Chegou o dia do batizado, que seria num domingo às 12h. Depois do batizado, a gente ia fazer um pequeno churrasco no quintal de casa.
A gente tomou banho cedo, nós dois estávamos nos arrumando no quarto. Coloquei uma calcinha fio dental branca com renda, meia-calça cor da pele. Tinha parado de usar salto agulha pra evitar acidente depois que virei mãe e ficava carregando o bebê, mas pra essa ocasião comprei uns sapatos de salto alto, mas grosso, que me deixavam segura pra andar com meu filho. Sinto que o salto alto ajuda a empinar mais a bunda e deixar ela mais firme e redonda. Tava quase vestindo o vestido quando meu marido me elogiou:
— Tá uma gostosa, love, não canso de olhar essa bunda deliciosa que você tem, já me deixou de pau duro — enquanto me dava um beijo na nuca e passava a mão na minha virilha, roçando meu clitóris. Uma onda de prazer percorreu meu corpo e eu virei, dando um beijo safado nele enquanto acariciava o pau dele por cima da calça, que já tava grosso e comprido, quase ereto, prestes a fazer uma barraca na calça. Mas me afastei na hora, senão com certeza a gente se despia e ficava transando igual uns bichos.
— Calma, love, não me excita, senão a gente não chega na igreja. Segura até a noite, depois que a festa acabar — respondi.
Vesti um vestido cor de pérola, de alças, acima do joelho, justo no corpo, sexy e elegante ao mesmo tempo, provocante sem ser vulgar. Um decote leve nas costas e nos peitos, que eu disfarçava com um xale de linho branco que ia usar na igreja.
Me olhei no espelho e realmente tava espetacular, muito gostosa, me sentia linda e radiante.
Meu marido me elogiou e a gente partiu pra igreja com meu bebê e a babá dele, que cuidou de vestir ele pra ocasião.
Chegamos na igreja um pouco antes do horário, mas tinha muita gente, não achávamos lugar pra estacionar, então meu marido pediu pra eu descer na Quando cheguei no estacionamento que eu tava procurando, os padrinhos já estavam na entrada esperando a gente. Cumprimentei os dois com um beijo. Quando fui beijar o Hugo, como ele é mais alto que eu, ele se abaixou e aproveitou pra passar os lábios bem de leve pela minha bochecha, só roçando a pele, mas o suficiente pra me arrepiar toda e fazer minha bucetinha ficar molhada de novo.
Cumprimentei o resto da galera, família e conhecidos, e sentamos na frente. A igreja tava lotada, cheia de criança pra batizar. Depois que batizamos o bebê e a cerimônia acabou, chegou a hora das fotos. Todo mundo se amontoou no altar pra tirar foto, e enquanto esperávamos nossa vez, senti o corpo de um homem se encaixando atrás de mim, colado nas minhas costas. Um volume quente roçando minha bunda. Me arrepiei, mas pensei que foi sem querer. Logo percebi que não. Aquele volume voltou e roçou minha bunda pela segunda vez. No começo eram roçadas tímidas, encostando o volume de leve, quase imperceptível, e tirando. Mas aos poucos ele foi ganhando confiança e apertava com mais força, depois tirava de novo. Comecei a suar, e não era por causa do calor. Me agarrei com mais força no meu marido, que tava do meu lado e não percebia o que um desconhecido tava fazendo com a esposa dele. Fechei os olhos, me deixei levar. Tava adorando a apertada e levantei mais a bunda pra sentir melhor o pau enfiado entre minhas nádegas. Era um volume bem grosso, dava pra sentir o contorno e a cabeça do pau. Quando viu que eu tava gostando da "brincadeira", um dedo safado percorreu minha virilha e roçou meu clitóris. Senti minha bunda amolecer, apertei os dentes pra não soltar um gemido de prazer e me agarrei com mais força no braço do meu marido, o que fez ele virar e olhar minha cara, que tava meio vermelha e suada.
— Tá bem? — ele perguntou.
— É, é só o calor. Tô me sentindo meio sufocada, mas nada grave — respondi. A fila foi andando devagar, sempre com aquele volume duro entre minhas nádegas carnudas, a cada passo que eu dava sentia a picada, cada vez mais dura, mais firme, como uma lança querendo me furar, aquela piroca apertada contra minha bunda estava me dando um prazer inesperado e comecei a rebolar um pouco pra trás, me apertando contra a piroca do desconhecido, que por sua vez fazia força pra frente e esfregava sua ferramenta dura em mim.
De repente, ouço uma voz bem baixinha no meu ouvido que me pareceu familiar.
- Tá gostando, gostosa?
Meu corpo inteiro se tensou, era a voz do Hugo, o padrinho, o que tinha se esbaldado na minha bunda, me arrependi de ter me deixado levar pela minha alma de puta e tentei me mexer e me soltar, me virei abraçando meu marido, escapando da lança dura que queria me furar, que agora se esfregava no meu quadril.
A fila andou um passo e aproveitei pra me colocar na frente do meu marido, que me abraçou e agora era o volume dele que começava a endurecer, será que a culpada era minha bunda?
Finalmente chegou nossa vez e, pegando um guardanapo, enxuguei meu suor, a babá me passou meu bebê e nos acomodamos pras fotos, as primeiras fotos foram só de mim e do meu marido com o bebê, depois os padrinhos se juntaram, o fotógrafo colocou o Hugo, o padrinho, do meu lado e a esposa dele, Elena, do lado do meu marido.
Nisso, sinto uma mão apertando minhas nádegas, me deu um susto que quase soltei o bebê, pensei que fosse uma brincadeira do meu marido, mas antes de reclamar, olhei pra baixo, meu marido tinha as duas mãos na frente, senti um arrepio e virei pro outro lado, o Hugo tinha só uma mão na frente, bem na altura da virilha, com certeza disfarçando a ereção, não acreditava na cara de pau daquele homem, me arrependi de não ter cortado logo no começo as esfregadas dele, mas não quis fazer escândalo, sorri nervosa, tentando me acalmar e disfarçar, o dedo dele contornou a tira da calcinha fio dental na parte de cima das minhas nádegas, e continuou Seguindo a tira, abrindo caminho entre minhas carnes, num reflexo eu apertei as nádegas com força, impedindo que ele conseguisse seu objetivo e chegasse ao meu buraco.
Não conseguiu o que queria, mas não desistiu e, descaradamente, com a palma da mão aberta, apertou uma das minhas nádegas e depois passou pra outra — um carinho que me fez tremer. As fotos continuaram com os outros convidados, e aproveitei pra tirar o pano que tinha ficado enfiado entre minhas nádegas.
Finalmente as fotos acabaram e nos despedimos. Hugo sorria de um jeito safado e meio pervertido, minha cara estava completamente vermelha e eu não conseguia olhar nos olhos dele, o que parecia diverti-lo.
A recepção era no quintal da casa. Alugamos umas lonas e contratamos dois garçons pra servir a comida e as bebidas. Os convidados chegaram, todos elogiando como meu bebê era lindo, todo mundo queria pegar ele no colo. Enquanto isso, eu atendia e conversava com quem ia chegando, inclusive a Elena, minha nova comadre, que se revelou muito tagarela. Tudo corria normal, embora eu não conseguisse esquecer as apalpadas do meu pervertido novo compadre.
Tinha cerveja e uísque. Depois de umas duas horas, a música começou. Meu marido me puxou pra dançar pra inaugurar o baile, e os padrinhos vieram atrás. Eu me sentia excitada, e não sei se era coincidência ou não, mas os padrinhos estavam sempre atrás da gente. Eu sentia o olhar do padrinho se deliciando morbidamente com minha bunda.
Depois de um tempo, como já tinha muitos casais dançando, fomos sentar. Eu fiquei com minha comadre e algumas amigas, e meu marido com os amigos dele, incluindo o padrinho.
Pouco depois, minha comadre levantou pra falar com os filhos dela, que tinham ficado com os avós. Aí Hugo aproveitou pra me chamar pra dançar. Procurei o olhar do meu marido, como quem busca aprovação, mas acho que ele já tava muito bêbado, nem percebeu. Então fui dançar. Ele me pegou pela cintura e minha pele se arrepio. Devagar, chegamos na pista improvisada. A música era salsa e ele dançava muito bem, nisso ele me pega pela mão e me faz girar, fiquei de costas e senti o roçar do volume dele entre minhas nádegas, tinha certeza que não foi um roçar acidental, mas não falei nada. Uns segundos depois ele me faz dar outro giro e dessa vez, sem vergonha nenhuma, cola o peito dele nas minhas costas e o volume dele contra minha bunda. O pau já estava duro e tentando se enfiar entre meus glúteos, excitante, mas muito ousado. Alguém podia perceber, e não eram poucos os homens que me seguiam com o olhar, incluindo meu sogro e meus cunhados. Então, rapidamente dei outra meia-volta e reclamei com ele.
— Qual é o seu problema? Não vê que todo mundo tá olhando pra gente? Me respeita, sou a esposa do seu melhor amigo.
— Desculpa, mas tô muito tarado. Você me excita pra caralho e quero te comer.
— Tá maluco? Com quem você pensa que tá falando? Não sou uma puta barata.
Tentei me soltar, mas ele me segurava nos braços e não me deixava sair. Não podia fazer um escândalo, então pedi pra ele me largar.
— Olha, me solta agora, não quero mais dançar com você. Se não me soltar, juro que vou fazer uma puta confusão — a última coisa que eu queria era estragar a festa, mas faria se fosse necessário, já era demais.
— Vai, tenho certeza que você é uma gostosa na cama. Ninguém vai ficar sabendo, prometo guardar segredo.
— Não, me solta. Vou contar até três. Se não soltar, grito e vira uma zona.
— Vai, aceita, você vai adorar. Vou te comer bem gostoso, tenho um pau grosso e cabeçudo.
— Não, não, sou uma mulher casada. Se não me soltar agora, eu grito... Um, dois...
Antes do três, ele me soltou. Fui embora indignada com minhas amigas, mas terrivelmente excitada com tudo que aquele pervertido me disse. Meu coração batia acelerado, parecia que ia sair pela boca. Ele ficou uns instantes no meio da pista e depois foi embora com os amigos dele e meu marido.
Sentia um calor danado no corpo e muita sede. Pra me acalmar, servi um pouco de uísque e tomei um gole, puro, sem gelo nem nada.
O drink me ajudou a me acalmar e finalmente consegui respirar mais tranquila, nisso chega a babá do meu bebê e me entrega ele, já era tarde e ela se recolheu ao quarto dela, continuei conversando com minhas amigas e aos poucos foram se despedindo, olhei pro grupo que estava com meu marido, entre eles o Hugo, e percebi que estavam visivelmente bêbados, exceto o Hugo, que parecia o mais sóbrio. Chegou a hora de colocar o bebê pra dormir e fui deitá-lo no quarto dele, parecia não se incomodar com a música, quando voltei só estavam meus pais, meus sogros e os cunhados deles com as esposas, além da minha nova comadre, que estavam esperando pra se despedir, e o grupo que estava com meu marido, que não parecia que iam se despedir tão cedo. Primeiro se despedem meus pais, depois a família do meu marido, saí pra acompanhá-los até a saída e me desculpar pelo estado inconveniente do meu marido. Depois a Elena se aproxima e me diz que vai embora sozinha, já que o marido dela quer continuar a farra com meu marido, e me pede pra cuidar dele, digo pra ela não se preocupar, que quando terminarem a bebedeira eu cuido de mandá-lo de táxi e aviso ela pra ficar de olho, ela agradece e me dá um abraço de despedida. Nisso eles começam a cantar músicas sertanejas, meu marido entre eles, pelo visto a noite ainda seria longa e me despedi do meu marido e dos amigos dele pra ir dormir. Antes de ir pro meu quarto, fui dar uma olhada no quarto do meu bebê pra ver se ele estava bem e não se assustava com aqueles cantores tão desafinados. Estava encostada no berço do bebê quando sinto uma mão que abraça minha cintura e o peito de um homem colado nas minhas costas, tentei me soltar, mas ele me segurou com mais força, me virou e aproximou a boca da minha, apertei os lábios pra resistir, era o Hugo mesmo, que me disse: - Vai, deixa eu te comer, seja boazinha, vou ser suave, vou te comer tão gostoso que vou te deixar louca de prazer. - Não, por favor, não, me solta, me respeita, sou a esposa do seu amigo. Hugo não desistiu, senti os braços dele me apertando contra ele. corpo, um abraço forte e sensual e continuou beijando meu pescoço, senti sua língua ardente lamber minha orelha e uma onda de calor invadiu minha espinha.
— Vamos, se solta, gostosa, desde a igreja percebi que você adorou meu pau e tenho certeza que tá morrendo de vontade de dar pra mim — ele sussurrou no meu ouvido, foi tão erótico que meu corpo tremeu.
Mesmo eu me negando, meu corpo me traía, me deixava apertar e acariciar, sentia o pau dele duro e quente contra minha barriga.
— Não, Hugo, não tá certo, meu marido pode chegar a qualquer hora.
— Ha, ha, seu marido tá bem bêbado e animado, escuta ele cantando:
Suas lambidas desceram pros meus peitos, os dentes roçaram um mamilo enquanto beliscava o outro, um gemido escapou da minha boca. Ele foi me despindo, até eu ficar só de calcinha fio dental. As mãos fortes dele percorriam meu corpo, minhas pernas, minha bunda. De novo, ele buscou minha boca e me deu um beijo cheio de paixão. Os lábios grossos dele abriram os meus, senti a língua dele se enfiar dentro de mim, quente, ardente, percorrendo meu céu da boca. A saliva dele se misturava com a minha, enquanto ele apertava minha bunda com força e luxúria. O cheiro de macho dele me embriagava. Ali acabou minha resistência: meus braços envolveram o pescoço dele e eu me entreguei à língua experiente e sabida dele. Durante vários minutos ele ficou me beijando com paixão. A rudeza e a grosseria dele me excitavam, coisa de peão de plataforma de petróleo. Eu tava toda molhada.
— Assim, gostosa, isso. Tô louco pra te comer, pra você ser minha mulher.
De repente, num momento de lucidez, me deu um medo danado do meu marido chegar e eu reclamei:
— Não, espera, não, por favor. Sou uma mulher casada, meu marido é seu melhor amigo, você é o padrinho do meu filho.
— Vai, gata, ninguém vai saber, só eu e você. Sei que você também quer, você tá bem molhadinha — disse ele enquanto os dedos acariciavam a entrada da minha bucetinha.
Ele continuou acariciando meu sexo, afastou minha calcinha e enfiou os dedos na minha buceta, me fazendo gemer.
No quarto, além do berço, tinha uma poltrona reclinável e uma cadeira de balanço que a gente usava pra ninar o bebê. Ele me encostou na poltrona e me virou. Apertava e acariciava minha bunda, e eu abri as pernas, empinei mais a raba, oferecendo praquelas mãos grandes e calejadas. Ele se abaixou, puxou o tecido da minha calcinha que tava enfiada entre minhas nádegas, mordeu, beijou meus glúteos e lambeu cada centímetro da minha pele. Ele fazia aquilo maravilhosamente. Minha pele se arrepiou. Logo senti ele tirar minha calcinha de vez e, separando minha bunda, começou a lamber toda a minha rachinha. A língua dele percorria desde meu clitóris até meu cu. Senti que ia desmaiar de prazer. Meu corpo inteiro... estremecia, não consegui evitar soltar um gemido de prazer, ele ficou me lambendo e chupando minha bucetinha e meu cu por uns 15 minutos, enfiava a pontinha da língua nos dois buracos, afundava a cara entre minhas nádegas, o nariz dele roçava meu esfíncter e ele aspirava, o que me dava uma sensação estranha, como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo por dentro, enquanto ele dizia:
- Sua putinha, que cu, adoro seu cheiro de cu, putinha, é macio, gostoso.
Dava pra ver que era um sujo, um depravado, mas ele me tinha nas mãos, cada coisa que fazia me excitava, aí ele começou a chupar meu ânus como se fosse um polvo e meu corpo todo se contorceu, espasmos percorriam minha coluna, ele deixou minha bundinha pulsando, me virou deitando no sofá, se abaixou e levantou minhas pernas, começou a esfregar o pau na minha buceta, o pau dele não era tão grande, uns 16 cm, o pau do meu marido era bem maior, mas muito grosso, o mais grosso que já vi, ele sorriu e com um empurrão enfiou a cabeça, esticando minhas dobras, o que me fez soltar um gemido de prazer e uma leve ardência.
- Ai, putinha, que apertadinha você é, que buceta gostosa, adoro.
- Ufff, seu pau é tão grosso, machuca, agghhh, devagar.
Ele continuou empurrando aos poucos, devagar, eu sentia o pau grosso abrindo minhas entranhas, centímetro por centímetro, a sensação era muito intensa, eu mordia meus lábios e arqueava minhas costas pra não gemer e gritar, até que num último empurrão ele me penetrou com uma batida de quadril até o fundo, um grito de prazer e dor saiu da minha boca, ao me sentir totalmente empalada por aquele pau enorme.
- Pronto, gostosa, já enfiei tudo, agora vem a parte boa - ele disse com um sorriso debochado.
Começou um vai e vem lento, me segurou pelos quadris e a cadeira de balanço começou a fazer das suas, aumentando a velocidade e a profundidade das estocadas, o prazer me invadia, mesmo tentando não gemer, era impossível, por mais que eu apertasse meus lábios não conseguia conter meus gemidos, ele se movia tão gostoso, enfiando e apertando minhas nádegas, mesmo bem lubrificada, aquela pica roçava as dobras internas da minha buceta com muita intensidade, a pélvis dela batia na minha xereca, eu derretia de prazer.
— Agghhh, ufff, sinto que você me abre toda, que pica do caralho, você me parte, ufff, aaaghhh — eu gemia.
Depois de uns 10 ou 15 minutos me comendo, ele tirou, deixando minha buceta pulsando, e disse:
— Vira, tô louco pelo seu cu, ele tem que ser meu também.
— Não, como assim, é grosso demais, se você já deixou minha xereca ardendo, é impossível entrar no meu cu.
— Vamos, vou fazer devagar, vira, vai doer um pouquinho, mas você vai adorar, por ser grossa você vai curtir mais.
Com um pouco de dúvida, fiquei de quatro e ele viu que na cômoda tinha um pote de vaselina de bebê, que me recomendaram por ser melhor que o óleo de bebê e eu usava pra evitar assaduras.
— Isso vai servir, gostosa — ele disse, abrindo o potinho. Enfiou os dedos, besuntou bem e tirou uma quantidade generosa entre os dedos.
Ele passou a vaselina e começou a massagear meu buraco por fora, movendo o dedo em círculos, acariciando minhas dobras enrugadas externas, com a outra mão abria e massageava minhas nádegas e pernas. Eu abri mais as pernas e empinei a bunda, me oferecendo, até que ele empurrou um dedo e eu me estremeci.
— Mmmmm, aghhh — soltei um gemido abafado.
O dedo dele era grosso e calejado, arranhava um pouco por dentro, um pequeno desconforto que me fez torcer.
— Calma, gata, não se empolga, é só um dedo — ele disse, pensando que eu me contorcia de tesão, mas não era bem assim.
O dedo dele foi afundando dentro de mim e aos poucos o desconforto virou prazer, o dedo calejado friccionava mais forte minhas paredes internas e eu adorava senti-lo lá dentro, então empinei mais a bunda. Quando fiz isso, o dedo virou dois, a sensação ficou mais intensa e quase me fez ver estrelas, meu cu se contraía. involuntariamente apertando aqueles dedos mágicos fuçando meu interior, ele tirou os dedos e senti um vazio, ia reclamar, quando viro pra trás e vejo que ele tá passando na própria pica grossa, que grossa que era, não consegui evitar sentir medo, embora também excitação, queria ter ela dentro, mesmo sabendo que seria um prazer doloroso.
Encostou a pica e a cabeça percorreu toda minha bucetinha, do meu clitóris até minhas costas, uma e outra vez, cada vez que passava pelo meu buraquinho apoiava e empurrava de leve, me fazendo tremer e continuava o caminho, tava me manipulando magistralmente, sentia que cada vez meu buraquinho dilatava e contraía um pouco mais, até que numa dessas já não continuou o caminho e começou a empurrar com mais força, apesar de meu cu já ter sido usado muitas vezes, era grossa demais, e não entrava, pegou mais vaselina, passou na cabeça da pica e voltaram os dedos pra tentar abrir mais minha bundinha apertada, tentou de novo e tentei relaxar o máximo que podia, até que senti as dobras do meu esfíncter esticarem até coincidir com o diâmetro do cogumelo grosso, me causando a dor mais terrível que já senti na vida, foi como se tivesse entrado uma faca em brasa, sem dúvida tinha rasgado minhas dobras anais, tentei me soltar, mas as mãos dele me seguraram firme na cintura, mordi meus lábios pra não gritar, lágrimas escorreram pelas minhas bochechas.
- Shhh, calma gatinha, calma, já entrou a cabeça.
- Tira, tira por favor, sinto que vou partir ao meio, aghhh. - implorei
- Aguenta, aguenta só mais um pouquinho, logo a dor passa e você vai gozar como uma louca.
Assim fiz, fechei os olhos e tentei relaxar e esquecer a dor, pensando no prazer que sentiria depois, quando aquela barra imensa de carne tivesse me percorrendo uma e outra vez por dentro, enquanto isso Hugo acariciava meus peitos e minhas costas, assim como minhas nádegas, aos poucos a dor foi passando e meus pedidos de tira, tira por eles se tornaram mais distantes e tênues.
Depois de alguns segundos, começou um vai e vem lento, tirava alguns milímetros e enfiava um pouco mais, ganhando terreno a cada estocada, sentia minhas fibras musculares se esticando ao máximo, a ponto de doer. Minhas súplicas de "tira" se transformaram em "devagar, devagar", sentia que ia estourar por dentro, mas a única mostra de compaixão dele foi passar mais vaselina no tronco da rola dele, cada vez que enfiava um pedaço da rola.
Meus gritos eram abafados pela música e pelo meu marido cantando a plenos pulmões:
"Yo quiero que te vayas por el mundo
Y quiero que conozcas mucha gente
Yo quiero que te besen otros labios
Para que me compares hoy como siempre…"
A música parecia o consentimento do meu marido, era nisso que eu estava pensando. A ardência estava se transformando em algo prazeroso, me fazia lembrar da dor que senti quando arrombaram meu cu pela primeira vez e comecei a curtir esse doce martírio. Comecei a rebolar devagar, lento, em círculos e para trás.
- Assim, vadia, assim, rebola, rebola pro teu macho.
- Ai, papai, sinto meu cu tão aberto, ahhhh, mas é algo tão intenso, sinto que você vai me estourar por dentro, uma mistura de ardência e prazer.
- Claro, mamãe, sabia que você era uma vadia e que ia amar minha rola, poucas vadias aguentam ela.
Ele me pegou pela cintura, deu uma estocada e senti que enfiou até o fundo, os ovos dele bateram nas minhas nádegas e da minha boca saiu um grito que tentei segurar mordendo os lábios.
- Pronto, mamãe, agora você é completamente minha, seu cu é meu, me pertence.
Começou o vai e vem, lento e profundo, tirava até deixar só a cabeça e enfiava até bater no fundo.
- Sente, vadia, aghhh, sente como minha rola percorre você por dentro, aghhh, isso.
- Mais, mais, mais - eu suplicava.
Ele me movia de forma magistral, fazia girar em círculos, combinava estocadas lentas com outras mais profundas, deixava enterrada até o fundo, me fazendo sentir, a ponto de eu Ela ficou louca de prazer.
Então lembrei de todo o prazer que tinha dado ao meu instrutor e quis retribuir o prazer que ele estava me dando. Levantei um pouco, apoiei os braços nos descansos da poltrona e comecei a rebolar, apertando a bunda e empurrando pra trás, enforcando o pau dele com meu cu. Ouvi ele grunhir e gemer. Eu mexia a bunda em círculos pra dar mais prazer. Meu cu tava ardendo, doía, mas eu não ligava, o prazer era maior. Meu corpo inteiro começou a tremer, eu comecei a gemer sem controle e Hugo aumentou as estocadas num ritmo selvagem. Ele me perfurava com toda força, praticamente furando meu cu, e eu não aguentei mais. Comecei a gozar num orgasmo intenso. Bem naquele instante, sinto uma estocada profunda e o grunhido do Hugo enquanto ele despejava jorros de porra quente dentro de mim. Ele continuou metendo por mais alguns segundos até cair exausto sobre meu corpo. O pau dele dentro de mim foi perdendo a dureza, mas mesmo mole ainda era bem grosso.
Quando finalmente tirou ele de dentro de mim, ouvi um "plop", como se estivesse destampando uma garrafa. Fios de sêmen escorreram do meu cu e desceram pelas minhas pernas. Minha buceta foi se fechando aos poucos, voltando ao tamanho normal.
Assim que recuperamos o fôlego, ele se vestiu rápido e saiu pra se juntar com meu marido e os amigos, enquanto eu ia pro meu quarto tomar um banho.
Coloquei uma blusinha e uns shorts largados e me deitei pra dormir, ouvindo ao longe o Hugo cantando a plenos pulmões.
A gente tomou banho cedo, nós dois estávamos nos arrumando no quarto. Coloquei uma calcinha fio dental branca com renda, meia-calça cor da pele. Tinha parado de usar salto agulha pra evitar acidente depois que virei mãe e ficava carregando o bebê, mas pra essa ocasião comprei uns sapatos de salto alto, mas grosso, que me deixavam segura pra andar com meu filho. Sinto que o salto alto ajuda a empinar mais a bunda e deixar ela mais firme e redonda. Tava quase vestindo o vestido quando meu marido me elogiou:
— Tá uma gostosa, love, não canso de olhar essa bunda deliciosa que você tem, já me deixou de pau duro — enquanto me dava um beijo na nuca e passava a mão na minha virilha, roçando meu clitóris. Uma onda de prazer percorreu meu corpo e eu virei, dando um beijo safado nele enquanto acariciava o pau dele por cima da calça, que já tava grosso e comprido, quase ereto, prestes a fazer uma barraca na calça. Mas me afastei na hora, senão com certeza a gente se despia e ficava transando igual uns bichos.
— Calma, love, não me excita, senão a gente não chega na igreja. Segura até a noite, depois que a festa acabar — respondi.
Vesti um vestido cor de pérola, de alças, acima do joelho, justo no corpo, sexy e elegante ao mesmo tempo, provocante sem ser vulgar. Um decote leve nas costas e nos peitos, que eu disfarçava com um xale de linho branco que ia usar na igreja.
Me olhei no espelho e realmente tava espetacular, muito gostosa, me sentia linda e radiante.
Meu marido me elogiou e a gente partiu pra igreja com meu bebê e a babá dele, que cuidou de vestir ele pra ocasião.
Chegamos na igreja um pouco antes do horário, mas tinha muita gente, não achávamos lugar pra estacionar, então meu marido pediu pra eu descer na Quando cheguei no estacionamento que eu tava procurando, os padrinhos já estavam na entrada esperando a gente. Cumprimentei os dois com um beijo. Quando fui beijar o Hugo, como ele é mais alto que eu, ele se abaixou e aproveitou pra passar os lábios bem de leve pela minha bochecha, só roçando a pele, mas o suficiente pra me arrepiar toda e fazer minha bucetinha ficar molhada de novo.
Cumprimentei o resto da galera, família e conhecidos, e sentamos na frente. A igreja tava lotada, cheia de criança pra batizar. Depois que batizamos o bebê e a cerimônia acabou, chegou a hora das fotos. Todo mundo se amontoou no altar pra tirar foto, e enquanto esperávamos nossa vez, senti o corpo de um homem se encaixando atrás de mim, colado nas minhas costas. Um volume quente roçando minha bunda. Me arrepiei, mas pensei que foi sem querer. Logo percebi que não. Aquele volume voltou e roçou minha bunda pela segunda vez. No começo eram roçadas tímidas, encostando o volume de leve, quase imperceptível, e tirando. Mas aos poucos ele foi ganhando confiança e apertava com mais força, depois tirava de novo. Comecei a suar, e não era por causa do calor. Me agarrei com mais força no meu marido, que tava do meu lado e não percebia o que um desconhecido tava fazendo com a esposa dele. Fechei os olhos, me deixei levar. Tava adorando a apertada e levantei mais a bunda pra sentir melhor o pau enfiado entre minhas nádegas. Era um volume bem grosso, dava pra sentir o contorno e a cabeça do pau. Quando viu que eu tava gostando da "brincadeira", um dedo safado percorreu minha virilha e roçou meu clitóris. Senti minha bunda amolecer, apertei os dentes pra não soltar um gemido de prazer e me agarrei com mais força no braço do meu marido, o que fez ele virar e olhar minha cara, que tava meio vermelha e suada.
— Tá bem? — ele perguntou.
— É, é só o calor. Tô me sentindo meio sufocada, mas nada grave — respondi. A fila foi andando devagar, sempre com aquele volume duro entre minhas nádegas carnudas, a cada passo que eu dava sentia a picada, cada vez mais dura, mais firme, como uma lança querendo me furar, aquela piroca apertada contra minha bunda estava me dando um prazer inesperado e comecei a rebolar um pouco pra trás, me apertando contra a piroca do desconhecido, que por sua vez fazia força pra frente e esfregava sua ferramenta dura em mim.
De repente, ouço uma voz bem baixinha no meu ouvido que me pareceu familiar.
- Tá gostando, gostosa?
Meu corpo inteiro se tensou, era a voz do Hugo, o padrinho, o que tinha se esbaldado na minha bunda, me arrependi de ter me deixado levar pela minha alma de puta e tentei me mexer e me soltar, me virei abraçando meu marido, escapando da lança dura que queria me furar, que agora se esfregava no meu quadril.
A fila andou um passo e aproveitei pra me colocar na frente do meu marido, que me abraçou e agora era o volume dele que começava a endurecer, será que a culpada era minha bunda?
Finalmente chegou nossa vez e, pegando um guardanapo, enxuguei meu suor, a babá me passou meu bebê e nos acomodamos pras fotos, as primeiras fotos foram só de mim e do meu marido com o bebê, depois os padrinhos se juntaram, o fotógrafo colocou o Hugo, o padrinho, do meu lado e a esposa dele, Elena, do lado do meu marido.
Nisso, sinto uma mão apertando minhas nádegas, me deu um susto que quase soltei o bebê, pensei que fosse uma brincadeira do meu marido, mas antes de reclamar, olhei pra baixo, meu marido tinha as duas mãos na frente, senti um arrepio e virei pro outro lado, o Hugo tinha só uma mão na frente, bem na altura da virilha, com certeza disfarçando a ereção, não acreditava na cara de pau daquele homem, me arrependi de não ter cortado logo no começo as esfregadas dele, mas não quis fazer escândalo, sorri nervosa, tentando me acalmar e disfarçar, o dedo dele contornou a tira da calcinha fio dental na parte de cima das minhas nádegas, e continuou Seguindo a tira, abrindo caminho entre minhas carnes, num reflexo eu apertei as nádegas com força, impedindo que ele conseguisse seu objetivo e chegasse ao meu buraco.
Não conseguiu o que queria, mas não desistiu e, descaradamente, com a palma da mão aberta, apertou uma das minhas nádegas e depois passou pra outra — um carinho que me fez tremer. As fotos continuaram com os outros convidados, e aproveitei pra tirar o pano que tinha ficado enfiado entre minhas nádegas.
Finalmente as fotos acabaram e nos despedimos. Hugo sorria de um jeito safado e meio pervertido, minha cara estava completamente vermelha e eu não conseguia olhar nos olhos dele, o que parecia diverti-lo.
A recepção era no quintal da casa. Alugamos umas lonas e contratamos dois garçons pra servir a comida e as bebidas. Os convidados chegaram, todos elogiando como meu bebê era lindo, todo mundo queria pegar ele no colo. Enquanto isso, eu atendia e conversava com quem ia chegando, inclusive a Elena, minha nova comadre, que se revelou muito tagarela. Tudo corria normal, embora eu não conseguisse esquecer as apalpadas do meu pervertido novo compadre.
Tinha cerveja e uísque. Depois de umas duas horas, a música começou. Meu marido me puxou pra dançar pra inaugurar o baile, e os padrinhos vieram atrás. Eu me sentia excitada, e não sei se era coincidência ou não, mas os padrinhos estavam sempre atrás da gente. Eu sentia o olhar do padrinho se deliciando morbidamente com minha bunda.
Depois de um tempo, como já tinha muitos casais dançando, fomos sentar. Eu fiquei com minha comadre e algumas amigas, e meu marido com os amigos dele, incluindo o padrinho.
Pouco depois, minha comadre levantou pra falar com os filhos dela, que tinham ficado com os avós. Aí Hugo aproveitou pra me chamar pra dançar. Procurei o olhar do meu marido, como quem busca aprovação, mas acho que ele já tava muito bêbado, nem percebeu. Então fui dançar. Ele me pegou pela cintura e minha pele se arrepio. Devagar, chegamos na pista improvisada. A música era salsa e ele dançava muito bem, nisso ele me pega pela mão e me faz girar, fiquei de costas e senti o roçar do volume dele entre minhas nádegas, tinha certeza que não foi um roçar acidental, mas não falei nada. Uns segundos depois ele me faz dar outro giro e dessa vez, sem vergonha nenhuma, cola o peito dele nas minhas costas e o volume dele contra minha bunda. O pau já estava duro e tentando se enfiar entre meus glúteos, excitante, mas muito ousado. Alguém podia perceber, e não eram poucos os homens que me seguiam com o olhar, incluindo meu sogro e meus cunhados. Então, rapidamente dei outra meia-volta e reclamei com ele.
— Qual é o seu problema? Não vê que todo mundo tá olhando pra gente? Me respeita, sou a esposa do seu melhor amigo.
— Desculpa, mas tô muito tarado. Você me excita pra caralho e quero te comer.
— Tá maluco? Com quem você pensa que tá falando? Não sou uma puta barata.
Tentei me soltar, mas ele me segurava nos braços e não me deixava sair. Não podia fazer um escândalo, então pedi pra ele me largar.
— Olha, me solta agora, não quero mais dançar com você. Se não me soltar, juro que vou fazer uma puta confusão — a última coisa que eu queria era estragar a festa, mas faria se fosse necessário, já era demais.
— Vai, tenho certeza que você é uma gostosa na cama. Ninguém vai ficar sabendo, prometo guardar segredo.
— Não, me solta. Vou contar até três. Se não soltar, grito e vira uma zona.
— Vai, aceita, você vai adorar. Vou te comer bem gostoso, tenho um pau grosso e cabeçudo.
— Não, não, sou uma mulher casada. Se não me soltar agora, eu grito... Um, dois...
Antes do três, ele me soltou. Fui embora indignada com minhas amigas, mas terrivelmente excitada com tudo que aquele pervertido me disse. Meu coração batia acelerado, parecia que ia sair pela boca. Ele ficou uns instantes no meio da pista e depois foi embora com os amigos dele e meu marido.
Sentia um calor danado no corpo e muita sede. Pra me acalmar, servi um pouco de uísque e tomei um gole, puro, sem gelo nem nada.
O drink me ajudou a me acalmar e finalmente consegui respirar mais tranquila, nisso chega a babá do meu bebê e me entrega ele, já era tarde e ela se recolheu ao quarto dela, continuei conversando com minhas amigas e aos poucos foram se despedindo, olhei pro grupo que estava com meu marido, entre eles o Hugo, e percebi que estavam visivelmente bêbados, exceto o Hugo, que parecia o mais sóbrio. Chegou a hora de colocar o bebê pra dormir e fui deitá-lo no quarto dele, parecia não se incomodar com a música, quando voltei só estavam meus pais, meus sogros e os cunhados deles com as esposas, além da minha nova comadre, que estavam esperando pra se despedir, e o grupo que estava com meu marido, que não parecia que iam se despedir tão cedo. Primeiro se despedem meus pais, depois a família do meu marido, saí pra acompanhá-los até a saída e me desculpar pelo estado inconveniente do meu marido. Depois a Elena se aproxima e me diz que vai embora sozinha, já que o marido dela quer continuar a farra com meu marido, e me pede pra cuidar dele, digo pra ela não se preocupar, que quando terminarem a bebedeira eu cuido de mandá-lo de táxi e aviso ela pra ficar de olho, ela agradece e me dá um abraço de despedida. Nisso eles começam a cantar músicas sertanejas, meu marido entre eles, pelo visto a noite ainda seria longa e me despedi do meu marido e dos amigos dele pra ir dormir. Antes de ir pro meu quarto, fui dar uma olhada no quarto do meu bebê pra ver se ele estava bem e não se assustava com aqueles cantores tão desafinados. Estava encostada no berço do bebê quando sinto uma mão que abraça minha cintura e o peito de um homem colado nas minhas costas, tentei me soltar, mas ele me segurou com mais força, me virou e aproximou a boca da minha, apertei os lábios pra resistir, era o Hugo mesmo, que me disse: - Vai, deixa eu te comer, seja boazinha, vou ser suave, vou te comer tão gostoso que vou te deixar louca de prazer. - Não, por favor, não, me solta, me respeita, sou a esposa do seu amigo. Hugo não desistiu, senti os braços dele me apertando contra ele. corpo, um abraço forte e sensual e continuou beijando meu pescoço, senti sua língua ardente lamber minha orelha e uma onda de calor invadiu minha espinha.
— Vamos, se solta, gostosa, desde a igreja percebi que você adorou meu pau e tenho certeza que tá morrendo de vontade de dar pra mim — ele sussurrou no meu ouvido, foi tão erótico que meu corpo tremeu.
Mesmo eu me negando, meu corpo me traía, me deixava apertar e acariciar, sentia o pau dele duro e quente contra minha barriga.
— Não, Hugo, não tá certo, meu marido pode chegar a qualquer hora.
— Ha, ha, seu marido tá bem bêbado e animado, escuta ele cantando:
Suas lambidas desceram pros meus peitos, os dentes roçaram um mamilo enquanto beliscava o outro, um gemido escapou da minha boca. Ele foi me despindo, até eu ficar só de calcinha fio dental. As mãos fortes dele percorriam meu corpo, minhas pernas, minha bunda. De novo, ele buscou minha boca e me deu um beijo cheio de paixão. Os lábios grossos dele abriram os meus, senti a língua dele se enfiar dentro de mim, quente, ardente, percorrendo meu céu da boca. A saliva dele se misturava com a minha, enquanto ele apertava minha bunda com força e luxúria. O cheiro de macho dele me embriagava. Ali acabou minha resistência: meus braços envolveram o pescoço dele e eu me entreguei à língua experiente e sabida dele. Durante vários minutos ele ficou me beijando com paixão. A rudeza e a grosseria dele me excitavam, coisa de peão de plataforma de petróleo. Eu tava toda molhada.— Assim, gostosa, isso. Tô louco pra te comer, pra você ser minha mulher.
De repente, num momento de lucidez, me deu um medo danado do meu marido chegar e eu reclamei:
— Não, espera, não, por favor. Sou uma mulher casada, meu marido é seu melhor amigo, você é o padrinho do meu filho.
— Vai, gata, ninguém vai saber, só eu e você. Sei que você também quer, você tá bem molhadinha — disse ele enquanto os dedos acariciavam a entrada da minha bucetinha.
Ele continuou acariciando meu sexo, afastou minha calcinha e enfiou os dedos na minha buceta, me fazendo gemer.
No quarto, além do berço, tinha uma poltrona reclinável e uma cadeira de balanço que a gente usava pra ninar o bebê. Ele me encostou na poltrona e me virou. Apertava e acariciava minha bunda, e eu abri as pernas, empinei mais a raba, oferecendo praquelas mãos grandes e calejadas. Ele se abaixou, puxou o tecido da minha calcinha que tava enfiada entre minhas nádegas, mordeu, beijou meus glúteos e lambeu cada centímetro da minha pele. Ele fazia aquilo maravilhosamente. Minha pele se arrepiou. Logo senti ele tirar minha calcinha de vez e, separando minha bunda, começou a lamber toda a minha rachinha. A língua dele percorria desde meu clitóris até meu cu. Senti que ia desmaiar de prazer. Meu corpo inteiro... estremecia, não consegui evitar soltar um gemido de prazer, ele ficou me lambendo e chupando minha bucetinha e meu cu por uns 15 minutos, enfiava a pontinha da língua nos dois buracos, afundava a cara entre minhas nádegas, o nariz dele roçava meu esfíncter e ele aspirava, o que me dava uma sensação estranha, como se uma corrente elétrica percorresse meu corpo por dentro, enquanto ele dizia:
- Sua putinha, que cu, adoro seu cheiro de cu, putinha, é macio, gostoso.
Dava pra ver que era um sujo, um depravado, mas ele me tinha nas mãos, cada coisa que fazia me excitava, aí ele começou a chupar meu ânus como se fosse um polvo e meu corpo todo se contorceu, espasmos percorriam minha coluna, ele deixou minha bundinha pulsando, me virou deitando no sofá, se abaixou e levantou minhas pernas, começou a esfregar o pau na minha buceta, o pau dele não era tão grande, uns 16 cm, o pau do meu marido era bem maior, mas muito grosso, o mais grosso que já vi, ele sorriu e com um empurrão enfiou a cabeça, esticando minhas dobras, o que me fez soltar um gemido de prazer e uma leve ardência.
- Ai, putinha, que apertadinha você é, que buceta gostosa, adoro.
- Ufff, seu pau é tão grosso, machuca, agghhh, devagar.
Ele continuou empurrando aos poucos, devagar, eu sentia o pau grosso abrindo minhas entranhas, centímetro por centímetro, a sensação era muito intensa, eu mordia meus lábios e arqueava minhas costas pra não gemer e gritar, até que num último empurrão ele me penetrou com uma batida de quadril até o fundo, um grito de prazer e dor saiu da minha boca, ao me sentir totalmente empalada por aquele pau enorme.
- Pronto, gostosa, já enfiei tudo, agora vem a parte boa - ele disse com um sorriso debochado.
Começou um vai e vem lento, me segurou pelos quadris e a cadeira de balanço começou a fazer das suas, aumentando a velocidade e a profundidade das estocadas, o prazer me invadia, mesmo tentando não gemer, era impossível, por mais que eu apertasse meus lábios não conseguia conter meus gemidos, ele se movia tão gostoso, enfiando e apertando minhas nádegas, mesmo bem lubrificada, aquela pica roçava as dobras internas da minha buceta com muita intensidade, a pélvis dela batia na minha xereca, eu derretia de prazer.
— Agghhh, ufff, sinto que você me abre toda, que pica do caralho, você me parte, ufff, aaaghhh — eu gemia.
Depois de uns 10 ou 15 minutos me comendo, ele tirou, deixando minha buceta pulsando, e disse:
— Vira, tô louco pelo seu cu, ele tem que ser meu também.
— Não, como assim, é grosso demais, se você já deixou minha xereca ardendo, é impossível entrar no meu cu.
— Vamos, vou fazer devagar, vira, vai doer um pouquinho, mas você vai adorar, por ser grossa você vai curtir mais.
Com um pouco de dúvida, fiquei de quatro e ele viu que na cômoda tinha um pote de vaselina de bebê, que me recomendaram por ser melhor que o óleo de bebê e eu usava pra evitar assaduras.
— Isso vai servir, gostosa — ele disse, abrindo o potinho. Enfiou os dedos, besuntou bem e tirou uma quantidade generosa entre os dedos.
Ele passou a vaselina e começou a massagear meu buraco por fora, movendo o dedo em círculos, acariciando minhas dobras enrugadas externas, com a outra mão abria e massageava minhas nádegas e pernas. Eu abri mais as pernas e empinei a bunda, me oferecendo, até que ele empurrou um dedo e eu me estremeci.
— Mmmmm, aghhh — soltei um gemido abafado.
O dedo dele era grosso e calejado, arranhava um pouco por dentro, um pequeno desconforto que me fez torcer.
— Calma, gata, não se empolga, é só um dedo — ele disse, pensando que eu me contorcia de tesão, mas não era bem assim.
O dedo dele foi afundando dentro de mim e aos poucos o desconforto virou prazer, o dedo calejado friccionava mais forte minhas paredes internas e eu adorava senti-lo lá dentro, então empinei mais a bunda. Quando fiz isso, o dedo virou dois, a sensação ficou mais intensa e quase me fez ver estrelas, meu cu se contraía. involuntariamente apertando aqueles dedos mágicos fuçando meu interior, ele tirou os dedos e senti um vazio, ia reclamar, quando viro pra trás e vejo que ele tá passando na própria pica grossa, que grossa que era, não consegui evitar sentir medo, embora também excitação, queria ter ela dentro, mesmo sabendo que seria um prazer doloroso.
Encostou a pica e a cabeça percorreu toda minha bucetinha, do meu clitóris até minhas costas, uma e outra vez, cada vez que passava pelo meu buraquinho apoiava e empurrava de leve, me fazendo tremer e continuava o caminho, tava me manipulando magistralmente, sentia que cada vez meu buraquinho dilatava e contraía um pouco mais, até que numa dessas já não continuou o caminho e começou a empurrar com mais força, apesar de meu cu já ter sido usado muitas vezes, era grossa demais, e não entrava, pegou mais vaselina, passou na cabeça da pica e voltaram os dedos pra tentar abrir mais minha bundinha apertada, tentou de novo e tentei relaxar o máximo que podia, até que senti as dobras do meu esfíncter esticarem até coincidir com o diâmetro do cogumelo grosso, me causando a dor mais terrível que já senti na vida, foi como se tivesse entrado uma faca em brasa, sem dúvida tinha rasgado minhas dobras anais, tentei me soltar, mas as mãos dele me seguraram firme na cintura, mordi meus lábios pra não gritar, lágrimas escorreram pelas minhas bochechas.
- Shhh, calma gatinha, calma, já entrou a cabeça.
- Tira, tira por favor, sinto que vou partir ao meio, aghhh. - implorei
- Aguenta, aguenta só mais um pouquinho, logo a dor passa e você vai gozar como uma louca.
Assim fiz, fechei os olhos e tentei relaxar e esquecer a dor, pensando no prazer que sentiria depois, quando aquela barra imensa de carne tivesse me percorrendo uma e outra vez por dentro, enquanto isso Hugo acariciava meus peitos e minhas costas, assim como minhas nádegas, aos poucos a dor foi passando e meus pedidos de tira, tira por eles se tornaram mais distantes e tênues.
Depois de alguns segundos, começou um vai e vem lento, tirava alguns milímetros e enfiava um pouco mais, ganhando terreno a cada estocada, sentia minhas fibras musculares se esticando ao máximo, a ponto de doer. Minhas súplicas de "tira" se transformaram em "devagar, devagar", sentia que ia estourar por dentro, mas a única mostra de compaixão dele foi passar mais vaselina no tronco da rola dele, cada vez que enfiava um pedaço da rola.
Meus gritos eram abafados pela música e pelo meu marido cantando a plenos pulmões:
"Yo quiero que te vayas por el mundo
Y quiero que conozcas mucha gente
Yo quiero que te besen otros labios
Para que me compares hoy como siempre…"
A música parecia o consentimento do meu marido, era nisso que eu estava pensando. A ardência estava se transformando em algo prazeroso, me fazia lembrar da dor que senti quando arrombaram meu cu pela primeira vez e comecei a curtir esse doce martírio. Comecei a rebolar devagar, lento, em círculos e para trás.
- Assim, vadia, assim, rebola, rebola pro teu macho.
- Ai, papai, sinto meu cu tão aberto, ahhhh, mas é algo tão intenso, sinto que você vai me estourar por dentro, uma mistura de ardência e prazer.
- Claro, mamãe, sabia que você era uma vadia e que ia amar minha rola, poucas vadias aguentam ela.
Ele me pegou pela cintura, deu uma estocada e senti que enfiou até o fundo, os ovos dele bateram nas minhas nádegas e da minha boca saiu um grito que tentei segurar mordendo os lábios.
- Pronto, mamãe, agora você é completamente minha, seu cu é meu, me pertence.
Começou o vai e vem, lento e profundo, tirava até deixar só a cabeça e enfiava até bater no fundo.
- Sente, vadia, aghhh, sente como minha rola percorre você por dentro, aghhh, isso.
- Mais, mais, mais - eu suplicava.
Ele me movia de forma magistral, fazia girar em círculos, combinava estocadas lentas com outras mais profundas, deixava enterrada até o fundo, me fazendo sentir, a ponto de eu Ela ficou louca de prazer.
Então lembrei de todo o prazer que tinha dado ao meu instrutor e quis retribuir o prazer que ele estava me dando. Levantei um pouco, apoiei os braços nos descansos da poltrona e comecei a rebolar, apertando a bunda e empurrando pra trás, enforcando o pau dele com meu cu. Ouvi ele grunhir e gemer. Eu mexia a bunda em círculos pra dar mais prazer. Meu cu tava ardendo, doía, mas eu não ligava, o prazer era maior. Meu corpo inteiro começou a tremer, eu comecei a gemer sem controle e Hugo aumentou as estocadas num ritmo selvagem. Ele me perfurava com toda força, praticamente furando meu cu, e eu não aguentei mais. Comecei a gozar num orgasmo intenso. Bem naquele instante, sinto uma estocada profunda e o grunhido do Hugo enquanto ele despejava jorros de porra quente dentro de mim. Ele continuou metendo por mais alguns segundos até cair exausto sobre meu corpo. O pau dele dentro de mim foi perdendo a dureza, mas mesmo mole ainda era bem grosso.
Quando finalmente tirou ele de dentro de mim, ouvi um "plop", como se estivesse destampando uma garrafa. Fios de sêmen escorreram do meu cu e desceram pelas minhas pernas. Minha buceta foi se fechando aos poucos, voltando ao tamanho normal.
Assim que recuperamos o fôlego, ele se vestiu rápido e saiu pra se juntar com meu marido e os amigos, enquanto eu ia pro meu quarto tomar um banho.
Coloquei uma blusinha e uns shorts largados e me deitei pra dormir, ouvindo ao longe o Hugo cantando a plenos pulmões.
4 comentários - Com o padrinho do meu filho
muy buen post, me la puso dura
😋😁