Este relato são as lembranças que tive na minha adolescência, com minha mãe Brenda e minha irmã mais nova, duas mulheres deliciosas no meu despertar sexual. Minha mãe era viúva na época, meu pai morreu quando eu tinha 2 anos, então ela teve que trabalhar para sustentar a família. Trabalhava como camareira num hotel de certo prestígio e ganhava o suficiente para manter a casa, que era composta por 3 irmãos, os mais velhos, que saíram de casa para recomeçar a vida em outra cidade. Por isso, só morávamos eu, minha mãe e minha irmã.Minha mãe Brenda era uma mulher linda, na época com 44 anos, baixinha, com pouco menos de 1,60m de altura, pele clara sem ser loira, cabelos ondulados abaixo dos ombros, rosto bonito com olhos castanhos claros, lábios carnudos com uma pequena pinta ao lado, que deixavam a boca dela muito sensual, nariz pequeno e empinado. Tinha um corpo cheinho sem ser gorda, porque as curvas eram bem definidas: seios médios, redondinhos e firmes, pernas bem torneadas, mas o melhor dela era a bunda, redonda e larga, que fazia as nádegas parecerem durinhas e empinadas apesar da idade. Quando ela andava, ficava espetacular, e atraía muito o olhar dos homens. Sendo viúva, muitos tentaram se envolver com ela, mas pelo visto ela nunca cedeu.
Minha irmã mais nova, de 20 anos, altura mediana, pouco mais de 1,60m, tão gostosa quanto minha mãe, porque são fisicamente muito parecidas, principalmente naquela bunda maravilhosa. Só que minha irmã tem pernas ainda melhores, é o que mais me atrai nela, e ela adora mostrá-las, quase sempre usando minissaias. Ficam lindas quando ela senta e cruza as pernas, e combinando com a bunda empinada e durinha, fazem dela uma mulher espetacular. Ela estuda num colégio particular, fazendo um curso comercial, e muitos homens a desejam na rua quando a veem andando com seu uniforme curto de colegial. Meu nome é Cristian Martinez, atualmente tenho 44 anos, e naquela época, na minha adolescência, eu estudava no ensino médio. Lembro que ainda dormia com minha mãe, e até tomávamos banho juntos, então estava acostumado a vê-la com pouca roupa ou nua, via seu corpo lindo sem malícia. Minha irmã dormia no quarto ao lado e também cheguei a vê-la com pouca roupa, então sabia das suas bundas gostosas e pernas melhores, tudo via sem nenhum tesão até então. Minha mãe sai cedo para o trabalho com a Dona Natália, são colegas no hotel onde trabalham, o marido da amiga leva elas, porque trabalha no mesmo rumo que elas. De tarde, quando mamãe volta do trabalho, sempre perguntava se fizemos nossas atividades diárias, tanto escolares quanto domésticas, depois comemos, e então minha mãe descansa vendo TV, e minha irmã e eu saímos um pouco com nossos amigos, e à noite, depois do jantar, minha irmã vai para o quarto dela, e eu vou dormir com minha mãe, essa era nossa rotina. Ela sempre no frio me manda para a cama antes dela para eu esquentar o lugar dela, porque diz que é muito friorenta. Já de pijama, espero minha mãe, que se deita ao meu lado, sempre vestindo sua roupa de dormir leve, e sua calcinha marca bonito, destacando sua bunda gostosa, e sem sutiã seus peitos lindos aparecem, mesmo um pouco caídos são lindos, com os biquinhos pequenos ela fica muito sensual; ela se deita ao meu lado e sempre me dá as costas, para eu abraçá-la, e faz eu juntar meus joelhos quentinhos nos dela frios, tipo conchinha, para esquentar as pernas dela. Eu abraço ela colocando minha mão na barriga dela e às vezes no quadril largo, assim dormimos sempre, sentindo sempre a bunda dela no meu corpo, tudo isso sempre sem malícia, até aquele momento, porque lembro que ela não falava em casa sobre assuntos sexuais comigo, não sei se com minha irmã sim; mas Todas as noites, ao sentir o corpo da minha mãe, e conforme fui crescendo, fui descobrindo a sexualidade em mim, da qual não sabia muita coisa, só das conversas que ouvia na escola com meus colegas sobre que tal colega era gostosa, ou que tal professora era uma delícia, e já em casa, ao ver minha mãe e minha irmã, eu as comparava e reconhecia que elas eram mais gostosas do que qualquer colega ou professora, coisa que um dia meu amigo de brincadeiras, Nacho, confirmou pra mim. Convidei ele pra comer em casa e ele não tirava os olhos das curvas da minha mãe e da minha irmã, e quando foi embora, comentou que eu tinha sorte de morar com elas, que as duas eram bem gostosas. Isso me irritou e decidi não convidá-lo pra casa com tanta frequência. Depois disso, comecei a reparar mais na minha mãe, Brenda, e na minha irmã, Ninosca, como as belas mulheres que eram. Graças à sábia natureza humana, comecei a ter minhas primeiras ereções, principalmente por viver com duas mulheres lindas e ver seus corpos maravilhosos com pouca roupa, e sobretudo à noite, ao dormir com minha mãe, e ter o corpo dela colado no meu. Já era inevitável que meu pau ereto entrasse em contato com a bunda dela. Eu gostava disso, apesar de tentar evitar, me afastando um pouco pra trás, mas ela, entre o sono e a vigília, recuava a bunda contra meu pau duro, que dentro do pijama eu sentia pulsar ao tocar naquele rabo lindo. Diante disso, não sei se minha mãe consentia em sentir meu pau duro na bunda dela, já que nunca fazia nada pra evitar. Isso deu início às minhas primeiras punhetas, todas em homenagem à bunda enorme da minha mãe. Às vezes, eu me animava a passar a palma da mão levemente na bunda dela por cima do pijama fino que ela usa pra dormir, e meu prazer era ainda maior ao sentir aquele rabo duro. Eu imaginava e fantasiava que ela também curtia me deixar tocar, porque de manhã eu a via mais carinhosa e de melhor humor conosco. Toda essa situação foi Eu repetia todas as noites durante um mês gostoso. Até que um fim de semana minha mãe disse que ia pra uma festa com a amiga dela, a Natalia, que ia rolar no hotel onde elas trabalham, pra gente dormir cedo, e que por favor eu ficasse no quarto da minha irmã, porque quando voltassem da festa, a amiga dela ia dormir em casa, com a permissão do marido, que tava trabalhando fora da cidade. De manhã, acordei antes da minha irmã pra tomar café, e minha mãe e a amiga dela, a Natalia, foram pra sala tomar café e conversar sobre o que aconteceu na festa. A dona Natalia era uma mulher alta e magra, quase sem graça, mas com uns peitos enormes tipo melão. E dessa vez ela tava com uma blusa de decote enorme, que deixava ver boa parte dos peitões dela, que durante o café eu pude ver quando a gente tava na mesa. Estando no meu quarto, ouvi as risadas da minha mãe e da amiga dela, e curioso, me aproximei um pouco pra escutar: — "Nossa, que sem-vergonha você é, Natalia, ontem à noite você exagerou com o cara que dançou a noite toda com você, você sumiu, fiquei te procurando e quando te encontrei no pátio do hotel, te vi com a blusa pra fora, e que chupada de peitos aquele cara tava te dando, mas o mais quente foi quando ele te fez ajoelhar, e puxando o pau dele pra fora, vi que era enorme, te obrigou a chupar ele, você engolia tudo, dá pra ver que você é boa de boca, hahahaha, até você fazer ele gozar todo o esperma dele que caiu nos seus peitões enormes que você tem". Com essa conversa que eu tava ouvindo, e minha mãe falando desse jeito tão safado, comecei a ficar de pau duro, e puxando meu pau pra fora da calça, comecei a me masturbar devagar, ouvindo as palavras quentes da minha mãe, mas fiquei ainda mais excitado quando elas continuaram a conversa. — "Mas você também não ficou atrás, Brenda, porque o cara com quem você dançou a noite toda te pegou me espionando, e vi que ele se aproximou devagar por trás de você, e começou a apalpar sua bunda, e do tesão que você tava nos vendo, você deixou ele te tocar toda. Claramente ouvi teus gemidos de tão gostosa que tava com a mamada que você viu que eu dava naquela pica grande, e vi como o cara atrás de ti, te segurava com o vestido levantado até a cintura, e vi teu biquíni abaixado nos joelhos, acho que ele tava te dando uma bela de uma fodida kkkk",… nessa parte da conversa, fiquei ainda mais excitado e comecei a bater uma com mais força. — "Cê tem razão, Naty, ele me comeu mesmo, só que me deixou com muito tesão, porque ele deu umas metidas de pica e gozou muito rápido, e me deixou na vontade de ser comida por mais tempo". — "Mas Brenda, com essa raba que você tem, qualquer pica você espreme rápido, e com essa rebolada que você dava, o coitado do homem não aguentou muito"… e as duas caíram na risada, na hora não aguentei mais, e batendo uma ainda mais rápido, imaginando a rebolada da bunda da minha mãe, com minha pica talvez dentro dela, gozei soltando uma porrada de porra, que ficou espalhada no chão. Depois de limpar minha bagunça, voltei pro quarto, lembrando da situação safada que elas se envolveram na festa, e com satisfação descobri pra minha sorte, que minha mãe não é tão santinha quanto parece em casa, mas sim uma mulher sensual, gostosa, fogosa, linda, e que é muito boa, além de ser minha mãe e dormir toda noite comigo, e me deixar tocar o corpo lindo dela. No mesmo dia, depois de comer e a Sra. Natália voltar pra casa dela, minha mãe avisa pra gente se preparar porque vamos comemorar o aniversário da pequena, quase esqueci com tudo que tinha ouvido. Meu irmão Antônio viria nos ver já que ele trabalha muito longe, mamãe era muito apegada a ele, logo descobri por quê. Como moramos numa casa com piscina comunitária, decidi convidar pra comemorar num bar. A noite chegou e nos cumprimentamos, rimos um pouco, mas depois começamos a tomar uns drinks. Meu irmão chamou minha mãe pra dançar, depois de um tempo dançavam bem agarradinhos numa música pesada. Eu fiquei de olho no que tava rolando. Meu irmão Antônio agarrou minha mãe pela cintura, virou ela e ficou atrás, rebolando com o pau todo colado na bunda enorme dela. Daí a pouco o DJ botou um funk de putaria e eu vi os dois parecendo que tão transando na pista, porque o Antônio fazia de tudo pra esfregar o pau na bunda dela. Quando a música acabou, os dois estavam super acalorados. "Porra, mãe, não sabia que você dançava tão bem, quase não consegui acompanhar seu ritmo." "Que isso! Foi você que me agarrou e me levou do jeito que quis", falou minha mãe. "Aliás, trouxe presentes pra você e pros meus irmãos. Podemos ir ver?", disse o Antônio pra minha mãe. "Vem comigo e vê o que tenho pra você lá dentro, porque sua filha gostou do que eu guardei, né, ninfeta?" ……. Ela respondeu que sim, na cara. O Antônio pegou minha mãe pela mão, com toda confiança, e foram pro depósito. Eu e a ninfeta ficamos escolhendo meu presente. Daí a pouco, aproveitando que minha irmã tava entretida olhando mais tranqueira, fui até os fundos atrás da minha mãe, desconfiado que o tarado do Antônio ia se aproveitar dela. Quando cheguei, abri a porta devagar e vi os dois. Minha mãe tava meio curvada, escolhendo os presentes entre várias caixas, e meu irmão sentado num banco, a uns dois metros atrás dela, com uma vista perfeita da bunda linda dela. Tanto eu quanto ele vimos a calça legging dela subir um pouco, até a metade da coxa, por causa da posição, deixando a gente ver e curtir o começo das nádegas dela, o quadril largo e as pernas bonitas. Diante daquele espetáculo, vi ele esfregando o pau por cima da calça, que já devia estar durasso, e sem minha mãe perceber, ele se aproximou e se curvou um pouco pra ver melhor a bunda dela. Minha mãe, sem desconfiar do show visual que tava dando, escolheu um par de... Sapatilhas de salto alto, e ao tentar colocá-las nos pés dela, Antônio, solícito, pede pra ajudá-la a calçá-las. Fez ela sentar num banquinho, ficando ele de cócoras na frente das lindas pernas dela, e pegando a panturrilha dela com uma mão, começa a colocar o calçado. Quando termina, deixa como que por descuido a mão na panturrilha dela, pra depois subir lenta e sutilmente, sentindo palmo a palmo a pele macia, até chegar no joelho e deixar a mão ali, esperando a reação da minha mãe, que só fica em silêncio olhando pras sapatilhas dela, como se não tivesse acontecendo nada fora do normal. Com isso, animado pela passividade da minha mãe, Antônio já pegava a coxa toda dela, chegando até a tocar de leve com os dedos a buceta da minha mãe, com certeza já molhada, porque ela soltou um gemidinho ao sentir o toque na boceta dela. Diante disso, ela, nervosa e excitada, levantou do banco e, com um sorriso safado, saiu andando devagar e sensual na frente do espelho pra ver como as sapatilhas estavam nela. Eu pude ver que as pernas dela estavam muito lindas, porque o salto alto destacava as panturrilhas e marcava os músculos das pernas dela de um jeito sexy, além de deixar a bunda dela mais empinada. — *Ficaram muito bem esses sapatos, Mamãe, você tá mais gostosa do que já era.* Ele disse pra ela. Ela só sorriu de um jeito provocante e continuou na frente do espelho desfilando os sapatos e o corpo dela. — *Fica aí, mãe, que vou te mostrar esse outro par,* ele falou pra minha mãe, que ficou de pé, e ele se ajoelhou na frente dela pra colocar o novo par. Quando terminou, ela se virou pra se olhar no espelho e tava igualmente gostosa. Ele, notando e vendo ao alcance a bunda gostosa dela, se aproximou pra tocar nela de novo, primeiro apalpando com as mãos as panturrilhas, dizendo como as pernas dela estavam bonitas, e de novo começou a subir as mãos devagar pelas pernas da minha mãe, acariciando. a pele dela atrás dos joelhos dela, ela se deixava fazer, então animado, ele continuou com os apalpões, agora colocando as mãos por cima, da lycra dela seguiu o caminho ascendente até chegar na bunda grande dela, minha mãe igual em silêncio e se deixava fazer gemendo baixinho, ao chegar nas nádegas dela ele apalpou e acariciou por cima do biquíni dela, consegui ver como os dedos dele se metiam entre os glúteos dela acariciando a buceta e o cu dela ao mesmo tempo, minha mãe continuava na frente do espelho, de olhos fechados e curtindo as carícias que recebia, do filho dela dono total da situação e da vontade da minha mãe, ele abaixa a lycra dela até a altura do quadril, e devagar vai abaixando o biquíni vermelho dela que aos poucos desliza pelas pernas dela, até tirar com a ajuda e cumplicidade da minha mãe, que continua soltando gemidos leves de tão excitada que está naquele momento, e com voz rouca de tesão e pouco convincente diz: *Para já Antônio, que seus irmãos podem vir me procurar, e ele, ignorando e diante da nudez das nádegas enormes dela, começa a lamber e mordiscar, com tanta excitação que com uma mão começa a tirar o pau da calça dele, já liberado vejo que é grande e grosso, e diante da situação e das nádegas nuas da minha mãe, eu tiro meu pau e começo a me masturbar vendo o grande espetáculo sexual da minha mãe submissa e entregue a tudo que o próprio filho fazia com ela --*Que bunda gostosa você tem mamãe, você tá bem quente, porque sinto sua buceta bem molhada, vou te dar uma boa fodida agora que você tá escorrendo de tesão, hehehehe..... ela excitada com as carícias obscenas dele e com a pouca vontade que lhe resta: agora sabia porque Antônio e minha mãe eram tão unidos *Espera Antônio, aqui é muito perigoso, pois seus irmãos ou os convidados podem nos descobrir, dizia minha mãe, sem parar as mãos dele que já estavam apertando os peitos dela, e beijando o pescoço e a boca dela para calar as fracas protestas ela, já entregue, começou a corresponder da mesma forma, abrindo a boca pra receber a língua quente do filho dela, num beijo molhado e cheio de tesão, que a minha mãe recebia, já mais excitada, pegando com a mão no pau grosso dele e começando a esfregar e masturbar freneticamente. Com isso, não aguentei mais e, me masturbando mais forte, comecei a gozar uma quantidade enorme de esperma na moldura da porta, onde estou vendo a iminente foda da minha mãe. Antonio continuava acariciando e apalpando à vontade a bunda da minha mãe, o que ela permitia, até chegar ao ponto de estar nua da cintura pra baixo, ele tendo à disposição aquele rabo espetacular, que acariciava, lambia e saboreava à vontade, e minha mãe se deixando fazer tudo, já presa da excitação em que o cara a colocou com suas intenções habilidosas de comê-la ali mesmo. E diante de um espetáculo desses, eu tive a punheta mais prazerosa, gozando pra caralho. Ao terminar e ficar realmente satisfeito de ver minha mãe com aquelas nalgas gostosas totalmente expostas, continuo vendo a ação em que Antonio segue atrás dela, acariciando e curtindo a nudez daquela bunda boa. Ele inclina ela um pouco, apoiando no encosto de uma cadeira, vejo os peitos lindos dela balançando, abre ligeiramente as pernas dela e, apontando a vara ereta, dirige à entrada da buceta dela, onde consigo ver a umidade que tem, devido ao tesão que minha mãe já está, submissa e totalmente entregue à iminente foda que espera receber com prazer. E Antonio, colocando a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela, começa a introduzir devagar, mas firmemente, o membro inchado. Com isso, minha mãe solta gemidos de satisfação: - Aaaaaahhhhh, mmmmhhhhh... E ele, já dono da vontade dela, a pega pelas cadeiras largas e começa a meter pausadamente toda a vara grande dele. E, com espanto, vejo que minha mãe coopera, recuando a bunda, tentando comer o pau inteiro do cara, e consegue porque vejo que ele está totalmente colado na bunda grande dela, com certeza tem o pau inteiro dentro da minha mãe, que na hora começa a mexer aquele rabão, em movimentos circulares eróticos, gemendo de tesão, e ele amassando os quadris dela, começa a meter devagar, aproveitando aquele rabo lindo da mãe dele….. --Aaaaahhhhh, ooooohhhhh, que buceta gostosa você tem, mamãe, e como sabe rebolar, como sabe engolir meu pau, putinha linda, mmmmmhhhh…. vejo o pau do meu irmão entrando e saindo entre aquelas duas nádegas deliciosas da minha, até pouco tempo, santa mãe, também vejo a buceta dela engolindo com gula a pica dura dele, ao ver tudo isso, começo a ficar excitado de novo, com o pau totalmente duro outra vez, testemunhando minha ex-abnegada, doce e honesta mãe, levando uma surra de pica que a faz gemer e gozar de prazer……. -Oooooohhhhhh, siiiim, me come assim, mete fundo essa pica gostosa que você tem, filhinho meu amor, aaaahhhhhh, já estava com saudade de sentir você dentro de mim de novo, aaahhhhhh, continua e não para, mmmmmmhhhhhh…….. --Claro que sim, mamãe, sempre que você quiser, vou estar pronto pra comer essa buceta gostosa que você tem, agora se vira sozinha e enfia o que quiser, puta de rabão, jejejejeje…. apesar da minha excitação, sinto ciúmes ao saber que não é a primeira vez que minha mãe dá a bunda pro meu irmão, e ver como aquele cara aproveita minha mãe chamando ela de gostosa, e procuro um jeito de parar aquele show quente, aproveito o momento em que minha irmã mais nova vinha em minha direção, perguntando por que minha mãe estava demorando tanto, e faço barulho atrás da porta do depósito, e com voz alta pra eles ouvirem, falo pra minha irmã: ---Vem, pequena, vamos buscar a mamãe que já demorou demais…….. viro pra ver a reação deles, minha mãe se enfiando e inclinada com a lycra totalmente arregaçada na cintura, com a bunda nua totalmente exposta e se enfiando sozinha a própria estaca dura do próprio filho, que agarrado firmemente em seus quadris, continuava comendo ela agora mais rápido, mas pena deles, porque tudo acabou, quando minha mãe, assustada por ouvir minha voz, eu vejo ela se levantar rapidamente, e se desconectando da piroca que estava comendo ela, empurra Antônio bruscamente para o lado, ele caindo no chão, ficando sentado no chão, com a piroca dura e brilhante dos sucos que o cuzinho da minha mãe gostosa tinha deixado, que nervosa, assustada e ainda quente, arrumou como pôde sua legging e pegando seus sapatos, foi depressa para a saída, notando a porta levemente aberta, ao sair nos encontrou esperando por ela, eu vi ela nervosa com a respiração ofegante, por causa da foda que levaram, e com a dúvida de que talvez tivéssemos visto tudo, ela nos disse perturbada e nervosa: -Vamos embora, filhos, que já é tarde demais…, e continuou andando com seus novos tênis calçados, pegou sua bolsa guardando seu calçado e foi apressada para a saída da loja, antes minha irmã perguntou se Antônio ia ficar, seu irmão vai ficar até mais tarde pegando nossas sacolas, saímos atrás dela, e ao olhar para a bunda da minha mãe, notei por baixo da legging fina que ela não estava usando o biquíni, porque deixou no depósito quando tiraram para comer ela, antes de sair do lugar onde fizemos a festa virei para trás e vejo meu irmão encostado na porta do depósito, com um sorriso cínico, acenando tchau com a mão, que segurava o biquíni vermelho da minha mãe, balançando como se fosse um troféu. Ao chegar em casa, minha mãe foi para o quarto dela, com certeza para colocar uma calcinha, pouco depois saiu com um roupão semitransparente, talvez para a gente ver que estava de calcinha, deixando ver seu corpo maduro e gostoso, ela se aproxima e pergunta se queremos jantar alguma coisa, ou se temos algo para conversar, talvez tentando descobrir algo sobre o que aconteceu no depósito, minha irmã disse que ela não ia jantar e que iria para o quarto dela revisar as tarefas da escola, eu falei que só ia tomar um suco e ver TV antes de dormir, minha mãe suspirando aliviada, relaxou um pouco achando que eu não sabia da foda que ela levou momentos antes, confiante, chegou perto pra me dar um beijo na bochecha, e eu aproveitei pra abraçar ela colocando uma mão no ombro e a outra na parte baixa das costas, bem perto da bunda dela, que eu pude sentir por baixo do roupão, roçando sutilmente com meu dedo mindinho a dobra da calcinha de bikini dela, senti o corpo dela quentinho, talvez ainda estivesse excitada, porque acho que ela não teve orgasmo nenhum quando foi comida, acho que faltou mais pau pra ela ficar satisfeita. Com o contato com ela, e já com minha mão perto da bunda dela, não consegui evitar que meu pau reagisse começando a crescer, de propósito encostei meu corpo no da minha mãe, pra ver qual seria a reação dela, me arriscando a levar uma bronca, e ao sentir minha dureza na pélvis dela, talvez tenha sido minha imaginação, mas senti por um momento que ela encostou mais em mim, e fez um pequeno movimento circular com a pélvis, como se quisesse sentir meu pau. Depois de me dar o beijo na bochecha, ela se afastou do meu abraço devagar, nervosa e um pouco ofegante, desfazendo a aproximação que durou um instante, mas que eu curti bastante. Ela me disse que ia tomar um banho, porque estava se sentindo cansada. Foi pro banheiro, balançando com uma sensualidade marcante a bunda bonita dela, destacando o bikini que mal conseguia segurar o par de bundões lindos e grandes dela; tomei meu suco e me deitei na cama vendo TV, pouco tempo depois minha mãe saiu do banheiro, enrolada numa toalha, e me mandou tomar banho também. Fui fazer isso sem tirar os olhos do corpo gostoso dela, e antes de fechar a porta do banheiro, vejo minha mãe, de costas pra mim, tirando a toalha que a cobria pra vestir a calcinha, vejo a bunda nua dela que, ao se abaixar pra colocar a calcinha, admiro aquele cuzão gostoso, e começo a ficar excitado de novo, e Aproveitando que ela não tá me vendo, começo a me masturbar vendo ela se vestir de um jeito muito sexy. Já vestindo o shortinho dela de dormir e sem sutiã, ela vai até o espelho pra se admirar, se achando linda e gostosa. Satisfeita com a roupa, ela vai pra cama e se deita pra ver TV. Antes de fechar a porta do banheiro, vejo que, deitada, ela vira de bruços e suas lindas nádegas aparecem como dois vulcões em erupção, e entre elas aparece o lindo biquíni vermelho dela, que fica levemente enfiado entre as bundas gostosas dela. Vendo isso, me masturbo freneticamente e gozo do lado da porta do banheiro, imaginando que tô em cima da bunda gostosa da minha mãe, dando uma fodida igual meu irmão deu nela há pouco. Fantasio com meu pau enfiado todinho na buceta da minha mãe e terminando de depositar todo o sêmen que gozo dentro da buceta dela. Sem que ela perceba minha ação tarada e minha punheta, limpo os restos de gozo e vou tomar banho o mais rápido possível pra ficar perto da minha mãe. Quando saio, vejo ela na mesma posição, com aquele rabão empinado, mostrando tudo pra minha alegria. Sem que ela me veja e sem tirar os olhos da bunda dela, me deito do lado dela, lembrando como aquele velho enfiava o pauzão dele entre as nádegas da minha mãe. De novo, fantasio que sou eu, o filho dela, quem vai aproveitar aquele cuzão naquela mesma noite. Chego perto dela, que tá deitada de bruços com a cabeça no travesseiro. Falo baixinho, perguntando se ela tá dormindo, e ela não responde. Olho ela com cuidado e vejo a cabeça dela virada pra mim. Admiro o rostinho bonito dela com os olhos fechados e acho que tenho uma mãe muito linda. Passeio o olhar até chegar na bunda linda dela, que tá exposta porque o shortinho de dormir subiu até o começo das nádegas carnudas, mostrando o biquíni vermelho pequenininho, levemente enfiado na linha que divide os glúteos. Fico todo feliz com essa visão maravilhosa, e juro que era A bunda mais linda que já vi tão perto na minha vida de adolescente, pela simetria firme e pelas curvas perfeitas. Essa visão fez meu pau ficar duro de novo, igual a um mastro. Empolgado, libero ele do meu pijama e começo a bater uma devagar, sem tirar os olhos da bunda dela. Poucos segundos depois de começar a me masturbar, vejo com medo que minha mãe está com os olhos abertos, observando atentamente minha manobra. Assustado e nervoso, tento esconder minha ereção com as mãos. Ela dá um sorriso divertido e, sem reclamar, me pede para apagar a luz para dormir. Levanto para obedecer e sinto o olhar curioso dela no meu meio das pernas, como se quisesse ver meu pau duro de novo. Apago tudo e o quarto fica na penumbra. Nervoso, me acomodo ao lado dela e ela pergunta baixinho por que estou assim. Me fazendo de desentendido e com a voz nervosa, respondo: "Assim como?". Ela, sorrindo, me diz: — Assim, com sua coisa durinha, filho. Tudo me perguntava num tom de interesse, não de reprovação nem de bronca, como se esperasse que eu respondesse que estava daquele jeito por causa dela, do corpo lindo dela, da bunda dela que era o motivo da minha ereção. — Me desculpa, mãe. Eu estava assim porque você estava muito gostosa deitada de bruços, e dava pra ver seu corpo lindo e sua camisola deixava ver suas, suas, tipo, suas nádegas... — respondi todo nervoso. — Mas, Cristian, se você sempre me viu com pouca roupa, e às vezes nua, não me diga que isso te deixou assim, kkkkk... — disse ela com uma risadinha safada, dando uns tapinhas na própria bunda. — É sim, mãe, mas hoje eu te achei mais gostosa, seu corpo tá maravilhoso, e suas nádegas estão lindas com seu biquíni bonito. Minha mãe, contente e satisfeita com meus comentários sobre a anatomia dela, acaricia meu rosto com a mão quentinha, depois desce pra fazer carinho na minha barriga. Num dado momento, sinto o dedo mindinho dela roçar de leve no meu pau. Ela deixa a mão um instante no meu baixo ventre. Emocionado e excitado, esperava que ela De repente, minha mãe pega meu pau com a mão e começa a acariciar, e numa voz baixa e rouca me diz: —*Já é tarde, filho, boa noite, vamos dormir. E tirando a mão do meu corpo, vira de costas pra se ajeitar na cama, se cobrindo com o lençol e se preparando pra dormir. Antes que ela durma, pergunto com interesse e vantagem: —*Mãe, antes de dormir, quero te falar que hoje à tarde, quando você tava escolhendo seus presentes no depósito do Antônio, fui te procurar e senti raiva e ciúme… —Por que você sentiu isso, filho?… respondeu minha mãe tentando fingir calma… —Porque achei que vi ele acariciando seu corpo quando a gente foi com a Ninosca te buscar… Com isso, notei que minha mãe tensionou o corpo de preocupação com meu comentário, pressentindo que eu tinha visto como o próprio filho comeu ela no depósito. Nervosa, responde sem virar de frente, talvez com medo de olhar nos meus olhos e não conseguir dar uma explicação coerente: —*Não sei do que você tá falando, filho, eu só escolhia meus presentes, e seu irmão me ajudou a escolher os certos. Mas dorme logo, Cristian, que amanhã temos que acordar cedo. Melhor a gente conversar amanhã, falou minha mãe tentando não continuar a conversa e, se ajeitando, se preparou pra dormir. Depois de um bom tempo que minha mãe dormia tranquilamente, me ajeitei atrás do corpo dela como faço toda noite, encosto minha pélvis com o pau duro na bunda da minha mãe, sentindo meu pau, que nunca perdeu a rigidez, pulsar de prazer ao contato com as nádegas dela. Fiquei parado um momento, pensando que essa era a chance de ir além das simples apalpadas de toda noite. Achei que era motivo suficiente fazer ela entender que vi a trepada que deram nela no depósito do bar do Antônio. Com esse raciocínio, decidi me arriscar e começar o caminho pro meu objetivo: acariciar com mais vontade as gostosas nádegas dela e me masturbar até gozar em cima ou dentro daquela bunda enorme e desejada. Minha nossa senhora. Começo com sutileza a me encostar no corpo dela, colocando minha mão na sua cintura larga, acariciando e massageando de leve, esperando a reação dela, com meu pau pulsando e encaixado no meio das nádegas dela, fazendo uma pressão leve e, com o silêncio da parte dela, me animo e descubro o corpo dela, tirando devagar o lençol que a cobria, descendo até as pernas, deixando expostas as bundinhas lindas dela, que estão divinas apesar da pouca luz no quarto, mas o suficiente pra ver bem o corpo gostoso dela e seguir com meu objetivo. Minha mãe parecia ainda dormindo, e continuei acariciando pernas, cintura e nádegas dela. Como não houve rejeição das minhas ações, me animei um pouco mais e, com a ponta dos dedos, segui o contorno da calcinha fio dental dela que segurava aquele rabão da minha mãe. Cheguei a sentir as gordurinhas gostosas dela e, na frente, a barriguinha dela, descendo até o púbis e sentindo os pelinhos que escapavam pela lateral da calcinha, sentindo eles macios. Mais animado ainda com o silêncio dela, peguei com cuidado a borda do robe dela e levantei até a cintura, acima dos quadris, deixando o rabo dela exposto à minha inteira disposição. Coloco minha mão de novo na cintura dela e me encosto mais, grudando meu volume na bunda dela e começo a fazer movimentos leves como se estivesse comendo ela. Três movimentos e espero a reação dela. Nada, só silêncio. Parece que minha mãe continuava ou se fazia de dormindo. Animado com isso, liberei meu pau do pijama e coloquei ele apontando pro cu dela, sem parar de acariciar as nádegas dela e simulando já estar fodendo ela. Fiz outra série de movimentos de trepada e esperei a reação dela. E, inacreditavelmente, minha mãe continuava em silêncio. Animado, acariciei a racha que divide as nádegas dela, acariciando já com mais tato e descendo minhas carícias, cheguei a sentir a parte de trás da buceta dela, que senti úmida por cima da calcinha. Aí parei e, em movimentos circulares, acariciei com mais vontade aquela área. húmedo cantinho, esperando alguma resposta da minha mãe, e continuava tudo igual, em silêncio. Situação em que minha mãe me dava a entender que ela também estava gostando, animado e com o coração batendo a mil por causa da excitação, me atrevo a afastar para os lados o biquíni que cobre o cantinho molhado da minha mãe e sinto com meus dedos os lábios da buceta molhados na entrada da vagina dela, e ao redor deles apalpo a maciez dos pelos pubianos, massajo em círculos aquele lugar divino, e naquele momento ouço um leve gemido da minha mãe, tipo um mmmhhh, quase inaudível, e nervoso tiro meus dedos, besuntados com os sucos da boceta dela, pensei que ela ia acordar, esperei um pouco, mas nada, tudo continuava em silêncio, mas agora notei que a respiração da minha mãe estava ofegante, prova de que talvez ela estivesse gostando tanto ou mais que eu. Depois de alguns segundos em que minha mãe continuava na mesma passividade a tudo que o filho dela fazia, e antes de continuar, senti que minha mão ainda estava molhada com os sucos que peguei da vagina dela, com tesão e curiosidade, levei até o nariz para cheirar, não desgostei do cheiro, depois levei à boca para provar, e... amei o sabor dos sucos da minha mãe! A sensação foi simplesmente espetacular. Era inacreditável que, apesar da minha pouca ou nenhuma experiência sexual na minha vida de adolescente, eu tivesse minha mãe naquela situação de tesão, tocando e profanando aquela bunda linda à minha inteira disposição, que naquele momento eu já sentia que era só minha, e também acho mais inacreditável o fato de minha mãe estar deitada seminua ao meu lado, totalmente exposta para meu prazer particular, me deixando profanar aquela bunda gostosa até aquele momento de total satisfação, porque acho que, por mais dormindo que ela estivesse, devia sentir perfeitamente as brincadeiras que eu fazia, sem acordar, portanto, diante da passividade e do silêncio dela, ela me mostrava que estava gostando talvez mais do que Quando dom Saulo ou qualquer outro homem aproveitou o corpo dela quando a comeram, diante de tudo isso decidi continuar com minha proibida tentação, à qual já era impossível resistir. Continuei colado no corpo da minha mãe, acariciando com meus dedos já livres dos sucos da buceta dela, sigo acariciando suas bundinhas gostosas ouvindo sua respiração entrecortada de prazer, faço isso com mais confiança, mas com a mesma sutileza do começo. Me animo com pouco disfarce, pego a parte de cima do biquíni dela e vou descendo devagar, deslizando pelas nádegas com certa dificuldade, e com a cumplicidade dela, que mexeu a bunda de forma quase imperceptível, facilitando minha ação até deixar o biquíni no meio das coxas, ficando livre e exposto aquele lindo par de nádegas. O silêncio e a respiração ofegante da minha mãe me deram sinal verde para continuar e fazer algo com mais ímpeto. Pegando minha piroca dura, aproximo ela do cu dela, passando a ponta por toda a superfície das nádegas nuas, como se estivesse pintando com um pincel, e minha piroca pulsando de tesão ao sentir aquela pele deliciosa e nua. Abaixo minha mão para sentir a buceta dela de novo, acariciando e sentindo ela mais molhada, tanto que novamente lambuzo meus dedos com os líquidos quentinhos que saíam daquele precioso canal. Mamãe continuava, sim, continuava com seu divino silêncio, já totalmente entregue ao que o filho dela fizesse, e meu pau pulsante e ereto ao máximo esperava impaciente para se alojar dentro da boceta melada da minha mãe. Sem pensar mais, peguei as nádegas dela firmemente com minha mão, abri um pouco, deixando exposto novamente o buraco da bunda dela, coloquei minha piroca naquele lugar, pressionando todo aquele espaço, fazendo novamente pequenos movimentos de trepada, buscando dar abrigo à minha piroca dura, e com a lubrificação natural dos meus líquidos pré-seminais e com a umidade que havia na linda fenda da bunda dela, foi que meu pau foi deslizando devagar, um pouco para baixo, tocando a porta do entrada para o paraíso que não era nada mais que a buceta encharcada da minha mãe, continuei apontando tentando entrar, mas tinha uma certa dificuldade na minha odisseia para penetrá-la, por causa da minha inexperiência e também do tamanho da bunda dela, mas incrivelmente minha mãe me ajudou, ao parar levemente o quadril e recuar um pouco para trás, fez com que essa manobra perfeita deixasse minha cabeça bem na entrada da boceta molhada dela, ficando os dois parados por um momento, quase sem respirar pela posição excitante em que estávamos, com nossos corações batendo no limite permitido pelo grau de excitação que estávamos atingindo. Depois de alguns segundos que pareceram horas pelo silêncio reinante no quarto, sinto minha mãe fazer um leve movimento da bunda dela em direção ao meu pau, como se fosse uma ordem para eu já meter nela. Empolgado, procedi como todo filho obediente para cumprir sua ordem. Apoiando-me firmemente no quadril dela, fui introduzindo aos poucos minha virilidade no conduto vaginal molhado, que me recebeu dando boas-vindas com um aperto das paredes vaginais no tronco do meu pau. Continuei penetrando sem dificuldade, por causa da umidade que reinava ali. Eu estava no paraíso, sentindo como a vagina dela abraçava todo o comprimento do meu falo durante a penetração, me dando o máximo prazer, sugando com a boceta dela cada centímetro do meu pau ereto, engolindo com fome e desejo, com um encaixe perfeito entre a boceta da mãe e o pau do filho, como personificando uma grande obra nessa relação incestuosa. Ao chegar no fundo, entendi que a tinha totalmente penetrada. Fico colado na bunda linda dela, com meu pau pulsando de emoção, totalmente encaixado dentro da minha mãe. Fico quieto com a respiração ofegante, buscando alguma reação da parte dela, e igualmente tudo em silêncio, sem palavras, exceto por um gemido de prazer dela ao se sentir totalmente penetrada e comida pelo filho, tendo a mim mãe, com seu consentimento silencioso, começo a comê-la com investidas firmes, metendo e tirando meu pau da sua buceta gostosa, em movimentos já nada sutis. Fico parado um instante, e imediatamente ela continuou o prazer ao começar a mexer de forma deliciosa e circular sua bunda enorme, com lentidão e sutileza. Peguei o ritmo e continuei comendo ela vigorosamente. De repente, sinto o corpo dela se tensionar, soltando gemidos em forma de ooohhhhhhhhmmmm, agora um pouco mais audíveis, prova de que minha mãe estava tendo um bom orgasmo com a fodida que o filho estava dando nela. O prazer inundava todos os meus sentidos ao ter minha mãe enfiada no meu pau e fazendo ela gozar de prazer, e pressentindo a proximidade da minha inevitável gozada, comecei a me mover um pouco mais rápido, até que joguei toda a minha porra dentro da buceta da minha mãe, me tornando imediatamente um homem de verdade. Notei como ela continuava se contorcendo lentamente diante da minha torrencial gozada. Ficamos ali um momento grudados, relaxando do esforço maravilhoso, descansando ambos do grande prazer que nos demos. Daí a pouco, retirei meu pau pingando da buceta da minha mãe e, como se nada tivesse acontecido, ajustei o biquíni dela, cobrindo-a com o lençol. Eu guardei meu pau feliz, e fomos dormir. Em poucos minutos, vejo minha mãe se levantar em silêncio para ir ao banheiro, com certeza para limpar os sucos que saíram da sua pussy. Ela volta, deita ao meu lado, finjo que estou dormindo e ela me abraça, sentindo seu corpo ainda quentinho, e dormimos felizes e contentes. Sonhando eu que meu segundo despertar sexual era com a boa da minha irmã novinha. Não culpo meu irmão, graças a como vi a foda que ele deu, eu também pude entrar e gozar dentro dessa bunda enorme.
5 comentários - Minha mãe e meu irmão