Coloquei a tanga, antes tirei o plug, e às 21h15 saí pra casa do meu dono. Quando cheguei, avisei ele e ele desceu.
— Oi, puta.
— Oi, senhor.
— Escuta bem, hoje vai ser uma noite pesada pra você, com certeza. Espero que me faça ficar bem, porque falei com o cara que te deu cum e os dois amigos dele, e disse que eles podiam fazer o que quisessem com você.
— Sim, senhor. Tô com um pouco de medo do que pode acontecer, mas sabe que faço o que o senhor quiser.
— Ok, vamos.
Saímos pra um apartamento na região dos Mogotes, em frente ao complexo de balneário. Chegamos às 22h em ponto. Meu dono falou com ele, disse que já estávamos lá. Antes de descer, meu dono segurou meu rosto e me deu um beijo bem profundo. Esperamos na porta do prédio. Aparece um homem alto, careca — eu não conhecia ele, porque não tinha visto o rosto antes.
— Oi, Bruno.
— Oi, como cê tá?
— Bem, tesudo.
— Que bom, trouxe minha cadela pra gente se divertir.
— Então que ela se prepare.
Eu escutava tudo de cabeça baixa.
— Já chegaram todos?
— Não, chegam daqui a pouco.
Saímos do elevador, entramos no apartamento. Esse homem se vira e me dá um tapa na cara.
— Que ela se desnude.
— Já ouviu, puta?
Me desnudei, só de tanga.
— Coloca essa coleira nela.
Meu dono colocou em mim e me levou pro quarto. Me deitaram de barriga pra cima e me amarraram entre os dois, com as mãos e as pernas abertas, e saíram do quarto. Eu senti que o homem chamado Sérgio falava no celular.
— Já podem vir. Vamos, esperamos vocês. Tragam as cervejas e as pizzas.
Meia hora depois, tocam o interfone. Sérgio desceu pra abrir. Eles entraram, eu ouvia toda a conversa.
— Passem, rapazes. Ele é o Bruno, o dono do puto que falei pra vocês.
— Oi, como tão?
— Bem, tesudos e curiosos.
— Vão ver ele, tá na cama.
— Tá de olhos vendados?
— Não quero que ele me veja.
— Espera.
Apareceu meu dono com o capuz, colocou em mim, vendeu meus olhos.
— Já pode, passem.
— Hmmm, que lindo, promíscuo pra detonar.
— E o que pode fazer com ele?
— O que quiserem.
— Ok.
— Vamos comer — disse Sérgio.
Saíram do quarto, dava pra ouvir risadas.
— Traz ele.
Apareceu meu dono, me desamarrou, amarrou minhas mãos pra trás e me levou pela coleira. Eu não via nada. Me fizeram dar uma volta, elogiaram. Meu rabo, vou mostrar como eu trato meu cachorro, disse meu dono. Ele me beijou e cuspiu na minha cara, pegou minhas bolas e torceu, abriu minhas pernas e me deu um chute nas bolas que me fez cair de dor, os outros riram, senti que outro se aproximou e também me chutou, tirou a tanga e enfiou na minha boca, me apoiou na mesa e me comeu. "Traz ele aqui pra chupar meu cu enquanto você come ele", disse outro. Senti na hora que o cu dele tinha pelo e me deu nojo. Trocaram e outro me comeu, e assim os 4 me comeram. "Você tem uma sidra ou champanhe?", disse meu dono. "Sim, sidra." "Traz ela." Ele destampou, chacoalhou e enfiou a garrafa de uma vez no meu rabo, saindo a sidra com pressão, senti que explodia tudo por dentro. Tirou a garrafa e, claro, saiu tudo. Me jogaram no chão e lambi a sidra. Me foderam de novo e gozaram tudo dentro de mim. Me amarraram na perna da mesa enquanto eles bebiam cerveja. "Vou mijar", disse um. "Pra que vou te levar no vaso?", disse meu dono. Me desamarrou, me levou, me ajoelhou na banheira. "Abre a boca, puta suja." Começaram a mijar em mim, os 4 se aproximaram e todos fizeram ao mesmo tempo. "Toma banho." Meu dono ficou, tirou a venda e o capuz. "Me chama quando terminar." Chamei ele, ele colocou a venda de novo, o capuz estava todo penteado, então não colocou. Me levou de novo, chupei o pau dos 4, colocaram pinças e amarraram minhas bolas e colocaram pesos na corda. Sentei em cima do pau de um no sofá e outro por trás também enfiou, gritei de dor, já tinha feito dupla antes mas sempre dói muito. Haha, arrebentou o cu dele, olha, tá sangrando, passou mal haha. Esses dois saíram e entraram Sérgio e meu dono. Gozaram na minha boca, mijaram em mim de novo e me castigaram. Às 5 da manhã começaram a ir embora e nós fomos às 6, eu não conseguia nem dirigir, estava destruído. Meu dono ficou no meu apartamento. Dormimos e no outro dia ele me acordou com o pau na boca, chupei até ele gozar. Ele foi embora ao meio-dia.
— Oi, puta.
— Oi, senhor.
— Escuta bem, hoje vai ser uma noite pesada pra você, com certeza. Espero que me faça ficar bem, porque falei com o cara que te deu cum e os dois amigos dele, e disse que eles podiam fazer o que quisessem com você.
— Sim, senhor. Tô com um pouco de medo do que pode acontecer, mas sabe que faço o que o senhor quiser.
— Ok, vamos.
Saímos pra um apartamento na região dos Mogotes, em frente ao complexo de balneário. Chegamos às 22h em ponto. Meu dono falou com ele, disse que já estávamos lá. Antes de descer, meu dono segurou meu rosto e me deu um beijo bem profundo. Esperamos na porta do prédio. Aparece um homem alto, careca — eu não conhecia ele, porque não tinha visto o rosto antes.
— Oi, Bruno.
— Oi, como cê tá?
— Bem, tesudo.
— Que bom, trouxe minha cadela pra gente se divertir.
— Então que ela se prepare.
Eu escutava tudo de cabeça baixa.
— Já chegaram todos?
— Não, chegam daqui a pouco.
Saímos do elevador, entramos no apartamento. Esse homem se vira e me dá um tapa na cara.
— Que ela se desnude.
— Já ouviu, puta?
Me desnudei, só de tanga.
— Coloca essa coleira nela.
Meu dono colocou em mim e me levou pro quarto. Me deitaram de barriga pra cima e me amarraram entre os dois, com as mãos e as pernas abertas, e saíram do quarto. Eu senti que o homem chamado Sérgio falava no celular.
— Já podem vir. Vamos, esperamos vocês. Tragam as cervejas e as pizzas.
Meia hora depois, tocam o interfone. Sérgio desceu pra abrir. Eles entraram, eu ouvia toda a conversa.
— Passem, rapazes. Ele é o Bruno, o dono do puto que falei pra vocês.
— Oi, como tão?
— Bem, tesudos e curiosos.
— Vão ver ele, tá na cama.
— Tá de olhos vendados?
— Não quero que ele me veja.
— Espera.
Apareceu meu dono com o capuz, colocou em mim, vendeu meus olhos.
— Já pode, passem.
— Hmmm, que lindo, promíscuo pra detonar.
— E o que pode fazer com ele?
— O que quiserem.
— Ok.
— Vamos comer — disse Sérgio.
Saíram do quarto, dava pra ouvir risadas.
— Traz ele.
Apareceu meu dono, me desamarrou, amarrou minhas mãos pra trás e me levou pela coleira. Eu não via nada. Me fizeram dar uma volta, elogiaram. Meu rabo, vou mostrar como eu trato meu cachorro, disse meu dono. Ele me beijou e cuspiu na minha cara, pegou minhas bolas e torceu, abriu minhas pernas e me deu um chute nas bolas que me fez cair de dor, os outros riram, senti que outro se aproximou e também me chutou, tirou a tanga e enfiou na minha boca, me apoiou na mesa e me comeu. "Traz ele aqui pra chupar meu cu enquanto você come ele", disse outro. Senti na hora que o cu dele tinha pelo e me deu nojo. Trocaram e outro me comeu, e assim os 4 me comeram. "Você tem uma sidra ou champanhe?", disse meu dono. "Sim, sidra." "Traz ela." Ele destampou, chacoalhou e enfiou a garrafa de uma vez no meu rabo, saindo a sidra com pressão, senti que explodia tudo por dentro. Tirou a garrafa e, claro, saiu tudo. Me jogaram no chão e lambi a sidra. Me foderam de novo e gozaram tudo dentro de mim. Me amarraram na perna da mesa enquanto eles bebiam cerveja. "Vou mijar", disse um. "Pra que vou te levar no vaso?", disse meu dono. Me desamarrou, me levou, me ajoelhou na banheira. "Abre a boca, puta suja." Começaram a mijar em mim, os 4 se aproximaram e todos fizeram ao mesmo tempo. "Toma banho." Meu dono ficou, tirou a venda e o capuz. "Me chama quando terminar." Chamei ele, ele colocou a venda de novo, o capuz estava todo penteado, então não colocou. Me levou de novo, chupei o pau dos 4, colocaram pinças e amarraram minhas bolas e colocaram pesos na corda. Sentei em cima do pau de um no sofá e outro por trás também enfiou, gritei de dor, já tinha feito dupla antes mas sempre dói muito. Haha, arrebentou o cu dele, olha, tá sangrando, passou mal haha. Esses dois saíram e entraram Sérgio e meu dono. Gozaram na minha boca, mijaram em mim de novo e me castigaram. Às 5 da manhã começaram a ir embora e nós fomos às 6, eu não conseguia nem dirigir, estava destruído. Meu dono ficou no meu apartamento. Dormimos e no outro dia ele me acordou com o pau na boca, chupei até ele gozar. Ele foi embora ao meio-dia.
1 comentários - A pior coisa não me afeta 2