Olá, sou lush_story. Abri essa conta no P!, site que acompanho há anos, pra escrever histórias, tudo fruto da minha imaginação, com um ou outro toque de realidade.
Espero que meus contos sejam do agrado de vocês e que curtam ler eles tanto quanto eu curto escrever. Geralmente escrevo em primeira pessoa, me tornando o protagonista da história ou o narrador.__Minha namorada e o cara do 4º B (pt-1).Meu nome é Juan, tenho 37 anos, 1,85m de altura, porte normal mas com aquela barriga de cerveja. Sou casado com uma mulherão que acabou de fazer 30 anos, chamada Anabela. Nos conhecemos numa festa quando ela tinha só 20 e estamos juntos há 10 anos.
Pra descrever ela: é baixinha, mal tem um metro e meio. A genética sempre favoreceu ela, vem de uma família de croatas, então apesar da altura baixa, o universo compensou com cabelo loiro, olhos claros e um par de peitos naturais que são a inveja de qualquer mulher que cruza o caminho dela. Não é nada exagerado nem exuberante, mas são dois globos perfeitos que, se você não tocar, vai achar que é silicone. E o melhor? A raba dela... trabalhada desde menina, quando fazia patinação e dança, e agora, mais velha, na academia e no pilates.
Moramos no bairro de General San Martín, província de Buenos Aires, há uns 3 anos. Tivemos a sorte de comprar um apartamento antes de tudo ir pro saco no país e, modéstia à parte, estamos passando por um bom momento financeiro.
Nossa vida sexual sempre foi uma maravilha, nunca tivemos problemas na cama e, de vez em quando, damos uma escapada pra reacender a chama da paixão quando o estresse do trampo e da vida tão pegando pesado.
A Ani é muito completa, gosta de tudo, quer fazer de tudo e não enche o saco. Não é muito fã de anal, por questão de higiene e porque nunca se acostumou a ter algo enfiado lá. Sempre deu "sensações estranhas", segundo ela; então é a única coisa que a gente não faz muito. Mesmo sendo essa gostosa toda, fora do nosso santuário de quatro paredes, ela é uma princesa impecável, educada com todo mundo e com a melhor das energias.
Sempre disponível pros vizinhos, pra ajudar e cuidar de tudo no grupo de proprietários do prédio. E foi aí que tudo começou.
Faz uns anos, uma Velhinha que morava sozinha no conjugado ao lado do nosso apê, o 4º B. Ani sofreu bastante, porque era ela quem sempre ajudava a senhora e passava tempo com ela quando ninguém da família ia visitar. Como todo filho mercenário de velhinhos assim, assim que a senhora morreu, o filho a primeira coisa que fez foi vender o apartamento. Depois de meses tentando vender, o cara deu sorte (pra não falar outra coisa), de um casal com uma situação financeira muito boa comprar.
Isso quem me contou foi Ani, uma tarde que cheguei tarde do trampo e encontrei ela no corredor conversando com gente. Eu sou bem na minha, não sou muito sociável, então mandei um beijo disfarçado e entrei no apê. Passou um tempo e ela entrou; então tive que perguntar o que tinha rolado.
Y: Oi amor, como cê tá? Com quem você fez amizade agora?
A: Oi gordo, compraram o apê da Dona Lulu.
Y: Sério? que bom, finalmente vai parar de ter cheiro de mofo.
A: Ahh não seja assim, idiota!
Y: E como você quer que eu seja, se o rançoso do filho nunca veio limpar? Pelo menos os dois que vi conversando com você pareciam responsáveis e limpos. Esse casal que comprou?
A: Sim, mas pra sua tristeza, não é pra eles.
Y: Como assim não? não me fala que vão enfiar outro velho ou velha na gente pra não mandar pra um asilo?
A: Pior!
Y: O que é pior que isso?
A: Compraram pro bebê.. pro bebê grandão de 26 anos.
Y: Tá me zoando! O primeiro apê de um filhinho mimado?
A: Simm hahaha.. que sorte esses caras de hoje têm.
Passaram uns meses dessa conversa e nossa vida seguiu normal. No começo pensei que essa gente tinha se arrependido, porque não vimos ninguém se mudar desde que Ani conversou com eles. A gente tinha uma chave reserva, que o filho da Dona Lulu tinha deixado pra alguma emergência; então num sábado decidimos entrar pra arejar um pouco porque o cheiro de umidade e mofo te matava quando passava pelo corredor.
Quisemos ligar pro dono do apartamento, mas não nos atendeu e a gente não queria entrar sem consultar antes pra ver se tinha alguém morando. Batemos na porta e nada, campainha e nada.. aí meti a chave e entramos. O cheiro te nocauteava e a umidade dava pra sentir com as mãos quando andava, quase. Anabela ficou parada na porta, caminhou devagar pelo apto todo e soltou umas lágrimas. Pobre, sempre tão empática ela, parecia que tinha se apegado à senhora e ver o apto naquele estado, fazia mal pra ela.
Abracei ela por trás e dei um beijo na cabeça pra ela saber que tava tudo bem. Ela sorriu, secou as lágrimas e com a melhor das ondas disse "mãos à obra" e começou a arrumar.
Eu não queria fazer nada, sinceramente, não era meu forte limpar e não queria ficar naquele apartamento por muito tempo, então só ajudei com o "pesado" e o resto deixei pra ela. Era novembro, então o calorzinho já tava aparecendo e Ani começou a limpar de short de academia, top e chinelo.
O calor, ver ela se mexendo e estar toda molhada de suor, ativaram o amigo na hora. Eu tava sentado vendo ela limpar o chão, mexer caixas e tava hipnotizado com o balanço daquelas tetas e vendo como o short enfiava nela toda vez que se abaixava. Sem pensar, comecei a arrumar a pica na calça, que já tava começando a incomodar e ficando duríssima. Ela percebeu..
A: Ei, você vai ajudar em alguma coisa? Ou o único pacote que vai mover hoje é esse aí entre as pernas?
Y: Desculpa, gordinha, é que tô te vendo e você tá gostosa, como que não fica assim. (Falei enquanto apontava pro volume evidente)
A: Hahaha para, gordo, não seja ordinário! É a casa da Dona Lulu, não dá pra ficar excitado assim.
Y: Era a casa da Dona Lulu..
A: Idiota
Y: Não acha que já tá na hora de dar uma pausa?
A: Mais um pouquinho, pra deixar tudo bonitinho e pronto
Y: Não acha que já tá na hora de dar uma pausa? (repeti com (outra voz, pra ela me entender)
Anabela me olhou, olhou de novo pro meu volume e arregalou os olhos.
A: Ahhhh... você tá falando de uma "pausa"
Y: Claaaaro... é que você trabalhou igual uma louca, gordinha
A: Sim, tô meio dolorida de tanto trampar. Podia dar uma pausa, né?
Nessa altura, eu já tinha levantado e encarado ela. Comecei a beijar ela com força enquanto enfiava as mãos por baixo do short, tocando aquela bunda durinha que ela tem e que eu adoro.
Ela não ficou atrás, enquanto correspondia ao beijo, as mãos dela desceram até meu pau que tava explodindo o short do River que eu tava usando.
A: Upa, o que que houve aqui? Tem uma coisa dura e pesada?
Y: É um pacote que você precisa me ajudar a mover
A: Ah é? E pra onde tem que mover?
Y: Pra começar, podia mover até esses peitos lindos que você tem...
Ani sorriu, me levou até uma cadeira que tinha e me fez sentar. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e baixou minha calça de uma vez. Primeiro cuspiu na mão e bateu uma pra mim devagar, tentando fazer a saliva alcançar o máximo possível do meu pau. Depois disso, se aproximou, deu um beijo na ponta e enquanto com uma mão levantava o top, com a outra levou meu pau até os peitos dela.
A: Esses peitos lindos que você tava falando?
Y: Siiim, essas mesmas! Que delícia que suas tetas gordas são de sentir.
A: Humm, eu sei, adoro sentir seu pau duro entre elas.
Y: Tá assim por sua causa, sabia? Esse bum hoje tá lindo.
A: Cê gosta?.. hoje talvez a gente pudesse.. cê sabe
Y: Hoje você vai me deixar entrar?
A: Humm, se você se comportar bem e me fizer gozar muito, sim
Y: Se prepara então que hoje você vai tremer de tanto gozar
A: Adoro esse João confiante hahaha.. falta muito, gordo?
Y: Não não, já tô quase gozando. Só de pensar na sua bunda pequena, tô prestes a estourar.
A: Humm, pensa quando você for estourar dentro de mim
Ani tirou meu pau de entre as tetas e começou a me masturbar forte. Queria me fazer gozar a todo custo e não queria demorar mais. Conheço ela, quando fica assim é porque tá com tesão e quer transar.
Cuspiu no meu pau de novo e acelerou os movimentos.
A: Vai, gordo, goza logo! Me dá essa porra e vamos pra casa trepar, vai
Y: Sim sim siiim, continua Ani, continua, tô quase gozando siiim...
A: Humm assim.. uii (tinha respingado um pouco no rosto dela pela força) hahaha
Y: Uiii que lindo siiim
Gozei mais um ou dois jatos, com menos força, e Ani não parou de me masturbar nem por um segundo. Me apertava forte na base e subia pra sair tudo.
A: Isso aí, assim, cê gosta, gordão?
Y: Adoro, Ani, sim, que delícia!
Ani juntou um pouco da porra que tinha em cima com dois dedos e levou à boca, saboreando.
A: Mmmm, tão gostoso como sempre!
Y: Te amo, gostosa.
Naquele momento, o mundo desabou. Ouviu-se um barulhão, como algo batendo no chão, e quando olhamos pra porta, de onde vinha o som... vimos um cara de uns vinte e poucos anos com a cara desfigurada e os olhos cravados na minha esposa.
A: Aii, a puta que pariu.
Y: Mano, cê não sabe bater?
X: Preciso bater pra entrar na minha própria casa?
A/Y: QUÊ??
X: Sim, sou o dono do apartamento, tô me mudando hoje, vocês quem são?
Como se fosse uma maldição da velha, por eu ter zuado o apartamento dela. Bem no pior (ou melhor) momento, tinha chegado o cara que ia morar no lugar.
Espero que meus contos sejam do agrado de vocês e que curtam ler eles tanto quanto eu curto escrever. Geralmente escrevo em primeira pessoa, me tornando o protagonista da história ou o narrador.__Minha namorada e o cara do 4º B (pt-1).Meu nome é Juan, tenho 37 anos, 1,85m de altura, porte normal mas com aquela barriga de cerveja. Sou casado com uma mulherão que acabou de fazer 30 anos, chamada Anabela. Nos conhecemos numa festa quando ela tinha só 20 e estamos juntos há 10 anos.
Pra descrever ela: é baixinha, mal tem um metro e meio. A genética sempre favoreceu ela, vem de uma família de croatas, então apesar da altura baixa, o universo compensou com cabelo loiro, olhos claros e um par de peitos naturais que são a inveja de qualquer mulher que cruza o caminho dela. Não é nada exagerado nem exuberante, mas são dois globos perfeitos que, se você não tocar, vai achar que é silicone. E o melhor? A raba dela... trabalhada desde menina, quando fazia patinação e dança, e agora, mais velha, na academia e no pilates.
Moramos no bairro de General San Martín, província de Buenos Aires, há uns 3 anos. Tivemos a sorte de comprar um apartamento antes de tudo ir pro saco no país e, modéstia à parte, estamos passando por um bom momento financeiro.
Nossa vida sexual sempre foi uma maravilha, nunca tivemos problemas na cama e, de vez em quando, damos uma escapada pra reacender a chama da paixão quando o estresse do trampo e da vida tão pegando pesado.
A Ani é muito completa, gosta de tudo, quer fazer de tudo e não enche o saco. Não é muito fã de anal, por questão de higiene e porque nunca se acostumou a ter algo enfiado lá. Sempre deu "sensações estranhas", segundo ela; então é a única coisa que a gente não faz muito. Mesmo sendo essa gostosa toda, fora do nosso santuário de quatro paredes, ela é uma princesa impecável, educada com todo mundo e com a melhor das energias.
Sempre disponível pros vizinhos, pra ajudar e cuidar de tudo no grupo de proprietários do prédio. E foi aí que tudo começou.
Faz uns anos, uma Velhinha que morava sozinha no conjugado ao lado do nosso apê, o 4º B. Ani sofreu bastante, porque era ela quem sempre ajudava a senhora e passava tempo com ela quando ninguém da família ia visitar. Como todo filho mercenário de velhinhos assim, assim que a senhora morreu, o filho a primeira coisa que fez foi vender o apartamento. Depois de meses tentando vender, o cara deu sorte (pra não falar outra coisa), de um casal com uma situação financeira muito boa comprar.
Isso quem me contou foi Ani, uma tarde que cheguei tarde do trampo e encontrei ela no corredor conversando com gente. Eu sou bem na minha, não sou muito sociável, então mandei um beijo disfarçado e entrei no apê. Passou um tempo e ela entrou; então tive que perguntar o que tinha rolado.
Y: Oi amor, como cê tá? Com quem você fez amizade agora?
A: Oi gordo, compraram o apê da Dona Lulu.
Y: Sério? que bom, finalmente vai parar de ter cheiro de mofo.
A: Ahh não seja assim, idiota!
Y: E como você quer que eu seja, se o rançoso do filho nunca veio limpar? Pelo menos os dois que vi conversando com você pareciam responsáveis e limpos. Esse casal que comprou?
A: Sim, mas pra sua tristeza, não é pra eles.
Y: Como assim não? não me fala que vão enfiar outro velho ou velha na gente pra não mandar pra um asilo?
A: Pior!
Y: O que é pior que isso?
A: Compraram pro bebê.. pro bebê grandão de 26 anos.
Y: Tá me zoando! O primeiro apê de um filhinho mimado?
A: Simm hahaha.. que sorte esses caras de hoje têm.
Passaram uns meses dessa conversa e nossa vida seguiu normal. No começo pensei que essa gente tinha se arrependido, porque não vimos ninguém se mudar desde que Ani conversou com eles. A gente tinha uma chave reserva, que o filho da Dona Lulu tinha deixado pra alguma emergência; então num sábado decidimos entrar pra arejar um pouco porque o cheiro de umidade e mofo te matava quando passava pelo corredor.
Quisemos ligar pro dono do apartamento, mas não nos atendeu e a gente não queria entrar sem consultar antes pra ver se tinha alguém morando. Batemos na porta e nada, campainha e nada.. aí meti a chave e entramos. O cheiro te nocauteava e a umidade dava pra sentir com as mãos quando andava, quase. Anabela ficou parada na porta, caminhou devagar pelo apto todo e soltou umas lágrimas. Pobre, sempre tão empática ela, parecia que tinha se apegado à senhora e ver o apto naquele estado, fazia mal pra ela.
Abracei ela por trás e dei um beijo na cabeça pra ela saber que tava tudo bem. Ela sorriu, secou as lágrimas e com a melhor das ondas disse "mãos à obra" e começou a arrumar.
Eu não queria fazer nada, sinceramente, não era meu forte limpar e não queria ficar naquele apartamento por muito tempo, então só ajudei com o "pesado" e o resto deixei pra ela. Era novembro, então o calorzinho já tava aparecendo e Ani começou a limpar de short de academia, top e chinelo.
O calor, ver ela se mexendo e estar toda molhada de suor, ativaram o amigo na hora. Eu tava sentado vendo ela limpar o chão, mexer caixas e tava hipnotizado com o balanço daquelas tetas e vendo como o short enfiava nela toda vez que se abaixava. Sem pensar, comecei a arrumar a pica na calça, que já tava começando a incomodar e ficando duríssima. Ela percebeu..
A: Ei, você vai ajudar em alguma coisa? Ou o único pacote que vai mover hoje é esse aí entre as pernas?
Y: Desculpa, gordinha, é que tô te vendo e você tá gostosa, como que não fica assim. (Falei enquanto apontava pro volume evidente)
A: Hahaha para, gordo, não seja ordinário! É a casa da Dona Lulu, não dá pra ficar excitado assim.
Y: Era a casa da Dona Lulu..
A: Idiota
Y: Não acha que já tá na hora de dar uma pausa?
A: Mais um pouquinho, pra deixar tudo bonitinho e pronto
Y: Não acha que já tá na hora de dar uma pausa? (repeti com (outra voz, pra ela me entender)
Anabela me olhou, olhou de novo pro meu volume e arregalou os olhos.
A: Ahhhh... você tá falando de uma "pausa"
Y: Claaaaro... é que você trabalhou igual uma louca, gordinha
A: Sim, tô meio dolorida de tanto trampar. Podia dar uma pausa, né?
Nessa altura, eu já tinha levantado e encarado ela. Comecei a beijar ela com força enquanto enfiava as mãos por baixo do short, tocando aquela bunda durinha que ela tem e que eu adoro.
Ela não ficou atrás, enquanto correspondia ao beijo, as mãos dela desceram até meu pau que tava explodindo o short do River que eu tava usando.
A: Upa, o que que houve aqui? Tem uma coisa dura e pesada?
Y: É um pacote que você precisa me ajudar a mover
A: Ah é? E pra onde tem que mover?
Y: Pra começar, podia mover até esses peitos lindos que você tem...
Ani sorriu, me levou até uma cadeira que tinha e me fez sentar. Ela se ajoelhou entre minhas pernas e baixou minha calça de uma vez. Primeiro cuspiu na mão e bateu uma pra mim devagar, tentando fazer a saliva alcançar o máximo possível do meu pau. Depois disso, se aproximou, deu um beijo na ponta e enquanto com uma mão levantava o top, com a outra levou meu pau até os peitos dela.
A: Esses peitos lindos que você tava falando?
Y: Siiim, essas mesmas! Que delícia que suas tetas gordas são de sentir. A: Humm, eu sei, adoro sentir seu pau duro entre elas.
Y: Tá assim por sua causa, sabia? Esse bum hoje tá lindo.
A: Cê gosta?.. hoje talvez a gente pudesse.. cê sabe
Y: Hoje você vai me deixar entrar?
A: Humm, se você se comportar bem e me fizer gozar muito, sim
Y: Se prepara então que hoje você vai tremer de tanto gozar
A: Adoro esse João confiante hahaha.. falta muito, gordo?
Y: Não não, já tô quase gozando. Só de pensar na sua bunda pequena, tô prestes a estourar.
A: Humm, pensa quando você for estourar dentro de mim
Ani tirou meu pau de entre as tetas e começou a me masturbar forte. Queria me fazer gozar a todo custo e não queria demorar mais. Conheço ela, quando fica assim é porque tá com tesão e quer transar.
Cuspiu no meu pau de novo e acelerou os movimentos.
A: Vai, gordo, goza logo! Me dá essa porra e vamos pra casa trepar, vai
Y: Sim sim siiim, continua Ani, continua, tô quase gozando siiim...
A: Humm assim.. uii (tinha respingado um pouco no rosto dela pela força) hahaha
Y: Uiii que lindo siiim
Gozei mais um ou dois jatos, com menos força, e Ani não parou de me masturbar nem por um segundo. Me apertava forte na base e subia pra sair tudo.
A: Isso aí, assim, cê gosta, gordão? Y: Adoro, Ani, sim, que delícia!
Ani juntou um pouco da porra que tinha em cima com dois dedos e levou à boca, saboreando.
A: Mmmm, tão gostoso como sempre!
Y: Te amo, gostosa.
Naquele momento, o mundo desabou. Ouviu-se um barulhão, como algo batendo no chão, e quando olhamos pra porta, de onde vinha o som... vimos um cara de uns vinte e poucos anos com a cara desfigurada e os olhos cravados na minha esposa.
A: Aii, a puta que pariu.
Y: Mano, cê não sabe bater?
X: Preciso bater pra entrar na minha própria casa?
A/Y: QUÊ??
X: Sim, sou o dono do apartamento, tô me mudando hoje, vocês quem são?
Como se fosse uma maldição da velha, por eu ter zuado o apartamento dela. Bem no pior (ou melhor) momento, tinha chegado o cara que ia morar no lugar.
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