Na manhã seguinte, fui o último a acordar, me troquei e justo quando meu amigo saiu do banheiro, me disse que as minhas tinham descido pra tomar café e que ele ia fazer o mesmo. Acompanhei ele e, na escada, cruzamos com as minas que já estavam voltando. A gente cumprimentou elas e seguiu viagem. Quase terminando de comer, vimos que as garotas, já bem preparadas, estavam indo pra fora do hotel. Não demos muita importância, mas vimos como nosso outro amigo, o que tinha ido embora na noite anterior, esbarrou nelas sem querer e ficou conversando. Daí elas se despediram e ele veio na nossa direção, dizendo que a gente tinha que ir jogar uma partida. Naquela época, eu ainda não tinha me machucado e jogava como lateral direito na reserva de um clube da minha cidade. Não era um craque, mas tinha meus esquemas. Então topamos. Era nosso colégio contra um combinado de outros dois. As minas não sabiam que a gente ia jogar; elas foram por convite de um cara do outro lugar, mas pouco me importei, porque queria ganhar com ou sem esse detalhe. Essa era a atividade do último dia: usar o campo de onze de um dos clubes perto do hotel, que alugava o espaço. Tava equilibrado, já que era um jogo tranquilo, mas com o tempo já dava pra perceber quem jogava em campo de 11 e quem nem jogava direito. Azar o nosso que a maioria tava do lado deles. Eram dois tempos de 20. Até então, nenhum dos meus colegas nunca tinha me visto jogar, porque me pediram pra convidar eles, mas os anos passaram e nunca levei. Então eles também estavam vendo pela primeira vez um jogo meu. Ainda no primeiro tempo, roubo a bola no meio de campo, toco pra um gordo que nem sabia quem era, mas suponho que tava com a gente. Ele me devolve, e eu quero cruzar, mas bati horrível na bola. Só que bati tão mal que ela começou a ir na direção do gol e a cair de repente, entrando no segundo pau. Comemorei com meus colegas e vi como as duas minas estavam gritando o gol junto com a gente. Termina o Primeiro tempo e vamos todos pro lado da quadra onde estavam todos os "espectadores". Um dos meus amigos me aponta, e o cara que tinha convidado as minas tava reclamando com elas por terem comemorado meu gol daquele jeito, como se fossem torcer pra ele. Nunca soube o que elas disseram, mas o fato é que ele começou a me marcar com a bola, ganhando algumas e perdendo outras. Já no final, a gente tava empatado quando o coordenador gritou que era a última jogada. O cara veio me marcando numa tentativa de contra-ataque, mandou a bola longa, e eu consegui dar um bico pra levar ela. Num ataque de habilidade que nunca tive e nunca mais vou ter, e mais um ataque de sorte, consegui levar a bola entre os rebotes, entrando na área. Lembrei na última hora que não sei finalizar cara a cara, então joguei pro meio. O zagueiro dele cruzou, deslocando o goleiro que tava saindo pra fechar o ângulo, e a bola sobrou pra mim com o gol vazio. Minha melhor jogada terminou num gol horrível, mas não tô nem aí. Comemorei como se fosse um gol no profissional, tirei a camisa e gritei junto com todo mundo. Acabou tudo, e eu ainda sem camisa, fui abordado pelas minhas duas amigas que vieram me cumprimentar. A tetuda pulou no meu pescoço e esfregou os dois peitos na minha cara. Pra não deixar ela cair, tentei segurar em alguma coisa e só consegui agarrar a bunda dela. Ela falou no meu ouvido, de brincadeira, que se era isso que eu queria por ter feito o gol, era só pedir. Soltei ela na hora, porque levei na esportiva. Fomos pro hotel e sentamos todos juntos lá fora pra passar o dia, nós cinco colegas de quarto. Até que bateu vontade de ir ao banheiro. Falei pra eles e fui. Sozinho no hotel, entrei no banheiro e ouvi uns passos. Achei que era outro cara indo mijar, então fui no mictório. Mas quando saí, vi a bunduda na minha frente. Ela me pegou pela mão e me levou pros corredores. Perguntei o que tava rolando, e ela disse que tinha percebido o que na noite anterior, a outra mina e eu estávamos transando, e ela ficou tão excitada que começou a se tocar enquanto a gente comia, e queria de novo, pegando no meu pau por cima da calça. eu fiquei nervoso porque podia chegar alguém a qualquer momento e ainda tinha câmeras que viam tudo, mas parece que meu amigo lá embaixo não ligou, já que reagiu rápido ao contato. com a mão dela no meu pau, ela me arrastou pro quarto, tendo a chave, o que garantia que se alguém viesse, tinha que bater na porta. entramos e, sem ninguém ver, agarrei a bunda dela com as duas mãos, puxando a calça dela de uma vez. ela se jogou na cama do lado da janela, ficou de quatro e puxou a tanga pro lado, me abrindo caminho, dizendo entre risadas que achava que eu gostava daquela posição. coloquei a camisinha rápido e meti nela, fazendo a bunda dela bater contra mim. ela se mexeu um pouco e se apoiou na janela, olhando pra fora enquanto gemia. acho que a excitava a ideia de alguém chegar e ver, mas como ainda tava de blusa, dava pra disfarçar, além de a gente estar no segundo andar. eu, por outro lado, só ficava vendo a bunda dela batendo, até que ela tirou, lembrando que ela gosta de anal, e comecei a enfiar meus dedos devagar no cu dela. ela só sorriu e abriu mais as pernas, me mostrando tudo. subi na cama pra alcançar melhor e comecei a meter tudo, aumentando o ritmo, até voltar a um ritmo constante. sentir minhas bolas batendo na bunda dela me dava vontade de comer ela mais forte pelo cu, enquanto ela ficava encantada olhando pra qualquer lugar pela janela. diferente da primeira vez, ela não se segurou mais, gemeu alto, quase gritando. continuei assim enquanto ela começou a se tocar, gozando rapidinho, mas não quis parar, pedindo pra eu continuar comendo ela. eu segui e, quando tava perto de gozar, ela pediu pra eu gozar dentro do cu dela. tirei o pau de lá e ela, com um movimento rápido, se endireitou, tirou a proteção e volta a ficar de quatro, entrando de novo e era uma sensação totalmente diferente o anal com e sem camisinha, pelo menos com ela, continuei até terminar enchendo ela de porra, tirei e vi como escorria, ela se ajeita dizendo de brincadeira que não ia conseguir sentar na viagem de volta, me dá um beijo e vai pro banheiro, perguntei o que ia fazer e ela respondeu com algo muito lógico, que não podia sair pra fora com o cu cheio de sêmen, ia manchar a calça, andando do jeito mais provocante que encontrou, rebolando e ainda com o cu pelado já que a tanga tinha caído, conseguiu fazer eu ficar duro de novo, então fui andando atrás dela, dando um tapa na bunda e, com ela ainda surpresa, meti a mão na buceta dela, ela pergunta o que eu queria mas se apoia no batente da porta se inclinando e encostando todo o cu no meu pau, falei sarcasticamente que só queria verificar se só tinha que limpar ali e ela entrou na brincadeira dizendo que também tinha a buceta molhada, se eu podia ajudar, percebendo que tinha ficado sem camisinhas, ela insiste que já tínhamos transado no pelo e que antes de gozar eu metesse de novo no cu dela, não se importava de ter o cu arrombado e cheio de mim, essa última frase me motivou e meti sem avisar soltando um gemido suave, enquanto comia ela, levei a mão com que tinha tocado a buceta dela e ela começa a chupar meus dedos molhados, aumentando o ritmo, tirando e metendo a rola toda até que perto de gozar tiro meu pau e meto rápido no cu dela, fazendo ela gritar e gozar junto, eu continuei até gozar de novo fazendo uma bagunça maior no cu dela já que dessa vez até as nádegas estavam com meu sêmen, ela corada se vira, me dá outro beijo e pergunta se quando voltássemos da viagem íamos continuar transando assim, eu garanti que obviamente íamos continuar transando sem saber que aquela seria a última vez que ia provar aquele cu.
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