Viagem de formatura (parte 5) o último dia

Na manhã seguinte, fui o último a acordar, me troquei e, na hora que saí, meu amigo estava saindo do banheiro, me falando que as minas tinham descido pra tomar café e que ele ia fazer o mesmo. Fui com ele e, na escada, cruzamos com as minas que já estavam voltando. A gente cumprimentou elas e seguiu em frente. Quase terminando de comer, vimos as minas já todas arrumadas indo pra fora do hotel. Não demos muita bola, mas vimos nosso outro amigo, aquele que tinha ido embora na noite anterior, esbarrar nelas sem querer e ficar batendo um papo. Depois disso, elas se despediram e ele veio na nossa direção, falando que a gente tinha que ir jogar uma partida. Naquela época, eu ainda não tinha me lesionado e jogava de lateral direito na reserva de um clube da minha cidade. Não era nenhum craque, mas tinha meus truques. Então, topamos. Era nosso colégio contra um combinado de outros dois. As minas não sabiam que a gente ia jogar; elas tinham ido por convite de um cara do outro lugar, mas pouco me importava, porque eu queria ganhar com ou sem esse detalhe. Essa era a atividade do último dia: usar o campo de onze de um dos clubes perto do hotel, que estava alugado. Tava equilibrado, porque era um jogo tranquilo, mas com o tempo já dava pra ver quem jogava em campo de 11 e quem nem jogava direito. Azar o nosso que a maioria tava do lado deles. Eram dois tempos de 20. Até então, nenhum dos meus colegas nunca tinha me visto jogar, porque eles me pediram pra levar eles um dia, mas os anos passaram e eu nunca levei. Então, eles também estavam vendo um jogo meu pela primeira vez. Ainda no primeiro tempo, eu roubo a bola no meio de campo, toco pra um gordo que nem sabia quem era, mas acho que tava com a gente. Ele me devolve e eu tento cruzar, mas bati tão mal na bola que ela começou a ir na direção do gol e a cair de repente, entrando no segundo pau. Comemorei com meus colegas e vi as duas minas gritando o gol junto com a gente. Termina o Primeiro tempo e vamos todos pro lado da quadra onde estavam todos os "espectadores". Um dos meus amigos me aponta, e o cara que tinha convidado as minhas amigas tava recriminando elas por terem comemorado meu gol daquele jeito, já que elas tinham ido ver ele. Nunca soube o que elas disseram, mas o fato é que o cara começou a me marcar com a bola, ganhando algumas e perdendo outras. Já no final, a gente tava empatado quando o coordenador gritou que era a última jogada. O cara veio me marcar numa tentativa de contra-ataque, mas ele deu um toque longo demais, e eu consegui enfiar a ponta do pé pra roubar a bola. Num ataque de habilidade que nunca tive e nunca mais vou ter, e mais um pouco de sorte, consegui levar a bola entre um monte de rebotes, entrando na área. Lembrei de última hora que não sei finalizar cara a cara, então joguei pro meio. O zagueiro dele cruzou a bola, deslocando o goleiro que tava saindo pra fechar o ângulo, e a bola sobrou pra mim com o gol vazio. Minha melhor jogada terminou num gol horrível, mas não tô nem aí. Comemorei como se fosse um gol num jogo profissional, tirei a camisa e gritei junto com todo mundo. Acabou tudo e eu ainda sem camisa, fui abordado pelas minhas duas amigas que vieram me cumprimentar. A tetona pulou no meu pescoço e esfregou os dois peitos na minha cara. Pra não deixar ela cair, tentei segurar em alguma coisa e só consegui agarrar a bunda dela. Ela falou no meu ouvido, de brincadeira, que se era isso que eu queria por fazer o gol, era só pedir. Soltei ela na hora, porque levei na esportiva. Fomos pro hotel e sentamos todos juntos do lado de fora pra passar o dia, nós cinco colegas de quarto. Até que bateu vontade de ir ao banheiro. Falei pra eles e fui. Sozinho no hotel, entrei no banheiro e ouvi uns passos. Pensei que era outro cara indo mijar, então fui no mictório. Mas quando saí, vi a big booty na minha frente. Ela me pegou pela mão e me levou pros corredores. Perguntei o que tava rolando, e ela disse que tinha percebido o que a gente, a noite anterior a outra mina e eu estávamos transando, e ela tinha ficado tão excitada que começou a se tocar enquanto a gente comia, e queria de novo, pegando no meu pau por cima da calça. Eu fiquei nervoso porque podia chegar alguém a qualquer momento e ainda tinha câmeras gravando tudo, mas parece que meu amigo lá embaixo não ligou, já que reagiu rápido ao toque. Com a mão no meu pau, ela me arrastou pro quarto, e ela tinha a chave, o que garantia que se alguém viesse, teria que bater na porta. Entramos e, sem ninguém ver, agarrei a bunda dela com as duas mãos, puxando a calça dela de uma vez. Ela se jogou em cima da cama do lado da janela, ficou de quatro e afastou a calcinha, me abrindo caminho, dizendo entre risadas que achava que eu gostava daquela posição. Coloquei a camisinha rápido e meti nela, fazendo a bunda dela bater contra mim. Ela se mexeu um pouco e se apoiou na janela, olhando pra fora enquanto gemia. Acho que a excitava a ideia de alguém chegar e ver, mas como ainda tava de camiseta, dava pra disfarçar, além de a gente estar no segundo andar. Eu, por outro lado, só via a bunda dela batendo, até que ela tirou, lembrando que ela adorava anal, e comecei a enfiar meus dedos devagar no cu dela. Ela só sorriu e abriu mais as pernas, me mostrando tudo. Subi na cama pra alcançar melhor e comecei a meter tudo, aumentando o ritmo, até voltar a um ritmo constante. Sentir minhas bolas batendo na bunda dela me dava vontade de comer ela mais forte pelo cu, enquanto ela ficava encantada olhando pra qualquer lugar pela janela. Diferente da primeira vez, ela não se segurou mais e gemeu alto, quase gritando. Continuei assim enquanto ela começou a se tocar e gozou rapidinho, mas não quis parar, pedindo pra eu continuar comendo ela. Eu segui e, quando tava perto de gozar, ela pediu pra eu gozar dentro do cu dela. Tirei o pau de lá e, com um movimento rápido, ela se endireitou, tirou A proteção sai e ela volta a ficar de quatro, entrando de novo e era uma sensação totalmente diferente o anal com e sem camisinha, pelo menos com ela. Continuei até gozar enchendo ela, tirei e vi como escorria. Ela se ajeita, falando de brincadeira que não ia conseguir sentar na viagem de volta, me dá um beijo e vai pro banheiro. Perguntei o que ia fazer e ela respondeu com algo muito lógico: não podia sair pra rua com o cu cheio de porra, ia manchar a calça. Andando do jeito mais provocante que encontrou, rebolando e ainda com o cu pelado porque a tanga tinha caído, conseguiu fazer eu ficar duro de novo. Então fui andando atrás dela, dei um tapa na bunda e, com ela ainda surpresa, meti a mão na buceta dela. Ela pergunta o que eu queria, mas se apoia no batente da porta, se inclinando e encostando o cu inteiro no meu pau. Falei sarcasticamente que só queria verificar se só tinha que limpar ali, e ela entrou na brincadeira, dizendo que também tinha a buceta molhada, se eu podia ajudar. Percebi que tinha ficado sem camisinha, ela insiste que já tínhamos transado no pelo e que antes de gozar eu metesse de novo no cu dela, não ligava de ficar com o cu arrombado e cheio de mim. Essa última frase me motivou e meti sem avisar, soltando um gemido suave. Enquanto comia ela, levei a mão com que tinha tocado a buceta dela e ela começa a chupar meus dedos molhados, aumentando o ritmo, tirando e metendo o pau inteiro até que, perto de gozar, tiro o pau e meto rápido no cu dela, fazendo ela gritar e gozar junto. Eu continuei até gozar de novo, fazendo uma bagunça ainda maior no cu dela, porque dessa vez até as nádegas estavam cheias da minha porra. Ela, corada, se vira, me dá outro beijo e pergunta se, quando voltássemos da viagem, íamos continuar transando assim. Eu garanti que obviamente íamos continuar transando, sem saber que aquela seria a última vez que ia provar aquele cu.

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