Preciso contar sobre mim.
Meu nome verdadeiro não é Rosa, mas pra vocês me chamarem assim, tenho 23 anos atualmente.
Desde a época do ensino médio, quando conheci pela primeira vez o que era sexo com um cara mais velho que eu, tudo mudou... tudo mudou em mim.
Vou contar o que aconteceu uma vez, uns 4 anos atrás. Eu ainda estava no ensino médio.
Meu grupo, com quem eu andava na escola, estava organizando uma festa pro Dia das Bruxas, ou melhor, Dia dos Mortos.
Um dos meus amigos era um dos mais populares da escola. Eu era a garota que não era tão popular assim. Mas tinha minhas amigas que eram bem populares. Então, no fim, nosso grupo tinha bastante poder, por assim dizer, pra fazer festas.
Naquela época, eu tinha começado a namorar um cara bem bonito. Quando comecei a conhecer melhor meu namorado, ele me contava de tudo. Justamente, ele me contou que um tal cara não gostava dele. Bom, já tinha histórico de problema. Pra falar a verdade, eu também não gostava daquele cara. E além do mais, ele era feio. Feio e metido.
Além de só falar besteira.
Bom, eu sempre fiquei do lado do meu namorado, porque aquele cara era bem vulgar e às vezes ficava enchendo o saco das minhas amigas. Minhas amigas também odiavam ele, porque era daqueles caras que só de olhar já dá raiva. (Ele era feio, mas era malhado, sim.)
Bom, a festa em si ia rolar em outubro, pra ser exata. Já estava tudo pronto.
Era uma casa grande que íamos alugar. Tinha vários quartos, piscina e um lugar bem bonito.
Bom, chegou o tal dia. Nesse dia, chegamos cedo pra ver quais quartos íamos pegar pra dormir. Claro que tínhamos chaves de cada quarto, e as outras pessoas que iam também.
Começou a encher de gente. Tinha pessoas que eu nunca tinha visto na vida, mas essa era a ideia: que fosse uma party ou festa muito boa. Tinha tanto álcool que dava até pra se banhar nele. A coisa foi ficando... Muito boa. Meu namorado, os amigos dele e meus amigos, a gente tava bem de boa. Chegou num ponto que minha amiga tinha levado umas drogas doidas. Haha, que te deixavam super feliz. Eu naquele dia não quis experimentar aquilo.
Meu namorado e meus amigos sim, usaram. Bom, eles já tavam super na onda num quarto, porque a festa tava uma loucura, todo mundo dançando. Quando eu te falo que tava muito bom, é que tinha gente dançando, você passava do lado de uns quartos e uns já tavam transando. Se divertindo pra caralho. Ainda lembro que vi minha amiga, a popular, com o crush dela.
Eu já tava bem ruinzinha, tinha bebido de tudo. Meu namorado tava super drogado, na dele. Eu tava tipo Malévola e acabei sendo essa mesma Malévola naquela noite. Não sabia o que me esperava.
A noite foi avançando, voltei pra onde tavam meus amigos e meu namorado, e eles tavam na deles, quase não bebendo, mas super drogados. Mal, mal, mal.
Eu, como falei, tava lá fora vendo quem eu encontrava. Comecei a dançar com outras pessoas que tavam lá.
Suava pra caralho, pra ser sincera, e isso que tava um pouco frio. Nessa hora, encontrei aquele cara que, pra mim, minhas amigas e meu namorado, não era tão mal visto.
O cara começou a se aproximar de mim e ele tava meio bêbado. Eu, verdade, queria evitar ele. Mas ele falou: "Relaxa, pra isso que servem as festas, pra socializar e esquecer os problemas que tiver."
Bom, na real eu queria ver minhas amigas, onde elas tavam, mas não encontrava nada. Tinha muito barulho e, mesmo que eu gritasse ou fizesse algo, se ele quisesse me atacar ou fazer alguma coisa, acho que ninguém ia falar nada. A verdade é que a música tava muito alta. Falei pra ele que ia dormir, porque tava muito cansada já. Por sorte, onde eu ia dormir, meu namorado tava lá, bem na entrada do quarto ele tava.
Mas aí, enquanto eu me afastava, esse cara se aproximou de novo e falou pra gente tomar mais umas cervejas. Não sei de onde ele tirou um isopor. Ele me disse que tinha visto como subir no terraço. E ver a festa toda de lá.
Pra ser sincera, eu não queria. O cara era meio feio, como eu já falei, mas tava tudo muito escuro, ninguém ia lembrar com quem você tava ou o que fez naquela noite.
Falei pra ele a gente ir pra onde ele disse. Como eu mencionei, tinha umas mini casas espalhadas pela casa toda, e o lugar que a gente foi era de três andares. Era um roof garden muito bonito.
Perguntei de onde ele tinha tirado a chave pra chegar até ali. Lembro que não dava pra subir justamente porque qualquer um podia acessar.
Ele disse que conhecia o dono, e que o quarto dele ficava lá embaixo (a gente não passou pelo quarto dele, mas sim por outras escadas nos fundos que tinha).
Aí a gente começou a beber. Pra falar a verdade, ele tava começando a me fazer rir com todas as besteiras que falava.
Não sei como chegou num ponto em que eu me senti meio estranha, como se quisesse fazer algo a mais. Não sei, sério, porque de lá dava pra ver tudo, "pra assim dizer". Não sei em que momento o cara começou a me falar que eu era uma mina muito gostosa.
Eu falava que não era tudo isso, e perguntei por que ele e meu namorado não se davam bem. Ele comentou que foi tudo por causa do futebol. Que, sem querer, ele machucou meu namorado, e meu namorado ficou puto. Tudo ficou no futebol, mas desde então eles se odiavam.
Falei: "Beleza, futebol fica no campo, o que acontece lá."
Ele começou a falar um monte de coisas bonitas de mim. Eu, pra ser sincera, já tava meio bêbada. Lembro que tava de tanguinha preta. O cara começou a se aproximar mais e acabou me beijando.
Na real, eu tentei gritar, mas ninguém falava nada. Ele me disse: "Não vou fazer nada que você não queira."
A verdade é que eu já tava tipo umas duas semanas sem sexo. Me sentia estranha ali com ele.
Ele começou a se insinuar mais. A gente tava ao ar livre, ninguém podia nos ver de lá porque estávamos no ponto mais alto.
Ele começou a apalpar minha bunda. Eu tava muito estranha. O cara tava de moletom da Nike, daqueles de plástico. Bom, quando ele se aproximou de mim, eu consegui... Sentir um pacotão enorme.
Eu me senti estranha e excitada, falei "não pode ser, isso deve ser a carteira dele, ou o celular, ou então é uma arma mesmo. Isso é grande pra caralho."
E isso foi só de sentir com a minha barriga. Quando ele me abraçou e me colocou em cima de uma mesa pra agarrar minhas nádegas.
Ele começou a me tocar mais. Até o ponto em que fiquei assim no ar (esses são meus peitos daquele ano).
Passava pela minha cabeça: o que eu tô fazendo? Ele tá chupando meus peitos, o cara que meu namorado não suporta.
O cara depois deitou numa daquelas cadeiras de sol que tinha ali, deitou e eu fiquei por cima dele. Ele baixou a calça e me chamou de (slut).
Quando ele me chamou assim, eu explodi. Tava me excitando ainda mais pelo jeito que ele tava me chamando.
Ele começou a me humilhar. Me chamava de foxy, chupa pica.
Queria que eu gozasse como uma grande slut.
(Eu tava tipo hipnotizada) ou sei lá o que tava acontecendo comigo. Eu aceitei tudo que ele mandava.
Fui subindo devagar na cadeira onde ele tava.
Ele mandou eu chupar a pica dele.
(O cara devia ter entre 16-18 anos) porque a gente tava no ensino médio. Eu tinha acabado de fazer 18. Era mais velha e ia sair da escola naquele ano.
Comecei a baixar a calça dele. E o que eu encontrei foi uma verdadeira arma de destruir bucetas.
Não dava pra acreditar no que meus olhos viam.
Aquilo era uma pica daquelas que eu imaginava que só existiam em filme ou vídeo adulto.
Comecei primeiro a lamber os ovão que ele tinha. Eram grandes, meio molengas, mas cabiam bem na minha boca. Era a única coisa que entrava. Comecei a chupar a pica enorme que aquele moleque carregava. Não dava pra acreditar que eu tava chupando a pica do cara mais odiado da escola.
Ele começou a me chamar de tudo quanto é nome: slut, foxy, girl, slut.
Eu só ficava mais excitada cada vez mais.
O filho da puta me deixou pelada e eu sozinha com a pica dele.
Ele mandou eu ficar de quatro. Pedi pra ele usar camisinha, por favor. Ele aceitou, colocou a camisinha que ele tinha. Mas pra ser sincera, só cobria muito pouco. Acho que era camisinha barata. Parecia que ele fazia de propósito, porque usava camisinha pequena e ele tinha um pauzão.
Eu tava super molhada.
Claramente não tenho fotos daquele dia.
Mas era assim que eu tava.
(VOU COLOCANDO IMAGENS DE COMO ELE ME DEIXAVA E COMO EU TAVA, MAS NÃO SÃO MINHAS) SÃO TIRADAS DO GOOGLE, TÔ FALANDO ISSO PORQUE NAQUELE DIA ACONTECEU TUDO.
Assim que ele me deixou, eu não conseguia acreditar, ele tava me comendo. Tavam me entregando pro cara que meu namorado não suportava, ou melhor, não suporta. Minhas pernas doíam pra caralho. Assim que eu tava.
Como eu disse, não tenho fotos daquele dia. Não tirei nem me tiraram fotos, a menos que tivesse câmeras naquele lugar.
Assim que eu estava, assim que estavam me comendo.
Era umas 3 da manhã, mais ou menos.
Foi tão foda, um pauzão gigante me comendo, eu tava gritando que nem uma louca.
Tava adorando pra caralho.
O filho da puta me humilhava, me xingava de tudo.
Me chamava de foxy, slut, falou que depois daquele dia queria continuar comendo minha bunda, eu tava doida, falei pra ele fazer tudo que quisesse comigo.
Eu tava quase gozando, foi o primeiro orgasmo mais satisfatório que eu já tive. Não acreditava que naquela idade existiam paus daquele tamanho. Ele era um moleque que talvez nem tivesse 18 anos, haja, mas tava me dando uma comida daquelas que até hoje não esqueci.
Mais ou menos assim que eu tava.
Foram muitas humilhações que eu ouvi da parte dele
me chamava de garota
slut, falava que meu namorado era um cara
e se era um cara, porque enquanto ele tava com o grupinho dele
tavam me comendo no terraço da festa
realmente foi uma noite muito gostosa pra mim, minhas pernas não aguentavam mais, tive vários orgasmos, nem sei quantos. mas lembro que bem na hora que ele ia gozar, eu falei pra gozar dentro, porque eu sabia que ele tava de camisinha (falei goza dentro pra sentir como seu pauzão pulsa dentro de mim)
eu não sabia que a camisinha dele já tinha estourado fazia tempo e nem percebi porque ele já tinha me deixado bem molhada.
mas naquele dia tenho certeza que foi assim que ele me deixou
Eu não acreditava que ele tinha gozado dentro de mim. Nunca ninguém tinha gozado dentro de mim, sempre usava camisinha. Foi a primeira vez que senti porra de um homem dentro de mim.
Tudo aconteceu tão rápido, tive que me vestir correndo. Desci pra onde meu namorado estava e ele já tava dormindo, já eram umas 6 da manhã.
Tinha uma piscina lá, quase todo mundo já tinha ido embora. Entrei pra nadar pra tirar todo o suor e, sinceramente, como aquele cara me deixou super inchada e arrebentada, se meu namorado resolvesse me comer naquela hora, com certeza nem ia perceber o quão chapado ele tava.
Naquele dia, cheguei em casa lá pelas 4 da tarde. Minha bunda minúscula tava doendo toda, mal conseguia andar direito. Meu namorado disse que se divertiu muito, eu falei que tinha dormido no quarto.
Na mesma tarde, não sei como, o cara que acabou de me foder conseguiu meu número. Ele me falou um monte de coisas vulgares, eu queria bloquear ele.
Mas ele disse que queria me dar mais uma trepada. Só que dessa vez queria me mandar pra escola cheia de porra dele.
(E o filho da puta nem me mandou dinheiro pra pílula do dia seguinte) Tive que comprar eu mesma.
Voltando pra escola, o cara sempre arrumava briga com meu namorado.
Eles tavam jogando na quadra, e no fim os dois jogaram juntos. O filho da puta chamou meu namorado de viado, no contexto do futebol.
Mas eu percebia que aquele desgraçado agora enchia mais o saco do meu namorado.
Eu sentia pena e vergonha, porque meu namorado não sabia, mas aquele cara tinha me dado uma das melhores fodas da minha vida.
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Em outro relato que eu gostaria de contar, é de como cheguei na escola sem limpar minha bundinha minúscula e cheia de porra dele. Tava com a bucetinha cheia de porra.
Meu nome verdadeiro não é Rosa, mas pra vocês me chamarem assim, tenho 23 anos atualmente.
Desde a época do ensino médio, quando conheci pela primeira vez o que era sexo com um cara mais velho que eu, tudo mudou... tudo mudou em mim.
Vou contar o que aconteceu uma vez, uns 4 anos atrás. Eu ainda estava no ensino médio.
Meu grupo, com quem eu andava na escola, estava organizando uma festa pro Dia das Bruxas, ou melhor, Dia dos Mortos.
Um dos meus amigos era um dos mais populares da escola. Eu era a garota que não era tão popular assim. Mas tinha minhas amigas que eram bem populares. Então, no fim, nosso grupo tinha bastante poder, por assim dizer, pra fazer festas.
Naquela época, eu tinha começado a namorar um cara bem bonito. Quando comecei a conhecer melhor meu namorado, ele me contava de tudo. Justamente, ele me contou que um tal cara não gostava dele. Bom, já tinha histórico de problema. Pra falar a verdade, eu também não gostava daquele cara. E além do mais, ele era feio. Feio e metido.
Além de só falar besteira.
Bom, eu sempre fiquei do lado do meu namorado, porque aquele cara era bem vulgar e às vezes ficava enchendo o saco das minhas amigas. Minhas amigas também odiavam ele, porque era daqueles caras que só de olhar já dá raiva. (Ele era feio, mas era malhado, sim.)
Bom, a festa em si ia rolar em outubro, pra ser exata. Já estava tudo pronto.
Era uma casa grande que íamos alugar. Tinha vários quartos, piscina e um lugar bem bonito.
Bom, chegou o tal dia. Nesse dia, chegamos cedo pra ver quais quartos íamos pegar pra dormir. Claro que tínhamos chaves de cada quarto, e as outras pessoas que iam também.
Começou a encher de gente. Tinha pessoas que eu nunca tinha visto na vida, mas essa era a ideia: que fosse uma party ou festa muito boa. Tinha tanto álcool que dava até pra se banhar nele. A coisa foi ficando... Muito boa. Meu namorado, os amigos dele e meus amigos, a gente tava bem de boa. Chegou num ponto que minha amiga tinha levado umas drogas doidas. Haha, que te deixavam super feliz. Eu naquele dia não quis experimentar aquilo.
Meu namorado e meus amigos sim, usaram. Bom, eles já tavam super na onda num quarto, porque a festa tava uma loucura, todo mundo dançando. Quando eu te falo que tava muito bom, é que tinha gente dançando, você passava do lado de uns quartos e uns já tavam transando. Se divertindo pra caralho. Ainda lembro que vi minha amiga, a popular, com o crush dela.
Eu já tava bem ruinzinha, tinha bebido de tudo. Meu namorado tava super drogado, na dele. Eu tava tipo Malévola e acabei sendo essa mesma Malévola naquela noite. Não sabia o que me esperava.
A noite foi avançando, voltei pra onde tavam meus amigos e meu namorado, e eles tavam na deles, quase não bebendo, mas super drogados. Mal, mal, mal.
Eu, como falei, tava lá fora vendo quem eu encontrava. Comecei a dançar com outras pessoas que tavam lá.
Suava pra caralho, pra ser sincera, e isso que tava um pouco frio. Nessa hora, encontrei aquele cara que, pra mim, minhas amigas e meu namorado, não era tão mal visto.
O cara começou a se aproximar de mim e ele tava meio bêbado. Eu, verdade, queria evitar ele. Mas ele falou: "Relaxa, pra isso que servem as festas, pra socializar e esquecer os problemas que tiver."
Bom, na real eu queria ver minhas amigas, onde elas tavam, mas não encontrava nada. Tinha muito barulho e, mesmo que eu gritasse ou fizesse algo, se ele quisesse me atacar ou fazer alguma coisa, acho que ninguém ia falar nada. A verdade é que a música tava muito alta. Falei pra ele que ia dormir, porque tava muito cansada já. Por sorte, onde eu ia dormir, meu namorado tava lá, bem na entrada do quarto ele tava.
Mas aí, enquanto eu me afastava, esse cara se aproximou de novo e falou pra gente tomar mais umas cervejas. Não sei de onde ele tirou um isopor. Ele me disse que tinha visto como subir no terraço. E ver a festa toda de lá.
Pra ser sincera, eu não queria. O cara era meio feio, como eu já falei, mas tava tudo muito escuro, ninguém ia lembrar com quem você tava ou o que fez naquela noite.
Falei pra ele a gente ir pra onde ele disse. Como eu mencionei, tinha umas mini casas espalhadas pela casa toda, e o lugar que a gente foi era de três andares. Era um roof garden muito bonito.
Perguntei de onde ele tinha tirado a chave pra chegar até ali. Lembro que não dava pra subir justamente porque qualquer um podia acessar.
Ele disse que conhecia o dono, e que o quarto dele ficava lá embaixo (a gente não passou pelo quarto dele, mas sim por outras escadas nos fundos que tinha).
Aí a gente começou a beber. Pra falar a verdade, ele tava começando a me fazer rir com todas as besteiras que falava.
Não sei como chegou num ponto em que eu me senti meio estranha, como se quisesse fazer algo a mais. Não sei, sério, porque de lá dava pra ver tudo, "pra assim dizer". Não sei em que momento o cara começou a me falar que eu era uma mina muito gostosa.
Eu falava que não era tudo isso, e perguntei por que ele e meu namorado não se davam bem. Ele comentou que foi tudo por causa do futebol. Que, sem querer, ele machucou meu namorado, e meu namorado ficou puto. Tudo ficou no futebol, mas desde então eles se odiavam.
Falei: "Beleza, futebol fica no campo, o que acontece lá."
Ele começou a falar um monte de coisas bonitas de mim. Eu, pra ser sincera, já tava meio bêbada. Lembro que tava de tanguinha preta. O cara começou a se aproximar mais e acabou me beijando.
Na real, eu tentei gritar, mas ninguém falava nada. Ele me disse: "Não vou fazer nada que você não queira."
A verdade é que eu já tava tipo umas duas semanas sem sexo. Me sentia estranha ali com ele.
Ele começou a se insinuar mais. A gente tava ao ar livre, ninguém podia nos ver de lá porque estávamos no ponto mais alto.
Ele começou a apalpar minha bunda. Eu tava muito estranha. O cara tava de moletom da Nike, daqueles de plástico. Bom, quando ele se aproximou de mim, eu consegui... Sentir um pacotão enorme.
Eu me senti estranha e excitada, falei "não pode ser, isso deve ser a carteira dele, ou o celular, ou então é uma arma mesmo. Isso é grande pra caralho."
E isso foi só de sentir com a minha barriga. Quando ele me abraçou e me colocou em cima de uma mesa pra agarrar minhas nádegas.
Ele começou a me tocar mais. Até o ponto em que fiquei assim no ar (esses são meus peitos daquele ano).
Passava pela minha cabeça: o que eu tô fazendo? Ele tá chupando meus peitos, o cara que meu namorado não suporta.O cara depois deitou numa daquelas cadeiras de sol que tinha ali, deitou e eu fiquei por cima dele. Ele baixou a calça e me chamou de (slut).
Quando ele me chamou assim, eu explodi. Tava me excitando ainda mais pelo jeito que ele tava me chamando.
Ele começou a me humilhar. Me chamava de foxy, chupa pica.
Queria que eu gozasse como uma grande slut.
(Eu tava tipo hipnotizada) ou sei lá o que tava acontecendo comigo. Eu aceitei tudo que ele mandava.
Fui subindo devagar na cadeira onde ele tava.
Ele mandou eu chupar a pica dele.
(O cara devia ter entre 16-18 anos) porque a gente tava no ensino médio. Eu tinha acabado de fazer 18. Era mais velha e ia sair da escola naquele ano.
Comecei a baixar a calça dele. E o que eu encontrei foi uma verdadeira arma de destruir bucetas.
Não dava pra acreditar no que meus olhos viam.
Aquilo era uma pica daquelas que eu imaginava que só existiam em filme ou vídeo adulto.
Comecei primeiro a lamber os ovão que ele tinha. Eram grandes, meio molengas, mas cabiam bem na minha boca. Era a única coisa que entrava. Comecei a chupar a pica enorme que aquele moleque carregava. Não dava pra acreditar que eu tava chupando a pica do cara mais odiado da escola.
Ele começou a me chamar de tudo quanto é nome: slut, foxy, girl, slut.
Eu só ficava mais excitada cada vez mais.
O filho da puta me deixou pelada e eu sozinha com a pica dele.
Ele mandou eu ficar de quatro. Pedi pra ele usar camisinha, por favor. Ele aceitou, colocou a camisinha que ele tinha. Mas pra ser sincera, só cobria muito pouco. Acho que era camisinha barata. Parecia que ele fazia de propósito, porque usava camisinha pequena e ele tinha um pauzão.
Eu tava super molhada.
Claramente não tenho fotos daquele dia.
Mas era assim que eu tava.
(VOU COLOCANDO IMAGENS DE COMO ELE ME DEIXAVA E COMO EU TAVA, MAS NÃO SÃO MINHAS) SÃO TIRADAS DO GOOGLE, TÔ FALANDO ISSO PORQUE NAQUELE DIA ACONTECEU TUDO.
Assim que ele me deixou, eu não conseguia acreditar, ele tava me comendo. Tavam me entregando pro cara que meu namorado não suportava, ou melhor, não suporta. Minhas pernas doíam pra caralho. Assim que eu tava.
Como eu disse, não tenho fotos daquele dia. Não tirei nem me tiraram fotos, a menos que tivesse câmeras naquele lugar.Assim que eu estava, assim que estavam me comendo.
Era umas 3 da manhã, mais ou menos.
Foi tão foda, um pauzão gigante me comendo, eu tava gritando que nem uma louca.
Tava adorando pra caralho.
O filho da puta me humilhava, me xingava de tudo.
Me chamava de foxy, slut, falou que depois daquele dia queria continuar comendo minha bunda, eu tava doida, falei pra ele fazer tudo que quisesse comigo.
Eu tava quase gozando, foi o primeiro orgasmo mais satisfatório que eu já tive. Não acreditava que naquela idade existiam paus daquele tamanho. Ele era um moleque que talvez nem tivesse 18 anos, haja, mas tava me dando uma comida daquelas que até hoje não esqueci.
Mais ou menos assim que eu tava.
me chamava de garota
slut, falava que meu namorado era um cara
e se era um cara, porque enquanto ele tava com o grupinho dele
tavam me comendo no terraço da festa
realmente foi uma noite muito gostosa pra mim, minhas pernas não aguentavam mais, tive vários orgasmos, nem sei quantos. mas lembro que bem na hora que ele ia gozar, eu falei pra gozar dentro, porque eu sabia que ele tava de camisinha (falei goza dentro pra sentir como seu pauzão pulsa dentro de mim)
eu não sabia que a camisinha dele já tinha estourado fazia tempo e nem percebi porque ele já tinha me deixado bem molhada.
mas naquele dia tenho certeza que foi assim que ele me deixou
Eu não acreditava que ele tinha gozado dentro de mim. Nunca ninguém tinha gozado dentro de mim, sempre usava camisinha. Foi a primeira vez que senti porra de um homem dentro de mim.Tudo aconteceu tão rápido, tive que me vestir correndo. Desci pra onde meu namorado estava e ele já tava dormindo, já eram umas 6 da manhã.
Tinha uma piscina lá, quase todo mundo já tinha ido embora. Entrei pra nadar pra tirar todo o suor e, sinceramente, como aquele cara me deixou super inchada e arrebentada, se meu namorado resolvesse me comer naquela hora, com certeza nem ia perceber o quão chapado ele tava.
Naquele dia, cheguei em casa lá pelas 4 da tarde. Minha bunda minúscula tava doendo toda, mal conseguia andar direito. Meu namorado disse que se divertiu muito, eu falei que tinha dormido no quarto.
Na mesma tarde, não sei como, o cara que acabou de me foder conseguiu meu número. Ele me falou um monte de coisas vulgares, eu queria bloquear ele.
Mas ele disse que queria me dar mais uma trepada. Só que dessa vez queria me mandar pra escola cheia de porra dele.
(E o filho da puta nem me mandou dinheiro pra pílula do dia seguinte) Tive que comprar eu mesma.
Voltando pra escola, o cara sempre arrumava briga com meu namorado.
Eles tavam jogando na quadra, e no fim os dois jogaram juntos. O filho da puta chamou meu namorado de viado, no contexto do futebol.
Mas eu percebia que aquele desgraçado agora enchia mais o saco do meu namorado.
Eu sentia pena e vergonha, porque meu namorado não sabia, mas aquele cara tinha me dado uma das melhores fodas da minha vida.
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Em outro relato que eu gostaria de contar, é de como cheguei na escola sem limpar minha bundinha minúscula e cheia de porra dele. Tava com a bucetinha cheia de porra.
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