A situação tinha mudado. A amazona, a mulher que achava que ia comer um novinho, entendeu que tava diante de um igual. E a caçadora foi caçada. E: "Chupa essa, vai ver o que é uma pica de verdade". Ela me olhou com cara de gata no cio. Começou a acariciar ela com os lábios e cara de safada. "Por favor, chupa. Tô doido por você". Falei, e ela com maestria fez isso. Beijou, percorreu devagar com a língua lambendo. Segurou ela com uma mão na base do tronco, apertou forte. Passou no rosto, no pescoço... e voltou a beijar, lamber, continuou com aquela boca prodigiosa. Olhei pra ela, tesudo. Pirado. Já viram quando a porra sobe na cabeça? Tava em êxtase. O melhor boquete da minha vida. "Me deixa doido como você chupa. Você é uma head master linda e sou TODO SEU". A dança do sexo amazônico tinha começado. Era foda. Ela gemia e xingava. "Onde essa mulher tava escondida?" Pensava. Num surto de sanidade, pedi pra ela parar, não ia aguentar aquele oral e queria guerra, a gente queria guerra. Ela continuava, me chupava, batia punheta e tocava. E: "Você vai fazer eu gozar, filha da puta. Tá me deixando louco". Ela me chupava se engasgando, só tirava pra tomar um ar e continuar. Tirei da boca dela, escorria saliva, babava, esfregava nos peitos e seguia. Por Deus. Que mulher. Que peitos. Que boquete. Da minha parte, tinha entrado em transe, os gemidos eram berros. E peguei na cabeça dela, agarrei a boca, galera. Umas 10 bombadas violentas. Ela começou a se engasgar no pau, olhos vidrados e uma lágrima ou outra. Era FODA. Minhas bolas tavam duras e alinhadas, com mais um pouco ia gozar de um jeito bem picante. Tinha que fazer algo, não ia gozar ali, assim. Não podia passar por inexperiente. Parei ela e levantei, a gente se beijou... Uuuuufffff. Beijo, aperto, linguada. Tudo. Um dos melhores beijos da minha vida. Empurrei ela pra cama, era MINHA vez de chupar ela. Que pressão. Porque depois daquele nível de oral, tinha que render num nível Parecido. Lembro que eu ainda estava de fio dental. Desci da boca dela rapidamente pros peitos enquanto batia uma punheta leve pra ela. Ela tava toda melada. Tava adorando o que tava rolando. Puxei o fio dental... sem pelos. Rosadinha. Molhada. LINDA. Um cheiro doce que contrastava com o tesão. Abri bem a boca e meti a cara de uma vez, enfiando a língua pra dentro, percorrendo aquela caverninha. Depois de uns segundos, saí. Dois dedos e comecei a dedar ela enquanto minha língua caçava o clitóris dela. Ela gemia pra caralho de tesão. Tinha entre as pernas dela um cara uns anos mais novo que já tinha sido aluno dela, a situação era muito quente. A gente percebeu que era protagonista de uma sessão de sexo épica.
0 comentários - Lu, la consultora. Parte 3