Verão de pandemia

Eram 6h da manhã de uma sexta-feira de janeiro, meus pais decidiram tirar uma semana de férias. Eu os despedia com ansiedade de que fossem embora. Nos meus planos estava tomar sol de fio dental pra ficar marcada igual às transexuais brasileiras. Já pelas 9h da manhã eu tava pelada na beira da piscina, de bunda pra cima, tomando sol. Naquela mesma noite, um colega de escola vinha me visitar — eu sempre chupava a rola dele, mas minha intenção era que ele metesse na minha bunda e me comesse com tudo. Eu tava de joelhos chupando ele e pedi pra ele me comer, mas ele recusou na hora. Se sentia menos gay se só chupasse. Pedi de novo, e fiquei tão puta que larguei ele no meio e mandei ele vazar.

Na tarde seguinte, coloquei meu fio dental e, enquanto tomava sol, pensava em arrumar alguém pelo chat pra vir e me comer o cu bem gostoso. Mas o medo me invadia. Tinha medo de que, se descobrissem que eu tava sozinha em casa, viessem me roubar ou me machucar. Enquanto passava mais bronzeador nas pernas, ouvi a campainha. Me enrolei numa toalha e fui atender — era minha tia, perguntando se eu precisava de algo. Voltei a me deitar no sol, de bunda pra cima, pensando e pensando em como arrumar um cara pra me comer. Virei de barriga pra cima pra pegar sol e, no telhado do vizinho, um pedreiro tava me encarando. Fiquei com tanta vergonha que entrei correndo pra dentro de casa. E se ele contar pro meu vizinho?! Entrei em estado de alerta, me vesti e saí de novo. Olhei pro telhado e ele não tava mais. De repente, vi ele subindo pela escada de novo. — Moço, boa tarde, por favor, não conta o que o senhor acabou de ver, posso me meter em sérios problemas com meus pais. — Fica tranquila! Não se preocupa, que eu não vi nada, pode ficar à vontade. Percebi pelo sotaque que ele era paraguaio, alto, robusto e forte. Cabelo grisalho castanho, olhos castanhos puxadinhos, com sobrancelhas grossas. Ele parecia sério e honesto. Na manhã seguinte, eu tava de novo de fio dental, tomando sol. Não demorou muito e ouvi: — Bom dia! — vindo de... O telhado do vizinho, acenei e continuei na espreguiçadeira de bunda pra cima. Depois de algumas horas, ouço um assobio, olho pro telhado e ele tava lá me olhando, me diz: "Cozinha bem esse peru no sol que ao meio-dia eu como", falou em tom de deboche e deu uma gargalhada. De tarde, tava um calor infernal, levei água gelada com limão pra ele, ele se aproximou pela parede pra pegar o copo e agradeceu, com o martelo na mão, me diz: "Já tô quase terminando, uma pena que não vou poder mais te espiar." Me devolveu o copo e subiu no telhado. Fiquei de costas, sabendo que ele tava me olhando, ajeitava a tanga esticando ela. Peguei no sono, acordei quando ouvi ele falando: "Terminei!" Olhei pro telhado do vizinho e pra parede, mas não consegui ver ele. Quando me deitei de novo, vi do meu lado, parado ali, o pedreiro. Pulei rápido da espreguiçadeira. "Calma, não se assusta", ele pediu. Me segurou pelos braços, me olhou e disse: "Cê tá me esquentando faz dois dias e vai me deixar assim?" Perguntou indignado. "Sai da minha casa", falei apontando pra parede. Ele se jogou em cima de mim e tapou minha boca. "Vou te foder bem tranquilo!" Deixou cair a calça de trabalho e me puxou pela nuca pra eu chupar ele. Diante da minha falta de reação, ele disse: "Chupa, puta de merda! Vai, chupa!" Abaixei a cueca dele e me deparei com um pau grosso caído, cabeçudo, com dois ovos balançando. O cheiro não era dos melhores, suor, né... Comecei a chupar. Ele começou a ficar duro e grande na minha boca, me agarrava pela nuca e metia até os ovos. Tirava e batia com o pau nas minhas bochechas. "Continua chupando, puta", ele exigia, não parava de chupar. Me levantou e me colocou de quatro na espreguiçadeira, passava o pau por baixo do fio da minha tanga e roçava a cabeça do pau no buraco do meu cu, empurrou e nada. Me abaixou a tanga, cuspiu no meu cu e empurrou com a ponta da língua. "Esse cu tá fechado! Tem que estrear agora, passa aquele bronzeador", disse, encheu meu cu de óleo bronzeador. Apontou o pau dele contra o meu... Cuzão e me disse: "Tem que ser de uma vez, respira fundo!" Mal terminou de falar e já me deu uma enfiada que me fez gritar e soltar uma lágrima. Já passou a cabeça, puta, agora vai inteiro! Ele enfiou o pau até o fundo, me comeu com tanta violência que eu ouvia e sentia as bolas batendo, e as palmadas na bunda, mandando eu mexer o rabo: "Mexe essa bunda, puta!" Eu me mexi como ele pediu e rebolava com um pau no cu como tinha sonhado por tanto tempo. A sensação de um homem me possuindo, satisfazendo ele no que pedia, me excitou tanto que soltei um gemido. "Assim, puta, assim!", ele dizia. Gemi tanto que excitei ele de um jeito que ele se agarrou na minha bunda e, sem pedir licença, gozou tudo dentro de mim. Sem dizer nada, subiu pela parede e foi embora. Eu, por minha vez, tô pensando em subir no telhado do vizinho e soltar as telhas.

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