Lembram da minha namorada gostosa? Depois de muito tempo juntos, já que a gente teve um relacionamento de uns 4 anos mais ou menos, finalmente consegui partir aquele rabão tão gostoso enquanto a gente transava. Um dia, consegui convencer ela, além de que ela tava meio bêbada na época. A gente tinha uns 20 anos, já tinha passado por vários sustos de gravidez, mas só ficou nos sustos mesmo, haha. Enfim, começo esse relato. Foi um dia que saímos pra uma festa em outro estado. Já tínhamos pedido permissão pros pais dela, e como a gente ia com a minha família, não teve tanto problema. No dia da festa, ela tava usando um vestido preto, um pouco acima do joelho, e umas meias de rede também pretas.
Era algo assim... uff, como me excitam esse tipo de meia e ela sabia disso. Pra não prolongar muito, naquela noite a gente bebeu pra caralho.
Saímos da festa umas 12 ou 1 da manhã porque ela disse que já tava cansada. Só avisei minha família, que curte festas longas, e fomos embora. Pegamos umas cervejas da festa e passei num Oxxo pra comprar cigarros e um lubrificante. Tinha que fazer isso, já que tava bêbado. Hoje era o dia de arrebentar essa buceta. Fomos pro hotel onde íamos ficar, como tínhamos nosso próprio quarto, só entramos e tranquei bem a porta.
Nós sentamos na cama pra tomar as cervejas e começamos a nos beijar.
então lembrei que um dos meus primos tinha me dado maconha, a gente fumava de vez em quando e bolava um baseadinho.
Ficamos mais excitados, nos despimos e fomos tomar um banho pra descansar melhor. Aí no banheiro, continuamos na putaria: eu agarrando os peitos dela, ela puxando minha rola. Encostei o corpo dela na parede, me abaixei um pouco (como vocês sabem, minha mina tem no máximo 1,55m e eu uns 1,70m) e enfiei a rola inteira. Ficamos transando assim por um tempinho no chuveiro.
depois saímos, fomos pra cama, me deitei e na hora ela colocou a bucetinha gostosa dela na minha cara e comecei a meter a cara lá fundo. Ela segurava minha cabeça e eu grudado igual bezerro, chupei e chupei, agarrando os peitos dela.
até que não aguentou mais e me disse: "papi, mete teu pau em mim". Eu, com a rola bem dura e escorrendo, primeiro mandei ela chupar, como de costume. Ela começou pelas minhas bolas, adorava ter minhas bolas na boca. Depois, enfiou meu pau inteiro, engasgando gostoso. Eu sentia que ia gozar, quando ela parou e sentou no meu pau.
começou a me cavalgar enquanto dizia que queria meu gozo dentro, tava mais gostosa do que o normal, acho que por causa da bebida e da droga que tinha tomado, gritava igual uma puta, tava curtindo cada sentada que dava, já tava bem molhada, entrava e saía fácil
Falei pra ela que ia gozar, ela disse que também queria que a gente gozasse junto. Ela gozou e eu também, deixei tudo lá dentro. Sentia a porra escorrendo pelas minhas bolas.
Se parou e começou a me chupar de novo, eu ainda tava com a pica bem dura de tão excitado que tava, e ela se engasgando de novo me disse: "quero mais, papai". Eu falei: "sim, mamãe, fica de quatro como a putinha que você é". Ela obedeceu, eu me levantei e puxei ela até a beirada da cama.
Dei uma boa lambida na bunda dela.
Enfiei meu pau de novo naquela bucetinha tão gostosa, ainda com meu gozo dentro. Dava pra ouvir sons indescritíveis. Os gritos e gemidos dela me excitavam ainda mais. Puxei o cabelo dela até colar o corpo dela no meu e falei: "Deixa eu rasgar essa raba, putinha.
Ela me disse "não, porque dói". Eu falei "sim, mas você vai gostar". Cuspi no cu dela pra enfiar meu polegar, e ela aceitou, mas não sem antes pedir pra eu ir devagar. Na maior pressa, fui pegar o lubrificante no meu bolso, e ela disse: "Aaaai, você já veio preparado". Eu respondi: "Claro que sim, meu amor, você não sabe há quanto tempo eu quero meter essa pica no seu cu". Ela ficou de quatro, eu com a pica numa mão e o lubrificante aberto na outra, fui na direção dela. Dei mais uma cuspida no cu dela, passei o lubrificante, e enfiei a pica na bocetinha dela.
e começo a enfiar de novo meu polegar no cu dela, depois enfiei o outro, já tinha o ânus dela dilatado. Ela dizia que doía, mas que também gostava. Lembra que eu continuava metendo na bucetinha dela. Depois de preparar bem aquele cu, começo a enfiar a pica nela aos poucos. Ela solta um grito quando eu só tinha a cabeça dentro. Começo a enfiar mais até deixar as nádegas enormes dela coladas nas minhas pernas. Já tinha minha pica toda dentro.
começo a me mover devagar pra não machucar ela enquanto ela se acostumava, a bunda dela me apertava demais, eu concentrado em não gozar, pegava nos peitos dela e dava umas palmadas
Ela já tava com a bunda vermelha, de repente começou a rebolar a cintura, a dor já tava passando e ela tava gostando. Ela batia com força a buceta nas minhas pernas e eu sentia a xerequinha dela esfregando nas minhas bolas. Ela não parava de gritar, e eu comecei a meter mais forte.
Eu trocava, metia no cu dela e na buceta até que ela falou: "Não tira mais do meu cu, deixa aí, continua me arrebentando, adoro no cu, papai." Claro que eu não recusei e enfiei tudo de novo no cu dela. Já sentia que ia gozar — ela me conhecia tão bem que sabia disso e falou: "Goza dentro, quero todo seu leite no meu cu." Não aguentei mais, enfiei a vara o mais fundo que pude e gozei. Deixei o cu dela cheio de porra. Tirei a pica, escorreu todo o leite que tinha deixado dentro daquele cu todo dilatado.
Nós deitamos e dormimos um pouco, quando acordei já tava bem colada no meu pau, tão cedo já queria foder de novo, a putinha. Falei pra ela colocar aquela raba na minha cara, fizemos um 69, ela se afogando na minha pica e eu chupando sem parar a bucetinha, enfiando e tirando minha língua.
Ah, foi aí que eu disse: "criei um monstro", haha. Porque ela se deitou, eu fiquei por cima dela, pronto pra meter a pica, e ela falou: "me dá no cu". Será que ela tinha gostado tanto assim? Só perguntei: "Tem certeza?" E ela disse que sim, que tinha adorado. Rapidão peguei o lubrificante e, quando menos percebi, já tava com minha pica dentro do cu dela de novo.
Eu enfiava e tirava minha pica do cu dela, só via as tetas dela quicando. Me deu vontade de enforcar ela um pouco, ela adorava quando a gente transava.
Seguimos fodendo assim até que eu gozei de novo dentro do cu dela.
Depois daquela vez, a gente teve mais umas fodidas anais, ela adorava. Infelizmente, as histórias com ela já não são tantas, porque uns meses depois tive que mudar de cidade e a gente perdeu o contato. Mas, ó, teve um menage de despedida com uma prima dela — essa vai ser a última história com ela.
Era algo assim... uff, como me excitam esse tipo de meia e ela sabia disso. Pra não prolongar muito, naquela noite a gente bebeu pra caralho.
Saímos da festa umas 12 ou 1 da manhã porque ela disse que já tava cansada. Só avisei minha família, que curte festas longas, e fomos embora. Pegamos umas cervejas da festa e passei num Oxxo pra comprar cigarros e um lubrificante. Tinha que fazer isso, já que tava bêbado. Hoje era o dia de arrebentar essa buceta. Fomos pro hotel onde íamos ficar, como tínhamos nosso próprio quarto, só entramos e tranquei bem a porta.
Nós sentamos na cama pra tomar as cervejas e começamos a nos beijar.
então lembrei que um dos meus primos tinha me dado maconha, a gente fumava de vez em quando e bolava um baseadinho.
Ficamos mais excitados, nos despimos e fomos tomar um banho pra descansar melhor. Aí no banheiro, continuamos na putaria: eu agarrando os peitos dela, ela puxando minha rola. Encostei o corpo dela na parede, me abaixei um pouco (como vocês sabem, minha mina tem no máximo 1,55m e eu uns 1,70m) e enfiei a rola inteira. Ficamos transando assim por um tempinho no chuveiro.
depois saímos, fomos pra cama, me deitei e na hora ela colocou a bucetinha gostosa dela na minha cara e comecei a meter a cara lá fundo. Ela segurava minha cabeça e eu grudado igual bezerro, chupei e chupei, agarrando os peitos dela.
até que não aguentou mais e me disse: "papi, mete teu pau em mim". Eu, com a rola bem dura e escorrendo, primeiro mandei ela chupar, como de costume. Ela começou pelas minhas bolas, adorava ter minhas bolas na boca. Depois, enfiou meu pau inteiro, engasgando gostoso. Eu sentia que ia gozar, quando ela parou e sentou no meu pau.
começou a me cavalgar enquanto dizia que queria meu gozo dentro, tava mais gostosa do que o normal, acho que por causa da bebida e da droga que tinha tomado, gritava igual uma puta, tava curtindo cada sentada que dava, já tava bem molhada, entrava e saía fácil
Falei pra ela que ia gozar, ela disse que também queria que a gente gozasse junto. Ela gozou e eu também, deixei tudo lá dentro. Sentia a porra escorrendo pelas minhas bolas.
Se parou e começou a me chupar de novo, eu ainda tava com a pica bem dura de tão excitado que tava, e ela se engasgando de novo me disse: "quero mais, papai". Eu falei: "sim, mamãe, fica de quatro como a putinha que você é". Ela obedeceu, eu me levantei e puxei ela até a beirada da cama.
Dei uma boa lambida na bunda dela.
Enfiei meu pau de novo naquela bucetinha tão gostosa, ainda com meu gozo dentro. Dava pra ouvir sons indescritíveis. Os gritos e gemidos dela me excitavam ainda mais. Puxei o cabelo dela até colar o corpo dela no meu e falei: "Deixa eu rasgar essa raba, putinha.
Ela me disse "não, porque dói". Eu falei "sim, mas você vai gostar". Cuspi no cu dela pra enfiar meu polegar, e ela aceitou, mas não sem antes pedir pra eu ir devagar. Na maior pressa, fui pegar o lubrificante no meu bolso, e ela disse: "Aaaai, você já veio preparado". Eu respondi: "Claro que sim, meu amor, você não sabe há quanto tempo eu quero meter essa pica no seu cu". Ela ficou de quatro, eu com a pica numa mão e o lubrificante aberto na outra, fui na direção dela. Dei mais uma cuspida no cu dela, passei o lubrificante, e enfiei a pica na bocetinha dela.
e começo a enfiar de novo meu polegar no cu dela, depois enfiei o outro, já tinha o ânus dela dilatado. Ela dizia que doía, mas que também gostava. Lembra que eu continuava metendo na bucetinha dela. Depois de preparar bem aquele cu, começo a enfiar a pica nela aos poucos. Ela solta um grito quando eu só tinha a cabeça dentro. Começo a enfiar mais até deixar as nádegas enormes dela coladas nas minhas pernas. Já tinha minha pica toda dentro.
começo a me mover devagar pra não machucar ela enquanto ela se acostumava, a bunda dela me apertava demais, eu concentrado em não gozar, pegava nos peitos dela e dava umas palmadas
Ela já tava com a bunda vermelha, de repente começou a rebolar a cintura, a dor já tava passando e ela tava gostando. Ela batia com força a buceta nas minhas pernas e eu sentia a xerequinha dela esfregando nas minhas bolas. Ela não parava de gritar, e eu comecei a meter mais forte.
Eu trocava, metia no cu dela e na buceta até que ela falou: "Não tira mais do meu cu, deixa aí, continua me arrebentando, adoro no cu, papai." Claro que eu não recusei e enfiei tudo de novo no cu dela. Já sentia que ia gozar — ela me conhecia tão bem que sabia disso e falou: "Goza dentro, quero todo seu leite no meu cu." Não aguentei mais, enfiei a vara o mais fundo que pude e gozei. Deixei o cu dela cheio de porra. Tirei a pica, escorreu todo o leite que tinha deixado dentro daquele cu todo dilatado.
Nós deitamos e dormimos um pouco, quando acordei já tava bem colada no meu pau, tão cedo já queria foder de novo, a putinha. Falei pra ela colocar aquela raba na minha cara, fizemos um 69, ela se afogando na minha pica e eu chupando sem parar a bucetinha, enfiando e tirando minha língua.
Ah, foi aí que eu disse: "criei um monstro", haha. Porque ela se deitou, eu fiquei por cima dela, pronto pra meter a pica, e ela falou: "me dá no cu". Será que ela tinha gostado tanto assim? Só perguntei: "Tem certeza?" E ela disse que sim, que tinha adorado. Rapidão peguei o lubrificante e, quando menos percebi, já tava com minha pica dentro do cu dela de novo.
Eu enfiava e tirava minha pica do cu dela, só via as tetas dela quicando. Me deu vontade de enforcar ela um pouco, ela adorava quando a gente transava.
Seguimos fodendo assim até que eu gozei de novo dentro do cu dela.
Depois daquela vez, a gente teve mais umas fodidas anais, ela adorava. Infelizmente, as histórias com ela já não são tantas, porque uns meses depois tive que mudar de cidade e a gente perdeu o contato. Mas, ó, teve um menage de despedida com uma prima dela — essa vai ser a última história com ela.
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