assim continua essa história
poderíamos intitular ela também
DE TAL PAU TAL TACO
Sem mais delongas, deixo vocês com o relato — espero que curtam.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
E, PRINCIPALMENTE, X ME LER
A verdade é que a Diana tinha razão, eu tava quebrado, então deixei ela ir e fui descansar. Quando acordei já era tarde, esquentei alguma coisa e comi. Assim que terminei, chegou a Sandra, a mãe da Diana, minha nora que, apesar da idade, continua muito gostosa. Sempre desconfiei dela, pra mim a vida inteira ela foi uma puta e meu filho um corno manso. Ela é um pouco cheinha, com uns peitões enormes, muito metida e comigo não se dava muito bem. A verdade é que eu não só queria comer ela, mas também fazer dela minha puta submissa, pelo jeito dominador que ela tinha com meu filho, o corno de pinto pequeno que só obedecia ela. Por sorte pra ela, veio com a Diana. Tomamos mate enquanto elas limpavam a casa toda. Sério, ver ela naquele vestido me deixava com muito tesão, e mais de uma vez eu vi a calcinha dela, e até um peito escapou de tanto que a gente riu com minha neta, com quem consegui conversar sem a Sandra por perto.
— Não contou nada pra sua mãe sobre ontem à noite, né?
— Diana: Ah não, vô, se ela descobre, a gente tá ferrado. Mas se eu contar o que você tem aí embaixo, não sei o que rola.
— Tão carente assim, a puta?
— Diana: Ah, não fala assim, coitada. Eu sei que ela é muito mandona, mas é boa.
— Deve ser muito boa na cama, disso não tenho dúvida, meu anjo.
— Diana: É, mas pro meu pai isso não importa muito. Melhor deixar assim, vô. Ele me pediu pra te falar se você pode ir ajudar ele com a máquina de lavar, ele não tá conseguindo resolver.
— Fala que vou quando ele quiser.
— Diana: Melhor combinar com a minha mãe, aproveita que ela tá de bom humor agora.
Foi assim que, antes dela ir embora, falei com a Sandra:
— Então a máquina de lavar não tá funcionando? Pelo que a Diana disse, o Ariel quer que eu vá dar uma olhada.
— Sandra: Ah, siiiim, sério, sogrinho? Você não sabe como eu preciso. Quando você pode vir?
— Bom, que tal amanhã à tarde? Você vai estar em casa?
— Sandra: Sim, sim, eu espero, porque o Ariel acho que não sabe te explicar o que tem. Mais ou menos que horas?
— Na hora que você puder, pra mim tá de boa.
— Sandra: Eu chego às... Quatro da tarde, com certeza o Ariel não vai estar, ele arrumou um bico, mas isso não importa, né? No fim, eu posso ajudar ele.
Pra mim tá de boa, amanhã às cinco tô aí.
A putinha quando queria era muito gentil comigo, fiquei pensando em consertar a máquina de lavar dela e dar uma boa fodida, depois de ter visto aquele rabo, só queria arrebentar ele igual já tinha arrebentado o da filha dela, já que tava convencido que a Diana não era filha do Ariel e por isso tecnicamente não era minha neta, e menos ainda agora depois de ter comido ela. O negócio é que cheguei às cinco da tarde com minha bolsinha de ferramentas e a ideia fixa de arrebentar a buceta dela. A Sandra me recebeu com alegria, o vestido de casa deixava pouco pra imaginação, dei um abraço nela e ela respondeu, coisa rara, mas naquele abraço senti muito bem que ela sentiu minha pica dura, mas não falou nada. Falei de ir ver a máquina de lavar e ela me disse:
— Sandra, vamos tomar uns mates primeiro, cê tá com pressa?
— Não, nada disso, e a Diana, cadê?
— Sandra: Com as amigas dela, com certeza, acho que não volta essa noite.
A Sandra trouxe as coisas do mate e sentou do meu lado, não conseguia parar de olhar pra ela, ainda mais quando cruzou as pernas, com aquele movimento vi a calcinha dela por uns segundos. Começamos a conversar, a Sandra me contava sobre o mau momento que tava passando, o inútil do Ariel não arrumava emprego e só ela mantinha a casa.
— A verdade é que não sei o que dizer, eu não eduquei ele assim, cê sabe o que penso dele, não sei como cê faz pra se virar com teu salário.
— Sandra: Faço o que posso e por sorte tenho quem me ajude com isso, senão seria impossível pra mim.
— Eu tô disposto a te ajudar, mas só você, e cê já sabe que posso te ajudar muito bem.
Quando falei isso, já tinha minha mão acariciando a perna nua dela, ela olhou pra minha cara e depois baixou o olhar pro meu volume, impossível não perceber o quanto eu tava excitado e do tamanho da minha pica.
— Sandra: Ah, sogrinho, não sabe como a sua ajuda cairia bem pra gente.
— Será que não? Entendeu? Só pra você que eu daria essa ajuda, que o perdedor do meu filho se foda, tem que ser muito filho da puta pra ter uma mulher como você
Sandra e pelo que eu vejo você é muito mais filho da puta que ele
Já posso te provar agora mesmo
Sandra sim, mas não aqui
Levantei da cadeira, abaixei minha calça, minha mão já tinha conferido o quanto molhada ela tava, e quando meu pau pulou na cara dela ela me disse
Sandra caralho, que pedaço de ferramenta que você tem, por favorrr, o do Ariel não tem nem metade
Apoiei ele na boca dela e Sandra engoliu, segurei a nuca dela mas não precisei continuar guiando o boquete dela, confirmei que era uma expert chupando paus, tinha que saber lidar com um pau tão grande quanto o meu e ela fazia muito bem
Chega, vamos pra cama
Sandra na cama onde durmo com o Ariel? Que perverso que você é
Sim, onde você dorme com o corno de pinto pequeno, aí quero te foder
Em poucos minutos estávamos os dois na cama totalmente pelados, a primeira coisa que quis fazer foi um esfrega de peitos, sentir as tetonas dela rodeando meu pau, percebi na hora o tesão que a Sandrinha tava, naqueles momentos só queria sentir meu pau na buceta dela e aproveitando do tesão dela fiz dela minha puta até meter na buceta dela, por favor como ela se contorcia
Você gosta, puta, gosta, não é verdade? Isso sim é um pau, não igual o que o corno tem
Sandra siiiii você tá me matando, tá me matando, como você fode bem, velho filho da puta, sinto ele tão dentro que sei que você me rasga toda ahhh ahhh ahhhh
Se prepara porque agora vou te encher
Sandra nãooo dentro nãooo não tô me cuidando, velho, e com certeza você vai me engravidar
Então agora é a vez do seu cu
Sandra não, pelo amor, pelo cu não
Então vou te engravidar como a puta que você é
Sandra se ajoelhou sozinha de quatro e abriu as nádegas enquanto me disse
Sandra você ganhou, sogrinho, ganhou, aí tem meu cu, arrebenta ele todo mas por por favor, devagarzinho
Essa bunda já tá bem arrombada e tenho certeza que o corno nunca usou ela
Meu pau se abriu caminho dentro do cu dela enquanto a Sandrita se contorcia, de tão apertado que tava, fazia tempo que aquele cu não recebia pau e enquanto ela cavalgava a puta se queixava abafando os gemidos mordendo o travesseiro, tava arrombando o cu da vadiazinha e eu adorava como a puta reclamava e se contorcia com meu pau até que as pernas dela amoleceram e ela caiu exausta na cama e eu por cima dela sem parar de meter, num momento senti ela soluçar, era assim que eu queria a puta, implorando pra eu acabar logo de meter pau no cu dela
Você é toda minha putinha toma todo meu leite vagabunda, você gosta do meu pau putinha?
Sandra simmm sou todaaaa sua velho filho da putaaa, me dá leiteeee quero tudooooo, de agora em diante é só minha sogrinhoooo
Tirei meu pau do cu e enfiei na boca dela
Você quer tudo, aí tá, toma tudo puta, é todo seu de agora em diante e você tem proibido de tomar leite de outro pau que não seja o meu
Ela não disse nada, também não podia falar nada com meu pau enchendo a boca dela de porra, ela engoliu até a última gota, fui pro banheiro, tomei um banho bem rápido, tava cansado, quando saí do banho ela tava se levantando da cama
Vai tomar banho você também?
Sandra não pai, não vou tomar banho, deixa o corno sentir o cheiro de macho que eu tô, quer um mate?
Com a boca cheia de porra nem fodendo, toma com ele, eu volto amanhã e resolvo essa merda, aqui ó, isso é pra você fazer um jantar bonito pra Diana
poderíamos intitular ela também
DE TAL PAU TAL TACO
Sem mais delongas, deixo vocês com o relato — espero que curtam.
VALEU PELOS PONTOS E PELOS COMENTÁRIOS
E, PRINCIPALMENTE, X ME LER
A verdade é que a Diana tinha razão, eu tava quebrado, então deixei ela ir e fui descansar. Quando acordei já era tarde, esquentei alguma coisa e comi. Assim que terminei, chegou a Sandra, a mãe da Diana, minha nora que, apesar da idade, continua muito gostosa. Sempre desconfiei dela, pra mim a vida inteira ela foi uma puta e meu filho um corno manso. Ela é um pouco cheinha, com uns peitões enormes, muito metida e comigo não se dava muito bem. A verdade é que eu não só queria comer ela, mas também fazer dela minha puta submissa, pelo jeito dominador que ela tinha com meu filho, o corno de pinto pequeno que só obedecia ela. Por sorte pra ela, veio com a Diana. Tomamos mate enquanto elas limpavam a casa toda. Sério, ver ela naquele vestido me deixava com muito tesão, e mais de uma vez eu vi a calcinha dela, e até um peito escapou de tanto que a gente riu com minha neta, com quem consegui conversar sem a Sandra por perto.
— Não contou nada pra sua mãe sobre ontem à noite, né?
— Diana: Ah não, vô, se ela descobre, a gente tá ferrado. Mas se eu contar o que você tem aí embaixo, não sei o que rola.
— Tão carente assim, a puta?
— Diana: Ah, não fala assim, coitada. Eu sei que ela é muito mandona, mas é boa.
— Deve ser muito boa na cama, disso não tenho dúvida, meu anjo.
— Diana: É, mas pro meu pai isso não importa muito. Melhor deixar assim, vô. Ele me pediu pra te falar se você pode ir ajudar ele com a máquina de lavar, ele não tá conseguindo resolver.
— Fala que vou quando ele quiser.
— Diana: Melhor combinar com a minha mãe, aproveita que ela tá de bom humor agora.
Foi assim que, antes dela ir embora, falei com a Sandra:
— Então a máquina de lavar não tá funcionando? Pelo que a Diana disse, o Ariel quer que eu vá dar uma olhada.
— Sandra: Ah, siiiim, sério, sogrinho? Você não sabe como eu preciso. Quando você pode vir?
— Bom, que tal amanhã à tarde? Você vai estar em casa?
— Sandra: Sim, sim, eu espero, porque o Ariel acho que não sabe te explicar o que tem. Mais ou menos que horas?
— Na hora que você puder, pra mim tá de boa.
— Sandra: Eu chego às... Quatro da tarde, com certeza o Ariel não vai estar, ele arrumou um bico, mas isso não importa, né? No fim, eu posso ajudar ele.
Pra mim tá de boa, amanhã às cinco tô aí.
A putinha quando queria era muito gentil comigo, fiquei pensando em consertar a máquina de lavar dela e dar uma boa fodida, depois de ter visto aquele rabo, só queria arrebentar ele igual já tinha arrebentado o da filha dela, já que tava convencido que a Diana não era filha do Ariel e por isso tecnicamente não era minha neta, e menos ainda agora depois de ter comido ela. O negócio é que cheguei às cinco da tarde com minha bolsinha de ferramentas e a ideia fixa de arrebentar a buceta dela. A Sandra me recebeu com alegria, o vestido de casa deixava pouco pra imaginação, dei um abraço nela e ela respondeu, coisa rara, mas naquele abraço senti muito bem que ela sentiu minha pica dura, mas não falou nada. Falei de ir ver a máquina de lavar e ela me disse:
— Sandra, vamos tomar uns mates primeiro, cê tá com pressa?
— Não, nada disso, e a Diana, cadê?
— Sandra: Com as amigas dela, com certeza, acho que não volta essa noite.
A Sandra trouxe as coisas do mate e sentou do meu lado, não conseguia parar de olhar pra ela, ainda mais quando cruzou as pernas, com aquele movimento vi a calcinha dela por uns segundos. Começamos a conversar, a Sandra me contava sobre o mau momento que tava passando, o inútil do Ariel não arrumava emprego e só ela mantinha a casa.
— A verdade é que não sei o que dizer, eu não eduquei ele assim, cê sabe o que penso dele, não sei como cê faz pra se virar com teu salário.
— Sandra: Faço o que posso e por sorte tenho quem me ajude com isso, senão seria impossível pra mim.
— Eu tô disposto a te ajudar, mas só você, e cê já sabe que posso te ajudar muito bem.
Quando falei isso, já tinha minha mão acariciando a perna nua dela, ela olhou pra minha cara e depois baixou o olhar pro meu volume, impossível não perceber o quanto eu tava excitado e do tamanho da minha pica.
— Sandra: Ah, sogrinho, não sabe como a sua ajuda cairia bem pra gente.
— Será que não? Entendeu? Só pra você que eu daria essa ajuda, que o perdedor do meu filho se foda, tem que ser muito filho da puta pra ter uma mulher como você
Sandra e pelo que eu vejo você é muito mais filho da puta que ele
Já posso te provar agora mesmo
Sandra sim, mas não aqui
Levantei da cadeira, abaixei minha calça, minha mão já tinha conferido o quanto molhada ela tava, e quando meu pau pulou na cara dela ela me disse
Sandra caralho, que pedaço de ferramenta que você tem, por favorrr, o do Ariel não tem nem metade
Apoiei ele na boca dela e Sandra engoliu, segurei a nuca dela mas não precisei continuar guiando o boquete dela, confirmei que era uma expert chupando paus, tinha que saber lidar com um pau tão grande quanto o meu e ela fazia muito bem
Chega, vamos pra cama
Sandra na cama onde durmo com o Ariel? Que perverso que você é
Sim, onde você dorme com o corno de pinto pequeno, aí quero te foder
Em poucos minutos estávamos os dois na cama totalmente pelados, a primeira coisa que quis fazer foi um esfrega de peitos, sentir as tetonas dela rodeando meu pau, percebi na hora o tesão que a Sandrinha tava, naqueles momentos só queria sentir meu pau na buceta dela e aproveitando do tesão dela fiz dela minha puta até meter na buceta dela, por favor como ela se contorcia
Você gosta, puta, gosta, não é verdade? Isso sim é um pau, não igual o que o corno tem
Sandra siiiii você tá me matando, tá me matando, como você fode bem, velho filho da puta, sinto ele tão dentro que sei que você me rasga toda ahhh ahhh ahhhh
Se prepara porque agora vou te encher
Sandra nãooo dentro nãooo não tô me cuidando, velho, e com certeza você vai me engravidar
Então agora é a vez do seu cu
Sandra não, pelo amor, pelo cu não
Então vou te engravidar como a puta que você é
Sandra se ajoelhou sozinha de quatro e abriu as nádegas enquanto me disse
Sandra você ganhou, sogrinho, ganhou, aí tem meu cu, arrebenta ele todo mas por por favor, devagarzinho
Essa bunda já tá bem arrombada e tenho certeza que o corno nunca usou ela
Meu pau se abriu caminho dentro do cu dela enquanto a Sandrita se contorcia, de tão apertado que tava, fazia tempo que aquele cu não recebia pau e enquanto ela cavalgava a puta se queixava abafando os gemidos mordendo o travesseiro, tava arrombando o cu da vadiazinha e eu adorava como a puta reclamava e se contorcia com meu pau até que as pernas dela amoleceram e ela caiu exausta na cama e eu por cima dela sem parar de meter, num momento senti ela soluçar, era assim que eu queria a puta, implorando pra eu acabar logo de meter pau no cu dela
Você é toda minha putinha toma todo meu leite vagabunda, você gosta do meu pau putinha?
Sandra simmm sou todaaaa sua velho filho da putaaa, me dá leiteeee quero tudooooo, de agora em diante é só minha sogrinhoooo
Tirei meu pau do cu e enfiei na boca dela
Você quer tudo, aí tá, toma tudo puta, é todo seu de agora em diante e você tem proibido de tomar leite de outro pau que não seja o meu
Ela não disse nada, também não podia falar nada com meu pau enchendo a boca dela de porra, ela engoliu até a última gota, fui pro banheiro, tomei um banho bem rápido, tava cansado, quando saí do banho ela tava se levantando da cama
Vai tomar banho você também?
Sandra não pai, não vou tomar banho, deixa o corno sentir o cheiro de macho que eu tô, quer um mate?
Com a boca cheia de porra nem fodendo, toma com ele, eu volto amanhã e resolvo essa merda, aqui ó, isso é pra você fazer um jantar bonito pra Diana
3 comentários - A vez da minha nora, a mãe da minha neta
Muy buen relato