi pra lavanderia, tirou o pijama todo molhado e manchado de mim, e fez sinal pra eu subir em silêncio. Saí rápido, mas quando tava saindo, minha mãe me deu um tapão bem brincalhão na bunda que me deixou meio confuso, mas eu tinha gostado. Vendo que a Sara não tava à vista, subi rápido a escada e entrei no meu quarto. Quando entrei, fiquei paralisado, porque vi a Sara me esperando com uma expressão de horror sentada na minha cama. Minha mãe tinha mandado ela me acordar.

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