Assim que essa história continua.
Espero que vocês aproveitem.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
POR ME SEGUIR
E SÓ POR ME LER
PUNHETAR AJUDA PRA CARALHO
Finalmente chegou o sábado, eu tinha tudo preparado, sabia que a bunda do Carlos tava morrendo de vontade de sentir minha pica de novo e também que ele me daria a Alicia só pra ser penetrado de novo. Então, naquela tarde, tomei um azulzinho, queria aproveitar os dois. A Alicia sempre me deixou de pau duro e a putinha sabia disso, se fazia de inocente, mas eu sabia o quão vadia ela era e como corneava o Carlos. Quando anoiteceu, os dois chegaram. Entre risadas e sarcasmos, fomos petiscando algo. Minha pica já tava dura que nem um mastro, o comprimido tava fazendo efeito. Foi então que me aproximei da Alicia e comecei a dançar com ela. Acho que o Carlos já tinha falado com ela sobre o que ia rolar, porque quando encostei meu volume nela, ela não negou nada quando comecei a brincar com a bunda dela enquanto dançava.
Alicia: "Nossa, mas o que você tem entre as pernas, véio? Sério que você consegue ficar tão duro na sua idade?"
Eu: "E você não sabe como é bom, mas acho que você não aguentaria."
Carlos: "Claro que aguenta, ela apostou alto que sim."
Já tava com ela nos meus braços, apalpando os limõezinhos que ela tem de peito. O vestido dela durou pouco depois que comecei a possuí-la. Acabamos entrando no meu quarto, nós dois esquecemos do Carlos. Ela finalmente soltou minha pica e começou a chupar como podia.
Alicia: "Isso vai me matar, você tava certo, corno, mas vou aguentar."
Só aí percebi que o Carlos tava olhando a mulher dele se desesperando pra devorar minha pica. Deixei ela se entreter com meu pau e depois a coloquei na cama. Deitei de barriga pra cima e ela foi sentando na minha pica, com todo cuidado, a putinha. Sabia que ia doer. Segurei ela pela cintura, mal tinha entrado minha pica e, com um empurrão forte, fiz ela engolir tudo de uma vez. Coitadinha, o grito que a vadia deu enquanto eu, com meus braços, subia e descia ela. Parecia uma bonequinha se contorcendo, implorando pra ir mais devagar. Fiquei assim um tempão até encher ela toda, mas minha pica não perdeu a dureza, então continuei comendo ela. Virei ela de quatro e fiquei por cima. ela pra foder ela mais confortável enquanto ela gritava coisas pro Carlos tipo "isso aí"
Alicia: "Olha, corno, olha como o velho me arrebenta, certeza que me deixa grávida, ahhhh tá me rasgando toda por dentrooo faz alguma coisa, corno, faz alguma coisa que ele tá destruindo a sua mulherzinha"
Naquele momento parei de foder ela, Alicia suspirou aliviada, saí de cima dela e virei ela de bruços
Alicia: "Não, o que cê tá fazendo, não, não, não pelo cu não, não por favor, faz alguma coisa meu amor, não deixa ele rasgar meu cu minha vida, não vou conseguir andar depois meu amor"
"Calaboca, puta, você disse que aguentava meu pau, não é mesmo? Agora é sua vez e depois a dele"
Alicia: "Vocês vão fazer do corno um viadinho, isso eu não quero perderrrr ahhhh ahhhh devagar velhinho, devagar eu imploro, vai fundo no corno, me faz gozar"
Ela mesma se ajoelhou na cama e abriu as nádegas magras, eu só chupei bem aquele cu que já tava aberto por outro lado
"Esse bundão já tem muita pica dentro, já deu pro corno alguma vez?"
Carlos: "Nunca quis dar o cu pra mim"
Fui enfiando devagar até a cabeça entrar
Alicia: "Assim velhinho assiiim como cê tá rasgando minha bunda ai ai ai pelo amor de deus mais devagar besta, não aguento, não aguento tira eleee cê tá me matandooo"
A puta se contorcia tentando escapar do meu pau enquanto eu já tava comendo ela, o plap plap plap ecoava no quarto, olhei pro Carlos que tava batendo uma e fiz sinal pra ele ficar do lado dela, o pobre corno obedeceu e quando ficou do lado dela deu um beijão nela
"Que noite de sábado gostosa, agora tenho dois cuzinhos lindos pra arrebentar"
Tirei de dentro da Alicia e fui direto pro cu do Carlos, a pobre Alicia mal conseguiu se mexer pra ver o show, de uma enfiada só meti até o fundo, o promíscuo não aguentou a estocada, deu um grito e logo começou a chorar que nem uma criancinha
Alicia: "Ai amorrr cê é um viadinho de merdaaa, como ele te arrebenta bem O cu do velhoooo tá destruindo você, meu céu, agora sim você é toda uma maricona, bebê, uffff, vai te matar, otário, para de chorar que isso te dá prazer, que viadinho de merda que você é, filho da puta, você devia ver como você mexe a bunda no pau dele.
Enfiei com toda a minha força até o fundo, tive a sensação de que ele já estava gostando, porque tinha começado a gemer como uma puta no cio. Deixei enfiado até o fundo e ele sozinho começou o movimento com a bunda bem arrombada, jogava pra frente e pra trás, o promíscuo, era evidente que queria que eu continuasse comendo.
Olha, puta, olha, ele sozinho enfia meu pau no cu, parece que o viado gosta muito do meu pau, não é mesmo, corno?
Carlos, vai, velhinho, continua me comendo, eu também quero seu gozo dentro.
Acabei dando o pouco de gozo que me restava nos ovos dele, tirei o pau e o joguei pra fora da cama com muito desprezo, na hora a Alicia subiu de novo.
Se prepara porque daqui desta noite você sai bem prenha, não vou parar de te comer até conseguir e ver o viado assumir a responsabilidade.
Não sei quanto tempo continuei comendo a magrinha, de novo arrebentei o cu dela, o comprimido fazia a ereção durar como nunca, o Carlos perdeu a segunda arrebentada de cu da esposa, tinha ido no banheiro tomar um banho. A pobre Alicia me pediu um descanso, como pude, levei ela pro banheiro e tomamos um doce banho de água quente.
Gostou de ver como eu fiz de viado o corno?
Alicia: Isso eu nunca vou esquecer, você não sabe a carinha que ele fazia quando você arrebentava ele.
Quantas vezes você fez ele de corno?
Alicia: Desde o primeiro dia, é que comer não é a praia dele e agora vai ser ainda menos, por sorte tenho você, não é mesmo?
Nem sempre, puta, nem sempre, tenho minha idade e não posso tomar o comprimido todo dia.
Alicia: Bom, mas pelo menos uma vez por semana, ao menos.
Eu te aviso, puta, fica tranquila, talvez numa festa com uns amigos, o que você acha da ideia?
Alicia: Ah, velhinho, isso Nunca fiz isso, não sei se seria bom.
Claro que sim, bobinha, imagina o corno transando junto com você.
Alicia, você quer mesmo fazer do pobre corno um putinho.
Ele merece por ter feito do meu filho um viado.
Alicia, seu filho ser viado não é culpa do Carlos, na real o Ariel sempre foi meio maricas, eu sabia que alguém ia acabar comendo ele.
Saímos do banheiro e nos trocamos, fomos pra sala e tomamos umas cervejas, nos despedimos e os dois foram andando como podiam, embora já tivessem se recuperado bastante. Ao vê-los saindo, percebi que a Alicia tinha uma mancha enorme de porra na bunda do vestido, mas não falei nada, a puta mereceu aquilo. Já era hora de ir dormir, a verdade é que eu tava exausto.
Espero que vocês aproveitem.
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
POR ME SEGUIR
E SÓ POR ME LER
PUNHETAR AJUDA PRA CARALHO
Finalmente chegou o sábado, eu tinha tudo preparado, sabia que a bunda do Carlos tava morrendo de vontade de sentir minha pica de novo e também que ele me daria a Alicia só pra ser penetrado de novo. Então, naquela tarde, tomei um azulzinho, queria aproveitar os dois. A Alicia sempre me deixou de pau duro e a putinha sabia disso, se fazia de inocente, mas eu sabia o quão vadia ela era e como corneava o Carlos. Quando anoiteceu, os dois chegaram. Entre risadas e sarcasmos, fomos petiscando algo. Minha pica já tava dura que nem um mastro, o comprimido tava fazendo efeito. Foi então que me aproximei da Alicia e comecei a dançar com ela. Acho que o Carlos já tinha falado com ela sobre o que ia rolar, porque quando encostei meu volume nela, ela não negou nada quando comecei a brincar com a bunda dela enquanto dançava.
Alicia: "Nossa, mas o que você tem entre as pernas, véio? Sério que você consegue ficar tão duro na sua idade?"
Eu: "E você não sabe como é bom, mas acho que você não aguentaria."
Carlos: "Claro que aguenta, ela apostou alto que sim."
Já tava com ela nos meus braços, apalpando os limõezinhos que ela tem de peito. O vestido dela durou pouco depois que comecei a possuí-la. Acabamos entrando no meu quarto, nós dois esquecemos do Carlos. Ela finalmente soltou minha pica e começou a chupar como podia.
Alicia: "Isso vai me matar, você tava certo, corno, mas vou aguentar."
Só aí percebi que o Carlos tava olhando a mulher dele se desesperando pra devorar minha pica. Deixei ela se entreter com meu pau e depois a coloquei na cama. Deitei de barriga pra cima e ela foi sentando na minha pica, com todo cuidado, a putinha. Sabia que ia doer. Segurei ela pela cintura, mal tinha entrado minha pica e, com um empurrão forte, fiz ela engolir tudo de uma vez. Coitadinha, o grito que a vadia deu enquanto eu, com meus braços, subia e descia ela. Parecia uma bonequinha se contorcendo, implorando pra ir mais devagar. Fiquei assim um tempão até encher ela toda, mas minha pica não perdeu a dureza, então continuei comendo ela. Virei ela de quatro e fiquei por cima. ela pra foder ela mais confortável enquanto ela gritava coisas pro Carlos tipo "isso aí"
Alicia: "Olha, corno, olha como o velho me arrebenta, certeza que me deixa grávida, ahhhh tá me rasgando toda por dentrooo faz alguma coisa, corno, faz alguma coisa que ele tá destruindo a sua mulherzinha"
Naquele momento parei de foder ela, Alicia suspirou aliviada, saí de cima dela e virei ela de bruços
Alicia: "Não, o que cê tá fazendo, não, não, não pelo cu não, não por favor, faz alguma coisa meu amor, não deixa ele rasgar meu cu minha vida, não vou conseguir andar depois meu amor"
"Calaboca, puta, você disse que aguentava meu pau, não é mesmo? Agora é sua vez e depois a dele"
Alicia: "Vocês vão fazer do corno um viadinho, isso eu não quero perderrrr ahhhh ahhhh devagar velhinho, devagar eu imploro, vai fundo no corno, me faz gozar"
Ela mesma se ajoelhou na cama e abriu as nádegas magras, eu só chupei bem aquele cu que já tava aberto por outro lado
"Esse bundão já tem muita pica dentro, já deu pro corno alguma vez?"
Carlos: "Nunca quis dar o cu pra mim"
Fui enfiando devagar até a cabeça entrar
Alicia: "Assim velhinho assiiim como cê tá rasgando minha bunda ai ai ai pelo amor de deus mais devagar besta, não aguento, não aguento tira eleee cê tá me matandooo"
A puta se contorcia tentando escapar do meu pau enquanto eu já tava comendo ela, o plap plap plap ecoava no quarto, olhei pro Carlos que tava batendo uma e fiz sinal pra ele ficar do lado dela, o pobre corno obedeceu e quando ficou do lado dela deu um beijão nela
"Que noite de sábado gostosa, agora tenho dois cuzinhos lindos pra arrebentar"
Tirei de dentro da Alicia e fui direto pro cu do Carlos, a pobre Alicia mal conseguiu se mexer pra ver o show, de uma enfiada só meti até o fundo, o promíscuo não aguentou a estocada, deu um grito e logo começou a chorar que nem uma criancinha
Alicia: "Ai amorrr cê é um viadinho de merdaaa, como ele te arrebenta bem O cu do velhoooo tá destruindo você, meu céu, agora sim você é toda uma maricona, bebê, uffff, vai te matar, otário, para de chorar que isso te dá prazer, que viadinho de merda que você é, filho da puta, você devia ver como você mexe a bunda no pau dele.
Enfiei com toda a minha força até o fundo, tive a sensação de que ele já estava gostando, porque tinha começado a gemer como uma puta no cio. Deixei enfiado até o fundo e ele sozinho começou o movimento com a bunda bem arrombada, jogava pra frente e pra trás, o promíscuo, era evidente que queria que eu continuasse comendo.
Olha, puta, olha, ele sozinho enfia meu pau no cu, parece que o viado gosta muito do meu pau, não é mesmo, corno?
Carlos, vai, velhinho, continua me comendo, eu também quero seu gozo dentro.
Acabei dando o pouco de gozo que me restava nos ovos dele, tirei o pau e o joguei pra fora da cama com muito desprezo, na hora a Alicia subiu de novo.
Se prepara porque daqui desta noite você sai bem prenha, não vou parar de te comer até conseguir e ver o viado assumir a responsabilidade.
Não sei quanto tempo continuei comendo a magrinha, de novo arrebentei o cu dela, o comprimido fazia a ereção durar como nunca, o Carlos perdeu a segunda arrebentada de cu da esposa, tinha ido no banheiro tomar um banho. A pobre Alicia me pediu um descanso, como pude, levei ela pro banheiro e tomamos um doce banho de água quente.
Gostou de ver como eu fiz de viado o corno?
Alicia: Isso eu nunca vou esquecer, você não sabe a carinha que ele fazia quando você arrebentava ele.
Quantas vezes você fez ele de corno?
Alicia: Desde o primeiro dia, é que comer não é a praia dele e agora vai ser ainda menos, por sorte tenho você, não é mesmo?
Nem sempre, puta, nem sempre, tenho minha idade e não posso tomar o comprimido todo dia.
Alicia: Bom, mas pelo menos uma vez por semana, ao menos.
Eu te aviso, puta, fica tranquila, talvez numa festa com uns amigos, o que você acha da ideia?
Alicia: Ah, velhinho, isso Nunca fiz isso, não sei se seria bom.
Claro que sim, bobinha, imagina o corno transando junto com você.
Alicia, você quer mesmo fazer do pobre corno um putinho.
Ele merece por ter feito do meu filho um viado.
Alicia, seu filho ser viado não é culpa do Carlos, na real o Ariel sempre foi meio maricas, eu sabia que alguém ia acabar comendo ele.
Saímos do banheiro e nos trocamos, fomos pra sala e tomamos umas cervejas, nos despedimos e os dois foram andando como podiam, embora já tivessem se recuperado bastante. Ao vê-los saindo, percebi que a Alicia tinha uma mancha enorme de porra na bunda do vestido, mas não falei nada, a puta mereceu aquilo. Já era hora de ir dormir, a verdade é que eu tava exausto.
0 comentários - Carlos, a mulher dele e os chifres mais tarados